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cdrogerioliveira

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1 Neutra

Sobre cdrogerioliveira

  • Data de Nascimento 12-08-1978

Bio

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    Dentista - Ortodontista
  1. Fiz um breve relato na sessão "Roteiros de Viagem" da mochilada que dei por lá. Bora Bora é realmente muuuito caro, mas as outras ilhas nem tanto. Na próxima vez que eu voltar por lá vou levar uma barraca!
  2. Sobre o tranporte, no sudeste asiático é mais fácil que viajar no Brasil, pois vc pode comprar os tickets em qualquer albergue ou ag. de turismo que tem aos montes em qq cidade turísca. Nem te preocupa em fazer reserva de nada, compra as passagens tudo na hora que é tranquilo e mais barato. Hospedagem também é muito fácil, todas as cidades turísticas do sud. asiático tem regiões onde se concentram os albergues e tem dezenas de opções, é só chegar e procurar que acha fácil. Eu viajei 4 meses nessa região(Indonésia, Cingapura,Malásia, Tailândia, Laos, Camboja e Vietnã) nunca fiz reserva de nada e tudo foi muito fácil. Na Tailândia, tenta pegar a full moon party em Ko Phangan que é muito doido, uma rave na praia com milhares de mochileiros do mundo todo, quase todo mundo que tá na Tailândia vai pra lá nessa época. De lá, vá em Ko Tao fazer um mergulho e curtir as festas na praia. Bangkok tem muita coisa para ver além das redondezas , como Ayutaya. Se decidir ir mesmo ao Camboja, Phon Penh vale sim a visita, para ver a história do genocídio e os museus da guerra. É uma coisa terrível ver o que o Khmer Vermelho fez por lá, mais é muito interessante. No Vietnã em um mês eu visitei 9 cidades, gostei muito das praias. Se fosse para escolher ficaria com HCM , Hanói (incluindo Halong Bay) e Sapa no extremo norte.
  3. Cara, 18 dias para fazer tudo isso tá corrido demais! Só se fizer alguns trechos de avião, e mesmo assim será corrido. Eu passei 1 mês na Tailândia para ficar satisfeito, 15 dias no Camboja e 1 mês no Vietnã. Se vc é mochileiro e gosta realmente de curtir o lugar, faça com calma. Na correria vc nem aproveita direito a viagem como deveria. Vc poderia passar esses 18 dias na Tailândia e fazer bem feito, pois se perde tempo nos deslocamentos querendo ou não. Fazer viagens a noite é para economizar tempo e não dinheiro pois nessa região tudo é muito barato...hospedagem se gasta 4-5 usd em média(pouquinho a mais que na Índia).
  4. Pô Xaliba, vou ter que descordar em relação ao mergulho. Eu também mergulhei em Sharm el-Sheikh no navio Thistelgorm e no Parque Nacional Ras Muhamed foi sem dúvida meus melhores mergulhos na região. Mas o Blue Hole em Dahab não fica atrás não, é igualmente fantástico. Concordo que Dahab não tem nada de especial, senão o mundo sub aquático.
  5. Estou mochilando pelo O. Médio por esses dias... Para sair de Israel por Eliat vc paga 101 NIS. Eu entrei para Taba no Egito. A entrada de Petra está: 1 dia= 50 JD 2 dias = 55 JD e 3 ou 4 dias = 60 JD
  6. Felipe, eu estou viajando pelo Oriente Médio e cruzei por terra essa fronteira. Fui para Aqaba(sul da Jordânia) e entrei em Israel para Eliat, foi tranquilo, só me perguntaram o que eu iria fazer lá...e eu disse que era turismo. Pronto. Eu ouvi várias histórias de gente que demora horas na imigração, mas comigo foi moleza. Pedi para eles me carimbarem num papel separado na saída da Jordânia e outro papel na entrada de Israel, eles fizeram sem problema nenhum. Depois de viajar por Israel, entrei pelo Egito por Taba onde eles carimbaram no passaporte. Eu ainda tinha esperança de entrar na Síria e Líbano...mas esse carimbo de Taba, comprova que entrei em Israel então acredito que não entro na Síria e Líbano com esse passaporte "sujo". Do Egito voltei pra Jordânia sem problema nenhum de ferry entre Nweiba e Aqaba, e sem pagar nada. Em relação aos vistos pra países do Oriente Médio, a bronca é : se vc tiver vestígio de entrada em Israel, é barrado em alguns países árabes como Síria e Líbano (talvez Arábia Saudita, Iraque...)
  7. Passei pela Jordânia em maio de 2011. Eu preferi conhecer o deserto a pé, e não através de passeios de jeep como 99% dos turistas fazem. Estudei o mapa do deserto e peguei umas dicas de um americano que conheci pelo caminho. Chegando na vila de Wadi Rum, fiquei na Rest House, um acampamento que oferece barracas bem baratas(3JD). De lá comecei a jornada...bastante água e comida na mochila pois iria passar o dia inteiro no deserto. Este é um trecho do meu blog que conto a saga: “A missão era atravessar uma cadeia de montanhas até chegar no outro lado, depois chegando na areia, teria que circular a montanha andando pelas dunas de areia fofa do deserto voltando à vila, o que daria umas 7-8 horas de percurso. O que eu sabia era o somente o ponto de entrada: - Tem um cânion bem largo ao lado da vila, não é esse, é um mais estreito do lado direito, depois segue pelo lado direito. Essas foram as únicas instruções que ele me deu, me reforçando que era uma trilha bem difícil. Beleza, adoro essas missões. Estudei o mapa do deserto, deixei minhas tralhas numa barraca na vila, enchi a mochila de garrafas de água e comida para aguentar o dia todo, e sabia que iria encontrar literalmente pedreira pela frente. A missão já começou tendo que entrar no cânion(vale entre montanhas) subindo por uma parte que precisava realmente escalar. Deixa eu lembrar a diferença entre caminhar e escalar: na escalada temos que usar as mãos nas fendas das rochas para subir paredões verticais ou bem íngremes. Tive que colocar em prática alguns fundamentos que aprendi quando fiz escalada lá no Laos, só que lá foi com cordas de segurança, aqui foi livre sem ninguém para orientar ou ajudar. E fui seguindo. Logo ao entrar no meio de todas aquelas montanhas e ver a areia do deserto de onde parti ficar distante, já comecei a sentir adrenalina e a ficar maravilhado com tudo aquilo que me rodeava. Estava no meio de um cânion com montanhas de uma escultura tão interessante que sei lá, parecia um outro planeta. Depois de mais de uma hora passando por trechos muito difíceis, seguindo o caminho indicado por alguns montinhos de pedras, cheguei em uma parte que não consegui imaginar como eu passaria por ali. Até então a maioria do trajeto exigia escalada mesmo, não foi nada fácil, eu estava adorando, pra mim quanto mais difícil melhor. E cheguei num ponto bem alto que não vi como passar, faltava uns dois metros para alcançar um outro platô onde tinha um montinho de pedras indicando o caminho. Nesse momento foi o ponto máximo de adrenalina. Eu estava bem perto, mas para chegar lá em cima tinha que fazer um movimento por uma parte de inclinação negativa, e as bordas não eram fáceis de segurar, olhava pra baixo e um paredão de uns 30 metros me fizeram tremer as pernas e dar fraqueza nas mãos. Sim, me deu cagaço! Engolia seco a saliva, estava de pé num batente de uns 5 centímetros seguro numa fenda, tentando ver por onde seguiria, e não achava ponto de apoio nenhum. ... Parei, respirei fundo, uma queda ali não seria nada legal...voltei bem devagar uns dois metros abaixo onde tinha um espaço maior para descansar e pensar alguma coisa. Foi um momento de muita tensão, medo, adrenalina, tudo junto, na beira de um penhasco. Senti um pequeno alívio ao voltar para essa parte mais segura. Não queria desistir depois de ter ralado duas horas para chegar ali. Apertei mais o cadarço dos sapatos, joguei fora dois litros de água da mochila para ficar mais leve e ajustei bem ela nas minhas costas. ...Subi de novo os dois metros, até o ponto onde tinha parado, para tentar novamente, e não vi de novo nenhum lugar seguro em que eu pudesse segurar, o corpo começou a tremer, quando eu olhava a altura que eu estava. Não tenho medo de altura quando estou num lugar seguro, mas no alto de um penhasco onde se escapolir minha mão eu poderia morrer...sim, me deu muito medo. Desisti de uma vez por todas, queria sair vivo dali. Desistir de uma missão quando está em jogo a nossa vida, é uma vitória. Não fiquei nem um pouco me sentindo fraco por não ter conseguido. Era uma passagem muito alta e perigosa, não quis me arriscar. Se tivesse uma corda de segurança, como nas escaladas normais, e não tivesse de mochila nas costas, eu encararia. Porque se não conseguisse era só soltar que a corda me segurava, depois voltava e pronto. Agora se arriscar numa coisa onde se eu não conseguir eu caio e morro, já seria doidice. Sei muito bem o limite entre aventura e insanidade(tá vendo mãe!). Voltei e senti uma alegria enorme em pisar em solo firme outra vez, quase que me ajoelho e beijo o chão igual o papa...rsrsrsr . Estava convencido que tinha feito a coisa certa, convencido que aquelas duas horas até ali e mais duas horas que levariam para voltar eu já me daria por satisfeito, por ter sentido tanta adrenalina e ter curtido todo aquele mundo no meio das montanhas. Sentei pra descansar e esperar normalizar o nervosismo que passei. Antes de pegar o caminho de volta, passando por uma outra montanha, vi um montinho de pedras indicando um outro caminho, e resolvi seguir... ôpa era uma outra trilha! E fui seguindo...beleza! achei um outro caminho que dava pra passar. Toda essa travessia pelos cânions, eu fiz maravilhado com a arquitetura dessas montanhas. Até que avistei, depois de 3:30h da partida, a areia do deserto do outro lado. Fiquei muito realizado nessa hora. Atravessei então o deserto, contornei as dunas e antes de voltar pra vila, subi em outras montanhas ‘água com açucar’ no caminho. No alto de uma delas armei minha mesa do almoço e comi olhando todo aquele cenário fantástico lá de cima. Percorrer esse trajeto por dentro da cadeia de montanhas, setindo as montanhas nos pés e na ponta dos dedos, suando e procurando trilhas no meio desse imenso labirinto de cânions foi, sem dúvida nenhuma, bem melhor do que vê-las de fora passando num jeep. Essa foi, de longe, a melhor coisa que fiz na Jordânia. De tanto prazer que sinto em fazer esse tipo de aventura, colocaria o dia que fiz a trilha nos cânions próximo ao Mar Morto em segundo lugar e Petra em terceiro(apesar de ser uma Maravilha do Mundo!!). “
  8. Passei 3 dias na Ilha de Páscoa em Agosto de 2010. Apesar do pouco tempo, como a ilha é pequena deu pra ver tudo com bem calma. Lá não é preciso fazer passeio nenhum através de agência que nem os turistas japoneses. Dá pra fazer tudo sozinho de bicicleta ou de motinha., basta estudar bem o mapa da ilha e a respeito de cada local...e morcegar alguma explicação dos guias dos grupos... Não fiquei em hotel, fiquei na casa de um cara gente boa através do Couchsurfing, com quem peguei mais umas informaçãoes e mapas para roda sozinho por lá.Mas tem gente que aluga quartos por lá...(eles ficam no aeroporto oferecendo) ou então acampamentos que se pode armar ou alugar barraca bem barato e bem próximo ao mar.Acultura dos Rapa Nui é muito interessante e autêntica, assisti um show de dança típica muito bom e tive contato com uns nativos de lá que pude entender um pouco mais a cultura deles e porque que eles não gostam do domínio que o governo do Chile tenta impor lá. A comida é um pouco cara, vc pode levar alguma coisa na mochila para comer lá ou comprar coisas nos mercadinhos para amenizar o gasto. Existem vários grupos de Moais espalhados por toda a ilha, são centenas... eles são impressonantes. Aquelas estátuas gigantes olhando para o oceano pacífico...Anakena, a única praia da ilha vale passar uma manhã toda por lá, também tem uns Moais muito bem conservados que foram descobertos a pouco tempo soterrados na areia. Tem a ‘fábrica dos moais’ com centenas deles espalhados por lá, o vulcão inativo Ranu Kau e suas redondesas que serviram de espaço para o culto das divindades. O clima de lá é muito gostoso, vale MUITO a visita.
  9. Eu fiz um trekking de um dia só no Fox Glacier, bem perto de lá. Também foi demais! Só de colocar aquelas travas de ferro nas botas especiais para gelo já foi demais..e andar no meio daquele gelo todo naquelas paisagens super diferentes...valeu muito.
  10. Visitei a Polinésia Francesa em agosto de 2010 como parte de minha volta ao mundo passando por Papeete(Tahiti), Bora Bora, Huahine e Moorea. Cheguei em Papeete num voo do meu ticket RTW da Oneworld, e fiz alguns trechos entre as ilhas de avião...pois no meu planejamento inicial eu estava preocupado com tempo e tal...se fosse de novo eu faria de barco mesmo que além de curtir o visual, seria mais barato. A Polinésia de um modo geral é ABSURDAMENTE CARA , definitivamente não é lugar pra mochileiro, aliás só vi eu de mochileiro por lá. A maioria são famílias e casais de lua de mel. Mas eu tentei fazer da forma mais barata possível. Da próxima ver que eu voltar lá, vou levar barraca! Não cheguei a dormir em hotel nenhum dia em Papeete(dormi no aeroporto) com diárias a 200 reais, o chão do aeroporto ficou bem macio! ...Peguei o voo para Bora Bora. FAN-TÁS-TI-CO , sem dúvida nenhuma, é a ilha mais linda e incomparável de todas que visitei. Ir na Polinésia e não ir em Bora Bora é não ter visto a melhor parte. Realmente é caríssima, rodei pra caramba para achar o hotel mais barato por 90usd , numa ponta da ilha chamada ‘Ponta Matira’ ao lado do Hotel Intercontinental Bora Bora, chamada “Robert e Tina” é uma “pension de famille” foi o lugar mais barato que achei na ilha, e dá pra usar a cozinha ...a localização é fantástica , quase dentro a areia da praia!!! Preparei minha comida lá, pois os restaurantes são caríssimos. E lá não tem ônibus público, só taxi ...peguei muita carona e um dia aluguei uma bike. Link do hotel: http://www.tahitiguide.com/@fr/directory/details.asp?filter_1=/2/21/&&prestations=/1/4/,/1/5/&office=93 Mas acho da próxima vez vou levar barraca e achar algum canto escondido por lá. Além de muito snorkeling(eu levei o meu) fiz um mergulho de cilindro naquela água incrivelmente cristalina. Está entre os melhores points de mergulho do mundo. De lá voei para Huahine, os preços já são bem mais camaradas... fiquei na Pension Te Nahe Toe Toe (Pension Armele) A mulher dona de lá é gente boa, e o pai dela também , fica do outro lado da ilha (em Fare) eles têm uns bangalôs bem baratinhos na beira da praia. Lá também aluguei uma bike que deu pra rodar por perto do comércio, não dá pra rodar na ilha toda como em Bora Bora, porque Huahine é muito grande. Visitei umas plantações de baunilha, um rio que tem umas enguias enormes e fiz muito snorkel passeando de caiaque. Voei para Moorea, lá também tem preços mais camaradas, não lembro bem mas era algo em torno de 15-20usd , não lembro bem o nome da pousada que fiquei lá, não sei se era’ Chez Nelson’ ou ‘Pension Motu iti’ ou perto de lá, a pousada de um Chinês que tinha um alojamento e ficava na beira da praia. Em Moorea vi um por-do-sol mais lindo da minha vida.Link do hotel: http://www.tahitiguide.com/@fr/directory/details.asp?filter_1=/2/24/&&prestations=/1/4/,/1/5/&office=703 De Moorea fui de ferry para Papeete onde passei mais um dia e peguei meu voo para Nova Zelândia.
  11. Ah, e em relação à vegetação...vc não vai ver muita diferença entre a vegetação do Brasil. No Laos, passei uns dias na região de 4mil ilhas no extremo sul, divisa com o Camboja e me senti em casa(moro na região amazônica) tudo muito igual!!! vegetação, cor da água do rio, os mosquitos e os botos. As montanhas no Laos, na região de Krabi e Ph Phi ...e na Halong Bay no Vietnã são lindas...um pouco parecido com a região de Angra e Ilha Grande no Rio de Janeiro. Cuidado para não fazer uma viagem muito na correria e não sobrar tempo de relaxar...simplesmente ver o tempo passar, que é o objetivo de umas férias!!
  12. Olá, Estou fazendo uma volta ao mundo, e passei 4 meses só no sudeste asiático. Eu gosto de viajar com calma, passei um mês entre a Indonésia, Cingapura e Malásia, um mês na Tailândia, um mês entre o Laos e Camboja e mais um mês no Vietnã...Fica difícil escolher algum lugar porque depende muito do que você gosta de ver e fazer. Por exemplo, vc disse que prefere festivais ...eu também adoro, mas as festas em Vang Vieng no Laos na beira do rio eu achei demais! Bem, acho que vc não vai pra Malásia, mas tem umas ilhas paradisíacas lá, fui na ilha de Redang e Perhentians ... ma-ra-vi-lho-sas. A Tailândia é a preferida por todo mundo, eu amo a Tailândia!, vá pelo menos para Phi phi, Bangkok e se tiver tempo para o Norte andar de elefante no rio em Pai, uma tranquila cidade próxima a Chiang Mai. No camboja, além de Seam Reap(onde está o Angkor Wat) dê um pulo em Phnom Penh para ver um pouco sobre a guerra e o museu do genocídio, antes de ir para o Vietnã. Também sou da opnião que é melhor fazer uma viagem com calma para fazer bem feito.
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