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isaac.moreira

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  1. Olá quel.teixeira que bom que está gostando. Olha achei todos bem tranquilos. Acho que o mais pesadinho seria o da laguna 69 (que não fizemos por desatenção minha) e o do glaciar. Pelo que lí na época o da laguna é o que o povo diz que é o que seria mais pesadinho. Bom é claro que fiz os passeios do modo mais turístico até pelo tempo que tinha agora se você for preferir trakking e acampando é melhor pesquisar mais. Valeu!
  2. LA PAZ 19/04 - 24/04 Chegamos em La Paz umas umas 22:30h. Aí foi foda!!! Um frio danado e como o planejamento foi corrido não consegui pesquisar um lugar legalzinho para ficarmos. Resultado ficamos em 3 lugares diferentes. A primeira noite foi a pior. Tive que pegar um táxi e ir até um lugar bem ruim perto da Plaza Murillo por (40 bol cada). Mas como era só para tomar um banho e dormir um pouco tava valendo. No dia seguinte partimos tentar achar outro. Depois de rodar bastante com as mocihlas acabamos ficando no Loki, 180 bol sem TV, a net uma bosta e sem café, num rolou também. Lá é bem legal mas como não somos festeiros não achamos vantagem. Acabamos ficando em um hostel perto da Illampu com a Santa Cruz, perto do Mercado das Bruxas (120 bol sem café), mas tinha um wifi meia boca, banho quente e TV. Pelo tempo que ficamos em Laz Paz fizemos poucos passeios. Estávamos bem cansados afinal já eram 30 dias de perrenges. Fizemos basicamente o downhill na estrada de la muerte e o Chacaltaya com seus 5000 metros de altitude. Fechamos tudo na Altitude por ( 490 + 100 bol). Tem lugares mais em conta. Mas estávamos com preguiça até de pesquisar muito. O passeio do Chacaltaya estava perigando não acontecer devido ao tempo que estava bem carregado. Um dos dias choveu granizo com pressão mesmo. Mas quando fomos até que deu para aproveitar o visual que é sensacional. Pudemos ver o lago Milluni com o Huayana Potosi ao fundo e depois subir para o mirante do Chacaltaya a mais de 5000m. No caminho vemos a ruína de uma mina abandonada e algumas estruturas utilizadas para pesquisas de raios cósmicos . Fico imaginando só o visual quando o céu estiver bem limpo. Tinha uma nevasca vindo então não deu pra ficar muito tempo. Uma garota deu mole com o celular e ele escorregou toda vida montanha a baixo. Nunca mais . O pior foi ela perder as fotos da viagem toda. De volta a La Paz fomos no Vale de la Luna que é um conjunto de formações criadas devido a erosão de um lago que existia ali. A noite conhecemos uma pizzaria muito boa. A melhor de toda a viagem. Chama-se Mozzarela a pizzaria fica em frente ao Hostal Copacabana na calle Illanpu. A maior pizza custava 55bol e serve 3 pessoas tranquilo :'> :'> :'> . Na manhã seguinte fizemos o downhill e foi muito irado . A agência fornece todos os lanches, roupas, luvas, capacetes demais proteções. Pegamos a bike mais básica e era muito boa com freio a disco hidráulico suspensão na frente e atrás. Acho que não fazia diferença mas gostei bem da agência. O ponto de partida é a Laguna Estrellani onde tomamos um café e quase congelamos por causa do vento e frio. Desse ponto descemos uma parte de asfalto (chegamos a uns 60km/h). Fizemos uma parada para lanche e depois pegar as estrada de chão até Coroico. Alguns dão mole e caem feio mas é só seguir as dicas dos guias e dá tudo certo. O passeio é bem legal mesmo e vale muito a pena. No final como já é uma região mais baixa e de mata, não deixe de levar e passar bastante repelente. Os mosquitos não tem dó. Almoçamos num lugar como se fosse um sítio com piscina e depois retornamos para La Paz. No último dia compramos umas lembrancinhas e fomos para o terminal pegar o ônibus para Santa Cruz. Conseguimos um que saia as 15:30h com a promessa da viagem durar 18h... tava tranquilo pegar o voo pro Brasil as 13:50h. Que ilusão . No meio da madrugada acordei e percebi que o ônibus estava parado no meio da estrada juntamente com uma fila de carros e uma chuva danada. Pensei comigo: Ferrou! A chuva arrebentou a estrada e vamos ficar presos aqui. Quando vi o tratorzinho passado não sei se ria ou chorava de agonia. Ficamos duas horas para sair do embrolho e seguir viagem. O tempo foi passando e o ônibus parava em tudo que era barreira e posto policial. Ficava mais tenso a cada hora que passava, até que quando deram as 17h de viagem e perguntei o motorista ele me disse que ainda faltariam 4h até Santa Cruz. Perdi o voo. Discutimos um cado com o motorista quando ele parou para almoçar mas, pra mim a vaca já tinha ido pro brejo. De pois de colocar o terceiro filme da trilogia Busca implacável para os passageiros e eu já estar quase chorando avistei alguns jatinhos. No desespero corri até a cabine do motorista que me confirmou que era o aeroporto de Viru-Viru. Pedi para descer no acesso e quando estava voltando para ajudar a Carol estava pensando em como iria do meio da estrada até o aeroporto (a vaca ainda tava no brejo). Foi aquela correria com sacola, pacote de biscoito caindo no corredor e quando tentando tirar a mochila da Carol do bagageiro, percebi que ela estava rasgada na extensão e algumas coisas estava saindo. Caraca que M . Olhei no relógio e eram 12:45h agora era arrumar um jeito de em 5 minutos estar no aeroporto. Escutei um povo gritando e eram vários motoboys. Num deu outra! Com mochila nas costas sacola nos braços partimos de moto sem capacete e com vento na mochila que quase me derrubava. A motinha quase esgoelando e eu naquela vai dar tempo vai dar tempo . Chegamos descabelados no aeroporto e o no guichê da Gol não tinha ninguém. Corremos lá e chegou junto conosco uma senhorinha com o filho que começou a bater boca com o atendente que não queria fazer o nosso check in. Pedi licença e com a maior calma do mundo e educação pedi pelo amor de Deus pro cara fazer o possível para embarcar agente. Ele olhou, viu nosso desespero (estampados em nossos cabelos provavelmente) e disse ok, mas que não podia garantir devido a polícia ter hora para fechar o raio-x. Apareceu outra garota, ajudou agente e quando ele imprimiu o cartão dei graças a Deus! Saímos para o embarque e a senhoria ainda estava discutindo alguma coisa com o atendente. Com os 50 bol que ainda tinha no bolso ainda comemos um sanduba natural e uma coca antes de embarcar ! E foi assim que com emoção até o fim terminou esse mochilão de 35 dias, mais de 7 mil km e muita história pra contar.
  3. PUNO 17/04 Chegamos em Puno as 4:30h. Tomamos um café na parte de cima do terminal (s/ 10 cada) e fechamos o passeio até as Islas Uros mais a passagem para Copacabana por s/ 80. O terminal é bem perto do cais de onde saem os barcos para os passeios no Titicaca. Pode-se ir caminhando (20 min) e fechar lá mesmo. Deixamos as mochilas no guichê da empresa de ônibus e uma van nos levou até o cais do porto. Para variar um pouco nosso barco não funcionou e tivemos que trocar de embarcação! Kkk só acontecem com agente mesmo! O passeio é legal mas dispensável também para quem tem pouco tempo. Você conhece o processo de como eles constroem as ilhas e como os antepassados deles viviam ali. Você pode dar uma volta num dos barcos (vai ter que remar) e comprar algumas lembrancinhas. Pode pedir para carimbarem seu passaporte também (me cobraram por isso ). Achei a cidade meio feia e decidimos ir para Copacabana no mesmo dia. O busão saiu as 14:00h e sugiro escolherem uma poltrona do lado do motorista para verem o visual do Tititacaca ao entardecer que é fantástico. COPACABANA 17/04 - 19/04 Fizemos a fronteira e chegamos em Copa umas 18:30h. Mudamos o horário e acabamos por ficar no Mirador a primeira noite (que arrependimento ). O wifi tava uma merda, a água não esquentava e tava um frio danado . O que vale a pena é a vista para o lago (s/ 120). Acho que tava sem energia na rua então não era só conosco. Saímos a noite e comemos uma pizza gostosinha e um refri de 2L por uns 100 bol. No dia seguinte procuramos um outro hostel e fechamos num que fica em frete ao Hotel Gloria. Colocamos umas roupas para lavar (10 bol o kg) e fomos dar um role na cidade. Visitamos a basílica de Copacabana, comemos umas besteiras na feira e fomos até o Cerro Calvário. Voltamos e almoçamos uma lasanha por 40 bol, fechamos o passeio até a Isla del Sol norte e sul ( 70 bol para nós 2). Nessa noite comemos outra pizza ( 55 bol). Voltamos para o hostel e ficamos vendo o UFC. Pela manhã fizemos o check-out, deixamos a cargueira no hostel e saímos para tomar café (s/ 25 para os dois). Compramos na praça Sucre mesmo o bilhete para La Paz (20 bol). Pegamos o barco que para variar saiu atrasado (9h). Conhecemos primeiro a parte norte e uma galerinha saiu para ir até a parte sul pela trilha. Decidi voltar com o barco mesmo. E pelo menos conosco ele esperou todo mundo chegar. A caminhada até que não é tão longa, mas para quem não está acostumando é bem puxada. A altitude pesa bem também. Na parte norte tem umas praias bacanas e a vista é linda. Acho que vale a pena passar o dia neste lado e no outro dia ir pela trilha até o lado sul. As pousadas não são aquela coisa mas quem quer luxo vai pra um resort e não pra Bolívia . Nessa parte visitamos a Roca Sagrada, a Mesa de Sarificio e o Laberinto Chinkana com uma fonte de água sagrada. Tanto na parte sul quanto na norte tem que pagar um ingresso que não anotei o valor. E para fazer a trilha norte sul tem alguns 3 pedágios de 10 bol cada. No lado sul visitamos a Fuente del Inka e os jardins da Escalera del Inca. Chegamos em Copacabana por volta das 17h, comemos um sandubão (30 bol cada), pegamos a mochila e pegamos o busão ferrado para La Paz na praça Sucre (o último saia as 18:30h). No caminho você desce do ônibus e atravessa o lago em uma balsa (2 bol). Espera um pouquinho e pega o mesmo ônibus do outro lado.
  4. CUZCO 12 – 16/04 A viagem durou exatas 20h e apesar da duração foi bem confortável. A melhor que fizemos. No terminal de Cuzco uma senhoria nos abordou e ofereceu um quarto matrimonial por s/ 80. Como era perto do Pariwana fomos lá conferir. Pegamos um táxi s/ 5 e até achamos o lugar razoável – Gran Hotel Machu Pichu. Deixamos as mochilas lá, demos mais uma volta e achamos outro bem mais simples por s/ 60. Quando voltamos demos aquela chorada e ficamos no Gran por s/ 60 =b. Almoçamos num restaurante por s/ 12 cada na calle Marques ou Santa Clara. Saímos para procurar uma agencia e fechamos por US$ 115 o pacote: van até a hidroelétrica, duas noites em Machu Picho Pueblo, entradas para o santuário e para montanha Machu Pichu. Fechamos na agência o passeio do Vale Sagrado por s/ 20 sem almoço. Tudo foi na Vertigo Travel Peru. Infelizmente não tivemos muito tempo para pesquisar por que era domingo e as agencias fechavam as 17h. Trocamos alguns obamas e fomos até o mercado de artesanias. Lembrando que tem várias maneiras para ir até Machu Picho: trem, van, Caminho Inca (necessita de ser reservado com uns 6 meses antes), Trilha Salkantay que era a que faríamos inicialmente mas pela duração e nossa disposição não rolou e a Inka Jungle que tem um passeio de baike, umas tirolesas e caminhadas. Pesquisem antes e se preparem bem dependendo da escolha de vocês. Na volta compramos água, gatorade local e uns biscoitos (nem s/ 5). Na manhã seguinte chegamos na agência no horário combinado e depois voltamos boa parte do caminho para pegar um micro ônibus lotado. Fomos até Pisaq e visitamos aquelas lojinhas de prata e vimos o conhecemos um pouco do processo de fabricação. Ficamos o maior tempo lá esperando sei lá o que e, depois, fomos visitar o sitio. No caminho compramos o boleto turístico parcial de s/ 70. O guia explicou como era a cidade, a divisão dos setores o cemitério e deu 30 min para andarmos pelo sitio. Mas o lugar é bem grande e 30 min mal dá pra você subir nas construções mais altas e voltar. Podia-se economizar mais tempo na vila e deixar o pessoal mais livre no sitio. Enfim, depois da visita de médico fomos para Urubamba onde almoçamos por s/6,50 pollo, salada, arroz e inka cola. Partimos para Ollantaytambo onde novamente, com pouco tempo, passeamos apenas por uma parte da cidade. De lá partimos para Chinchero onde visitamos as terraças e o templo. Foi tão corrido que ele nem levou agente para ver a praça colonial, mas levou para ver o processo de tingimento e tecelagem de lã. Chegamos em Cuzco já meio tarde. Fomos comer numa creperia que fica na frente do hostel. O mais caro lá é na faixa de s/ 10, para variar só não esperem os sucos e refrigerantes gelados. Compramos a passagem para Puno (s/ 60) para as 22:30h. Como compramos numa agência a moça ficou de deixar o bilhete no hostel onde estávamos. No dia seguinte arrumamos nossas coisas, deixamos nossas cargueiras no hostel e assim que terminamos o café o cara da agência apareceu para nos buscar... a pé! Fomos caminhando até uma rua e lá esperamos e esperamos, vai aqui e pega um, espera mais um pouco ali, fomos sair de Cuzco já eram 9:30h. Daí comecei a ficar preocupado com o retorno. Se saíssemos muito tarde da hidroelétrica corríamos o risco de perder o ônibus para Puno. Passamos em Ollantaytambo, pegamos mais um casal e no caminho que tem um visual bem bacana vimos a galera fazendo o downhill da Inca Jungle. Paramos em Santa Maria para almoçar e quando saímos para Santa Tereza umas 14h. Ainda faltavam 1:30h até a hidroelétrica e mais 2:30h de caminhada até Aguas Calientes. Na agência eles te falam que tem guia mas o guia só te explica o caminho e vai de trem. Mas o caminho também é tranquilo, logo depois da estação você pega a direita para uma trilha, segue umas plaquinhas e depois é só seguir os trilhos do trem. Já bem perto de Águas Calientes, você pega a estrada a direita também para não passar pelos túneis. Pelo caminho você consegue ver algumas partes de Machu Pichu. Em Aguas Calientes esperamos o guia na Praça da Igreja e de lá uma garota nos levou até o hostel onde ficaríamos. Tomamos banho e descobrimos que a internet estava uma m... . Na verdade já a algum tempo não estávamos nos importando mais... vários lugares eram assim. Fomos para o restaurante onde o guia estava nos esperando e nos passou as informações do caminho, hora que acordar (4h), horário limite para chegar no santuário (6:30h) e te entregar os bilhetes bem como o kit café da manhã. O jantar era meio fraquinho e o “café” era um saquinho com uma banana, suquinho de caixinha, sandubinha e uns biscoitos. Acordamos no horário e partimos para até a ponte onde fica o posto de controle que pela hora estava fechado. Estava um pouco chateado pois o tempo nos dias anteriores estava meio fechado inclusive com algumas pancadinhas de chuva no Vale Sagrado e no caminho para Machu Pichu Mas nessa no caminho para o posto percebi que o céu estava aberto e bem estrelado. No posto de controle já tinha se formado uma filinha e lá pelas 5h acho que o posto abril e começou a escadaria infernal até o santuário! Acho que foi uma hora para subir tudo. Chegamos na portaria umas 6:15h e o lugar é fantástico mesmo. Ver o sol nascendo de trás das montanhas e iluminando a cidade foi fuderaço! Para quem vai apenas para Machu Puchu e também nem visita o vale sagrado deve achar que os Incas do nada desenvolveram toda aquela engenharia, mas quando se visita outros sítios de civilizações como em Chavin, Caral e Nazca percebe-se que foram vários seculos de desenvolvimento até chegarem as técnicas praticadas pelos Incas. Terminamos a visita guiada por volta das 9h e depois de uma pausa para um lanche (não pode comer no santuário, somente na portaria) voltamos para visitar algumas outras partes mas ainda estava bem cheio. Quando era umas 10:40h perguntei para um guardinha se tinha horário para visitar a montanha e ele disse que a entrada era até as 11h, Fu... Partimos na correria para entrada que nem sabíamos direito onde era. Depois que entramos só teve mais um australiano, já eram 11h e se achávamos que a escada para chegar até a portaria de Machu Pichu era um inferno, essa então nem tenho adjetivos. Tirando a vista que era incrível a subida é muito desgastante. Fui na frente e gastei uns 50 min na subida. Tirei ums fotinhas e quando já estava descendo encontrei com a Carol e outra garota. As duas estavam exaustas mas faltava tão pouquinho que fui incentivando e elas conseguiram chegar. Foi muito massa! Lá no alto parecia um pique-nique de tanta porcaria que o povo tava comendo. Logo fica a dica: Ao invés de sair para lanchar do lado de fora se você for fazer a montanha lá no alto poderá fazer seu lanchinho. Outra dica é que não achei as coisas em Aguas Calientes tão caras quanto o povo fala. Nem de longe achei que valeria a pena sair carregando litros e litros de água de Cuzco. Em Machu Picho é caro mesmo tipo água a s/10 de 500ml mas dá pra comprar as coisas em Aguas Calientes agua 2,5l a s/ 5. Na descida um fato no mínimo engraçado. Avistei umas duas garotas peladas tirando fotos com o santuário no fundo . Quando elas me viram começaram a rir e se esconderam. Que loco!!! Esperei um pouquinho até elas se vestirem e continuei descendo. Uma terceira me perguntou se haveriam mais pessoas descendo e disse que sim. Parece que ficou um pouco triste mas acho que iriam tentar novamente porque foi eu dar as costa acho que elas começaram a tirar a roupa novamente. Kkkkk. No santuário aproveitamos que estava bem mais vazio e tiramos outras fotos. Voltamos para a vila e estávamos muito, mais muito cansados já que subir e descer aquilo tudo a pé não é para qualquer um não. A noite comemos uma pizza, 2 pisco sour e uma coca por s/ 41. Dormimos e a noite toda choveu bastante. Queríamos ir nas águas termais mas desanimei depois que a menina do centro de informações nos disse que eram apenas 38°C. Demos uma volta na cidadezinha, tomamos um café perto da pracinha, compramos umas frutas e sandubas no mercado e partimos para a hidroelétrica. O dia anterior tava foi tão cansativo que a Carol tinha de descer as escadas de lado kkkk. Chegamos na Hidroelétrica umas 14h e fomos sair lá pelas 15h. Esses atrasos cansam para caramba . De lá fomos para Cuzco. Deixamos umas pessoas em Ollantaytambo e chegamos um Cuzco as 20:45h. Pegamos as mochilas, o bilhete do busão, comemos os crepes e fomos para o terminal de táxi (s/ 5). Para ajudar mais um pouco nosso busão foi o último a sair. Mas estávamos sem pressa também.
  5. LIMA 10 – 11/04 Chegamos em Lima e andamos umas 6 quadras até a Av. Arequipa (o cara do terminal da Cruz Del Surtinha dito que eram 3 ). Pegamos um busão e chegamos umas 7 horas da manhã no Pariwana . Deixamos as mochilas no loker e fomos para cobertura tomar café para depois conhecer a região do Barranco. Na saída do Hostel passei o dedo na aliança como de costume e... Fu... Cadê ela? Perder a aliança a segunda vez ninguém merece . Revirei a mochila, os bolsos dos casacos e nada. Fiquei chateado pra caramba mas fomos pro passeio. Depois de uma perdida básica chegamos no Barranco mas o clima não estava ajudando muito em função da névoa que tomava conta da cidade. Passamos pela ponte dos suspiros e nem percebemos. Voltei lá, prendi a respiração e fiz meu pedido. Adivinha o que era? Depois do passeio pegamos um busão e voltamos pro hostel. Almoçamos por lá mesmo e comecei a revirar tudo a nada da bendita. Fiquei mais down ainda. Quando já estava arrumando para ir no terminal da Cruz del Sur resolvi reviar mais uma vez a mochila e dana tava lá! Para quem não acredita no poder da ponte a prova está aqui! A tarde compramos as passagens para Cuzco (s/ 140 20h) e fomos no museu Mali que estava com uma exposição com as cabeças de Chavin, e o melhor de tudo: entrada grátis depois das 17h. Depois da visitas fomos ver o show das fontes e nos molhamos bastante. É bem divertido e valeu ter voltado para Lime para fazer esse passeio. No dia seguinte, fomos até a Plaza de armas e vimos a troca de guardas, demos um role e percebemos que uma bolsa que usávamos para carregar algumas besteiras no dia a dia estava arrebentando então começamos a procurar e nada de mochila só bolsas. Até que entramos num mercado e achamos uma por incríveis s/ 14. Já eram quase 13h, estávamos sem almoço e ainda no centro de Lima. Engolimos 2 Big Mac (s/ 13,50 cada combo). Pegamos o BRT e chegamos no terminal 13:40h. Foi bem apertado mas deu tudo certo. Partimos para 20h de busão para a capital do império Inca.
  6. HUARAZ 07 – 09/04 Chegamos em Huaraz e na verdade o ônibus nos deixa no terminal da empresa que fica um pouco afastado do centro (20 min a pé). O câmbio em Huaraz foi o mais vantajoso que achei assim como Cuzco. Ficamos num muquifo bem ruim na calle Pomabamba por s/ 30 a noite num quarto matrimonial. O lugar era bem ruim e tivemos até que acender um incenso para renovar o ar do local ãã2::'> . Inicialmente Huaraz não estava no roteiro mas resolvemos incluir depois que li um pouco sobre a Cordilheira Blanca. O lugar é simplesmente FUDERAÇO! Pena que o tempo não estava ajudando e só consegui ver o Huascarán no primeiro dia logo quando chegamos. Fechamos os passeios com o maluco que nos ofereceu o muquifo mesmo. O pacote foi s/ 120 por três passeios: Laguna Llanganuco + Yungai, Chavin e o Glaciar Pastoruri. O primeiro já fizemos logo quando chegamos uma vez que para fazer a Laguna 69, que era o que havíamos planejado, as vans saem mais cedo (+/- 6h). tirando a laguna e a visita a região onde fica a cidade soterrada de Yungai o passeio é meio chatinho. O guia toda hora para pra ficar mostrando uns artesanatos e umas cidades que não tem nada de mais. Nesse passeio o almoço médio era s/ 15. Chegamos em Huaraz já eram 21h. Compramos umas besteiras, água e fomos dormir. No dia seguinte fomos visitar o templo Chavin. No caminho passamos por Catac de onde, se o tempo estivesse ajudando, poderíamos ver toda a Cordilheira Blanca. Passamos pela Laguna de Querococha e o ponto mais alto do passeio a 4600m que é o túnel antes do Cristo de la Paz. Em Chavin fomos visitar o templo e é bem impressionante a construção. Nesse templo eram realizadas cerimônias que envolviam povo do litoral, andes e selva. Lá existe uma grande quantidade de túneis dentro do templo onde os sacerdotes ouviam os Deuses (depois de ter tomado bastante cacto San Pedro ). Nesse templo é onde ficavam as cabeças clavas. Depois do templo fomos almoçar no restaurante que a agencia te empurra (os preços aqui eram maiores que no primeiro dia +/- 25 soles) e depois fomos para o museu, que apesar de não pagar nada, também não pode tirar foto. A maioria das peças estavam em uma exposição em Lima, daí não vimos muita coisa. A noite comemos uma pizza na Baylone que fica na Calle Jose de la Mar (s/ 30). Na manhã seguinte deixamos a mochila no loker do “muquifo” e fomos fazer o glaciar. Como esse dia sai mais cedo o lugarzinho que estávamos tomando café nem tinha aberto ainda. Tivemos que comprar algumas coisas na padaria e comer lá no “muquifo” mesmo. As vans e os micro-ônibus saem de uma pracinha na calle San Martin com Mariscal Caceres. Lá também tem o guichê de informações turísticas. No caminho paramos num restaurante para reservar (e pagar) o almoço (que vimos que podia ter pedido na hora também que não ia fazer diferença). Para quem fica um pouco mal com a altitude não reserve pois se ficar meio enjoado pode ter rolo para devolver o seu dinheiro. Assim como para ver a Laguna de Llanganuco, tivemos que pagar a taxa de s/ 10 pela entrada no parque e visitamos uma fonte de água gaseificada (ñ potável), as plantas gigantes, umas lagunas, as pinturas rupestres até chegarmos na base do glaciar que estudos indicam que pode desaparecer dentro de uma década, visto já ter perdido metade do seu tamanho em apenas duas. Da base até o glaciar é uma caminhada de 2,5km morro acima. Para quem sofre um pouco com a altitude tem uns burrinho por alguns soles. O caminho você sobe pela esquerda e desce pela direita para ter uma noção de como o glaciar foi diminuindo ao longo dos anos. O lugar é fantástico e como o tempo tava meio fechado estava até nevando por lá. Um frio danado também que piorava com o vento . No retorno o guia meio que ofereceu uns passeios “radicais”: tirolesa e rapel numa cachoeira. Era uns 35 soles cada um, mas ninguém animou e chegamos em Huaraz por volta das 18:30h. Quando já estávamos perto do “muquifo” para pegar nossas mochilas começou a soar alguns trovões e o povo gritava a cada um deles, parecia o fim do mundo. Daí começou a chover mas chover tanto que achei que o mundo ia acabar mesmo. Nessa hora nenhum dos táxis infernais que não paravam de buzinar para você na rua pára. Na volta conseguimos um táxi até o terminal da Cuz del Sur (s/ 3) e do lado dele tem uma pizzaria bem gostosinha. Lá pegamos uma individual e uma jarra de suco por s/ 21 tudo. As 22h pegamos o busão de volta para Lima (s/ 66).
  7. LIMA 04 - 06/04 A viagem até lima durou umas 5h. O busão parava em tudo que era lugar. Do terminal descemos até a Av. Arequipa e lá pegamos um busão (que pode ser o 301/2/3 por s/ 1,20) até o Ovalo de Miraflores (Parque Kenedy). Outra opção seria pegar o BRT na Via Expressa Passeo de la República (s/ 2,50) até a estação Ricardo Palma. Essa opção andava bem menos mas só fui saber depois. Inicialmente ficamos no The House Project (s/ 120 quarto matrimonial) mas devido a um cupim monstro que estava devorando o criado mudo e uma boate que ficava literalmente ao lado do nosso quarto, foi impossível dormir. No dia seguinte acordamos cedo e fomos fazer o passeio de Caral + Áspero. Foi bem bacana conhecer a primeira civilização das Américas e segundo eles a 2ª mais antiga que se tem notícia. Mesmo com 1% de escavação apenas já é impressionante as construções e as pirâmides. O passeio é oferecido pelo governo por s/ 95 e já inclui as entradas, transporte, alimentação e guias (http://www.zonacaral.gob.pe). Como chegamos em Lima já deviam ser mais de 20:30h não fizemos o show das águas. O show só tem de quarta a domingo o que fui descobrir depois na segunda pela manhã (planejamento corrido dá nisso)! De vido aos problemas da noite anterior fomos para o Pariwana que apesar de um pouco mais caro (s/130) era bemmm melhor. No dia seguinte visitamos a Huaca Pucllana, o Parque del Amor e vimos o pôr-do-sol no farol com a galera fazendo parapente (s/ 240 por 15 min eu acho). Sensacional o visual . A noite pegamos o ônibus para Huaraz as 22h na movil tours (s/ 65). A cruz del sur oferece esse trecho também com a vantagem de te deixar mais central em Huaraz.
  8. NAZCA – 02/04 Chegamos em Nazca as 6h e os passeios para ver as linhas estavam todos demasiadamente caros (feriadão né)! Acabei fechando um por U$S 110 e o camarada ainda deixou agente usar um quarto lá pra descansar e tomar um banho. No aeroporto tem um guichê de informações turísticas e lá a mocinha me informou que poderíamos ter pego um táxi até o aeroporto (uns s/ 7) e lá pesquisado qual das 7 ou 8 agencia iriamos fazer o voo com valores a partir de U$$ 80. Enquanto esperávamos ficamos vendo um documentário da NatGeo até que chamaram a gente e pra variar fizeram M... e separaram eu e a Carol. Isso porque no balcão da companhia explicamos que iríamos juntos! Espera mais um pouco, paga a taxa facada de s/ 24 p/ cada e bora voar! O piloto dá um briefing antes do voo explicando onde as imagens vão aparecer, como ele vai fazer o percurso e que irá circular as figuras pelos dois lados para que todos possam ver. Fomos Carol, eu e duas suíças. Quando ele circula as figuras dá pressão no estômago e na cabeça que é soda ! Os desenhos são impressionantes mesmo, vale muito a pena! Infelizmente dura muito pouco. Pelo Google Maps você consegue ver algumas imagens. É bom que já vai treinando porque na hora pode ter um pouco de dificuldade de ver. Depois do voo estávamos bem enjoados e cansados então não fizemos os outros passeios e partimos para Ica (s/ 10). HUACACHINA 02 – 04/04 Depois de sofrer um cado no ônibus chegamos em Ica e lá pegamos um táxi por s/6 para Huacachina onde começamos a peregrinação para achar um lugar para ficar. Estava tudo cheio e as vagas que tinham estão bem carinhas. Mal dava para andar pelas ruas devido a tanta gente! Acabamos ficando na Casa de Arena num quarto para 4 (s/ 50 por pessoa) mas como não apareceu ninguém ficamos de boa. O único problema é que só tinha uma tomada no quarto. E a noite rola umas festas numa área ao lado que iam até amanhecer. Depois do merecido banho saímos para comer alguma coisa. E ficamos no Oasis de Huacachina por indicação de uma menina que estava vendendo o passeio das dunas. O lomo saltado que de lomo não tinha nada foi uns 28 soles. Depois de encher a barriga fechamos os passeios com a menina. O passeio das duas foi s/ 40 mais 3 de uma taxa e das islas balestras foi s/ 65 mais uma taxa de s/ 12. O passeio das dunas é muito manero mesmo. Adrenalina total . O sandboard me deixou com o peito doendo por uns 3 dias kkkk. No dia seguinte saímos cedo para o passeio das islas e como estava tudo fechado o jeito foi tomar um café com uma doninha que estava vendo uns sanduichinhos e café na rua (s/ 5). Tudo bem que o café mais parecia um chafé mas tá valendo. Depois de passar em Ica para pegar outros passageiros chegamos em Paracas que também estava mega lotado. Tivemos que parar a van quase na rotatória da entrada da cidade. Depois de mais uma demorinha embarcamos na lancha e pra ajudar ela não pegava. Depois do pessoal fuçar um cadim ela pegou. Sugestão: fique a bombordo (lado esquerdo quando se olha para onde o piloto está). Além da emoção da lancha tem os pinguins, o candelabro, os leões marinhos e pelicanos. De volta a Huacachina os policiais estavam restringindo o acesso de carros devido a superlotação do local. Almoçamos no Desert Night. Lá eles oferecem uns pratos para mochileiros, que apesar de falar que vem pouco, achei muito bem servido. Na manhã seguinte pegamos um tuc tuc por s/ 7 até o terminal da Flores e tomamos café por ali mesmo. O busão para Lima foi 25 soles.
  9. ARICA – TACNA – AREQUIPA 30/03 Chegamos em Arica pela manhã e fomos para o outro terminal que fica ao lado. De lá saem os ônibus para o Tacna no Peru. Como o ônibus já havia saído pegamos o taxi mesmo. Foi 3000 pesos p/ cada. Quando estávamos na alfandega peruana os agentes confiscara o celular de uma moça que estava conosco no taxi. A taxista ficou P da vida e voltou lá pra bater boca, e não é que ela conseguiu o celular da mulher de volta! Em Tacna a taxista nos deixou num terminal de busão onde troquei um resto de pesos que tinha que foi o suficiente para pagarmos as passagens para Arequipa (20 soles no econômico cada na Flores) e tomarmos um café. Achei a viagem bem cansativa. Logo recomendo um ônibus melhor. O nosso acho que nem tinha ar. AREQUIPA 30/03 – 1/04 Em Arequipa pegamos um táxi por 6 soles e fomos até o hotel Bubamaro. Estava s/ 80 um quarto matrimonial. O problema é que o quarto tinha a janela na rua e a porta era colada no portão de entrada. Procuramos mais um pouco e fechamos no Le Foyer s/ 80 no quarto matrimonial com café e WiFi. Fica pertinho do Wild Rover. Depois de um merecido banho, demos uma volta na Plaza de Armas troquei uns obamas e comemos um macarrão bem gostosinho na calle San Francisco. Os pratos eram por volta dos s/8. Voltamos pro hostel porque no dia seguinte teríamos que levantar as 3h para o tour do Canion de Coca. Fomos dormindo na van e lá pelas tantas quando passamos pela parte mais alta, por volta dos 4700 m, uma menina passou mal lá e quase apagar. O passeio passa por alguma vilazinha pra você comprar artesanato, tirar fotos com uns gaviões e llaminhas (tudo pago é claro) até chegar na última parada onde tem os condores. O guia disse que já fazia uns 3 dias que eles não apareciam devido as chuvas e eu também não estava com muitas esperanças e quando estava descendo para o mirante mais baixo ouvi um barulho estranho e quando olhei para trás ele estava bem em cima da gente . Cara é muito grande aquele bicho. Na volta passamos em umas termas nas não entramos. O almoço também não rolou. A Carol não gostou da cara e eu do preço e o foda que é no meio da estrada que eles param. Tipo sem nenhuma opção mesmo. Daí ficamos Carol, eu e um outro brasileiro de papo e comendo nosso lanche enquanto a galera almoçava. No mirador dos vulcões não deu pra ver muita coisa. Tava muito nublado e uma chuvinha fininha. Quando retornamos do passeio fomos ver as passagens para Nazca e estavam todas esgotadas. Ferrou!!! Lembrei que era semana santa e no Peru além da sexta é feriado na quinta também. Verifiquei que as hospedagens em Huacachina também estavam lotadas (ferrou mais ainda!) . Quando saímos para jantar ainda passei em algumas agências, mas também não achei nada. Larguei pra lá e fomos jantar. Comemos um file de franco com um copo de chicha morada por s/ 13,50 na calle Mercaderes. Lavamos as roupas no hostel mesmo acho que era uns s/ 8 por kg. No outro dia pela manhã enquanto a Carol arrumava as coisas fui até o terminal ver se conseguia alguma passagem e acabei encontrando na empresa Continental por s/ 50 às 21:30. De passagem na mão voltei para o hostel e junto com a Carol fomos almoçar. Acabanos indo no Burguer King mesmo! E lá foi engaçado: um guri que estava com sua mãe cismou que eu era o Thiago Silva!!! Vai entender! E me fez tirar foto com cara de sério e tudo ! Foi difícil porque eu e a Carol não parávamos de rir . Depois fazer um City Tour. Não gosto muito desses passeios mas a Carol queria e me convenceu a ir. Tem duas opções um de 4h e um de 2h apenas. Façam o de duas horas acho que compensa mais. Nesse passeio eles nos levam até alguns miradores e dessa vez São Pedro ajudou bem pois só neste último dia que o tempo limpou e consegui ver o Mitse. De volta ao hostel pegamos nossas coisas e de taxi fomos para o terminal. Devido ao feriadão as ruas e o terminal estavam lotados. Fui até o guichê da empresa confirmar se estava tudo ok e para nossa surpresa eles anteciparam nosso ônibus de 21:30h para as 20:30h. Foi aquela correria e o cara apressando agente e eu discutindo com ele e também ainda estava sem aquela porcaria de taxa de embarque, só sei que quando coloquei as mochilas no bagageiro o ônibus já estava em movimento. Lá em cima outro problema: como eles juntaram dois horários a distribuição dos assentos ficou uma confusão só. Depois de também discutir com dois camaradas lá resolvemos o embrolho todo. Só percebi que tinha discutido feio com o cara porque quando reparei o ônibus inteiro estava olhando pra gente. Tinha agente até de pé para ver a discussão .
  10. SAN PEDRO DO ATACAMA (SPA) 27 – 29/03 Na aduana chilena dei um mole e esqueci de jogar fora umas mexericas que estavam na mochila. Multa de 100 obamas!!! O cara ficou me trolando e depois de conversa vai e vem me deu outro formulário para preencher. E o que eu fiz? Prenchi errado de novo! Kkk Ele riu pra caramba e me deu o bloco inteiro. Na terceira vez eu acertei e fomos pra vilazinha. E que vilazinha cara pra burro! Caraca acho que é mais caro que o Rio! Rodamos para caramba até achar um hostel. Estavam quase todos cheios. Chegamos a fechar um bem legal. Deixamos as mochilas e fomos trocar uns pesos e quando voltamos o valor que achamos que era para toda a estadia era somente uma diária! Fiquei meio p da vida porque ainda tinha perguntado antes de fechar se era por todo o período e eles confirmaram. Resultado: saímos procurando e depois de andar de um lado pro outro fechamos no Corvatsch por 25mil a diária em quarto duplo sem banheiro. Nesse primeiro dia saímos pra dar uma volta na vila, pesquisar o preço de alguns passeios e comprar algumas coisas pro café. Gastamos uns 4000 pesos. No dia seguinte alugamos uma bike por 4000 por 12 horas e fomos até a Pukará de Quitor que estavam com as ruinas fechadas devido as fortes chuvas que caíram na região. A chuva foi tão braba que o pessoal antigo disse que nunca tinha visto chuva como aquela e umas nove pessoas morreram na região. Daí visitamos só o mirante e a plaza. O que arrebenta em SPA não é a altitude, visto estar a uns 2500mts e sim a falta de umidade. Não lembro de ter suado muito mas é tão seco que rapidinho evapora. Quando voltamos me deu uma loucura de ir para a Laguna Cejas. Achei que dava para ir em uma hora e voltar em mais uma e ainda dava pra fazer o passeio do Vale de la Luna e Muerte. Resultado: Carol voltou faltando uns 20 minutos pra chegar porque já não aguentava mais e eu continuei. Quando tava quase chegando lembrei que a agua tinha ficado comigo! Que m... Tirei umas fotos rapidinho e voltei na pressão. Cada arvore eu ficava gritando pra ver se ela estava por lá. Caraca que drama que foi! Quando cheguei na agencia das bikes ela ainda não tinha aparecido. F.U.D.E.U!!! O que fazer agora! O cara da loja falou pra pegar a bike e ir no hostel para ver se ela estava lá. Caraca quase atropelei meia dúzia de pessoas e chegando lá vi a bike dela e ela estava quase desmaiada na cama. Depois de devolver as bikes quase deu pra fazer o passeio dos vales. A van estava no estacionamento do hostel, más estávamos muito desidratados e achei melhor descansarmos. Depois de bastante água e Gatorade fomos a Pizzeria El Charrúa, comemos lá todas as noites e no almoço do último dia. Uma dica para quem for fazer caminhadas e pedaladas. Tome algum isotônico uma vez que diferente daqui, a água tanto lá quanto no Peru e Bolívia não são minerais, ou seja, são apenas água tratada e engarrafada sem mineral quase nenhum. Apesar de algumas parecerem meio salobrinhas . Depois da pizza fomos procurar outro passeio como as lagunas altiplânas só que devido as chuvas as estradas estavam intransitáveis e optamos apenas pelo passeio dos vales (7000 + 3000 de entrada para cada). Fomos no terminal para comprar as passagens para Arica e ficamos surpresos que já não estavam tendo viagens devido as chuvas pois como algumas estradas estavam fechadas os ônibus não chegavam em SPA. Encontramos até alguns brasileiros que não estavam conseguindo ir para Santiago. Na manhã seguinte a situação continuava então tivemos que ir agendar um busão de Calama x Arica e um transfer até Calama, pois devido ao passeio não conseguiríamos pegar o último ônibus para a cidade vizinha. O transfer de caminhonete (os taxis estavam cobrando mais caro) foi uma facada na jugular e ainda tive que dar 10.000 pesos para reservar. O camarada fica num ponto de taxi atrás do museu e marcamos com ele as 20h. Almoçamos pizza, compramos umas lembrancinhas. As 16h saímos para o passeio e foi bem legal mesmo. Me surpreendeu. O guia ficou me zuando falando para eu eu não desse um pio de futebol já que o Chile tinha perdido para o Brasil na mesma tarde. No vale de la muerte ele nos mostrou como os cristais de sal estalavam ao entardecer. Muito bacana :'> . Depois vimos o pôr do sol nas montanhas dos andes e as fotos clássicas na pedra do coiote. Estávamos de volta em SPA por volta das 20h e ao chegar na agência surpresa! Estava fechada com nossas mochilas, água, comida, etc. Caraca perguntamos nos vizinhos e ninguém sabia nada até que numa outra agencia ligaram pro figura e ele chegou num galope só para abrir e nos entregar as mochilas. Fomos até o encontro do Leonel, o cara que ia fazer nosso transfer para Calama. Ele chegou com uns 5 min de atraso e para minha surpresa tinha uma guria dentro da caminhonete. Dei uma chiada com ele e de 70 mil o transfer ficou por 40 mil. Se fosse ficar mais uma noite em SPA ia gastar quase isso só de hospedagem. Logo achei que valia a pena. A menina era a sobrinha dele que perdeu o último ônibus para Calama e fazia faculdade lá. A viagem foi tranquila até que bem pertinho do terminal da Pullman o carro dele começou a engasgar e só funcionava no giro alto. Muito louco! Bom ele nos deixou no terminal e ali perto compramos um podrão gigante + batata frita + refri por uns 4000 pesos. Cara era muito de ogro o sanduba. O busão ainda passou na rodoviária e depois seguiu viagem. O trocador pega o documento de todo mundo para passar pelos postos de fiscalização e como tem fiscalização!
  11. UYUNI E SALAR 24 – 27/03 Chegamos em Uyuni as 22:30h, um frio da poa e tudo meio fechado, sem mapa nem noção de onde ficavam os hostels. O El Salvador que fica bem próximo do “terminal” tava cobrando 150 bol. Daí fomos para uma que fica na esquina da rua Peru com Arce, bem pertinho ou quase no “terminal” mesmo. O terminal é nada mais do que uma avenida onde os ônibus param e tem umas barraquinhas de comida e passagem. Bom o hostel ou seja lá o que for onde dormimos era bem ruim viu . Pagamos 80 bol num quarto privado sem banho. Foi meio tenso mas tinha água quente e tomada no quarto pelo menos. Logo cedo juntamos as coisas e não pesquisamos muito (Ai que burro! Dá zero pra ele!) e fechamos na Thiago Tours por 700 bol cada com o transfer para San Pedro. Depois de deixarmos as mochilas lá fomos tomar café no Nonis e gostamos bastante :'> :'> . Como já tinha fechado o passeio nem procurei outro lugar pra não passar raiva. Demos uma volta, compramos uns suprimentos (água, frutas e biscoitos) e voltamos para agência. Poxa o único problema que deu foi ter saído tarde de mais na minha opinião. Saímos já era quase 11h e isso ia ter um preço mais tarde. No carro foram o guia Jerônimo, Tibério um Romênio falador, Xavier um Catalão e uma família muito louca Laurene inglês, Cacha polaka e a filha Lia de, pasmem, 1 ano e 7 meses dos quais 5 estava viajando pela América. A galera era muito legal, o Tibério que era meio chato e falava muito e o guia que era quieto demais. O salar estava pouco espelhado então não tive “aquela” foto bacana, mas mesmo assim é FUDERAÇO! Visitamos o cemitério de trens, a extração de sal, a parada clássica para as fotos em perspectiva, o monumento do Dakar e a Isla del Pescado (que não subimos). Na Isla vimos uma galera que estava atravessando o salar de bike! Muito doido! Quando estávamos em La Paz nos disseram que tem um passeio de um dia que você passa a noite no salar e vê o dia amanhecendo. Deve ser muito massa esse! Bom a noite pagamos o preço por termos saído tarde. Chegamos na vilazinha e adivinha: Não tinha lugar pra ficar. Todos os hotéis de sal, alojamentos estava fechados. O guia corria pra um lado e pra outro e até conseguiu um lugar, mas não tinha nenhuma cholita pra cozinha a janta. Quando ele saiu para conseguir alguma cozinheira chegou outro grupo sem teto e se juntou a nós. Foi só para dormir mesmo porque não tinha água pra banho e a energia elétrica tive que ajudar o dono que um velhinho a ligar o inversor já que a energia era solar. Bom tirando isso o outro grupo era bem animado e ficamos de papo até altas horas e dormimos de boa. No segundo dia passamos por plantações de quinua, a fronteira com Albarroa (Chile), vulcão Ollague que por estar ativo dá até para ver a fumacinha saindo de uma cratera. Passamos por um deserto com vista para a laguna Cañapa, almoçamos na laguna hedionda passamos pelo Arbol de Piedra e depois para a laguna colorada. Onde você deve pagar a entrada para a Reserva Eduardo (150 bol cada). Tudo é fantástico, indescritível. Não parece que estamos na Terra. O alojamento dessa noite fica perto da Laguna Colorada e até dá pra ir andando (uns 5 km eu acho). Bom para dar uma corrida (lembro que deve estar a uns 4400mts de altitude!). Bom nesse alojamento tem banho quente por acho 15 bol. Rolou aquela macarronada na janta com aquele vinho. Tava um frio do cão . Fiquei fora pra ver o por do sol e fazer umas fotos e estava até nevando e o maluco do Tibério cismou que queria dormir na descampado. Pediu a lona do Jerônimo e foi pra fora com o saco de dormir. Foi um entra e sai a noite toda onde nem ele, nem agente nem a Lia dormiu! Acordamos as 4h para visitar os gêiseres a mais de 5.000mts! Fantástico o lugar! O sol nascendo então atrás das montanhas com a lago no fundo foi o mais lindo que já vi. Pena que não consegui tirar foto porque além do vidro do carro ter travado por causa do frio ninguém queria deixar eu sair, já que nos gêiseres minhas mãos quase congelaram . Tomamos um banho nas aguas termais e posso falar é muito bom. A água é bem quente. De 40 a 45°C com a vista maravilhosa . Depois do banho revigorante passamos pelas montanhas da Vinci e o mirante do Vulcão Licancabur e Juriques com as Lagunas Verde e Blanca em sua base. Caramba é lindo o lugar. As escaladas dos vulcões da região devem valer muito a pena . Dali como íamos para San Pedro do Atacama no Chile o guia nos levou até a fronteira que fica na face sudeste do Juriques. Aqui foi tenso! Chegamos lá e a aduana estava fechada assim como a estrada. Os rádios para ajudar estavam sem bateria. Era neve pura e ninguém tinha notícia se as vans iriam vir. Alguns grupos desistiram e estavam voltando para Uyuni e teriam que pegar um ônibus no dia seguinte as 3h para a fronteira em Albarroa e depois outro ônibus para SPA . Fomos os últimos dos moicanos e quando entramos no carro e já íamos saindo também chegaram uns militares bolivianos e disseram que iria vir um trator para limpar a estrada. E não é que ele apareceu ! Enquanto esperávamos as vans ficamos num abrigo e de tão frio que estava tinha que ficar soprando a ponta da caneta pra esquentar um pouquinho e tinta sair (pq não levei um lápis? ãã2::'> ). Depois de quase uma hora quem disse que nosso transfer veio! Tive que implorar para o cara da WWT para levar a gente. A cordilheira e umas outras apareceram mas a Colque, que o Thiago nos direcionou, nem por lá deu as caras . Caraca imagina se os caras não levassem agente? Teria que ir andando até a estrada chilena asfaltada que fica uns 3km pela estrada de chão (gelo + barro) boliviana. Lá ia ter que ficar pedindo carona. Doido de mais da conta!
  12. POTOSI – 23 A 24/03 Vindos de Sucre chegamos no terminal novo, que é bem bacana, exceto pelo povo gritando os lugares vendendo passagem. Logo na saída tem uma avenida com canteiro central. Do lado onde tem várias barraquinhas você pode pegar o ônibus “F” ou o “150” a 1,50 bol. Descemos no mercado central e fomos andando até o hostel La Casona 190 bol no quarto matrimonial. Nessa hora senti a altitude ficando meio ofegante. Fechamos a visita à mina na agencia Silver tours na calle Quijarro (60 bol cada). Comemos uma pizza gostosinha nas proximidades da agência (não lembro se na Quijarro ou na Oruro). No dia seguinte acordamos, tomamos o café no hostel, que é bem simples e fomos para a agência esperar o passeio. Lá chegou uma van bem miúda mesmo que nos levou até outra agência para pegar o guia. Ele se chamava Antônio e era um ex-mineiro. Fomos Carol e eu apenas na agência do Antônio que mudamos nossas roupas para vestir os EPIs. Antes de ir pro Cerro Rico passamos no mercado dos mineiros que é uma rua onde eles vendem umas ferramentas, folhas de coca, água ardente a 96% e dinamite! Compramos umas paradas lá e partimos pro passeio. Chegando na estrada da mina o guia vai até uma tendinha e paga algumas taxas pra cooperativa. Dentro da mina é bem friozinho e tem uns lugares bem apertados também. Cara aquilo é um labirinto, várias entradas e buracos! Lá visitamos algumas imagens do El Tio que é o deus do mundo interior, algumas extrações manuais e uma com equipamentos pneumáticos e ainda presenciamos uma detonação dentro da mina. Nesse momento os mineiros se reúnem perto da imagem do El Tio e aguardam a explosão. Lá ficam mastigando folha de coca e conversando. Fiquei meio tenso na hora, mais pelo barulho foi bem pouco explosivo! O Antônio disse que essa explosão era apenas para verificar o encaminhamento do veio e não para extrair minerais. Ele explicou as oferendas que eles fazem com El Tio, da coca, da água ardente e do cigarro. Se a fumaça ficar branca ele está feliz se ficar negra sujô! O passeio durou mais de uma hora e foi bem maneiro. Tem pessoas que nem acham que é um passeio devido a sofrida realidade dos mineiros. Mas a visita vale a pena! Almoçamos numa galeria em frente ao mercado central (13 bol cada) e nesse dia em diante a Carol teve pavor de comer frango à milanesa. Ainda bem porque depois que o garçom recolheu o prato dela eu vi ele devolvendo o bife pra a bandeja nos “novos” . A tarde fomos na casa da moeda (40 bol cada). Achei o passeio meio chato. Preferia ter ido em um mirante bacana ou ido mais cedo para Uyuni. O passeio durou 1:30h e mostra uma pancada de pinturas, moedas, matrizes, as fundições e as maquinas utilizadas no processo de fabricação ao longo dos anos. Visitamos uma mini igreja montada onde era uma fundição. Lá estão expostas umas múmias de crianças espanholas encontrada numa igreja da cidade. A Bolívia atualmente contrata de outros países através de licitação a fabricação das moedas. Voltamos pro hostel pegamos nossa mochila no loker e tomamos um busão até o ex-terminal (1,50 bol) e as 18:30h fomos para Uyuni (25 bol cada). Essa foi a pior viagem que fizemos. Logo no começo o motorista colocou uma música alta, ruim pra caramba e ainda deixou a luz acesa. Foi terrível, 4h na M . No meio do caminho o busão fez uma parada. A única coisa bonita era o céu! :'> :'> :'>
  13. E aí galera blz? Ano passado minha esposa e eu fazíamos trinta anos e resolvemos, no final de janeiro/15, fazer um mochilão durante nossas férias. Foram 35 dias de muita loucura e lugares que jamais vamos conseguir esquecer. Sejam pelos perrengues ou pelas paisagens fantásticas fato é que ficaram muitas histórias para contar dessas férias! Hoje completa um ano que voltamos e resolvi tomar vergonha e enviar o relato... Como o tempo para planejar a viagem foi hiper reduzido, o Mochileiros foi sem dúvidas nossa fonte de informações e graças a eles os perrengues foram bem minimizados. Gastamos ao total U$S 3.000 sem contar as passagens, que ficaram por volta dos R$ 1800 para nós dois saindo do Rio. Levei tudo em dolar mesmo. Levei alguns R$ para emergência mas não usei. O período foi entre 21/3 a 24/4. Demorei a postar porque.... preguiça mesmo . Mesmo sabendo que tem muito mais dicas e informações atuais resolvi fazer o post como forma de agradecimento às incontáveis dicas presentes aqui. Já peço desculpas pelos erros de português e vamos ao que interessa. RIO DE JANEIRO X SANTA CRUZ – 21/03/15 Saímos do Rio por volta das 7h da manhã para Guarulhos onde pegaríamos o avião para Santa Cruz - BO. A parte interessante é que foi bem mais barato comprar os trechos separados, ao invés de comprar Rio-Gru-Sta Cruz !!! Chegamos em Santa Cruz por volta das 13:30h e na fila da alfandega boliviana a primeira surpresa. Um cheiro terrível. Tava tão ruim que saímos da fila pra dar uma arejada e ir no banheiro. Daí percebemos que o cheiro vinha de uma mulher que aparentemente falava francês. Meu que terrível... ãã2::'> Passado o drama troquei alguns dólares no aeroporto o suficiente para pegar o busão até o centro (acho que foi uns 6 bol). Não espere um ônibus bacana por estar aeroporto. Era bem ferrado mesmo mas a passagem era bem baratinha e deixou agente no terminal antigo. De lá pegamos outro (acho que o 59 e fica umas plaquinhas na frente mostrando onde ele passa) até o bimodal (1,50 bol). No terminal trocamos mais dólares e compramos as passagens de busão para Sucre (tem de 40 a 60 bol... tudo a mesma merda). Demos uma volta perto do terminal e ficamos matando o tempo no parque urbano. Compramos a taxa de embarque, água e uns cuñapes (tipo um pão de queijo) antes de entrar no busão e partimos para Sucre. Foram 13:30h de ônibus. No ônibus não tem banheiro nem ar condicionado e na estrada os banheiros que tem são do tipo baldinho... kkkk e ainda você tem que pagar. Esse tipo de perrengue já de cara te prepara pra quase tudo no resto da viagem. SUCRE – 22 A 23/03 Chegamos em Sucre bem cedinho, por volta das 7h. Lá fomos no guichê de informações turísticas. Tá aí uma parada que ajudou a viagem inteira. Todos que visitamos foram super atenciosos e com muitas dicas bacanas e o que pra mim é fundamental: um mapa. Lá o carinha indicou algumas pousadas. Do terminal para o centro o busão é o “3” ou o “A” custa 1,50 bol. Fomos andando mesmo até algumas pousadinhas e acabamos fechando no Amigo hostel um quarto privado com café por 140 bol. O pessoal do hostel deixou agente já entrar no quarto e tomar um banho. Só não liberaram o café que tomamos numa cafeteria na Plaza 25 de Mayo. Demos um role pela cidade, e comi um pão com linguiça no Mercado Central. Tava muito bom (tem de 6 bol a 13 bol) . Tem também uma saladas de frutas muito bacana por +/- 12 bol. Almoçamos em algum lugar na Plaza 25 de Mayo por 20 bol cada e a noite fomos até o Parque Bolivar ver a fonte com o show das águas. As ruas estavam cheias devido às eleições regionais e as comemorações do Dia del Mar. Esse dia ele lembram da perda do acesso ao mar para o Chile. Tiveram vários desfiles militares no período que tivemos lá. No domingo tem uma feira em Tarabuco, mas não fomos porque na verdade esqueci. No dia seguinte fomos até o Parque bolívar de novo, ao Mirante de la Recoleta e ficamos vendo os desfiles. Fomos até o mercado SAS comprar algumas coisas e visitamos a Gobernación de Chuquisaca onde visitamos o topo do prédio de onde se tem uma vista bem bacana da cidade. Voltamos para o hostel, pegamos a mochila e um busão pro terminal. Não sei se já perceberam mas eu detesto táxi. Cisma braba minha. Sempre acho que estão passando a perna na gente, mesmo quando sei o caminho. Por isso, na maior parte das vezes, ando de busão ou a pé mesmo. O busão para Potosi foi 20 bol cada tíquete e durou umas 4h.
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