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criskeune

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Sobre criskeune

  • Data de Nascimento 16-11-1970

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Brasil: RS, SC, PR, SP e RJ
    EUA: Miami, Orlando, Tampa Bay e Cabo Kennedy
    Itália: Roma, Florença e Veneza
    França: Paris e Carcassonne
    Espanha: Barcelona, Madrid e Toledo
    Portugal: Lisboa e Sintra
    UK: Londres
    Alemanha: Munique, Hohenschwangau, Berlin, Colônia
    Áustria: Viena
    República Tcheca: Praga
    Bélgica: Bruxelas, Bruges, Antuérpia
    Holanda: Amsterdam
  • Próximo Destino
    Natal/2015 - Ano Novo 2016: Berlim, Praga, Viena, Budapeste

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  1. Quanto à passagem aérea Brasil-Europa, como já disse o Adriano, a melhor opção é fazer a pesquisa usando a opção "múltiplos destinos" ou "múltiplas cidades", pois assim, você pode comprar a passagem iniciando a viagem pela cidade ""X e terminar pela cidade" Y" sem ter de voltar no últmo dia para a cidade X. Geralmente uma passagem do tipo "múltiplos destinos" não é tão mais cara do que uma passagem ida e volta para a cidade X. Se você usar a TAP, por exemplo, pode fazer esse voo saindo direto de Porto Alegre para a primeira cidade a ser visitada e voltando diretamente da ultima cidade (fazendo conexão em Lisboa, obviamente, tanto na ida como na volta). Só tenha em mente que a TAP não opera esse voo direto de Porto Alegre todos os dias (na alta temporada são 4 voos por semana e na baixa temporada apenas 3 voos por semana). Assim, você terá de ajustar bem os dias de ida e volta. Sei que entre o final de outubro e final de abril, os voos saem de Porto Alegre e de Lisboa nas segundas, quintas e sábados apenas. Tenha em mente também que se você decidir incluir Londres na viagem e deixar essa cidade por último no roteiro e pesquisar no esquema "múltiplos destinos" com Londres como trecho de volta, a passagem vai ser certamente mais cara porque as taxas de embarque no Reino Unido são obscenas, hehe, e assim encarecem a passagem. Como o Adriano também disse, Londres e Paris são cidades enormes, com inúmeras atrações, e, por isso, demandam mais tempo para serem visitadas. Apenas dois ou três dias nessas duas cidades é muito pouco tempo! Em um mundo ideal, você poderia pensar em ficar uma semana em cada uma delas em uma primeira visita!! Como o teu tempo de viagem parece ser limitado, eu creio que o ideal é você eliminar uma das cidades do seu roteiro, mas eu não tenho como te dar sugestões sobre qual cidade eliminar, porque isso depende do teu gosto particular. Mas como aparentemente você tem apenas 9 dias, e aparentemente Paris é o foco principal, o melhor seria fazer o roteiro da seguinte forma: Paris (4 dias) - Bruxelas ( 2 dias) - Amsterdam (3 dias). Ou ainda: Paris (5 dias) - Bruxelas ( 1 dia) - Amsterdam (3 dias). Eu particularmente não gostei de Bruxelas e na minha opinião, tem poucas atrações a serem visitadas (achei o Mannekin Pis e o Atomium verdadeiras "arapucas" sem graça nenhuma e isso que são duas das três maiores atrações de Bruxelas - a terceira é a Grand Place), Mas gosto é gosto e de repente você pode se encantar por essa cidade e achar que ficar na capital da Bélgica mais de um dia possa valer a pena! Pesquise a passagem com a opção multiplos destinos com o 1º trecho sendo Porto Alegre - Paris e o 2º trecho sendo Amsterdam - Porto Alegre. Os trechos restantes você faz de trem, que é mais efetivo e mais prático. Você também pode fazer a pesquisa em multiplos destinos da forma inversa, iniciando em Amsterdam e terminando com Paris, para ver se a passagem fica com valor diferente devido às diferenças de taxas de embarque. Veja que eu de forma alguma desaconselharia Londres, que para mim é uma cidade fantástica, mas devido ao teu tempo restrito, só acho que valeria a pena se você optasse somente por Londres e Paris. Londres é uma cidade cara, mas as outras cidades que você escoheu também são caras, então acho que o critério de eliminação não necessariamente deve ser feito baseado na questao financeira: Londres tem a vantagem de ter várias opções gratuitas, pois praticamente todos os museus tem entrada grátis. E e você escolher bem a hospedagem e os lugares para alimentação, vai ver que é possível não gastar uma fortuna em Londres, sem ter de recorrer a fast food. Abs, Cris
  2. Sou cliente da Confidence desde 2011 e nunca tive nenhum tipo de problema com essa corretora. É uma empresa bastannte confiável, sim. O cartão VTM que eles disponibilizam é super bem aceito e eu acho que tem uma margem de aceitação de uns 95% do lugares que eu já passei, desde sites de vendas de passagens de trem e ingressos de atrações turísticas e de apresentações musicais. Foram poucas as situações em que foi recusado. No início de dezembro do ano passado, eu suspeitei de uma fraude nos meus cartões de crédito, pois houve uma tentativa de compra de uma passagem no site da AZUL, usando o meu cadastro dessa companhia aérea, para uma terceira pessoa que eu sequer conheço (recebi um SMS e um e-mail da companhia aérea para acompanhar a finalização do processo de reserva e na mesma hora liguei para a AZUL, que confirmou a tentativa de compra com meu cadastro, mas não quis me informar qual cartao estava sendo usado). Como nao tinha certeza de qual dos meus cartões estava prestes a ser saqueado, precisei ligar na mesma hora para as administradoras de todos os meus cartões para fazer o bloqueio/solicitação de novo cartão. Minha maior preocupação era com o VTM da Confidence (para a qual liguei primeiro), porque tinha saldo disponível para fazer a compra da tal passagem e se a reserva fosse completada, teria saído na hora o débito. Com os cartões de crédito eu poderia contestar quaisquer valores lançados nas próximas faturas, mas se fosse usado o VTM, o dinheio seria debitado na hora, o que seria bem mais dramático! Mas a Confidence me atendeu prontamente, cancelou o meu VTM na hora, emitiu um novo e transferiu todo o saldo para esse novo cartão e eu só precisei passar na Loja física para retirar o novo VTM. Abs, Cris K.
  3. Que eu saiba, dá para fazer o VTM on line, sim. Basta entrar nos sites das corretoras e a grande maioria dela tem a opção de fazer o cartão on-line. Eu fiz presencialmente proque foi conveniente para mim: trabalho na frente de um shopping center que tem pelo menos 3 corretoras de câmbio que emitem esses cartões. A confidence tem lojas presenciais, mas também dá para fazer on-line. Quanto à alegada "diluição" de taxas no VTM, ou de cobrarem mais pela cotação no VTM, não é bem assim. O que deixa o carregamento do VTM mais caro do que o valor da moeda em cash é o fato de que o IOF do VTM foi aumentado para 6,38% há uns dois anos atrás, enquanto qu o IOF da moeda estrangeira em cash foi mantido por um tempo em 0,38% e agora está em 1,1%. Apenas a título de exemplo, em uma corretora aqui de Porto Alegre, a cotação SEM IOF de 1 Euro em cash estava hoje em R$ 3,60, enquanto que 1 Euro em VTM estava em 3,59. Ou seja, a cotação do VTM chega a ser muitas vezes até menor do que em cash, mas o que pesa mais no VTM é o IOF e isso não é de responsabilidade das corretoras, mas sim do Banco Central e da política cambial e tributária. Para falar a verdade, cada método de pagamento tem suas vantagens e desvantagens e a escolha deve passar pelos critérios que a pessoa acha mais adequado. De minha parte, eu não me sinto confortável para usar cartáo de crédito no exterior, justamente pela incerteza e pelo clima de instabilidade política e econômica que impera hoje no Brasil. Nâo há bola de cristal cambial para saber se o câmbio vai estar favorável ou um "terror" no momento da viagem ou do fechamento da fatura. Eu prefiro ter a segurança do câmbio já estabelecido no momento em que eu carreguei o VTM ou comprei a moeda estrangeira e uso o cartão de crédito somente como plano "z", ou eventualmente para pagar despesas já pré estabelecidas (como uma estadia em hotel, por exemplo, que já tem um preço "fixo", diferentemente do que tu precisar para o dia a dia durante a viagem, que pode variar muito de local para local). Mas tem outras pessoas que preferem "arriscar" uma baixa na cotação no momento da viagem e assim quem sabe ter gastos menores com a viagem. Tem gente que também prefer usar o cartão de credito por causa das milhagens, etc. Ou podem ter outros critérios que só um economista ou operador cambial é capaz de saber, kkk Quanto ao saque no exterior pelo cartão de debito, eu nunca usei, porque meu banco é a CEF e o cartão de debito da Caixa não é autorizado no exterior....
  4. Que eu saiba, apenas o Banco do Brasil cobra pela taxa de recarga nos VTMs, e salvo melhor juízo, os relatos são muito negativos quanto ao VTM oferecido pelo BB. Já li várias reclamações de cartões desse banco que deram problema, que foram engolidos pela máquina de ATM, etc. Quanto aos VTMs oferecidos pelas outras corretoras, tipo Confidence Câmbio, ou os emitidos por outras corretoras através do Banco Rendimento, não há nenhuma taxa de recarga além da cotação da moeda e o IOF. Eu tenho dois VTMs, um da Confidence (Bandeira Master) e outro emitido pelo Bnco Rendimento (Bandeira Visa). Nunca tive problemas com eles e sempre foram bem aceitos, digamos que em 98% dos lugares que eu já usei, inclusive na Itália, desde hoteis a supermercados. Até para retirar bicicleta dos postos de aluguel de bicis espalhados na rua em Londres, pelos totens, eu consegui com o VTM de Bandeira Master, sem ter sido debitada nenhuma caução. Nesse caso específico, o VTM de bandeira Visa não funcionou De resto, só não consegui usar os VTMs em outros dois lugares: nas máquinas de tickets de metrô na Alemanha e em Lisboa. Mas na França, consegui usar tranquilamente para o mesmo fim. Também consegui comprar tíckets de tram e ônibus na Suíça nas máquinas dee rua, e se não me engano, também na Áustria e na Espanha. Na República Tcheca, as máquinas de venda de tickets só aceitam moedas, que eu me lembre, huahua, então, nesse caso, eu tenho certeza que eu sequer pude usá-los. O ideal para não ter problema de aceitação é você obter um VTM que tenha chip, número de 16 dígitos e seu nome impresso. A grande maioria vem com esses três itens, mas parece que os VTMs do BB não tem chip ou nao vem com o nome impresso, algo assim, e por isso, acaba dando vários problemas.
  5. Hoje em dia, é quase impossível fazer reserva de hotel on-line sem os dados do cartão de crédito, seja no Brasil ou no exterior. O hotel pede os dados do cartão para garantir a reserva, seja via sites especializados, tipo Booking.com, ou no próprio site do hotel. O hotel usa esses dados de acordo com sua polítca de reservas, para não ter prejuízo caso a pessoa faça uma reserva e não apareça no dia marcado. Os hotéis geralmente usam os dados do cartão para as seguintes situações: 1) Para uma reserva com pagamento antecipado e sem possibilidade de cancelamento ou reemboso, o valor total da reserva é debitado na hora da reserva; 2) Para reservas com política de cancelamento gratuito e pagamento apenas no momento do check-out, o hotel pode fazer uma "pré-autorização" do cartão de crédito, ou seja, o hotel bloqueia um valor, geralmente equivalente à primeira diária, do saldo do teu cartao de crédito. Esse valor "pré-autorizado"não é lançado como débito ou cobrança, mas fica bloqueado por um tempo (você fica sem poder usar esse valor por esse tempo), e esse tempo vai depender da operadora do cartão de crédito. Tem operadoras que liberam a pré-autorização em 7 dias, outras em 15 e tem outras ainda, como a Mastercard em cartões pré pagos, que só liberam a pré-autorização depois de 30 dias. 2.1) Os hotéis que fazem esse tipo de pré-autorização no momento da reserva geralmente fazem nova pré autorização uns 15 ou 20 dias antes do início da estadia no hotel. Então, tenha em mente que provavelente você vai ter novo bloqueio do valor da primeira diária alguns dias antes de chegar. Se você tem o limite contado para a viagem, deve pedir, no momento de pagar, que o hotel confirme a pré-autorizaçao do valor bloqueado como pagamento e assim você só pagará o restante do valor da estadia total. 3) Tem hotéis bem menos chatinhos, que apenas confirmam se o cartão é válido e assim fazem uma pré-autorização de um valor equivalente a apenas 1 dólar e só no momento da reserva, sem fazer qualquer outro tipo de pré-autorização. Você só paga ao chegar ou no momento do check-out. 4) Tem redes de hotéis que jamais me bloquearam um centavo de pré-autorização. Pedem os dados do cartão apenas para fazer a cobraça estipulada nos termos da reserva se a pessoa não aparecer no dia do início da estadia sem ter feito o cancelamento. 5) Comigo, também já aconteceu de eu ter reservado um hotel em Barcelona que em nehum momento efetuou a pré-autorização, mas nas primeiras horas do dia de início da estadia (antes mesmo de eu chegar no hotel e sem nenhum aviso prévio), já cobrou direto a primeira diária. Cobrou mesmo, não foi pré-autrização. Mas quando eu cheguei, pelo menos eles explicaram a política do hotel e já me mostraram a fatura já com o desconto do valor da primeira diária. Eu achei estranho, estranhíssimo, mas para falar a verdade, achei até mais preferível do que o sistema bem chatinho de pré-autorização. 6) E finalmente, sim, ainda existem hotéis que acho que trabalham na total confiança e nem pedem os ddaos do cartão de crédito!!! Ou são hotéis de redes com muuuuiiitos quartos e muito pocurados, em que um não comparecimento não vai trazer grandes prejuízos porque provavelmente vai ter alguém querendo aquele quarto em cima da hora, Já consegui fazer reservas desse tipo em pelo menos 4 oportunidades: -- em um hotel tipo pousada em Carcassonne (França), em que só aceitavam pagamento em cash, sendo que eu fiz a reserva diretamente pelo booking.com; -- em dois hotéis na Alemanha (um em Hamburgo e outro em Colônia), onde eu fiz a reserva diretamente pelo site do hotel. Não eram hotéis de rede, acho que eram de administração particular, sendo que o hotel em Hamburgo era no prédio de uma antiga escola pública. -- nos hotéis da rede alemã "Motel One", no qual se tem a possiblidade de fazer a reserva sem cartão de crédito, se a pessoa pretende fazer o check-in antes das 18h. Se pretende chegar no hotel depois das 18h, ou se houver feira ou convenção na cidade do hotel nos dias da reserva, há a necessidade de inserir os dados do cartão, mas não foi o meu caso, pois o horário previsto para a minha chegada no hotel era as 13h. Na verdade, até hoje eu não sei o critério que os hotéis usam para fazer ou nçao pré-autorizações ou não. Quando eu faço uma reserva, eu nunca sei o que vai acontecer. São poucos que informam que vão efetuar a pré-autorização. Outros dizem que não cobram nada na hora da reserva, mas em letras miudas infomam que "se reservam no direito de pré-autorizar o cartão", o que significa que tanto pode ser que sim, como pode ser que não .... Mesmo assim, nunca tive problemas com o cartão de crédito em reservas de hotéis (cartão clonado, débitos indevidos, etc).
  6. Não conheço ninguém que tenha feito tal coisa (levar dinheiro e abrir uma conta na Europa) só para viajar a turismo, mesmo que em estilo mochilão...... Será que vale toda essa burocracia? Eu sempre escolho levar uma parte em dinheiro e outra parte no cartão/VTM. Na verdade, eu prefiro miuito mais usar o VTM do que o cartão de crédito, porque pelo menos para mim, "psicologicamente falando", eu controlo melhor meus gastos com o VTM do que com o cartão de crédito, porque o valor carregado no VTM já está em Euros e então, não preciso me preocupar com a conversão ou ficar encucada para saber se o limte vai extrapolar ou não. Eu uso o cartão de crédito principalmente para despesas "fixas", ou seja, aquilo que eu sei quanto vai custar, como a estadia no hotel, por exemplo. `Para todo o resto, eu uso cash ou VTM. Em minhas primeiras viagens, inclusive, eu levei mais cash do que valor carregado no VTM emesmo asssim nunca tive problema de perda/furto de dinheiro. Basta levar na doleira na cintura. É muito, mas muito raro acontecer na Europa tentativa de furto com violência. O mais comum é furto simples, do tipo batedores de carteira em metrôs ou lugares co muito fluxo de turistas, Por isso, se levar uma quantia significativa em cash, fique com apenas uma pequena quantidade no bolso ou na carteira, suficiente para as despesas do dia, e o resto leve na doleira ou deixe no cofre do hotel, se sentir que é seguro fazê-lo. Também tenha em mente que muitas vezes não é apenas em restaurantes ou supermercados que não aceitam cartões. Na Alemanha, por exemplo, eu não consegui usar meu cartão MasterCard para comprar uma GoPro na Loja Saturn (uma grande rede loja de eletro-eletrônicos), porque naquela filial específica, eles só aceitavam American Express. A sorte é que dentro da loja havia um caixa eletrôncio, e eu tive de sacar dinheiro para poder efetuar a compra (e não era um valor pequeno!!!). Por outro lado, a menos que a pessoa esteja mesmo com recursos muitos limitados e grana muito, mas muito apertada mesmo, eu não vejo diferença significativa entre o IOF mais baixo pago para a moeda estrangeira em cash e o IOF de 6,38% no VTM ou no cartão de crédito. Por exemplo: considerando o valor hipotético de 1.000,00 (mil) Euros, você vai pagar hoje R$ 3.730 no cash e R$ 3.930,00 no VTM (cotação mais baixa de hoje em Porto Alegre). Ou seja, uma diferença de apenas R$ 200,00, o que eu considero um preço justo a ser pago para garantir um pouco mais de segurança. Não se esqueça também que se optar por abrir uma conta na Europa somente para usar essa conta para um simples mochilão de 34 dias, provavelmente você vai ter de pagar algum tipo de taxa para abrir a conta e outra para encerrar. Isso sem contar com a burocracia e o tempo que você vai perder para abrir e encerrar a conta.... Abs, Cris
  7. Também não arriscaria. O aeroporto de Frankfurt é uma coisa totalmente louca, meio confuso e muito grande! Eu, que tenho ótimo senso de localização espacial, me senti meio desorientada kkkk. Para você tem ideia, tem até "aeromóvel" (monorail) para ir da região A para a região C do Terminal 1, além de uns carrinhos motorizados que os funcionários usam dentro do aeroporto (!!) para ficar carregando passageiros idosos que não tem condições físicas de se locomover com rapidez entre as conexões (!!!) Em novembro, eu fiz duas conexões em Frankfurt. Na chegada, a conexão foi de duas horas e mal deu tempo de eu ir ao banheiro e comprar umas coisas no freeshop, além de ter de fazer alquele "maravilhoso" embarque remoto, com ônibus. O ônibus andou tanto, mas tanto, que eu achei que iria chegar no centro de Frankfurt, rsrsrs. Nesse dia, eu vi um grupo de três pessoas que iriam embarcar em um voo para Praga, mas que chegaram apenas 5 minutos após o fechamento do portão. Como também era embarque remoto, não teve como levá-los em outro ônibus até o avião e eles perderam o voo, sendo que pelo que eu entendi da conversa, eles demoraram a localizar o portão e por isso não chegaram a tempo. Na volta, o tempo de conexão seria de 5 horas e 30 minutos e eu fiquei fortemente tentada a ir ao centro de Frankfurt, mas achei melhor não inventar loucura no final da viagem. E o aeroporto é tão grande e tão cheio de coisa, que quando vi, já era hora do embarque. Tenha em mente também que às vezes a segurança aperta em Frankfurt e assim passar pelo controle de segurança pode te tomar um bom tempo. Minha mãe, por exemplo, foi solicitada a ser revistada minuciosamente e não sei por que razão foi necessário que ela fosse com duas seguranças até um espaço reservado. No nosso caso, sequer havia fila e isso tudo tomou ums 20 minutos, só na segurança (até nós conseguirmos arrumar tudo nas malas de bordo e os sapatos, cintos, casacos, tablets, cãmeras, etc). Abs, Cris
  8. Meu caso, kkkk! Tenho ascendência direta na linha paterna desde o antepassado que saiu da Alemanha (de Wolfenbüttel, perto de Hannover e Bremen) até a minha pessoinha, mas ele saiu da Alemanha para o Brasil (SC) em 1857 (!!!). Um de seus filhos, já nascido no Brasil em 1867 veio para o RS e é desse ramo que eu sou descendente (são cinco gerações, mas tudo na linha paterna). O "tatataravô" que veio da Alemanha morreu em SC em 1906, ou seja, para mim vale a regra essa anterior a 1914, mas provavelmente ele nunca deve ter feito o registro no consulado alemão após 10 anos de permanência aqui. Meus parentes que moram em Santa Catarina já perderam os cabelos tentando achar o registro em algum consulado, mas nunca acharam. Só sabemos que ele partiu para o Brasil a partir do porto de Hamburgo. Tenho "priminhos" alemães morando em Bremen, Hannover e Berlim, mas não conheço pessoalmente nenhum deles e apenas um eu "conheço" somente pelo Facebook. Pela regra da linha paterna, eu teria direito à cidadania alemã, mas o vovô Julius Heinrich acho que nunca deu as caras em algum consulado alemão no Brasil depois que se estabeleceu aqui ... A cidadania alemã que envolve antepassados distantes, como o meu caso, é muito difícil de conseguir, quase impossível, eu diria! Por incrível que pareça, seria mais "fácil" eu conseguir a cidadania italiana (por partre de minha bisavó) do que a alemã, mas além da cidadania italiana levar quase 10 anos para conseguir ser reconhecida, pelo grande número de pessoas que pedem no Brasil, eu não tenho tantos dados como eu tenho do ramo de ascendência alemã. Eu teria que começar praticamente do zero, e com a minha idade e pelo fato de eu ter vida profissional estabilizada, nem é tão importante assim, mesmo que eu venha a ser obrigada a trabalhar até os 65 anos por aqui! ãã2::'> (caso haja uma convulsão social no país, eu volto a pensar no caso ...rs) Cris
  9. Eu desisti de fazer esse mesmo trecho (no sentido inverso), vindo da Suíça, porque a logística é ruim demais! Eu teria que "queimar" dois dias da viagem para ter de pernoitar em Tirano, saindo de Chur cedo pela manhã. Tinha imensa vontade de fezar o trecho do trem panorâmico Bernina Express, mas acabei desistindo por causa dessa logística do cão, além das passagens serem bem salgadas (pois estávamos em três pessoas, eu, minha mãe e meu irmão). No fim, pude ver a paisagem da Suíça pela janela do trem EC (Euro City) no trajeto Milão - Lucerna e achei que ficou muto bom, pois as paisagens eram lindíssimas (o dia estava ensolarado) e mesmo não tendo viajado no trem panorâmico, pude tirar fotos espetaculares. Depois do nosso final de semana na Suíça, retornamos à Itália de avião, de Basileia a Veneza, e ainda tive a visão incrivel de Veneza durante a aterrissagem!
  10. Não há como você ter os carimbos de todos os países que você pretende passar no seu passaporte. Quase todos os países da Europa fazem parte do Tratado Schengen (ou "Espaço Schengen", que é o espaço comum da União Europeia sem controle de fronteiras). Isso basicamente significa que a partir do momento em que você entrar no primeiro país de desembarque (no seu caso, Portugal), você somente passará pelo controle imigratório em Portugal e somente terá o carimbo de Portugal em seu passaporte. A partir daí, você entrará e sairá dos outros países (seja de trem, carro ou avião) sem passar pelo controle de fronteira e imigração e assim não terá mais o passaporte carimbado, a não ser no final da viagem, quando voltar ao Brasil e passar novamente pelo controle imigratório de saída (que pelo visto também será por Portugal). Chegando na Europa vinda do Brasil por Portugal, você somente terá outro(s) carimbo(s) no caso da sua viagem envolver a entrada no Reino Unido ou Irlanda. Nesse caso, ao sair do chamado Espaço Schengen (composto por quase todos os outros países da Europa), você passará por outro controle de imigração no Reino Unido e terá um novo carimbo. E quando você sair do Reino Unido, seu passaporte não vai ter outro carimbo de saída, mas terá ourto carimbo de (re)entrada no próximo país que você for. Por muito tempo, eu só tive carimbo de Portugal no meu passaporte, porque frequentemente eu uso o voo da TAP para ir à Europa. Só fui ter outros carimbos quando fui para Londres e depois segui para Munique (ou Berlim) e nesse ano, quando fui de Lufthansa e entrei por Frankurt. OBS: Países que fazem parte do Espaço Schengen: 1-Alemanha 2-Áustria 3-Bélgica 4- Dinamarca 5- Eslováquia 6- Eslovénia 7- Espanha 8- Estónia 9-Finlândia 10-França 11- Grécia 12- Hungria 13- Islândia 14-Itália 15-Letónia 16-Lituânia 17-Luxemburgo 18-Malta 19-Noruega 20-Países Baixos (Holanda) 21-Polónia 22-Portugal 23-República Checa 24-Suécia 25- Suiça Se você entrar por qualquer um desses países e seguir viagem somente por eles, somente vai ter o carimbo do primeiro país que entrar.
  11. Apenas complementando o que o Adriano já disse, e sem querer assustar ninguém, atualmente a imigração em Frankfurt está beeeem rígida. Desembarquei em Frankfurt na última terça-feira (01/11/16) e já no final do finger tinham vários políciais verificando passaportes e documentos de todas as pessoas que estavam saindo do avião, perguntando insistentemente para onde iam, quantos dias iam ficar, etc. Eles fizeram isso inclusive com um grupo de uns 10 casais de uma excursão da "terceira idade" e os pobres tiozinhos tiveram de tirar às pressas os documentos das pastasse tiveram todos eles que dar explicações detalhadas sobre o roteiro. E isso que nem eram os oficiais da imigração no guichê fazendo isso, mas sim policiais. Assim, na verdade, cada pessoa que desembarcou acabou fazendo duas entrevistas, uma para os policiais na boca do finger e outra para o oficial de imigração nos guiichês. Eu, minha mãe e meu irmão tivermos que dar o itinerário da viagem detalhadamente, dizendo cada cidade que íamos viajar.No nosso caso, até que foram leves, pois não perguntaram que meios de transporte iríamos usar e não pediram outros documentos, além dos passaportes. Mas pediram os documentos para muita gente, inclusive para os casais da excursão. Já tinha visto isso na Alemanha, de policiais questionarem passageiros logo na saída do avião, mas geralmente atacavam homens viajando sozinhos. Dessa vez, pegaram todo mundo!!! Então minha dica é para levar todos os documentos da viagem e já tê-los à mão no momento da saída do avião e ter na ponta da língua o seu roteiro detalhado.
  12. Acho que sei onde é, no Mezzanino no Terminal 2, onde tem resuarantes, caixa automático de bancos, etc. Eu já fiz o checki-in da Easy Jet e pedi para salvar o cartão de embarque em PDF para depois imprimir, apesar de ter o aplicativo deles no meu iPhone também (tô "bege" com a minha burrice, podia ter feito o check-in pelo aplicativo e pegar o código e colocar no Wallet). As passagens da Trenitália eu fiz a mesma coisa, assim como as reservas dos hotéis. Que vai dar certo, eu sei que vai. Eu tenho todos esses documentos guardados no iBooks do iPhone e também tenho tudo organizado numa pen drive. Mas me dá um medinho básico de ir sem nenhum documento impresso. Já fui várias vezes para a Europa, sempre com todos os documentos impressos guardados em um porta documentos e nunca me pediram nenhum documento nas imigrações, mas seguro morreu de velho, né!! Bem, amanhã eu vejo o que eu consigo la em Guarulhos. Só estava faltando isso para eu terminar de arrumar minha bolsa ! Abraços e obrigada! Preciso ir dormir porque amanhã acordo cedo ....rsrsrs Cris K.
  13. Pessoas, Estou desesperada!! Amanhã embarco para mais uma viagem para a Europa e pasmem, deixei para a última hora para imprimir as reservas das passagens e cartão de embarque de avião, passagens de trens, vouchers do seguro viagem, reservas de hotréis, etc.. Só que as malditas das DUAS impressoras que eu tenho em casa (que nem estava sendo usadas mesmo), estavam quase sem tinta, e droga, as primeiras três páginas que eu imprimi ficaram com tinta fraquinha (nem aparece dieeto os códigos de barra dos cartões de embarque da Easy Jet e os E-ticekts da Trenitália, e depois, acabou a tinta total!!! Não tem como eu sair de casa agora para comprar tinta! E amanhã saio de casa às 7h para pegar o primeiro voo entre Porto Alegre - Guarulhos (Avianca, pasagens não vinculadas). ENTÃO: alguém aí sabe se tem alguma loja/lan house, ou whatever nos terminais 2 ou 3 de Guarulhos onde eu possa imprimir essas coisas? Coloquei todos os arquivos em uma pen drive e também no smartphone e no meu e-mail, para facilitar. Eu terei uma conexão longa em Guarulhos, de mais de 7 horas, então, vou ter tempo para fazer isso. Eu nem preciso imprimir os cartões de embarque da Avianca e da Lufthansa, porque posso imprimir isso nos totens ou nos guichês de cehck-in quando entregar as malas para despachar. Mas preciso imprmir os cartões de embarque da Easy Jet e os E-tickets da Trenitália (são 3), porque esses não tem como pedir cartão de embarque no aeroporto ou nas estações de trem (a EasyJet vai me cobrar os olhos da cara para imprimir os cartões no aeroporto), além de ter de imprimir os vouchers do seguro viagem e as reservas dos hotéis, para o caso de precisar apresentar na imigração em Frankfurt. Jesuscristinho, logo eu que sou super organizada fui cometer esse erro tão básico de deixar para imprimir em cima da hora!!! Me deem uma luz!!! ]
  14. Eu não conheço Hannover ou Dusseldorf para entrar no mérito da questão, mas de qualquer forma, eu acho que talvez seria mesmo mais interessante a sugestão do Adriano de trocar essas cidades por Hamburgo e Bremen. Já estive tanto em Hamburgo quanto em Bremen e achei dois ótimos destinos (e isso que eu não levava muita fé em Hamburgo!!). A cidade me surpreendeu positvamente e para conhecê-la bem, com certeza você precisa de pelos menos dois ou três dias (eu diria três dias, para ter uma idéia da cidade um pouco mais aprofundada). Quanto a Bremen, no meu caso era mais uma questão "sentimental" mesmo, pois meus antepassados de dois secúlos atrás eram de lá, mas de qualquer forma o centro histórico é muito legal. Para ir a Bremen, eu fiz um bate-volta a partir de Hamburgo. É totalmentre factível em termos de transporte, você vai e volta de trem com a maior facilidade. O centro Histórico da cidade, junto com o bairro Schnoorviertel, é pequeno e dá para conhecer entre 9h e 18h, por exemplo (no seu caso, já será primavera, então, não vai ter a mesma limitação de tempo com luz natural que eu tive no inverno). Também tenha em mente a questão dos dias efetivos que você vai ter durante toda a viagem, pois na maioria das vezes, esses dias de deslocamento entre duas "cidades base" não contam como um dia inteiro, como disse o Mario Jr. Adriano, esse ano a Lufthansa fez tanta pormoção que me deixou tonta, huahuahua (eu recebo as newsletters deles)... Teve muita promoção, inclusive para ir direto para Frankfurt, claro que um pouco mais caro do que se fosse para qualquer outro destino Europeu, mas ainda assim com um preço bem razoável. Mas é claro que a opção múltiplos destinos fica melhor, especialmente proque não há a preocupação para voltar para o ponto inicial (na verdade, a gente sempre volta pelo mesmo lugar, mas a conexão já está incluída). Graças a essas promoções da LH, semana que vem eu embarco novamente, só que eu prometi para mim mesma que dessa vez eu não iria para a Alemanha, kkkkk (vou apenas para a Itália e Suíça), mas também vou apenas passear um pouco pelo Aeroporto de Frankfurt, o que por si só já é uma senhora caminhada, kkkk.
  15. Em Londres e Paris, o clima *deve* ser mais ameno e agradável nessa época que você pretende ir. Periga você precisar até mesmo um casaquinho à noite. Já em Roma, creio que por junho as temperaturas já devam estar mais elevadas mesmo. Roma é muito quente no verão. Muito mesmo: está a uma baixa altitude e não é perto de orla. Conheço um casal que foi no verão e nunca passaram tanto calor na vida. Levaram tênis para poder caminhar bastante e tiveram de comprar chinelinhos tipo havaianas porque não dava sequer para ficar com os tênis... Eu já estive três vezes em Roma: a primeira vez fui em fevereiro (inverno), e nem senti quase muiti frio, exceto pela manhã. À tarde, eu sentia vontade de tirar o casaco grosso. Na segunda vez, fui em outubro: já era outono e ainda estava super quente e quase morri de tanto calor, porque só tinha levado roupinhas de outono mesmo (mangas longas, mas leves). Na terceira vez, (ano passado) eu fui em novembro, ou seja, outono já avançado, quase perto de dezembro, e ainda estava um pouco quente. Dava para ficar com uma blusa fina de manga comprida, mas eu precisei tirar o casaquinho leve depois de caminhar duas quadras sob o sol, hehehe
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