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Murilo Pagani

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Tudo que Murilo Pagani postou

  1. Post completo para quem ainda tem dúvidas de como calcular um orçamento de viagem! ⇒ Orçamento de Viagem: 10 passos simples para não errar na conta
  2. Oláa Jeh, Peço desculpas pela resposta super atrasada... Pensei que recebesse alguma notificação quando alguém respondesse no post mas não aconteceu... Enfim, antes tarde do que nunca... hehe De fato Novembro é uma época bem chuvosa na Colômbia. Mas sabe como é o tempo né.. hehe Em San Blas conheci a Isla Perro também... Você pode fazer passeios de um dia por várias outras ilhas. Basta negociar diretamente com os índios quando chegar lá e eles te levão.
  3. Opa, valeuu... Desculpa a demora em responder, mas antes tarde do que nunca né?! hehe Minha viagem foi em Janeiro/ 2013 (são esses preços que vou informar), então os valores atuais provavelmente serão um pouco mais caros. Passagem aérea SP-Buenos Aires/ Buenos Aires- São Paulo : R$ 800,00 Passagem aérea Buenos Aires- Ushuaia (só ida porque voltei subindo de ônibus): R$ 600,00 Média de hospedagem (quarto compartilhado em hostel) e alimentação: US$40,00/ dia Passeios: Depende muito do que você quer fazer, mas reservaria pelo menos US$ 400,00 para fazer os principais Espero ter ajudado! Abz
  4. A Patagônia é um destino super popular não somente entre os brasileiros, mas entre turistas do mundo inteiro. Paisagens incríveis em um dos lugares mais isolados do mundo, proporcionam uma experiência única que não pode ser encontrada em nenhum outro lugar do planeta. Os meses mais procurados pelos viajantes é durante o nosso verão, ou seja, de dezembro até inicio de abril. Nessa época as temperaturas não são tão congelantes como no inverno, todas as atrações estão disponíveis e dificilmente você terá problemas na estrada por causa de nevadas. Durante o inverno muitos hostels, restaurantes e agências de turismos fecham as portas devido a baixa procura, limitando as opções dos turistas. Organizar um roteiro pela Patagônia pode parecer um pouco complicado a primeira vista, muitas cidades, dois países envolvidos (Argentina e Chile), distâncias que parecem curtas mas que podem levar horas de viagem e surpresas no orçamento caso você não se planeje direito. Por isso resolvi escrever esse post para te orientar na hora de montar seu itinerário por esse lugar fantástico. Em relação as passagens e transporte entre as cidades, eu apenas comprei uma bilhete aéreo de ida de São Paulo até Ushuaia (escala em Buenos Aires) e volta de Buenos Aires para São Paulo. Todos os outros trajetos eu fiz de ônibus, e ia comprando as passagens conforme chegava em cada cidade. Caso você não tenha muito tempo para ficar viajando de ônibus, você pode pesquisar a passagem aérea de múltiplos- destinos, muitas vezes o valor acaba compensando. Ushuaia-Torres del Paine- El Calafate- El Chatén Pegue um voo de Buenos Aires até Ushuaia e comece a descobrir a Patagônia pela cidade mais austral do mundo, quer dizer, pelo menos para os argentinos, que defendem essa fama com todas as forças. Pergunte a um chileno se isso é verdade e você escutará um sonoro NÃOO como resposta. A situação é a seguinte, a pequena cidade chilena de Puerto Willians está de fato localizada mais ao sul do que Ushuaia, porém, a maioria dos argentinos alegam que Puerto Willians trata-se apenas de um porto, e com uma população tão pequena que não pode ser considerada uma cidade. Discussões a parte, reserve quatro ou cinco dias inteiros para conhecer a gelada, porém encantadora Ushuaia. Afinal você não veio tão longe para passar apenas duas noites, certo?! A cidade pode ser percorrida a pé. Reserve um dia para conhece-la, passando pelas praças e parques, museus, e organizando/reservando os passeios dos próximos dias caso você ainda não tenha feito isso. Há muitas, mas muitas agências de turismo que oferecem diversos passeios pela região de Ushuaia. Pesquise bastante antes de fechar negócio. Alguns dos passeios que fiz e recomendo são: Glaciar Martial, Parque Nacional Tierra del Fuego, Isla Martillo (Pinguinera) e passeio pelo Canal Beagle. Você não precisa fazer todos esses, ou se achar pouco, há muitos outros que você pode incluir no roteiro, tudo depende do seu tempo e orçamento disponível. Hora de atravessar a fronteira e ir até um dos parques mais bonitos do Chile, o Parque Nacional Torres del Paine. Para ir até o parque, é interessante você ter como base a cidade de Puerto Natales. De Ushuaia há ônibus que fazem esse trajeto, porém não diariamente. Caso não coincida com o dia que você quer, uma opção é ir primeiro até Punta Arenas (Chile) e de lá para Puerto Natales. Independente de qual for sua opção, esteja ciente que gastará praticamente todo o dia no trajeto. Dica Importante: Compre sua passagem para Puerto Natales/Punta Arenas assim que chegar em Ushuaia ou com uma antecedência de pelo menos três dias. Você pode conhecer Torres del Paine em um passeio de um único dia, saindo bem cedo de Puerto Natales e retornando quase a noite. Nesse caso, será necessário ir com alguma agência de turismo, pois além de incluírem o transporte de ida e volta até o parque, você conhecerá o lugar basicamente de dentro de uma van, parando apenas nos “principais pontos de interesse” para uma pequena caminhada e fotos. A outra opção e que é muito mais interessante na minha opinião é o trekking. Nesse sistema você pode ir por conta própria, sem contratar nenhuma agência. Os circuitos mais tradicionais é o W, que dura quatro dias; e o circuito O, também conhecido como circuito completo. Nesse segundo você conhecerá praticamente todo o parque, e precisará de sete a dez dias. Caso você não tenha todos os equipamentos necessários para trilha e acampamento, em Puerto Natales há muitas lojas que alugam esses itens como saco de dormir, isolante térmico, barraca entre outros. Depois de conhecer esse lugar incrível no Chile, voltaremos para a Argentina, rumo a El Calafate. A viagem desde Puerto Natales até El Calafate é bem tranquila e dura mais ou menos seis horas. Reserve dois ou três dias inteiros para essa cidade. A grande atração que você não pode deixar de conhecer é o Parque Nacional los Glaciares, onde fica o grande e imponente Glaciar Perito Moreno. Essa incrível geleira é considerada uma das reservas de água doce mais importantes do mundo. Outros lugares legais para se conhecer em El Calafate é o Glaciarium (bar e museu de gelo) e a Laguna Nimez. A última cidade do roteiro foi a que eu mais gostei na Patagônia, El Chaltén. O pequeno povoado localizado dentro de um parque nacional possui em torno de 600 habitantes e está apenas a três horas de El Calafate. A pequena cidade é considerada a capital mundial do trekking devido as inúmeras opções disponíveis. E o melhor é que a grande maioria é de graça, você não precisa pagar nem um centavo para faze-las. A maioria das trilhas você pode fazer em um dia, ou seja, sair bem cedo de El Chaltén e retornar no fim do dia. As mais procuradas são: as que levam até o Cerro Fitz Roy e Cerro Torre. Reserve pelo menos três dias inteiros para El Chaltén. Texto publicado originalmente no meu blog (http://www.voltologo.net/dica-de-roteiro-pela-patagonia/)
  5. Um pouco da história do "El Libertador" da América Latina! ⇒ A única coisa a fazer na América [Latina] é ir embora
  6. Dica de roteiro pelo Equador! ⇒ Roteiro de 15 dias no Equador
  7. Aos poucos, o Equador começa a entrar no roteiro dos turistas brasileiros. Não sei por qual motivo, esse pequeno país localizado entre Colômbia e Peru é ignorado por muitos de nós na hora de escolher um destino na América do Sul. Motivos para conhece-lo não faltam: o Equador possuí uma enorme diversidade de paisagens com praias, montanhas, cidades históricas, vulcões e até parte da Floresta Amazônica; é um dos países mais baratos para viajar na América do Sul; possui boa infraestrutura para receber os turistas; e por ser um país territorialmente pequeno, viajar de ônibus é bem fácil, rápido e barato. Quito-Montañita-Cuenca-Baños Seu roteiro começa pela capital equatoriana e segunda maior cidade do país: Quito- reserve cinco ou seis dias. Antes que você pense que é muito tempo para uma única cidade, vou explicar o motivo para quase uma semana por lá: Quito serve como uma ótima base para você fazer day trips e explorar lugares super interessantes e que não estão muito longe. Alguns que recomendo fortemente que você faça esses bate –volta são: Laguna Quilotoa, Vulcão Cotopaxi e Otavalo. Todos esses passeios podem ser feitos por conta própria (acorde bem cedo no caso dessa opção) ou através de alguma agência de turismo. Nos outros dias aproveite para conhecer uma das capitais mais interessantes da América do Sul. O centro histórico de Quito é um dos mais bem preservados da América Latina e foi declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela ONU em 1978. Outro lugar bastante procurado pelos viajantes é o Parque Mitad del Mundo, o lugar onde supostamente passa a Linha do Equador que divide os hemisférios em norte e sul. Após quase uma semana na altitude de Quito, é hora de baixar ao nível do mar rumo a Montañita- um lugar para curtir praia, sol, surf e muitas festas. Esse pequeno vilarejo é o point dos mochileiros que viajam pela América do Sul. Muitos inclusive se apaixonam pelo lugar e ficam muito mais tempo que o planejado. De Quito não há um ônibus direto para Montañita. Para chegar até lá você terá que ir até Guayaquil e depois pegar um ônibus até a cidade a beira mar. Dica: de Quito a Guayaquil são aproximadamente nove horas de viagem, faça esse trajeto durante a noite. Você economizará uma diária de hospedagem e poderá pegar o primeiro ônibus de Guayaquil a Montañita. Além do dia da chegada em Montañita, reserve outros dois dias inteiros para curtir o lugar. Após os dias de sol e água fresca a próxima cidade do roteiro é Cuenca. Esse dia será praticamente perdido pela viagem. Saia cedo de Montañita e volte para Guayaquil. Em Guayaquil há muitas saídas durante todo o dia até Cuenca, o percurso demora aproximadamente cinco horas. Separe dois dias inteiros para conhecer Cuenca e arredores. A cidade histórica é bem preservada e vale a pena passar um dia todo caminhando pelas ruas antigas, conhecendo alguns museus, igrejas e outros lugares. No segundo dia você pode ir até o Parque Nacional El Cajas, que está apenas a 33 quilômetros de Cuenca. Passe o dia conhecendo esse parque que possuí grande variedade de fauna e flora, retorne para Cuenca no fim do dia e organize suas coisas para seguir viagem no dia seguinte. A última cidade a visitar no Equador será Baños, uma pequena cidade rodeada por vulcões, com ótimas opções de atividades outdoors e excelente infraestrutura para os turistas. Aproveite três dias inteiros na cidade e não se arrependerá. Alugue uma bicicleta e percorra a famosa Ruta de las Cascadas, conheça a Casa del Árbol com o famoso balanço do fim do mundo, relaxe nas águas termais em alguma das diversas opções que há por lá. Baños também é a porta de entrada para quem quer explorar a Amazônia equatoriana, mas para isso você precisará de mais dias no seu roteiro. A cidade possui inúmeras agências que oferecem diversos passeios- vale a pena pesquisar antes de fechar negócio. Dica Extra: Está com mais tempo e dinheiro disponível? Inclua o arquipélago de Galápagos no seu roteiro. Esse lugar com valioso ecossistema foi de grande importância para que o naturalista Charles Darwin construísse a sua teoria da evolução e a obra A Origem das Espécies. Atualmente, o governo equatoriano tenta controlar o turismo desenfreado sobre as ilhas cobrando altas taxas de ingresso e limitando a entrada de pessoas. Devido ao seu enorme potencial turístico, nas últimas duas décadas o número de visitantes na ilha quadriplicou. Sem dúvida nenhuma, caso não seja feito um turismo sustentável e consciente, algumas das espécies encontradas apenas nessa região sofrem sério risco de entrarem em extinção. Post originalmente publicado no meu blog. (http://www.voltologo.net/roteiro-de-15-dias-no-equador/)
  8. Quando me perguntam sobre qual país eu mais gostei na América Central a resposta está na ponta da língua: Nicarágua. Sim, esse país que eu mal sabia a respeito foi o que mais me marcou durante a viagem. Atravessei a fronteira da Costa Rica com a Nicarágua sem grandes expectativas ou pretensões. Tinha em mente conhecer apenas duas ou três cidades do país, dez dias seriam mais do que suficientes, pensei. Mas a Nicarágua é um lugar que vai te conquistando aos poucos. Primeiro você fica um pouco confuso com a enorme quantidade de informação que recebe: muitas cores, barulhos e um caos que parece viver harmoniosamente bem com todas aquelas pessoas que sempre sorriem para você e estão dispostas a te ajudar, mesmo você tendo dificuldades para entender o diferente sotaque espanhol que eles tem. Você começa a perceber que naquele país que você não tinha a menor ideia de onde ir ou o que visitar, possui atrações para mais de meses. E assim foi. A Nicarágua acabou se tornando o segundo lugar onde eu mais fiquei durante a viagem. Foram dois meses entre trabalho e viagens por esse país incrível. Dia 1 Sugiro que você inicie sua viagem em San Juan del Sur, uma praia localizada no sul do país, perto da fronteira com a Costa Rica. Se você estiver viajando por terra vindo da Costa Rica, provavelmente esse já seria o seu primeiro destino. Se você chegar de avião pela capital Manágua, pegue o primeiro ônibus com destino a Rivas e de lá outro para San Juan. Depois de realizar todos as burocracias de inicio de viagem , você provavelmente estará livre pelo fim do dia. Uma ótima maneira de aproveita-lo é caminhando pela praia, com uma Toña (cerveja mais popular da Nicarágua) e curtindo o pôr do sol. Dia 2 Reserve o segundo dia para conhecer alguma das ótimas praias da região. Recomendo a Playa Madera ou a Playa Hermosa, que estão a vinte e quarenta minutos de San Juan del Sur respectivamente. Há shuttles em vários hostels ou agências que fazem esse percurso diariamente- informe-se do horários e preços no dia anterior. Dia 3 Dia de acordar cedo e ir para um dos lugares mais encantadores da Nicarágua: Isla Ometepe. Pegue um ônibus até Rivas, porém avise ao motorista que você quer ir até a ilha e ele te avisará onde descer (antes de chegar em Rivas). Pegue um taxi até o porto de San Jorge e de lá o ferry até Isla Ometepe. A tarde pode ser aproveitada caminhando ou pedalando pelos arredores da ilha. Dia 4 Quer uma vista de 360 graus da Isla Ometepe? Então bora fazer um hiking no Vulcão Concepcion. Não espere moleza, pois realmente essa caminhada não é das mais fáceis, portanto se não tiver um bom preparo físico talvez seja melhor não arriscar. A percurso dura em média sete ou oito horas, mas a vista no final do dia vale qualquer esforço. Dia 5 Dia para descansar ou relaxar em alguma das “praias” da ilha. Se você estiver com mais gente, contrate o serviço de um taxista para passar praticamente o dia inteiro com vocês e peça pra ele ir até a Punta Jesús Maria, Ojo de Agua e a Playa Santo Domingo. Os taxistas já estão acostumados a fazer esse tipo de serviço, e cobram uma média de sessenta dólares pelo serviço (esse já é o valor total para ser dividido entre o número de pessoas que estiverem com você). Dia 6 Dia de acordar cedo para ir para outra cidade: Granada. Essa cidade colonial é uma das mais antigas de toda a América Latina. Aproveite a tarde para conhecer o seu preservado centro histórico. Dia 7 Um ótimo lugar para se conhecer a partir de Granada é a Laguna de Apoyo. Reserve esse dia para relaxar, nadar, andar de caiaque ou fazer qualquer outra coisa nessas águas tranquilas. A Laguna de Apoyo tem crescido muito nos últimos anos como destino turísticos, e atualmente, há muitas opções de bares, restaurantes, hostels e pousadas em toda a sua orla. Dia 8 Acorde cedo para seguir viagem até a cidade de León. Para ir de transporte público é necessário ir primeiro até Manágua e lá pegar outro ônibus até León. Muitos hostels em Granada oferecem serviço de shuttle que fazem esse trajeto sem paradas. Aproveite a tarde em León para conhecer o centro histórico e se perder por alguns dos mercados que há na cidade. Dia 9 O último dia de atividades será intenso. Comece o dia fazendo o Volcano Boarding, um “esporte” que nasceu na Nicarágua e que tem atraído pessoas do mundo inteiro. Durante a tarde vá para a praia Las Peñitas, está apenas a vinte e cinco minutos de León e você terá a chance de ver um dos entardecer mais lindos da América Central. Dica: Contrate o passeio Volcano Boarding no BigFoot Hostel. Eles também oferecem transporte até a praia Las Peñitas por apenas dois dólares o trecho. O shuttle até a praia sai diariamente as 15hs e regressa para León as 19hs. Dia 10 Dia de voltar a para a realidade e dizer adeus para esse país incrível. Lembre-se de verificar o horário do seu voo, León está aproximadamente duas horas e meia de Manágua (onde fica o aeroporto internacional). Observação: Se você possui mais tempo para explorar esse país, pode reservar tranquilamente mais cinco ou até mesmo mais dez dias. Caso precise de mais dicas para descobrir o que fazer nesses “dias livre” deixe um comentário abaixo ou entre em contato.
  9. Post novo lá no blog galera! Roteiro de 10 dias pelo país que eu mais gostei na América Central: Nicarágua ⇒ Roteiro de 10 dias na Nicarágua
  10. Gigante e louca. Por mais que eu pense, não consigo encontrar outros adjetivos para melhor definir a Cidade do México. A capital mexicana me conquistou como poucas cidades grandes conseguem. Movimentada, alegre, cosmopolita, interessante e cheia de contrastes- a Cidade do México oferece opções para todos os tipos de gostos e bolsos. Escutei diversas vezes que a grande DF não passa de mais um amontoado de carros com congestionamentos quilométricos, que a cidade é perigosa, poluída e suja- mas convenhamos, infelizmente essa é uma parte da realidade nas metrópoles Latino Americanas. Deixar de conhecer qualquer grande cidade por esses motivos é algo que eu realmente não aconselho, principalmente tratando-se da Cidade do México. Quando Ir Lembre-se que o México está acima da linha do equador, portanto as estações do ano não seguem a mesma sequência que a nossa. Localizada a 2.250 metros de altitude, a temperatura na capital mexicana é amena durante todo o ano. Leve ao menos uma blusa de frio, mesmo no verão as temperaturas costumam cair bastante durante a noite. A época com maior quantidade de chuvas é de junho a setembro. Já a estação seca é de novembro a abril. Onde Ficar Apesar de ter um transporte público bastante eficiente, se hospedar em uma boa localização facilitará sua vida. Como a Cidade do México é imensa, a melhor localização vai depender das atividades e passeios que você quer fazer na sua visita pela cidade. Por exemplo, se você quer aproveitar a vida noturna, todos os dias em que estiver por lá, o melhor lugar para se hospedar é próximo da Zona Rosa. Se você está interessado em conhecer museus e a parte histórica da cidade, se hospedar pelo Centro Histórico pode ser uma boa opção. Os bairros Roma e La Condesa também possuem uma boa estrutura para o turista com muitos hotels, restaurantes, bares e fácil acesso ao transporte público. Eu fiquei hospedado no Mexico City Hostel e recomendo muito o lugar. Ele fica próximo a Catedral Metropolitana (El Zócalo), no Centro Histórico- é perto de muitas atrações turísticas. Os dormitórios são bem espaçosos e com locker. O café da manhã estava incluído na diária e foi bem servido. Paguei dez dólares por noite no quarto compartilhado, tive um desconto de dois dólares por noite porque paguei três diárias adiantadas e em dinheiro. O preço normal desse dormitório é doze dólares por noite. Transporte Apesar de possuir congestionamentos de fazer inveja a São Paulo, locomover- se pela Cidade do México é bem fácil- graças a um eficiente e variado transporte público. Para começar, o Aeroporto Internacional Benito Juaréz não é longe da cidade e é interligado por diversas linhas de ônibus e pelo metrô, ou seja, você não precisa gastar seu rico dinheiro com taxi, a não ser que queira. O metrô da Cidade do México é um dos maiores do mundo, e possuí mais de 150 estações espalhadas por toda a cidade. Foi o meio de transporte que mais utilizei quando estive por lá – a passagem custa apenas cinco pesos (aproximadamente um real). Outras opções que também são rápidas e baratas é o Trólebus e o Metrobús, ambos circulam em faixas exclusivas evitando os congestionamentos. Principais Gastos (Março/2015) Uma das características das grandes cidades é que os preços normalmente são mais elevados que em cidades menores. Em contrapartida, a oferta por serviços e produtos também é muito maior, ou seja, pesquisando é possível encontrar ótimas opções seja de hospedagem, alimentação e até passeios. Para economizar com alimentação, a Cidade do México oferece uma infinidade de lugares onde é possível comer tacos, tortas (lanche), pizzas e outras especialidades mexicanas por até cinco reais. Outra coisa que é muito barato é o transporte público, a passagem de ônibus ou metrô custa cinco pesos (aproximadamente um real). Hospedagem em quarto compartilhado: 11 dólares/ noite Almoço, “plato del dia”: 6,00 dólares Comida de rua (tacos, tortas, quesadillas): 2,00 dólares Garrafa de água 1 litro: 0,70 dólares Passagem de transporte público: 0,35 dólares Cerveja long neck em supermercados ou lojas de conveniência: 1,00 dólar Cerveja long neck na balada: 3,00 dólares Taxi: Não é caro e pode ser uma boa opção desde que você divida com outras pessoas Texto originalmente publicado no meu blog (http://www.voltologo.net/cidade-do-mexico-entendendo-uma-das-maiores-cidades-do-mundo/)
  11. Maior cidade mexicana e uma das maiores do mundo, a Cidade do México, ou simplesmente DF (Distrito Federal), oferece diversas opções de passeios e lugares super interessantes para visitar. São tantas as opções, que para nós turistas fica difícil escolher o que conhecer, ainda mais se você não tiver muito tempo. A minha recomendação é ficar pelo menos quatro ou cinco dias inteiros para conhecer os principais atrativos dessa metrópole cheia de contrastes e que divide opiniões. Se você estiver com um cronograma folgado, não se preocupe em reservar uma semana para a cidade- você poderá desfrutar os passeios com muito mais calma e conhecer outros lugares. 1- Centro Histórico Sem dúvida é um dos mais bonitos e interessantes de toda a América Latina na minha opinião. Você pode começar o passeio pela Praça da Constituição (também conhecido como el Zócalo)- lá você encontrará a Catedral Metropolitana, o Palácio Nacional e muitos outros prédios históricos. Você pode percorrer toda essa região a pé ou ainda optar pelo Ônibus Turístico, que sai da rua lateral da catedral. Atenção que essa é uma região bastante movimentada, portanto não de bobeira com seus pertences. 2- Torre Latinoamericana A poucas quadras do Zócalo está a Torre Latinoamericana. No 42º andar, há um mirador onde se pode ver a gigante Cidade do México em 360 graus. A entrada me custou oitenta pesos (aproximadamente dez reais) e você tem acesso ao mirador quantas vezes quiser ao dia. Ou seja, vale a pena ir durante o dia e depois voltar à noite (fica aberto até ás 22hs) para ver a cidade toda iluminada. Lembre-se de não tirar a pulseirinha que comprova o seu pagamento. 3- Paseo de La Reforma Essa é uma das principais avenidas da Cidade do México e passa por diversos pontos de interesse para nós viajantes: centro, zona rosa e pelo Bosque Chapultepec. Vale a pena caminhar pela avenida para observar o movimento e as diferenças entre os bairros da Cidade do México. Aos domingos a avenida é fechada para os carros e é a vez das bicicletas tomarem conta do lugar. 4- Bosque Chapultepec Esse é o lugar preferido dos mexicanos para passear com os filhos nos finais de semana- mas não pense que o parque é apenas para crianças. O Bosque Chapultepec é um enorme parque super arborizado e que conta com diversas opções de entretenimento como museus, zoológico, passeio de kayak no lago, restaurantes, além dos espaços para caminhar, andar de bike ou simplesmente ficar sentando lendo um livro. O Bosque Chapultepec fica próximo da estação de metrô Auditório. 5- Bairro La Condessa e Roma Esses dois bairros são bem tranquilos e ótimas referências para conhecer um outro lado da Cidade do México ,ou seja, sem multidões e congestionamentos. Há muitas praças e parques para caminhar durante o dia, e diversas opções de bares e restaurantes. 6- Museus Para quem gosta de museus, a Cidade do México é um prato cheio. Para vocês terem ideia, conheci uma americana que é fascinada por museus, ela tinha reservado quatro dias para conhece-los e estava se lamentando que não seria suficiente para visitar todos o gostaria. Alguns dos mais famosos são: Museu Nacional de Antropologia, considerado o maior da América Latina e um dos mais visitados do mundo (fica dentro do parque Chapultepec); Museu de História Natural, Museu Frida Kahlo e o Museu do Palácio de Bellas Artes. 7- Feira de artesanato La Ciudadela Se você está em busca de artesanato e daqueles souvenirs tradicionais de viagem a Ciudadela é o lugar ideal para você compra-los. Há muita coisa bacana e por preços bastante acessíveis- mesmo assim lembre-se de pechinchar, você conseguirá bons descontos. A Cidadeula fica próxima da estação de metrô Juárez. 8- Zona rosa Se você está em busca de baladas e vida noturna, aqui é o seu lugar. Bares, restaurante e clubes que vão até o nascer do outro dia são encontrados nessa área. Independente de qual seja o seu estilo, a diversão é garantida. 9- Pirâmides de Teotihuacan As Pirâmides de Teotihuacan não ficam na cidade do México, mas é bem perto e muito fácil de ir por conta própria. Essa é uma zona arqueológica com duas pirâmides principais que foram erguidas em reverência ao sol e a lua. Além das pirâmides há muitas outras ruínas que fazem parte do conjunto. Os ônibus públicos para as Pirâmides saem do Terminal Norte e custa oitenta pesos ( ida e volta)- saídas a cada vinte minutos. A entrada para as Pirâmides custa sessenta e cinco pesos. Post publicado originalmente no meu blog (http://www.voltologo.net/9-dicas-de-passeios-na-cidade-do-mexico/)
  12. Tem post novo lá no blog galera! Com dicas de lugares incríveis para conhecer na América Latina!!! ⇒ 12 Lugares incríveis que você precisa conhecer na América Latina
  13. Foi na Nicarágua em que eu senti pela primeira vez que de fato estava na América Central- na fronteira com a Costa Rica já pude notar a diferença de ambiente. Cheiros, cores, buzinas e um pouco de caos. Aos poucos você vai se acostumando com a enorme quantidade de informação que esse país te proporciona. Aos poucos você percebe que esse país tem muito a te oferecer e que fez uma ótima escolha ao inclui-lo no seu roteiro de viagem. Localizada entre a Costa Rica e Honduras, e dona do maior território da América Central, a Nicarágua era um país completamente desconhecido por mim antes de começar a planejar minha viagem pela América Central. Na verdade, acho que nunca tinha escutado absolutamente nada sobre a Nicarágua. A ideia inicial era viajar dez dias pelo país, mas esse plano foi por água abaixo assim que cheguei e tive a oportunidade de trabalhar em um hostel. E surpreendentemente, a Nicarágua foi minha casa por dois meses. Dois meses conhecendo e descobrindo esse país tão desconhecido por nós brasileiros. Principais Cidades A apenas uma hora da fronteira com a Costa Rica, San Juan del Sur costuma ser a primeira parada dos viajantes que vem do sul. Situada na costa pacifica, a cidade é conhecida pelas festas e por ótimas ondas para surf. Próximo a San Juan, está Isla Ometepe- uma ilha formada em um lago e que para aguçar ainda mais a sua curiosidade é formada por dois vulcões. Entre as cidades coloniais, duas que se destacam são Granada e Léon- a primeira realmente é mais bem conservada e limpa. Porém foi León que me conquistou e onde vivi por mais de um mês, afinal ela está apenas a vinte minutos da praia Las Peñitas, o lugar onde todos os dias somos presenteados com um por do sol incrível. Dois lugares que também valem a pena incluir na sua trip é Masaya e Laguna de Apoyo. A capital Manágua tem fama de ser feia e perigosa, mas é lá que você vai encontrar os melhores lugares para curtir a noite. Na costa caribenha os dois lugares mais visitados são Blue Fields e Corn Islands. Viajando pelo país Apesar de não ser muito confortável, viajar de ônibus na Nicarágua é fácil e barato. As distâncias não costumam ser muito longas e as saídas de ônibus são frequentes. Esteja consciente que muitas vezes será necessário tomar mais de um ônibus para chegar no seu destino final. Muitos hostels e agências de turismo oferecem shuttles (transporte privado) entre as principais cidades turísticas, porém o preço cobrado sempre será muito maior do que o transporte público. Por exemplo: para ir de Granada até León, você gastará três dólares em chicken bus ou quinze dólares em shuttle. Percursos Da fronteira Peñas Blanca para San Juan del Sur- Da fronteira só há saídas para Rivas, uma cidade a quarenta minutos de San Juan del Sur. Em Rivas você terá que pegar outro para a cidade costeira. Uma opção para ganhar tempo é descer no meio do caminho entre a fronteira e Rivas e esperar pelo ônibus que vai até San Juan del Sur. Tempo aproximado total: 2 horas. De San Juan del Sur para Isla Ometepe- Pegue um ônibus até Rivas e avise o motorista que você está indo para Isla Ometepe. Ele te avisará quando descer, e então você precisará pegar um taxi (não há ônibus) até o porto de San Jorge. Do porto há ferrys de hora em hora para a ilha. Tempo aproximado total: 2 horas. De Isla Ometepe para Granada- Há ferrys que fazem esse percurso direto, porém é bem mais caro do que ir de ônibus. Para ir de ônibus você terá que ir até Rivas, e em Rivas pegar um ônibus para Granada. Tempo aproximado total: 4 horas De Granada para Manágua /León- Em Granada há chicken buses que vão direto a capital Manágua. Se seu objetivo é León, você terá que pagar outro ônibus em Manágua. Tempo aproximado Granada-Manágua: 2 horas. Tempo aproximado Manágua-León: 1 hora e 30 minutos. Dinheiro A moeda na Nicarágua é a Córdoba, sendo que um dólar americano equivale aproximadamente a vinte e seis Córdobas. Muitos lugares como hotels, restaurantes e até supermercados aceitam a moeda americana, mas o troco será em Córdobas. O uso de cartão de crédito não é muito comum. Se você precisar trocar dinheiro na fronteira, o lado nicaraguense possui melhor cotação. Principais Gastos (Janeiro/2015) Viajar por toda a Nicarágua é bem barato- acredito que junto com El Salvador e Honduras, ela é o destino mais barato para conhecer na América Central. Isso vale para tudo: comida, hospedagem e transporte. Considerando uma cama em quarto compartilhado, todas as refeições e passagens de ônibus em chicken bus, vinte dólares por dia são suficientes. Acrescente ao seu orçamento tours, passeios e transporte em shuttle caso você não queira utilizar o transporte público. Abaixo, uma média dos meus gastos pela Nicarágua (valores em dólar americano): Hospedagem em quarto compartilhado: US$7,00/ noite Almoço, “plato del dia”: U$3,00 Café da manhã típico: US$2,50 Cerveja lata no supermercado: US$0,80 Cerveja lata na balada ou restaurante: US$1,50 Garrafa de água 2 litros no supermercado: US$1,00 Texto originalmente publicado no meu blog (http://www.voltologo.net/nicaragua-tudo-o-que-voce-precisa-saber/)
  14. La Fortuna foi a minha cidade favorita na Costa Rica. Descubra o motivo! ⇒ La Fortuna: Ecoturismo na Costa Rica
  15. A Costa Rica é o país Latino Americano que mais cresceu nos últimos anos no setor do Ecoturismo, e esse é um tema levado muito a sério no país. Rodeado de vulcões, praias e florestas, os “ticos” sabem explorar muito bem essa área e o mais importante, de uma forma sustentável. Uma das cidades que ferve de viajantes em busca de aventura e contato com a natureza é La Fortuna. Os vulcões Arenal e Cerro Chato são as opções mais procuradas entre os turistas, porém a cidade oferece muitas outras atividades ao ar livre. Chegando e saindo Para quem estiver em San José, há somente três saídas diárias para La Fortuna sendo que a ultima é ás 11 horas da manhã. O valor é três dólares e a viagem leva cerca de cinco horas. Uma opção que me pareceu bastante interessante, porém cara, é ir fazendo rafting desde San José até La fortuna. Para isso você terá que comprar algum tour e custa em torno de oitenta dólares. Meu próximo destino depois de La fortuna foi San Juan del Sur na Nicarágua. Para fazer esse trajeto você deve ir de La fortuna até El tanque, o trajeto demora apenas uns vinte minutos. Avise ao motorista que você quer descer exatamente na parada de ônibus para Peñas Blanca. De El tanque até Peñas Blancas são aproximadamente seis horas de viagem em um ônibus “comum”. Peñas Blanca é uma das fronteiras entre Costa Rica e Nicarágua, é lá que você fará todos os tramites de saída e entrada de um país para outro. Onde ficar Todos os itens básicos para um viajante são encontrados na parte central da pequena cidade – essa com certeza é a melhor área para se hospedar. Fiquei hospedado no Gringo Pete’s e recomendo o lugar. É um dos mais baratos da cidade (suspeito que seja o mais barato), os staffs são muito prestativos e simpáticos, a cozinha é bem equipada, e fica bem localizado – perto de supermercado e do terminal de ônibus. Outro ponto a favor do hostel é que ele organiza diversos passeios e os preços também são inferiores aos outros lugares. O quarto compartilhado custa cinco dólares por noite, um verdadeiro “achado” para o alto custo da Costa Rica. O que fazer Vulcão Arenal e Vulcão Cerro Chato – Se seu sonho é fazer um trekking em algum vulcão, essas são duas ótimas opções caso você esteja em La Fortuna. Enquanto o Arenal não requer muito esforço ou preparo físico o Cerro Chato é completamente o oposto. Para ambos, é recomendável que você vá com algum guia, pois as trilhas nem sempre são bem demarcadas. Rio Celeste – Para mim esse foi o lugar mais incrível durante meus dias em La Fortuna. Localizado no Parque Nacional Vulcan Tenorio, esse rio desperta a curiosidade de muitas pessoas. A cor azul celeste do rio, acontece devido a mudança de ph no encontro dos rios Buenavista e Quebrada Agria. Dentro do parque nacional você fará um pequeno trekking de aproximadamente duas horas para conhecer os diversos pontos do Rio. Como Chegar: A opção mais fácil é ir com algum tour. Você pode contratar apenas o transporte (aproximadamente trinta dólares) ou o tour completo que inclui a entrada do parque, almoço e o acompanhamento de um guia (sessenta dólares). Se você quer economizar essa grana, é possível ir por conta própria. Tenha em mente que você terá que acordar bem cedo, pois para realizar o trajeto você terá que pegar três ônibus. Outro detalhe, o ônibus não para na entrada do Parque Nacional- da parada de ônibus até o parque são aproximadamente oito quilômetros. Você pode ir caminhando e tentar alguma carona, provavelmente você encontrará uma boa alma pelo caminho. Hot Springs – Nada melhor do que relaxar nas águas quentes de um rio após um longo dia de trekking. Há diversos lugares onde você pode curtir essa atividade. Como fica um pouco afastado da cidade, a maioria dos hostels oferecem transporte até lá. Normalmente o passeio é feito durante a noite e o transporte de ida e volta custa cinco dólares com algum drink incluso. Cachoeiras – Para quem está interessado em lavar a alma em alguma cachoeira, há algumas opções perto do centro de La Fortuna. A mais próxima e menor, fica a um quilometro da cidade, você pode ir caminhando e não precisa pagar nada para entrar. Outra que é mais afastada e com uma queda d’água bem maior, é necessário pagar dez dólares para entrar. Rafting / Tirolesa – Para aqueles que estão em busca de aventura, diversas empresas oferecem passeios para rafting e tirolesa. Os preços variam de cinquenta a oitenta dólares. Post originalmente publicado no meu blog. (http://www.voltologo.net/la-fortuna-ecoturismo-na-costa-rica/)
  16. Dicas de passeios em Quito! Dicas de lugares e passeios imperdíveis em Quito
  17. Falaa Edu... desculpa a demora! Baños é bemm pequena, em todas as rua há alguma agencia.. não tem como errar... hehehe abz
  18. Fala Alan! Então, as diarias de fato são pagas diretamente com os indios... porém o valor já é definido. os hostels e agencias apenas te informam esse valor. Você pode até tentar negociar lá com eles, mas acho dificil conseguir. Bom na ilha você leva apenas o essencial, deixei tudo na mochila com um cadeado porque não há lockers nas ilhas... Não ouvi nenhum relato de roubo ou coisa desse tipo, normalmente é bem segura... porém ninguém pode afirmar com 100% de certeza que nunca vai acontecer... hehehe
  19. Um dos vários paraísos que existem na Terra encontra-se no Panamá e se chama San Blas. Esse foi um dos principais motivos pelo qual eu queria conhecer o país e sem dúvida foi o ponto alto da viagem pelo meu primeiro destino na América Central. Sabe aquelas fotos de proteção de tela do seu computador?! Uma ilha com vários coqueiros, água cristalina e areia branquinha que parecem existir somente na nossa imaginação?! Pois é, assim é San Blás. O Arquipélago de San Blas é um conjunto de 360 ilhas, porém apenas 36 delas são habitadas – e quem mora nas ilhas são os Kuna Yalas. Essa comarca indígena possui total autonomia de San Blas, são eles que controlam a entrada de visitantes, o transporte entre as ilhas e as acomodações que existem – seus costumes e tradições seguem preservados até hoje. Todas as ilhas que conheci são incrivelmente paradisíacas, acredito que todas as outras também sejam assim. É importante você ter em mente que as ilhas possuem uma infraestrutura bem básica e rústica para receber os turistas, portanto não espere nenhum luxo. Como chegar Para chegar até o paraíso você terá que render a alguma agência de turismo. Você deve estar se perguntando o porquê disso se falei anteriormente que as ilhas são controladas pelos Kuna Yalas, certo?! O que acontece é que a “agência” será responsável pelo transporte até o “porto” de San Blas e também fará a reserva na ilha em que você deseja passar a noite. Todos os pagamentos são feitos separadamente: transporte terrestre para a agência de transporte, acomodação e transporte até as ilhas diretamente com os índios em San Blas. Por terra saindo da Cidade do Panamá- a partir da capital panamenha são mais ou menos 3 horas até as ilhas. O pessoal da agência irá te buscar no lugar em que você está hospedado bem cedo, como mais ou menos as 5:30hs da manhã. Depois disso são aproximadamente duas horas até o porto de San Blas e mais ou menos 40 minutos em lancha. Há outras opções para se chegar em San Blas, vindo da Colômbia há barcos que saem de Cartagena, a viagem dura alguns dias . Em El Porvenir, a “capital” de San Blas, há um aeroporto com voos domésticos, a única rota é Cidade do Panamá – San Blás As Ilhas Fique hospedado nas cabanas Senidup e gostei bastante. Nessa mesma ilha estão as cabanas Franklin, independente de qual delas você ficar a praia será a mesma. A diferença é que cada uma fica em um lado diferente da ilha e cada família Kuna Yala toma conta do seu lado. Apesar de todas as ilhas serem bem parecidas e bonitas a que eu mais gostei foi a Isla Perro, normalmente as pessoas vão pra lá apenas para passar o dia. Outras que são bastante procuradas são as Robinson e Ina. É bem fácil organizar com os índios Kuna Yala passeios entre as ilhas, e quanto mais pessoas interessadas, menor o preço. Preços (Novembro/2014) Vamos a parte mais importante, os valores. Fiz o trajeto saindo da Cidade do Panamá, ou seja, tive que comprar o transporte até lá com uma agência. Fiz tudo diretamente do hostel que estava hospedado, o Luna Castle, eles fizeram todas as reservas nas ilhas e não tive nenhum problema. O transporte Cidade do Panamá /Porto de San Blas custou 80,00 dólares ida e volta, sim, essa é a parte mais cara do passeio – paguei vinte dólares de adiantamento e os outros sessenta direto com o motorista que nos levou. A lancha até as ilhas custa 10,00 dólares por trajeto (vinte para ida e volta), você paga na hora que for embora diretamente para o índio responsável da ilha em que você ficou hospedado. As hospedagens tem uma pequena variação de preço dependendo da ilha que você escolher, fiquei nas cabanas compartilhadas da ilha Senidup – 26,00 dólares por noite com três refeições. As cabanas privadas custam, 40,00 dólares por noite, também com as refeições inclusas. Transporte terrestre – 80 dólares Transporte em lancha – 20 dólares Hospedagem (3 noites com café da manhã, almoço e janta incluso) – 78 dólares Gastos no mercado e na ilha – 20 dólares Total para 3 dias – 198 dólares, uma média de 66,00 dólares por dia. O que levar Nada de levar seu mochilão com todas as suas coisas para a ilha. Uma mochila pequena é mais que suficiente, o restante você pode deixar guardado no hostel em que ficou hospedado, todos eles já estão acostumados com isso e disponibilizam esse serviço sem cobrar nada. Levar aquelas coisas básicas que todo mundo leva quando vai a praia: toalha, umas bermudas, camiseta, protetor solar, repelente (na ilha em que fiquei não tinha mosquitos, mas é bom prevenir), dinheiro em espécie e trocado, passaporte original (tem que ser original, nada de cópia), lanterna, baterias de câmera já carregadas, papel higiênico e óculos de natação ou snorkel caso você tenha. Como falei, tudo na ilha é bem rústico e simples, a maioria delas vendem alguns itens como água, cerveja refrigerante e umas bolachinhas água e sal, não espere encontrar muita coisa. Todo o restante que você for consumir na ilha você deve levar (água, bolacha, pão, barra de cereal, frutas). As empresas de transporte costumam parar em um supermercado no caminho até San Blas para que possamos comprar algumas coisas, verifique se a sua faz essa parada, caso não faça compre tudo na Cidade do Panamá um dia antes. O texto foi originalmente publicado no meu blog (http://www.voltologo.net/san-blas-um-dos-paraisos-na-terra/)
  20. Cercada por três vulcões, a pequena cidade de Baños é parada obrigatória para quem está em busca de aventura e muita natureza no Equador. Falando em vulcões, o Tungurahua (em quéchua “Garganta de Fogo”), já causou, e até hoje causa muita preocupação entre moradores e turistas. Em 1999, colocou todos os habitantes para fora da cidade por cerca de três meses. Em 2006, 2008 e 2010, voltou a entrar em forte atividade deslocando alguns moradores. O vulcão é monitorado através de um observatório especial e em caso de alguma emergência, toda a população já sabe como deve agir. Apesar disso, a cidade vive cheia de viajantes do mundo inteiro. Como Baños é bem pequena, tudo na cidade fica perto e pode ser feito a pé. No Centro, perto da Basílica está localizado a maioria dos hotéis, restaurante, mercados e agências de turismo que oferecem diversos tipos de passeios. Como chegar A rodoviária de Baños fica a umas três quadras do centro. A partir de Quito, Ambato e Riobamba há muitos ônibus durante todo o dia e não é necessário comprar passagem com antecedência. De Cuenca não há ônibus direto para Baños, é necessário ir até Riobamba ou Ambato e de lá seguir viagem . Um detalhe, em Ambato o ônibus irá parar em uma avenida e não em um terminal, para pegar o ônibus para Baños é só atravessar a rua. Quito – Banõs: 4 horas (3,50 dólares) Ambato – Baños: 1 hora (1,00 dólar) Riobamba – Baños: 2 horas (2,00 dólares) Cuenca – Ambato: 7 horas (8,00 dólares) Cuenca – Riobamba: 5 horas (6,00 dólares) Onde ficar Há muitos hotéis, hostels, pousadas e todo tipo de acomodação que você possa imaginar. Devido a grande oferta, costumam oferecer bons serviços e ótimos preços. Fiquei no Planta y Blanco e recomendo. O hostel é bem grande e há diversos tipos de dormitórios. Fiquei em um quarto compartilhado para seis pessoas e paguei seis dólares por noite, sem café da manhã. Caso queira, o café é cobrado à parte, são três dólares e inclui: ovos mexidos, um pedaço de bolo, pão, geleia, manteiga, café (puro, com leite ou chá) e suco. O que Fazer La Casa del Arbol – É nessa casa na árvore que fica o famoso “Balanço do fim do mundo”. Apesar das fotos assustarem um pouco, chegando lá você se da conta que na verdade o balanço é bem seguro e não fica em um precipício como as fotos sugerem. A casa foi construída por Carlos Sanchez – um senhor de 74 anos, que após a erupção do vulcão Tungurahua em 1999 decidiu monitora-lo de perto. Como Chegar Trilha – Há algumas trilhas saindo de Baños que levam até o local do balanço. Duração: de 2 a 3 horas. Lembre-se de que você está a mais de 1800 metros de altitude e isso irá influenciar no seu ritmo. Ônibus – Há um único ônibus que vai até a Casa da Árvore diariamente. A saída é pontualmente às 14h e o regresso às 16h. Valor: um dólar. Táxi – Irá cobrar de 10 a 15 dólares ida e volta. Baños Rota das Cascadas – Para fazer esse caminho você pode alugar uma bicicleta ou então contratar um tour. Fiz de bicicleta, pois além de você aproveitar mais e ficar o tempo que quiser em cada cachoeira, é mais barato. Há muitos lugares para alugar bicicleta em Baños, os preços vão de 5 a 10 dólares, dependendo do modelo. Junto com a bicicleta, você receberá um mapa do percurso, capacete e um kit básico para consertá-la caso aconteça alguma coisa. Fiz o caminho mais curto de apenas 20 km até a Cascada Machay, passando também pela Manto de la Novia e Pailon del Diablo- apenas na Machay é possível nadar. Em cada cachoeira que você for visitar é necessário pagar um dólar. Para ir, o caminho é praticamente todo em descida, caso não queira voltar pedalando é possível pegar uma caminhonete por dois dólares. Esportes de Aventura – As opções são muitas: rafting, tirolesa, rapel e saltos de ponte estão entre os mais procurados. Para isso será necessário comprar o passeio com alguma agência, os preços são em torno de 20 a 30 dólares. Há muitas por toda a cidade, vale a pena dar uma pesquisada e negociar o preço. Amazônia – Baños serve como base para os que querem se aventurar pela Amazônia no Equador. Os passeios mais comuns são de três ou quatro dias, mas também há outras opções. Mais uma vez será necessário fechar o tour com alguma agência. Normalmente, os pacotes já incluem alimentação, transporte e hospedagem. Águas termais – As piscinas com águas aquecidas também fazem bastante sucesso entre moradores e turistas de Baños. Há várias em toda a cidade , porém a única que abre a noite é a Baño de la Virgen – 5h às 17h e das 18h às 22h. As entradas custam de dois a três dólares. Texto publicado originalmente no meu blog (http://www.voltologo.net/banos-muita-aventura-equador/)
  21. Aos poucos os brasileiros começam a pensar na Colômbia como destino turístico. Durante meus quatro meses no país, conheci muitos compatriotas que já estão aproveitando tudo o que esse país sensacional tem para oferecer. A Colômbia é um país muito rico, seja nos aspectos culturais ou naturais, não por menos é considerado um dos países mega- diversos do mundo. Praias caribenhas, Cordilheiras dos Andes, Região Amazônica e até deserto – a Colômbia te oferecerá tudo isso em uma única viagem. Principais Cidades De grandes metrópoles como a capital Bogotá a pueblos que parecem ter parado no tempo – para conhecer as principais cidades colombianas com calma, reserve de 20 a 30 dias. Mesmo dividindo opiniões você deve tirar suas próprias conclusões sobre Bogotá. Já Medellín, costuma agradar a maioria dos viajantes. Subindo para costa os dois principais destinos são Santa Marta e Cartagena, pode reservar tranquilamente de 8 a 10 dias para as duas cidades. Na zona cafeteira, Salento é uma das mais visitadas. Cali, Manizales e Pereira também podem ser boas opções caso você tenha mais tempo. E claro, a famosa ilha do mar de sete cores: San Andrés. Clima A Colômbia não possui estações definidas, o que não significa que o clima é igual em todo seu território. Há lugares frios como a capital Bogotá, onde as temperaturas são baixas durante todo o ano. Medellín, que possui um clima agradável e por isso é conhecida como cidade da Eterna Primavera e a costa colombiana, com temperaturas em torno dos 32ºC durante todo o ano. De uma maneira geral, evite os meses de outubro e novembro que é a época com mais chuvas. Viajando pelo país Avião – Como sempre é a maneira mais rápida e também mais cara. Você pode encontrar algumas passagens com bom preço pela companhia Viva Colômbia. O único problema é que ela não aceita cartão de crédito internacional, para comprar a passagem tive que fazer o pagamento em uma “lotérica” na Colômbia mesmo. Ônibus – Viajar de ônibus pela Colômbia não é difícil, há muitas saídas por dia para as principais cidades e dificilmente você ficará sem passagens. Um inconveniente pode ser a duração das viagens, que apesar de não representar grandes distâncias, pode demorar algumas horas, pois algumas estradas vão contornando a Cordilheira dos Andes. Percursos que não são muito longos podem ser feitos em vans, portanto se você tem muita bagagem vale a pena verificar. Uma das melhores empresas e que abrange praticamente todo o território colombiano e algumas cidades do Peru é a Bolivariano, você pode conferir os horários através desse site. Tempo de viagem entre as principais cidades Bogotá – Medellín: 10 horas Bogotá – Cali: 9 horas Bogotá – Cartagena: 18 horas Santa Marta – Cartagena: 4 horas Medellín – Cartagena: 13 horas Medellín – Cali: 8 horas Visto e Vacinas Brasileiros não precisão de visto para viagem de turismo por até 90 dias, e é possível entrar no país apenas com carteira de identidade nacional (RG) em bom estado. A vacina contra febre amarela é exigida somente se você for viajar para algumas regiões como a Amazônia. Porém, não sei como funciona esse controle, pois quando passei pela imigração em Bogotá não precisei apresentar o certificado e nem me perguntaram para quais regiões do país eu viajaria. Dinheiro A moeda do país é o Peso Colombiano, R$ 1,00 = 750 pesos colombianos (setembro/2014). Em casas de câmbio em Bogotá, Cartagena e Medellín é possível trocar reais, em cidades menores não. Cartões são aceitos na grande maioria dos lugares e há muitos caixas eletrônicos, inclusive 24 horas. Principais Gastos A Colômbia não é um país barato. Os preços de alimentação, por exemplo, são bem parecidos com alguns lugares do Brasil. Produtos de higiene pessoal como shampoo, pasta de dente e sabonete são ligeiramente mais caros. Entre as cidades, espere gastar mais em Cartagena e Bogotá. Enquanto viajava, gastei uma média de 30 a 40 dólares por dia considerando alimentação, hospedagem e transporte. Como isso é relativo de pessoa para pessoa, vou listar abaixo, os valores médios dos principais gastos de um turista – lembrando que esses valores são médios e podem variar um pouco dependendo da cidade: Hospedagem em quarto compartilhado: 23 mil pesos colombianos/ noite Almoço, “plato del dia”: 10 mil pesos colombianos Garrafa de água 600 ml: 1.500 pesos colombianos Empanada: mil pesos colombianos Passagem de transporte público: 1.700 pesos colombianos Cerveja long neck em supermercados ou na rua: 1.500 pesos colombianos Cerveja long neck na balada: 5 mil pesos colombianos Taxi: Não é caro e pode ser uma boa opção desde que você divida com outras pessoas Observação: Não se esqueça de incluir no seu orçamento entradas de parques, museus ou outros passeios que você queira fazer. Comida A Colômbia foi o país que passei mais tempo longe do Brasil e que senti menos saudade da nossa comida. Com um tempero marcante e molhos dos mais variados tipos, a comida colombiana é diferente em cada região do país, o que a torna ainda melhor. Há muitos pratos a base de milho, frango e plátano (um tipo de banana). Além disso, é muito comum tomar-se sopa antes do prato principal. Outra curiosidade é que abacate não é considerado fruta, portanto espere encontra-lo como acompanhamento nos seus pratos principais, saladas ou lanches. Em relação a bebidas, os sucos são bastante tradicionais durante as refeições. Não deixe de experimentar o de lulo e zapote com leite. Na seção para maiores de 18 anos, as noites são esquentadas com rum e aguardente (geralmente eles tomam shots, sem misturar com nada). Club Colombia e Aguila são as cervejas mais consumidas, a Club é pouco mais cara, porém justifica o preço pela melhor qualidade. Em Bogotá, vale a pena ir a algum pub da BBC (Bogotá Beer Company), há muitos espalhados por toda a cidade. Segurança Infelizmente, violência, tráfico de drogas e guerrilhas ainda são os principais temas que algumas pessoas associam ao escutar o nome desse país. Há alguns anos atrás, viajar pela Colômbia realmente poderia ser perigoso. Atualmente a situação é bem diferente. Com exceção de poucas regiões (como a Amazônia), viajar pela Colômbia é bem seguro. Os cuidados que você deve tomar são os mesmo válidos para qualquer país da América do Sul: evitar sair sozinho à noite, não mostrar dinheiro e celular nas ruas e ficar atento com seus pertences em lugares com grande concentração de pessoas. E caso necessite de alguma informação, não excite em perguntar aos policiais. Em grandes cidades você não caminhará muitas quadras sem avistar um, e eles sempre são muito atenciosos. Se você tem alguma dúvida, deixe um comentário abaixo! O texto foi originalmente publicado no meu blog (http://www.voltologo.net/colombia-tudo-o-que-voce-precisa-saber-antes-de-ir/)
  22. Para os interessados em ir a Colômbia, vale conferir esse post que acabei de escrever. Qualquer dúvida é só chamar! Colômbia: Tudo o que você precisa saber para a sua Viagem
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