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GuilhermeAlexs

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  1. Salve, Salve galera exploradora! Já tem 1 ano que oficializei o projeto Trilhas Perdidas. É um projeto que visa encontrar lugares isolados (e ir até eles), sem referências, apenas utilizando imagens de satélite (Google Earth). Temos um site que mostra os lugares que já encontramos: https://trilhasperdidas.wordpress.com/ Lá tem relatos e imagens. Tem também um livreto, que está em construção, mas que já tem vários tópicos e está disponível para quem quiser baixar. Enfim, ainda estamos concentrando as pesquisas na região Centro-Oeste, especificamente em Goias e extremo oeste de Minas. E aí, quem mais faz isso com regularidade?
  2. Olá Kioolz! Cara, somos do Trekking Brasília, um grupo de trekking que tá crescendo muuito por aqui. Cara, tem muita coisa para fazer aqui no DF ou próximo a ele. Coisas que 90% das pessoas não conhecem: temos o parque Terra Viva, temos um dos maiores complexos para a prática de Canyonismo do Brasil, temos cachoeiras lindíssimas e pouquissimamente frequentadas, como a Cachoeira da Água Fria, do Label etc. Qualquer coisa, entra lá no http://www.trekkingbrasilia.com.br e dá uma olhada nos posts. Valeu!
  3. Então, existem alguns lugares. Não necessariamente lugares reconhecidos Brasil afora, mas existem sim. Inclusive temos lugares impressionantes e pouco frequentados. Nós lá do Trekking Brasília temos reunidos muitos lugares que não passam de 200km de Brasília. Veja aqui no nosso blog/site: http://www.trekkingbrasilia.com.br/as-longas-trilhas-da-chapada-dos-veadeiros/ http://www.trekkingbrasilia.com.br/na-trilha-da-cachoeira-da-agua-fria Existem outros lugares, mas dai seria interessante você entrar no grupo e perguntar. Valeu!
  4. Galera, Recentemente um pessoal do Trekking Brasília fez o Circuito O do Parque Nacional Torres Del Paine. Fizemos um mini-guia para ajudar quem tem interesse em ir para lá fazer tanto o "W" quanto o "O". Discutimos tudo nele: como chegar até o parque, quais equipamentos levar, onde comprar equipamentos em várias cidades do Chile, estratégias de alimentação, possíveis roteiros dentro do parque etc. Confiram em http://www.trekkingbrasilia.com.br/mini ... del-paine/ Quero ver todo mundo lá esse ano!
  5. Galera, Recentemente um pessoal do Trekking Brasília fez o Circuito O do Parque Nacional Torres Del Paine. Fizemos um mini-guia para ajudar quem tem interesse em ir para lá fazer tanto o "W" quanto o "O". Discutimos tudo nele: como chegar até o parque, quais equipamentos levar, onde comprar equipamentos em várias cidades do Chile, estratégias de alimentação, possíveis roteiros dentro do parque etc. Confiram em http://www.trekkingbrasilia.com.br/mini-guia-torres-del-paine/ Quero ver todo mundo lá esse ano!
  6. Pessoal, vamos formar um grupo de trekking em Vitória?! Já temos um grupo lá em Brasília (perto da Chapada dos Veadeiros e de outros bons locais para trekking). Lá já temos 820 membros e tá bombando. Geralmente começamos com um grupo no facebook e, com o tempo, começamos a marcar trilhas e Happy Hours. A coisa tem dado muito certo em Brasília: já temos descontos em lojas de equipamentos, um histórico crescente de trekkings, vários Happy Hours e até uma aparição nos jornais da capital. Enfim, alguém aí se interessa em comandar um grupo em Vitória? O grupo Trekking Vitória já está reservado no face e inclusive uma logo (mesma de BSB, mudando o nome só): https://www.facebook.com/groups/1585360628343646/ Temos também um site: http://www.trekkingbrasilia.com.br Abraço!
  7. Pessoal, vamos formar um grupo de trekking em Vitória?! Já temos um grupo lá em Brasília (perto da Chapada dos Veadeiros e de outros bons locais para trekking). Lá já temos 820 membros e tá bombando. Geralmente começamos com um grupo no facebook e, com o tempo, começamos a marcar trilhas e Happy Hours. A coisa tem dado muito certo em Brasília: já temos descontos em lojas de equipamentos, um histórico crescente de trekkings, vários Happy Hours e até uma aparição nos jornais da capital. Enfim, alguém aí se interessa em comandar um grupo em Vitória? O grupo Trekking Vitória já está reservado no face e inclusive uma logo (mesma de BSB, mudando o nome só): https://www.facebook.com/groups/1585360628343646/ Temos também um site: http://www.trekkingbrasilia.com.br Abraço!
  8. Então, eu tava pensando em fazer o contrário. De capão pra andaraí. Porque depois iríamos pra Lençóis.
  9. Thaysrm, Hobedes e todos. Vamos montar um grupo então. Estou disposto a fazer as trilhas lá (principalmente as mais longas, que envolvem acampamento). Estava querendo dispensar guia, mas se todos quiserem podemos contratar um. Vamos?
  10. Olá pessoal! Tenho certa experiência em trekking de longa distância, levarei equipamentos necessários e tal. Mas queria saber de alguns detalhes sobre o caminho Capão-Andaraí. A navegação por lá é muito complicada? Quer dizer, as trilhas estão bem marcadas (e, quem sabe, sinalizadas)? É que estou querendo ir sem guia, junto com mais 2 amigos. Outra coisa: frequentemente leio sobre as casas dos nativos espalhadas na chapada. O que de fato eles oferecem? Quanto cobram? As vezes tenho a sensação que só os guias têm associação com eles, de forma que não é possível ficar nesses abrigos sem um guia. É isso mesmo?
  11. Galera, criei um grupo de Trekking no facebook. É o Trekking Brasília. No facebook fica tudo mais fácil. Estou discutindo isso no tópico criacao-de-um-grupo-de-trekking-de-brasilia-no-facebook-t88767.html ! Abraço!
  12. A melhor época do ano para fazer esse percurso é no começo de janeiro, quando o sol começa a ficar mais constante e, segundo dizem, a praia do espelho fica mais bonita (praia essa eleita uma das mais bonitas do Brasil). Nakamura, eu estava querendo fazer esse percurso agora, no final de 2013. Mas não consegui montar um grupo...
  13. Queríamos ter chegado pelo menos em Cumuruxatiba, onde temos uma casa. Infelizmente não organizamos muito bem, mas acho que hoje eu conseguiria completar o percurso. Mas Jorge, você foi descalço mesmo quando fez o percurso? Acho que esse foi o nosso maior erro...
  14. A Rota do Descobrimento é o trecho que liga Porto Seguro à mais ou menos Cumuruxatiba, na Bahia. O plano inicial era completar a viagem de Trancoso à Cumuruxatiba em 3 dias, parando para dormir em hotéis baratos. Até cogitamos levar uma barraca, mas por motivos adversos desistimos. O que veio a ser um erro no final das contas. Os preparativos para o trekking começaram com a compra de uma mochila apropriada. Depois de alguma pesquisa, fiquei com uma Transglobe 78 Lts da Trilha e Rumos. Tanto o tecido quanto a maneira com que ela se encaixa nas costas diferem dos outros modelos (as de 68 ou 60 Lts, por exemplo). Ainda não sei se fiz uma boa escolha, mas como não sabia o tamanho necessário para uma viagem de 3 dias, resolvi levá-la. Meu amigo também levou uma mochila da Trilhas e Rumos de 68 Lts. Na verdade, havia espaço de sobra nas duas. Chegando em Trancoso, procuramos por uma espécie de albergue na praça do quadrado, o Café das Esmeraldas, que alugava um quarto para duas pessoas por não mais que R$80. Acontece que o lugar fechava às 17:00 e como já passava das 19:00, fomos para um hotél ao lado. Pagamos 70 reais por uma noite com ar condicionado, televisão e água quente (por 90 teríamos café da manhã). Saímos por volta das 6 para pegar a maré baixa. Caminhamos algumas horas, passando por um orla cercada por uma reserva, até chegarmos no rio dos Frades, que inclusive dá nome à reserva. Para atravessar o rio tivemos que pagar cerca de 3 reais ao rapaz que, coincidentemente, estava lá com uma canoa. Perguntei se estávamos longe da famosa Praia do Espelho e se lá tinha algum hotel barato. Disse que ainda faltava 40 minutos e que não acharíamos diárias por menos de 400 reais. A Praia do Espelho e a praia que a antecede são realmente bonitas. Não pegamos a melhor época, com céu sem nuvens e lua cheia, mas com certeza eram bonitas. Almoçamos na primeira barraquinha avistada, ficando lá por duas horas. Foi nesse intervalo que o meu cantil desapareceu misteriosamente. Ou fui roubado ou esqueci em algum canto da Bahia. Enfim, já havíamos percorrido cerca de 20 km. O trecho entre a Praia do Espelho e Caraívas foi o segundo pior trecho. Isso porque envolveu subir falésias e andar num sertão sufocante de areia quente. Palmas para a mochila, meu pior inimigo naquele momento: ela ficava balançando em torno da minha coluna cervical, atrapalhando a aerodinâmica das minhas passadas. Passávamos por pontas e mais pontas e a cidade nunca chegava. Nesse trecho comecei a sentir o efeito das bolhas, assaduras e do chocolate que eu comi na noite anterior (nota para a próxima viagem: andar mais de tênis do que descalço, inclusive em praias). Tivemos que pagar outro canoeiro para nos levar à margem que fica Caraívas. Ele quase vira a canoa. Em Caraívas, completando 32 km em cerca de 8 ou 9 horas, achamos um hotel de luxo por incríveis 25 reais por pessoa. Colchões de 5cm de espessura e um banheiro sem porta e só no reboco, com acesso via escada, seria o nosso lar por menos de 24 horas. O calor era brinde. Um preço justo. Enfim, na manhã seguinte o inferno nos aguardava. Com vocês, o último e pior trecho da viagem. Eis o parque do diabo. O lugar em que o satanás revolveu a areia com o único e declarado intuito de sacanear aqueles que ousam caminhar por aquelas bandas. Um lugar feito de armadilhas. De um lado, areias quase movediças que fazem dos 12 km restantes até Corumbau parecerem fatídicos 733 km; do outro, uma estrada coberta por plantas cujas raízes são cipós capazes de te derrubar ao menor descuido. Quando a ponta que nunca chegava enfim chegou, sentamos numa barraquinha. Contemplávamos exaustos aquele mar verde que se estendia por muitos outros kilômetros. Nesse ponto, devo fazer justiça. O cenário em Corumbau estava muito mais bonito que as praias caribenhas de areia branca e mar azul mostradas em fotografias (quase sempre alteradas no photoshop). A areia branca e fofa contrastava violentamente com a cor esverdeada do mar. Do outro lado da famosa ponta de areia, um rio desaguava no oceano, bagunçando as águas e pintando-as de roxo. A paisagem recebia os retoques finais com as árvores que salpicavam a região e as barraquinhas, que estendiam lençóis coloridos e improvisavam um teto para suas mesas. Era o final do nosso trekking. Completamos cerca de 45 ou mais quilômetros. Não sabíamos quanto faltava para Cumuruxatiba (provavelmente estávamos a 25km de distância) e não tínhamos barracas. Não dava para continuar, a não ser que ficássemos um ou dois dias num hotel. Mas como os hotéis por lá são mais caros, preferimos ir embora. Pegamos carona com um caminhão de cerveja até Guarani e de lá fomos à Prado. No dia seguinte chegamos em Cumuruxatiba.
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