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Carlos Araujo

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  1. Olá Maira, Independentemente de "marcas e preços", observe se as mochilas que tu estás avaliando é adequada à sua anatomia (tamanho/peso/ tipos de costado/ tiras/ alças..etc..) . Gosto de experimentar as mochilas em lojas "vestindo"a mesma, uma por um, se possível cheia de papel para ao menos poder avaliar a ergonomia, deus nos livre de dores nas costas, não? Para além da guerras das marcas, escolha a que deixa confortável, numa viagem ou na trilha. abraços
  2. O produto é de boa qualidade, possuia um. Optei por um mais leve, este aí pesa pouco mais de 1/2 kilograma, acabei comprando um MSR Whisperlite . Leve em conta alguns itens: Peso Valor da recarga (refil) Consumo e autonomia e por fim, preço. espero ter ajudado abcs
  3. Mantenha seu roteiro. Só lembro uma coisa, por esses dias o cima em Cuzco anda meio chuvoso, então, chegue preparado...pra chuva e para o frio.
  4. Não te aconselho a andar usando GLP, é recente nesses países o uso de Gás combustível, especialmente na Bolívia e no Perú. Na Bolívia até existe medidas e incetivos para conversão de autos, mas é incipiente. Ou seja: Não vais sair encontrando postos de gás. sds
  5. A Movil Tours tem um ônibus com saída diária de Rio Branco-AC, a estrada até Cuzco é novíssima. O bus sai às 10:00 local, com valor aproximado em torno de R$ 75,00. Telefone: Rodoviária de Rio Branco (68) 3221-4434 O trajeto: Rio Branco >> Puerto Maldonado>>>Cuzco. De Cuzco tem ônibus pra todo lado do Perú e alhures. abs Carlos
  6. Daniel, tudo bom? eu nem sou do RJ, mas fiz a travessia Petrópolis/Teresópolis numa situação como a sua: Pouco tempo/grana. Olha...foi excepcional, e fiz assim: Primeiro dia: Bonfim-Castelos do Açú Duração estimada: 6 horas Segundo dia: Castelos do Acú-Pedra do Sino Duração aproximada: 7 horas Terceiro dia: Pedra do Sino-Teresópolis Duração estimada: 4 horas Daí...snif..fim. Mas valeu cada passo...e os centavos enconomizados. Mas existem muitos roteiros interessantes no Ro de Janeiro. Acho que galera carioca pode inundar isso aqui com ótimas indicações. Boa trilha amigo!
  7. Carlos Araujo

    Chacaltaya

    Na avenida llampu, bem no meio dela, tem um Hostal chamado Copacabana nr 734 (fácil de lembrar né?). Tem uma portinha de blindex ao lado da entrada do Hostal. Procure o pessoal dessa agencia, são bem bacanas e éticos. Eles te vendem a ida/volta pra Chacaltaya. O custo é + - (transfer e entrada) 50,00+15,00 bolivianos. Não há neve lá nem glamour algum. Fui com um amigo boliviano, apenas pela boa companhia e o prazer de rever un hermano de lejo...
  8. E na Patagonia, especificamente Ushuaia/Punta Arenas, vale realmente comprar por lá (preços/qualidade/marcas...) ?
  9. Faça um favor a voce mesmo: Deixe seu animal em casa, além do impacto que o bicho causa onde voce estiver indo -especialmente se for mato mesmo-seu cão acabará sendo uma preocupação em seu camping. Curta seu animal noutros espaços, no camping curta sua liberdade.
  10. Uso uma Mountaineer 60+15L . Nunca negou fogo, apesar de considerá-la pesada. Estou pensando em comprar uma nova e ando avaliando: Mochila Aircontact PRO da Deuter. Tenho visto muita gente falar das mochilas da Doite (chilena), mas não as conheço ainda. Em resumo, estou em busca de uma Mochila cargueira resistente, mas que seja leve em seus 60 ou 70 Ls
  11. Percorrer a Trilha Chico Mendes no Estado do Acre, é sem dúvida, uma experiência incrível! no extremo Oeste do Brasil, compreende etapas a serem percorridas principalmente a pé, finalizando com um belo passeio de barco pelo Rio Xapuri até a cidade do líder seringueiro Chico Mendes. A primeira etapa de 30 km será ser percorrida em veículos off-road, mas há opcional de ser de bicicletas ou à cavalo, dependendo "do gosto". Com 224 km de extensão, esta já é a maior trilha conhecida na região. O roteiro corta nove seringais e várias colocações de seringueiros da Reserva Extrativista Chico Mendes. Uma floresta densa, preservada onde é possível sentir os cheiros e sons da mata e das inúmeras espécies de pássaros e animais que dividem o espaço com seringueiros e quebradores de castanha do Brasil. Os caminhantes percorrem a reserva em meio à floresta exuberante, com árvores centenárias e gigantescas que proporcionam sombras na maior parte do tempo e possibilitam ouvir o canto dos pássaros, ver flores raras e de cores variadas. Todo o caminho é feito com condutores da comunidade, que cuidam da segurança da equipe. Estes nos apontam peculiaridades como estilo de vida dos moradores, pegadas dos animais, utilização das plantas medicinais e técnicas de sobrevivência dos nativos para se alimentarem e escapar do ataque de animais peçonhentos. Na caminhada, é possível acompanhar o dia a dia dos extrativistas, comer de sua comida e dormir em suas casas escutando os casos verídicos de luta pela posse da terra. É imperdível ouvir, após o jantar e antes do merecido sono, “os causos” de seringueiros no enfrentamento de onças, queixadas, macacos da noite e seres sobrenaturais e imaginários da floresta como caboclinho da mata, mãe da mata e mapinguari (espécies de guardiões da floresta e dos animais). O trecho final é feito em canoas/botes com motor de rabeta que seguem serpenteando o rio Xapuri por cachoeiras e corredeiras. A cada curva uma surpresa com paisagens de tirar o fôlego, animais como capivaras, jacarés, tracajás, camaleões, além das revoadas dos pássaros cortando a proa do barco. As comunidades ribeirinhas e seus modos de vidas diferentes dos habitantes do interior das matas chamam à atenção pela cultura local onde o rio é fonte de alimentação, meio de transporte e diversão. Fotos subindo...
  12. sua escolha é boa sim, manda ver e boas jornadas
  13. O roteiro é pra lá de interessante, só achei puxado o tempo de um lugar pra outro, acelerado demais...não seria melhor um passo mais lento, aproveitando com vagar a viagem, no ritmo de cada povo/lugar?
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