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JuMiranda

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Sobre JuMiranda

  • Data de Nascimento 02-02-1984

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Brasil:Pará,Amapá,Amazonas,Maranhão,Piauí,Ceará,Rio Grande do Norte,Alagoas,Sergipe, Pernambuco,Bahia,Brasília,Goiás,Rio,São Paulo,Minas,Paraná,Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
    América Central:Curaçao,Aruba,México(Cancun)
    América do Sul: Peru
    Europa:Itália, Turquia (Istambul), França, Inglaterra, Bélgica, Portugal, Espanha
    Ásia: Tailândia, Cingapura
    África: África do Sul
  • Próximo Destino
    Floripa
  • Meus Relatos de viagem
    http://www.mochileiros.com/aruba-e-curacao-em-1-semana-t56879.html
    http://www.mochileiros.com/tailandia-cingapura-bonus-track-istambul-19-dias-nov-2011-com-fotos-t63373.html
    http://www.mochileiros.com/maceio-expresso-2-vezes-t60486.html
    http://www.mochileiros.com/europa-27-dias-verao-2012-t78673.html
    http://www.mochileiros.com/peru-mar-13-lima-cuzco-machupicchu-arequipa-puno-nazca-pisco-t81545.html
    https://www.mochileiros.com/topic/54217-chapada-das-mesas-carolina-ma-em-4-dias-e-5-noites-completo-com-fotos/?tab=comments#comment-617810
  1. O turismo na Chapada das Mesas vem crescendo e eu estava muito afim de ir, mas sem ter que dirigir 12 horas para chegar lá , a partir de Belém. Foi aí que comecei uma pesquisa sobre formas de se chegar a Carolina, cidadezinha do sul do Maranhão. A primeira opção foi ir até a rodoviária e pedir informações sobre as empresas de ônibus sobre como chegar em Carolina, base para visitação da Chapada das Mesas. Quem mora em outros estados mais organizados que o Pará, vai estranhar esse lance de ter que ir à rodoviária para perguntar, mas não estranhe, pois a rodoviária de Belém é precária e mal você consegue as informações pessoalmente, que dirá pela internet! Foi aí que descobri e confirmei o que já desconfiava: não tem ônibus direto de Belém para Carolina. E daí teria duas opções: 1)Pegar um ônibus até a cidade de Estreito, que fica a aproximadamente 80km antes de Carolina (empresa Satélite Norte, R$117 a ida nos horários 10h da manhã e 21h15 – 12 horas de viagem, e R$116 a volta, no horário de 16h) e em Estreito pegar uma van ao custo de aprox. R$20 (um trecho) ou 2) Pegar um ônibus para a cidade de Imperatriz (Empresas Açailândia, Transbrasiliana, às 21h ou 06h da manhã, R$90 ou empresa Satélite Norte, R$97,50, saída de Belém às 10h ou 20h30, e volta às 10h ou 19h30 a R$96), e ao chegar lá, aprox. 10 horas depois, alugar um carro para ir de lá até Carolina, ficar de carro e voltar e devolvê-lo em Imperatriz novamente na volta. De Imperatriz a Carolina são 220km, ou aprox. 3h dirigindo. Os ônibus são todos semi-leito e a única que tinha leito era a empresa Açailândia, para Imperatriz, ao preço de R$120. Ficamos na dúvida, pois queríamos aproveitar o feriado de 15 de novembro, que seriam quatro dias: do sábado dia 12 à terça-feira dia 15 e se fôssemos dirigindo, teríamos que viajar durante o dia e, assim, perderíamos 2 dias, e não iria valer a pena...Se fôssemos de ônibus até Imperatriz saindo na sexta à noite, chegaríamos lá cedíssimo no sábado (6h) e teríamos que esperar as lojas de aluguel de carro abrirem, para podermos providenciar o aluguel de um e depois mais 3h dirigindo...chegaríamos em Carolina somente às 11h da manhã talvez...a não ser que alugássemos um carro no aeroporto, onde provavelmente as lojas são 24h. E se fôssemos até Estreito de ônibus e depois van até Carolina, ficaríamos a mercê de empresas de tours, pois Carolina não parecia, para nós, ser uma cidade que teria locação de automóveis. Daí, decidimos fazer algo que não era nossa vontade, mas foi bem útil: pagar uma pequena excursão. Cotamos com algumas, muitíssimo amadoras, e decidimos pela Laylatur, que iria aproveitar o feriado inteiro, pois iria na sexta à noite e voltaria na terça à tarde, para amanhecer quarta-feira em Belém. Foi R$630, incluindo ônibus semi-leito com guia, traslado ida e volta e para os passeios, à exceção de São Romão e Prata, e pousada com café-da-manhã. Saímos de Belém às 18h30 da sexta dia 11/11 e chegamos a Estreito para banho e café-Da-manhã às 06h. Às 09h já estávamos no Complexo de Pedra Caída, que fica 30km antes de chegar a Carolina. Pedra Caída é algo bem distinto do restante das visitações da Chapada das Mesas. É caro, prepare o bolso. Um grande complexo, com bastante estrutura, mas tudo simples. Na chegada você recebe uma pulseirinha com código de barras e a cada vez que vai num passeio, passa O CÓDigo na máquina e no fim do dia, você paga tudo no caixa.Tem piscina com toboáguas para crianças, restaurante, hotel com chalés, visita guiada para várias cachoeiras, teleférico, 2 tirolesas, centro de meditação e lojinha. A entrada é R$50 e aceita meia. Só que a entrada dá direito a apenas acessar às piscinas. Para ir para as cachoeiras - nas quais você vai em caminhonetas adaptadas com cadeiras nas carrocerias, à exceção da Santuário, Cachoeira mais procurada do complexo e a mais famosa de Carolina – e fazer qualquer outra atividade, você paga. Seguem preços: Cachoeira do Santuário R$ 25,00 Cachoeiras Caverna e Capelão R$ 40,00 Cachoeiras Garrote e Porteira R$ 40,00 Cachoeira Pedra Furada R$ 25,00 Teleférico R$ 50,00 Tirolesa 1200mts R$ 70,00 Tirolesa 1400mts R$ 80,00 Subida à Capela da Serra R$ 20,00 Subida a Pirâmide Mística R$ 25,00 Montain Bike R$ 45,00 Trekking R$ 35,00 Fonte: http://www.pedracaida.com Em um dia, você não consegue fazer tudo que há no complexo e terá que escolher. Nós escolhemos ir à Santuário e Caverna e Capelão, almoçar e fazer a tirolesa 1400m. Ao chegar, informe-se sobre os horários das saídas com guia para as cachoeiras, pois só se pode ir com guia e são horários PRÉ-Marcados. O complexo abre às 08h e fecha às 17h, portanto, programe chegar cedo para poder aproveitar bastante. Em todos os lugares nós fazíamos o fluxo contrário ao da maioria das pessoas, e pegamos quase todos os lugares vazios ou quase sem ninguém. Em Pedra Caída, enquanto todos preferem ir logo à Santuário assim que chegam, nós fomos de manhã para Caverna e Capelão. São 15min em veículo 4x4 com 2 guias e mais 5 min de caminhada bem leve até a cachoeira da Caverna, em meio a uma gruta belíssima! Banho maravilhoso!!! Eles têm trapiches de madeira que chegam até bem próximo da cachoeira, com banquinhos e ganchos de apoio para deixar roupas e o que não puder molhar. :'> Como estávamos praticamente sozinhos (no nosso horário só foram mais 2 pessoas), não teve problema deixar os pertences por lá. Aproveitamos por uns 45 minutos, bastante à vontade e de lá seguimos mais uns 5 min de carro até a cachoeira de Capelão, muito linda, com o lago à frente em dois tons (marrom e azul quanto mais próximo da cachoeira). Tem formações rochosas NAS QUAIS você pode subir e se jogar na parte profunda do lago (mais próximo da cachoeira), por sua conta e risco. EU escalei e pulei 2x! Mais uns 40 min de curtição e voltamos com os guias para o centro do complexo. Esse passeio de CAVERna e Capelão dura em torno de 2h30. Ao voltarmos, almoçamos no restaurante (self-service), bem simples e comida com gosto de industrializada, mas era a única opção. Depois do almoço seguimos com guia para a famosa cachoeira do Santuário. Você desce por umas rampas de madeira e depois segue andando por trapiches, até chegar no ponto de apoio com bancos e ganchos para roupas e dali segue pelo riozinho, que chega até a cintura no máximo...são 10 min até você achar que chegou e quando de repente, entra em uma caverna e ela surge...sem palavras para descrevê-La....na primeira vez que a vi, onze anos atrás, quando Carolina nem era destino turístico ainda...não havia hotel em Pedra Caída e a escadaria era precáriaaaa e pura aventura, chorei. Só vendo ao vivo para sentir a emoção. A gente aproveita lá por quase 1h e depois volta com o guia. À tarde, depois disso, subi de teleférico para o morro onde tem a pirâmide, que é linda, cheia de elementos místicos, e com uma vista da Chapada de cair o queixo. Na subida do teleférico dá pra ver vários bichinhos, como veados, avestruzes, iguanas e passarinhos, muito lindo! E a descida na tirolesa de 1400m é espetacular!!!!!! Saí correndo na plataforma e vim a toda a velocidade!!! A chegada é em um ponto depois das piscinas. Saímos de lá às 17h, e eu ainda poderia ter ficado PARA APROVEITAR Mais. Amei! Ficamos na Pousada Rochas, bem no centro de Carolina, com quarto bem simples, mas que se manteve limpo e organizado. Não conheço o hotel de Pedra Caída (o mais caro da região, com diária casal mais simples a R$380), mas no geral, as pousadas e hotéis da região são bem simples. Carolina é uma cidade pequena, com apenas 20mil habitantes, mas bem organizada e limpa e muito, mas muito mais desenvolvida que as de mesmo porte no Pará, por exemplo. No nosso quarto tinha mini-tv com canais a cabo, ar-condicionado, banheiro com chuveiro elétrico, frigobar e cama desconfortável rs. Depois do banho, fomos comer em uma pracinha em que havia vários restaurantes e até música ao vivo – boa, por sinal, tava tocando rock/pop. Fomos na Tribo do Crepe, por indicação de uma amiga, e não nos arrependemos, o crepe estava delicioso, tem vários sabores doces e salgados entre $10 e R$15 e sucos de frutas. No outro dia, fomos ao famoso complexo do Encanto Azul, no município ao lado de Carolina – Riachão. Alguns turistas do próprio MA que visitam a chapada, ficam em Riachão, mas falam que a estrutura é muitíssimo precária e não vale a pena. Lá é tipo um Pedra Caída pobrinho, mas com natureza maravilhosamente exuberante como o outro. Paga-se R$40 para entrar, o que dá direito a visitar todas as cachoeiras! A única exceção é a visitação do Encanto Azul , que vai de carro 4x4 (15min) e não é uma cachoeira, mas um lago belíssimo no meio das encostas de chapadões. Mais uma vez, fizemos o caminho inverso da galera. Fomos primeiramente no Encanto Azul. Ao chegar lá, a descida é íngreme pelas pedras e o caminho é escorregadio. Há uma escadaria de madeira que ajuda, mas há também uma parte bem roots pela ÁGUA DO riacho. Esse, foi com certeza, o ápice da viagem...que lugar maravilhoso!!! Em meio aos paredões de rocha, um lago azul belíssimo, com papagaios voando o tempo todo acima de nossas cabeças e fazendo ninhos nas caverninhas das pedras, aquela luz do sol tentando entrar em meio aos galhos de árvores e a nossa voz fazendo eco nas rochas...perfeito.... Você diz a hora que quer ir embora e marca antes com o motorista do carro 4x4 e pode ficar lá disfrutando daquela natureza ESPLENDOROSA! Lindo! O cheiro que você vai sentir é de cocô de morcego, presente em quase todas as cachoeiras e cavernas...ao contrário do que muitos pensam, não é xixi. ãã2::'> Ao voltarmos, almoçamos no self-service do complexo, também comidinha beeeeem rasteira...mas é a única opção. Quando for fazer as trilhas para cachoeiras e Encanto Azul, lembre-se de levar água e lanchinhos, pois prox. aos locais não tem onde comer...apenas no centro do complexo. Depois do almoço, descemos a trilha principal do complexo, para ver, nessa ordem: Cachoeira de Santa Paula, Cachoeira de Santa Bárbara e Poço Azul. Na volta ainda subimos um pouco até a cachoeira dos namorados e Dedo de Deus. A caminhada é tranquila, por escadarias e rampas de madeira, tipo trapiche. A descida direto até o Poço Azul leva apenas 10min, mas fomos parando para fotos e banho NAS Cachoeiras do caminho. A primeira é Santa Paula, onde a água estava barrenta devido à chuva do dia anterior. A segunda é Santa Bárbara, cuja queda é bastante alta e onde dá pra tomar banho no lago (tem corda-guia), a única onde a água é gelada. Essa é uma curiosidade das cachoeiras dessa chapadas, pois as águas nos lagos e poços são mornas. Prox à cachoeira Sta Barbara tem uma caverna também. Descendo mais um pouco tem o Poço Azul, é lindo, mas não estava AZUL NO DIA, por conta das chuvas anteriores, como falei antes. Tem vários recantos entre as pedras pra você se recostar e ficar curtindo as quedas d´água ao redor. Muito bom. Na volta, ao chegar na cachoeira de Sta Paula, subimos mais um pouco até as quedinhas d´água que eles chamam de Cachoeira DOS namorados...quase ninguém vai lá e fica bem tranquilo, o nome deve ser por isso. Lá você pode nadar no lago, pegar sol nas pedras, sentar um pouco, namorar...rss Na volta dei de cara com uma cobra assustada no caminho das pedras...quase morro de susto e ela também Saímos de lá às 16h30...a viagem até Carolina é de 2horas...sendo que a parte final (uma meia hora) é em estrada de piçarra ou terra, com trechos de pontes de madeira nada confiáveis...falta investimento ali em Riachão. À noite fomos no restaurante Chega Mais, que é à margem do rio Tocantins, e dava pra ir a pé...comemos pizza...tudo bem simples, mas tava gostosinho. Pizza média para 2 pessoas em torno de R$30. Caminhada tranquila, não sentimos medo de andar à noite. O 3º dia de passeio foi para as cachoeiras do Rio Farinha: cachoeira de São Romão e do Prata. Nesse não dá pra ir de ônibus, pois a gente entra no mato e no meio do Parque Nacional da Chapada das Mesas mesmo para chegar lá. O transporte é bem ruim e desconfortável e a viagem de 2h30, sendo 2h nesse meio do mato...é cansativo, mas vale a pena! As paisagens são belas, CHAPADÕes, formações rochosas, cursos d´água, pequenas propriedades rurais familiares, com boizinhos pastando, cabras, cavalos, cachorros...você deve estar em sintonia com a natureza para poder disfrutar de toda essa beleza ímpar e abstrair o desconforto. Ao chegar a São Romão, descendo uma trilha de 2min você chega numa praiazinha de rio, em frente à cachoeira....maravilhoso. E pode ir andando para perto da cachoeira e na época da seca até passar por trás dela! Muitos pássaros com ninhos nas rochas atrás da cachoeira. E também tem como ir andando e vê-la de cima! A comida foi uma das melhores da viagem, temperadinha de vó, pois lá é bem simples, rústico e é tudo familiar. Se conseguir, peça um suco de limão-rosa ou limão-cravo, que você não vai se arrepender! Eu trouxe limão-rosa pra plantar em Belém! Almoço foi tambaqui frito, arroz, feijão e farofa e tava uma delíiiiciaaaaaaaaaaa! Foi R$40. Não pagamos para entrar na cachoeira. Sobremesa foi doce de leite com coco artesanal feito no mesmo dia....Experiências como essa são para quem sabe dar valor a elas!!! Após aproveitarmos muito a cachoeira de São Romão, seguimos para a cachoeira do Prata, onde também não se paga para entrar. Lá dá pra ver várias quedas d´água e, além da do Prata, tem a cachoeira da Pedra Furada, muito bela. A força da água é incrível! Deu pra tomar banho e comer tapioquinha da família que mora no local. Tudo muito simples, com direito a deitar nas redes dos anfitriões...Muito amor! Na volta, paramos em um curso de água gelada no meio do caminho e saímos da Chapada já anoitecendo, com a SUPERLUA doa dia 14/11/2016 coroando o céu! Não tenho palavras para descrever para vocês!!!! O tour de diA inteiro com o Sr. Nivaldo, a humildade, simpatia e gentileza em pessoa, foi em torno de R$100 por cabeça, que valem até o último centavo. Ele veio contando histórias pra gente se distrair na parte de estrada de terra e é uma pessoa nota mil! À noite não tivemos nem energia para comer...só dormimos! Rss O último dia na Chapada das Mesas foi para colocar a cereja no topo do bolo. Contratamos por fora o guia Zeca Tour (vide facebook) para nos levar num hiking até o topo do Morro do Chapéu pela parte da manhã. Fomos eu, meu marido e mais um turista e foi R$90 por cabeça. Quanto mais pessoas forem nesses passeios, maior o desconto. Se tivéssemos conseguido mais gente para ir conosco, teria sido ainda mais barato...uns R$70 talvez. Saímos num tempo meio chuvoso de leve, mas o Zeca disse que não iria atrapalhar ou impossibilitar o passeio, então confiamos. Ele estava pontualmente às 7h30 nos esperando na pousada Rochas. Fomos de carro, mais ou menos uns 45 min até o pé do Morro e de lá, uma subida que não é bem leve. Nem exageradamente pesada. Mas vi muitos dizendo na internet que é um trilha leve de 30min a 40 min...bem pessoal, não sei se eu que sou muito mole ou realmente sem experiência em trilhas, mas a trilha não é leve não. É uma trilha moderada, você tem que estar com o alongamento bem em dias, pois tem horas QUE tem que levar a perna láaa em cima pra se apoiar numa pedra ou galho de árvore. Nós fizemos a subida em 50min e valeu cada segundo. E ainda tivemos a doce companhia do cachorrinho da propriedade rural do pé do morro, que subiu, permaneceu lá em cima e desceu conosco depois, esperando por um petisquinho. Poxa, se eu soubesse, teria levado uma carnezinha para ele. O Zeca disse que sempre leva um pãozinho e que por isso que ele foi seguindo a gente, mas naquele dia ele estava desprevenido. Passamos em torno de 1h20 lá em cima contemplando o visual....as várias ‘mesas” da chapada, Carolina vista de cima, o rio Tocantins ao fundo, a mata, as casinhas, as estradas e os boizinhos mugindo láaa embaixo...Gente, que sensação incrível! Muito muito lindo!! :'> Para quem tem disposição e quer sair do lugar-comum, super recomendo! O Morro do Chapéu tem aprox. 378metros de altura, leve tênis, roupa de ginástica (calça e camisa de manga comprida de preferência), boné e água. O clima não poderia estar melhor, pois não estava sol e a chuva dava trégua, e apesar de estar nublado, a vista não estava comprometida, foi maravilhoso! A descida foi um pouco mais difícil que a subida , por incrível que pareça, mas com o Zeca guiando não tem como dar errado. Na volta, tínhamos pedido para o Zeca nos deixar nas Cachoeiras de Itapecuru, pois era lá que estava o ônibus de nossa excursão e que iria sair às 15h para retornar à Belém. Daí, o Zeca disse assim: - Vou levar vocês pra comer num lugar muito bom e barato, bem melhor que Itapecuru. Pois levou mesmo! Um restaurante na beira da estrada indo para Itapecuru, onde você paga R$30 (por cabeça) e come à vontade!!!! Tem tambaqui, galinha caipira e carne de sol e caímos de boca no tambaqui e carne de sol, que estavam dos deuses!!!! Gente, muito bom mesmo, teve suco de laranja natural jarra a R$10, muito bom também. Não lembro o nome agora, mas o Zeca vai me dizer e aí volto aqui e falo pra vocês. Bom, quando o Zeca nos deixou em Itapecuru, já ficou o gostinho de saudade...tomamos banho de cachoeira para refrescar depois da trilha. Itapecuru é meio um balneário povão e, apesar de se pagar uns R$40 para entrar, as pessoas fazem churrasco lá dentro, achei meio muvucado. Tem aluguel de caiaque e estrutura de bar e restaurante, mas os banheiros não têm chuveiro. Là trocamos de roupa e saímos em direção a Estreito, onde paramos para janta (tinha sopa e self-service, além de alguns salgados...é uma parada meio precária, mas nas regiões norte e nordeste pegar a estrada é assim mesmo) e voltamos para Belém, onde chegamos às 05h30 da manhã do dia seguinte. Para se conectar com a natureza e com um povo humilde e acolhedor, vá para a Chapada das Mesas! Sem frescuras, preconceitos e com muita disposição! Deixou saudades! Um abraço a todos!
  2. Até que enfim nessa internet alguém com um relato decente sobre a Chapada das Mesas!!!! Obrigada , Natalia! Você esclareceu muuuuuuitíssimo. Estou tendo dificuldade em organizar a viagem, pois é um lugar muito isolado, pequeno, não tem os horários das coisas disponíveis e pouca informação de valor mesmo na internet. Irei daqui a 10 dias e, certAMENTE, contarei com detalhes aqui para vcs do mochileiros. Queria saber a que horas abre o complexo de Pedra Caída e se tem aluguel de carro na cidade de Estreito...estou tentando encontrar essas informações. Pois daqui de Belém, ainda vou de ônibus!!!! Afff...
  3. Assim que eu gooostooooooooooooo, papai!!!!!!!!!!!!!! Com tooooooooooooooooooodos os preços! Seu relato está fantástico, muitas informações úteis, para quem tem pouco tempo, adoro! Vai me ajudar muito...talvez eu tenha outras perguntas pra vc depois rssss! Muitoooooooooo obrigada!!!!! :'> :'> :'>
  4. Excelente!!!! Por mais relatos como esse aki no mochileiros.com!
  5. Olá, Paulo, muito bacana seu relato, estou indo pra lá dia 05/01 fazer o mesmo roteiro q vc, só q em menos dias, mas estou fazendo td por conta própria...AMOOOO animais e minha expectativa é muito grande tb, mal vejo a hora, tem vezes q me emociono só d ver as fotos das pessoas q já foram aqui na internet! Vc sabe dizer uma média de gastos com alimentação? Tipo almoço em lugar normal, jantar num lugar mais bacana...? Um abraço!
  6. thyagolm, Comprei a minha passagem no final de julho, para janeiro, ou seja, com aproximadamente 5 a 6 meses de antecedência, por R$2600,00 (doi mil e seiscentos reais) , o melhor preço que sempre vejo os mochileiros comentando. Talvez, se vc estiver comprando com pouca antecedência, não consiga mesmo um bom preço. |Não adianta deixar pra cima da hora, eu geralmente começo a pesquisar preços uns 8 meses antes de viajar, até conseguir o melhor preço ,o que geralmente acontece com uns 6 meses de antecedência...foi assim com Europa, Turquia, Tailândia, e mesmo no Brasil...
  7. Oi comprei ainda no Brasil, estava incluído no pacote. São aviões pequenos, para uns 30 passageiros...
  8. Oi, Ferlui! Excelente o seu relato, parabéns, que viagem linda. Gostaria de saber se vc recorda aprox seus gastos com alimentação na África do SUl, pois estou pagando trechos aéreos e hotéis, mas não tenho noção ainda de quanto dinheiro levar para comer e fazer passeios. Farei um roteiro de aproximadamente 15 dias entre Johannesburg, Cape Town, safáris e Mauricius. Abraços.
  9. Essa viagem pro Peru tinha tudo para ser mega econômica...só demos bobeira no preço da passagem pra lá, pois não esperamos as promoções e pagamos em torno de R$1100,00 por pessoa no trecho GRU-Lima-GRU...é,pois é...Um mês depois já tinham preços como R$400,00 ida e volta...R$600,00 ida e volta...deixa pra lá! Levamos dólares e lá fomos trocando por nuevos soles à medida em que íamos precisando. Lá tem muitos lugares não autorizados que anunciam trocar dinheiro, mas não arriscamos, compramos apenas em casas de câmbio identificadas mesmo. Pegamos um vôo da TAM numa terça-feira, dia 19/03/2013, que era pra ter saído às 08h25 e saiu somente duas horas depois porque eles identificaram que a aeronave estava com problemas só depois que todos os passageiros estavam embarcados e tivemos que trocar de avião...foi uma pena, pois perdemos 2h que poderíamos ter aproveitado em Lima... Bom, gente, foram 10 dias e conseguimos conhecer Lima, Cusco, Vale Sagrado, Machu Picchu, Arequipa, Lago Titicaca, Linhas de Nazca e Islas Ballestas. Conhecer talvez não seja a melhor palavra né...rss visitar pode ser mais adequada. Mas mesmo sendo corrido, conseguimos aproveitar bastante e ainda teve umas duas pausas para descanso. Chegamos em Lima quase 14h, lá são 2h a menos que Brasília. Fomos direto ao The House Project (o táxi deu uns 50 soles), hotel dos devotos de Jah e surfistas...rsss nada contra ninguém, mas acho que é bem o nicho deles mesmo, é como se estivessem hospedados na casa de um amigo...os funcionários não se importaram em nos dar qualquer informação sobre nada! O quarto e banheiro também eram bem sujinhos...Era em Miraflores, bem localizado, tinha um Starbucks na esquina, perto de mercados, bares, restaurantes, academias...porém acho que poderíamos ter encontrado algo mais hummmm limpinho! R$89,66 a diária quarto casal com banheiro. Em Lima estava um clima bem agradável, em torno de 20 graus à noite, e de manhã não variava muito mais do que isso. Saímos para conhecer a Plaza de Armas com a Catedral e Palácio do Governo. Sinceramente, não tem nada demais...o trânsito super caótico, estressante, eles buzinam muito e dirigem tal qual loucos. Os carros são velhos caindo aos pedaços, era difícil ver um carro novo. O táxi de Miraflores ao centro histórico saiu por uns 18 soles. Lá no centro também tem uma torre com um mirante...mas paga-se quase 18 soles pra subir...não fomos. Pechinchamos e conseguimos um táxi para o Museu Larco Herrera por 13 dólares (a partir do centro). A entrada do museu é cara: 35 soles. Mas, na minha opinião, valeu a pena. Pesquisando antes de viajar, li que dos museus existentes na cidade, esse era o mais bem cotado. Conhecemos e aprendemos bastante sobre a história do Peru e das várias civilizações que lá existiram, além dos Incas, claro. O museu está didaticamente dividido em alas de diferentes civilizações ordenadas por sua época de domínio no território peruano. A lojinha do museu tem coisas muito bonitas, e talvez, mesmo sendo cara, eu teria comprado alguma coisa lá, pois, particularmente, não acho bonito o artesanato peruano. Lá no museu também tem um restaurante muito lindo, mas não ficamos, pois tínhamos reserva no Astrid&Gastón, que foi o ápice gastronômico dessa viagem. O Astrid&Gastón ficava a poucas quadras do hotel, uns 600 metros, fomos andando. Tínhamos feito reserva com bastante antecedência, para as 21h. O atendimento foi excelente, impecável! Tínhamos a opção do menu degustação, mas a grana não deu...apesar disso era tentador: consistia de 17 pratos por pessoa! Mas custava uns 345 soles por cabeça... Fizemos uma refeição completa, com entrada+prato principal+sobremesa+suco. Deu 180 soles por pessoa. A entrada de polvo foi o auge de uma vida inteira! E o atum de prato principal não ficou muito atrás...Recomendo a todos! Voltamos pro hotel andando. EstradaManut.zip Jantamos num restaurante na avenida mais movimentada, q é do outro lado do rio Águas Calientes, a partir do nosso hotel, e se chama Av. Pachacutec, que por sinal, é o nome mais falado por lá. Isso é algo que me deixou bastante surpresa, pois os grandes heróis do povo peruano, aqueles que têm estátuas em todas as cidades, praças e estradas, são os governantes e guerreiros incas e não os espanhóis...como é diferente de como foi e é aqui! O jantar foi uma pizza e uma sobremesa mal feita de panqueca, em torno de 40 soles o casal. No outro dia pudemos dormir um pouquinho mais. Pegamos o ônibus (que é do outro lado do Rio Águas Calientes) às 10h. Os ônibus saem a todo momento, a viagem dura 25 min. Ficamos lá na entrada do Parque de Machu Picchu esperando o guia. Nosso tour começou às 11h e foi muito agradável. A guia explicou tudo, muito gente boa, respondeu perguntas, nos instigou, nota dez! O passeio é meio perigoso pois subimos escadas escorregadias, sem nenhum tipo de apoio ou segurança, tem que ir de tênis, levar sua água e balas de coca e algo para comer. Apesar de terem nos falado que não podia comer lá dentro, vimos várias pessoas fazendo suas paradas para alimentação, sem sujar nada. Acho que tudo depende da sua atitude, tendo respeito, ninguém vai te prender porque vc está com fome e mastiga uma barrinha de cereal por 5 minutos...O tour durou cerca de 2h30 e quando terminou ficamos livres para continuar o passeio, ou retornar. Logo retornamos pois já estávamos com fome. Antes demos 10 soles de gorjeta para a guia que foi excelente, mas foi porque gostamos muito, lá não vi esse costume de dar gorjeta aos guias. Almoçamos em Águas Calientes num restaurante de frente para a Plaza Manco Capac, ao final da Av. Pachacutec. O almoço estava uma delícia (trucha planchada) e foi barato. Depois fomos comer uma sobremesa num café francês perto do rio (Café de Paris). Comemos um pão recheado e um capuccino, uma delícia, mas bem caros! No geral, Águas Calientes é mais caro que outro lugares do Peru. Só o ingresso para entrar em Machu Picchu custa mais de 70 dólares! Dormimos em Águas Calientes, porque quando ainda estávamos no Brasil, não conseguimos saber os horários do trem. Se soubéssemos, teríamos voltado a Cusco no mesmo dia, quase todo mundo faz isso, pois tem um trem às 16h30 mais ou menos e às 14h já tínhamos terminado o tour. Enfim, descansamos mais um pouco. No outro dia pegamos o trem das 08h30, chegamos em Ollantaytambo às 10h e o motorista da empresa da Ilda, que contratamos, já estava esperando, para nos levar até Cusco, que era mais 1h30min de viagem. Como estava cedo, fomos ao escritório da empresa para contratar o tour de Nazca que comentei lá em cima, fizemos o check in pela internet lá mesmo, e depois, como tínhamos pago o tour até o aeroporto no pacote, ele pagou nosso táxi até o aeroporto de Cusco (que foi 13 soles). É isso mesmo, para sair do aeroporto é muito mais caro do que para ir até ele). Antes disso almoçamos num restaurante sujinho na rua da empresa mesmo, mas a comida tava gostosa. O vôo de Cuzco a Arequipa foi longo porque fizemos conexão em Lima...Chegamos em Arequipa já às 19h30. O táxi do aeroporto ao hotel foi em torno de 25 soles. Nosso hotel (Refugio Ecológico Servicios Turisticos -R$91,65 quarto duplo com café, sem aquecedor) não era muito longe da Plaza de Armas, mas tb não dava pra ir andando. Era um hotel novo, porém bem sujinho, no bairro de Yanahuara. O café da manhã que foi bom. Pegamos um táxi para ir até a Plaza de Armas à noite, fomos numa rua que tem vários fast food, ao lado da catedral (Mac Donalds, Pizza Hut, Starbucks, Burger King) e comemos no Mac Donalds mesmo. Arequipa é uma cidade meio perigosa, não nos sentimos seguros lá, apesar de a Plaza de Armas estar super lotada sempre. Por sinal, de todas as Plazas de Armas que visitamos no Peru, a de Arequipa é mais bonita. Ao fundo da catedral vemos um dos 3 vulcões que rodeiam a cidade, que são o Chachani, o Misti e o Pichu Pichu. Lindíssima paisagem! No outro dia fomos à rodoviária, compramos uma passagem da empresa Flores para Puno. Por uns 5 soles por mala, deixamos as nossas mochilas guardadas no armário do terminal Flores e voltamos para a Plaza de Armas. Fomos no Convento Santa Catalina, que é caro (uns 35 soles por pessoa) e na minha opinião deixa muito a desejar. É interessante pelo aspecto histórico, mas apesar de ele ser grande, tem pouco para se ver e é uma visita bem sombria, pois o clima é pesado. As pessoas mais sensíveis vão entender o que eu to falando. O nosso almoço foi um achado maravilhoso! Quase em frente ao Convento, tem uma Aliança Francesa, e lá...ah...lá tem restaurante de crepes...Por mim eu comeria um de cada do cardápio (que é extenso, com muitos muitos sabores). Pedimos um crepe salgado cada um, com um frozen, e de sobremesa a trilogia Dulce, que só pode ser um pecado em forma de crepe francês! O almoço não foi barato (acho que passou dos 80 soles), mas valeu muuuuuuuuuuito a pena. Fomos na loja do chocolate La Iberica, que são chocolates finos, não é barato; mas não provamos rsss. Pesquisamos na internet e achamos esse site http://www.titicacatour.com/ com o melhor preço de tour 1 dia no Titicaca. Entretanto, não aceitava reserva por telefone, só por meio do site. Fizemos a reserva pelo site e explicamos que iríamos chegar só meia-noite no hotel em Puno, mas que gostaríamos de fazer o tour no dia seguinte e que eles podiam deixar recado na recepção do hotel. Fizemos uma compras de lanche no mercado e fomos para a rodoviária. Existem várias empresas de ônibus lá, o ruim de viajar pro Peru é que não tem informações corretas na internet sobre o transporte...Lá vimos Cruz Del Sur e Oltursa que são as tops, ônibus limpos, com seviço de bordo e mais confortáveis, preço mais salgado e horários mais restritos. E outras como Flores, Ormeño, PeruBus/Soyuz, que têm ônibus bem baratos e bem ruins (desconfortáveis, sujos) e uns melhores tipo semi-leito, com serviço de bordo marromenu e confortáveis, porém têm muito mais horários que as tops. Compramos uma passagem Arequipa-Puno a 20 soles por cabeça, mas o ônibus era muito ruim, super desconfortável! A viagem durou 6h. Saímos às 17h mais ou menos e chegamos às 23h em Puno. Puno é uma cidade muito muito feia, ruim mesmo. Chegamos e meio desconfiados pegamos um tuc-tuc para o hotel, pois já era muito tarde. Foi bem baratinho, coisa de 5 soles. Ficamos no Balsa Inn. Ao chegarmos lá, o pessoal da Titicaca Tour tinha entrado em contato e deixado recado, mas mesmo assim, 10 minutos depois (isso já era meia-noite) eles nos ligaram para confirmar e explicar o horário para o dia seguinte! Nesse ponto, os peruanos não perdem cliente. A gente chega lá na hora, de madrugada e consegue tour na mesma hora! Como já era tarde e não tinha mais nada aberto, pedimos um lanchinho no hotel mesmo. Esse hotel era confortável, mas o chuveiro (água quente) não funcionava e tava fazendo –1ºC, foi difícil! O negócio é que em Cuzco, Arequipa e Puno tivemos o problema da variação da temperatura ao longo do dia...começava de manhã cedo com 8ºC, saíamos empacotados...aí lá pelas 10h já tava 20ºC, a tarde mais quente ainda e à noite caía pra 5ºC...rsss é melhor ir com uma blusinha bem leve por baixo e um bom casaco por cima, pois nessa época do ano não é nem 8 e nem 80, são os 2 e tudo o que tem no meio deles ao longo do dia... O tour de 1 dia inteiro para o Lago Titicaca saía cedo. Fizemos o checkout e guardamos nossas mochilas no hotel, saímos às 07h30. Até q o café foi bom lá. O tour foi 30 dólares por pessoa (a agência da Ilda tinha nos oferecido a 65 mais ou menos...)No porto pegamos um barco onde vamos sentados, em navegação de aprox. 2h30min até as Islas Uros, tudo sendo explicado por guia (que falava em espanhol e em inglês, pero no mucho rsss). As Islas Uros são meio chocantes, são pessoas pobres, que não tem como comprar terras no continente para morar...Enfim, apesar de ser forçado, o turismo pra eles ainda leva alguma fonte de renda.... Là temos uma explicação de como vivem e aprox. uma hora depois partimos pra mais 1h de navegação até a Islã Taquille. Nela fazemos uma trilha de 1h, almoçamos (por sinal a comida estava uma de-lí-cia), e vemos uma família típica da ilha com uma dança bem fake... O tour chegou no porto às 17h30, eles nos levaram até o hotel e lá só pegamos nossas coisas e fomos de tuc-tuc até a rodoviária. Só tinha ônibus de volta às 19h, que saiu com meia hora de atraso. Seis horas de viagem, contem aí! Chegamos 1h da manhã em Arequipa e tínhamos reservado o Las Torres de Ugarte no dia anterior. Esse hotel foi caro para o que oferece, pois apesar de ser bonito, com um quarto amplo e super agradável, bem localizado e com café bom, tinha um tvzinha de 14 pol. E nem era tela plana e o chuveiro não tinha água quente, só morna...mas os funcionários eram muito bacanas. No outro dia acordamos mais tarde, visitamos a catedral de Arequipa, era domingo de Ramos, as igrejas estavam lotadas! Fizemos uma horinha e fomos para a rodoviária. Conseguimos pegar um Flores semi-leito para Nazca, que saía às 15h. Foi uns 60 soles por pessoa eu acho, pagava mais caro quem ia no andar de baixo do ônibus, acho que deve balançar menos né.... Almoçamos na rodoviária, uma comida deliciosa e barata, naquele que parecia ser o menos sujinho dos restaurantes rsss. Essa viagem já foi diferente. Fomos muito confortáveis, teve duas refeições, um almoço e um lanche. E tinha filmes passando, entretanto eles escolhem uns filmes totalmente inapropriados para passar em ônibus...com cenas pesadas de sexo e de terror com muita violência...horrível! E é um atrás do outro a um volume altíssimo, não dá pra ter silêncio e relaxar muito no ônibus. A paisagem desértica o tempo todo, muito diferente, mas muito feia na maior parte. Em alguns trechos vamos contornando a costa, lá do alto, dá medo, mas foi a parte mais bonita, pois era lua cheia! A viagem geralmente dura 9h, mas o motora tava com o diabo no corpo e chegamos em Nazca 8h depois de termos saído de Arequipa, à meia-noite.Pegamos um táxi até o hotel, que era perto da Plaza de Armas (Hotel Don Agucho, R$141 diária quarto duplo com café e ventilador; caro, mas confortável. Em Nazca os hotéis no geral estavam mais caros, talvez por não ter muitas opções). No dia seguinte acordamos cedo, pois o pessoal da agência da Ilda (aquela de Cuzco) em Nazca, tinha marcado entre as 07h e 08h. Não tomei café, apenas um suco, para não fazer feio no vôo... Buscaram-nos às 07h30, fomos ao aeroporto de Nazca, onde existem várias empresas que realizam o sobrevôo no deserto. Pelo passeio (vôo+transfer) pagamos 90 dólares por pessoa, e mais 10 dólares de taxa de embarque no aeroporto. Là ficamos esperando em torno de 1h pela nossa vez. O vôo durou 35min, os pilotos são super gente boa, mostram bem as figuras, vemos mais de 10 figuras tranqüilamente. Realmente, tem que se concentrar p/ não enjoar, pois eles viram para a esquerda e para a direita para todos no avião poderem visualizar as linhas. Éramos 4 passageiros e mais o piloto e o co-piloto. No retorno ao hotel (às11h aprox.), pedimos indicação de um restaurante para almoçar e fomos andando já de mochila para o Hotel e Restaurante Don Ono do outro lado da Plaza de Armas. Comida boa a um bom preço. De lá fomos andando até as estações de ônibus, a umas 4 quadras dali. Tinha Cruz Del Sur, Oltursa e PeruBus. Fomos de PeruBus que era mais cedo e mais barato. Porém era um ônibus bem desconfortável....pagamos em torno de 10 soles por pessoa de Nazca até Ica, em Ica descemos no terminal da PeruBus e imediatamente pegamos um outro ônibus a 5 soles por pessoa para Pisco. Chegamos em Pisco cedo, umas 17h.Os ônibus nos deixam na rodovia Panamericana Sur, e de lá pegamos um táxi até a cidade. O táxi foi em torno de 13 soles porque é longe mesmo, uns 20 min. Ficamos no Hostal Tambo Colorado, a meia quadra da Plaza de Armas. O hotel era simples, mas bom e bem barato (26 dólares a diária, enquanto nos outros pagamos entre 45 e 55 a diária, exceto Nazca, onde foi 70 dólares a diária). Não incluía café, mas podia-se pagar pelo café de 9 soles, era bem simples. Ao chegar lá falamos que gostaríamos de fazer o passeio das Islas Ballestas no dia seguinte e que teríamos que ir para Lima tb em seguida. A recepcionista arranjou tudo, inclusive o preço que pagamos pelo tour com ela estava bem abaixo de todos que pesquisei na internet e do que a Ilda de Cuzco tinha nos oferecido. Pagamos 30 soles (e mais 5 de taxas no porto de Paracas), enquanto os que consegui achar na internet estavam entre 40 e 60 soles. Jantamos no As de Oros, a 4 quadras da Plaza de Armas. Acho que uma das únicas boas opções (ou a única). Porém, é uma comida normal, sem nada de excepcional, e cara. Comi ceviche de polvo e meu namorado um bifão com muito arroz e batata frita. Saiu mais de 80 soles esse jantar!!! No outro dia, saímos às 07h30 para Paracas, que fica a 20min de Pisco. (o transfer estava incluído no tour). Pegamos uma lancha e fomos ver a figura do candelabro nas dunas à beira-mar e as famosas Islas Ballestas. Para quem é amante de animais, é um passeio muito legal, tranqüilo, vemos várias espécies de pássaros, seus ninhos, seus mergulhos repentinos e leões marinhos muito perto de nós, nadando, na areia, lindos! Foi show de bola. Além disso, vimos caranguejos e pingüins de Humboldt! Foi demais! A navegação até as ilhas é de apenas 15min. Às 10h30 já estávamos de volta no hotel. Já estávamos chegando ao fim da viagem. Ficamos descansando no quarto, fizemos o check out ao meio-dia e fomos almoçar. Infelizmente o único erro: almoçar num restaurante na Plaza de Armas de Pisco que se chama El Dorado. Depois da experiência gastronômica incrível que tivemos no Peru, foi uma exceção uma espelunca como o El Dorado. A comida estava cheia de cabelo, fria, ruim, as bebidas todas quentes, pedimos uma limonada e não tinha açúcar, horrível. Mas o pior foi depois...deu piriri em nós dois. Que raiva! Às 15h45 pegamos um táxi até a Panamericana e fomos esperar o ônibus (também da PeruBus) no seu pequeno escritório. A recepcionista do nosso hotel nos explicou que havia 2 tipos de PeruBus que iam p/ Lima: os pau-de-arara e os VIP. Os VIP não ficam no pinga-pinga, ou seja, chegam mais rápido, e também são mais confortáveis um pouco. Pegamos o VIP das 16h30. Foram 4h de viagem até Lima. Foi bem tranqüilo. Chegamos em Lima lá pelas 20h15, no terminal da PeruBus pegamos um táxi até o aeroporto (uns 30 soles). Là ficamos atéeeeeeeee o nosso vôo sair às 01h15 e fim do sonho peruano!. Recomendo ir ao Peru se vc está em forma para fazer caminhadas, e subir morro acima! Sempre pechinche muuuuuuuuuuito, pois vale a pena! Conseguimos bons descontos. A culinária local é maravilhosa e as paisagens muito bonitas.Valeu, galera!
  10. Marthinha, desculpe, realmente, estava errado. Mas não gastei pouco não, pq eu parava e comia quando dava fome, não escolhia muito o lugar. Já corrigi lá no relato, gastei, aproximadamente, de 25 a 30 euros por dia por pessoa, mas dá pra gastar menos, com certeza, pois o café-da-manhã já estava incluído na diária do hostel. Acho q comendo em lugares bons e baratos ou macdonald's, dá pra gastar uns 20 euros por dia. Abraço!!
  11. Em agosto de 2012 fiz o seguinte roteiro: 11-08 Viajando 12-08 Lisboa 13-08 Lisboa 14-08 Lisboa – Porto 15-08 Porto 16-08 Porto – Bordeaux 17-08 Bordeaux 18-08 Bordeaux – Paris 19-08 Paris 20-08 Paris 21-08 Paris 22-08 Paris – Londres 23-08 Londres 24-08 Londres 25-08 Londres 26-08 Londres – Bruxelas 27-08 Bruxelas – Bruges 28-08 Bruxelas – Nice 29-08 Nice 30-08 Nice – Cannes – Nice 31-08 Nice – Mônaco – Nice 01-09 Barcelona 02-09 Barcelona 03-09 Barcelona – Madrid 04-09 Madrid 05-09 Madrid 06-09 Madrid – Lisboa 07-09 Viajando É um roteiro para quem não tem muito tempo, parecido com os de excursão, mas pra quem tem só 30 dias livre no ano, é o que dá pra fazer. Fui com meu namorado. Viajei de TAP, mais barata do que a TAM, mas o serviço é pior . Hoje eu iria de TAM. DIA 1: Brasília-Lisboa pela TAP, saí à tarde (umas 16h de Brasília) e cheguei em Lisboa às 06h da manhã DIA 2: LISBOA Hospedagem: Albergo Odisseo/ Old Albergo Olisipo – Travessa Larga 1, 3 esq Lisboa, Lisboa, fica a 650m do metrô Avenida. Preço: 48 euros a diária do quarto duplo (banheiro coletivo). O hostel é muito bom! Pontos positivos: localização, organização, funcionários (que informam sobre tudo e são super gente boa), quarto amplo, confortável, rua silenciosa, café da manhã legal. Pontos negativos: fica em ladeira, tem que subir uns 2 ou 3 lances de escada e o Box de tomar banho é extremamente pequeno. Transporte: Comprei um bilhete com 10 passes de metrô, mas nem usei os 10, pois em Lisboa mesmo só fiquei 2 dias. Os passes também para os elevadores! Alimentação: Gastei em torno de 25 a 30 euros por dia por pessoa. Comi em restaurantes simples que ia encontrando pelo caminho e MacDonalds. Em Portugal há muitos restaurantes excelentes, porém não havia me programado antes quanto a um tour culinário...fica pra uma próxima. Passeios: Fui ao centro da cidade, desde a Praça Restauradores e Teatro do Éden andei até chegar na rua Augusta e Praça do Comercio, à beira do rio. Subi o elevador de Santa Justa, de lá se vê o Castelo de São Jorge. De lá do centro peguei um ônibus até o bairro de Belém, que tem muita coisa pra ver. O passeio ao longo do rio com o Monumento aos Descobridores, Ponte 25 de Abril sobre o Tejo, Mosteiro dos Jerônimos (que eu não entrei, porém acho que é obrigatório! Na próxima vez com certeza entrarei), Torre de Belém (pode entrar, mas tb não entrei), pois já eram mais de 18h). Alguns preços aproximados: Bilhete Individual (Torre de Belém) 5 €. Bilhetes conjuntos: Mosteiro dos Jerónimos / Torre de Belém: 10 €; Lisboa Monumental (Mosteiro dos Jerónimos, Torre de Belém e Palácio Nacional da Ajuda): 13 €. DIA 3: LISBOA – SINTRA – LISBOA Da estação de trem/metrô Sete Rios/Jardim Zoológico pega-se um trem para Sintra, super baratinho, pode-se comprar ida e volta sou só dia e na volta ir voltando de ônibus para aproveitar e parar em Cascais. Eu só tive tempo de ir a Sintra mesmo. A viagem Lisboa-Sintra de trem dura em torno de 40min. Ao lado da estação de trem em Sintra pega-se um ônibus que deixa nos principais palácios. Sintra é cara. O passe de ônibus é uns 11 euros ou mais. Fui em 2 castelos: Dos Mouros e Palácio da Pena. O passe conjugado dos 2 foi em torno de 19 euros, e são palácios, na minha opinião, bem pobres perto do que vemos no resto da Europa. Vale a pena pelas paisagens que se vê...e a arquitetura do Palácio da Pena que é interessante. Almoço foi caro também. Passamos o dia lá e voltamos no fim da tarde. À noite em Lisboa fomos a um restaurante chinês com comida bem gostosa e provamos o vinho verde Casal Garcia, que a galera gostou bastante...Sobre o restaurante não sei dizer nada porque fomos com um casal de amigos que morava em Lisboa... DIA 4: LISBOA - PORTO Fomos ao Parque das Nações de metrô. É muito bonito!! Pegamos o teleférico (preço aprox: 5,90 € ida e volta), fomos ao oceanário, que é bem legal (preço do ingresso 16 euros aprox.), tiramos foto da ponte e torre Vasco da Gama (em cima da Torre há um restaurante panorâmico). De lá fomos para o hostel pegar a bagagem e nossos amigos nos levaram até a rodoviária para pegar o ônibus para Porto. Ônibus Lisboa-Porto 20 euros, duração da viagem: 3h aprox. O ônibus é confortável. À noite, perto do hostel em Porto tem vários pubs legais, que servem só bebidas, ou bebidas e petiscos. Passeios que ficaram faltando: em Lisboa conhecer o bairro da Alfama (Porta do Sol e Porta de Santa Luzia, Igreja de Santo Estevão, ir a uma casa de fado); ir ao Castelo de São Jorge; ir ao Palácio Nacional da Ajuda, que dizem ser lindíssimo. E ir em outras cidades próximas como Cascais, Estoril e Óbidos. Dia 5: PORTO Hospedagem: Oporto Invictus Hostel – Rua das Oliveiras 73, Porto, fica a 550m do metrô Trindade. Preço:42 euros a diária quarto casal, banheiro coletivo. Hostel muito bom também. Pontos positivos: localização, organização, funcionários (também muito solícitos e explicaram tudo), café-da-manhã, quarto confortável e banheiro limpo. Pontos negativos: escadas. Transporte: da rodoviária até o hostel demos uma pernada andando uns 2km talvez. Dentro de Porto fizemos tudo andando. Do hostel (que é no centro) até o aeroporto dá pra ir de metrô, mas a viagem dura uns 50min. A gente se atrasou e teve que pegar táxi... Por sinal aeroporto muito moderno! E metrô tb! Alimentação: O guia nos indicou um restaurante barato e excelente para almoçar. Fomos. EXCELENTE. Comemos entrada+prato principal (bacalhau)+água/suco por 6 euros por pessoa!!! Uma delíciaaaaaaaaa! Mas era um restaurante embrenhado no meio das ruelas, não tenho idéia de como chegar lá! Rsss Passeios: Walking tour que sai da praça em frente ao Hotel Intercontinental (próx ao metrô Trindade e Aliados) e Câmara Municipal. O tour dura em torno de 2h, é grátis e muito bom! Recomendo. Ao final demos uma gratificação ao guia, que era ótimo. No tour fomos à estação de trem de Porto que é lindíssima, Catedral da Sé, Casa do Infante, Igreja de São Francisco, Palácio da Bolsa, Ribeira, Ponte D Luis I, Igreja de Santa Clara. Não se entra em nenhum durante o tour. À tarde atravessamos o rio Douro e fomos às caves de vinho. Fomos em 2: Taylor’s, onde vemos um vídeo, entramos numa adega grande que eles mantêm para visitação e degustamos uns 3 vinhos. Foi 6 euros por pessoa. Entramos em outra cave onde havia os vinhos e alguns petiscos que já estavam casados com os vinhos com os quais combinavam. Tomamos um com queijo e um com chocolate...foi uns 7 euros por pessoa. Comprei lembrancinhas em lojinhas na beira do Douro, na Ribeira.Na volta pegamos um elevador para subir à parte alta da cidade. DIA 6: PORTO – BORDEAUX Fomos pela manhã tirar fotos na Catedral Sé e entramos na Igreja de Santa Clara, que é linda, mas precisa de restauração urgente!!! À tarde pegamos um vôo da RyanAir Porto 13h20/ Bordeaux 16h (142,26 euros por pessoa). Em Bordeaux pegamos um ônibus do aeroporto à estação de trem, que era a poucos metros do hotel. Lá em Bordeaux eles não informam muito bem os turistas...mas conseguimos nos virar por lá. À noite passeamos pela beira do rio, comemos num restaurante lá, há muitas pessoas passeando, o passeio pelo rio Garonne é sempre cheio de gente. DIA7: BORDEAUX Hospedagem: Hotel Stars Bordeaux Gare – 34 Rue de Tauzia, Bordeaux, 33800, fica a 60m do Tramway Tauzia. Preço: 64 dólares a diária quarto duplo com banheiro privativo. É um hotel 2 estrelas muito ruim!! Não estávamos achando muitas opções, então ficamos nesse, mas não recomendo. O quarto é pequeno, quente, não tem ventilador e nem ar condicionado (era verão em Bordeaux estava insuportável de quente), banheiro minúsculo, tudo velho, funcionários mal-educados, não tem café-da-manhã. O único ponto positivo é a localização. Alimentação: a melhor refeição da viagem eu comi em Bordeaux. Na França, como já é sabido por todos, a culinária é incrível. Comemos um menu (entra+principal+sobremesa) no jantar, à beira do Garonne, por 14 ou 16 euros por pessoa. Com salmão defumado, frutos do mar, cordeiro dos deuses...INCRÍVEL!!! A segunda melhor refeição da viagem foi o bacalhau de 6 euros em Porto. Passeios: pegamos o tram até a Bourse e de lá fomos andando, conhecendo a Ópera, Palácio da Bolsa, Rue Sainte Catherine (rua principal de comércio), Esplanada dos Quinconces, Bairro dos Chartrons (com vários antiquários com artigos belíssimos), algumas igrejas lindas por entre as ruelas...pegamos o tram até Saint Michel e andamos por lá tb. Pesquisamos na internet e vimos os lugares para degustação de vinhos. A degustação em Bordeaux não é barata como em Porto, mas vale a pena. Mesmo estando um calor insuportável e eles não ligando qualquer coisa para ventilar ou com um ar condicionado que não gelava nada, fomos aos vinhos! Fomos a um lugar onde colocávamos crédito num cartãozinho e havia máquinas onde nos servíamos de vinho. As máquinas tinham 3 quantidades de vinho que pré-selecionamos (que variam entre 150ml e 300ml), com os respectivos preços (que variam entre 1,80 euros a 15 euros aprox.), passamos o cartão e ele vai descontando, e vamos nos servindo nas máquinas automáticas. Há funcionários da casa de vinhos que nos ajudam a escolher, explicam como são os vinhos que escolhemos, indicam acompanhamentos, etc. Pedimos uma tábua de queijos, que estavam MARAVILHOSOS! Os vinhos de lá tb estavam bons. As ruelas de Bordeaux à noite, por trás do Palácio da Bourse, estavam lotadas, com bares, restaurantes, sorveterias... DIA 8: BORDEAUX- ARCACHON – BORDEAUX – PARIS Tínhamos planejado visitar uma vinícola. Há vários passeios a vinícolas em Bordeaux, são caros e são só o que as pessoas do balcão de informações turísticas sabiam explicar. Porém, o calor estava tão insuportável , que vimos uns panfletos com nome de uma praia que o pessoal de lá vai passar o verão, que fomos a essa praia. É uma cidadezinha bem pequena, chamada Arcachon, fica a 30min de trem de Bordeaux. Dá pra ir andando da estação de trem em Arcachon até a praia. Fez sol, curtimos a praia (cuja água não era assim tãooooo limpinha), comemos num restaurante a uma quadra da praia um menu por uns 15 euros por pessoa. O banho foi num chuveiro público na praia, porque quando voltamos a Bordeaux já era só para pegar o trem para Paris (havíamos guardado as malas no guarda-volumes na estação de Bordeaux pela manhã...paga-se uma pequena taxa). Pegamos o trem para Paris, umas 4h de duração de viagem. Chegamos tarde em Paris, na estação Montparnasse, e fomos para o hostel, que era a 1 quadra da estação de metrô Jules Joffrin, em Montmartre. DIA 9: PARIS Hospedagem:Le Montclair Montmartre – 62 Rue Ramey, Paris, Île de France, 75018, fica a 150m do metrô Jules Joffrin). Preço: R$93,49 reais por pessoa em quarto casal, banheiro coletivo. O hostel é horrível, sujo, funcionários grosseiros, banheiro sujo, quarto quente, desorganizado, teve um dia em que um homem, dizendo ser um eletricista que iria consertar a lâmpada do quarto, entrou no quarto de manhã quando estávamos dormindo, e não tínhamos sido avisados, foi horrível, acordamos assustados, com o homem abrindo a porta! Pontos positivos: café-da-manhã (que nem sei se é tão positivo, porque do jeito que era porco o hostel...sabe-se lá desse café) e localização. Alimentação: em Paris já foi um pouco mais caro do que Portugal e Bordeaux. Achávamos menu somente a partir de uns 14 euros no almoço e uns 18 euros no jantar. Comemos no Quartier Latin à noite, e teve o jantar do Bateaux Mouche...maravilhoso, mais comentários abaixo. Transporte: Metrô, compramos passe com direito a várias viagens. Muito bom. Passeios: fomos ver a Torre Eiffel, Sorbonne; Île de la Cite, Cathédrale Notre Dame, Arc de Triomphe, La Defense, Champs Élysées: Place de la Concorde, Petit Palais, Grand Palais, tudo visto por fora, andando muito, e pegando um metrô aqui e ali. Não subi no Arco e nem entrei no túmulo de Napoleão ou museu das armas...Tenho q ir várias vezes a Paris para conhece-la....e vê-la e admira-la e revê-la.... Fui na Ópera de Paris, lindíiiissima, pagamos 9 euros por pessoa para entrar, porém descobrimos só depois que para visitar o salão principal da ópera (justamente onde tem o palco e platéia), deve-se pagar uma visita guiada, que é reservada com antecedência, por hora marcada. Mas ainda assim, vale a visita, a ópera tem salões riquíssimos! DIA 10: PARIS Subi na torre Eiffel logo de manhã, (1h30min de fila), até o topo.. À noite fomos tirar foto no Moulin Rouge e depois fomos ao centrinho de Montmartre, que era perto do hostel, bastante gente nos restaurantes e bares, lojinhas com souvenirs de todos os tipos, artistas, quadros lindos... e a Sacre-Coeur (que eu não entrei), linda! Mas lá é cedo, as coisas começam às 19h e meia-noite já tá tudo fechando. Li em muitos lugares que o Quartier Latin era o point à noite...eu não achei nada demais, pois são só uns bares/restos...não há músicas, boate, dança, nada ...pra quem só bebe talvez seja interessante, pra mim foi um tédio, pois eu gosto é de balançar o esqueleto. Dia 11: PARIS – VERSAILLES – PARIS Na estação de trem nos informamos sobre como chegar em Versailles. Paga-se uma passagem de trem em torno de 15 euros ida e volta. E os trens saem com intervalo de 45min a 1h aprox... A viagem dura uns 45 min. Da estação de trem em Versailles, até o Palácio de Versailles dá pra ir a pé. Em torno de 1h de fila para entrar. A visita ao palácio durou umas 2h30...almoçamos lá dentro, foi meio sufoco e caro, claro, tem uns sanduíches baguete...saiu a uns 18 euros por pessoa. À noite fomos ao Bateau Mouche. Tínhamos comprado o bilhete logo que chegamos em Paris. Foi 95 euros por pessoa, incluindo o passeio de barco, que dura em torno de 2h45, ao som de violino e piano, serviço de primeira, e um jantar delicioso, com pães, entrada, principal, sobremesa, champanhe, vinho, e degustação de queijos. O cardápio tem algumas opções, inclusive uma opção vegetariana. Passeio super romântico, vale muito a pena, não é armadilha para turistas!!! É um passeio lindo, com um jantar impecável! E o meu namorado ainda pediu para os músicos tocarem Rien de Rien pra mim, foi demais! Dia 12: PARIS - LONDRES Fomos à Igreja de Notre Dame, entramos (tinha muita muita gente, mas não tinha fila pra entrar), vale a pena a visita. Fomos ao Louvre, tínhamos um pouco mais de 2h só para visita-lo....imagina...aquele mundo de museu. Mas conseguimos ver várias obras marcantes, como a Mona Lisa, Vênus de Milo, Psique revivida pelo beijo de Eros, A Liberdade Guiando o Povo de Delacroix, trabalhos de Ticiano, Goya... Fomos à Galeria Lafayette, que é tudo muito caro, pelo menos no meu conceito, comemos crepe na rua....e à noite fomos no Eurostar para Londres. A passagem custou 45,50 libras por pessoa e a viagem durou aprox. 2h30 Em Paris ficou faltando fazer várias coisas...ir ao Museu d’Orsay, por exemplo; entrar na Sacre-Coeur...Mas é sempre bom ter motivos pra voltar em Paris... DIA 13: LONDRES Hospedagem: Mac Donald Hotel – 45 – 46 Argyle Square, King Cross, London. Fica a 2 quadras da estação King’s Cross St Pancras. Preço: 70libras a diária do quarto casal, banheiro coletivo . O hotel é muito bom!! Pontos positivos: localização, limpeza, conforto, café, funcionários. Pontos negativos: quarto pequeno, banheiro coletivo, e um creme meu que sumiu do quarto no último dia no hotel... Transporte:metrô, que eu achei caro. Alimentação: em restaurante achei cara. Fazíamos compras no mercado, que tem porções individuais de quase tudo, os mercados são excelentes, comemos sushi, sanduíches, frutas, sucos, biscoitos, sorvetes...economizamos e comemos bem. Apenas um dia comemos numa churrascaria bem no centro perto de Picadilly Circus, deu uns 30 libras por pessoa com sobremesa e bebidas e a comida tava boa. Quando fazíamos mercado, dava em torno de 6 libras por pessoa uma refeição, com sobremesa e bebida. Passeios: Big Ben, Parlamento (não entrei), Abadia de Westminster (paga-se uma taxa de uns 14 libras pra entrar), tudo em Londres achei caro...Mas a abadia é interessantíssima, vale mto a pena a visita, diferente de tudo q já visitei. London Eye (comprei ingresso antecipado pela internet e saiu beeeeem mais barato do que comprar na hora). Na verdade compramos o combo de London Eye + Madame Tussauds (que não fica perto da London Eye) + London Dungeon (NÃO COMPRE ESSE LONDON DUNGEON NUNCA JAMAIS ). Achei que London Eye vale a pena por ser um símbolo da cidade; dentro da cabine tem umas telinhas interativas explicando sobre os prédios que visualizamos lá de cima. Fomos também a London Tower, que achei muito interessante, pois era onde a família real morava no século XVII, e é como um museu interativo, tem guias caracterizados com roupas de época contando as histórias da fortaleza, as salas em que entramos tem várias curiosidades bacanas, pode-se visitar as jóias da rainha, coroas, etc...muito legal para crianças e adultos! Não lembro qnt pagamos para entrar, mas acho q era algo em torno de 12 libras por pessoa. A visita deve ter durado umas 2h ou 2h30min. A London Bridge fica logo em frente, mas não a cruzamos, apenas tiramos foto dali mesmo. O almoço foi um fish&chips , que, obviamente, achei a coisa mais sem graça do mundo, pois eles não temperam a comida, então o peixe estava quase intragável....muito muito sem graça... Fomos a St Paul’s Cathedral, mas já era mais de 16h e estava fechada, só vimos de fora. DIA 14: LONDRES Fomos ao Madame Tussaud’s, quase 1h de fila na entrada, mesmo com o ingresso antecipado. É bem legal, tirar fotos engraçadas com as estátuas...mas lá dentro estava bem lotado...o filminho em 4D tb é show! Recomendo:divertido para adultos e crianças. Fomos a Oxford St, na Primark, tem muita coisa barata, porém a qualidade não é muito boa. E lá por perto numa loja chamada TK Marks, que vende algumas coisas de grife por um preço muito bom, para homens é bem mais interessante do que para mulheres na minha opinião. Fomos tb na Lillywhites, loja de 6 andares, de artigos esportivos, tem coisas boas a um bom preço tb. O fim do dia foi numa barca furada chamada London Dungeon. Nunca vão lá! É ridículo, um parquinho de terror que vc vai andando e ouvindo histórias macabras, não dá medo nenhum, é desorganizadíssimo, abafado, sujo, chato, HORRÍVEL E CARO!!! Perdemos uma hora na fila na chuva pra entrar nessa porcaria! Que raiva! Dia 15: LONDRES Fomos a Trafalgar Square, Picadilly Circus, Galeria Nacional (não entramos, mas parece que tem muita coisa pra ver), Palácio de Buckingham (só por fora, é bem sem graça), St James Park (que é lindíssimo). Assistimos a troca da guarda, que é todo dia às 11h30, porém é lotadíssimo, para ver direito tem q chegar umas 10h e ficar por lá....não achei tb muita graça nessa troca de guarda..é legal por ser um símbolo da realeza e do palácio apenas. DIA 16: LONDRES - BRUXELAS Abbey Rd de manhã só pra tirar a famosa foto na esquina onde os Beatles fizeram a foto da capa do disco. É bem divertido tirar foto la , tem várias pessoas prontas com suas máquinas, famílias, alguns carros param numa boa pra fazermos a foto, outros motoristas ficam estressados... rsss. Na estação de metrô q chega lá (St. John's Wood) tem uma lojinha onde comprei uma lembrancinha de Beatles...nada barato, respeitando as regras de Londres... Depois fomos ao Castelo de Windsor. Pega-se um trem da estação London Paddington, custa em torno de 9 libras ida e volta, são uns 50min de viagem até Windsor. Lá a estação de trem é de frente para o castelo, numa galeria de lojinhas e restaurantes super agradável. Paga-se 16 libras para entrar no castelo e qnd fui, só podia entrar em 3 partes....mas já rende uma visita legal...apenas cara a meu ver. Passamos umas 3h por lá... À noite foi a hora de pegar o Eurostar para Bruxelas...Foi 56 libras por pessoa e a viagem já não lembro mais quanto tempo durou...mas acho q foi algo perto de 2h30min. Chegamos em Bruxelas e achamos o metrô/trem mto confuso...não há bilheteria, só se compra bilhetes na máquina, e não tinha funcionários pra ajudar...as indicações das plataformas dentro das estações nos confundiram, até porque é tudo em flemish e francês... Em Londres faltou ir ao Museu de História Natural, Museu Britânico, Hyde Park, à Harrod’s, Hamley’s Toy Shop, ao Soho, Greenwich e muitas outras coisas, como os espetáculos musicais imitando a Brodway...Londres tem muita coisa pra ver! DIA 17: BRUXELAS Hospedagem: Hotel Queen Anne – Boulevard Emile Jacqmain 110, 1000 Brussels. Fica a 3 quadras do Metrô Rogier. Preço: 64 dólares a diária quarto casal com banheiro. Não é hostel, é um hotelzinho 3 estrelas muito bom. O preço dele é o dos hostels banheiro coletivo de Londres e Paris!! Tivemos q pagar pelo wi-fi, mas foi baratinho.Localização muito boa. Transporte: Metrô. Meio confuso, mas mto bom. Alimentação: Não foi barata, mas estava no preço de Paris mais ou menos. EM Bruxelas comemos muito bem pq saímos com um casal de amigos de lá q nos levou num bom restaurante na Grand Place. Em Bruge comemos mal pq não conhecíamos nada, escolhemos o restaurante pelo preço barato e não tava gostoso. Mas a comida belga é boa, parece muito com a culinária francesa. Passeios: Fomos a Bruge (fia a 100km de Bruxelas). Para ir, pega-se um trem na Gare du Midi, a viagem não dura nem 1h. O recepcionista do hotel mesmo nos deu um papel com os horários dos trens pra lá. Não lembro quanto custou a passagem, mas a viagem é super agradável, podemos ver as cidadezinhas com a arquitetura de lá que é linda. Passa-se pela cidade de Ghent, que também é famosa por ali, pertinho de Bruxelas. Em Bruge fizemos tudo andando. Chegamos na estação de trem e lá pegamos um mapa no Guichê de Informações Turísticas, atravessamos a rua, fomos andando, passamos por um parque lindo, Mosteiro das Beguínas (que não tem nada demais), as ruazinhas de Bruge...a cidade é LIN-DÍS-SI-MA!!! Tem passeios de barco pelos canais, várias lojinhas de artesanato e souvenirs, lojas de chocolate de todos os tipos, tem algumas igrejas onde se paga para entrar. Tem uma loja só de artigos de decoração natalina que é coisa mais linda q já vi!!! Trouxemos uns 3 enfeites e árvore de natal de lá. Mas é tudo caro... Fomos andando até a praça principal, que é a Groten Markt, onde tem a prefeitura, é uma praça muito muito linda,ao final da rua onde tem o comércio. Tem uma loja de chocolates Godiva, compramos um monte! Na volta à Bruxelas no fim da tarde ainda fomos à Grand Place, que é bonita, tem restaurantes, pubs, bastante movimento e Place du Grand Sablon (que não tem graça, na minha opinião, só tinha uns restaurantes bem caros). DIA 18: BRUXELAS – NICE Pela manhã nossos amigos foram nos buscar e nos guiaram pelo centro de Bruxelas, fomos novamente à Grand Place, onde almoçamos (em torno de €25 euros por pessoa o almoço, bebida e sobremesa), vimos o Mannekin Pis e a Jeaneke Pis, estátuas-símbolo da cidade, comemos waffle e batata frita belga. Pegamos as malas no hotel e fomos para o aeroporto (dá pra ir de metrô, mas nossos amigos nos deram uma carona). Pagamos 63,49 euros pelo vôo Bruxelas-Nice da EasyJet (saiu 19h15 e chegou às 21h em Nice), incluído o que pagamos para despachar 2 malas. Faltou fazer muita coisa em Bruxelas...tivemos pouco tempo lá. Não vimos a Catedral de ST Michel e Gudule, o Museu Magritte, não fomos ao Parc du Cinquantenaire e nem na Mini-Europa. Em Nice, do aeroporto, que é bem pequeno e apertado (estava em obras), pegamos um ônibus que nos levou até a Place Massena , foi baratinho, em torno de 4 euros por pessoa. Descemos na estação de tram Opéra-Vieille-Ville e lá pegamos o tram até a estação de Nice-Ville, que era a poucos passos do nosso hotel. DIA 19: NICE Hospedagem: Hostel Belle Meuniere – 21 Avenue Durante, Nice. Quase em frente à Gare de Nice Ville. Preço: 76 dólares a diária do quarto casal com banheiro privativo. O hostel é razoável. Quarto de bom tamanho, mas banheiro apertado, não tem café-da-manhã, e nem ventilador ou ar condicionado. Mas como estávamos numa parte fresca e arborizada, até que deu pra ficar bem. Uma caminhada muito agradável de uns 15 min até a praia. Alimentação: também achei cara. No primeiro dia comemos Mac Donald’s no almoço, q sai barato e à noite fomos a Vieille Ville, onde há muita gente, muitos muitos restaurantes, artistas... bem legal. Pagamos algo em torno de 25 euros por pessoa no jantar, o menu completo, num restaurante bonzinho. Comprávamos coisas para o café-da-manhã e lanche/jantar no mercado, tinha coisas muito boas, como sucos, iogurtes, sanduíches, salada de frutas, etc. Gasta-se muito menos comprando no mercado... Transporte: Em Nice fizemos tudo a pé, porque nos restringimos à praia, Place Massena e Vieille Ville. Passeios: Fomos à praia pública. O que eles chamam de praia particular, são pedaços da praia pública que são cercados na área de um pequeno bar/restaurante nas pedras, com cadeiras e guarda-sóis tampando tudo. É muito melhor ficar na “praia pública” na minha opinião. A praia é linda, água azulzinha cristalina e gelada, porém não tem areia, é só pedra, e a gente deita na pedra mesmo!!!! Ali andando pela Promenade des Anglais, vi a Castel Plage, Opera Plage, Blue Beach, Neptune Plage, que na verdade são todas a mesma praia... DIA 20: NICE - MÔNACO-CANNES-NICE Fomos de trem até Mônaco, não lembro o preço. Em Mônaco, da estação subimos o morro a pé até o Cassino de Montecarlo...é uma subidinha meio ruim , mas os guerreiros vão a pé mesmo...rsss Tiramos foto por ali na prAça em frente ao Cassino, com aqueles carros que nunca tinha visto na vida, Lamborghinis, Ferraris, etc. De lá descemos a pé novamente até o ponto de ônibus na frente da estação de trem e pegamos um ônibus (caro – 4 euros) até a colina do outro lado, que é onde fica o Palácio. Antes de chegar no palácio, passamos por umas ruelas onde tem lojinhas com souvenirs e alguns restaurantes, um pequeno comércio. Fui muito maltratada numa loja onde escolhia camisas, daí nem entrei em mais nenhuma loja. Vimos o palácio só por fora, pois não estava aberto à visitação. É bem sem graça e feinho comparado às suntuosidades que a gente vê em outros lugares da Europa...foi só pra tirar a foto mesmo. Descemos de ônibus até o trem, e fomos para Cannes que é do outro lado de Nice. Foi rápido, cerca de 1h.Já chegamos em Nice passando das 15h, e já não havia mais restaurantes abertos para almoço. Encontramos um muito bom numa galeria, comemos bem por cerca de 20 euros por pessoa. Da estação de trem em Cannes, andamos a pé pelas ruas do centro até chegar à orla. Muitas lojas de grife, e um povo bem nariz em pé. Tiramos foto na frente do Teatro onde acontece o Festival de Cannes, andamos um pouco pela orla, estava um dia nublado, nem tinha dado para aproveitar a praia lá, que é de areia, mas sem graça. Voltamos andando, comemos doces maravilhosos (e caros) numa das docerias lá do centro, pegamos o trem até Nice. À noite fomos até o Cours Saleya (Vieille Ville), onde há muitos restaurantes, barzinhos, pequenos stands de artesanato e lembrancinhas, lojinhas, artistas...bem animado. Lá jantamos como já descrevi acima. Em Nice faltou visitar os museus, alguns dos quais eu tinha muito interesse, mas quis aproveitar um pouco a praia e aí... Não fui no Museu Chagall, Museu d’art moderne e d’art contemporain, Museu Henri Matisse, Musée des Beaux-Arts de Nice Jules Cherét e nem no Museu Pablo Picasso, que fica em Antibes, a 30km de Nice. DIA 21: NICE-BARCELONA Nesse dia acordamos tarde, compramos coisas no mercadinho perto do hotel para tomar café e fomos para Barcelona. Do ponto de ônibus da estação Nice-Ville pegamos um ônibus até o aeroporto, mas a viagem durou em torno de 1h e o ônibus foi lotado. Lá peguei um vôo EasyJet que saiu às 15h15 e chegou em Barcelona às 16h35; custou 82,99 euros com 1 mala despachada. Cheguei em Barcelona e peguei o trem para a estação Passeig de Gracia, que ficava perto do meu hostel. A partir de então eu estava sozinha viajando e foi bem tranqüilo. Hospedagem: Barcelona Central Garden Hostel – Carrer de Roger de Iluria, 41 pr., Barcelona, Fica a 3 quadras metrô Passeig de Gracia. Preço: R$68,43 reais/ diária a cama em quarto misto, com 6 camas, sem café. O hostel é excelente!!! Clima super agradável, tudo novo dentro, cozinha equipada, instalações sempre limpas, funcionários gente finíssima!! Localização excelente também, a 3 quadras da Casa Batló. INDICO! Alimentação: Eu parava e comia quando sentia fome, então não fui muito seletiva. Comi almoço completo a 14 euros próximo a Sagrada Família e também a 30 (em Barceloneta, na praia mesmo). Jantei uma vez no hostel, que teve uma noite de tapas e sangria por 6 euros, muito bom. Comprei algumas coisas no mercado para café-da-manhã e lanches, havia 2 mercados perto do hostel. Transporte: metrô, a pé e de ônibus. Do hostel para Casa Batló e La Pedrera fui a pé, poucas quadras. Até as Ramblas eu ia a pé pela avenida Passeig de Gracia, que tem várias lojas. Uma caminhada de uns 15 min. Fui de metrô até a Sagrada Família e de lá de ônibus até o Parc Guell, de onde peguei tb um ônibus para voltar. As pessoas nos informaram sobre os ônibus e metrô no hostel e na rua tb. DIA 22: BARCELONA Passeios: No geral, achei caras as entradas nos lugares em Barcelona, comparada a lugares como Paris, Londres. Para entrar na Casa Batló paga-se algo em torno de 17 euros. Achei q a visita vale a pena, pois seu interior é muito interessante. Na Casa Mila (La Pedrera), paga-se um preço semelhante, porém achei q não vale tanto a pena quanto à Casa Batlo. Só a cobertura e fachada chamam mais atenção. Na Sagrada Família paga-se algo em torno de 12 euros a entrada e 16 euros quando inclui a subida no elevador. Não suba no elevador da Sagrada Família que não vale nem um centavo, não tem estrutura para mirante lá em cima, não tem muita graça. A Sagrada Família é incrível, eu poderia passar um dia inteiro admirando-a. Fui lá em baixo onde tem uma exposição sobre como Gaudi se inspirava e seus projetos, mas não entrei numa parte de museu q pagava separado. O Parc Guell é muito bonito, interessantíssimo, estava lotado, era até difícil tirar fotos nos lugares...caminhamos muito por lá, eu e uma Argentina q conheci no hostel. À noite fomos às Ramblas, onde há muita gente, porém não vi muita graça, e isso até pra quem bebe, porque lá é muito caro! Fomos numa boate chamada Opium, na praia. Entrada uns 40 euros, com aquela frescura de ficar selecionando quem entra e quem não entra....enfim, só música eletrônica do início ao fim, muita esnobação, não é o meu estilo...mas a pista encheu e a galera tava dançando e tb muita gente no lounge. DIA 23: BARCELONA Fomos na praia, Barceloneta, muito sem graça, apesar de ter muita gente bonita. Não tava sol, mas mesmo assim tava lotada. No fim da tarde fomos ao Museu Picasso, entrada gratuita. Enfrentamos uma fila de 1h. Museu tem um acervo das primeiras fases de Picasso, fase azul, e a interpretação dele para Las Meninas. Valeu a pena por ser de graça, mas para ver o acervo mais interessante de Picasso, recomendo o Reina Sofia em Madrid. À noite fomos a um show de flamenco no Los Tarantos, na Plaza Real, EXCELENTE! :'> Era 8 euros apenas para quem estava no hostel, um grupo musical e um bailarino!!! EMOCIONANTE!!! Recomendo! Mas a hora é marcada e eles começam no horário porque numa noite tem mais de uma apresentação, portanto não se atrase. DIA 24: BARCELONA-MADRID Fiz o checkout no hotel de manhã e saí para o centro. Fui à Plaza Catalunya, Palácio da Música Catalã (não paguei a visita guiada), Catedral de Barcelona, La Boqueria, passando pela frente do Grande Teatro Liceu. No mercado La Boqueria comprei algumas frutinhas para enfrentar a caminhada no Parc Montjuic. Peguei o metrô até a estação Paralel e de lá o funicular integrado para o Parc Montjuic. Da estação do funicular subi até o castelo a pé...foi meio punk . Mas fui parando ao longo do caminho. Pode-se entrar na fortaleza lá em cima e tirar fotos belíssimas de Barcelona, lá sim vale a pena subir. Fui no estádio olímpico, no parque aquático (Olimpíadas de 1992), e na frente do Museu Nacional de Arte da Catalunya, que estava fechado. Desci a pé, voltei ao hostel de metrô e peguei o trem para Madrid. Em Barcelona não fui na Torre de Collserola, Fundação Juan Miro (estava fechada), Museu Gaudi. E tampouco fui a Zaragoza, que fica a 310km de Barcelona. Paguei uma passagem de 172 reais antecipadamente no trem Barcelona-Madrid, 2h45 de viagem.Cheguei em Madrid à noite,fui sozinha de metrô para o hostel, não teve problema algum. DIA 25: MADRID Hospedagem: La Posada de Huertas Hostel – Huertas 21, Madrid, fica a 170m do metro Antón Martin. R$53,42 reais/diária cama em quarto misto, mas puseram apenas garotas no meu enquanto fiquei. O quarto é pequeno, mas o mobiliário é bom, tem ar condicionado. Os banheiros são bons tb, tem café incluído. Os funcionários gente boa tb, localização ótima, dava pra ir a pé pra quase tudo. Alimentação: Comi a uns 14 euros pizza com bebida num dia, no outro nem lembro e em Toledo 6 euros a refeição completa! Comprei tb algumas coisas no mercado pra deixar no hostel em caso de fome aguda. Transporte: A pé, basicamente. Usei muito pouco o metrô. Passeios: fui andando ao Paseo Del Prado, Plaza de Cibeles, Calle de Alcalá, Puerta Del Sol, Calle Mayor, Gran Vía, vi o Palacio das Comunicações, muito bonito. Na Puerta Del Sol tem um bom comércio, e as coisas estavam em liquidação, aproveitei! Plaza Mayor tb muito bonita! A partir das 18h a entrada no Museu do Prado era gratuita, fui e gostei...muita coisa do Velazquez, excelente! De lá fui num show de flamenco indicado pelo hostel, num restaurante chamado Las Carboneras (tudo andando). Comi e vi o show, mas não foi tão bom quanto o do Los Tarantos em Barcelona, apesar de ter somente dançarinas mulheres, que eu achava serem ainda melhores. O que indicam como melhor flamenco da cidade é o da Casa Patas e eu não fui... L DIA 26: MADRID-TOLEDO-MADRID Peguei as orientações com o funcionário do hostel e fui. Pega-se um metrô até a estação de Pirâmides, de onde sai o ônibus para Toledo. Foi em torno de 18 euros a passagem, a viagem durou aprox 50min a 1h (88km). Em Toledo, quando chegamos, temos q pegar um ônibus para subir na parte antiga da cidade, ônibus de linha normal. Chega-se na Plaza Zocodover e dela fiz tudo tudo a pé...uma boa andança, mas parando em quase todos os pontos interessantes deu pra retomar o fôlego. Fui à Catedral. Só por ela vale a visita em Toledo. SÓ vendo para crer!!!!! LINDÍSSIMA! Paga-se uma taxa para entrar nela, algo em torno de 8 euros. Ela é demais! Passei pelo Monastério de San Juan de los Reyes (também paga, aprox. 3 euros), Sinagoga de Santa Maria la Blanca (paga uns 3 euros tb, porém essa é meio sem graça, apesar de ter um clima interessantíssimo), Igreja de São Tomé só por fora. Entrei numa exposição sobre os Templários que é demais, paguei besteira; tem muita, mas muita informação, achei o máximo!!!Fica no Mosteiro de São Clemente, é só pegar informações de como chegar quando estiver na cidade. Bom, por sorte, peguei um panfleto de um restaurante com almoço a 6 euros, fui, conferi e gostei. Era uma comidinha caseira num restaurante bem simples, mas foi ótimo...fim de viagem, sabe como é...pãozinho, água, refri, refeição e sobremesa, tudo incluído. Ao fim, voltei à Praça Zocodover, fui no Museo de Santa Cruz que fica logo ao lado, o acervo é pequeno, mas a entrada é gratuita... Desci mais um pouco e fui tirar fotos à beira do rio, com a Ponte Alcântara ao fundo...Toledo é demais!!!Há um ingresso único para visitação a alguns monumentos da cidade, porém ele não inclui a Catedral, então achei que não valia a pena. Não fui: Casa de El Greco, Igreja de São Tomé. No fim da tarde, voltei para Madrid. DIA 27: MADRID Fiz o checkout de manhã no hotel e saí para o Museu Reina Sofia = VISITA OBRIGATÓRIA. Grande acervo de Picasso, Miro, Salvador Dali....muito expressionismo, modernismo, DEMAIS!!!! Paguei aprox. 12 euros na entrada e lá é permitido tirar fotos! AMEI!! Passei várias horas lá... Almocei numa pizzaria ali perto da Ópera, e logo atrás da Ópera tem o Palácio Real. Vi os Jardins de Sabatini ao lado, fui até a Plaza Cervantes, onde tem as estátuas de Dom Quixote e Sancho Panza um pouco mais adiante. Comprei alguns souvenirs por ali por perto...e entrei no Palácio Real, que é lindo! Não lembro quanto foi a entrada. Mas a visita é meio rápida, porque a parte do palácio que é aberta à visitação não é muito grande. Logo ao lado do palácio tem a catedral de Madrid, que é linda, mas não entrei, do que me arrependo profundamente....No fim do dia voltei ao hostel, descansei um pouco no hall e fui de metrô para o aeroporto, com destino à Lisboa. Peguei um vôo da EasyJet às 20h25 e cheguei às 20h45 de Lisboa – preço 56,99 euros com uma mala despachada. Em Lisboa, fiquei no Holiday Inn Express, colado no aeroporto, pois ia pegar o vôo de volta pro Brasil no dia seguinte. Foi 53,69 euros, com café e o hotel é muito bom. No dia seguinte voltei ao Brasil num vôo TAP às 09h35. Amei tudo. Cada cantinho da Europa vale a pena, espero voltar muito mais vezes e ir conhecendo mais e mais a cada viagem.
  12. Kelly, é um hotelzinho mais ou menos, mas é bem pertinho da praia, tem quartos com ar, água quente, café-da-manhã satisfatório....pra quem quer economizar um pouco no hotel e não se importa com um hotel simples, é uma boa. Os funcionários foram solícitos conosco na época. Eu gostei.
  13. Amanda, eu andava na rua de shortinho, saia curta ou longa, vestido, roupas leves mesmo, porque estava muito, mas muito quente. E lá todos os turistas andam assim, não há problema algum. Os taildandeses são totalmente tranquilos com isso. Agora, como quase todos os dias visitava algum templo, para não ter q vestir calça o tempo todo, levei muitos vestidos e saias longas, que na minha opinião são mais leves. A parte de cima eu usava blusinhas leves de alcinha mesmo e levava sempre uma echarpe na bolsa para poder entrar nos templos. Apenas no Templo do Palácio Real em Bangcoc eles não aceitaram a echarpe e eu tive q vestir uma camisa de homem mesmo por cima, q eles fornecem lá. Nos outros templos foi tranquilo. Abraços!
  14. Marcio, 1 BHT vale R$ 0,06 aprox., é isso mesmo. Mas a conta dos BHT1100,00 dá R$66,00. Abraços.
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