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CHRISTIMAO

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Tudo que CHRISTIMAO postou

  1. show.vc é de cotia? procure no face o grupo ´para trocarmos ideias: ou me chame por aqui Viajantes, Mochileiros, Trilheiros, Campistas, Aventureiros Cotia e Região
  2. Poxa, pena que nao conhecia vocês. Ainda rola viagens? Tb sou moradora de Cotia.
  3. Você sabe me dizer qual o ônibus municipal que se pega no final do caminho?
  4. Tô louca pra comprar uma mochila Deuter, tá cerca de 60/70% mais barato que aqui no Brasil. Mesmo sendo taxada, sairia mais barato. Meu medo eh se perder e não chegar. Será que isso pode acontecer?
  5. Dá pra chegar no inicio da trilha de transporte público? E essa trilha é a mesma ou é parecida com uma que acaba em Boiçucanga?
  6. Ainda não fui mas tenho fé que este ano sai.. O que vocês aconselham em 3 dias? To na pesquisa.. valew!
  7. “Never Say Die" (Black Sabbath) Introdução: Este é o primeiro post que faço da "minha série" de artigos especias para o Blog Mochilando Nas Viagens: "Filmes para/sobre mochileiros, filmes que inspiram a viajar". E o filme escolhido é um drama canadense: “One Week”. O que você faria se soubesse que só teria um ano, um mês, um dia? Traduzido para o português, “Uma Semana” estreou em 2008 e é estrelado pelo ator canadense Joshua Jackson (oh, saudades de #Fringe). O longa tem um enredo clichê, mas bem forte, por tratar de um tema pesado como câncer. Ao ser diagnosticado com esta doença terminal, um filme passa na cabeça do protagonista Ben Tyler. É uma narrativa sobre todos os acontecimentos na vida desta pessoa que se vê cheio de dúvidas sobre si mesmo; alguém que quer se descobrir no mundo, largar tudo em busca de um sonho após descobrir que pode morrer a qualquer momento e, no decorrer da história, formas e contornos vão se formando e se encaixando, afinal “O que você gostaria de fazer?”. Ben é um cara com uma vida muito básica, simples, sem novidades, chegando até a ser bem sem graça. E quando é diagnosticado com câncer e o médico lhe dá pouco tempo de vida ele começa a questionar sua natureza, seu modo de viver até aquele momento. Relembra o passado: quando criança desistiu de cantar depois da crítica de uma professora, desistiu de jogar beisebol por causa de uma bronca do treinador. Já, adulto, desistiu de publicar seu livro porque editores não estavam interessados... e agora, era um professor infeliz e está prestes a se casar com uma noiva que parece perfeita. Mas o destino é sempre uma incógnita e eis que aparece na frente de Ben uma moto e ele decide “viver uma aventura", antes de mais nada (iniciar um tratamento). E essa jornada, que a princípio aconteceria em um final de semana, acaba acontecendo em uma semana, passando pela Trans-Canada Highway e Toronto a Tofino (British Columbia). E, ele se redescobre, vive situações, conhece histórias, pessoas, tira muitas fotos de placas, de monumentos e curte seus momentos (foi uma das partes que mais me identifiquei... ele fazendo selfie junto aos locais e objetos, eu em pessoa, risos). O filme é literalmente sobre "autoconhecimento", a libertação do conformismo e comodismo. Entender sua vida, limites, pensar no que você quer para o seu futuro. E o que você faz hoje que irá interferir lá na frente. O filme não faz você pensar sobre a doença, que sua vida pode acabar e, sim, pensar no que você ainda pode fazer para aproveitá-la, independente de qualquer coisa, pois o seus desejos vencem. O ator foi super premiado por sua atuação e além das reflexões, nos presenteia com as mais belas paisagens do Canadá, pois os lugares por onde ele passa no país são espetaculares. E, o tempo (134 minutos) passa muito rápido se você ficar pensando muito, então, lembre-se! Para completar, além da mensagem sobre a vida, outro destaque do longa é sua trilha sonora 100% canadense, onde as letras combinam com as cenas. Encontrei-a no YouTube a playlist: E, você, qual o significado da sua vida? Você vai esperar algo extraordinário acontecer para começar a viver? Programe-se. Viva e curta muito! Informações Técnicas: One Week (2008) | 1h 34min | Aventura, Drama Escrito e Dirigido por: Michael McGowan Nota IMDb: 7,1/10 *Todos os direitos reservados a empresa produtora e staff do filme. http://www.MochilandoNasViagens.blogspot.com.br https://www.youtube.com/user/cristidealmeidaramos https://www.facebook.com/MochilandoNasViagens https://travelmassive.com/mochilandonasviagens https://plus.google.com/113459241916329929542 https://www.instagram.com/chrycajornalista https://vimeo.com/mochilandonasviagens https://twitter.com/CricaJornalista https://www.linkedin.com/in/cristianeramosjornalista Contato E-mail: [email protected] #filmesmochileiros #moviesbackpacking #backpacker #mochilao #joshuajackson #oneweek #canada #MochilandoNasViagens #chrycajornalista #umasemana
  8. Você sabe como eu chego neste lugar por trilha? Saindo de SP de onibus? Obrigada!
  9. Obrigada. Estávamos sem carro e preferimos dormir mais, rsrs, aí não deu pra fazer muita coisa. Mas voltaremos com certeza!
  10. Oi, Galera, tudo bom? Segue um relato da minha viagem de final de semana para a Cidade do Santo do Amor = Santo Antônio do Pinhal/SP “Um lugar fascinante, uma fauna e flora deslumbrante... um convite especial para toda a forma de amor e religião”. Meu namorado e eu decidimos passar um final de semana romântico antes que estes dias de frio terminassem. Iniciamos as pesquisas e descobrimos um paraíso na Serra da Mantiqueira: Santo Antônio do Pinhal, São Paulo. A cada leitura, a vontade de conhecer a região aumentava: pontos turísticos, cachoeiras, pousadas na lista das melhores do Brasil, paisagens exuberantes, boa gastronomia, história, romantismo, enfim, foi uma excelente opção. A escolha da pousada foi caprichosamente feita nos mínimos detalhes, afinal queríamos algo romântico e bem completo para não nos preocuparmos com nada e, graças à receptividade e atenção do Senhor Nunes, optamos pela Pousada Villa Mantiqueira (www.pousadavillamantiqueira.com.br), uma escolha fenomenal. Para chegar a Santo Antônio do Pinhal de ônibus partindo de São Paulo você tem duas opções: pegar um ônibus direto para a cidade de Brasópolis-MG e descer na entrada da cidade ou a opção que escolhemos: ir até Campos do Jordão (Pássaro Marrom: R$ 50,00 por trecho) e lá pegar outro ônibus até Santo Antônio do Pinhal (Pássaro Marrom: R$ 7,00 por trecho). Viajamos no sábado bem cedinho, uma viagem bem tranquila e econômica e, chegamos à cidade por volta da hora do almoço no sábado. O terminal rodoviário fica bem no centro e depois voltamos para casa no domingo à noite. Eu queria muito comer pinhão, já que a cidade também é famosa por suas araucárias e esta semente, mas não conseguimos achar nada que se encaixasse no no$$o gosto. Então, almoçamos no Restaurante Colibri, self service mesmo e depois já pegamos um táxi para ir ao nosso principal objetivo: chegar à Pousada Villa Mantiqueira. Como todos sabem, fazemos muitas trilhas, mochilamos quando dá e, neste final de semana específico, a gente só queria descansar e foi o que aconteceu. Depois de 4km da cidade ao bairro, fomos recepcionados pelo senhor Nunes, um amor de pessoa, atencioso, super educado, que explicou as regras do local, nos mostrou os arredores, nos deu dica e mostrou-nos a nossa hospedagem. Um chalezinho lindo de morrer, com uma vista maravilhosa para a Serra da Mantiqueira, uma área externa que foi muito bem aproveitada para ver o por do sol, a lua e o quarto numa limpeza sem igual. E algo que marcou bastante: a nossa primeira lareira. Dormimos muito bem obrigada e para ficar tudo mais gostoso ainda, no dia seguinte, um café da manhã digno de rei: completo, com tudo que temos direito e indescritivelmente tudo muito apetitoso. Ainda no período da manhã no domingo, visitamos a famosa A Bodega e experimentamos muitas cachaças e tiramos várias fotos. E depois dessa bebedeira, a fome bateu. E nos despedimos do Paraíso que é a Pousada, do Senhor Nunes e partimos para almoçar na cidade um alimento que amamos: Peixe, mais especificamente Truta. Santo Antônio do Pinhal também é conhecida por ter como base esta iguaria, que se desenvolve com facilidade nas águas límpidas e frescas dessa região montanhosa. Almoçamos no Restaurante Vino e Sapore, bem no centrinho próximo do Terminal e quase de frente pra Igreja São Benedito. Optamos pela sugestão do chef e nos surpreendemos com um maravilhoso prato de Truta com Molho de Alcaparras servido com Risoto de Alho Poró. Demorou um pouco para servir, mas a espera foi bem recompensada, um dos melhores risotos que já comi e com funcionários atenciosos: garçom perguntando se estávamos bem e o chef veio até nossa mesa pedir desculpas pela demora. Depois do almoço, um city tour pelo centro da cidade, fotos, compra de doces tradicionais e lembrancinhas. Ficamos muito curiosos e com vontade de conhecer outra atração da cidade, que entrou para nossa lista de futuras viagens: a admirada Trilha do Tropeiro. Um trajeto de nível médio muito utilizado por peregrinos e romeiros, fazendo parte do turismo religioso do estado rumo à cidade de Aparecida do Norte. Uma trilha muito bonita para quem aprecia estar em contato com a natureza, tem objetivos maiores e espirituais e/ou precisa fazer uma imersão pessoal. É uma boa opção para quem aprecia uma caminhada em meio à natureza, aproveitando para saber um pouco da cultura local. Além disso, os caminhantes passam em frente à Pousada Villa Mantiqueira, um chamamento para aproveitar e descansar com tudo o que você merece e tem direito neste aconchego. Com paisagens e tradições próprias, Santo Antônio conta com as seguintes atrações turísticas (infelizmente algumas não deram tempo para visitar): Famosas Fontes de Água, Pico do Agudo, Igreja São Benedito, Igreja da Matriz, Praça do Artesão, Praça Boulevard Araucária, Estação Eugênio Lefreve, Mirante da Santa, Cachoeira do Lageado, Jardins Temáticos, Eco Parque, Mirante do Cruzeiro, Cachoeira do Cassununga. Realmente, Santo Antônio do Pinhal é cheia de glamour e vale muito a visita, tantos para fins românticos, religiosos e de aventura. Apesar de bucólica e simples, você se encanta com tantas opções. E, fechando o final de semana com chave de ouro, no domingo antes de pegar o ônibus para voltar para São Paulo, jantamos um fondue de carne em Campos do Jordão. Vídeos e fotos: https://www.youtube.com/user/cristidealmeidaramos/videos Ou no meu Blog: MochilandoNasViagens.blogspot.com.br Valew! e Mochilando, VamoskiVamos!
  11. Ola... alguem aí.. quero fazer este passeio.. não deve ser perigoso não, né? hoje em dia ouço tanto de assaltos em trilhas... e tem outros lugares para olhar proximo ao pico/na cidade? obrigada!
  12. Galera, segue abaixo um relato sobre a minha viagem para Cabo Polônio: Rústico sim, maravilhoso, com certeza! Quando estava montando o roteiro para as férias de 2016, tinha em mente só as principais cidades do Uruguai. Mas grande erro este meu, até porque, se a intenção é conhecer os melhores lugares, uma pesquisa se faz necessária para todos os locais possíveis. Então, meu namorado pesquisando sobre o Uruguai, descobriu o Vilarejo de Cabo Polônio. Começamos a ler mais sobre e, prontamente incluímos CB na lista. Foi o primeiro lugar de fato a ser visitado. Cabo Polônio pertence ao Departamento de Rocha, no nordeste do Uruguai. Não conta com sistema de energia elétrica (muitos lugares possuem gerador próprio) e tem uma população fixa muito pequena, já que vive do artesanato, pescaria e do turismo. Declarada Reserva Natural da Biosfera pela UNESCO, este Balneário é protegido e serve de morada para muitos lobos-marinhos. Nós chegamos a Montevideo na madrugada do dia 24 de maio de 2016. Bem cedinho já estávamos no Terminal Três Cruces e nos informamos sobre como chegar à Comunidade de Cabo Polônio. Tínhamos muitas anotações, mas nada como pesquisar na hora também. E foi uma ótima escolha! Pesquisando no local, optamos pela empresa Ruetas del Sol (bons ônibus, preço acessível e cumpriu com os horários), onde a atendente atenciosamente nos ajudou e nos explicou como seria feito o trajeto. Compramos uma passagem de Montevideo para Castilhos (7am). E lá, pegamos um ônibus (11am) que nos deixou na entrada do Parque. Na portaria, compramos o ticket do único transporte que nos leva ao vilarejo. Já que o lugar é cercado por enormes dunas de areia, os turistas chegam à Cabo Polônio por veículos 4x4 e nós teríamos que esperar pelo horário do carro por mais uns 40/50minutos, mas tinha uma argentina com sua avó por lá, que reservou antecipadamente um carro e nos ofereceu carona. Claro que aceitamos, assim chegaríamos mais cedo. Depois de cruzar algumas dunas, o parque e passar beirando o mar, chegamos a Cabo Polônio. O atendente do Hostel, o porta-riquenho, Calleb já estava nos esperando. Muito receptivo mostrou-nos o quarto, o esquema do local e nos contou um pouco sobre sua história de vida: ele já tinha morado nos Estados Unidos, curte cozinhar: no hostel ele aperfeiçoa seus dotes culinários com pratos vegetarianos (fomos até o mar numa “excursão do hostel” para buscar algas marinhas) e estava morando em Cabo Polônio para se dedicar à Agricultura, cultivando Marijuana (...). Michaella era a faz tudo do lugar, super sorridente e simpática e Gaston, o gerente, que também foi super acolhedor conosco. Escolhemos o Hostel Lobo Bar por conta do preço e fizemos a reserva pelo booking, pagando a estadia de dois dias somente na hora. Conseguimos descansar bem, não passamos nem frio e nem calor e, mesmo sem energia elétrica, dava pra tomar banho, era só acionar o gás. Depois de acomodados no dia da chegada, almoçamos no Restaurante Lo de Dany. Um dos poucos lugares que estavam abertos. Comer foi um pequeno problema que enfrentamos. Como fomos no início do inverno, fora de temporada, muitos lugares estavam fechados e o lugar bem vazio. Mas nada que atrapalhasse a nossa diversão. Ou comíamos no hostel ou nesse restaurante de um casal muito simpático e preço acessível. Ficamos dois dias em CB, confesso que dois longos dias, já que a cidade estava bem parada. Mas descansamos, andamos tudo e nos curtimos e curtimos muito o local. Meu namorado diz que eu “atraio cachorros”: dito e feito, aonde íamos, algum ou alguns nos seguia, rsrs. E, de ponto turístico mesmo, Cabo Polônio tem o Farol, construído em 1881 e declarado em 1976 como Monumento Histórico Nacional pelo Uruguai. De lá de cima, são 132 degraus e 40 metros de altura para avistar toda a comunidade e toda a praia. Aproveite seu tempo em Cabo Polônio para relaxar. Se for em temporada, aproveite o mar. Não deixe de provar o Licor de Butia, fruta típica da região, a porção de Buñuelos de Algas (bolinhos fritos feitos com algas verdes) e segure a mão, pois a tranquilidade faz a gente querer comer mais e, ai, gastar mais. E para sair de Cabo Polônio e continuarmos a nossa jornada, pegamos o 4x4 pouco depois do almoço e chegando na portaria do parque, compramos passagem para a cidade de San Carlos. Dormimos por lá e na manhã seguinte seguimos para Punta del Este (depoimento para um novo post). Ah, a noite, não se esqueça da sua lanterna, com bateria extra! Pronto, relaxe, encante-se com a paisagem singular e a simplicidade deste local e aproveite o que de melhor a natureza oferece para todos nós! Gastos Iniciais com a Viagem de Férias/Mochilão 2016: PASSAGEM AÉREA IDA E VOLTA (RJ x Montevideo / Santiago x SP): R$746,00 (Parcelado no Decolar) SEGURO VIAGEM: R$ 160,00 (Porto Seguro) Cotações Encontradas no Uruguai (24/05/2016) Aeroporto: $ 7,14 Pesos Uruguaios x R$ 50,00 Reais Terminal Três Cruces: $ 8,00 Pesos Uruguaios x R$ 400,00 Reais Despesas individuais em Cabo Polônio (aproximadas): Bus Aeroporto de Montevideo até Terminal Três Cruces: $ 55 Pesos Café da Manhã Terminal Três Cruces: $ 100 Pesos Ônibus Montevideo x Castilhos (Empresa Rutas del Sol): $ 530 Pesos Ônibus Castilhos x Cabo Polônio: $ 55 Pesos 4 x 4 Cabo Polônio – ida e volta: $ 200 Pesos Hostel Cabo Polônio (2 Noites - Quarto Duplo): $ 30 dólares Entrada Farol: $ 25 Pesos Licor de Butia, Mercado e Outros: $ 120 Pesos + $ 200 Pesos Refeições: $ 200 Pesos + $ 150 Pesos + $ 150 Pesos + $ 100 Pesos + $ 100 Pesos = $ 1400 Pesos (U$D 10,00) Ônibus Cabo Polônio x San Carlos (Empresa Rutas del Sol): $ 300 Pesos GASTOS TOTAIS EM REAIS (+/-): R$ 400,00 Reais Algumas fotos da viagem estão no meu blog. Espero ajudar, galera! Boa viagem.
  13. To querendo fazer este roteiro nas ferias do ano que vem (08/2017). Já tem ideia de valores? Boa sorte! Obrigada.
  14. Você conseguiu MC Costa? Minhas próximas férias, agora maio/junho quero fazer o norte da Argentina e pretendo visitar Tucuman. Me avisa, se tiver dicas. Obrigada!
  15. Relato na íntegra também publicado no meu blog: http://www.mochilandonasViagens.blogpost.com.br PS: Não consegui inserir as imagens aqui no texto. "A minha primeira viagem internacional morando em Dublin foi para a França, mas precisamente Paris. Como já falei muito sobre a Irlanda, vamos sair um pouco do país e depois voltamos, hehe. Uma das coisas que mais sinto falta do período que fiquei fora é uma empresa aérea chamada Ryanair. Gente, nesta viagem eu paguei a bagatela de apenas $30 euros a passagem de ida e volta, uma super promoção sem taxas, pois lá, no máximo você paga um adicional dependendo do tipo de cartão que você usa. Eu já estava trabalhando de babá havia uns 3/4 meses, tinha perdido o show do U2, do Pearl Jam e aí não resisti em poder sair do país. Fui no final de novembro de 2009. Peguei uma passagem com saída no sábado de manhã e voltei na segunda na tarde. Não sei falar porque eu comprei e decidir ir sozinha, mas depois conversando com outros brasileiros descobri que tinha umas colegas que iriam no mesmo voo e ficariam no mesmo hostel. Como era minha “primeira viagem” queria algo especial e que eu pudesse aproveitar tudo. Comecei a fazer uns contatos e fazer valer minha carreira de jornalista. Consegui entradas free para o Museu do Louvre, Disney Paris e Torre Eiffel. Fiquei no hostel St. Christophers. Atendimento excelente, bom custo benefício, ótima localização e um grande diferencial: as camas tinham o seu “espaço próprio”: sua própria lâmpada, tomada, lock e cortininha. Achei isso o máximo e imaginei que os outros hostels ao redor do mundo também fosse assim, mas na verdade, não é bem assim... de qualquer maneira, me divirti muito. As meninas que foram comigo tinham reservado um quarto só para elas e eu fiquei no coletivo. Falando um pouco mais do lugar, na área de recreação pude desenvolver o que tinha aprendido até ali com o inglês, fiquei apreensiva no começo, mas foi o máximo conversar com uns americanos e canadenses que jogavam basquete e estavam assistindo futebol americano. Sobre os passeios, 3 dias são corridos para aproveitar Paris, mas dá pra conhecer tudo por cima. Cheguei logo cedo, fiz o check’in no hostel e já segui para os passeios. Primeiro foi a Torre Eiffel. Como eu tinha conseguido a credencial fui pelo elevador privado e elas ficaram na fila e ai a gente já se dispersou... realmente a imagem no topo do torre é linda, mas falar a verdade, não é tudo isso não. Fiquei lá por volta de uma hora e depois desci. Fui dar uma voltinha pelos arredores: Basílica de Sacre Coeur, Catedral de Notre Dame, Arco de Triunfo, Champs-Elysées, Roda Gigante, Obelisco de Luxor. No dia seguinte, eu segui para a Disney Paris que é um pouco distante do centro. Peguei o trem, cheguei lá, fui até a bilheteria, peguei meu ingresso/credencial e aproveitei o dia todo no parque. Para ter sido perfeito só faltou companhia, mas me diverti pacas, sentindo-me uma bela criança grande. Quando voltei de lá, segui para a Rua do famoso Moulin Rouge. Lá perto mesmo comi um lanche onde o dono foi bem atencioso quando percebeu que eu era brasileira. Aqui um detalhe: estrangeiro tem cara e não adianta esconder. E lá mesmo um brasileiro veio conversar comigo, dizendo que iria embora no dia seguinte tal e conversa vai conversa vem ele seguiu comigo para dar uma volta por ali. Bom que ele tirou uma foto minha. No terceiro dia, o mais corrido, foi dia de visitar o Museu do Louvre: passei quase amanhã toda e foi muito corrido. Se você gosta de artes, museus, acredito que para ver tudo por lá você usa pelo menos 2 dias. Depois segui para o Jardin du Luxembourg, o cemitério de gente famosa Père-Lachaise e segui para o hostel fazer check out, pegar as minhas coisas e partir para o aeroporto. Também passei e tirei fotos de outros pontos turísticos: Palais Royal, Ponte Alexandre III, Palais Garnier - Opera National de Paris, Marais, Rio Seine. E esta foi mais uma aventura pela Europa. Corrida, mas perfeita. " http://mochilandonasviagens.blogspot.com.br/2014/03/paris-cidade-luz.html
  16. Relato na íntegra também publicado no meu blog: www.mochilandonasViagens.blogpost.com.br PS: Não consegui inserir as imagens aqui no texto. " No Alto daquele C.U.M.E. Desta vez falarei sobre o Pico do Lopo, em Extrema, Minas Gerais. O Pico do Lopo, também conhecido como Pedra do Cume, está localizado na Serra do Lopo, situada na fronteira entre as cidades de Extrema (MG) e Joanópolis (SP), Brasil. O ponto mais alto da serra possui 1750 metros de altitude. O nome Serra do Lopo vem de Lupus (Lobo em latim) e se refere a grande quantidade de lobos que habitavam a região. Em junho/2014 adquiri um novo celular. Um smartphone e entrei pra era do whats app. Entrando em novos grupos pelo facebook, fui adicionada a vários de mochileiros. E aí conheci uma galera que em setembro iria passar um final de semana acampando no Pico do Lopo e o outro dia iria para a Cachoeira dos Pretos, em Joanópolis/SP. Pois bem, me juntei. E então naquele final de semana de 12 a 14 de setembro, parti para conhecer novas pessoas e novos lugares. Após combinar os detalhes, a galera foi no esquema de caronas. Fui com o Roger que mora em Araçariguama, que pegou a Kátia que mora em Araçoiaba da Serra e que me pegou em Caucaia e todo juntos partimos para a cidade de Embu das Artes. Lá conhecemos a Drica e para sair bem cedinho dormimos na casa dela. Mas antes claro, paradinha a noite para nos conhecermos melhor e tomar uma gelada. Saímos de lá por volta das 6 e pouquinho da manhã, a caminho da cidade mineira que faz divisa com São Paulo, Extrema. Chegamos lá cedo, apesar de ter pego um pouco de trânsito na Rodovia Dom Pedro, conseguimos fazer o trajeto em menos de três horas. E já chegamos tirando fotos do portal da cidade (adoro essas imagens). Chegando ao centrinho, passamos no centro de informações, muito bem equipado por sinal, demos umas voltinhas na cidade e enquanto esperávamos reunir o pessoal, saímos um pouco e fomos até o Parque Municipal Cachoeira do Jaguari, com entrada gratuita e um belo lugar para tirar fotos. Depois por volta do meio dia, a galera começou a chegar. Gente do Rio, de várias cidades de São Paulo, enfim, reunimos um grupo grande de 24 pessoas. E após o almoço, partimos ao encontro da trilha. Deixamos os carros em um terreno aberto quase em frente a trilha. Apesar de ser fácil chegar, aqui que mora o perigo: há várias entradas, consequentemente saídas, então melhor ir com alguém que já conheça ou tenha boas referências de lá. Eu achei a trilha bem tranquila, apesar de ser uma bela subida, com alguns pontos com nível difícil, como: algumas grandes pedras que tinha que subir e/ou descer, alguns barrancos e, com certeza, muito mato. Claro que com quase 10 quilos nas costas tudo fica mais cansativo, mas em menos de três horas completamos o trajeto e já estávamos armando as barracas para subir até o Pico. Lembrando-me de pegar a minha lanterna partiu mais uma trilha para chegar até o Topo. Aqui muitas pedras, com o nível de dificuldade bem maior, exigindo força e um pouquinho de coragem, mas a vista vale tudo, então com certeza você tem que enfrentar qualquer obstáculo. E que presente quando chegamos lá no topo e, que CUME, oh vista linda. O vento nem parece trazer frio, pelo contrário, parece levar todas as tristezas embora. E a noite, curtimos uma bela lua com a galera toda animada. E tudo correu muito bem neste acampamento: sem chuva, um bom vinho, todos trouxeram os comes e tudo ótimo no final. Na manhã seguinte, levantamos acampamento e partimos para a cidade vizinha: Joanópolis, outro post com mais fotos. " http://mochilandonasviagens.blogspot.com.br/2014/12/no-alto-daquele-c.html
  17. Relato na íntegra também publicado no meu blog: http://www.mochilandonasViagens.blogpost.com.br PS: Não consegui inserir as imagens aqui no texto. "A natureza é cheia de encantos e nas minhas viagens eu vejo uma coisa mais linda do que a outra e, por isso, a vontade de sair por aí, mochilar e aproveitar é intensa e, acredito que nunca vai passar. Enquanto planejava a viagem de reveillon (2013/2014) na Ilha Comprida, me deparei com a possibilidade de conhecer a Ilha do Cardoso, localizada bem ao sul de Cananeia. Esta Ilha abrange uma área de 13,6 mil hectares, onde são encontrados vários tipos de vegetação da Mata Atlântica, que proporcionam variedade extraordinária de ambientes e alta diversidade de fauna e flora, inclusive com a presença de botos, na Baia dos Golfinhos. Para chegar até lá, você precisa ir até Cananeia e pegar uma escuna ou voadeiras (pequenas lanchas), até as comunidades/praias da Ilha. No final do ano paguei R$ 25,00 / ida e volta por este trajeto de cerca de 30 minutos cada trecho. A Ilha é composta por seis comunidades tradicionais, sendo a mais desenvolvida a comunidade do Marujá. Passeios e trilhas só podem ser feitos com agendamento com os monitores ambientais. Eu e o pessoal que estava comigo não fizemos, mas deve valer muito a pena, tenho certeza. Ficamos apenas na praia da Baia dos Golfinhos. O lugar é excelente, tem uma piscina natural e a água muito tranquila. Mas achei precário aquele local, pois só tem 2 restaurantes e um banheiro em cada um para uso. Vale levar muitos lanches, água e saquinho para o lixo. Por lá, eu experimentei ostras. Demos preferência por pedir umas com um tempero, não in natura. Pedimos meia porção: 6 unidades (não lembro o preço, mas até que foi barata). Comi uma e achei que já estava bom. Pra quem gosta de peixe, tem um, digamos, gosto de peixe, mas como eu sei que são caras, acho que não comerei de novo. Na volta da Ilha do Cardoso por volta das 15h (tínhamos chegado lá umas 11h), não encontramos nenhum boto, mas foi bem divertido e estávamos exaltos, o sol estava estralando de quente. Chegando em Cananeia pegamos a balsa para o lado da Ilha Comprida e conseguimos pegar o último ônibus com saída da Ponta da Ilha com destino final ao centro da Ilha e a nossa pousada, pois a nossa cama já exigia a nossa presença, rsrs. Realmente este passeio foi excelente enquanto durou e quem sabe, ainda volto para fazer as trilhas e conhecer toda a Ilha do Cardoso. " http://mochilandonasviagens.blogspot.com.br/2014/02/parque-estadual-ilha-do-cardoso-um.html
  18. Relato na íntegra também publicado no meu blog: http://www.mochilandonasviagens.blogpost.com.br PS: Não consegui inserir as imagens aqui no texto. "Já tinha ouvido falar de Cananeia, mas nem sabia que ela ficava tão próxima da Ilha Comprida. Pesquisei a respeito desta pequena cidade e me encantei. Ainda mais sabendo que é de lá que saem os barcos para visitar a Ilha do Cardoso. Mas falemos sobre esta cidade tombada pela UNESCO como Patrimônio Natural da Humanidade e apontada pela revista americana “Condé Nast Traveler” como o melhor roteiro ecológico do mundo. Cananeia está situada no extremo sul do Litoral Paulista e é avaliada sendo um dos últimos remanescentes de Mata Atlântica intocada na costa brasileira e um dos maiores berçários de vida marinha do planeta. O município é considerado o segundo mais antigo do Brasil, perdendo apenas para São Vicente, fundada poucos meses antes. Atualmente, o Centro Histórico de Cananéia ainda preserva os estilos arquitetônicos adotados pelas primeiras casas desde o período colonial até o final do século XIX. Fui para esta bela cidade no dia 30 de dezembro de 2013. E da Ilha Comprida até lá foi uma maratona muito doida. Eu e mais 3 amigos (Mi, Re e Wagner) saímos bem cedo da Pousada Estrela Dalva e pegamos o ônibus perto do Posto do Corpo de Bombeiros na Avenida Beira Mar com destino a Praia do Pontal no Boqueirão Sul. Uma viagem louca, por uma estrada de terra que parecia não ter mais fim. E quando você pensa que chegou no fim... outro ônibus e, agora com destino à Balsa. Mas este com um diferencial: o caminho é pela praia e torça para a maré não subir, rsrs. Depois de mais de duas horas do ponto inicial chegamos. A Balsa é de graça para os pedestres e são somente 15 minutos de travessia da Ponta da Ilha até Cananeia, mas este último ônibus tem horário e até às 16 horas tínhamos que estar de volta, se não realmente corremos o risco da maré subir. Por isso, na verdade, só passei por Cananeia, pois além de estarmos com pouca grana o tempo não era muito e sem muito e o objetivo maior era a Ilha do Cardoso. Mas o pouco que vi me cativou. O centro é histórico e as construções ao redor seguem o estilo de vila. Fiquei morrendo de vontade de conhecer mais e descobrir seus encantos e aí descobri que a Intersul (empresa de ônibus) também tem bus executivo que sai da Barra Funda direto para lá. E te digo mais, se você gosta de sossego, quer conhecer um pouco de história, vale a pena. Sem contar com as várias opções de passeios ecológicos e a Ilha do Cardoso. " http://mochilandonasviagens.blogspot.com.br/2014/02/cananeia-uma-das-mais-antigascidades-do.html
  19. Relato na íntegra também publicado no meu blog: http://www.mochilandonasViagens.blogpost.com.br PS: Não consegui inserir as imagens aqui no texto. "Simpática, bucólica e muito atraente Quer usufruir de um local onde você tem belas paisagens pelo caminho, muito verde e aquele ar de cidade pequena, vila? Venha conhecer Guararema, um dos municípios mais ricos da Região do Alto Tietê e no Vale do Paraíba. Para chegar nessa charmosa cidade, eu (@ChrycaJornalista) fui de transporte público no sábado dia 20/11/2015. Peguei o trem da Linha 11 - Coral da CPTM na estação da Luz com destino à Estudantes em Mogi das Cruzes (R$3,50). No Terminal Rodoviário de Mogi das Cruzes, pegamos um ônibus com destino ao Centro de Guararema (R$4,00). Tanto faz pegar um com o letreiro escrito Guararema ou com o destino até Jacareí. Chegando à cidade, temos um Portal de Boas Vindas nos dois acessos (eu adoro essas representações e placas, rsrs). Eu simplesmente adorei a simplicidade do lugar, que já estava toda enfeitada para o natal. Muito organizada, a prefeitura mantém pontos de reciclagem de garrafas pet durante o ano e todo o material recolhido é utilizado na decoração, sendo um dos lugares mais bem ajeitados do Estado para esta época, com luzes que iluminam toda a cidade de maneira muito sofisticada. Mas vamos turistar, rsrs. A primeira coisa que fizemos foi almoçar, pois chegamos um pouco tarde. Uma coisa que não gostamos é que não vimos tantas opções para um almoço mais completo, somente lugares pequenos ou lanches, mas conseguimos um cantinho para almoçar por quilo. Em seguida, visitamos a Praça da Matriz (São Benedito) e o Pátio Zé da Bala, um espaço cercado por obras de arte, esculturas, pinturas que ilustram um pouco da história de Guararema. E atravessando a linda ponte que tem ali, a Travessia Dona Victória chegamos ao Centro Artesanal Dona Nenê, localizada no belo Parque de Lazer Professora Deoclésia de Almeida Mello. E próximo dali, outro atrativo é o Parque da Ilha Grande, mas que infelizmente estava fechado. Após conhecer todo o centro, já tínhamos um compromisso com o Passeio do Trem. Mas antes ligamos para um amigo que mora em Santa Branca, cidade vizinha, o Cassiano, que nos acompanhou também nesta outra aventura. Grande atrativo da cidade é o Passeio no Trem Maria Fumaça 353, que tem como trajeto o trecho compreendido entre a Estação Central de Guararema e a Estação da Vila Luís Carlos, perfazendo o total de 6,8 km para ida e depois volta (1h no trem e 1h na vila). Conseguimos uma cortesia da Prefeitura/Assessoria de imprensa e da ABPF - Associação Brasileira de Preservação Ferroviária. A Estação de Guararema construída em 1891, foi totalmente restaurada, conta com toda a infraestrutura e acessibilidade necessárias para a operação. E o destino final do passeio, a Estação de Luís Carlos, datada de 1914, foi restaurada em 2011, pela Fibria, por meio de lei de incentivo e compõe com a revitalizada Vila de Luís Carlos, um cenário especial para uma verdadeira volta ao passado, estilo cidade cinematográfica. O local conta com comércio típico para que você tenha um dia perfeito à moda antiga. Quando o passeio no trem acabou, retornamos a cidade e fomos até o Pontilhão e Ponte de Ferro Central do Brasil. Uma belíssima ponte de ferro inglesa, inaugurada em 1910, projeto belga montado por ingleses e de onde temos uma linda vista para o Rio Paraíba do Sul. Por último, conseguimos entrar gratuitamente no Parque Municipal da Pedra Montada. Aqui com trilhas autoguiadas e bem suaves, temos uma verdadeira escultura da natureza, um monumento megalítico onde duas pedras sobrepostas nos aparecem como uma montagem (literalmente uma em cima da outra), induzindo a nossa imaginação. E dentro do parque, também temos o passeio até a Pedra do Tubarão, onde temos outra escultura da natureza, agora com a forma de tubarão. E para finalizar o belo dia, nós três fomos conhecer o Recanto do Américo ou Praça do Pau D'Alho, um miniparque ecológico, com pontes e decks de madeira ligando uma das margens do Paraíba a duas ilhotas cobertas de Mata Atlântica e a bicentenária árvore Pau D'alho, com aproximadamente trinta metros de altura e doze metros de diâmetro e, onde se pode desfrutar da tranquilidade com um belo cenário, tomar um sorvete nos quiosques por ali, sentar nos banquinhos e apreciar a paisagem ou tomar uma cerveja, foi o que fizemos de frente à Praça. Infelizmente não deu pra ir e conhecer outros dois pontos turísticos da Cidade: a Cachoeira do Putim e nem o Alambique do Décio (chegamos lá depois das 17h), mas me disseram que vale muito a pena realizar estes dois passeios também. Enfim, dá pra descontrair e fazer belas fotos. Além das belas companhias, curti muito o passeio: meu romântico dia e animada noite. A cidade é pequena, aconchegante, organizada e, com certeza, você irá curtir e se divertir! " http://mochilandonasviagens.blogspot.com.br/2015/12/guararema-cidade-luz-simpatica-bucolica.html
  20. Relato na íntegra também publicado no meu blog: http://www.mochilandonasViagens.blogpost.com.br PS: Não consegui inserir as imagens aqui no texto. "Dizem que o nome da cidade surgiu devido a duas imagens em uma rocha que pareciam gigantes caras e podiam ser avistadas de longe por quem passava pela região em busca de ouro. O Município faz parte da Rota do Ouro, a Estrada Real. A Cidade de Carrancas é um verdadeiro polo turístico em Minas Gerais, com uma grande variedades de Cachoeiras, Poços, Grutas e Serras. Já foi cenário de novelas (Alma Gêmea (2004), Paraíso (2009), Amor Eterno Amor (2012), Império (2014) e tem a nascente do Rio Capivari localizada na Serra do Município. Para lá fui na emenda do feriado de Finados/2015. Eu e mais 15 pessoas saímos na Van do Ale na noite de sexta (30/10), às 24h e chegamos a Carrancas no sábado (31/10), às 6h. Ficamos no Camping Sossego do Jeca, onde o senhor Cássio nos tratou super bem. A área do acampamento é bem estruturada, onde você pode optar por ficar em um espaço com cobertura ou não. Possui tomadas espalhadas pelo gramado, iluminação, chuveiro quente, banheiro individual (este poderia ter mais para as meninas), cozinha comunitária com fogão e geladeira e é possível fazer churrasco lá dentro. E o camping fica bem no centro da Cidade, perto da Igreja da Matriz com mercadinhos perto, bar para compra de bebidas, lojinhas de artesanatos e muitas opções boas para comer. O lugar simplesmente surpreendeu a todos. Como são muitas atrações, ou você faz as principais em um final de semana ou feriado prolongado ou tenta ficar pelo menos uma semana por lá. E algo que, achamos que não tinha necessidade, mas foi a nossa salvação, foi a contratação de um guia local, que apareceu no nosso camping, o Senhor Orlando, que nos levou aos principais points, negociou valores, contou-nos ótimas histórias e graças a ele, aproveitamos mais ainda. Tio gente boa! Sobre o Roteiro: nos organizamos para conhecer o máximo possível nos três dias: sábado, domingo e segunda. No fim, conseguimos fazer os melhores locais no sábado e domingo e demos muita sorte, pois na segunda até tinha algumas cachoeiras para visitar, mas amanheceu chovendo e voltamos mais cedo pra São Paulo. No sábado, logo após o café da manhã comunitário entre os participantes da viagem, fomos de van para: Cachoeira do Grão Mogol e Cachoeira Grande, no Complexo Mogol (entrada R$10,00). Depois Complexo da Vargem Grande (R$5,00), com uma das principais atrações, a Cachoeira e Poço da Esmeralda e Poços da Vargem Grande. Lanchamos durante a trilha e o jantar foi na Casa de uma Senhora muito gentil, que preparou uma comida caseira maravilhosa por R$10,00 (indicação do Sr. Orlando. Rua debaixo do Camping). No domingo, acordamos bem cedo, café comunitário e as 7h30 partimos em direção ao Complexo da Zilda (total entrada atrações R$ 16,00). Primeira parada foi no Escorregador da Zilda. Chegamos e não tinha ninguém pra nossa sorte e diversão. Depois simbora andar: trilhas, grutas, escuridão, mas chegamos a mais um paraíso: Cachoeira da Zilda e Cachoeira dos Índios, onde também vimos alguns escritos/desenhos históricos nas pedras. Depois disso, mais um pouco de aventura, passando pelo Cânion e chegamos no lugar que eu achei o mais top e, acabou se tornando um grande desafio enfrentado: o Racha da Zilda (De um lado, a Cachoeira dos Anjos, de outro, a pequena corredeira que sai da montanha e traz as águas da Racha. Dos dois lados, paredes de pedra e vegetação parecem proteger o local. Passeio para quem sabe nadar e bem, chegar na Racha não é tarefa tão fácil, é preciso atravessar um poço chamado Sonrisal, entrar no cânion que dá passagem para a racha e atravessá-la a nado contra a correnteza). E para finalizar o dia, visitamos o cartão postal da cidade, o Complexo da Fumaça e algumas cachoeiras do Complexo Tira e Prosa e Ponte. Na chegada ao camping, noite do churras e muitas histórias pra contar. Corrido, não vimos tudo, mas o que vimos está marcado na memória. Voltar, com certeza, vale muito a pena Carrancas! " mochilandonasviagens.blogspot.com.br/2015/11/carrancas-mais-um-paraiso-no-brasil.html
  21. Relato na íntegra também publicado no meu blog: http://MochilandonasViagens.blogpost.com.br "Dando continuidade as “Aventuras de Trás para Frente”, no feriado das crianças de 2015, conheci um pouco do Município de Bueno Brandão, mais um destino muito atraente e que vale a pena conhecer e desfrutar. Esta cidade de Minas Gerais é bem próxima a Socorro/SP, localizado na Serra da Mantiqueira, e o seu principal atrativo é o turismo ecológico, principalmente por suas cachoeiras. Nesta trip, fui de carro saindo de São Paulo, no sábado dia 10/10, por volta das 7 horas da manhã. Fizemos uma parada para o café e banheiro e chegamos por lá por volta das 10 horas. O acampamento escolhido foi o Camping do Sossego, antes de chegar ao centrinho da cidade. Fomos muito bem recebidos e só pagamos duas diárias ($50,00). Pessoal muito acolhedor e a estrutura do ambiente muito boa. Com duas bases de cozinha comunitária, com dois fogões e duas geladeiras cada. Chuveiro quente separado do banheiro e tomadas e pontos de água, como tanques, espalhados pelo espaço. Outro diferencial do camping é que tem opções de trilhas, lago para pesca e cachoeira dentro do local. E a primeira cachu do feriadão foi dentro do Camping mesmo: a Cachoeira do Sossego, também conhecida como Cachoeira do Gustavinho, que tem queda e piscina natural. A trilha é bem curta, sinalizada, com apoios como cordas e sem maiores dificuldades. Que não estiver no camping, pode pagar para somente fazer a trilha e aproveitar a natureza por ali. Para chegar em qualquer uma das propriedades da Cidade, precisa “viajar” um pouquinho, pois algumas ficam bem distantes, ou seja, melhor opção é ir de carro, alugar um carro ou ir em um grupo grande. E, você e seu carro também irão enfrentar estradinhas de terra. Ah... a maioria fica em propriedade particular, então também precisa pagar uma taxinha para visitação, conservação e uso. Uma dica bem legal é: pesquisem e já anotem as cachoeiras que desejam visitar, verificando o seu acesso previamente, assim vocês não perdem tempo. Depois do Sossego, partimos para a Cachoeira dos Félix, de mais ou menos, 40 metros de altura. Entrada R$ 5,00. Aqui a trilha é uma “pequena descida”. Digo isso, porque é tudo ponto de vista, pois a volta é pelo mesmo lugar, ou seja, aí é uma “pequena subidinha”, rsrs. Mas vale muito a pena. Linda a Cachu e muitas fotos maravilhosas. E como chegamos tarde, o dia também acabou rápido e a noite, demos uma voltinha no centro da cidade e assistimos umas apresentações musicais rock’n’roll, devido ao encontro de Motociclistas que acontecia no Município. Dia seguinte, a Cachoeira escolhida foi a Cachoeira dos Luís ($7,00 - entrada). Distante do camping, mas nada que desanimasse a galera. Chegando lá, mais belas paisagens, com duas quedas d’agua paralelas de aproximadamente 30m cada. E melhor: basta uma caminhada simples, mais descidas e subidas, mas leves, para chegar até ela. Muitas coisas aconteceram nesta trip: nos perdemos não encontrando algumas cachoeiras, eu estava zerada (no $) e, infelizmente, devido a alguns problemas pessoais, não consegui aproveitar outros pontos turísticos. Mas o lugar merece uma maior exploração, com certeza! A Paróquia do Senhor Bom Jesus, foi fundada por volta de 1820 com elevação a paróquia em 1850. As cachoeiras mais visitadas de Bueno são: Cachoeira do Feliz, Cachoeira do Sossego, Machado 1 e 2, cachoeira dos Luís, Santa Rita, Mergulho próximo ao camping tem como ir nas: Cachoeira do Felix, Davi 1 e 2, Machado 1 e 2 e a do Sossego. Infelizmente devido a alguns problemas pessoais, não consegui aproveitar outros pontos turísticos e perdi boa parte dos passeios . Na vida nem sempre se ganha, mas adquirimos experiência e discernimento para avaliar o que é certo, o que é errado e o que é melhor para nós. O importante é tentar, descobrir, avaliar, experimentar e torcer pro nosso suce$$o e felicidade! " http://mochilandonasviagens.blogspot.com.br/2015/12/bueno-brandao-mutchobueno-mais-uma.html
  22. Olá. Estou pensando nas minhas férias em 2017 (corrigido, 2016 não rolou), partir com meu namorado para fazer todas as Chapadas Brasileiras (se possível). Estou no início das pesquisas... mas alguém já se aventurou neste roteiro? Ou pode ajudar com alguma dica? Obrigada. mochilandonasviagens.blogspot.com.br
  23. Elaise... Conheci um guia maravilhoso na Ilha... Seu nome é Eunander Brito Procure por ele no face: O seu guia da Ilha de Margarita ... depois tento enviar o link. Ele consegue uma pousada barata, as passagens aereas. lá ele faz todo o serviço de transfer e te deixa nos melhores pontos turisticos.. preço.. muito acessivel... depois escreverei relato completo. sem ele, meu grupo de 6 pessoas iria sofrer, rsrs... mas serio... foi o maximo nossos 5 dias lá com a ajuda dele
  24. Oi. muito bom seu relato. qual cia voce pegou para ir até Isla? você comprou com antecedencia ou na hora? quanto foi? comprei pela conviasa antecipado e cancelaram o voo sem direito a reembolso. você sabe me dizer se consigo ir de Ciudad Bolivar até Puerto Ordaz facilmente?
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