Ir para conteúdo
  • Cadastre-se

marcelanuol

Membros
  • Total de itens

    252
  • Registro em

  • Última visita

  • Dias Ganhos

    2

marcelanuol venceu a última vez em Novembro 23 2017

recebeu vários likes pelo conteúdo postado!

Reputação

59 Excelente

Últimos Visitantes

O bloco dos últimos visitantes está desativado e não está sendo visualizado por outros usuários.

  1. Dia 14 – Belém Nesse dia acordei com uma ressaca absurda, acabei ficando na cama até umas 11h, quando enfim tive forças pra levantar e ir dar uma volta pelor Ver-o-Peso. A ideia inicial era fazer Mangal das Garças, Forte, Casa das 11 janelas.. Mas eu não estava muito disposta a ficar caminhando no clima nada ameno de Belém. Não que a cidade não mereça várias caminhadas, mas eu já tava no fim da viagem e tinha exagerado na cerveja na noite anterior. Peguei um uber até o Ver-o-Peso e fiquei um bom tempo percorrendo as barracas, provando e comprado castanha, cachaça de jambu, licor de açaí, frutas.. Depois fui pra parte dos óleos e sabonetes, que é uma verdadeira diversão. Depois de caminhar e comprar vááááárias coisas, fui almoçar no renomado Box da Lucia. Realmente a comida é bem gostosa, simples, mas muito bem feita. O peixe dourada para 2 pessoas – 45 reais. Fui ficar um tempo nas docas pra aproveitar o ar e dar uma respirada do calor absurdo que estava fazendo. Tomei sorvete na Cairu, escolhi o de açaí com tapioca, mas existem dezenas de sabores, um mais delicia que o outro, experimentei uns 5 antes de escolher. Sorvete 1 bola – R$8,50. Voltei pro hostel e esperei o sol começar a se despedir e fui caminhando até a lanchonete Portinha, que eu tinha lido várias coisas na internet que valia a pena conhecer para comer os salgados com recheios regionais. Mas não me atentei que o local só abre sexta, sábado e domingo, então caminhei meia hora a toa. Após a decepção de não provar os salgados, fui caminhando até a praça do relógio, mas não me senti muito segura no local e peguei um uber de volta ao hostel. Como no Ôvibe tem bar e hamburgueria que ficam abertos também para não hospedes, acabei ficando essa última noite por lá tomando cerveja e batendo papo com as pessoas. No fim da noite subi para arrumar as coisas e descansar. Dia 15 – Belém x Rio de Janeiro O uber do hostel até o aeroporto foi 32 reais, provavelmente por ser de madrugada. Enfim.. os lugares que visitei foram gratas surpresas. Paisagens e momentos inesquecíveis! Estou aqui disposta a tirar dúvidas que estiverem ao meu alcance
  2. Dia 13 – Ilha de Marajó (praia de Barra Velha) x Belém Esse dia amanheceu chuvoso, mas assim que a chuva parou peguei a bicicleta e fui conhecer a praia da barra Velha. O caminho tava com bastante lama, por causa da chuva, mas deu pra fazer sem grandes problemas. No fim do caminho tem um passadiço de madeira que leva até a praia. No local existem 2 bares/restaurantes. Depois de um tempo na praia e de beber um côco era hora de voltar ao hostel, arrumar as coisas, pois o micro ônibus do Edgar Transporte iria me buscar lá. O transporte e o ticket do barco foram reservados previamente pela equipe do Hostel Tucupi. Era uma terça-feira e havia a opção de usar a lancha golfinho, que é rápida e faz o percurso Soure x Belém, mas como eu quis aproveitar meu último dia na ilha, optei pela lancha rápida que sai de Camará às 15h, o ônibus me buscou no hostel às 12:30. Obs: esqueci meu doce de leite de búfala no hostel (10 reais) quando cheguei com o ônibus na balsa para atravessar o rio, adivinha? O Sergio estava lá pra me entregar o doce. Fui embora de Marajó com coração partido, a ilha é linda, conheci pessoas sensacionais e o Tucupi foi uma hospedagem maravilhosa Pouco depois das 17h eu cheguei em Belém, peguei um uber pro Ôvibe hostel. Depois de um banho saí pra comer, pois só havia tomado café cedo e um açaí ao sair de Marajó. Acabei comendo na Tapioca do Mosqueiro, pois era relativamente próximo do hostel. Tapioca gostosa e preço justo. Mais tarde encontrei uma galera e fomos beber no tradicional bar Meu Garoto no Centro de Belém. Ficamos no bar até sermos expulsas, pois eles estavam fechando.
  3. Dia 12 – Ilha de Marajó (Comunidade do Céu) Esse foi um dia bem especial. Novamente graças as dicas do Sergio, conheci a comunidade do Céu e o seu Catita, morador da comunidade do Pesqueiro e uma pessoa maravilhosa. Aluguei uma bicicleta e pedalei até a comunidade do Pesqueiro, vila localizada a esquerda da entrada da praia de mesmo nome. São aproximadamente uns 8km, a estrada é ótima, plana, em meia hora de pedal já estava na comunidade. Como a orientação dada pela equipe do hostel, perguntei ao moradores locais onde morava o Seu Catita, bem rápido encontrei a casa do Seu Catita, que me recebeu da melhor forma possível. A comunidade do Pesqueiro é bastante humilde e seu Catita mora no local desde que nasceu, há 62 anos. Enquanto ele foi arrumar o barco e as hóspedes que viriam de moto taxi não chegavam, tirei algumas fotos da vila e da arrumação do barco para receber o seu dono e mais 4 passageiras. Grupo formado, barco arrumado, fomos definir o que seria feito. O Seu Catita realiza a travessia do rio até a outra margem, onde se inicia uma longa caminha ou pedalada até a vila do Céu. Mas há também a opção de fazer um passeio por um igarapé. Eu super indico fazer isso, visto que o lugar é lindo e o seu Catita é um poço de simpatia e histórias sobre aquele local. Iniciamos o passeio pelo igarapé e o nosso grande guia foi mostrando os pássaros, os caranguejos, as casas onde as pessoas ficam temporariamente para pegar côco, contando a história de vila de pescadores onde mora há mais de 6 décadas, falando sobre a chuva e a maré que destruiu a vila e fez com que ela tivesse que mudar de local.. Fizemos uma parada no meio do rio para um banho, o seu Catita foi a primeiro a dar um mergulho e ficamos um bom tempo nos refrescando e ouvindo as histórias. Tomamos banho de lama e voltamos ao barco para continuar o passeio. Depois do passeio pelo igarapé, ficamos na outra margem do rio, onde começaríamos a caminhada para a comunidade do Céu. Antes disso o seu Catita ainda demonstrou como de descasca um côco na âncora do barco e nos deu para beber. O passeio ficou R$50 por pessoa. A caminhada é longa, mas a paisagem é incrível e vc nem sente. No início não dá pra pedalar, mas no meio do caminho já é possível fazer de bicicleta. A impressão que se tem é que a comunidade nunca chegará, mas quando menos se espera, a esquerda, vc verá o quiosque de palha onde colocam as mesas para atender os turistas. A praia é realmente incrível e tanto o caminho como o local onde ficamos é paradisíaco. Foram algumas horas de bom papo, cerveja gelada e comida deliciosa numa paisagem incrível. Pedimos de entrada uma porção de camarão – 10 reais. Pedimos também carne de caranguejo, mas não tinha no momento, mas um pouco depois apareceu um pouco pra gente. A Paula, que nos atendeu nesse dia (uma pausa aqui pra falar que o atendimento foi maravilhoso e merecedor de muitas gorjetas pelo ótimo serviço prestado), falou que não tinha caranguejo, mas que a mesma conseguiu arrumar um pouco e fazer uma pequena prova para gente A cerveja Tijuca super gelada era 8 reais e a refeição (peixe) para 2 pessoas era 30 reais. Depois dessa experiência maravilhosa, tava chegando a hora de pegar a bicicleta e pedalar mais uns 16km até Soure. Optei por retornar por esse caminho para conhecer outra paisagem. É possível tanto ir quanto voltar sem passar pelo rio (mas aí vc perde o seu Catita), a estrada começa na comunidade do Céu vai por dentro de uma fazendo que é linda, mas há uma “portaria” onde cobram um valor para vc passar. Me cobraram 10 reais, mas como eu só tinha 5 trocado, ficou por esse valor mesmo, mas falam que o valor não é fixo, tem dias que cobram 5, dias que cobram 15.. O caminho é lindo. Desde a comunidade com suas casas coloridas, até a fazenda com suas partes alagadas, búfalos, guarás.. Depois de um dia desse com paisagens lindas, rolou um jantar no hostel regado a caipirinha de manga, caju, muruci, limão.. Um dia realmente inesquecível!
  4. Dia 11 – Belém x Ilha de Marajó (praia do pesqueiro) Esse foi um dia loooooongo.. cheguei ao terminal hidroviário às 6h da manhã, como a embarcação é pequena e os lugares são marcados, fui orientada a chegar com 1h de antecedência. Comprei minha passagem para Camará – 35 reais, tomei café na lanchonete que fica na área de embarque – 6 reais (café e um queijo quente). O barco saiu umas 7:15 e chegamos em Camará umas 9h da manhã. Do lado de fora do porto ficam diversos veículos oferecendo transporte. Vou indicar o Edgar Transporte e Turismo, que eu acabei pegando sem saber, mas descobri que é o melhor transporte da ilha. É uma rede de micro ônibus. Eles te pegam no porto, em Camará, chegam em Salvaterra, atravessam de balsa até Soure, e em Soure te levam até o local onde vc está hospedada, tudo isso por R$13. Umas 11h da manhã eu já estava no Hostel Tucupi. Fui muito bem recebida pela equipe, o quarto ainda não estava disponível, pois os outros hospedes ainda não tinham feito o check out. Me disponibilizaram um locker na sala. Tomei um banho e o Sergio chamou pra mim um moto taxi pra me levar a praia do pesqueiro, onde as outras hospedes já estavam. No hostel tem também a opção de alugar bicicleta, mas como eu não sabia como era o caminho, preferi o moto taxi. Do hostel a praia – 15 reais. Vou falar só um pouco sobre o deslocamento em Soure, capital da Ilha de Marajó. A ilha não tem uma estrutura turística como encontrei em Alter. E as praias estão distante do Centro. Então não importa onde vc se hospede em Soure, vc vai precisar de algo pra chegar até a praia (moto, taxi, bicicleta..). A praia do pesqueiro possui diversos quiosques e barracas com cadeira na beira da areia. Eu fui no período em que os rios estão baixos, então a água ficava lá longe, confesso que fiquei com preguiça e nem me molhei. Nesse dia o tempo fechou e caiu uma forte chuva, mas logo logo passou, aproveitamos o tempo da chuva pra nos abrigarmos no quiosque e almoçarmos. Comemos filhote e dourada, 2 peixes bem típicos da região.Servidos extremamente frescos. No horário agendado o moto taxi apareceu para nos buscar. Nesse dia estava tendo festa do Cirio em Salvaterra, resolvemos ir para conhecer. Deixando claro que esse tipo de informação só consegui acessar graças ao Sergio lá do hostel, que não somente deu a informação, como também nos acompanhou no passeio. Fomos até o porto onde chega a lancha golfinho e pegamos um barco pra Salvaterra. O que me impressionou foi a habilidade da galera que dirige o barco, eles fazem isso com os pés. Após alguns minutos navegando lentamente chegamos na cidade vizinha. A praça estava enfeitada e num outro espaço tinha várias barracas vendendo comidinhas. Não ficamos muito no local, pois chegamos a noite e a festa tinha iniciado pela manhã. Então não tinha muita coisa além da galera bastante alcoolizada Voltamos para Soure e fomos ao restaurante Calhau. A play list do local é divina, o dono extremamente simpático e a cerveja super gelada, Original – 9 reais. Comi um crepe de chouriço que estava delicioso – 15 reais. O file marajoara custa 30 reais.
  5. Dia 10 – Alter do Chão x Belém O povo do hostel tinha combinado de acordar cedo, ver o sol nascer na ilha do amor e subir o morro da piraoca. Mas, como praticamente tds os dias da viagem, o tempo amanheceu bem nublado e acabou não acontecendo. Combinei do taxi me buscar às 11h para me levar pro aeroporto. O valor do trecho é R$100. Geralmente tem gente pra dividir.. Eu consegui dividir o carro com mais 2 hóspedes. O aeroporto de Santarém é bem pequeno e o voo saiu no horário previsto. O aeroporto de Belém não é muito distante do Centro da cidade, o uber deu 16 reais. Deixei a mochila no hostel, tomei um banho e fui tentar comprar meu ticket pra Marajó pra manhã seguinte. Os guichês do terminal estavam fechados, o segurança do local informou que o “golfinho” que faz a viagem direto até Soure, não funciona aos domingos. Então o caminho mais rápido seria pegar a lancha rápida, às 7h da manhã, até Camará, e de Camará pegar transporte até Soure.. Depois desse péssima notícia, só me restou tomar uma cerveja no amazon beer, nas docas. Então quem pretende ir até Marajó, aos domingos não tem a lancha golfinho, que faz o trecho em aproximadamente 2h até Soure! Ela sai às 7h da manhã. O barco lento sai às 10h. Vi o por do sol e experimentei alguns chopps, confesso que não achei nada demais, um chopp comum como vemos em vários lugares do país, acho que eu estava esperando um “sabor regional” rsrsrs Depois do chopp fui ao Tomaz – Culinária do Pará. É meio que uma lanchonete só de comida regional, tem tacacá, maniçoba, vatapá.. O valor é bem acessível, uns 18 reais cada prato. No fim da noite fomos ao Espaço Cultural Apoena, nesse sábado tinha carimbo no local. A casa tem uma programação legal, vale a pena dar uma conferida quando estiver em Belém. O valor do evento era R$15. Como eu tinha que estar às 6h da manhã no terminal para comprar o ticket da balsa rápida pra Marajó, acabei só tomando uma cerveja e indo embora antes do carimbo começar. Todos os trechos eu fiz de uber, os valores foram inferiores a 10 reais.
  6. Dia 9 – Alter – Rio Arapiuns Nesse dia acordei cedo pra fazer o passeio que mais gostei da viagem. Depois do café saímos novamente de lancha ali do CAT (Centro de Atendimento ao Turista). Como o tempo estava nublado e com bastante vento, antes de atravessar o rio Tapajós, o Reinaldo, nosso grande guia, resolveu ir conosco até a ponta de pedra. Onde demos uma parada rápida, meia hora pra conhecer e tirar umas fotos. Depois fomos pro rio Arapiuns. A primeira parada foi numa comunidade bem humilde que vendia artesanato, Urucurea. As casas não eram de alvenaria e a energia era através de placa solar. O artesanato produzido pela comunidade é MT bonito e por preços ótimos, aconselho muito a compra, pela qualidade e por comprar diretamente com os produtores. A segunda parada foi na comunidade Coroca onde almoçamos, conhecemos o lago onde criam tartarugas, os animais foram uma doação e não procriam, não há uma explicação para isso, diversos biólogos já foram ao local e existem diversas suposições, desde número muito maior de machos do que de fêmeas até a possibilidade disso ocorrer, pois as tartarugas vieram de outro rio. Há também a visitação a criação de abelhas sem ferrão. Depois vai até a loja onde vendem artesanato, mel, pimenta.. Depois das visitas, que achei pouco interessante, foi hora do almoço. Fizeram 2 peixes na brasa, tambaqui e um pedaço de pirarucu, ambos estávamos deliciosos. A cerveja Tijuca era vendida 3 latas por 10 reais. Depois do almoço, um café pra despertar e fomos pra ponta grande, uma das praias mais bonitas que vi em Alter. Depois de um tempo nesse lugar lindo, fomos ver o por do sol na ponta do cururu, mas o tempo estava bastante nublado. Acabamos indo embora e ao chegarmos CAT o céu tava num colorido bem bonito. A noite teve roda de choro no bar Dona Gloria. Bem legal, a música foi até tarde e o povo contando e dançando na rua, na chuva. A roda é gratuita, acontece na varanda do bar. Antes é claro rolou um sanduíche no x-Bom.
  7. Dia 8 – Alter – Ilha do amor Nesse dia acordei meio tonta, talvez pelo excesso de passeios de barco (não teve um dia sem navegar de alguma forma) ou pelo excesso de dramin, visto que td dia acabava tomando pra não enjoar.. Então deixei esse dia pra ir até a ilha do amor, que não precisa pegar barco. Pelo menos na época da baixa, onde vc consegue atravessar o rio a pé. Acabei ficando até mais tarde deitada e antes de ir a praia dei uma volta pela cidade, o que não levou mais que 10min, visto a cidade ser bem pequena, ao menos o “centro turístico”. Na caminhada acabei encontrando o Siriá Bistrô, que é um restaurante vegetariano. Só abre para o almoço e só aceita dinheiro, mas vale bastante a pena. Não sou vegetariana e adorei a comida. O local é bem agradável e tem 1 prato por dia, em 3 tamanhos. Pequeno – 20 reais, médio – 25 reais (vem com entrada, uma sopa deliciosa) e grande – 30 reais, todos os valores dão direito ao prato principal e bebida (no dia um chá de hibisco com canela). Havia uma promoção que por mais 5 reais vinha um café e sobremesa (no dia bolo de cacau e mousse de limão). Tem opção vegana também. Depois da comidinha delícia foi hora de caminhar até a ilha do amor, onde passei o dia tomando banho de rio, me refugiando do sol na sombra das árvores e batendo papo até a hora do sol se por. Toda quinta a noite tem carimbo na rua que é imperdível, mas antes fui conhecer o famoso X Bom. Que falando assim parece loucura ir até Alter, onde tem vários itens divinos da culinária pra comer x-burguer. Mas não é bem isso. Há hambúrguer de camarão, hambúrguer de piracuí, o queijo usado é o coalho, a banana é um dos ingredientes de alguns sanduiches.. Enfim.. vá!!! O sanduiche é MUITO BOM!! Ao lado tem uma loja de sucos, sugiro o de abacaxi com taperebá. O suco custo 5 reais, o sanduiche tá numa média de uns 15 reais, depende de qual vc escolher. Fome saciada fui ao carimbó e foi uma das coisas mais bonitas de Alter. O grupo que toca é muito bom e inicialmente rola uma apresentação dos dançarinos, mas depois td mundo entra na roda, os locais, os turistas.. coisa linda de se ver!! A roda acontece na rua e é gratuita, o que pedem é que o consumo seja realizado na barraca do evento, que vende cerveja, água, refrigerante, cachaça, petiscos..
  8. Dia 7 – Alter do chão – praia de Pindobal e ponta do Muretá Nesse dia acabei acordando um pouco mais tarde. Depois de 2 dias numa rede, dormir numa cama, com ar e coberta era td que eu precisava CORE Na pousada hostel tapajos tem um esquema bem legal pros passeios que são oferecidos. Tem um quadro na recepção com o nome de tds os passeios disponíveis, então vc coloca o seu nome nos passeios que tem vontade de fazer. Quando fecha o número para o local escolhido, os funcionários te comunicam. Nessa manhã tinham 2 passeios saindo da pousada: para a Flona e para praia do Pindobal, ambos com pôr do sol na ponta do Muretá. Eu acabei optando pela praia, mesmo sabendo que a Floresta dos Tapajós seria bem legal. Mas como eu estava chegando de Manais, onde eu tinha ficado 2 dias na selva, não teria muita novidade nesse passeio. Após o café bem gostoso, peguei o barco e fui pra Pindobal. Só estávamos eu e uma paulista, então ficou o valor de R$75 pra cada. A praia é linda e tranquila. Vc fica numa barraca com os pés na água quente e límpida do rio Tapajós. Não cobram valor para que vc use as cadeiras, mesas e espreguiçadeiras. O bar fornece refeições, petiscos e bebidas. Valores do que consumi: lata de Tijuca de 269ml – 4 reais (eles levam as cervejas em um isopor com gelo para manter a temperatura), porção de isca de arraia – 20 reais, porção de bolinhos de piracui – 20 reais. Foi um dia tomando cerveja, petiscando, batendo papo e tomando banho de rio. Uma delícia. Como falei, em Manaus nao encontrei brasileiros turistas, já no Pará encontrei muita gente, principalmente do Rio e de São Paulo, por tds os lugares que passei. No fim da tarde entramos no barco e fomos assistir o por do sol na ponta do Muretá. Lindo! A noite sai pra comer pizza na praça com o pessoal que estava hospedado no hostel. Sentamos no restaurante do italiano, na pracinha principal de Alter. Na cidade ocorre algo curioso, pelo menos na baixa temporada, os restaurantes da praça fazem um rodízio entre eles, e cada um abre num dia. Aos finais de semana todos abrem. Então não tem muito o que escolher, é sentar no que tá aberto. A pedida foi a pizza de camarão com jambu e a cerveja cerpa export. Ambas escolhas maravilhosas!!!
  9. Dia 6 – Mais barco até Santarém e chegada a Alter Nesse dia, 6h da manhã, o “agradável” som do barco acorda a todos avisando que o café da manhã será servido e os ticketes já estão a venda. Já estava acordada mesmo, então resolvi descer ao refeitório e provar o café do barco. É algo bem simples. Café com leite, frutas, pão com manteiga e mingau. Como não sou fã de leite dispensei o mingau e tomei o café puro. Acho que uma informação importante é o banheiro. Não sei se foi sorte, mas os banheiros do meu andar permaneceram limpos e com papel higiênico disponível durante toda a viagem. Inclusive no primeiro dia eu tomei banho. No segundo, com chuva e clima ameno, consegui segurar até a chegada no hostel. É um retângulo com pia, vaso sanitário e chuveiro, mas apesar disso o piso não permanecia molhado. Enfim, não é um banheiro confortável, nem fresco, pois não tem nenhuma ventilação, mas é bem possível de ser usado. Voltando.. Um pouco depois do café o barco fez sua primeira parada do dia, no município de Parintins, e a galera que eu bati papo no dia anterior foi embora. Então o segundo dia de viagem acabou sendo mais monótono. Aproveitei para ler e observar as pessoas que estavam viajando. Almocei a refeição vendida no barco também. Havia 2 opções: peixe ou carne. A marmita é bem servida. Arroz, macarrão e a carne escolhida. O feijão fica sobre a mesa do refeitório e as pessoas se servem na quantidade que preferir, assim como pimenta e farinha. Uma outra coisa que percebi (tava muito observadora ) foi que muitas pessoas humildes fazem a viagem, então para uma família com 5 pessoas, ficaria mt oneroso comprar uma quentinha para cada. A pessoa compra uma refeição e leva um pote grande para pôr o feijão. Assim fica viável, com bastante feijão, dividir a quentinha para várias pessoas. O refeitório é super pequeno, então as pessoas tendem a comer na área das redes. Em algum momento, na parada na cidade Óbidos, a policia federal entra para fiscalizar os barcos. Chegam no andar se apresentam, solicitam que as pessoas permaneçam fora das redes, próximo a sua bagagem, exceto idosos, gestantes e crianças, esses podem permanecer sentados/deitados. Pedem a documentação de todos e perguntam o motivo da viagem. Algumas pessoas tiveram a bagagem revistada. A tarde o tempo começou a melhorar e rolou novamente um belo pôr do sol. Quando começou a anoitecer começou bater um tédio e uma ansiedade de chegar logo. A experiência foi incrível, aconselho a fazerem essa viagem de barco, mas talvez se eu tivesse que permanecer mais 1 noite e 1 dia no barco eu ficasse dominada pelo tédio. Converse com os demais passageiros, foi a melhor coisa da viagem. Além do tempo passar rápido, é ótimo ouvir outras realidades. O barco chegou em Santarém pouco depois das 22h. Segundo pessoas que estavam no barco e costumam fazer esse trajeto, a viagem foi mais longa, provavelmente por causa da chuva. Geralmente o barco chega no fim do dia em seu destino final. Como estava tarde, muitas pessoas optaram por dormir no barco, já que não tinha mais ônibus para alguns destinos. Eu estava louca pra chegar em Alter. Fui negociar com os taxistas e mototaxistas. De carro consegui chegar no valor de 80 reais e de moto 50 reais. Mas um peruano, que estava como guia de um grupo de gringos, me ofereceu carona na van que eles haviam contratado. Economizei esse valor e em uns 30min já estava no hostel
  10. Dia 5 – Manaus x Santarém de barco Fazer um trecho de barco já era um desejo meu desde quando comecei a pesquisar sobre esse destino, achei que seria uma experiência única e já que eu estaria por lá, era a hora de viver. Escolhi fazer o trecho Manaus x Santarém por ser o mais rápido e com mais opções de dias de saída, o que facilita encaixar o barco no roteiro, além de não ser um martírio caso eu não curtisse a experiência. Acordei e fui tomar café em uma lanchonete na rua principal, bem próximo ao hostel, tomei um suco de limão ( 4 reais) e comi um x-caboquinho ( 9 reais), o sanduiche parece um almoço, vem queijo, banana, tucumã (fruta local) e ovo, eu pedi no pão francês, tem a opção se ser na tapioca também. De lá fui até o local de onde saem os barcos para comprar minha passagem (120 reais), tinha a informação que o barco saia meio-dia de segunda, mas chegando lá falaram que era às 11h. Passei pela Casa das Redes e comprei a rede mais barata da loja (25 reais) e as cordas pra amarrar a rede no barco (5 reais). Voltei correndo no hostel, arrumei minhas coisas peguei um mototaxi e fui pro barco. Até pq o que andei lendo é que era bom chegar cedo para por a rede num bom local. Passei rapidamente pelo mercado municipal e me dirigi ao porto onde estava o barco onde eu permaneceria até a noite seguinte. Fui direto para o segundo andar de redes, o primeiro é refrigerado, mas optei por permanecer no de cima, onde não tem ar. Acho que foi a melhor opção, corre bastante vento, então não senti calor em momento algum. Fora que muitas pessoas levam comida para consumir durante a viagem, algumas não tomam banho, crianças passam mal.. Entao estar num local fechado e refrigerado pode não ser a melhor opção Procurei um local próximo a mulheres e pedi ajuda pra colocar a rede. Em poucos minutos já estava instalada e fazendo amizade. O barco tem 4 andares. 2 de carga ( 1 porão e o térreo), 2 de passageiros e 1 terraço. No segundo andar de passageiros também está o bar e os camarotes. A maior parte dos passageiros é população local, no andar eu estava tinha um grupo grande de turistas europeus idoso e um jovem casal do Chile (ou pode ser do Peru, não lembro), o resto era de moradores da região norte que estavam indo visitar família ou indo ou voltando de algum trabalho. Uma coisa que percebi também (esse negócio de viajar sozinha é bom pra prestar atenção na conversa alheia rsrs) é que tinha mt gente que trabalhava com garimpo. O barco vende refeições. 5 reais o café da manhã. 15 reais almoço e janta, mas se vc comprasse antecipado era 10 reais. O bar vende biscoitos, misto quente - 5 reais, refrigerante - 5 reais, cerveja Itaipava - 5 reais (os manauaras não são muito bons em escolher cerveja, ne?! ) Nas paradas várias pessoas ficam do lado de fora, ou entram na embarcação, vendendo desde marmitas, até queijo, frutas, sacolé.. Após alguns minutos que o barco sai, tem uma parada para as cargas e depois passa pelo encontro dos rios, Solimões com suas águas barrentas e Negro com suas águas escuras. Depois a paisagem é mesmo que a mesma, o largo rio Amazonas e as margens distantes. O pôr-do sol é lindo! Nesse dia eu não fiz as refeições vendidas no barco. O x-caboquinho me deixou satisfeita e a noite eu comi um sanduiche vendido no bar. Passei as horas conversando sobre a disputa dos bois de Parintins com uma galera da cidade e falando sobre a proximidade com o carnaval do sambódromo carioca. As horas passaram sem que eu percebesse.. O bar tem um som constante com bastante brega e tecnobrega, mas da parte das redes ele não fica incômodo, dá pra conversar tranquilamente. Às 22h o som foi desligado. A noite faz um frio danado. Então a boa é levar uma roupa bem quentinha e um saco de dormir (se possível). Eu estava de calça, casaco e meia e senti falta de uma coberta. Pra completar começou a chover na madrugada e eu só não congelei pq colocaram uma lona na lateral do barco para evitar que a chuva molhasse a área das redes.
  11. Dia 4 – Selva Nesse dia acordamos super cedo, umas 5h, pra assistirmos o sol nascer. Mas o tempo estava super nublado e perdemos horas de sono e o sol nasceu por trás das nuvens. Um dos cachorros da hospedagem nos acompanhou Voltamos pra tomar café. Após o café saímos para uma caminhada pela selva. O guia foi explicando as árvores, o poder medicinal, a atulização para construir desde armas até casas com o que se encontra no mato. Nesse dia caiu uma chuva torrencial exatamente quando estávamos no meio da trilha, ficamos um bom tempo fazendo a trilha com chuva e um outro tempo tentando se encharcar um pouco menos. Acho que uma coisa boa de levar pra essa viagem é um corta vento impermeável, daqueles finos mesmo, ou uma capa de chuva, pois peguei chuva em alguns momentos e senti falta de algo que me mantivesse seca. Depois dessa trilha molhada, que não permitiu muitas fotos, voltamos para almoçar. Às 14h comecei o retorno para Manaus. Na volta o funcionário que nos buscou levou até a agência, solicitei que me levasse até o hostel, local onde me buscaram. Voltei pro Semear hostel, e fiquei bebendo cerveja ( que comprei na rua pq no hostel só vendia Itaipava) e batendo papo com os outros hóspedes. Lanchei um cheeseburguer num camelô próximo ao hostel - R$5. Uma coisa que observei em Manaus é que tem pouco turista brasileiro, tanto no passeio da selva, quanto no hostel, eu era a única brasileira, fora os funcionários.
  12. Dia 3 – Selva Eu contratei o pacote com a empresa Iguana Tour, fiz o contato por whatsapp e não foi preciso realizar nenhum depósito prévio. No dia e horário agendado um funcionário estava no hostel para me buscar. Fiz o passeio de 2 dias e 1 noite – 360 reais (com transporte, hospedagem e alimentação). O valor foi pago em espécie, na loja física da agência antes de iniciar o tour. Da agência uma Kombi me levou, juntamente com 3 alemães e 3 gregos até o porto da CEASA, de lá uma embarcação nos levou até a outra margem do rio, onde uma outra Kombi já nos aguardava. Passamos por um trecho asfaltado e depois começou a aventura, uma estrada bem ruim, de barro e com vários trechos escorregadios, em vários momentos o veículo ia deslizando de lado pela pista e eu achava que a qualquer momento íamos virar rsrs Depois da aventura chegamos a um bar, onde rola um banheiro, uma sinuca e cerveja. Desse local pegamos um outro barco que nos levou, por um caminho lindo, até a acomodação na selva. O “hotel” possui quartos privativos e coletivos. Além de uma escada imensa para acessar o local. Eu fui no tempo da seca, mas é possível observar pela marca que a água deixa nas arvores, que o rio chega a subir 20m acima do nível onde eu peguei. Por isso é possível observar que as casas estão localizadas sempre em locais muito altos. A natureza é incrível, vários campos e arvóres ficam submersos um logo período do ano. No período de cheia o barco te deixa no topo da escada. Depois de deixar as coisas no quarto, foi hora de tomar um banho de rio pra amenizar o calor que faz por lá. Só não esqueça de confirmar com o guia se o local é seguro para mergulhar, visto ser rio com animais como cobras, piranhas.. O almoço é simples, arroz, feijão, peixe, salada e farofa. Bem gostoso. No local é vendido cerveja, refrigerante e caipirinha. A cerveja era Skol, 5 reais a lata. Depois do almoço pegamos um barco e fomos pescar piranhas. O guia para num local e entrega vara com um anzol pra cada um e uns pedaços de pele de frango. Eu que nunca tinha pescado na vida consegui a primeira piranha em alguns minutos. Um parênteses para o guia que nos acompanhou, o Conrado, o cara é espetacular, faz isso há mais de 2 décadas e tem grande conhecimento e prazer pelo que faz!!! Depois fomos dar uma mergulho no rio, longe da parte onde pescamos, pois ninguém queria ser mordido por uma piranha. E fomos ver o pôr-do-sol, no barco, no meio do nada. Apenas com o barulho da selva ao redor. Depois do sol se despedir foi hora da lua cheia chegar, ela veio por trás da mata, vermelha e imensa. Uma das luas mais bonitas que vi na vida. Só não tenho foto pq meu celular é uma merda. Depois desses momentos incríveis. retornamos ao hotel para tomar banho (isso digo por mim, os gringos só trocavam de roupa mesmo) e jantar. E saímos de barco novamente para focagem de jacaré. O guia sai do barco e pega um filhote e trás para o barco. A galera pode pegar, tirar foto e devolver pra água, eu não tive essa coragem, mas os gringos piraram e tiraram várias fotos. Depois o guia ainda ensinou como descer do barco e pegar o jacaré, aí que foi o ápice do passeio pros gringos, estavam se sentindo Indiana Jones. Após a focagem de jacaré, voltamos pro deck do alojamento, onde ficamos bebendo e batendo um papo. Além de fotografar bichos gigantes que apareciam voando ou pulando a todo momento. Nao esqueçam o repelente!!
  13. Dia 1 – Tentativa de Rio de Janeiro x Manaus Não há muito o que falar, dia de estresse com a cia aérea Azul. Dia 2 - Rio de Janeiro x Manaus Cheguei em Manaus às 14h. Não esqueça de acertar seu relógio, lá são 2h a menos do que o horário do Rio, isso no horário de verão. No aeroporto peguei um uber pro Hostel – 22 reais. Tomei um banho, coloquei uma roupa fresca pq Manaus parece um forno e fui conhecer o Teatro Amazonas. A visita guiada custa R$20 e dura aproximadamente 45min, acontece de hora em hora. Depois da visita fui ao bar/restaurante Tambaqui de Banda, que fica na praça em frente ao teatro. Provei a costela do peixe tambaqui, tomei 2 cervejas e 1 água, o jantar deu R$64. Achei bem gosto, o peixe estava com uma crosta crocante muito gostosa. Nessa primeira refeição, já pude perceber que a galera curte jogar um coentro na comida. Depois do jantar fui pro hostel descansar, pois no dia seguinte, antes das 8h, iriam me buscar no hostel para o passeio na selva.
  14. Mochileiras e Mochileiros, estive pelo Amazonas e pelo Pará por alguns dias e volto aqui pra repassar informações sobre os locais onde estive. O resumo da viagem foi +ou- esse: Dia 1 – Rio de Janeiro x Manaus (voo atrasou, perdi conexão e só consegui chegar no dia seguinte em Manaus) Dia 2 - Rio de Janeiro x Manaus (finalmente) Dia 3 – Manaus (selva) Dia 4 - Manaus (selva) Dia 5 – Manaus x Santarem (de barco) Dia 6 – Manaus x Santarem x Alter do Chão Dia 7 – Alter (pindobal) Dia 8 – Alter (ilha do amor) Dia 9 – Alter (Arapiuns) Dia 10 – Alter x Santarém x Belém Dia 11 – Belém x Marajó (praia do pesqueiro) Dia 12 – Marajó (comunidade do Céu) Dia 13 – Marajó (praia de barra velha) x Belém Dia 14 – Belém Dia 15 – Belém x Rio de Janeiro Transporte Fiz de avião os trechos: Rio x Manaus, Santarém x Belém e Belém x Rio de Janeiro. O trecho Manaus x Santarém eu fiz de barco, foram aproximadamente 36h navegando e uma experiência incrível. Sobre os barcos, o trecho Manaus x Santarém, é feito de segunda a sábado. O preço varia entre 120 e 80 reais. O trecho Santarém x Belém é feito apenas às segunda e sextas, valor R$200. Segurança Sempre rola um receio de nós, mulheres, viajarmos sozinha. Mas eu não me senti insegura nessa viagem, mesmo sendo uma região extremamente machista. A parte que senti um certo incômodo foi no trecho Manaus x Santarém, todas as vezes que eu ia até a área do bar para poder fumar, era abordada. Em nenhum momento foram ofensivos, mas é desconfortável vc não poder fumar um cigarro sem que um homem venha querer puxar papo. Hospedagem Em Manaus fiquei no Semear Hostel. Ele é super simples, não fornece café da manhã, mas está muito bem localizado. Fiz tudo caminhando. O ar funciona bem e o local é limpo. E não posso deixar de comentar que foram compreensivos com meu voo que atrasou e não cobraram a primeira diária, apesar da reserva. Em Alter eu fiquei na Pousada do Tapajós hostel. O local é super aconchegante, o café é uma delícia, está a 5 min caminhando da praça central. Indico muito se hospedar lá. Além de hostel, com quarto feminino, masculino e misto, tem a parte que funciona como pousada e um redário. Então tem hospedagem para todos os gostos e bolsos. Em Belém eu fiquei primeiro no Belém Hostel, mas foi meio que só pra pernoitar, então não tenho muito o que falar. Quando voltei fiquei no Ovibe hostel & arts, o hostel tem uma super estrutura, o quarto é super amplo e limpo. O ar fica ligado 24h, diferente de todos os outros locais onde me hospedei, que só era ligado a noite e desligado pela manhã. Na Ilha de Marajó eu fiquei hospedada no Hostel Tucupi e foi a melhor hospedagem da viagem. O hostel é simples, possui apenas 12 leitos e isso resulta numa hospedagem intimista, onde vc se sente em casa. A equipe é ótima, o proprietário do local, Sergio, é aquela pessoa que conhece tudo de Soure e te dá todas as dicas, aluga bicicleta, faz contato com mototaxi, te leva nos melhores locais da cidade.. Foi maravilhoso!! Se vc for lá, fala pro Sergio que a Marcela do Rio mandou um beijo rs
×