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brgalvao

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Tudo que brgalvao postou

  1. (Voltei a trabalho em outubro/2019. Quando a informação é da segunda viagem, eu sinalizo.) Coisas práticas: Ø Deslocamento: O táxi do aeroporto para o hotel é muito caro. Paguei R$ 95. Mais vale alugar logo um carro no aeroporto. Na Movida me saiu somente R$ 74 a diária do carro mais simples (geralmente o Mobi), com seguro contra terceiros, ar e quilometragem livre. Acabei alugando na cidade, na Movida de Ponta Negra. Fui com a carteira vencida, mas um amigo alugou pra mim e fiquei como responsável financeiro. Saí da locadora dirigindo o carro sem que ninguém objetasse nada. Também
  2. Olá, Glau87! Acho que é possível conhecer o Embalse e Baños Colina no mesmo dia, mas é bem puxado. Você vai dirigir o dia todo, e talvez não dê tempo de aproveitar direito os lugares. Em matéria de banho termal, melhor ir direto pra Baños Colina. Baños Morales não faz falta conhecer. Em comparação com o outro, é uma piscina de clube. Eu não vi problema em ir de carro, sozinho. Se você vai com mais gente, é ainda melhor, mais seguro. Você passa por uns pedaços com muita brita, perto de abismo. Tem que dirigir com cuidado, mas nada desesperador. Se chover, realmente fica perigoso. Mas, a julgar
  3. SANTIAGO Transporte O “transfer” no aeroporto, feito em vans que ficam paradas na porta do desembarque (há mias de uma empresa), custa CLP 7.600, contra os CLP 18.000 do táxi, negociados, estes. Sem qualquer justificativa, porque o aeroporto fica bem perto do Centro. O táxi em Santiago sai mais barato que no Rio, e também tem a bandeirada mais barata. Só uma vez achei mal. Era domingo de noite e tomei um táxi no ponto do Pátio Bellavista. Para andar quatro quadras, literalmente, o motorista me cobrou uma tarifa mínima de $ 3.000. O metrô é ótimo, tem cinco linhas e custa algo em torno
  4. Eu estive no Bar Sur e gostei. Não é muito apoteótico, como alguém bem frisou acima. Mas como minha proposta era o tango mais autêntico possível, ainda assim achei o lugar feito pra turistas, com esquema de jantar e preço exorbitante. Mas não me arrependo. As cantoras eram boas e os bailarinos também, embora me falte conhecimento de causa pra julgar os dançarinos. Vou pra Buenos Aires agora em novembro de novo (2011) e um amigo me disse pra procurar as milongas, que seriam como as gafieiras daqui, ou seja, frequentadas por dançarinos amadores que dançam por diversão, por amor à arte. Aliás
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