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Aloha.Eveline

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Sobre Aloha.Eveline

  • Data de Nascimento 02-10-1985

Bio

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    Oficial da marinha mercante

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  1. Procura grupo do FB do "brasileiros em Brisbane". Lá é cheio de anúncio de gente dividindo apartamento, o que vai sair muito mais em conta que qualquer albergue https://www.facebook.com/groups/brasileirosbrisbane/
  2. Após 4 meses ilhada em Phillip Island, Austrália, os dias de tédio começaram a bater. A ilha pode ser linda, um dos principais destinos do estado, mas na vida de trabalhador de 50 horas semanais, onde eu mal tinha tempo de olhar as praias, qualquer lugar paradisíaco perde um pouco das suas cores. Num dia de folga, olhando a biblioteca da família do meu marido, fisguei um livro chamado “40 great walks in Australia”, e na primeira página aleatória que abri lá estava um destino do lado da minha casa: Woolomai. – 4 meses aqui e ainda não fiz uma das melhores caminhadas desse país – pensei. No dia seguinte lá estávamos no estacionamento da praia de Woolomai, e eu mal podia esperar para ver as pedras granito rosadas que o livro descrevia. Rosa, azul e dourado parecia uma boa combinação de cores. Pelo número de vans e carros de aluguel no parados por lá, sabia que era um lugar que valia dirigir quilômetros para se ver. Do estacionamento você desce uma rampa para a praia, e anda um pedaço na areia até subir de novo na falésia e começar a trilha em si. Já nas minhas primeiras pisadas na rampa, vi a pontinha de pedras rosadas separada do continente, a Pinnacles, um mar manchado de azul e turquesa rodeando e nenhum sinal de civilização por perto. Só a praia já valeria tudo. Começamos a caminhar e a trilha era cheia de vida: em uma hora vi um equidna (o único mamífero junto com o ornitorrinco que bota ovo, parece um porco espinho e é uma belezinha), muitos tipos de pássaros marinhos e florzinhas do mato coloridas. Nessa área em especial tem um pássaro que migra direto da Sibéria pra procriar ali, em Woloomai. E eu achando grandes coisa quem dirige de Melbourne até lá. A trilha é bem fácil, maior parte plana, bem marcada, e sempre com mirantes pensados por quem andou por lá antes da gente e sabia bem quais eram os melhores ângulos. Aviso que tem um capeta em forma de mosca grande chamada aqui de march fly que morde doído e pode tirar a tua paz. Eu passava correndo pelas partes sem vento pra não levar as agulhadas, mas ainda bem que no dia que fui o vento tava que tava. Uma coisa que não fiz da qual me arrependo é de não ter levado um lanche pra fazer no caminho, como essa família holandesa fez, tão fácil! De frente pra essas caverna seria perfeito pra avaliar o quão dramática é a paisagem. Esses paredões rochosos com gaivotas e águias planando, as cavernas, os montes de capins dourados e as pedras rosas que as minhas lentes não capturaram mas eu conto pra você: é rosado. Na ponta da península de Woloomai fica um beacon e um banquinho. Como disse, coisa de gente que manjava dos paranauês da região. é a parte mais alta da ilha, e dizem que nos dias limpos dá pra ver MUITO longe, quase a ponta final da Austrália. Além disso dá para ver a ponte que liga a ilha com o continente e os bancos de areia que formam com a desagua da baia ali ao lado, que traz arraias gigante por ali. com um pouco de paciência nesse mirante da foto abaixo, você consegue ver alguma passando por ali. Olha, vou te falar que foi mais difícil ter paciência nessa vida… volta você tem duas opções: pela praia da baia (a que passa as arraias) ou outra pelo meio de uma florestinha, a qual foi a que escolhi. Em um minuto eu estava na beira de paredões rochosos no oceano, no outro estava no meio da floresta. Se quase todas as plantas ao redor não fossem espinhentas ou suculentas, seria difícil fazer conexão com a cara desértica da primeira parte. Eu comecei ouvindo uma sonzeira no meu fone de ouvido, mas uma hora ele caiu do meu ouvido e eu me senti meio menina de cidade. O som desse lugar é tão dramático quanto as pedras rosadas, vento zunindo, pássaros que nunca ouvi na vida e grilos, o que compunham bem melhor a paisagem que minhas bandas de rock falando de amor e solidão. 4 horas se passaram, 4! A trilha não é o que podemos chamar de deserta, mas também tá longe de ser cheia demais, dando pra curtir momentos longos de você, vento, pios e grilos. Se preferir também não ver nenhum telhado, é tarefa fácil. Na volta pra pegar o carro foi inevitável dar uns mergulhos na piscinas naturais que começaram a se formar com a maré baixa, e desejei forte ter uma máscara comigo ali, dizem que é cheio de lagosta por aquela área. Sei que a Great Ocean Road é a queridinha da maioria dos turistas da nossa terra, e o contrário acontece aqui por Phillip Island: dificilmente escuto um brazuca falando perto de mim. Se é por falta de conhecimento, ou motivos, cá estou te falando: uma das 40 melhores caminhadas de um dos top países do mundo é aqui, e adivinha? Tem pedra rosada. E escrevo mais sobre a Austrália, minhas viagens de volta mundo e brasil (é, viajo tanto que quase nos 30 nao tenho casa, carro ou cachorro) no http://www.aloalomarciano.com e na minha página no face http://www.facebook.com/aloalomarciano , só que é sempre um prazer escrever relatos para o fórum que em uma tarde mudou minha vida completamente, a 5 anos atrás. Um beijo, até a próximaa!
  3. Ir ao vale dos templos, em especial no templo budista Subir a escadaria in-fi-ni-ta da "stairway to heaven" e ter essa vista (essas fotos aqui nao são minhas, nao levei camera no dia) E claro... tentar surfar! O Havaí deixa as pessoas loucas. Sério, largar esse lugar para trás é uma dor sem tamanho. Com todos os clichés dela, ela é linda, ponto final. Ela é especial, ponto final de novo. E reticências, porque minha estória de amor com ela não teve fim ainda... Não passe uma vida inteira aqui na terra sem pisar nessas ilhazinhas! para um golpe de misericórdia, deixo aqui o vídeo que fiz baseada em toda a história que contei aí em cima: E assim termina eu mais um relato da minha volta ao mundo de 2013. Se vc quiser ver tudo, curta a página do face http://www.facebook.com/aloalomarciano . Agora tem blog também,http://www.aloalomarciano.com, o instagram http://www.instagram.com/aloalomarcianoblog, o twitter https://twitter.com/aloalomarcian0 e o tumblr http://aloalomarcianoblog.tumblr.com. Em breve farei mais relatos por aqui!
  4. Assistir os torneios de surf, e os surfistas fazendo manobras inacreditáveis, principalmente no final da tarde Mergulhar no Sharks cove, e tentar atravessar os túneis que de formaram pelas pedras, seguindo o fluxo dos peixes tentar explicar a cor do céu no pôr-do-sol Tomar uma cerveja local, na varanda, com o pessoal tocando ukulele Tietar caso seu cantor favorito apareça sentado ao seu lado na praia
  5. North shore, como todo bom lugar não-badalado, não tem shopping, tem pouquíssimas lojas, as quais mais da metade são de artigos para surf e mergulho, alguns poucos "trucks", que são os trailers que vendem comida (tem um Brasileiro com o melhor açaí que já tomei, pastel, coxinha, guaraná e bandeira brasileira). Então o que uma pessoa que não surfa deveria fazer por lá? Vejamos: -Em Waimea há uma pedra gigante que as pessoas escalam e pulam lá de cima quando a onda passa e enche de água o lugar. Bem comum ver tartarugas nadando em volta, e é um excelente lugar para um pôr-do-sol daqueles. Andar de bicicleta olhando as casas de madeira bem ao estilo surf, com cheiro de flor de laranjeira para... ... ir ver as tartarugas gigantes chegando na praia de manhã para dormir na area de boa Ir a haleiwa nos certinhos de lojinhas e ouvir uma musiquinha de primeira
  6. Não sei se eu te decepcionaria se contasse que o havaí em sua grande maior parte não é de festas. Pelo contrário, é de se assustar como as pessoas acordam e dormem super cedo. Vão andar de bicicleta cedinho pela ciclovia que vai por todas as praias, coberta por um corredor de plantas que especialmente em novembro tá na época da flora, e aquele cheiro de coisa boa no ar fica quase que o tempo todo. Praticantes de yoga e surfistas já estão por todo lado as 6 da manhã, assim como o único mercado da região já está cheio de consumidores de iogurte, cereal e frutas. Famílias de TV tão por todo lado. Mulheres lindas que nem modelos, empurrando carrinhos de bebes e cachorros, crianças andando descalças, sem camisa, com pranchas e skates (charme extra para as menininhas de prancha rosa pink) correndo para a praia bem cedinho antes da aula. Alias, um dia por acaso marquei com uma amiga de fazer uma trilha e combinamos de encontrar em frente a única escola local. Foi aí que vi pais levando as crianças muito novinhas, mas de pé na roda da bicicleta, só agarradas no pescoço do pai, uma montada no Dog alemão, e uma com a arara vermelha apoiada na mochila. Fim de tarde, todas as famílias estão na praia, incluindo os cachorros, e se misturam a massa solteira AND jovem, velha guarda e estrelas do surf, como Rob machado, Kelly slater e os brasileirinhos Gabriel medina e o mineirinho. pessoal, é lindo sim, não to inventando.
  7. [continuando] 05:30 da manhã, o celular de um surfista californiano lesado, mas gente fina, tocou "no no no" na altura de um carro de som. Ele atendeu, não disse nada, só sorriu, desligou o celular correndo e saiu porta a fora. Só daí percebi o falatório lá fora, e resolvi sair para ver do que se tratava. as pessoas estavam passando apressadas pela porta da minha cabaninha, como assim eram os quartos do hostel onde me hospedei, e ia na direção da praia. De repente escutei um estouro, desses tão forte que você sente o deslocamento do ar no peito. Decidi seguir todos, que praticamente corriam em direção a praia, e só eram cortados por skates, bicicletas, patinetes que passavam aos montes, e quando alcançamos a rua, tive uma das visões mais sonhadas da minha vida: eu, numa cagada sem explicação, cheguei no Northshore no dia anterior ao primeiro dia das famosas ondas gigantes da temporada! famílias inteiras amontoadas em bicicletas com cachorros, fotógrafos armados com bazucas, turistas japoneses, pessoas de idade avançada, hippies, e claro, os surfistas, iam todos para a mesma direção para ver a aparição das monstras. Todos nós escalamos pedras entre um intervalo e outro das ondas, já que as praias foram fechadas, nos posicionamos e ficamos assistindo por horas aquelas pranchas coloridas nas ondas rolantes e perfeitas, cheias de força, com aquele céu de fogo no fundo. Triste foi mais tarde ouvir na TV que um dos surfistas que estavam ali na nossa frente havia desaparecido, e até hoje nada de novidades, e pelo visto é algo um tanto quanto recorrente por lá. Nas minhas andanças pelas 12 milhas de praias do North Shore, era comum eu ver memoriais a surfistas com bonés, bandeiras e colares de flores com fotos e dizeres de amigos. Pelo menos essas almas tão descansando no melhor berço que elas poderiam ter na terra.
  8. No dia seguinte, todos do camping tiveram a mesma idéia: assistir o sol nascer. A praia era desertissima por ser area militar, e percebi que tinham nu ens no céu, isso significa mais luzes e cores diferentescom o sol vindo, e fiquei feliz de estar com as câmeras carregadas. E sim, foi lindo, até porque uma das famílias assou abacaxi e nos deu de café da manhã, e eu me lembrei de todosos pratos da minha vida com nome " havaiano" que tonham abacaxi. Agora o havai tinha cor, cheiro e gosto! De lá, meu amigo me levou numa cachoeira peeto onde foram gravadas algumas cenas de "jurassic park", no meio da selva, perto das ruinas da casa de veraneiro do rei do havai, lá no meio das montanhas. No meio do caminho da volta, descobri conversando com ele que o lugarque eu sonhava, doa surfistas, praias perfeitas e programas de TV, atendia por "northshore" e que sim, estava perto dali. No caminho ele colocou uma música do ziggy marley chamada " on a beach in hawaii" enquanto contávamos uma plantação de abacaxi com as montanhas nas costas, e o mar na nossa proa. Era a minha terra chegando pra mim
  9. Porém depois de 2 dias em waikiki, eu queria mesmo era o havai que sonhei. Aquele dos surfistas, da natureza, aquele que dos documentários de surf. Em uma das reuniões de estrangeiros, conheci um brasileiro que mora numa van, coisa bem comum por lá, ja que se tem banheiro limpo com chuveiro em qualquer lugar da ilha, mac donalds com um menu imeeenso por um dollar e facilidade de achar um restaurante com wifi liberada e tomada pra recarregar bateria. Liguei pra ele, e no dia seguinte lá estava meu compatriota me levando para um rolé na ilha, e finalmente me apresentar ao que eu procurava. A primeira parada foi um morro com uns cadeados e dizeres "NAO ENTRE". O comentário do meu colega foi: "ai, lugar bom é assim, dizendo que nao pode entrar". Logo vi outras pessoas praticando a mesma invasão, e sinais claros que o lugar estava mais que acostumado a receber visitas. Pois bem, sobe morro, desce morro, sobe mais, entra numa quebradinha e.... o primeiro hawaii que eu realmente biscava bem ali na minha frente! As ondas vinham lá de longe deixando um rastro branco num azul sensacional, e lá no meio tinha uma canoa havaiana boiando sozinha. As plantas na minha volta nao eram nada parecidas com as que eu vi no brasil, enfim, era outro planeta. De lá fomos para o meu segundo pôr do sol de verdade, nuns rochedos nos pés deumas mansões, de onde dava para pular e nadar feito piscina., o que claro, fizemos. Depois só sobrou energia para estacionar o carro num camping de uma área militar, compartilhar um miojo con outros "vanzeros" e dormir pra acordar antes do sol nascer
  10. Minha primeira impressão foi um estranhamento quanto a quantidade de asiáticos, desses de câmera enorme pendurada no pescoço, chapelão, onibus, lojas e restaurantes com escritas orientais, ruas com lojas e mais lojas de grifes carissimas, limousines brancas pelas ruas como taxis nas ruas do rio, mega resorts remetedo aos paraísos tropicais, com araras coloridas, cascatas fake e um mar de palmeiras com arvores gigantes. Nas praias, logcamente, se tropeça em pranchas de surf, apesar de que a praia de waikiki, a concentradora da massa turista, não há o qie se considerar como onde de verdade. como falei no começo, tudo que você imaginar de cliché spbre o havia é verdade. Eles te recebem no aeroporto com cordoes de flores naturais (caso vc tenha pago um transfer, claro), as pessoas trabalham de camisas floridas de botão, tudo faz referência a dança hula hula com tochas de fogo ao som do uckulele, ou do elvis ao vivo em hawaii, ou do jack johnson, e por mais que se possa encontrar qualquer marca por lá(afinal estamos dalando de um estado americano), tem sim a predominância do surf. Desanimou com a minha descrição? Posso dizer que por 2 dias eu amei estar por aquela "disneylandia tropical", peguei a blackfriday por lá, conheci alguns brasileiros que moravam na minha rua, fui a festas organizada por estrangeiros que la moravam a tempo a noite na praia,e descobri que sexta-feira havia uma queima de fogos enorme no hotel da frente dp meu predio, e com uma alemã quepassou a dividir o quarto comigo depois de ser acolhida pelo meu anfitrião também, levei um vinho disfarçado de fanta uva, ja que é proibido beber na praia por lá, e vimos a saída dos veleiros para o pôr do sol, e ficamos até a queima de fogos a noite. Não era exatamente o havai que eu sonhei, mas não podia negar que tava sim bem divertido!
  11. Quando atravessei a rua saindo do aeroporto e senti os 27 graus a noite do clima tropical, após um mes e meio com uma temperatuda media de 6 graus na ilha sul da nova Zelândia, senti meu humor também subindo. De certa forma eu estava muito feliz de estar de volta ao clima da sandália havaiana com vestidinho, mas muito além disso, como podem observar no meu nome, eu estava ansiosissima para viver o lugar que passei aminha vida inteira ouvindo a respeito (suspeite pelo meu nome). O onibus demorou mas apareceu, após ser pega de surpresa ao descobrir que o ônibus não dá troco e ter que deixar 5 dolares na caixa automática ao invés dos 2,50, cheguei bem rápido em waikiki, endereço do meu anfitrião que me receberia pelo couchsurfing.org os primeiros dias, até que eu fizesse o reconhecimento de área e pudesse dar o próximo passo. Que otima notícia: eu teria uma cama só para mim, num quarto só pra mim, com um banheiro só pra mim, e Internet mais rapida que trombadinha. Dormi, e acordei com a claridade lá de fora, e quando abri a cortina do 36o andar, dei de cara com uns 6 surfistas la longe, no mar que aparecia entre dois prédios tao enormes quanto o meu, vi ao fundo as montanhas verdinhas, e sai disparada para trocar de roupa e descer correndo pra poder dizer finalmente: SEJAMEUHAWAIIII
  12. O Havai, ou hawaii como alguns preferem chamar, é uma coleção de clichés assim como o próprio título desse relato, mas venho aqui assumir perante a sociedade: sou uma brega apaixonada. veja bem: o havai é um arquipélago com ilhas de características bem diferentes das umas das outras, e a maior duvida era saber qual ou quais delas escolher. Eu fui para oahu, onde fica a capital honolulu, contrariando tudo que eu havia lido a respeito do que me interessaria ou não. Principalmente por falta de grana, eu não voei para outra ilha, e entao segue meu relato de UM MÊS EM OAHU - HAWAII.
  13. Galera, verdade, nao falo de preços. É que meus relatos seguem a linha mais romantizada, sabe? Eu conto uma história contando as partes do estilo "não tem preço" e costumo tirar as duvidas do pessoal quanto a valores da parte de perguntas e respostas, ou seja: eu conto, te inspiro (ou não) e então te ajudo a planejar, caso queira
  14. Mas é na noite que playa mostra pra quê veio ao mundo: boates, bares que viram boates, cafeterias que viram boates, sorveterias que viram boates. Tudo vira uma enorme festa! E tudo luxuosamente decorado, tudo dizendo para voce ter aquelas noites para realmente se perder, manter segredo com as pessoas que estavam contigo naquele dia e pronto! Pra completar, tava acontecem um festival de musica eletronica, o BPM, que gente do mundo inteiro estava lá só para curtir. Eu nunca tinha ido, e a convite da minha nova amiga canadense, resolvi me estreiar na eletronic music em grande estilo, afinal, disseram que eram os melhores dj's do mundo tocando lá. foto da entrada, pq lá dentro eu nao me atrevi a ficar com camera fotográfica O festival acontecia simultaneamente em vários beach clubs, 24hrs por dia. A praia vivia lotada a qualquer hora do dia, qualquer mesmo! A música era escutada até de Tulum, que ficava a quilometros distante de lá. Porém preciso confessar uma coisa: saí somente duas noites nas ruas, e fiquei bem mais que duas noites prometidas em Playa. Tudo culpa do happy gecko! Todas as noites eu chegava para fazer o esquenta por lá, e ia pra cama, "na felicidade" perto de 4hrs da manhã. Shots de tequila "libre", cerveja no turbotchela: um funil com um tubo onde eles derramavam sua cerva intercalada com, claro, tequila, e tomando tudo de uma só vez! E sempre com mutia gente falante, que vinha a té voce todo o momento, coisa ótima pra uma viajante solo como yo! Bem, posso lhes dizer que este foi sim o motivo para aminha estadia de 2 dias se tornar 8: as pessoas que encontrei no happy gecko
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