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Jefferson Zanandréa

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Tudo que Jefferson Zanandréa postou

  1. Boa noite, amigo. Desculpe pela demora em responder. Faz muito tempo que não aparecia por aqui. Obrigado pelo comentário e por ter curtido o relato. Tentei passar o máximo (mesmo q nem chegue perto), do que sentimos por lá. Quanto as suas perguntas... então: Agora, Jefferson.. Somos de BH, ainda sim vc recomenda a subida pelo lado do ES?? R: ACHO que de BH é mais fácil subir pelo Terreirão. Seria viável ir em Janeiro, pois verão dizem que lá chove muito neh.. ??? R: Negativo. Janeiro é um péssimo mês p/ fazer montanhas. O inverno é sempre o melhor período. Junho/ Julho/ Agosto e Setembro eu acho q são os melhores meses p/ esse tipo de trip. Com relação a comida, vcs levaram a comida, panela, fogareiro e tudo mais?? R: Levamos tudo isso. Cara, que peso rs... O legal é dividir certinho com a galera p/ ngm ficar carregando mais peso q o outro. No nosso caso, até hoje tenho dó do Renan, que levou o maior peso rs... No mais é isso. Qualquer duvida fique a vontade para esclarecê - las por aqui ou me adicionando no Face (sou mais presente por lá)... Abraço e boa sorte na caminhada.
  2. Heineken, obrigado mesmo!!! Espero que esse dia chegue logo. Estou ansioso para ler o seu. Grande abraço, amigo.
  3. Douglão, boa noite. Vi somente agora que vc que já havia respondido às perguntas no nosso amigo acima. Muito obrigado, brother. Forte abraço e bons ventos.
  4. Amigo, boa noite. Faz um tempão que não entrava no mochileiros. Me desculpe pela demora no retorno. Enfim, fico feliz que tenha gostado do relato. Preciso escrever novos =D Quanto as suas perguntas, vamos lá: -Qual trilha é mais próxima, Terreirão ou Casa Queimada? R: A trilha da Casa Queimada é mais curta, porém mais íngreme. Nunca fiz a do Terreirão, porém, alguns amigos que já tiveram a oportunidade me relataram. -A trilha é bem sinalizada? Dá pra ir tranquilo sem se perder? Muito bem sinalizada. Fomos nos guiando de madrugada por pura orientação. Se vc tem noção de trilha, vai q não dá erro. -Carro comum (agile no caso) sobe até o acampamento? O Ágile, se não me engano é 1.4, correto? Sobe de boa sim. Porém, com equipamentos e etc., acredito só rola subir com mais uma pessoa. Caso vá outras pessoas, acho q a galera vai ter q subir alguns trechos na caminhada. -Eu vi pessoas alugando mula pra subir com a carga, acho desnecessário, mas não conheço a montanha. O que diz disso? R: Totalmente desnecessário na minha opinião. -Qual o tempo de caminhada do acampamento até lá em cima? Quanto de água levou? Tem algum ponto pra reabastecer os cantis? R: De três a cinco horas. Tudo vai depender o ritmo de vocês. Levamos dois litros de água cada um (indico levar uns Existem alguns filetes de água de algumas nascentes, porém, não sei se depende da época do ano p/ q tenham água. No mais é isso. Forte abraço e bons ventos.
  5. Valeu Betusso. Espero q não fique apenas na vontade, conheça o Bandeira, a região é linda. Tenho certeza q não se arrependerá em nada. Cozinhar é muito bom, tbm adoro... Mas o melhor mesmo é comer hehe... Grande abraço e bons ventos amigo!
  6. Fala grande João!!!! Marcando presença sempre que possível meu amigo! Precisamos marcar a nossa trip heim? Não vá esquecer! Um forte abraço para vc e para a Sirley. Namastê!
  7. gvogetta, obrigado amigo! Foi a minha primeira travessia, e apenas minha segunda trip. Fomos na raça, com a cara e a coragem e obviamente com a falta de experiência tbm. Não aconselho a ngm fazer essa travessia de primeira, pois, é um lugar remoto e perigoso. Fui irresponsável na época e pouco me atentei aos riscos, não me arrependo. Mas serve de lição, e p/ ser sincero q lição!!! Foi a trip em que mais aprendi sobre o q se levar em uma trip, a como se preparar previamente e etc... O lugar é fantástico e o contraste entre construções antigas e a serra do mar é perfeito. Forte abraço amigo, namastê.
  8. Thiagoeleuterio, muito obrigado amigo! Foi uma conquista prazerosa, é isso que nos anima cada vez mais a fazer montanhas, um lugar único. kdusandes, vá sim e qualquer dúvida, por favor entre em contato imediatamente, estamos aqui para ajudar e para somar. Desejo a ambos, bons ventos. Namastê.
  9. Opáaa, a faça sim. Mas escolha um dia em que o tempo colabore (mesmo q sempre imprevisto), tente ver um dia em que a tendência seja de sol. Fazer esta trip em dias úmidos não vira, além da "possível" dor de cabeça, vcs tbm não aproveitarão o melhor da Fumaça. No mais é isso, caso precise de alguma ajuda é só entrar em contato. Nemastê.
  10. Massa, parabéns pela Trip. Inspiradora, pretendo agora em Janeiro visitar o local! As fotos ficaram fantásticas!!!
  11. Marcos, levamos tudo sim. Foi um peso lascado, mas no final valeu a pena =D Massa, obrigado meu amigo. Tentei passar justamente o que aconteceu por lá, a sensação é única, a conquista de uma montanha é algo mágico. gvogetta, obrigado! Quando houver oportunidade vá sim. O lúgar é fantástico, vale muito a pena. Sugiro a subida pelo lado capixaba. Forte abraço a todos.
  12. Então Fábio, eu irei repetir essa trip agora no começo de Janeiro! Se vc não fizer até lá pode vir conosco! Me adiciona no Face depois => Jefferson Zanandréa
  13. Otávio e kdusandes, muito obrigado de verdade! Que venham mais e mais trips como essa e melhores para todos nós! "Essa não foi a melhor trip, a melhor será a próxima, sempre a próxima" Aloha!
  14. Dicas importantes: Viação que faz o Percurso SP (Rodoviária do Tietê) X MG (Rodoviária de Espera Feliz) é a vição "Itapemirim". Valor das passagens: Ida R$ 110,50 - Quintas-Feira às 18:00hs. Retorno R$ 114,00 - Domingo às 18:00hs. Viação que faz o Percurso Espera Feliz X Dores do Rio Preto é a viação "Nossa Senhora de Fátima." Valor das passagens: Ida R$ 4,50 - Diáriamente, consultar horários. Retorno R$ 4,50 - Diáriamente, consultar horários. Contatos para agendamento no Pq. Nacional do Caparaó. Tel.: 32 3747-2086/2943 E-mail.: [email protected] Valor da visitação R$ 11,00. Valor de cada pernoite no acampamento R$ 6,00. Obs. Indicado fazer esta trip no inverno, devido as chuvas constantes no verão. Introdução aos locais visitados. Pico da Bandeira: O Pico da Bandeira é, de longe, o principal atrativo da Rota do Caparaó Capixaba. Subir até o seu cume, a 2.890 metros de altitude, é o objetivo de 10 entre 10 turistas que visitam a região. E não é pra menos. Todo mundo quer ver com os próprios olhos o que se vê de cima do ponto mais alto do país. (extraído do site: http://www.rotascapixabas.com/2012/01/20/a-subida-ao-pico-da-bandeira-pelo-espirito-santo/). Pico do Calçado: O Pico do Calçado (ou da Calçada) faz parte dos picos da Serra do Caparaó, localizado no Parque Nacional do Caparaó, na divisa dos estados do Espírito Santo e Minas Gerais. É o quarto maior pico desta serra, e também a quarta maior montanha brasileira, com 2.849 metros de altitude. (extraído do site: http://360graus.terra.com.br/montanhismo/default.asp?did=27417&action=geral) Pico do Cristal: O Pico do Cristal é a sétima maior montanha nacional, e o terceiro maior pico da Serra do Caparaó. Possui 2.769,76 metros de altitude e está localizado no Parque Nacional do Caparaó (divisa de Minas Gerais e Espírito Santo), na mesma região do Pico da Bandeira e do Pico do Calçado. (extraído do site: http://360graus.terra.com.br/montanhismo/default.asp?did=27417&action=geral) Cachoeira da Farofa: Integrantes da trupe: Jefferson Zanandréa Filho, Rafael Cavalleri e Renan Prado. O RELATO - A CONQUISTA DO MAR DE MINAS (PICO DA BANDEIRA). Dia 07/09/2012. Após uma noite de sono mal dormida, acordei por volta das 07hs, os raios solares adentravam a janela e esquentava meu rosto, a paisagem linda me hipnotizou até as 09hs quando o ônibus finalmente encostou-se à rodoviária de Espera Feliz – MG. Na pacata cidade de Espera Feliz teríamos que pegar outro ônibus que nos levaria até a cidade de Dores do Rio Preto – ES, mais precisamente no município de Pedra da Menina (divisa entre os dois estados). A viação que faz o trajeto de aproximadamente 10 km é a viação Nossa Senhora de Fátima – Linha: Paraíso, valor R$ 4,50. O primeiro coletivo sai as 08hs, como chegamos as 09hs tivemos que esperar o segundo veículo que saiu às 11hs. Após paradas e mais paradas finalmente chegamos ao local que devíamos descer (Dica: informar ao cobrador que quer descer no início da estrada que leva ao PQ. Nacional do Caparaó). Logo no início da estrada que sobe em direção ao parque existe uma placa informativa referente à distância a ser percorrida até o Pico da Bandeira. O início. Ajeitamos as cargueiras, olhamos o início da subida e iniciamos a caminhada de 08 km até a entrada do parque. Subida íngreme, pesada, chata, mas com um visual lindo. Depois de uma hora subindo escutamos um riacho e fomos conferiar a pequena queda de água, que para nós foi um prato cheio para nos refrescarmos, o que acabou nos atrasando um pouco a subida, mas quer saber? Pouco nos importávamos, à sensação de se aproveitar cada momento em cada lugar é única, e jamais desperdiçaríamos o banho naquele riacho gelado e lindo! Cachoeira gelada. Novamente equipados com as cargueiras, continuamos a subir, subir e subir, até encontrarmos um senhor que ofereceu o “frete” até a entrada do parque no valor de R$ 20,00, neste momento confesso que se não fosse pela insistência de nosso amigo Renan que falava apenas em concluir a conquista do cume a pé, na raça, eu teria aceitado, só havíamos andado 2 km e já estávamos cansados de tão íngreme que é subida! Eu e o Rafa enfim concordamos com o Renan, neste momento lembrei-me de uma citação do filme Na natureza selvagem, que diz “(...) não necessariamente ser forte, mas sim sentir-se forte...” Continuamos! Chegamos à entrada do parque às 15hs, após 08 km de subida pesada, nos apresentamos na portaria, à reserva para a visitação já havia sido agendada de São Paulo (importante não se esquecer de agendar com antecedência a entrada no parque. Tel.: 32 3747-2086/2943/ E-mail.: [email protected]). Por sermos os únicos a pé no local, pois, a grande maioria segue de carro até o acampamento base “Casa Queimada”, tivemos a nossa entrada liberada com facilidade, burocracia mesmo só para quem seguia de carro, ou seja, todos além de nós. Entrada do Pq. Nacional do Caparaó. Após o pagamento das devidas taxas (R$ 11,00 de visitação e mais R$ 6,00 para cada pernoite), entramos. Conseguimos alcançar a entrada do parque com cansaço, mas com certa facilidade, por assim ser, concluímos que o trecho de 09 km até o acampamento da Casa Queimada seria superado da mesma maneira. Engano nosso! A subida era duas vezes mais íngreme, as cargueiras pesavam o dobro, diversos carros passavam, buzinavam, acenavam, éramos conquistadores, vencedores, mesmo que quase mortos a cada buzinada o ânimo voltava. Não podíamos desistir, tínhamos que encarar o monstro, o monstro neste caso era a subida infinita que nos levaria ao céu, literalmente até o céu. Um Gol branco parou, um rapaz capixaba e muito gente boa ofereceu uma carona para as cargueiras até a Casa Queimada, o carro estava lotado de equipamento de camping no banco traseiro, no passageiro ia o novo colega Alessandro Chakal. Aceitamos a ajuda, e continuamos, porém, MUITO mais leves. Nos primeiros 500 MT, sentia-me como o ''superman'', poderia voar de tão leve, porém, não sei se pelo cansaço, pela drástica elevação na subida que ficava mais íngreme a cada metro, ou pelo fato de estar com saudade da minha cargueira, só sei que estava exausto, corpo pesado, passos lentos, confesso que se nosso novo colega Capixaba não tivesse nos dado a grande ajuda de levar as cargueiras até o acampamento base, eu acamparia na subida mesmo. A paisagem linda engava o casaço. Após muita superação, cansaço ao extremo, amizade e união, chegamos ao quilometro oito, o sol se escondia por entre as colinas, o silencio pairava no ar gélido do Espírito Santo que era quebrado apenas pelo canto de passáros que nos acompanhavam. Reta final, acampamento à vista, uma emoção misturada com euforia, chegamos! KM 08. Sol de pondo entre as colinas. Diversas pessoas nos cumprimentavam, senti-me orgulhos, feliz, mas não com a sensação de dever cumprido, o objetivo agora estava diante de nossos olhos, e conquistar aquela montanha me motivava mais ainda a continuar, mas não naquele momento. Após a chegada no acampamento. Com a temperatura em 3ºC montamos acampamento, fomos informados que as placas solares que forneciam energia ao camping estavam em manutenção, então nada de banho quente. Como em uma sala de tortura escutávamos os gritos de quem se atrevia a entrar no chuveiro, eu fui um deles. A água parecia uma série de agulhas que penetravam meu corpo, o banho de gato valeu a pena, relaxou o corpo a mente e me deu condições para me preparar para a conquista final. Preparamos o jantar, arroz a grega com frango desfiado, uma delícia! Arroz a grega feito no acampamento. Finalmente fomos dormir às 20hs, pois, teríamos que acordar às 01hs para atacar o cume se quisesse ver o espetáculo mais fantástico no Pico da Bandeira, o nascer do sol. Deitei para dormir, cochilei, apenas cochilei. Dia 08/09/2012. Após o breve cochilo de três horinhas o despertador quebra o silêncio da madrugada, acordei o Renan na barraca ao lado e segui em direção ao Rafa que não conseguiu dormir devido a gritaria que alguns trekkers mais dispostos faziam noite adentro. Café da manhã rápido, conversas com a galera do acampamento e pronto, nos preparamos para a subida. Todos os grupos iam com umas dez pessoas, ou mais. O nosso ia apenas eu, Renan e Rafa. Concluímos antes da subida que levaríamos apenas a cargueira do Renan com alguns suprimentos e para guardar as blusas caso esquentasse, o Rafa seguiria com a dele levando seu equipamento básico. Não estávamos com mochila de ataque então seguimos assim mesmo, eu e o Renan dividiríamos na subida, cada um levando um pouco da mochila em cada trecho. Iniciamos a subida por volta das 02hs, muitos grupos já haviam saído, subíamos incorporados por grandes montanhistas, não sentíamos a subida, gradativamente grupo a grupo foi deixado para trás, agora a nossa frente restava apenas à vegetação rasteira da região, o frio que cortava o rosto mesmo de balaclava. A subida castigava agora, uma escalaminhada não técnica, porém pesada, seguíamos rumo ao topo, estávamos quase chegando, mãos dadas para a conquista em conjunto, porém quando íamos finalmente festejar a conquista, eis que em meio à névoa escura surge um vulto negro que aparecia lentamente com a iluminação da Lua, ao mesmo tempo em que nos causou espanto, nos trouxe admiração, estávamos no Pico do Calçado, o Bandeira zombava de nós logo à frente, imponente e magnífico. Faltava pouco! Continuamos rápidos, não parávamos mais para nada, um incentivava o outro quando notava cansaço, a trupe estava em sintonia total, escalaminhando em direção à conquista final. Víamos dezenas de lanternas nos seguindo, olhamos para o lado esquerdo no entroncamento das trilhas da Casa Queimada (ES) com Terreirão (MG) vimos mais lanternas, na frente apenas eu, Renan e Rafa, o Cruzeiro já estava visível, a adrenalina aumentará, agora é pra valer, agora é real, última subida, a cargueira desta vez estava em minhas costas, à subida castigava, o frio castigava, a ansiedade castigava. O cruzeiro estava próximo, metros à frente, a ordem era “vamos tocá-lo juntos, nós três”, tocamos simultaneamente a grande cruz que está cravada no topo da terceira maior montanha de nossa terra verde e amarela, nesse momento eu senti que todo o esforço valerá a pena, as horas sem dormir, as subidas intermináveis, o frio, tudo! Nada mais importava, só sabia que em meio a experientes trekkers de todo o Brasil, três jovens de São Paulo poderiam gritar, e assim o fizeram “o topo é nosso”. O topo é nosso! Rapidamente após alguns cliques, começamos a preparar as coisas para o segundo café da manhã, eram 04:40hs e logo o sol nasceria, levamos massa de pastel, frango desfiado e queijo. Só acreditou quem viu, no alto do Bandeira, muito pastel no café da manhã. Pastel nas alturas. ''Aos poucos o pico lotou, havia umas cem pessoas em seu cume para assistir o espetáculo natural, e o show valeu a pena. O nascer do sol foi maravilhoso, o mar de nuvens, o mar do Espírito Santo, o mar de Minas, o mar do Bandeira e finalmente o mar de nossa conquista, é assim que me recordo.'' "o mar de nuvens, o mar do Espírito Santo, o mar de Minas, o mar do Bandeira e finalmente o mar de nossa conquista I" "o mar de nuvens, o mar do Espírito Santo, o mar de Minas, o mar do Bandeira e finalmente o mar de nossa conquista II" "o mar de nuvens, o mar do Espírito Santo, o mar de Minas, o mar do Bandeira e finalmente o mar de nossa conquista III" Já umas 08hs éramos os últimos ainda ali no pico, resolvemos conhecer o Pico de Cristal, retornando pelo Pico do Calçado. A trilha até o Cristal é muito fácil, após descer o Calçado, já em sua base, ao invés de descer pela trilha que retorna a Casa Queimada, basta seguir adiante, pedras sobrepostas indicam o caminho, basta segui-las. A escalaminhada até o cume do Cristal é fácil e rápida, e ir ao Parque do Caparaó e perder este pico é inaceitável, pois, ao menos no meu ponto de vista o Cristal é o pico mais imponente da região. Pico de Cristal. O relógio apontava 13hs, hora de descer, o Renan seguiu na frente enquanto eu e o Rafa resolvemos cadenciar a decida para tirar mais fotos. Chegamos à Casa Queimada, mais uma vez a tortura no banho gelado, águas que vinham diretamente do mar de Bering congelava até a alma de quem se atrevia a entrar no banho. Logo começamos os preparativos para o almoço, o prato do dia seria Yakissoba, e foi! Yakissoba selvagem! Já de noite, bebemos capuchino e filosofamos sobre a vida, a existência e sobre muitas outras coisas, o céu estava como nunca havia presenciado antes, estrelas cadentes passavam a todo o momento, o espaço é um lugar incrível. Era 22:30hs o papo estava excelente, a noite linda e fria, porém, o dia foi cansativo e muito por sinal, era hora de dormir. Noite fria. Dia 09/09/2012. Após uma noite tranqüila, o relógio despertou, após um prato de sucrilhos com tapioca no café da manhã, rapidamente desmontamos o acampamento. Mochila nas costas, a saudade já batia, nos despedimos da Casa Queimada após um último clique. Tapioca selvagem. Adeus Casa Queimada! O retorno foi fácil, muito fácil po sinal. Mesmo com o joelho sendo forçado com o impacto da mochila na descida. A velocidade era mais que o dobro da subida, estávamos quase correndo, e logo chegamos a Cachoeira da Farofa, trilha de apenas três minutos, facílimo acesso, e um local surreal. Água verde esmeralda encantam os olhos, porém, é muito gelada, diga-se de passagem, que foi o banho mais gelado de cachoeira que já tomei. Cachoeira da Farofa por cima. Cachoeira da Farofa por baixo. Continuamos o retorno, rapidamente já estávamos na entrada do parque, devolvemos uma credencial de entrada que é entregue assim que você entra no parque e descemos, e descemos e descemos. Para o almoço, dessa vez rolou uma macarronada com molho quatro queijos e molho bolonhesa, salada de pepino com seleta e muita batata frita. Último almoço! De volta para a descida o relógio apontava 14:20hs horário que o ônibus passaria no ponto retornando a rodoviária de Espera Feliz, apertamos o passo com medo de perdê-lo, ouço a voz do Renan que seguia adiantado pedindo para corrermos, corremos, e corremos mesmo de cargueira. Foram cerca de 400 metros de corrida, o ônibus estava parado e o motorista pasmo vendo a situação, lembrei-me rapidamente de São Paulo, onde ônibus não se pega, se conquista devido ao caos em nosso transporte público. Rodoviária de Espera Feliz - MG. Conquistamos, aliás, entramos no ônibus, cansados, queimados de sol e felizes, a trip estava concluída, uma trip para ser lembrada para o resto da vida. O retorno para São Paulo foi tranqüilo, apenas um pouco de trânsito na Dultra devido ao término do feriado, chegamos à rodoviária no Tietê as 09hs fui para casa, tomei um banho e entrei no trampo bem atrasado, às 12hs, mas foi por uma causa nobre e justa. Terminei a trip com uma frase que criei e sempre a cito quando tenho oportunidade; “Essa não foi a melhor trip, a melhor será a próxima, sempre a próxima”. FOTOS ADICIONAIS: Pico da Bandeira visto do Pico do Calçado. Rafa no cume do Pico do Cristal. O segredo do Cristal. Pico de Cristal. Manolaaaaaa! THE END!
  15. É manoloo, acabei de criar essa frase, que é bem a realidade, ao mesmo a NOSSA! HAHA...
  16. É Japaaa, mais uma vez feliz em participar dessa trip com a galerinha firmeza de sempre. O mais bacana é que não há necessidade de técnica ou grupinhos experts para fazer uma trilha bacana. São roteiros como esses que nos mostram o quão importante é a simplicidade e a humildade não importa aonde seja. Pedra Furada, mais um paraíso dentre os milhares que já conhecemos e vamos conhecer, um lugar de fácil acesso e que reserva muita beleza e diversão aos seus visitantes. É isso ai... "Essa trilha não foi a melhor, a melhor será a próxima. Para sempre a próxima"
  17. Pessoal, comprei uma dessas. Não indico, as mochilas da NORD são ótimas, agora as barracas deixam e muito a desejar. Na virada no ano peguei chuva com ela e não deu outra, vazou p/ dentro. A impermeabilidade dela deixa muito a desejar e em travessias o uso desta barraca é inadequado devido ao risco de molhar seus objetos e até vc mesmo em caso de chuva . Enfim pessoal, esta é a minha opinião, o q eu acho e julgo, com base a experiência q tive! Creio q em dias de calor a barraca até seja boa, porém, aonde costumo acampar (mata atlântica), o tempo é imprevisivel. No mais é isso amigos. Aloha...
  18. Podemos mesmo, sem dúvida Dyanne! Me add no msn e no face, quando rolar a próxima trip eu chamo vc e teu namorado! Face => Jefferson Zanandréa Msn => [email protected] Alohaa!
  19. Muito obrigado Gvogeta! São relatos como os seus, do Soto e de inúmeros outros integrantes deste fórum, que fazem pessoas como eu, Massa, Dyanne, e tantos outros a buscar cada vez mais perrengues épicos... Agradeço a vcs. Aloha...
  20. Dyanne, desculpa a demora em responder... Então... Super fácil, indico sim! Tome todos os cuidados básicos (válidos p/ qualquer investida no mato), e já era! Pode ter certeza q se pegar um dia de sol não irá se arrepender, só evite essa trilha em dias de chuva, NUNCA faça ela se o tempo ameaçar chover... Esses dias eu fui lá e deu um temporal na volta, foi muito loucooooo... Porém muito arriscado e eu estava junto a pessoas muito experiêntes. No mais é só curtir... Aloha.
  21. Falaaa querido Massa, Estava meio ausente neste mês devido ao trampo, mas agora estou de voltaa. Então... Descemos sim, existe uma trilha lateral q evita que os mais cuidadosos se arrisquem pelas pedras escorregadias da fumaça! Vale a pena conferir... Ah e mesmo se não existisse a trilha lateral, poderíamos nos arriscar pelas rochas ou então subir pelo lado de cristal. =D
  22. Aloha! Parabéns pelo relato Massa! Trip muito louca, cheia de imprevistos, superações, risadas e diversão! Um perrengue lascado, na Funicular, muito mato, tensão nas alturas, e resistência. Na prainha preta, luta contra uma tempestade, e um rio que passava por debaixo da barraca hahaha... Trilha noturna até a prainha branca debaixo de um dilúvio! Enfim, fatos que devem e serão guardados eternamente na memória, obrigado por compartilhar deste relato com todos nós fórum. Fico ainda mais feliz em ter participado deste perrengue com vcs, afinal estamos saindo da fase amadores finalmente hehe... Abração, muita positividade e pode ter certeza que depois de um começo de ano épico deste, o ano será cheio de aventuras e novos lugares! Paz. Trekking Forever Uhull...
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