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Lelah Leite

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Tudo que Lelah Leite postou

  1. Êh, Maria Emília, ano passado acabei indo pra Marabá, e amei voltar ao Pará, estado que conquistou meu coração. Semana que vem volto pra lá, agora vou pra Algodoal mesmo, passagens e hospedagem compradas. Reli seu relato pra pegar as dicas e estou super ansiosa, serão 4 dias em Algodoal e dois e meio entre Barcarena e Belém. Que emoção! Bjs e mais uma vez obrigada pelo relato tão bom, ajudou muito!!!
  2. Jack Johnson, Tribo de Jah, Bob Marley, Sugar Ray, The Cramberries, Marcelo Jeneci, Skank, Beach Boys, Paralamas do Sucesso, Planta e Raiz, Rub, Creedence Cleawater Revival... Rub aqui: http://rub.com.br/
  3. Lelah Leite

    Ushuaia

    Nando, gostei do seu relato. Deu pra ver que dá pra fazer bastante coisa em pouco tempo. Eu tenho pavor de frio, mas prometi um dia levar minha filha pra Ushuaya. Vamos ver...
  4. Vou deixar - Skank Vamos fugir - Skank Estradas e Trilhas - Tribo de Jah Mochileira - Almir Sater Andar Conmigo - Julieta Venegas Infinita Highway - Engenheiros do Hawaii Vou te levar comigo - Biquíni Cavadao Semente de Tudo - Zé Geraldo Reggae na Estrada - Tribo de Jah Eu fui eu fui eu fui - Cidade Negra Tá bom pro começo? Eu baixo tudo no www.4shared.com
  5. A Azul opera vôos de Belém para São José dos Campos, que fica do lado de Taubate.
  6. Fábio, fiz uma mini trip por essas bandas em 2011. Fiquei só uns três dias no Uruguai, mas tenho umas dicas. Ônibus é Rutas del Sol ou Cynsa. É muito barato andar de ônibus no Uruguai, então aproveita. Você pega o ônibus no Chuy uruguaio, e não, não vale a pena perder um dia na cidade, é muito feio lá. Faça suas compras e siga em frente. Durma num hostel num dos vilarejos à beira mar. Eu indico Punta del Diablo ou Cabo Polônio. Esse último é um espetáculo, mais difícil de chegar, mas vale a pena. É bem rústico, mas é lindo. No caminho fica Castillos, uma cidadezinha simpática, se preferir hospede-se aí. Daí pra frente tem várias cidades e vilarejos que valem a pena até chegar em Montevideu (que ainda não conheço), e de lá siga para Colonia del Sacramento se tiver tempo, cidade linda, parada no tempo, beira rio, de lá vc tem vista para Buenos Aires. Quando fui a passagem do Chuy até Punta del Diablo estava em torno de $3, 00 e de Punta até Montevideu uns $30, 00. Espero ter ajudado. Boa viagem!
  7. Coloca mais fotos aí pra gente ver. Principalmente da cara do povo quando te viu lá em cima!!!
  8. Cara, você é muito doido! Mas foi o relato que mais gostei de ler! Aventureiro é pouco! Parabéns pela coragem e por ter voltado vivo, rsssssss!
  9. Pôxa, conheço São Xico desde 1984, quando ainda não tinha nada lá, mas acredita que ainda não fiz essas trilhas? Já tá na lista! Parabéns pelo relato!
  10. Nossa, tou doida pra conhecer a Chapada também... Quem sabe esse ano? Já está nos meus planos! Amei seu relato!!!
  11. Nem tenho o que falar, vc fez a viagem dos meus sonhos. Parabéns!!! Tudo muito lindo!!!
  12. Tenho um amigo que me chama de Forrest Gump, porque gosto muito de contar histórias, gosto tanto que resolvi criar esse blog pra compartilhar meus passeios com todos aqui do Mochileiros: http://agentevaidemochila.blogspot.com.br/
  13. É incrível como a gente acaba esquecendo de dar valor às pequenas coisas (ou lugares), não é? Volta lá sim que vc não vai se arrepender, o lugar é lindo. Aqui tem mais prá vc se sentir ainda mais motivado: e http://agentevaidemochila.blogspot.com.br/2012/09/feriado-em-joanopolis.html.
  14. Lindo!!! Não terminei de ler o relato ainda (estou no trabalho e aqui é complicado, rsssssss). Acredita que sou casada com um maranhense a 11 anos e ainda não fui conhecer esse espetáculo de lugar? Mas tá nos planos. Parabéns pela viagem linda!!!
  15. Que espetáculo, hein?! Lindo demais. Esse ano estive em Marabá, pensei em dar uma esticadinha até o Maranhão, pra conhecer a Chapada das Mesas, mas uns enroscos aí me fizeram encurtar a viagem. Um dia eu vou, é muito lindo!
  16. No feriado de 07/09/12 resolvi voltar a um lugar que conheci 16 anos atrás, Joanópolis, a Terra do Lobisomem. Fui com o marido e a filhota. Quando estive lá pela primeira vez foi um bate-volta, dessa vez fomos para acampar, então o primeiro passo foi entrar aqui no Mochileiros para pegar algumas dicas, afinal nem sabia como estava a cidade em questão de infraestrutura, e consegui aqui: joanopolis-sp-cachoeira-dos-pretos-fotografico- t66551.html, relato do nativus e aqui: cachoeira-dos-pretos-joanopolis-e-extrema-mg-t46126.html o relato do msf.RICO, além do blog http://campingefamilia.blogspot.com.br/, que tem sido muito útil. Informações anotadas seguimos pra Joanópolis, via Rod. Dom Pedro I, porque por São Francisco Xavier o carro tem que estar muuuuito bom, já perdi um escapamento lá e achamos melhor não arriscar de novo! De São José dos Campos até lá são 113 km, com alguns pedágios pelo caminho. Passamos por Piracaia, que é uma belezinha de cidade também e então chegamos em Joanópolis, de lá é só seguir a estrada para a Cachoeira dos Pretos, não tem erro. O Camping do Zé Roque fica na área da cachoeira mesmo. É lindo, espaçoso, limpo e muito bem organizado. Pagamos R$ 15,00 por pessoa e lá também vendem gelo por R$ 8,00 e carvão por R$ 6,00. Quem administra o camping é a Cristina, filha do seu Zé Roque, muito simpática, anota todos os seus gastos num caderninho pra vc acertar no final. Levanta de madrugada para garantir um banho quentinho pra todos os campistas, acendendo o fogão a lenha que esquenta a água do banho através de serpentinas. Aliás, os fogões ficam à disposição o dia todo para quem preferir cozinhar no local. Quando chegamos ao camping recebemos uma pulseira de identificação, toda vez que sair do camping a pé tem que estar usando essa pulseirinha, quando saímos com o carro recebemos um cartão de retorno para ser entregue na portaria. Se o tempo estiver firme, vc pode montar a barraca na parte baixa, próximo ao riacho, já em caso de tempo nublado é melhor ficar em cima mesmo, para não correr o risco de ter sua barraca alagada caso chova, tivemos sorte porque fez sol o tempo todo, mas a noite é bom estar agasalhado porque esfria bastante. Existem algumas regras a serem seguidas, o que só faz melhorar a estadia no camping: som apenas até 22h00, não acender fogueiras, não escrever nas árvores, não espalhar lixo. Os banheiros são limpos o tempo todo, um dos chuveiros é elétrico, mas a água dos banheiros à serpentina é mais quentinha e jorra com mais força, então... A cachoeira, com 154m de altura e muito linda fica numa APA ao lado do camping, ali existem alguns restaurantes, lanchonetes, chalés e lojinhas de doce e artesanato, o camping também organiza passeios à cavalo (R$ 15,00 p/pessoa) que a Lívia adorou e de jipe até o topo da cachoeira (R$ 10,00 p/pessoa para um grupo de pelo menos 5), além do pedalinho (que varia de R$ 5,00 a R$ 10,00 dependendo do fluxo de visitantes). A cidade fica perto dali, então vale a pena passear por lá também, é pequena, aconchegante, no trajeto todo existem muitas casas de campo para aluguel e alguns bares e quiosques com produtos típicos da região, na entrada da cidade tem um pesqueiro bem simples, que cobra R$ 8,00 por carro mais o que vc pescar, no meu caso, só paguei o estacionamento mesmo, afff! Como eu já falei, é a cidade do Lobisomem, mas esse é bonzinho, e quase em toda esquina vc encontra um simpático lobisomem esperando por um dedo de prosa e fazendo pose para uma foto. Esse nós encontramos no Café Catedral, uma lojinha de artesanato e lanchonete muito charmosa, dá vontade de comprar tudo! E um restaurante muito bom é o Caipirão, tá, não é o mais em conta, R$ 22,00 por pessoa, mas vc come à vontade e se diverte alimentando os peixes. No último dia passamos para ver a exposição de carros antigos embalada aos sucessos dos anos 50 e 60, meu marido conheceu um veterano de guerra com muita história pra contar. Voltamos pra casa cheios de vontade de voltar e fazendo muita propaganda do lugar.
  17. Tinha planejado fazer uma viagem entre Pará e Maranhão, mas já tinha desistido pela questão da grana mesmo, então surgiu a oportunidade de ir para Marabá-PA, e me hospedar na casa de um amigo que eu conhecia a 07 anos só pela internet. Foi tudo muito rápido: procurei passagens promocionais e consegui ida e volta mais taxas por R$ 436,00, claro que vôos cheios de conexões, mas tava valendo. No dia 22/08/12 peguei um ônibus de São José dos Campos até o aeroporto de Guarulhos, lá peguei um vôo até Belém e de lá a conexão para Marabá, tudo tranquilo. Logo que cheguei a Leila, esposa do meu amigo Amsterdan, foi com uma amiga e a filhinha me buscar, nesse dia tomei um lanche e descansei... No dia seguinte me levaram pra conhecer uma parte da cidade, que é dividida em três: a antiga Marabá Pioneira, essa é um pouco mais organizada, a Nova Marabá e a Cidade Nova. O trânsito é caótico, ninguém respeita ninguém, e o governo não cuida da cidade como ela merece, mas a orla da cidade é muito bonita, com acesso à Praia do Tucunaré (um banco de areia encravado no Rio Tocantins), com mesinhas dentro dágua, lindo...). Aí começou minha viagem gastronômica, eu diria peixonômica, rssssss. Nunca fui muito fã de peixe, mas lá não tinha muita opção, e acabei comendo uma caranha deliciosa no jantar, é um peixe bem grande, de carne bem saborosa. No almoço yakissoba feito pela Leila, com muito camarão rosa... No dia 24 fui passear na orla à noite, e comi outro peixe famoso na região, o filhote, que é um tipo de bagre bem grande, uma delícia, pra variar acompanhado de camarão rosa... e eu pensando que era filhote de tucunaré!!! Mas no almoço eu tinha comido como paraense: peixe, pirão e acaí com farinha! No sábado pela manhã fomos à orla novamente, embarcamos num pôpôpô (um barquinho típico de lá que tem esse nome por causa do barulho que o motor faz), fomos até a Praia do Tucunaré, tomei uma água de coco numa das mesinhas dentro dágua, com filhotinhos de tucunaré passando entre nossos pés. A água é quentinha, e lá o povo costuma se banhar vestido mesmo, é raro ver alguém de biquini e sunga... Já estávamos ali mesmo e acabamos nos esbaldando também na água. Depois me levaram pra comer um talharim ao molho branco com camarão e jambú, aquela verdura que adormece a boca da gente, uma delícia. Dali pegamos uma barraca e fomos acampar na Praia do Lençol, chegamos lá no começo da noite, perdi o pôr-do-sol, que pena, mas pude ver o Trem da Vale, porque quase todo o trajeto passa ao lado da Ferrovia Carajás. Montamos a barraca na beira do rio, dormimos 4 adultos, 1 criança e 2 cachorrinhos na barraca, rssssssss. Sem banheiro! Entramos na água à noite mesmo, quentinha, num córrego que deságua no Rio Tocantins, mas com cuidado por causa das arraias... Ficamos acordados até tarde, conversando, apreciando o céu muito estrelado, e dormimos ouvindo o som das corredeiras e do trem. Na manhã seguinte já acordamos pulando na água morninha, levantei de madrugada pra ver o sol nascendo e tirei fotos belíssimas, passamos o dia comendo peixe, dessa vez foi um tambaqui, e nadando. Até uma arraia acabou indo pra churrasqueira, mas essa eu não encarei. Pensa num calor! As pessoas acampam até nos bancos de areia, muito legal, tudo muito lindo! Voltamos pra casa mortos, e ninguém conseguiu levantar nem pra ir tomar um tacacá... só levantamos na segunda-feira... fui à feira, almocei num self-service gaúcho e à noite a turma toda do camping foi lá fazer um churrasco de despedida pra mim. Aí comi tucunaré, ficamos até tarde conversando. Dia 28, último dia lá, saí pra comprar mais umas lembrancinhas pra minha família pela manhã, quase perco meu vôo que estava marcado para 14h10, mas saiu às 14h00, não consegui fazer o check in on line! Me despedi de meus anfitriões maravilhosos, Amsterdan, Leila e suas filhas Laura e Luanny. A Luanny ficou numa choradeira, e eu então... o vôo foi rápido até Belém, em Brasília pegaria outra conexão, mas acabou se tornando apenas uma escala, melhor, não? Peguei um pôr do sol lindo de dentro do avião. Chegamos cedo em São Paulo, mas por falta de espaço o avião teve que ficar dando voltas até surgir uma vaga... Chegar em casa e ver a recepção linda que minha filhota preparou não teve preço, rsssss. Foi uma viagem rápida mas muito bonita, fiquei muito feliz de conhecer pessoalmente meu amigo e sua família linda! E conhecer o Rio Tocantins foi maravilhoso. Eu não fui mas recomendo que pela proximidade faça-se uma visita até Carolina, no Maranhão, que também é linda! Um abraço e até a próxima...
  18. A mesma sugestão da Keka, é bem perto, é barato e brasileiros são muito bem vindos lá. Eu passei três dias em Punta del Diablo e deu pra aproveitar bem, apesar do frio (só olhando o mar, entrar lá nem pensar, rssssss). Olha, essa época faz bastante frio! Abraço!!!
  19. Brasil - Rio Grande do Sul - Canela - Catedral de Pedra Uruguai - Departamento de Rocha - Punta del Diablo - Farol Uruguai - Departamento de Rocha - Punta del Diablo - Playa el Rivero - minha filha, Lívia, admirando o mar...
  20. Já pensou em São Francisco Xavier? Distrito de São José dos Campos - SP, muuuuuuuuita natureza, no meio da Serra da Mantiqueira, divisa com Sul de Minas, inclusive algumas pessoas fazem ali a travessia para Monte Verde - MG, a pé, pelo meio da serra. Vc pega um ônibus da Pássaro Marrom até São José dos Campos, lá mesmo na rodoviária pega um circular para São Xico (como é carinhosamente conhecida), lá tem camping e tem também uma pousada bem baratinha, só cama e banho, mas quebra bem o galho, é a Pousada das Montanhas, da Rita, e vc pode reservar na padaria da praça. São Xico tem trilhas, cachoeiras, e muito sossego. Vale pensar nisso... independente da escolha, boa viagem prá vc! Aí um dos espaços de São Xico!
  21. Será que em agosto vou pegar preços salgados? Penso ficar uns 3 dias lá. Faz tempo que sonho com isso.
  22. Oi, gente! Saio de férias em agosto e penso em passar uns 20 dias mochilando por alguns pontos do Pará e do Maranhão, só não decidi ainda em qual estado começar minha trip. Consigo economizar com hospedagem em Marabá, onde mora um casal amigo meu, também na baixada maranhense e São Luís, onde moram os parentes do meu marido. No mais, estou pesquisando aqui no site, vi que tem muitos lugares e passeios com preços acessíveis. Provavelmente pego o vôo no dia 03/08, e penso em ficar de 2 a 3 dias em cada lugar, dependendo do interesse e do preço, rssssss. O roteiro que estou fazendo e refazendo é esse, ainda sem as datas definidas: Belém - PA Algodoal - PA Marabá - PA Santa Inês - MA Penalva e arredores (baixada maranhense) - MA Santo Amaro - MA São Luís - MA Detalhe: a maioria do trajeto será de ônibus, mas entre Marabá e Santa Inês vou de trem, se alguém tiver feito esse passeio recentemente e souber os valores pra me passar eu agradeço, opiniões, dicas e sugestões são bem-vindas!
  23. Valeu. Tá anotado, meu unico medo é enjoar no popopô, pq só de olhar pra barco, navio, canoa, bote, meu estomago vira. Mas essa eu vou encarar!!!
  24. Maria Emília, estive no Pará muitos anos atrás, e mesmo conhecendo só uma cidadezinha do interior, me apaixonei. Esse ano eu volto. Quero conhecer Algodoal! Ja esteve lá pra me dar umas dicas? Bjs, Dani!!!
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