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julianamv

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  1. Oi, Aline! No período que fui não vi um fluxo muito grande de turistas (e olha que era um feriado!), por isso você pode ter dificuldade para conseguir carona. Uma saída pra você seriam as vans. Você pega na rodoviária. Sei que pra chegar no Complexo de Pedra Caída dá pra pegar van, é só se informar na rodoviária qual van pegar e pedir pra descer em frente ao complexo. Quanto ao Parque Santa Bárbara (Riachão) talvez você possa ir até a cidade de ônibus e lá contratar um carro pra te levar ao Parque. Penso ser possível, mas, como fui de carro próprio, não posso afirmar com certeza. Se for num fds, talvez você consiga carona com os locais. Fiquei tão pouco tempo na cidade que não saberia dizer com propriedade se a cidade é receptiva. Não sei se os moradores te receberiam em seus quintais ou terraços. É melhor você entrar em contato com pousadas de lá e perguntar se há um quintal ou terraço onde você possa acampar pagando um valor mais baixo do que a diária normal. Abraço!
  2. Léo, Como já fiz a viagem há uns dois anos, já esqueci alguns detalhes. Sobre os guias, recomendo que você ligue pra algumas pousadas de lá e pergunte. Pousadas geralmente têm contatos de guias locais. Há locais que você consegue chegar sozinho com carro comum, sem tração nas 4 rodas. Complexo de Pedra Caída e Parque Santa Bárbara, que fica no município de Riachão, por exemplo. Pode ir sozinho, não tem problema. A Chapada das Mesas vale a pena! Abraço!
  3. Oi, Farsdag! Desculpe a demora. Só hoje vi a notificação da sua postagem perdida na minha caixa de e-mail. 1) Acho que crianças podem ir sem nenhum problema. Vi algumas famílias quando estive por lá (até uma avó!). Agora crianças muito pequenas é que talvez não seja aconselhável levar. 2/3) Fizemos em três dias, mas foi bem corrido. Acredito que 4 ou 5 dias seja melhor pra curtir com mais calma. O primeiro dia, quando você chega, é pra se instalar e dar uma volta com os filhotes pela cidade de Carolina (que é pequena). Se chegar pela manhã na cidade, dá pra ir à cachoeira do Itapecuru à tarde. Dependendo dos passeios que você quer fazer, uns 2 dias no Complexo de Pedra Caída (os passeios de Pedra Caída você pode ver nesse site: http://www.pedracaida.tur.br/) e 1 no Parque Santa Bárbara (com possibilidade de um 5º dia, caso queira retornar ao Parque Santa Bárbara). Abraço e boa viagem!
  4. Tatimota, Sobre área pra camping no local não me informei e nem vi ninguém acampando por lá (dentro do Complexo), mas talvez seja permitido. Se há chalés, gente dormindo por lá, acho que não teria problema permitirem que você acampe, mesmo que provavelmente não haja área específica pra camping (apenas acho). Bom entrar em contato e perguntar. Eles têm site: http://www.pedracaida.tur.br/ Agora área pra camping em Carolina acho difícil ter. A cidade é pequena, não tem muita infraestrutura turística.
  5. [align=justify]Carla, Acho que a resposta já vem tarde, mas se você ainda não tiver feito a viagem, talvez te ajude. Se vale a pena ir em dezembro, acho que sim. Nas pesquisas que fiz antes da viagem pra lá (setembro/14) vi gente dizendo que tempo bom de ir lá era agosto/setembro por causa do Encanto Azul (poço em Riachão, que nessa época estaria azul e não verde). Um detalhe que, na minha opinião, não inviabiliza a viagem em outra época. Sobre os passeios, alguns não precisam ser feitos com agências. Por exemplo, no Complexo de Pedra Caída dá pra chegar de van (você pega a van na Rodoviária de Carolina) pagando barato. É só chegar na Rodoviária, se informar e, dentro da van, pedir pra descer em frente ao Complexo. Cachoeiras São Romão e Santa Bárbara só de 4x4. Os passeios das cachoeiras de Riachão também só de 4x4. Depende dos lugares aonde você quer ir, mas é importante você saber que alguns passeios você consegue fazer sem agência. Já é uma economia. Se quiser, dá uma lida no meu relato de viagem, talvez te ajude. Abraço![/align]
  6. eunabf, Só tenho esse número mesmo, infelizmente. Mas nesse link aqui você consegue o telefone de outras pousadas e hotéis em Carolina: https://www.facebook.com/carolina.ma.turismo/posts/233799243433280 Qualquer dúvida estou à disposição. Abraço e boa trip!
  7. Galera, estive em Carolina e Riachão/MA em setembro desse ano. Fiz um relato de viagem por esses dias que talvez ajude alguém a montar o roteiro. O link está na minha assinatura. Abraço!
  8. Filipe, Tô interessada nas suas impressões sobre a barraca. Quando puder, não esquece de postar aqui pra gente saber como a arpenaz se comportou, principalmente em situações de chuva. Abraço
  9. [align=justify]Estive em Carolina/Riachão com mais 4 amigos em setembro desse ano. Sem contar o tempo na estrada pra chegar ao destino e voltar pra casa, gastamos 3 dias nessa viagem - dias esses muito bem aproveitados! Queria ter feito esse relato assim que cheguei de viagem, pra não correr o risco de esquecer detalhes interessantes. Já esqueci algumas informações, mas vou tentar colocar o máximo de informações que talvez sejam relevantes pra quem pretende ir lá. Já adianto que o destino é incrível, achei até mais legal que o tão bem falado Lençóis Maranhenses, que também é um lugar ótimo, não dá pra negar, mas a Chapada tem mais emoção, mais atividades. Tem rapel, arvorismo, tirolesa (a segunda maior do país, foi o que informaram por lá), teleférico, hiking (que são as caminhadas mais curtas) e banhos em cachoeiras e poços incríveis! HOSPEDAGEM Chegamos à Carolina no sábado. Ficamos hospedados no Hotel Maia, no centro da cidade. O lugar é simples, parece mais uma casa grande. Pagamos R$ 80,00 cada um por duas diárias com direito a café da manhã, mas, se não me engano, o valor normal da diária era R$ 50,00. Éramos um grupo de 5 pessoas, então pegamos dois quartos, cada um com banheiro, cama de casal, uma cama de solteiro e ar-condicionado. Bebedouro no fim do corredor. Enchíamos nossas garrafas sempre antes de sair. Na parte de trás do hotel há uma lavanderia que, falando com a dona do lugar, também é possível usar. Lavávamos nossas roupas de banho lá e deixávamos estendidas no varal sem nenhum problema. O telefone do Hotel Maia, pra quem quiser entrar em contato: 99 3531-3737. RESTAURANTE Almoçávamos num restaurante/churrascaria que fica perto da entrada da cidade, próximo do retorno. O lugar é bem conhecido em Carolina. A comida é boa e não é tão cara, apesar ser vendida no quilo. R$ 30,00/kg, salvo engano. Como não como muito, gastava uns 12 reais por prato. Tenho quase certeza que lá vendiam PF também, não lembro o valor, mas não passava de R$ 10,00. No meu caso, compensava pagar no quilo, mas se você come muito e quer gastar pouco, o PF talvez seja uma opção melhor, mas é bom lembrar que há opções de comida que não entram no PF. CACHOEIRAS DE ITAPECURU (próximo à Carolina/MA) No sábado à tarde, fomos às cachoeiras gêmeas de Itapecuru (é como chamam). O acesso é fácil. Pegamos o carro sentido a Estreito. Não lembro quantos km rodamos, mas não é muito longe. Informe-se sobre como chegar antes de sair da cidade, pois lá todo mundo sabe como chegar nessas cachoeiras. O lugar onde as cachoeiras ficam está mais pra um complexo balneário. É privado, tem que pagar pra entrar. Na entrada você é revistado pra não entrar com comidas nem bebidas (mas água pode). Pediram pra eu abrir a mochila, mas me recusei. Achei meio absurda e infundada a ideia da revista. No final, eles apenas apalparam as mochilas. Consegui entrar com meu nescau em caixa e pacote de biscoito. Pagamos R$ 15,00 pra entrar e poder ter acesso às cachoeiras. O banho lá é bem agradável, mas o que achei mais legal foi a canoagem. Havia uma dupla no local com caiaques e coletes disponíveis para alugar para os banhistas. Um caiaque pra duas pessoas, durante, salvo engano, 20 minutos, custou R$ 20,00, valor que rachei com o amigo que me acompanhou na empreitada. Antes, pegamos uma mini aula bem rápida com o dono dos caiaques sobre como remar, como parar, como dar ré... Tinha uma grutinha atrás da cachoeira mais caudalosa que dava muita emoção entrar com o caiaque. Pra entrar lá tem que ter alguns cuidados, mas o instrutor explica tudo direitinho. Imperdível! COMPLEXO DE PEDRA CAÍDA (próximo à Carolina/MA) No domingo pela manhã fomos ao Complexo de Pedra Caída, outra atração imperdível da Chapada das Mesas. Indispensável ter no roteiro de quem vai a Carolina/Chapada das Mesas. Você pode até não ir às Cachoeiras de Itapecuru, mas não dá pra deixar de ir nesse Complexo. No lugar você encontra restaurantes, lanchonetes, chalés pra alugar, piscinas, esportes radicais e, claro, as cachoeiras. Mais uma vez, pra ter acesso às cachoeiras foi necessário pagar, mas sem a necessidade da revista. Pagamos R$ 15,00, que se justificam pela infraestrutura que o local tem. Passamos o dia inteiro lá e não alugamos chalé. Deixávamos a maior parte das coisas no carro e só levávamos aos passeios o que era realmente necessário. Logo ao entrar no Complexo, fomos abordados por uma pessoa que nos recepcionou e explicou todas as opções de atividades que o lugar oferece. Como já tinha feito uma pesquisa antes da trip, já havíamos escolhido de antemão os passeios que faríamos: Cachoeiras da Caverna e Capelão, Santuário da Pedra Caída e tirolesa. Mas no lugar há outras opções também, contudo, na minha opinião, apesar de não ter feito os outros passeios, acho que escolhemos os melhores. Caso você queira fazer esse e os demais, pode voltar no outro dia ou passar a noite lá, em um dos chalés (não lembro o preço, mas acredito que não deva ser muito em conta). Os passeios geralmente demandam um turno inteiro do dia, manhã toda ou tarde toda. Não lembro agora o horário que o Complexo abre, mas acho que é às 8h e o primeiro passeio sai às 9h. Chegue cedo e agende logo os passeios do dia. No dia em que fomos, o lugar estava cheio. 1. Cachoeira da Caverna Cada passeio tem um valor diferente por pessoa. O que escolhemos pra fazer pela manhã, Cachoeiras da Caverna e Capelão, custou R$ 30,00 por pessoa. Fomos em uma Bandeirantes até o lugar onde ficava a primeira cachoeira, a da Caverna. Fizemos uma curta caminhada por uma passarela de tábuas até chegarmos a uma pequena gruta. Tem uns morceguinhos por lá, mas nada de outro mundo. No final da pequena caverna, na parte de cima, há uma abertura por onde a água despenca. Na caverna, há alguns trechos um pouco mais fundos, não tão fundos, mas dá pra cobrir uma pessoa. Se não sabe nadar, leve colete. Eles não te oferecem isso por lá. No lugar onde a cachoeira despenca é raso, tem um banco de areia. 2. Cachoeira do Capelão Voltamos para a Bandeirantes e rumamos para a próxima cachoeira, a do Capelão. Não pense que o nome tem alguma coisa a ver com padre de capela. O guia nos explicou que próximo àquela cachoeira havia sempre um capelão, que é um macaco grande e que emite um som bem alto, por isso ficou conhecida por esse nome. Nessa hora lembramos do som que ouvimos no dia anterior, na saída da Cachoeira de Itapecuru, no fim da tarde. Um som bem alto, parecia um sopro levemente metálico, não sei explicar como era o som, só sei que nunca tinha ouvido aquilo. Mais uma vez fizemos uma curta caminhada por uma passarela de tábuas, depois caminhamos quase nada por um riacho com água na canela e chegamos. Essa cachoeira é mais funda do que anterior na parte próxima à queda, mas há uma área rasa onde também se pode banhar sem problemas. Não lembro qual era profundidade, acho que eram uns 4 metros. Se levar máscara/óculos de mergulho, vai conseguir ver bem o fundo. Até chega a assustar um pouco. Algumas pessoas sobem no paredão à direita e pulam. Teve gente se pendurando no paredão da cachoeira e pulando também. 3. Tirolesa Almoçamos correndo, por causa de um contratempo na volta. A Bandeirantes atolou na volta e até um segundo carro que veio para o nosso resgate atolou também. Quem disse que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar? Almoçamos no restaurante self service do Complexo (não lembro quanto era o quilo), onde provavelmente não se vendia PF, mas, quem quiser, pode se informar no caixa. Mais uma vez, como comi pouco, gastei pouco, menos de R$ 10,00. Como chegamos tarde, quase não tinha mais comida... Nem bem a comida tinha sentado no estômago, rumamos para a tirolesa. Pra chegar até o morro, fomos de Bandeirantes, e, pra chegar no topo, subimos o morro a pé sobre uma passarela íngreme que fez até o guia índio que nos acompanhava cansar. A subida durou quase uma hora, com pequenas paradas em banquinhos estrategicamente posicionados no decorrer da passarela para paradas providenciais! A descida é incrível, mas a subida desestimula qualquer cristão a subir novamente no mesmo dia. Cansativo! Mas, para nossa alegria, o teleférico que já estava pronto no período em que estivemos lá, apenas aguardava a permissão de técnicos para funcionar. Não lembro agora quais seriam os valores praticados para subida com o teleférico, mas se não for muito mais caro, garanto que vale a pena. Não só pela vista na subida ou pela própria atratividade de um teleférico, mas principalmente pelo descanso. Aquela subida lá... No sol a pino... Logo depois do almoço... Dureza! Escolhemos a tirolesa mais extensa, a de 1400 metros de extensão, a segunda maior do país, segundo nosso guia e algumas pesquisas realizadas antes da viagem. A maior custa R$ 80,00 e a menor, R$ 70,00. Fomos informados que a altura de ambas é a mesma, o que muda entre uma e outra é apenas a extensão. Ou seja, mesmo na menor, o castigo da subida é tão duro quanto a maior. Fomos na de 1400 metros e tivemos uma descida muito tranquila, com uma vista belíssima da Chapada. Muita segurança, cabos que aguentam não sei quantos quilos (ai, minha memória!) e mesmo que um dos cabos se rompa por qualquer que seja o motivo, o outro cabo sozinho segura até um boi sem problemas! Apesar do cansaço, a descida vale a pena e é muito segura. 4. Santuário de Pedra Caída À tarde, lá pelas 15h, fizemos o passeio para o Santuário de Pedra Caída. Mais uma vez caminhamos por passarelas de tábuas pra chegar à cachoeira do passeio que se chama, novamente salvo engano, Cachoeira de Pedra Furada. Espirra muita água da queda d’água, por isso não consegui tirar nenhum foto que prestasse. Dessa vez, ofereceram coletes. Não sei se é de praxe nesse passeio, mas sei que havia. O guia nos disse que, nesse passeio, era oferecido arvorismo também, mas, no momento, não estava liberado para a prática. Em breve estaria disponível. Depois do banho na cachoeira, caminhamos rumo à Ponte Pênsil, que pelo estardalhaço que fizeram os guias, era um atrativo à parte, com direito a plaquinha e tudo. Foi legalzinho andar pela ponte e olhar pra baixo. Uma boa altura! Um cânion relativamente profundo, mas não a perder de vista. Do outro lado da ponte, vi o espaço onde deveria ser realizado o rapel no cânion, mas, também, não estava liberado. Se a memória não me falha, o guia explicou que esses esportes seriam liberados depois pelo mesmo técnico que liberaria o teleférico. Provavelmente, agora já devem estar disponíveis. Ah, antes que eu esqueça, o valor desse passeio: R$ 15,00. Barato, talvez pela falta do arvorismo. O rapel é cobrado à parte. -------------------------- Saímos do Complexo quando já estava escuro, comecinho da noite. O plano era parar para ver o pôr do sol no Portal da Chapada, que tem o formato do estado de Tocantins, mas como já era noite não foi possível. Nas pesquisas pré-trip vi fotos e relatos de pessoas que chegaram lá, mas não achei tão fácil de encontrar. Quando estávamos indo pra Pedra Caída, pela manhã, fomos atentos aos morros e avistamos de longe o que parecia o dito Portal. Tinha uma estradinha perto que provavelmente levaria até lá. É no caminho entre Carolina e o Complexo de Pedra Caída, mas o ponto exato é difícil dizer. O jeito é ficar atento pra saber onde parar. Não pudemos ir, por causa do horário, mas vontade não faltou. Quem puder ir, vá. PARQUE SANTA BÁRBARA (próximo a Riachão/MA) No dia seguinte, segunda, seguimos de carro rumo ao município de Riachão/MA, onde nos informaríamos sobre como chegar ao Parque Santa Bárbara, nosso último destino da trip. No caminho nos explicaram como chegar, mas nem era tão indispensável. Na estrada avistamos uma placa bem grande, indicando a entrada de uma longa estrada de terra que nos guardava algumas surpresas. Em trechos de muita terra o carro patinava, quase atolando e, num dado ponto do trajeto, atolamos. Graças à perícia do nosso motorista e seu copiloto, conseguimos desatolar e ficamos o resto do caminho orando pra que não acontecesse de novo. Talvez não seja muito recomendado ir para o Parque Santa Bárbara sem um carro tracionado. Uma alternativa é, pela manhã, parar em Riachão e procurar alguém que faça o trajeto. Li em algum relato pela net que é possível ir pra lá assim. Pechinchando você deve conseguir algo em torno de R$ 30,00 por pessoa, se estiver em grupo. Mas só estou especulando. Chegamos ao Parque Santa Bárbara perto da hora do almoço. Decidimos almoçar primeiro e depois visitar as cachoeiras. O almoço foi no local, self service (nenhuma lembrança sobre o valor...). Não havia taxa de entrada pra entrar no Parque, mas pra ter acesso aos locais para banho, sim. Havia duas opções de passeios com banho: a ida até o Encanto Azul, uma nascente de água cristalina, e o passeio pelas Cachoeiras de Santa Bárbara e Poço Azul, eleito pelo nosso grupo de viagem o melhor lugar pra banho que conhecemos na Chapada das Mesas! Além disso, havia uma tirolesa também. Tão pequena em relação à do Complexo de Pedra Caída que decidimos não investir nosso dinheiro nisso. O valor da tirolesa-filhote era algo em torno de R$ 40,00 e não dava direito à visita às cachoeiras. 1. Encanto Azul Fomos primeiro ao Encanto Azul, por conta do horário. Lá só era agradável ir, segundo nossos guias, enquanto houvesse um sol relativamente quente. Pagamos R$ 20,00, seguimos boa parte do caminho em uma Bandeirantes e descemos do carro para, então, darmos início à caminhada até a nascente. A pé, descemos por um caminho bem acidentado. Não é bom carregar muita tralha, porque nesse trajeto às vezes você precisa se abaixar, segurar nas pedras durante a descida, então é bom ter as mãos livres. No caminho, algumas pessoas que voltavam passavam reclamando, dizendo que o lugar era só cocô de morcego. Eu ouvia e pensava: vixe, lá deve estar tudo cagado! Mas quando cheguei lá... O lugar era lindo! Sentíamos um cheirinho de cocô de morcego, sim, mas nada de outro mundo, coisa leve. Pra mim, parece cheiro de ração, nada insuportável. A gente até se acostumava com o cheiro e nem sentia mais. Se você é uma pessoa fresca, vá banhar na piscina, não no meio da natureza. O Encanto Azul tem 6 metros de profundidade e aqui, por favor, leve óculos/máscara de mergulho. Vale a pena! Levamos uma máscara de mergulho + snorkel que compartilhávamos entre o nosso grupo de amigos. Fazia tanta diferença que outras pessoas nos pediam emprestado, e nós, claro, emprestávamos. Lá não são oferecidos coletes, então se não souber nadar, leve o seu – isso se não quiser morrer. Mesmo que saiba nadar, talvez seja bom levar também. Um amigo que sabia nadar só topava atravessar de colete. A profundidade assusta um pouco. Afinal, vai que dá uma cãibra... 2. Cachoeiras de Santa Bárbara Voltando ao Parque, nosso próximo e último passeio: Cachoeiras de Santa Bárbara. Na entrada você desembolsa R$ 20,00 e guarda quase todas as suas coisas num armário (obrigatório). Pode levar só alguns apetrechos mais importantes (câmera, celular, máscara, colete...) dentro de uma sacola plástica, onde você também guarda a chave do seu armário. A chave vem como uma liga, então amarre a boca do saco com ela. Colete e óculos de mergulho podem ir fora da sacola. Esse cuidado é pra que as pessoas degradem o mínimo possível o local. E que lugar! Há umas plaquinhas apontando pra que lado ficam as cachoeiras e outros atrativos. Não tem guia, você fica solto lá pra fazer o que quiser, mas o pessoal que trabalha no Parque fica sempre rondando por lá. O tempo era curto, então corremos. Em algumas cachoeiras, apenas aproveitamos a vista e tiramos umas fotos. Isso, também, porque a maioria tinha águas um pouco escuras (talvez por causa do horário, já era mais de 16h) e uma até assustava um pouco pelo volume de água (a de Santa Bárbara, que dá nome ao Parque). Tinha uma chamada Cachoeira dos Namorados que é meio escondida (talvez daí venha o nome ). Nessa não banhamos por causa do tempo, mas que deu vontade de banhar, deu. A água era clara, parecia ser boa pra banho. Ela não fica tão na vista quanto as outras, você precisa dar uma procurada e descer umas pedras pra chegar nela. Mas o Poço Azul... Ah, o Poço Azul! Imperdível! Ficamos banhando lá até quase a hora de nos expulsarem! Também é legal levar óculos ou máscara de mergulho aqui. O lugar tem uns 4 ou 5 metros de profundidade, não lembro ao certo. Como disse antes, melhor lugar pra banho que conheci na Chapada.[/align]
  10. julianamv

    Barracas YANKEE

    Otavio, Obrigada mais uma vez pelo retorno! Sendo assim, não vou levar mais a lona pra forrar o chão. Mais volume e mais peso desnecessários. Abraço!
  11. julianamv

    Barracas YANKEE

    Otávio, Obrigada pelo retorno. Realmente barraca já é um bocadinho quente e com a lona então, piora! hehe Mas como só uso a lona (em cima) em caso de chuva e quando chove a temperatura esfria, então termina dando na mesma. Pra mim fica até bom! hehe Mas e sobre colocar lona embaixo? Você acha que é realmente necessário? Sempre coloco por receio de furar a barraca embaixo ou algo assim, mas, pensando em reduzir peso, comecei a repensar se realmente seria necessário, já que o fundo parece ser resistente (polietileno de alta densidade). Iaí? O que c acha?
  12. julianamv

    Barracas YANKEE

    Tenho uma Yankee pra 3 pessoas (2 x 1,40m e 1,05m de altura) que comprei em 2012 bem barata (não lembro o preço, mas parece que tava por R$ 39,90). Ela não vem com a capa, só com o sobre-tetozinho mesmo. Usei ela duas vezes: 1) A primeira, no mesmo ano, em um acampamento onde não peguei chuva tão forte, porque acampei no meio do mato mesmo, então as árvores barraram um pouco, mas a chuva foi persistente! hehe O que salvou foi a lona (aquelas de construção mesmo) de 2 x 2m que usei pra forrar o chão da barraca e outra de mesmo tamanho que coloquei em cima e amarrei com fio de varal. Não entrou uma gota d'água! Quando acordei a barraca só estava com as paredes suadas, o que é normal. 2) A segunda foi agora nesse feriadão da semana santa. Acampei de cara pra areia do mar em uma clareira, no início da mata (árvore só dos lados que ajudaram a barrar o vento). Só pus lona embaixo, porque não ia dormir nela dessa vez, só iria usar pra guardar as tralhas. Dormi numa Luna MOR pra 7 pessoas que vinha com a capa de chuva. Peguei chuva da boa e entrou água na Luna, mesmo com a capa. Não teve jeito: a capa encostou na barraca e entrou água pra caramba! Pingou, molhou colchão, acordei uma 10 vezes nessa noite! No dia seguinte fui ver como andava minha humilde Yankee e não tava um riacho, mas vi que tinha entrado água. As coisas estavam bem úmidas. Moral da história: acho a Yankee uma boa barraca, desde de que usada com lona. Desiludi com essa história de capa de chuva de barraca depois dessa experiência com a Luna. Acho que não tem coisa mais impermeável que uma boa lona de construção. Com ela não tem essa frescura de não poder encostar na barraca que infiltra... É só jogar por cima, amarrar e tá pronta! Compro em loja de material de construção por R$ 3,00 o metro de 4 (Ex.: 4x1m = R$ 3,00; 4x2m = R$ 6,00...) To pensando em não levar lona pro fundo no próximo acampamento, só a de pôr em cima mesmo, pra reduzir peso e volume. Vocês acham essencial forrar o chão com lona? Como o piso da barraca é de polietileno de alta densidade (segundo info do fabricante), será que seria necessário? Abraços!
  13. Fzembruski, Em que loja você encontrou essa mochila a esse preço? Você sabe me dizer se comprando à vista tem desconto?
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