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  1. http://parttimelady.blogspot.com.br/p/colombia.html Em julho de 2015, passei 2 agradáveis semanas nesse país lindo chamado Colombia. De todos os mais de 30 países que já estive, talvez seja o mais parecido com o Brasil onde caos e beleza se misturam e onde apesar dos seus problemas o único perigo foi não querer ir embora. Os colombianos são pessoas super agradáveis, sempre alegres, quase sempre sorrindo, muito amigáveis e sempre querendo conversar num portunhol. Eles adoram bailar salsa, adoram beber café ( delicioso por sinal), adoram arepa con queso e limonada de coco. Adoram puxar conversa com estranhos na rua e amam futebol. De Cartagena, guardo as lembranças da cidade muralhada divinamente encantadora, das noites animadas a salsa, das limonadas de coco, e de tomar café pelas ruas e é claro, da beleza da Isla del Rosario e Playa Blanca. Do Parque Nacional de Tayrona só posso dizer que todas aquelas horas de caminhada valem a pena ao chegar ao Cabo San Juan del Guia e nadar naquelas aguas maravilhosa. De San Andres, apesar da falta de infra estrutura, beleza e simpatia do povo é o que não falta. Sentar nas areias brancas e tomar cerveja Club Colombia é uma experiência que vai demorar pra sair da memória. Bogotá com sua noite maravilhosa e seu centro histórico altamente bem preservado e cheio de museus e informação, fazendo de cada esquina uma aula de história colombiana. Obrigada por me receber tão bem, Colombia Hasta Pronto!!! Mais fotos e relatos detalhados no meu blog http://parttimelady.blogspot.com.br/p/colombia.html
  2. torpida

    Vietnam - 3 semanas

    Foram 6 meses rodando o mundo, e 3 semanas dedicas somente ao Vietnam Ho Chi Minh, Hoi An, Hanoi, Hue, Sapa, Halong Bay foram os locais que passei Compartilho meu diário de viagens a seguir, com muitas fotos. Mais detalhes no blog http://parttimelady.blogspot.com.br/ Dia 1 08/05a Havia lido no Travelfish sobre um tour fotográfico aqui em Hoi An com um fotográfo francês que vive por aqui. Gostaria de ter feito o tour do por do sol, mas como não iria ter no período que estaria na cidade, acabei optando pelo tour do nascer do sol. Então, as 4:45 da manhã me pegaram no hotel pro tour. Tomamos um café no pier, de onde pegamos um barco até uma vila de pescadores. Etienne, o fotógrafo nos deu algumas dicas de como abordar os locais e então estávamos livres pra tirar nossas fotos com a maravilhosa luz do nascer do sol. Apesar da experiência ter sido legal, os momentos de luz espetacular duraram muito pouco e gostaria de ter tido mais tempo pra fotografar, mas a esperiência foi legal sim, apesar de cara( 35 dólares). Creio que a coisa que mais valeu a pena foi algo que até agora depois de tantas viagens não havia percebido. Que em todo local que voce vai 3 palavras são obrigatórias serem aprendidas: "Oi·” "Obrigado" e "Bonito”. Com essas 3 palavrinhas mágicas consegui abordar e estabelecer comunicação com um pessoal mais simples que não fala inglês. Depois do tour, pegamos o barco no píer e seguimos de bicicleta até o centro da cidade antiga. Como tudo acabou cedo, havia marcado com a Lina, a colombiana de irmos a praia. Dessa vez seguimos pra praia de Ao Nang que é um pouco mais perto que a de Cua Dai, ( uns 4km) da cidade. A praia lá também estava ótima e em Ao Nang diferente de Cua Dai, não se paga pelas cadeiras se voce depois almoçar no restaurante. A praia estava realmente uma delicia e foi um dia super agradável. Praia, sol, caranguejos, cerveja... No fim da tarde voltamos a cidade e ainda demos uma pequena volta pelo mercado antes de voltar pro hotel. As noites em Hoi An não variam muito, mas são sempre especiais. Dia 2 Já havia visitado algumas atrações da cidade com meu ticket, mas o Sebastian, o alemão que havia conhecido na praia no dia anterior acabou me dando o ticket dele, então me sobraram mais atrações pra visitar. Novamente fui a ponte japonesa mas dessa vez também fui a mais uma das casas antigas a Quan Tang( minha preferida ainda È a Tan Ky). Peguei então a bicicleta e segui em direção a uma parte da cidade mais rural. Segui andando sem rumo de bicicleta, passando pelos campos de arroz. Até que meio sem querer cheguei a um local que achei interessante e quando parei a bicicleta fui abordada por um simpatico casal vietnamita que me convidou a entrar a casa deles, me ofereceram chá e manga e me deram agradáveis minutos de conversa. Depois de tudo, ainda perguntaram se eu queria algumas mangas pra levar pra comer depois e me ensinaram como se pegava diretamente do seu quintal nas árvores. Eles eram extremamente amigáveis. Depois, então, segui meu caminho de volta a cidade parando no museu da história e cultura de Hoi An, que é bem injusto com a história e cultura da cidade, deixando muito a desejar. Parei também em mais uma assembléia, a de Trieu Chau , no templo Quan Cong e na Communal House Minh Huong. Todas visitas ultra rápidas. Aproveitei que já passava um pouco da hora do almoço e tive minha melhor experiência gastronômica no Vietnam num restaurante chamado Miss Ly, onde provei o menu de prova, que consistia em 4 pratos locais típicos: Cao Lao, White Rose, Walton e Fresh Spring Rolls. Todos extremamente deliciosos em especial o Walton. Como ainda havia bastante tempo antes do sol se por segui de bicicleta dessa vez pro outro lado, beirando o rio em direção a Thanh Ha, uma vila onde eles fabricam cerâmica, uns 3km do centro da cidade. Novamente uma paisagem agrádavel pelos campos de arroz. A vila em si não havia nada demais mais encontrei uma crianças por lá e comecei a fotografá-las. No começo elas estavam bem tímidas mas elas iam rindo conforme eu ia mostrando as fotos e começavam a querer pousar. Meu pequeno vocabulário vietnamita foi bem útil. Comecei então a mostrar as fotos aos pais que também riam e gostavam e me pediam pra fotografar as crianças. Foi bem divertido e no final as crianças já vinham me dar flores e biscoitos. Ganhei uma flor na despedida. De volta ao hotel, marquei de jantar com a Lina colombiana, e como gostei tanto do Miss Ly acabamos voltando lá pra terminar a noite. Continua Mais detalhes no http://parttimelady.blogspot.com.br/
  3. 2014 foi meu ano escolhido pra uma volta ao mundo. Tive o privilégio de conhecer um pouquinho dessa país chamado Laos e compartilho aqui meu relato de viagem com muitas fotos. Dia 3 No dia anterior havia combinado com o pessoal do hotel pra irmos a cachoeira de Kuang Si. O hotel nos reservou um tuk tuk pra irmos até a cachoeira por 50 000kips cada e foi a melhor decisão q poderia ter tomado. Primeiro,fomos de manha, hora que está mais vazio já que a maioria dos tours só vão a tarde. Segundo, saiu ainda mais barato que o próprio tour e terceiro você tem muito mais tempo pra apreciar o local. Sao uns 50min de tuk tuk desde o centro de Luang Prabang e a entrada custou 20 000 kip. O lugar é lindo. Nunca havia visto cachoeira daquela cor, com um tom de água tão clarinho. Existem várias piscinas naturais e a dica é não ficar só nas do primeiro nível e sim ir subindo até o topo da cachoeira onde elas se tornam mais bonitas. Uma dica de ouro que recebi de um cara no caminho foi que na subida final pro topo da cachoeira há um momento que o caminho se bifurca em 2. O da direita vai vai realmente pro topo da cachoeira enquanto o da esquerda segue em direção a uma parte da cachoeira com uma piscina natural linda que pelo menos quando eu fui era praticamente toda minha e de uma britânica que me acompanhava. Depois continuei a árdua subida em direção ao topo mesmo onde dizem que a vista é linda. Estava com uma britânica e acho que perdemos algo pois não conseguimos de fato apreciar essa vista. Fiquei umas 3h lá mas não foi suficiente e gostaria de ter ficado mais. Fomos embora quando as excursões começavam a chegar e o local ficar mais cheio. Dentro do local onde fica a cachoeira há tambem um espaço pra ursos resgatados e também vale uma passagem rápida por lá. No meio da tarde já estava de volta ao centro de Luang Prabang. A noite fui conhecer o Utopia um famoso bar na cidade, difícil de encontrar mas com um ambiente espetacular que me fez muito querer montar um igual ao ao voltar pro Brasil. Dia 4 Havia reservado antes pelo site um dia de aula de culinária na Tamarind Coocking School, em Luang Prabang, seguindo as recomendações do trip advisor que dizia ser excelente. As 9h estava na porta do restaurante mas as aulas não acontecem lá. Primeiro, seguimos a uma feira local onde nos foram apresentados os ingredientes que seriam utilizados. Depois disso seguimos pro local onde de fato as aulas acontecem. Um local incrível. Com uma cozinha toda ao ar livre, cozinhamos em panela de barro e carvão. As aulas são em inglês e nos ensinaram a preparar pratos locais. Primeiro o sticky rice ou arroz grudento, depois uma espécie de molho onde se molha o arroz. Depois foi um peixe com um molho local enrolado na folha de banana pra cozinhar. Meu preferido foi uma espécie de bolinho de frango colocado como recheio dentro do capim limão e depois frito. Por ultimo cozinhamos Lam feito com carne, bile e estomâgo de búfalo. Todos os pratos preparados individualmente por cada aluno e depois almoçamos os pratos que preparamos, todos deliciosos ( até o lam). Foi uma experiência muito legal para conhecer a culinária local. Depois do almoço foi a vez de preparar a sobremesa. Purple sticky rice com coco que é comido com frutas. Escolhi o abacaxi e estava delicioso. Satisfeita com a comida nos deram um pequeno livro de receitas com os pratos preparados e nos levaram de volta ao restaurante deles. Adorei a experiência. Continua no http://parttimelady.blogspot.com.br/2015/01/esse-pedaco-de-paraiso-chamado-laos.html'>http://parttimelady.blogspot.com.br/2015/01/esse-pedaco-de-paraiso-chamado-laos.html Blog Part Time Lady: http://parttimelady.blogspot.com.br
  4. Em 2014 fiz uma viagem de volta ao mundo e dediquei 18 dias a esse país encantador. No meu blog faço um relato detalhado, com muitas fotos, dos meus dias em Bangkok,Koh Tao, Krabi, Phi Phi e Chiang Mai. Espero que possa ser útil http://parttimelady.blogspot.com.br/p/tailandia.html
  5. Em 2014 fiz uma viagem de volta ao mundo que durou alguns meses Eis meu relato dos meus dias na Russia, pra quem possa interessar. http://parttimelady.blogspot.com.br/p/russia.html Abraços
  6. Em fevereiro de 2014 iniciei uma viagem de semi volta ao mundo. Passei 6 dias no Marrocos e compartilho meu diário de viagem no http://parttimelady.blogspot.com.br com muitas fotos. Dia 1 ai do hostel em Madrid, no começo da tarde. Foram cerca de 45 minutos até o aeroporto e então, no fim da tardem chegava no aeroporto de Marrakech. Estava muito apreensiva sobre como seria minha primeira viagem sozinha, uma mulher, a um país islâmico, apesar do Marrocos ser talvez o pais islâmico mais liberal que há. Saindo do aeroporto tive que negociar por 100 dirhans (dh) um taxi até a medina, que é a parte antiga da cidade, cercada pelo muro. A primeira coisa a saber sobre o Marrocos é que lá as coisas não tem preço fixo e que tudo é negociado. Em geral, o primeiro valor que eles te dizem é cerca do dobro do que acaba sendo o valor final, as vezes bem mais. Enfim, o taxi me deixou na medina, perto do riad onde ficaria hospedada. Primeiramente, outra coisa a saber sobre o Marrocos é essa mania dos taxistas te deixarem perto do local e te apontarem dizendo "fica por ali" Mas enfim, medo de não achar o local que ficaria hospedada mas enfim, tudo deu certo e achei. Fiquei hospedada no Riad Casa Sophia, os Riad são tipo umas casas marroquinas com pátio central aberto, È interessante ficar lá devido a atmosfera mais árabe dos locais. O que fiquei, Riad CASA SOPHIa, adorei, bem localizado, aconchegante com funcionários super prestativos e educados que falavam comigo numa mistura de todos os idiomas. Estava um pouco apreensiva sobre andar sozinha pela medina já no fim da tarde, mas o pessoal do riad me tranquilizou. O primeiro destino foi óbvio o principal destino de Marrakech, a praça Djaalma del Ferna, onde tudo acontece, e para onde todas as placas apontam. A praça é bem grande, e a primeira vista é ultra mega confusa, sim, depois de 10 vistas continua a ser caótica e ultra mega confusa mas você passa a se acostumar. Cercada por restaurantes pra turistas, tem vários souks ao redor( que são os mercados marroquinos ) e tem vários vendedores ambulantes, carroças, turista, barraquinhas que vendem o melhor suco de laranja que já tomei por apenas 40dh, e um mercado de comida, onde se pode comer Cuscus ou Tagine por 30dh. Quando o sol vai se pondo, ai que a praça vai ganhando mais vida, com o mercado de comida a todo vapor, vendedores de doces e artistas de rua marroquinos, esperando que voce os pague. Em Marrakech tudo, absolutamente tudo é pago, então tenha cuidado com o que você aceitar, inclusive informações. Sempre pergunte o preço antes. O da comida costuma ser meio fixo ( não gosto de negociar preço de comida) mas de produtos e serviços é bem negociável. E foi quando o sol começou a se por e a praça a ganhar vida, pude ouvir o Chamado, que é um som chamando os marroquinos as mesquitas. Pode ser ouvido varias vezes ao dia pela medina. Foi minha primeira de muitas experiências com o Chamado. E bem em frente a praça, pode ser ver a mesquita de Koutobia, a mais famosa e mais bonita medina do Marrocos. Infelizmente, só mulçumanos podem entrar na mesquita, e os turistas podem se contentar apenas em vê-la por fora e visitar os jardins que a cercam. Foi o que fiz, segui em direção a mesquita. Depois de vê-la por fora, voltei em direção a praça pro jantar, e depois segui pro riad de volta, antes tendo minha primeira, experiência de compras num souk marroquino, onde uma calça que cujo preço inicial foi 150dh acabou saindo por 50dh. Fazer compras no Marrocos é uma experiência. Dia 2 Tinha um roteiro bonitinho, tinha até um mapa… Mas faltava algo.... Os marroquinos acham meio inútil colocar placas com nomes de ruas, e quando colocam, muitas estão em árabe, poucas em francês, então, se locomover sozinho, pode ser uma grande aventura. Meu plano inicial era ir as Tumbas Sandinas, um antigo mausoléu dos antigos reis saandinos. Achei as tais tumbas por pura sorte. A taxa de entrada é bem barata, algo em torno de 1 euro. Lá realmente é bem pequeno, não me atraiu tanto e não demorei muito por lá. Meu plano depois disso era ir até o Palacio El Badi, mas depois de voltas e voltas pela cidade, foi simplesmente impossível pra mim, encontrá-lo. Achei entao a praça El Mellah e como ela ficava bem perto do Palácio Bahia, acabei indo pra ele. O pálacio é interessante, com alguns dos cômodos com tetos e paredes muito bem decorados. Creio que fiquei cerca de 1h lá dentro e então, meio sem querer, achei o tal palácio, El Badi, bem próximo. Na verdade, achei as ruínas do palácio. Ele foi construído no século XVI pra celebrar a vitoria sobre os portugueses mas atualmente só restam as ruínas mesmo. Lá dentro também é possível ver o Minbar do século XII. O minbar é uma espécie de púlpito usado nas mesquitas, e é nele que o imã faz o sermão. Este ficava na Mesquita Koutobia mas atualmente está no El Badi. Normalmente, você deve pagar uma taxa extra pra visitá-lo mas o segurança acabou deixando eu entrar mesmo assim sem ticket. Foi no El Badi que conhece algumas meninas que estavam viajando sozinhas também. Uma francesa, uma alemã e uma mexicana. A Alemã, a Eva viria a se tornar uma cia inseparável durante o restante da minha estadia em Marrakech. Acabamos nos desencontrando na hora do almoço, e acabei indo sozinha pro Café de France, na praça principal. De lá, segui por dentro dos souks, lembrando sempre que fazer compras no Marrocos é uma atração turistícas. Vendedores ultra persistentes que não desistem mesmo de fazer uma venda. Estão sempre oferecendo preços altos, contando histórias, perguntando de onde você é e dizendo que tem um primo no local ( mesmo q você invente um local que não existe) e que por isso te farão um preço especial que é super caro ainda e onde o produto final acaba saindo pela metade ou menos do valor inicial. Eles parecem adorar todo esse processo de barganha. Enfim, atravessei o souk e cheguei ao meu destino A Medersa Ben Yourself, um antigo colégio islIamico, atualmente, aberto pra visitações apenas. Comprar a entrada combinada com o museu de Marrakech sai bem mais barato. Além de visitar as celas onde os alunos dormiam, tambem é possível ver o pátio principal muito bonito. Bem ao lado da Medersa fica o museu de Marrakech que em si nem chamou tanto minha atraçã pelas obras. O que me atraiu realmente foi sua arquitetura muito bonita, vontade de ficar um bom tempo lá admirando. No museu, acabei reencontrando as meninas, e depois segui pro riad pra descasar. A noite, novamente uma volta na praça, a principal atração noturna de Marrakech. Dia 3 As 10:30 tinha marcado de encontrar Eva, minha nova amiga alemã, em frente ao Café de France. De lá seguimos em direção a mesquita Koutobia, onde ficam inúmeras carruagens chamadas chalesi. Queriamos negociar um passeio de 1h30 pelos murros e portões da cidade. Não sei bem o que aconteceu, mas Eva e eu fomos péssima negociadoras e acabamos pagando 300dh por um passeio com um condutor que creio que nos enganou um pouco. Enfim, ele percorreu os muros da Medina, pelo lado de fora, passando pelos seus principais portões. Foi um passeio interessante, mas poderia ter sido melhor com um condutor melhor. Foi interessante porque tivemos uma visão de fora da Medina e passamos por locais mais residências que normalmente como turistas não passaríamos, e tudo isso sentadinhas na carruagem. Depois do passeio, ele nos deixou de volta em frente a praça principal, e seguimos em direção aos Souks, na direção do Museu de Marrakech pois queríamos ir as Taneries, os locais onde o couro dos animais é trabalhado até seu destino final. É um local bem comum e autentico de Marrakech. A aparência do local era de uma favela e o cheiro bem ruim mas por 50dh cada, ele nos explicou o processo de como trabalham o couro, desde o momento que chega a pele dos animais, até o destino final, onde é colorido e dado forma. Depois nos deixou numa lojinha onde um vendedor nos mostrou seus produtos sempre na esperança de fazer vendas. Como andamos bastante pra achar e pra voltas das Taneries, quando chegamos de volta a praça, estávamos cansadas e depois de um maravilhoso almoço vegetariano no Earth Café, acabamos indo cada uma pro seu riad. Amanha um dia longo nos esperaria. A noite ainda sai a praça Jaama, pra um jantar rápido, e acabei comprando uns biscoitos marroquinos de um dos vários vendedores que ficam por lá. A praça a noite tem uma alma bem diferente do dia, com as barraquinhas de comida a todo vapor e artistas marroquinos fazendo suas performances. Continuo o relato no http://parttimelady.blogspot.com.br/p/marrocos.html
  7. Em fevereiro de 2014 iniciei uma viagem de volta ao mundo e compartilho meu relato com quem possa achar útil. Aqui coloco meu diário de 9 dias em Portugal Mais detalhes com muitas fotos no blog http://www.parttimelady.blogspot.com.br 22/02 A mesma rotina de acordar cedo, trem até o aeroporto e voo foi feita. Cheguei no aeroporto da cidade do Porto, no fim da manha e confesso, foi bem escutar e ver placas e cartazes em português. Um dos primeiros que me deparei, foi com um da Globo, pra não restar duvidas de que eu estava mesmo chegando em Portugal. A ida a Portugal e especialmente a essa região do Porto, era importante pra mim de muitas maneiras. Infelizmente, minhas expectativas quanto a certos assuntos pessoais que esperava que se resolveriam na minha vida, não se concretizou, mas em relação a cidade em si, tive uma boa surpresa e gostei bastante. Surpreendemente, o primeiro aeroporto que vou fora do Brasil com informações em português, é o primeiro que tive dificuldades. Foi divicil encontrar o metro, foi dificil comprar o ticket de metro, e foi mais divicil ainda entender o mapa das estações. Felizmente, no fim tudo deu certo, e conseguir chegar a estação Aliados, a mais próxima do meu hotel no começo da tarde. Alias, não era bem um hotel, era simples e parecia mais uma pensao, com quartos frios, sem aquecedores, mas era limpa e bem localizada, me permitindo ir a maioria dos locais a pé. Depois de acomodar minhas coisas, descansar um momento, decidi sair as ruas pra ver o que esse sábado me reservada. Assim, que desci da estação de metro, em direção ao hotel, sabia que gostaria da cidade. Esse primeiro sentimento, essa primeira impressão já me aconteceu outras coisas, e raramente estive enganada. Realmente, gostei muito da arquitetura da cidade. Aquela arquitetura, muito comum nas ruas do centro antigo do Rio me agrada muitíssimo, acho tudo muito charmoso. Minha primeira parada, foi na Estacao Sao Bento, um símbolo da cidade. De lá segui pela simpática Rua das Flores até a praça do Infante Dom Henrique, onde parei pra almoçar um bom bacalhau por um preço tentador. Nas proximidades da praça ficam localizados a Casa do Infante, onde ficava a velha alfândega, e o palácio da bolsa que só conheci por fora. Nisso, foi só descer uma ruazinha por poucos metros e estava praticamente em frente ao Cais da Ribeira. O Cais da Ribeira, foi definitivamente meu local preferido na cidade. Alegre, Colorido, Movimentado, Charmoso. É o local que eu ia praticamente todo o fim da tarde admirar a vista e ver o rio Douro. Como era um sábado de sol, havia uma feira e os restaurantes na beira do cais estavam lotados. Porem, como fui descobrir nos dias que se passaram, o melhor local pra admirar o Cais é em Vila Nova de Gaia, do outro lado do rio. Depois de um tempo por lá, subi as escadas do Codeçal, quase em frente a ponte D. Luis I e ao fim dela, na parte mais alta da cidade, estava bem próximo ao Terreiro da Sé, onde fica a Igreja da Sé e onde se tem uma linda vista da cidade. Desci novamente, mas dessa vez atravessando o bairro da Sé que tem uma aparência meio perigosa mas parece ser tranquilo. Depois de descer pela Sé, segui andando de volta até Aliados, nas proximidades do hotel e peguei a rua Santa Catarina, uma importante rua comercial da cidade. Porém, já era inicio da noite de sábado e muitas lojas estavam fechadas. Acabei entao, voltando ao hotel, e a noite descobri que uma região bem animada e cheia de bares era nas proximidades de onde estava, perto da rua Candido dos Reis. 23/02 Infelizmente, o relato desse dia ficou altamente comprometido. Primeiro, porque quando meu celular quebrou acabei perdendo tudo que havia escrito. Segundo, porque as coisas sempre vem aos pares e acabei perdendo também as fotos desse dia. Como a minha memória não é das melhores, um dos motivos pelo qual mantenho um diário de viagem, minhas lembranças desse exato dia são meio vagas. Lembro que acordei um pouco mais tarde, havia bebido um pouco na noite anterior. Fui então em direção a Torre dos Clérigos. Subi a torre e fui contemplada com uma linda vista da cidade, em especial do Cais da Ribeira e do Bairro da Sé. Depois da Torre dos Clérigos lembro que segui andando em direção ao Cais, mas dessa vez atravessei a ponte Luis I e fui parar do outro lado do Douro, em Vila Nova de Gaia, uma cidadezinha que faz parte do distrito do Porto e é famosa por suas caves de vinhos. Lembro que assim que atravessei a ponte subi o Jardim do Morro, uma colina com uma vista interessante do Porto. Depois, acabei pegando o funicular que me deixou na rua Ramos Pinto, que fica a beira do Rio e fornece uma linda vista do Cais da Ribeira, a melhor por sinal. Nessa rua ficam varias caves onde é possível fazer um mini tour onde é explicado sobre a fabricação dos vinhos do Porto e onde é possível degustá-los. Depois de um tempo por lá, fiz o caminho inverso voltando ao Porto e seguindo de volta em direção ao meu hotel. 24-2 Primeiro dia util no Porto. Primeiro, fui a famosa livraria Lello, na rua das Carmelitas. Não È que a livraria fosse feia mas a Ateneo em Buenos Aires, pra mim, ganha fácil. Depois, comecei percorrendo a Av dos Aliados, que nãoo È muito longa. Dei a volta na estação Trindade e segui em direção ao mercado do Bolhão. Cheguei lá por volta de 11h e as coisas estavam bem vazias, bem devagar. Algumas pessoas vendendo frutas, pão e flores, mas do resto muito morto. Talvez segunda nao seja um bom dia pra se ir lá. Do mercado, estava bem pertinho da Av Santa Catarina, uma avenida comercial, cheia de lojas. Percorri ela até seu fim na praça da Batalha. No numero 112 da avenida fica o Cafe Majestic, uma espécie de Confeitaria Colombo do Porto. De novo, parada estratégica na Praça da Batalha pro almoço e pretenda ir até Matosinhos, mas acabei atravessando de novo a ponte D. Luiz indo em direção a Vila Nova de Gaia. Já tinha ido lá no dia anterior mas acabou que ficou faltando uma parte essencial do passeio: uma visita as caves de vinho. Vila Nova de Gaia é cheia de empresas que fabricam vinho do Porto no cais principal, e oferecem visitas as suas caves ( onde os vinhos são armazenados) É possivel escolher uma dentre tantas pra se fazer a visita mas escolhi uma que me foi bem recomenda a Ramos Pinto. Custou 5 euros, incluindo a degustação de 2 vinhos do porto. Valeu muito a pena na minha opinião, pois incluia também uma visita ao pequeno museu da empresa e uma detalhada historia sobre os vinhos do porto. Não sabia nada sobre vinhos, e pude aprender um pouco. No fim, comprei um Porto Reserva Branco delicioso. Fiquei ainda mais uns minutos em Vila Nova de Gaia, apreciando a bela vista do Cais da Reserva. Nesse período conheci o Seu Antonio, uma simpátia de português que abriu a garagem dele só pra me mostrar todo orgulhoso seu Fusca de 58, dizer que adora o Brasil, pedir pra eu não ir a Lisboa pois o pessoal do Norte é mais gente boa, me desejar saúde e pedir pra eu ter cuidado com os gaturnos. Depois voltei pro hotel. Meus dias no Porto estavam sendo de grande tranquilidade, sem correria. Creio que pra conhecer apenas a cidade, 3 dias são mais que suficientes, mas como ficaria 5 tinha todo o tempo do mundo. 25-2 Hoje a ideia era visitar a Foz do Douro, onde o Rio Douro encontra o Oceano Atlantico. A ida é simples e rápida. Foi só pegar o ônibus 500, urbano mesmo, por 1,85 euros com destino a Matosinhos. O trajeto durou cerca de 20 minutos. Desci na parada de Castelo da Foz, onde fica o Forte de Sao Joao Batista. Andei pela rua principal, e bem em em frente ao farol observei este encontro de aguas turbulentas. Não entrei no Forte, e nem sei se é possível entrar pois realmente não me interessou muito. Preferi seguir pela orla. O plano era seguir andando e caminhando até Matosinhos. Passei por diversas pequenas praias no caminho, mas o dia estava realmente horrível. Muita chuva, vento forte, tudo nublado, e com isso cheguei apenas até o Castelo do Queijo, tendo apenas a visão de longe de Matosinhos. Voltei então pro Porto e parei no meu local preferido lá, o Cais da Ribeira, onde sentada numa das explanadas experimentei mais uma vez um prato local chamado francesinha ( não consigo decidir se gosto ou não disso) e tomei uma super bock, a cerveja local. A noite ainda sai pra dar uma volta, conhecendo 2 locais muito legais. O primeiro foi um bar que lembra uma biblioteca cheia de prateleiras com livros, super charmoso. O outro, menos encantador mas também legal chamava-se Twins. continua no http://parttimelady.blogspot.com.br com muitas fotos.
  8. Em outubro de 2013, durante uma viagem de 40 dias pela Europa, tive a chance de passar 4 dias na República Tcheca. Segue abaixo meu relato de viagem. Mais detalhes e mais fotos no http://www.parttimelady.blogspot.com.br/p/republica.html'>http://www.parttimelady.blogspot.com.br/p/republica.html Dia 1 Praga Cheguei em Praga no começo da tarde e a grande surpresa foi o apartamento que apesar da mobília antiga era bem grande, confortável, limpo e super bem localizado, no bairro mais charmoso de Praga: Malá Strana, a cerca de 5 minutos da famosa Karluv Most, ou ponte Carlos. Construida no século XIV pelo rei Carlos, atravessa o rio Vltava e liga a Cidade Velha ao Malá Strana. A ponte é toda decorada por estátuas no seu trajeto, cheia de vendedores de rua e está sempre lotada de gente. É um ótimo local pra fotos com bela vista do Castelo de Praga. Já do outro lado da ponte, fui seguindo as placas e ruazinhas e em cerca de 5 minutos estava na praça da Cidade Velha, a principal praça de Praga. É uma grande praça cercada por vários restaurantes e cafés sendo que a grande atracão é o relógio astronômico, uma linda construção onde bonequinhos rodam no relógio a cada hora. É menos empolgante e mais rápido que o de Munique. Na praça ficam ainda diversos artista de rua, em especial cantores. Numa das extremidades da praça fica a igreja de São Nicolau que é bem simples por fora mas não consegui entrar. Depois segui por uma das ruazinhas que saem da praça ao lado da igreja e levam a Josefov , o bairro judeu, em menos de 5 minutos. Os destaques do bairro são o cemitério judaico, a nova e velha sinagoga e a sinagoga espanhola mas confesso que não fui em nenhum destes, quer dizer, passei pela frente, mas não cheguei a entrar. Nessa momento já estava meio tarde e voltei pro hotel pra descansar um pouco e a noite fui ao pub crawl do Clock Tower: The best night will never remember. Dia 2 Malá Strana e o Castelo de Praga Hoje foi dia de não sair deste lado do rio. Do apartamento onde estava foi só ir subindo as ruas e rapidinho cheguei ao Castelo de Praga. O Castelo na verdade é um complexo com varias atracões como o Old Castle, a Catedral de São Vito, a Basílica de St George, a Torre Daliborka, e a Golden Lane. Existem ainda outras atracões como museus e é possível comprar o tour curto que não inclui museus ou o grande. Infelizmente, no dia que fui o Old Castle estava fechado pra visitas na parte interna. Não estava tao interessada nas igrejas, que foi o que sobrou junto com a Golden Lane. Comecei minha visita pelos jardins que não impressionam mas valem pela bela vista que oferecem da ponte Carlos, do próprio castelo e do outro lado do rio. Depois do jardim visitei um pequeno museu medieval de armaduras e espadas que só me lembrava de Game of Thrones. Do museu segui pra Golden Lane, uma ruazinha com casinhas coloridas minusculas, inclusive Franke Kafka chegou a morar em uma delas por um curto período. Ainda dentro do complexo, visitei a pequena Basílica de St. George e a imponente Dom ou Catedral de São Vito Como não estava muito interessada em museus, deixei o castelo mas segui meu caminho pelas ruas da cidade alta até a Strahovská, próximo ao Monastério Strahov onde se tem uma outra linda visão de Praga e da colina Petrin com sua torre. Passei pela igreja do monastério e visitei a biblioteca Strahov que é linda mas tem uma função expositiva, no momento não sendo mais usada cono biblioteca. Depois disso segui pela Loreto até a bonita igreja de mesmo.nome ( que só conheci por fora)Foi então hora de descer pra cidade baixa pela rua Nerudova até a Malostranské Námestí, uma grande praça onde fica a igreja de St Nicholas. Ao lado da igreja, na Jindrisska fica a Henry's Bell Tower ou Torre do Sino de Praga, que achei meio que sem querer e oferece uma visão linda da cidade. Mala Straná é um bairro ultra charmoso pra passear e se hospedar. É muito menos agitado que a Cidade Velha mas é ótimo pra ficar hospedado pra quem quer ficar próximo ( alguns minutos andando) mas não no centro de toda a agitação. Dia 3 Praga: Wencelas Square, Parque Letná e Kampá Praga é uma cidade muito bonita, e apesar de já ter andando bastante pela parte mais antiga da cidade, era hora de conhecer a parte mais nova, que não é tão nova assim. ( é aquele conceito de velho e novo que nós brasileiros temos certa dificuldade em entender) Decidida a fazer tudo andando, fui em direção a Praça Nova ( que não é tão nova assim) ou Wencelas Square que fica cerca de uns 10 a 15 minutos andando da praça mais antiga. No caminho, encontrei uma pequena feirinha de rua, e como adoro feiras de rua, não pude resistir a dar uma olhada. Quando finalmente cheguei a Wencelas Square estava tendo uma show de dança tipica por lá e uma feirinha de degustação de alguns produtos industrializados. A Wencelas Square é rodeada de lojas e restaurantes, não é tão charmosa nem chama tanta atenção como a da Old Town, mas vale a pena ir conhecê-la. Seguindo pela praça, nota-se logo uma grande construção que é o Museu Nacional de Praga. Dei uma volta pelo quarteirão mas não demorei muito por lá, não havia realmente muito a fazer. Segui pela rua Na Prionope, uma rua de pedestres de compras e restaurantes na New Town, até a Praça da Republica passando pelo Teatro Nacional de Praga. Lá também, nada que chamasse muita atenção e voltei então pra Old Town e segui pelo bairro Josefov. Como era sábado, sinagogas e cemitério fechados pra visita, obviamente. Continuei seguindo sem rumo até chegar a beira do rio em frente a ponte Cechúv. Atravessei-a e ponte e subi a longa escadaria até o Parque Letná que foi grande descoberta totalmente sem querer. É grande parque com umas das melhores vistas de Praga. Fui seguindo, pelo parque beirando o rio, até descer no meu bairro charmoso de Malá Strana, onde continuei beirando o rio, passando pela ponte Karluv. É uma delicia seguir passeando pela beira do rio, a paisagem é muito agradável. Nas proximidades da ponte Karluv fica o Kampa, um parque, uma especie de ilhazinha, onde as pessoas ficam deitadas curtindo a vista e fazendo piqueniques. ainda é possível andar de pedalinho nas proximidades do local. Do parque Kampa continuei meu trajeto, sempre beirando o rio, queria chegar a Fred e Ginger House, do outro lado do rio, em frente a ponte Jiruslav, mas o caminho era mais longo do que pensei. Só vi mesmo a casa de longe, decidi voltar porque meus pés não me obedeciam mais. Dia 4 Mais detalhes e mais fotos no http://www.parttimelady.blogspot.com.br/
  9. Olá, Pessoal Montei um roteiro de 40 dias pela Tailandia, Camboja, Vietnã e Hong Kong. Infelizmente, nao disponho de muito mais tempo. Gostaria da opiniao de quem tem um pouco mais de experiência. O roteiro está bom ? O tempo nos locais está adequado? Algum lugar que não vale muito a pena? Algum lugar que realmente merece ser visitado e esqueci? Toda opinião construtiva será bem vinda Ponto de Partida: Moscou 02/04 02/04 DIA 0 - MOSCOU > BANGCOK DIA 1 - CHEGADA EM BANGCOK NO INICIO DA TARDE DIA 2 BANGCOK DIA 3 BANGCOK DIA 4 BANGCOK DIA 5 BANGCOK DIA 6 IDA A PHUKET DIA 7 IDA A KRABI DIA 8 KRABI DIA 9 KRABI DIA 10 PHI PHI E ARREDORES DIA 11 PHI PHI E ARREDORES DIA 12 PHI PHI E ARREDORES DIA 13 PHI PHI E ARREDORES DIA 14 PHI PHI E ARREDORES DIA 15 DESLOCAMENTO ATÉ CHIANG MAI DE AVIÃO DIA 16 CHIANG MAI DIA 17 CHIANG MAI DIA 18 CHIANG MAI ATÉ BANGCOK DE AVIAO E DEPOIS ONIBUS PRA SIEM REAP DIA 19 SIEM REAP DIA 20 SIEM REAP DIA 21 SIEM REAP DIA 22 PHNOM PENH DIA 23 DIA EXTRA PRA DESLOCAMENTO DIA 24 HO CHI MIN DIA 25 HO CHI MIN DIA 26 DALAT DIA 26 NHA TRANG DIA 27 HOI AM DIA 28 DIA EXTRA IMPREVISTO DIA 29 HUE DIA 30 HANOI DIA 31 HANOI DIA 32 HALONG BAY DIA 33 HALONG BAY DIA 34 AVIAO PRA HONG KONG DE HANOI DIA 35 HONG KONG DIA 36 HONG KONG DIA 37 HONG KONG DIA 38 HONG KONG DIA 39 IDA A MACAU DIA 40 VOO HONG KONG ISTAMBUL Espero ajuda de voces Abraços Thais http://www.parttimelady.blogspot.com.br/
  10. Relato dos meus 4 dias em Munique, com bate e volta ao íncrivel castelo de Neuschwanstein Mais detalhes com muito mais fotos no meu blog http://www.parttimelady.blogspot.com.br/p/alemanha.html 20/10/2013 Estava tao feliz que por estar hospedada próximo a estacão de trem de Viena pois poderia acordar mais tarde pra ir pra Munique. Acontece que nesse dia começou o horário de verão no Brasil e meu celular sozinho adiantou o relógio em 1 hora. Eu inocente, acordo as 6:40 da manha achando que são 7:40, chego 1 hora mais cedo na estacão de trem, quase embarco num trem pra Zurique que sairia da mesma plataforma mas 1h mais cedo, vou reclamar com um austríaco e só assim descubro que cheguei 1 hora adiantada na estacão. Só me restou esperar e no começo da tarde de domingo cheguei a Munique. Fiquei hospedada na Ohmullerstrabe, uma rua meio residencial mas bem localizada. Do apartamento pude logo ir andando até a Marienplatz, o coração e principal praça de cidade , simplesmente linda, da vontade de ficar horas lá, e foi na Marienplatz que me apaixonei por esta cidade. A grande atracão da praça é o edifício Rathaus, construção do século XIX, sede da prefeitura. O edifício é encantador, com uma torre de relógio com bonequinhos que saem pra dançar as 11h e 17h. Só precisei disso pra saber que ia amar Munique. Marienplatz ainda tem um museu do brinquedo, alguns bares ao redor e artistas de rua aos montes. Logo ao lado fica a Virtualinmarket, uma feira de rua, metade biergarten (bares alemães ao ar livre onde as pessoas bebem em mesas estilo as de piquenique). Domingo, infelizmente estava fechado e tive que voltar no dia seguinte mas Biergarten é algo que não falta em Munique ( como eu amei essa cidade) e foi onde eu aprendi a minha primeira frase em alemão que dá título a este post: Ein Bier, Bitte! ( Uma cerveja, por favor!) Um pouco atrás da Marienplaz fica a igreja de St Peter com sua torre de 229 degraus. É possível subir nela pela bagatela de 1,5 euros e ter uma linda visão da Marienplatz e da cidade. Depois disso peguei o metro até a estação Giselastrabe, pra ir ao Englischer Garten, um parque de nome inglês com uma torre chinesa na Alemanha. É um grande parque, estilo central park, não ha nada demais exceto a torre chinesa que marca um dos mais famosos Biergartens da cidade. Ótimo pra comer comidas tipicas ( ou seja, salsicha, batatas e chucrute) e tomar cerveja, muita cerveja. Everybody loves Munich 21/10/2013 O dia começou cedo, foi ótimo e serviu pra eu me apaixonar mais por esta cidade. Poderia ter ido andando mas peguei o metro ate Sendlinger Tor, um dos antigos portões que marcavam a entrada de Munique. Não há nada demais lá além do portão e então segui caminhando pela Sonnenstrabe até a Karlplatz, uma importante praça de Munique, bem central e bastante movimentada, nesta praça fica o Karlstor, outro dos antigos portões. De frente pro portão começa uma agradável rua de Munique que merecer ser percorrida tranquilamente. A Neuhauserstrabe é uma rua pequena, cheia de lojas. No meio da rua há uma igreja simpática por fora e por dentro a St Michael. De lá continuei meu caminho até a Marienplatz que não me canso de dizer que é linda. Aproveitei que era próximo do almoço e fui ao Virtualienmarkt que fica a poucos passos. É uma grande praça.com um Biergarten central, onde as pessoas ficam bebendo cerveja o dia todo, tem ainda várias opções de locais pra comer, com comidas tipicas da Alemanha, além da feira onde se vende frutas, flores, queijos e souvenir. É um local bem legal, ótimo pra se conhecer. Depois do almoço, segui pela rua lateral, a Weinstrabe que depois se torna Theatinerstrabe, uma rua muito agradável pra caminhar. Seguindo direto em poucos minutos se chega a a Odeosnplatz, outra importante praça de Munique. A praça em si não é bonita mas é cercada pela Feldherrnhalle ( que parece uma loggia italiana) onde 2 leões, que são o símbolo da Bavaria, guardam a entrada. Na praça ainda fica a igreja Theatinerkirche e a entrada do Hofgarten, um jardim da renascença. No jardim as pessoas ficam tomando sol e num dos extremos fica o palácio do chanceler da Alemanha, que foi destruído na 2 guerra mundial ( como quase tudo na Alemanha) e depois na sua restauração decidiram misturar os estilos novo e antigo. Sai do Hofgarten, voltei a Odeonsplatz onde entrei na Theatinerkirche. A igreja é bem simples por fora mas gostei bastante do seu interior. Bem diferente das igrejas que costumo ver. Ela é toda branca por dentro, parecendo ter sido toca trabalhada em gesso, é bem bonita. De lá, segui pela Residenzstrabe ate a Josephsplatz onde fica a entrada do Residenz, antigo palácio dos duques da Bavaria. Tem se a opção de ver apenas o palácio, ou visitar também o teatro e o tesouro. Nessa altura já estava meio cansada e decidi visitar apenas o palácio. Por fora o Residenz não chama muita atenção. Construído inicialmente no século XIV foi sendo ampliado pelos duques seguintes. Por dentro, apesar de não estar na minha melhor disposição pra percorrer inúmeros ambientes, achei bem bonito, e te lo visto mais descansada teria sido mais proveitoso. Quando saide lá, segui pro Hofbrauhaus , o mais famoso Biergarten da Alemanha. O local é grande, bem legal, tem uma parte interna e uma externa e vale a pena ser conhecido. Voltei ainda Virtualinmarket onde decidi comer algo e tomar umas cervejas e depois a noite continuou no Hard Rock Cafe Munchen. No Castelo de Neuschwanstein 22/10/2013 A cerca de 120 km de Munique, um bate e volta adorável foi ir ao castelo de Neuschwanstein. Peguei o trem na estação central de Munique, até a cidade de Fussen. A dica é comprar o Bayern Ticket na estação, que por 22 euros te dá direito a ir e voltar, e ainda usar o ônibus em Fussen até o castelo. Se for com mais pessoas, compensa mais ainda comprar o Bayern Ticket pra grupos. A viagem de Munique a Fussen, durou 2horas, depois foi só pegar o ônibus 78 ( o 73 também serve) em frente a estação de trem que em menos de 10 minutos me deixou na base dos castelos, onde se compra os ingressos. Na verdade, são 2 castelos. O primeiro, mais antigo, menos bonito, e menos famoso é o Castelo Hohenschwangau que era a residencia de verão dos reis da Bavaria. O segundo, e principal castelo, razão pelo qual os turistas vem a região, é o de Neuschwanstein e falarei sobre ele daqui a pouco. É possível comprar ingressos individuais ou combinados pros castelos. As visitas são guiadas, com horário marcado pontual ( perdeu o horário, perdeu a visita) e duram exatos 30 minutos e o ideal é que o intervalo entre os castelos não seja menor que 2 horas. Comprei ingresso pros 2 castelos, e na fila de compra fiz amizade com o Eugene, um rapaz de Singapura, muito legal, que foi uma ótima companhia durante o dia, tanto em Fussen quanto na volta pra Munique. O local onde ficam os castelos, é lindo, com um lago, cachoeiras, e cercado de montanhas, ótimo pra fotos. O caminho até o primeiro castelo, o de Hohenschwangau ( recomendo que a visita comece por ele, porque senão ficará bem sem graça visitá-lo depois do castelo dos sonhos) dura cerca de 10 minutos de subida, ligeiramente íngreme. Preguiçosos podem pegar a charrete( custa uns 6 euros). Vale a pena subir caminhando, em especial se o tempo estiver bom, a vista é muito bonita. Chegamos lá em cima, quase em cima da hora, e o tour guiado começou em inglês ( existe a opção de alemão também). Passamos pelos principais aposentos do castelo, que é bonito e ouvimos algumas historias sobre o castelo, os cômodos e seus moradores. Depois de exatos, 30 minutos a visita tinha acabado. Eu e Eugene tínhamos ainda cerca de 1h30 até o próximo castelo, tempo que gastamos tirando fotos e apreciando a vista do local e depois seguimos, levamos cerca de 20 a 25 minutos entre os 2 castelos. Agora sim, o motivo principal de ter ido lá. O castelo de Neuschwanstein foi um sonho de Ludwig II, rei da Bavaria. Pelo que entendi, esse rei gostava muito de historias, e teve um sonho de construir um castelo fantástico, inspirado numa obra de Wagner, em frente ao castelo de sua família. Ele gastou muito dinheiro na construção do castelo e foi até declarado mentalmente incapaz de governar. Infelizmente, morreu alguns dias depois de ter sido declarado insano, se foi suicídio ou assassinato nunca saberemos. O triste é que após 17 anos de construção, quando Ludwig morreu, o castelo estava habitável, mas não acabado, só foi construído 1/3 do que era planejado pelo rei, e ele infelizmente morou pouco mais de 3 meses no seu castelo de sonhos. O castelo é lindo, tanto por fora tanto por dentro e esse foi o castelo que inspirou Walt Disney a planejar o castelo da Cinderela. É simplesmente um castelo de conto de fadas. A visita guiada dura novamente exatos 30 minutos. Depois da visita, fomos caminhar um pouco pra apreciar a vista e ir até a Marienbruck, a ponte que dizem ter a melhor vista do castelo, foi uma cansativa subida de cerca de 20 minutos, bastante íngreme mas valeu a pena, pela vista. Além, disso, meu novo amigo me fez cia quando voltamos a Munique pra encerrar a noite no famoso Biergarten de Hofbrauhaus, com uma das melhores cervejas de Munique. Continuação do relato no blog http://parttimelady.blogspot.com.br/p/alemanha.html com muito mais fotos
  11. Em outubro de 2013, enquanto em Viena, fiz um bate e volta a pequena capital da Eslováquia e aqui segue meu relato. Mais detalhes, com muitas fotos no meu blog http://parttimelady.blogspot.com.br/2014/01/where-fuck-is-bratislava.html Onde fica Bratislava? Essa é a frase do bottom que comprei na cidade e, realmente, poucas pessoas serão capazes de responder a essa pergunta. Bom, Bratislava é a capital da Eslováquia, uma cidade a 1 hora de trem de Viena. Não chega a ser uma cidadezinha, mas é uma cidade pequena pros padrões brasileiros. Apesar de pequena Bratislava parece ávida para receber turistas já que com 15 euros é possível ir e voltar de Viena, com transporte público incluído em Bratislava. E de tudo, o mais importante, a cerveja é barata, bem barata quando comparada a outras capitais europeias, o que já é ao menos um motivo pra pensar em visitar a cidade. A principal e ouso a dizer que a única atração de Bratislava é o sua Old Town ou Cidade Velha, e o centro histórico é bem pequeno e pode ser percorrido facilmente a pé, e não foi necessário mais do que 1 dia pra isso. Não aconselharia se hospedar em Bratislava, uma bate e volta de Viena pareceu mais do que suficiente. Da estação de trem de Bratislava ( que é é bem assustadora, velha, suja e cheia de bêbados, mas não desista ao chegar nela, as coisas melhoram na Old Town) peguei o ônibus 93 que em menos de 5 minutos me deixou na porta da Old Town, quer dizer, teria deixado se eu não tivesse passado do ponto certo. Acabei tendo que pegar outro ônibus pra voltar. Em Bratislava, tenha certeza de saber onde vai descer, eles não falam muito inglês por lá, e a não ser que se fale a língua local, não adianta muito pedir informações ( ainda mais se for fora do centro histórico) porque eles não vão conseguir te ajudar. Mas enfim, consegui voltar e lá estava eu na Hlavne Namestie, principal praça do centro histórico, onde ocorre uma pequena feirinha. A praça é simpática, não mais que isso, com destaque pra Torre do Relógio e pro chafariz central. Dela se pode escolher uma das pequenas ruas pra percorrer, recomendo todas, mas as principais são: 1- Panska, em cujo final se encontra a importante, bela e principal igreja da cidade, a igreja de São Martinho 2- Michalka, que é cheia de barzinhos e onde no final se encontra o Michal Gate, um dos antigos portões de entrada da cidade 3- Venturska e a Primalciane namestie, uma praça atrás na Hlavne. Segui ainda até a Hviezdoslavovo Namestie, onde fica o principal teatro da cidade e a partir da praça, peguei uma ruazinha arborizada simpática .De lá foi só atravessar a rua e subir o caminho em direção ao Castelo de Bratislava. Atualmente, o castelo abriga um museu mas sua principal atração é mesmo a vista que se tem do rio Danúbio, da ponte e da cidade velha, sendo um ótimo local pra fotos. Não se paga pra subir o castelo a não ser que se queira entrar no museu. Depois perambulei sem rumo pelas ruas, vendo os prédios e as pessoas. Uma coisa que logo se observa na cidade são várias estatuas de trabalhadores onde os turistas se divertem fazendo poses. Bratislava é simpática, pra quem quer algo mais tranquilo que Viena, vale a pena ir pra um passeio de um dia pela cidade velha, um almoço e algumas cervejas, mas a cidade é isso... simpática No final do dia voltei pra Viena, com o Sigmund, meu mascote eslovaco. Mais detalhes e fotos no http://parttimelady.blogspot.com.br/2014/01/where-fuck-is-bratislava.html
  12. Relato de 3 dias que passei em Viena. Mais detalhes no blog, com muitas fotos http://www.parttimelady.blogspot.com.br/p/austria.html Dia 1 Cheguei em Viena por volta de 10:15 e como meu hotel ficava ao lado da estacão de trem foi só atravessar a rua. Boa impressão do hotel, tomei banho e fui conhecer Viena. Primeiro destino: Hofsburg Hofsburg é um grande complexo que foi a principal residencia dos Hausburg, dinastia que imperou em Viena por séculos ate o inicio da república no seculo XX. Abriga, atualmente, diversas atrações como o Museu Sisi, dedicado a polêmica imperatriz Elizabeth, a Escola Espanhola de Equitação.(onde se pode assistir os treinos pagos pela manha), e ainda é a residencia oficial do presidente da Áustria. Nesse dia eu comprei o Sisi Ticket que dá direito a visita ao museu Sissi, aos apartamentos em Hofsburg e aos apartamentos no palácio de Schonbrunn. O tour começa com a visita a coleção de prataria dos Hausburg, o que é bem impressionante, mas chega um momento em que ver facas e colheres torna-se cansativo e repetitivo. Segue, então pelo museu Sissi, um museu muito interessante sobre um imperatriz que pela minha ignorância não conhecia e que adorei saber a história dela. Como o objetivo do post não é uma aula sobre essa Imperatriz, quem tiver mais interesse é só ir ao Museu, ou ao menos ao Google. Depois segue pelos apartamentos onde habitavam os imperadores. Não gosto de comparação com outros palácios que já visitei, afinal cada local tem sua história própria e isso é o que mais me fascina em viagens. Este apesar de não ter sido meu palácio preferido ainda vale uma visita. De Hofsburg segui pelo centro de Viena pegando a rua Gardner, uma das principais e mais belas ruas da cidade, abrigando diversas lojas e cafés. Segui por ela ate chegar a Stephanplatz, praça que abriga a principal catedral de Viena, a Gótica de Saint Stephan, que entrei pra pra uma visita rápida já que as igrejas góticas me impressionam muito mais por fora que por dentro. A poucos passos da Stephanplatz fica a Peterplaz com a igreja de São Pedro que apesar de relativamente pequena é bem luxuosa por dentro e ao contrario da St Stephan, impressiona mais por dentro do que por fora. A ultima visita do dia foi ao Albertina, um museu de arte moderna e contemporânea que fica atrás do Teatro da Opera, e faz parte do complexo Hofsburg. As quartas o museu fica aberto ate as 21h e . Fiquei um pouco decepcionada com o museu. No dia que fui estavam tendo apenas 3 curtas exposições abertas: Uma de fotografia russa contemporânea, bem interessante, uma do Henri Matisse e seus colegas sobre favismo que adorei, e uma de arte contemporânea que não gostei muito. Achei que tinha muito pouca coisa pra ser vista, não sei se é assim sempre mas isso me frustrou um pouco. E assim terminou meu primeiro dia em Viena.Depois disso, voltei a Stephanplatz, o coração de Viena, onde peguei a Kartner, outra importante rua do centro da cidade, ótima pra quem gosta de compras porque é cheia de lojas ou simplesmente pra passear. Segui ate o fim da Kartner chegando no teatro da opera de Viena, um grande e belo prédio que infelizmente não conheci por.dentro. Existe a opção de visitas guiadas mas o que eu queria era assistir a um espetáculo lá, mas a não ser que se pague o triplo na hora, os ingressos devem ser comprados com muita antecedência no site. Dia 2 O dia estava chuvoso e fui em direção a Rathaus, a prefeitura de Viena, na Rathausplatz. O prédio é enorme e bem bonito, não sei se é possível visitar por dentro pois estava tudo fechado e me contentei com a vista externa do prédio. Se de frente pra Rathausplatz fica o Rathaus, de um lado fica uma universidade e do outro o Parlamento e foi na direção do parlamento que segui, de época e estilo arquitetônico diferente mas ainda interessante. Em frente ao parlamento fica o modesto jardim de Volksgarten que vale a pena entrar pois seguindo por ele saí em frente ao Hofsburg com uma bela visão do palácio, ótima pra fotos panorâmicas. Segui mais uns poucos metros e estava na BurgRing. A região central de Viena forma um tipo de anel com a Ring como rua principal, que vai mudando de prefixo conforme se avança. Nesse momento estava na Burg ring em frente ao museum quartier, um complexo cercado pelas luxuosos e belos prédios do Museu de Belas Artes e Museu de Historia Natural de Viena. Dentro do complexo há diversos outros museus como o de Arte Moderna, Museu de Arquitetura e o Fórum de Design. Não entrei em nenhum deles, dei uma volta pelo complexo e voltei a Ring seguindo pela BurgRing, OperRing ( nas proximidades do teatro da opera) e KartnerRing ( nas proximidades da Karlsplatz). Peguei então a Kartner até a Karlsplatz, principal praça do centro de Viena. A Karlsplatz é uma grande praça que não é muito bonita mas onde fica a Karlskirche ou Igreja de São Carlos Bartolomeu. Do outro lado, oposto a igreja, do outro lado da praça, fica o prédio com a bola dourada chamado Secession onde ocorrem exposições de arte contemporânea. Bem ao lado do Secession tem inicio o Naschmarkt, una feira ao ar livre onde se vende frutas, doces, lanches e ha vários restaurantes sendo uma ótima opção pra almoço. Foi la que provei ( e gostei) meu primeiro falafel com húmus. Depois do lanche, tinha anotado que deveria pegar o metro ate a Landstrabe Mitte e ir a um lugar na Kosselgage 34. Apesar de nao lembrar porque tinha anotado aquilo e porque deveria ir la, foi um bela supresa, o local é onde fica a Hundertwasserhauss, um prédio colorido muito fofo, onde em frente fica a Hundertwasser Village com varias lojinhas de souvenir e 1 galeria de arte sendo um ótimo local pra comprar souvenir em Viena. Saindo de la ainda tive disposicao pra ir a Mariahilfstrabe nas proximidades do Museum Quartier, rua cheia de lojas sendo também uma ótima opção de compras. Andei um pouco por ela e depois voltei pro hotel. A noite experimentei um pub crawl em Viena, que apesar de não ter sido um real pu crawl valeu muito a pena. Dia 3 Como já tinha comprado o Sisi Ticket, que confere também entrada ao Palácio de Schoonerita, foi pra lá que eu fui no final da manha. Este era o palácio de verão da dinastia Hosburg, e fica bem perto da região central de Viena, de metro se chega em menos de 20 minutos. A área do palácio é enorme, em especial o jardim que é bem grandioso e ainda abriga o Zoológico de Viena. Os jardins, rodeados por um bosque, são bem bonitos, não tanto quanto Versailles, mas ainda assim bonitos e contam com algumas fontes sendo a principal a de Netuno. Há ainda um labirinto cuja entrada é a parte, e custa cerca de 4 euros, acho. Enquanto de um lado do jardim observa-se o palácio, do lado oposto a vista é do Gloriette, um ótimo local pra fotos com uma boa vista panorâmica do palácio e seus jardins. Depois de explorar o jardim, entrei no palácio onde é possível visitar os apartamentos de Maria Teresa, Sisi e Franz Joseph. O trajeto não é tao grande, e mesmo com o áudio guia, não demorei mais do que 1h30 e lá dentro. Como era de se esperar é tudo muito grande e luxuoso lá dentro Gostei bem mais de Schonbrunn do que de Hofsburg. Do palácio peguei o metro até Prater, onde fica o famoso parque de diversões onde a principal atração é a grande roda gigante com cabines vermelhas. Fora isso, e incluindo isso, é um parque de diversões comum com auto pista, carrossel, montanha russa, trem fantasma e etc. Como no dia seguinte, iria pra Eslováquia, decidi me despedir de Viena voltando a região central, e tomando um tipico café vienense num dos numerosos cafés que se encontra na região central, em especial na Graben perto da Stephanplatz, que é a região mais movimentada e turística da cidade. Continua com muito mais detalhes no blog http://www.parttimelady.blogspot.com.br/2013/12/mais-de-vienna.html
  13. Em outubro de 2013 passei 4 dias sózinha nesta cidade maravilhosa. Com detalhes e muitas fotos descrevo essa experiência enriquecedora no blog http://www.parttimelady.blogspot.com.br/p/hungria.html Mas vamos ao relato. É uma cidade que a sua maneira, com os prédios escuros muito parecidos, herança do seu passado na URSS, é uma cidade bonita, barata, com lugares encantadores. As pontes atravessando o Danúbio, ligando e ao mesmo tempo separando Buda e Peste, dão um charme especial a cidade, em especial a noite com uma iluminação noturna linda. A noite em Budapeste é bem animada com muitas opções de lugares e os ruins bar são um must see. O povo húngaro não parece transbordar simpatia mas no geral não tive problemas. É uma cidade que gostei bastante, pretendo voltar e deu saudades ao partir. Dia 1 Chegando em Budapeste no fim a tarde, contratei um shuttle do aeroporto pro meu hostel por 3200F, mas acho que demorou mais do que se eu tivesse pego o ônibus do aeroporto até o metro e depois o metro, porque o motorista deixou 4 pessoas na minha frente. Cheguei no hostel cansada e quase noite. Só sai pra uma volta rápida pela margem do Rio Danúbio, com uma vista linda do Castelo de Buda todo iluminado e depois fui jantar nos arredores da Liszt Ferenc Ter, que concentra muitos barzinhos e restaurantes. A cidade prometia e no dia seguinte confirmei minhas suspeitas. Dia 2 O primeiro dia em que pude realmente aproveitar Budapeste. Peguei o metro até a estacão Vorosmaty Ter, bem próximo da praça Roosevelt Ter. A praça fica bem em frente a ponte das Correntes, a mais famosa das 10 pontes de Budapeste, e fornece uma bela visão da ponte e do Castle Hill no lado Buda. Atravessei a ponte andando até a praça Clark Adams, já no lado Buda. Logo ao chegar na praça nota-se o funicular que por 1000F leva ao Castelo de Buda ou Palácio Real, Sua parte mais antiga foi construída no século XIV e o Castelo é uma espécie de complexo com diversas atracões sendo as mais importantes a Galeria Nacional Húngara, o Museu de Historia de Budapeste, a Igreja de São Matias e o Bastião dos Pescadores. Além disso, fornece uma vista panorâmica fantástica do lado peste da cidade, incluindo o Parlamento Húngaro, Ponte das Correntes e a ponte Margarida. Sem nenhum esforço, é possível passar um bom tempo lá admirando a vista e tirando inúmeras fotos. Resolvi pular a Galeria Nacional Húngara mas fui no museu de Historia de Budapeste que é bem interessante, em especial o segundo piso que de forma interativa resume Budapeste desde sua fundação até o fim dos dias de comunismo. Depois do museu e da parada obrigatórias pra admirar a vista do lado Peste, fui andando em direção a igreja Matias. Esta tem um teto lindamente decorado e colorido que parece ser bastante comum em Budapeste pois vi em outras construções como no mercado central da cidade. Em frente a Igreja ha um monumento chamado Bastião dos Pescadores e uma longa escadaria com torres em volta que dão a impressão de um castelo de verdade, em especial se vistas do lado Peste da cidade. É um local bem bonito e excelente pra fotos com uma linda visão do outro lado do Danúbio. A essa hora já tinha me apaixonado pela cidade. Uma boa opção nesse momento é descer as escadarias pra chegar a margem do rio, bem em frente ao Parlamento. Foi o que fiz, caminhei nas margens do Danúbio até a ponte das correntes e atravessei de volta pro lado Peste onde as ruazinhas conduzem para a importante Basilina de São Estevão, a maior igreja da Hungria, e que vale a pena ser visitada pois é bem bonita. Dia 3 O dia começou com a visita ao belo prédio do Parlamento Húngaro. As visitas são pagas e agendadas pelo site. Como os arredores do prédio estavam em obras, a melhor visão que se tem do Parlamento acaba sendo do lado Buda. A visita em si é de curtissíma duração, cerca de 30 minutos com um guia, mas o prédio não decepciona por dentro. Segui então, beirando o Danúbio até a Andrassy ut. Já tinha ido no dia anterior mas era domingo e estavam todas as lojas fechadas. Pra estilo de comparação embora com menos glamour, essa avenida seria a Champs Élysées de Budapeste, cheia de grifes, de cafés e restaurantes. Até o Octogon, a parte que concentra a maior quantidade de bares, em especial na Liszt Ferenc tér, é bem comercial, mas depois a rua vai se tornando mais residencial.nessa larga avenida que se encontram o Teatro da Ópera de Budapeste e a Casa do Terror, um museu interativo sobre os tempos de dominação soviética, muito interessante. Fui andando até o final da avenida onde encontra-se uma larga praça, a Praça dos Heróis, cercada pelo Museu de Belas Artes e o Palácio das Artes. Atrás da praça começa o Városliget, o parque da cidade, enorme e belíssimo no outono, com as arvores amarelo alaranjadas e um mar de folhas no chão. Foi um local ótimo pra se passear. O parque contem ainda o castelo de Vajdahunyad que atualmente abriga um museu de agricultura, um lago que congela no inverno e permite patinação, um zoológico, um parque de diversões e uma das famosas termas Szechenyí. Atrás da praça começa o Városliget, o parque da cidade, enorme e belíssimo no outono, com as arvores amarelo alaranjadas e um mar de folhas no chão. Foi um local ótimo pra se passear. Depois de um tempo amando o parque, peguei o metro lá dentro mesmo e voltei ao centro da cidade na praça Vorosmaty Tér que também concentra muitos restaurantes e segui pela Vaci utca, famosa rua de Budapeste cheia de restaurantes e lojas de souvenir. A rua é atravessada pela ponte Elizabeth e ao fim dela está a belíssima ponte da Liberdade, ao lado do famoso Mercado Central de Budapeste que é um bom local pra comer e o melhor local pra comprar souvenir na cidade. Do outro lado da ponte, atravessando o Danúbio fica a coluna Gellert e embaixo dela o famoso hotel Gellert com suas termas, considerada a melhor de Budapeste. Nesse dia decidi não atravessar a ponte, e deixei pro dia seguinte. Dia 4 Dia de fazer tudo que não foi possível fazer nos dias anteriores. Comecei indo a ponte Margarida, ou Margit. É uma ponte amarela no fim da rua Szent István. No meio dessa ponte há uma outra ponte menor que leva a Ilha Margarida. Esta é uma pequena ilha parque no meio do Danúbio, onde os húngaros correm, levam as crianças pra passear, andam de bicicleta e fazem piqueniques. A ilha ainda tem uma fonte que a cada hora faz espetáculos musicais de 10 minutos, bem bonitinhos. Com as folhas amarelas caídas em todo local, a ilha estava um espetáculo no outono, um local que merece ser visitado. Saindo de lá, estava eu de volta a Andrassy utca. Ainda havia um local a ser visitado lá, a Casa do Terror, um edifício que antes foi sede dos nazistas e depois do partido comunista, onde muitos foram brutalmente torturados. Atualmente foi transformada num museu interativo que conta essa historia de maneira muito interessante, valendo muito a pena conhecer. De la peguei o metro novamente ate próximo a grande sinagoga de Budapeste, a maior sinagogas da Europa, que fica no gueto judeu. E então segui novamente andando ate o Mercado Central e dessa vez atravessei a ponte da Liberdade ate o outro lado do Danúbio, no lado Buda. Bem em frente a ponte fica o famoso hotel Gellert e Não queria deixar Budapeste sem experimentar antes suas famosas termas. Bom, esse é um resumo, Mais informaçoes e mais fotos estão no blog, espero que não tenha ficado muito longo. Abraços http://parttimelady.blogspot.com.br/p/hungria.html
  14. Em outubro de 2013 passei 4 dias sózinha nesta cidade maravilhosa. Com detalhes e muitas fotos descrevo essa experiência enriquecedora no blog http://www.parttimelady.blogspot.com.br/p/hungria.html Mas vamos ao relato. É uma cidade que a sua maneira, com os prédios escuros muito parecidos, herança do seu passado na URSS, é uma cidade bonita, barata, com lugares encantadores. As pontes atravessando o Danúbio, ligando e ao mesmo tempo separando Buda e Peste, dão um charme especial a cidade, em especial a noite com uma iluminação noturna linda. A noite em Budapeste é bem animada com muitas opções de lugares e os ruins bar são um must see. O povo húngaro não parece transbordar simpatia mas no geral não tive problemas. É uma cidade que gostei bastante, pretendo voltar e deu saudades ao partir. Dia 1 Chegando em Budapeste no fim a tarde, contratei um shuttle do aeroporto pro meu hostel por 3200F, mas acho que demorou mais do que se eu tivesse pego o ônibus do aeroporto até o metro e depois o metro, porque o motorista deixou 4 pessoas na minha frente. Cheguei no hostel cansada e quase noite. Só sai pra uma volta rápida pela margem do Rio Danúbio, com uma vista linda do Castelo de Buda todo iluminado e depois fui jantar nos arredores da Liszt Ferenc Ter, que concentra muitos barzinhos e restaurantes. A cidade prometia e no dia seguinte confirmei minhas suspeitas. Dia 2 O primeiro dia em que pude realmente aproveitar Budapeste. Peguei o metro até a estacão Vorosmaty Ter, bem próximo da praça Roosevelt Ter. A praça fica bem em frente a ponte das Correntes, a mais famosa das 10 pontes de Budapeste, e fornece uma bela visão da ponte e do Castle Hill no lado Buda. Atravessei a ponte andando até a praça Clark Adams, já no lado Buda. Logo ao chegar na praça nota-se o funicular que por 1000F leva ao Castelo de Buda ou Palácio Real, Sua parte mais antiga foi construída no século XIV e o Castelo é uma espécie de complexo com diversas atracões sendo as mais importantes a Galeria Nacional Húngara, o Museu de Historia de Budapeste, a Igreja de São Matias e o Bastião dos Pescadores. Além disso, fornece uma vista panorâmica fantástica do lado peste da cidade, incluindo o Parlamento Húngaro, Ponte das Correntes e a ponte Margarida. Sem nenhum esforço, é possível passar um bom tempo lá admirando a vista e tirando inúmeras fotos. Resolvi pular a Galeria Nacional Húngara mas fui no museu de Historia de Budapeste que é bem interessante, em especial o segundo piso que de forma interativa resume Budapeste desde sua fundação até o fim dos dias de comunismo. Depois do museu e da parada obrigatórias pra admirar a vista do lado Peste, fui andando em direção a igreja Matias. Esta tem um teto lindamente decorado e colorido que parece ser bastante comum em Budapeste pois vi em outras construções como no mercado central da cidade. Em frente a Igreja ha um monumento chamado Bastião dos Pescadores e uma longa escadaria com torres em volta que dão a impressão de um castelo de verdade, em especial se vistas do lado Peste da cidade. É um local bem bonito e excelente pra fotos com uma linda visão do outro lado do Danúbio. A essa hora já tinha me apaixonado pela cidade. Uma boa opção nesse momento é descer as escadarias pra chegar a margem do rio, bem em frente ao Parlamento. Foi o que fiz, caminhei nas margens do Danúbio até a ponte das correntes e atravessei de volta pro lado Peste onde as ruazinhas conduzem para a importante Basilina de São Estevão, a maior igreja da Hungria, e que vale a pena ser visitada pois é bem bonita. Dia 3 O dia começou com a visita ao belo prédio do Parlamento Húngaro. As visitas são pagas e agendadas pelo site. Como os arredores do prédio estavam em obras, a melhor visão que se tem do Parlamento acaba sendo do lado Buda. A visita em si é de curtissíma duração, cerca de 30 minutos com um guia, mas o prédio não decepciona por dentro. Segui então, beirando o Danúbio até a Andrassy ut. Já tinha ido no dia anterior mas era domingo e estavam todas as lojas fechadas. Pra estilo de comparação embora com menos glamour, essa avenida seria a Champs Élysées de Budapeste, cheia de grifes, de cafés e restaurantes. Até o Octogon, a parte que concentra a maior quantidade de bares, em especial na Liszt Ferenc tér, é bem comercial, mas depois a rua vai se tornando mais residencial.nessa larga avenida que se encontram o Teatro da Ópera de Budapeste e a Casa do Terror, um museu interativo sobre os tempos de dominação soviética, muito interessante. Fui andando até o final da avenida onde encontra-se uma larga praça, a Praça dos Heróis, cercada pelo Museu de Belas Artes e o Palácio das Artes. Atrás da praça começa o Városliget, o parque da cidade, enorme e belíssimo no outono, com as arvores amarelo alaranjadas e um mar de folhas no chão. Foi um local ótimo pra se passear. O parque contem ainda o castelo de Vajdahunyad que atualmente abriga um museu de agricultura, um lago que congela no inverno e permite patinação, um zoológico, um parque de diversões e uma das famosas termas Szechenyí. Atrás da praça começa o Városliget, o parque da cidade, enorme e belíssimo no outono, com as arvores amarelo alaranjadas e um mar de folhas no chão. Foi um local ótimo pra se passear. Depois de um tempo amando o parque, peguei o metro lá dentro mesmo e voltei ao centro da cidade na praça Vorosmaty Tér que também concentra muitos restaurantes e segui pela Vaci utca, famosa rua de Budapeste cheia de restaurantes e lojas de souvenir. A rua é atravessada pela ponte Elizabeth e ao fim dela está a belíssima ponte da Liberdade, ao lado do famoso Mercado Central de Budapeste que é um bom local pra comer e o melhor local pra comprar souvenir na cidade. Do outro lado da ponte, atravessando o Danúbio fica a coluna Gellert e embaixo dela o famoso hotel Gellert com suas termas, considerada a melhor de Budapeste. Nesse dia decidi não atravessar a ponte, e deixei pro dia seguinte. Dia 4 Dia de fazer tudo que não foi possível fazer nos dias anteriores. Comecei indo a ponte Margarida, ou Margit. É uma ponte amarela no fim da rua Szent István. No meio dessa ponte há uma outra ponte menor que leva a Ilha Margarida. Esta é uma pequena ilha parque no meio do Danúbio, onde os húngaros correm, levam as crianças pra passear, andam de bicicleta e fazem piqueniques. A ilha ainda tem uma fonte que a cada hora faz espetáculos musicais de 10 minutos, bem bonitinhos. Com as folhas amarelas caídas em todo local, a ilha estava um espetáculo no outono, um local que merece ser visitado. Saindo de lá, estava eu de volta a Andrassy utca. Ainda havia um local a ser visitado lá, a Casa do Terror, um edifício que antes foi sede dos nazistas e depois do partido comunista, onde muitos foram brutalmente torturados. Atualmente foi transformada num museu interativo que conta essa historia de maneira muito interessante, valendo muito a pena conhecer. De la peguei o metro novamente ate próximo a grande sinagoga de Budapeste, a maior sinagogas da Europa, que fica no gueto judeu. E então segui novamente andando ate o Mercado Central e dessa vez atravessei a ponte da Liberdade ate o outro lado do Danúbio, no lado Buda. Bem em frente a ponte fica o famoso hotel Gellert e Não queria deixar Budapeste sem experimentar antes suas famosas termas. Bom, esse é um resumo, Mais informaçoes e mais fotos estão no blog, espero que não tenha ficado muito longo. Abraços http://parttimelady.blogspot.com.br/p/hungria.html
  15. Que tal conhecer uma cidade medieval? Um relato sobre San Gimignano Mais um relato em http://parttimelady.blogspot.com.br/2013/11/san-gimignano-cidade-das-torres.html
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