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CesarMeirelles

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Sobre CesarMeirelles

  • Data de Nascimento 09-05-1970

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  • Ocupação
    Analista de sistemas
  1. Olá galera! Gostaria de compartilhar com vocês minha experiência de viagem sobre minha moto. De Niterói-RJ à Misiones, na Argentina em cima de uma Tornado 2005. Uma viagem solitária, e ao mesmo tempo cheia de experiências positivas. Foram 8 dias e quase 4000 Km comigo mesmo, na solidão do meu capacete. Mas em cada cidade que parava, tive ótimas experiências, conhecendo pessoas, culturas, costumes, sotaques, etc. Não foi uma viagem "para a Argentina", foi uma viagem "até a Argentina". Ou seja, todo o percurso foi "a viagem". Cada lugar ao final do dia era meu destino. Em breve farei um relato mais completo. https://scontent-b-gru.xx.fbcdn.net/hphotos-xfp1/v/t1.0-9/10931197_821788021214155_7762659877047458914_n.jpg?oh=cffa34365987e6412965d750ff41afbf&oe=5522124F Agradeço a todos os que me apoiaram e estiveram em contato comigo todos os dias para saber se estava tudo bem, etc. Mas um agradecimento especial ao que duvidaram, e até desdenharam desse meu projeto, pois pelos que colocaram empecilhos, consegui tornar o meu projeto mais desafiador. Seguir uma trilha traçada só te levará até onde os outros já foram. Avatar do usuário CesarMeirelles Mensagens: 102 Desde: 19 Ago 2011, 10:36 Localização: Niterói - RJ Voltar ao topo
  2. Olá galera! Gostaria de compartilhar com vocês minha experiência de viagem sobre minha moto. De Niterói-RJ à Misiones, na Argentina em cima de uma Tornado 2005. Uma viagem solitária, e ao mesmo tempo cheia de experiências positivas. Foram 8 dias e quase 4000 Km comigo mesmo na solidão do meu capacete. Mas em cada cidade que parava, tive ótimas experiências, conhecendo pessoas, culturas, costumes, sotaques, etc. Não foi uma viagem para a Argentina, foi uma viagem até a Argentina. Ou seja, todo o percurso foi "a viagem". Cada lugar ao final do dia era meu destino. Em breve farei um relato mais completo. Agradeço a todos os que me apoiaram e estiveram em contato comigo todos os dias para saber se estava tudo bem, etc. Mas um agradecimento especial ao que duvidaram, e até desdenharam desse meu projeto, pois pelos que colocaram empecilhos, consegui tornar o meu projeto mais desafiador.
  3. Planejei uma viagem pelas cidades históricas de Minas Gerais com uns 5 amigos. Tudo certo no planejamento, que foi feito uma dois meses antes. Ao contar para os amigos que iria fazer a viagem, alguns perguntavam com ar de desprezo: "Vai com essa Tornado?", "Pra viajar, tem que ter pelo menos uma GS ou outra 600, 650 em diante...". Mas persisti na idéia de que qualquer moto serve para viagem. Aprendi isso com um sábio senhor chamado José Albano, através do livro "Manual do Viajante Solitário". Pois bem... ao longo do tempo que faltava para o dia da viagem, começaram as desistências, até que o último desistiu faltando um dia. E aqui estava eu com uma viagem marcada e ninguém de companhia. Cheguei a desanimar, confesso. Já estava tudo pronto, o baú cheio de roupas, ferramentas, etc, a barraca, colchonete, etc. Acordei às 5 da manhã meio sem ânimo, quase desistindo. Fui me preparando devagar, prestes a desistir de uma viagem tão sonhada. E a lerdeza durou até que abri o portão de casa e coloquei a moto para fora. Subi na moto ainda com vontade de ficar. Liguei, quando passei a primeira e soltei a embreagem... aí veio à cabeça: "E daí? Não devo depender de ninguém para realizar os meus sonhos. Agora sou eu, a pretinha e Deus. Vamos que vamos!!! E parti sozinho em direção a Ouro Fino, a primeira cidade do roteiro. Foram mais de 7 horas de viagem, contando com as paradas, etc. Depois, Pouso Alegre, São João Del Rey, Tiradentes, Diamantina, Ouro Preto, etc... Nesse período de viagem que durou a segunda semana de janeiro desse ano, tive experiências desafiadoras na estrada, como sol escaldante de dia, temporal à tarde, frio à noite, etc. Mas cada quilômetro valeu à pena. Foram 7 dias de viagem, 7 dias de meditação, 7 dias de contato direto comigo mesmo, 7 dias pra pensar na vida. Na volta, recebi os elogios e os cumprimentos de quem não foi. Foi gostoso ver a cara de inveja deles, hehehehe... Valeu à pena. Foi a melhor viagem que fiz, e talvez tenha sido muito melhor ter partido sozinho nessa viagem de auto conhecimento e revisão de meus limites. Mais imagens dessa e de outras viagens, no meu Facebook.
  4. Rodrigo, é dessa mesma marca que eu comprei. http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-470797662-vacina-de-pneu-preventivo-anti-furos-motovisor-350ml-selante-_JM Se você procurar, no youtube tem videos do produto.
  5. Rodrigo, o reparo tem pra vender no ML, mas eu comprei numa loja de moto peças comum. Qualquer loja tem. Eu paguei 18 reais num tubo para os dois pneus. Por enquanto ainda não precisei, mas quem precisou diz que é bom.
  6. Caro "brasilfest", sobre sua pergunta a respeito do reparo, eu uso a vacina de pneus (http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-471458733-vacina-de-pneu-preventivo-anti-furo-_JM). Coloquei há uns 3 meses e fiz mais de 2000 km. Nunca precisei, mas conheço quem já tirou prego do pneu e realmente não vaza, não estraga a câmara nem o pneu. Você aplica ANTES de furar. Sobre a viagem de moto, tenho uma Bros 150 ESD 2008 e antes de começar a viajar, rodei uns 300 ou 400 km pra "ensinar a pretinha" como eu piloto e também dar uma amaciada. Mãs não acredito que você terá problemas porque a Bros é uma moto muito forte e versátil. Uma boa offroad, boa urbana e boa estradeira. O que você precisa é respeitar os limites de velocidade das estradas e principalmente da moto. Não ande a mais de 120 km/h e dê um descanso a cada +/- 150 km. Mesmo sendo 0km, não deixe de fazer uma revisão antes de cada viagem, e depois na volta. Isso garante um bom passeio. Espero ter ajudado. No mais, divirta-se! Abraço!
  7. Marca: Trilhas e Rumos Modelo: Bivak 1 Prós: Extremamente leve e compacta. Muito boa de levar. Contras: Muito desconfortável, tem que entrar quase deitado e ficar na posição que entrou. Conclusão: Somente recomendada para acampamentos em situações extremas. Nota: 7
  8. Cara, eu tenho uma Bros 150. Com a manutençãoem dia você vai a qualquer lugar. A Bros é excelente, mas só serve em 3 situações: cidade, terra e estrada. Ou seja, serve pra tudo! É a moto mais versátil, confortável, econômica e resistente da categoria. Vai na fé que tu chega onde quiser. Tomando as medidas necessárias de segurança, você vai longe. Aliás, já estive em Minas Gerais com ela. Fui ao Alto Caparaó. São 480 km daqui do Rio, e fiz ótima viagem.
  9. Rapaz, tenho uma Bros 150 2008. Pego estrada direto. A maior viagem que fiz deu 960 km. Se for na média de 90 a 100 km/h com a moto toda reguladinha, tu vai e volta sem problemas. Só não esqueça de dar um descanso pra ela a cada 150 km mais ou menos.
  10. Pô, tive uma Bivak e realmente é uma faca de 2 gumes. Para caminhadas e subudas longas, é perfeita, com apenas 1,7kg. Em compensação, é extremamente pequena e baixa. Quando fui dormir, me senti num caixao. Rsss... É muito desconfortável. Sem dúvidas, aguenta o tranco, chuva e vendo não te atingem nem se você quiser. Há algum tempo vendi e comprei uma Cota 2. É outro nível. Mais pesada, mas bem mais conformtável. De qualquer forma, as barracas T&R são o que há de melhor em custo x benefício.
  11. Olá, pessoal! Gostaria de saber onde consigo comprar um sobreteto novo para minha Bivak1. Na Trilhas e Rumos só tem o modelo mais novo. Minha barraca é do modelo antigo, e por isso, eles disseram que está descontinuada a fabricação de material de reposição. Alguém sabe onde acho ou alguém tem um sobreteto pra vender? Agradeço desde já.
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