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marcelanuol

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  1. Nossa, @Thaliabf, nao tinha visto seu comentário, acho que agora nao vai adiantar mt, mas.. A trilha é muito tranquila, esbarramos com adultos e crianças fazendo a trilha, nao é indicada pra pessoas que tenha dificuldade de locomoçao, mas nao precisa ser atleta nao. Sobre placas, nao é mt necessário, pois só tem bifucarção na primeira praia, de resto é trilha curta, fácil e única. Não tem erro!!
  2. Dia 14 – Belém Nesse dia acordei com uma ressaca absurda, acabei ficando na cama até umas 11h, quando enfim tive forças pra levantar e ir dar uma volta pelor Ver-o-Peso. A ideia inicial era fazer Mangal das Garças, Forte, Casa das 11 janelas.. Mas eu não estava muito disposta a ficar caminhando no clima nada ameno de Belém. Não que a cidade não mereça várias caminhadas, mas eu já tava no fim da viagem e tinha exagerado na cerveja na noite anterior. Peguei um uber até o Ver-o-Peso e fiquei um bom tempo percorrendo as barracas, provando e comprado castanha, cachaça de jambu, licor de a
  3. Dia 13 – Ilha de Marajó (praia de Barra Velha) x Belém Esse dia amanheceu chuvoso, mas assim que a chuva parou peguei a bicicleta e fui conhecer a praia da barra Velha. O caminho tava com bastante lama, por causa da chuva, mas deu pra fazer sem grandes problemas. No fim do caminho tem um passadiço de madeira que leva até a praia. No local existem 2 bares/restaurantes. Depois de um tempo na praia e de beber um côco era hora de voltar ao hostel, arrumar as coisas, pois o micro ônibus do Edgar Transporte iria me buscar lá. O transporte e o ticket do barco foram r
  4. Dia 12 – Ilha de Marajó (Comunidade do Céu) Esse foi um dia bem especial. Novamente graças as dicas do Sergio, conheci a comunidade do Céu e o seu Catita, morador da comunidade do Pesqueiro e uma pessoa maravilhosa. Aluguei uma bicicleta e pedalei até a comunidade do Pesqueiro, vila localizada a esquerda da entrada da praia de mesmo nome. São aproximadamente uns 8km, a estrada é ótima, plana, em meia hora de pedal já estava na comunidade. Como a orientação dada pela equipe do hostel, perguntei ao moradores locais onde morava o Seu Catita, bem rápido encontrei a casa do Seu Catit
  5. Dia 11 – Belém x Ilha de Marajó (praia do pesqueiro) Esse foi um dia loooooongo.. cheguei ao terminal hidroviário às 6h da manhã, como a embarcação é pequena e os lugares são marcados, fui orientada a chegar com 1h de antecedência. Comprei minha passagem para Camará – 35 reais, tomei café na lanchonete que fica na área de embarque – 6 reais (café e um queijo quente). O barco saiu umas 7:15 e chegamos em Camará umas 9h da manhã. Do lado de fora do porto ficam diversos veículos oferecendo transporte. Vou indicar o Edgar Transporte e Turismo, que eu acabei pegando sem saber, mas descobr
  6. Dia 10 – Alter do Chão x Belém O povo do hostel tinha combinado de acordar cedo, ver o sol nascer na ilha do amor e subir o morro da piraoca. Mas, como praticamente tds os dias da viagem, o tempo amanheceu bem nublado e acabou não acontecendo. Combinei do taxi me buscar às 11h para me levar pro aeroporto. O valor do trecho é R$100. Geralmente tem gente pra dividir.. Eu consegui dividir o carro com mais 2 hóspedes. O aeroporto de Santarém é bem pequeno e o voo saiu no horário previsto. O aeroporto de Belém não é muito distante do Centro da cidade, o uber deu 16 reais. Deix
  7. Dia 9 – Alter – Rio Arapiuns Nesse dia acordei cedo pra fazer o passeio que mais gostei da viagem. Depois do café saímos novamente de lancha ali do CAT (Centro de Atendimento ao Turista). Como o tempo estava nublado e com bastante vento, antes de atravessar o rio Tapajós, o Reinaldo, nosso grande guia, resolveu ir conosco até a ponta de pedra. Onde demos uma parada rápida, meia hora pra conhecer e tirar umas fotos. Depois fomos pro rio Arapiuns. A primeira parada foi numa comunidade bem humilde que vendia artesanato, Urucurea. As casas não eram de alvenaria e a energia er
  8. Dia 8 – Alter – Ilha do amor Nesse dia acordei meio tonta, talvez pelo excesso de passeios de barco (não teve um dia sem navegar de alguma forma) ou pelo excesso de dramin, visto que td dia acabava tomando pra não enjoar.. Então deixei esse dia pra ir até a ilha do amor, que não precisa pegar barco. Pelo menos na época da baixa, onde vc consegue atravessar o rio a pé. Acabei ficando até mais tarde deitada e antes de ir a praia dei uma volta pela cidade, o que não levou mais que 10min, visto a cidade ser bem pequena, ao menos o “centro turístico”.
  9. Dia 7 – Alter do chão – praia de Pindobal e ponta do Muretá Nesse dia acabei acordando um pouco mais tarde. Depois de 2 dias numa rede, dormir numa cama, com ar e coberta era td que eu precisava CORE Na pousada hostel tapajos tem um esquema bem legal pros passeios que são oferecidos. Tem um quadro na recepção com o nome de tds os passeios disponíveis, então vc coloca o seu nome nos passeios que tem vontade de fazer. Quando fecha o número para o local escolhido, os funcionários te comunicam. Nessa manhã tinham 2 passeios saindo da pousada: para a Flona e para praia do Pindobal, a
  10. Dia 6 – Mais barco até Santarém e chegada a Alter Nesse dia, 6h da manhã, o “agradável” som do barco acorda a todos avisando que o café da manhã será servido e os ticketes já estão a venda. Já estava acordada mesmo, então resolvi descer ao refeitório e provar o café do barco. É algo bem simples. Café com leite, frutas, pão com manteiga e mingau. Como não sou fã de leite dispensei o mingau e tomei o café puro. Acho que uma informação importante é o banheiro. Não sei se foi sorte, mas os banheiros do meu andar permaneceram limpos e com papel higiênico disponível dur
  11. Dia 5 – Manaus x Santarém de barco Fazer um trecho de barco já era um desejo meu desde quando comecei a pesquisar sobre esse destino, achei que seria uma experiência única e já que eu estaria por lá, era a hora de viver. Escolhi fazer o trecho Manaus x Santarém por ser o mais rápido e com mais opções de dias de saída, o que facilita encaixar o barco no roteiro, além de não ser um martírio caso eu não curtisse a experiência. Acordei e fui tomar café em uma lanchonete na rua principal, bem próximo ao hostel, tomei um suco de limão ( 4 reais) e comi um x-caboquinho ( 9 reais), o sa
  12. Dia 4 – Selva Nesse dia acordamos super cedo, umas 5h, pra assistirmos o sol nascer. Mas o tempo estava super nublado e perdemos horas de sono e o sol nasceu por trás das nuvens. Um dos cachorros da hospedagem nos acompanhou Voltamos pra tomar café. Após o café saímos para uma caminhada pela selva. O guia foi explicando as árvores, o poder medicinal, a atulização para construir desde armas até casas com o que se encontra no mato. Nesse dia caiu uma chuva torrencial exatamente quando estávamos no meio da trilha, ficamos um bom tempo fazen
  13. Dia 3 – Selva Eu contratei o pacote com a empresa Iguana Tour, fiz o contato por whatsapp e não foi preciso realizar nenhum depósito prévio. No dia e horário agendado um funcionário estava no hostel para me buscar. Fiz o passeio de 2 dias e 1 noite – 360 reais (com transporte, hospedagem e alimentação). O valor foi pago em espécie, na loja física da agência antes de iniciar o tour. Da agência uma Kombi me levou, juntamente com 3 alemães e 3 gregos até o porto da CEASA, de lá uma embarcação nos levou até a outra margem do rio, onde uma outra Kombi já nos aguardava. Passamos por u
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