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Mag Buona

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Sobre Mag Buona

  • Data de Nascimento Abril 30
  1. Não é novidade que Fernando de Noronha não é um destino barato, mas o que talvez seja novidade para muita gente é a frequência com que se tem visto fotos de amigos, parentes e colegas de trabalho visitando a ilha. Todo mundo conhece alguém que já foi. Parece até perseguição ou coisas do destino, basta entrar nas redes sociais ou ligar a TV que está lá a famosa imagem do Morro dos Dois Irmãos e a sensação de que só falta você lá. Mas será que todos os seus amigos ficaram ricos de repente? Não, eles certamente se planejaram bem. Não é a toa que Nando Cordel canta que “Noronha é a ilha da paz”, não dá pra aproveitar na pressa, nem chegar em um dos seus incríveis mirantes apenas para tirar uma foto sem parar para contemplar (a paisagem, e não apenas a foto por anos a fio). Mas como existe uma Taxa de Preservação Ambiental (TPA) diária que o visitante paga, muita gente acredita que economizará ficando o mínimo de tempo possível. Juntando com o fato de que “só tem praia”, há ainda quem pense que após alguns dias vai se sentir entediado sem mais nada pra fazer, ledo engano. Pra começar, a “economia” na TPA não é muito esperta, é que o visitante compra o Ingresso do Parque Nacional Marinho (PARNAMAR) que é válido por 10 dias e custa quase R$ 100,00 (e o dobro para estrangeiros), cujo valor não varia se você usufruirá do livre acesso a área durante 2 ou 10 dias. E ainda tem o peso do valor da passagem aérea. Então é aconselhável colocar na balança quanto custam sua hospedagem + TPA + custos variáveis (alimentação, festas e passeios) com quanto você investirá em passagem e Ingresso do Parque, para encontrar o equilíbrio ideal dentro do seu orçamento e perfil. Aconselhamos no mínimo 5 dias inteiros na ilha para conhecer e desfrutar tudo, lembre-se que praticamente só há voos à tarde e dependendo do horário dos seus, pode ser que não dê tempo de fazer muita coisa no primeiro e no último dia. Lembre-se também de respeitar o seu perfil de viajante, não precisa nem deve fazer tudo que todos fazem, Noronha é um dos melhores pontos de mergulho de cilindro do mundo, mas isso pode não ser sua praia. Tem rapel, tem trilhas inclusive gratuitas (e as regras de agendamento* dessas trilhas as tornam impossíveis para quem fica menos de 4 dias na ilha, mais uma razão para ficar mais tempo), tem o passeio de barco simples e aquele adicional que você paga pra ser puxado por uma pranchinha usando snorkel (opcional), tem travessias aquáticas com uma rica vida marinha, tem forró a noite, tem cerveja cara na balada, tem cerveja mais barata nos mercados e tem quem não vai gastar com isso porque não bebe, então existem mil possibilidades e se você for bem assessorado pelo staff da sua pousada ou hostel, saberá usar bem sem dinheiro e seu tempo. A ilha tem a segunda menor BR do país com apenas 7km, mas nem por isso dá pra fazer tudo a pé, são muitas ladeiras, curvas e algumas estradas sem asfalto (que em dias de chuva viram caminhos de lama), estou lhe passando esta informação não para assustar, mas para ajudar a se planejar pois há quem acredite que alugar uma bicicleta seja a melhor alternativa, mas pode ser cansativo e perigoso, moto requer um guia experiente, carro requer um investimento alto (buggys estão a partir de R$ 250,00 a diária sem contar com a gasolina), ainda tem o ônibus que custa R$ 5,00 e te deixa em pontos-chave ao longo da via principal e você complementa seu trajeto a pé, além da boa e velha carona que é bem comum e segura na ilha. A gastronomia do Nordeste é sempre incrível e Noronha possui bons restaurantes e chefs renomados, não dá pra reclamar do preço quando em seu dia-a-dia na cidade em que você mora tem o hábito de comer fora em restaurantes caros, é igual! Quanto o turista já vem de outros destinos nordestinos e já provou de tudo é até compreensível priorizar a economia e comer apenas nos “pratos feitos” (R$ 30,00) e quentinhas (R$ 25,00) que há pela ilha, mas se sua viagem no Nordeste se resume à ilha, não pode deixar de desfrutar dos peixes, temperos e sobremesas pernambucanas imperdíveis. É como não comer massa na Itália, Paella na Espanha ou Tacacá no Pará. Entre uma boa refeição e outra recomendamos se hospedar próximo a supermercados, o bairro com a maior concentração deles é a Vila do Trinta onde também há uma praça com comida de rua à noite (com tapioca a R$ 10,00 e muito mais), outra dica de ouro é escolher uma hospedagem que ofereça café-da-manhã, você pode não acreditar mas é bem comum esse serviço não ser oferecido devido aos custos da ilha (logísticos e de mão-de-obra). Para passar um dia inteiro na praia sempre leve um salgado, doce, fruta e água de 1,5L pois em algumas delas não há venda de nada, ou há poucas e caras opções, mas não precisa trazer nada disso de fora como alguns exagerados recomendam (a não ser que você venha ficar um mês!), pois os supermercados vendem e não é o dobro do preço do resto do Brasil (as frutas sim). Sempre que eu viajo me hospedo em hostel que tem cozinha comunitária e boas áreas sociais, pois é na convivência e interação com outros viajantes que faço não só novos amigos como obtenho as melhores dicas de viagem, vejo com os que chegaram antes o que vale e o que não vale a pena fazer, dividimos de pizza a aluguel de carro, e essa troca de experiência não tem preço além de sair mais barato do que me sentir só em um quarto do hotel. Noronha agora tem hostels e a Casa Swell é o único que oferece café-da-manhã e cozinha equipada sempre à disposição, e por ser maior que os demais há mais chances de conhecer pessoas legais. Também escolho hostel pelo tamanho, e sobretudo no exterior opto pelos quartos com maior número de camas já que são os mais baratos. O que torna as passagens aéreas para Noronha mais caras é a boa e velha relação oferta e procura, umas vez que o aeroporto funciona em horário restrito por razões ambientais, e pelas mesmas razões existe limite de visitação (como por exemplo a proibição – e recente permissão com ressalvas – à chegada de pessoas via cruzeiros). Isto significa que há regras no Brasil regidas não pelo dinheiro, mas pela preservação à natureza, e isso é raro e necessário. Temos que respeitar, e temos que entender que a magia do destino é exatamente o milagre de ainda estar preservado, sem dúvida a ilha vale cada centavo investido! *Pelas regras atuais (agosto-2018) do ICMBIO você agenda sua trilha pessoalmente e apenas com o ingresso do PARNAMAR em mãos, mas a vaga disponível para trilha vai ser para quatro dias depois, por isso aconselho ir logo no dia da chegada (exceto aos domingos quando não há agendamento).
  2. Caio, Depois que eu vi um mendigo em Roma falando inglês de fato acreditei no conceito de "língua universal" (e fiquei com vergonha da vergonha que o Brasil vai passar na Copa e nas Olimpíadas, o ensino de língua estrangeira nas escolas daqui é uma decadência, e não é todo brasileiro que tem acesso - $$$ - a cursos particulares... uma pena). Enfim, vc vai conseguir se virar só com o inglês tanto em Praga como Paris, mas quanto às dicas pra vc pegar antes e não chegar lá tão perdido, aconselho ler "Europe on a Shoestring - Big Trips on small budgets", esse guia salvou minha trip, esqueci de citá-lo no relato. E pra ser mais "small budget" ainda, nem precisa comprar, dá uma colada numa livraria e vê lá mesmo rsrsrs. Bruno, se for sua primeira vez na Europa eu sugiro as principais capitais, acho o máximo aquelas pessoas que conhecem até Liechtenstein, mas de quê adianta se não foi em cidades mais "básicas", mais conhecidas, famosas e mais preparada pra receber um viajante? Quem me dera já ter conhecido todas pra daí então poder inovar, e pagar de diferente, tipo passar um mês só no Sul da Itália tomando vinho e tal sem a ânsia de conhecer outros lugares... Vai pra Barcelona e Ibiza se você gosta de badalação, pra Roma se curte história, pra Paris se curte arte, pra Amsterdam se curte... (vc sabe o que), enfim, eu quero muito conhecer a Transilvânia por exemplo, acho o máximo tudo que é medieval, vai de cada um. Mas uma dica posso dar: vê antes de onde se parte mais barato pro Brasil ou pra onde você vai voltar, e dá um jeito do roteiro terminar nesse lugar.
  3. É esse "pode variar muito" que pega, tipo as diárias em hostel variavam muito, fazendo uma média paguei tipo 31 euros por dia (café da manhã incluso). Achei barato comer tanto na Espanha (rolou uma paeja show com uma taça de vinho por 9 euros) como na Itália (pizzas, massas, sanduíches maravilhosos...) mais barato que em Sampa (onde moro), mesmo preço que Recife (de onde sou), mas até em Londres ou Paris se come bem com menos de R$ 30,00 e pode ser mais barato se recorrer aos fast foods da vida ou aos sanduíches frios vendidos nos supermercados em qualquer esquina... e eu enlouquecia com os vinhos Bordeaux por 4 euros, todo dia era uma garrafa (fiquei 8 em Paris rsrs) eu tinha feito um cálculo que ia gastar uns R$ 70 por dia e às vezes sobrava. Ingressos pra museus e pontos turísticos são todos entre 10 e 20 euros (Coliseu foi 15, Louvre foi 10...), caro mesmo só o Cristo Redentor no Rio! rs Eu não peguei grandes promoções, mas lembro que paguei R$ 530 em 3 passagens aéreas da EasyJet, R$ 250 em duas de trem dentro da Itália, R$ 260 ida e volta de trem Paris/Londres... tudo em reais (achei isso na minha agenda, mas não cheguei a registrar tudo) Na verdade você nunca vai ter certeza do valor, porém vai ter uma idéia bem aproximada se planejar o roteiro direitinho. Melhor levar grana a mais, e a vantagem do cartão pré-pago é que você pode gastar o que sobrar no Brasil ou em uma próxima viagem.
  4. É exatamente o que nosso colega falou, lockers de aeroportos ou estações, e ainda tem lockers de hotéis e albergues. Mas atenção ao tamanho da mala, há armários menores e maiores, espero que pela internet seja possível já saber capacidade e preço. Porém você disse que inicia por Paris e termina em Roma, se for isso, não tem jeito, vai precisar se locomover entre uma cidade e outra com a bagagem (nesse caso evite aviões, trens são melhores), e você tenta deixá-las no próprio local de hospedagem. A não ser que você pretenda voltar a Paris pra buscar a bagagem antes de embarcar para o Brasil em Roma (muito complicado pra uma trip de 9 dias)... Não daria pra despachar parte de tudo isso pro Brasil antes? Com outros amigos brasileiros que voltam antes? Bem, não ajudei muito né?! rs Mas boa sorte!
  5. Postei algumas dicas, vê lá se algumas te ajudam: dicas-uteis-para-um-mochilao-na-europa-t67722.html#p701094 Boa sorte!
  6. Postei algumas dicas, vê lá se algumas te ajudam: dicas-uteis-para-um-mochilao-na-europa-t67722.html#p701094 Boa sorte!
  7. Espero que algumas das dicas que postei te sejam úteis: dicas-uteis-para-um-mochilao-na-europa-t67722.html#p701094 Boa sorte!
  8. Postei algumas dicas, vê lá se algumas te ajudam: dicas-uteis-para-um-mochilao-na-europa-t67722.html#p701094 Boa sorte!
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  11. Postei algumas dicas, vê já se algumas te ajudam: dicas-uteis-para-um-mochilao-na-europa-t67722.html#p701094 Boa sorte!
  12. Postei umas dicas, talvez algumas te sirvam, vê lá e boa sorte: dicas-uteis-para-um-mochilao-na-europa-t67722.html#p701094
  13. Não usei pois não sou mais estudante. Mas conheço gente que conseguiu usar até a nacional mesmo, passou na cara de pau rsrs Serve pra museus e jogos, universitários aqui tiram na UNE
  14. Não existe resposta definitiva se é melhor comprar passagens antes ou na hora, se de trem ou ônibus, a Italia por exemplo é pequena, tem vários ônibus internos de uma cidade pra outra que não exige comprar antes, geralmente os preços são iguais e os ônibus saem do centro. Na Espanha, fui de ônibus de Madri pra Barcelona (7hs durante a madrugada) e a passagem na hora estava igual a que vi 1 mês antes na internet, porém comprei numa agência e paguei 7 euros de taxa de serviço, mas o ônibus era terrível, não era feito nossos ônibus confortáveis de viagem no Brasil - é bom dar uma olhada antes. Sabem nosso sites tipo decolar.com e outros que fazem pesquisas entre todas as empresas??? Pois é, na Europa tem vários, tipo www.flights.traveleurope.com, www.europebyair.com.br, www.interrailnet.com ... E tem os das próprias empresas: http://www.eurolines.fr/pt/ , http://www.raileurope.com.br/ , http://www.eurostar.com/dynamic/index.jsp... Sobre reserva pra Hostel em Maio, talvez só precise fazer se você quiser algum muito bem localizado ou badalado, tipo Kabul em Barcelona... mas pesquisa no Hostelbrookers.com (por desencargo de consciência) só pra ver se tem muitos casos em que já não há vagas, aí se ver que tá concorrido você reserva antes. Eu faria o seguinte, tendo certeza de pelo menos o primeiro dia na cidade, reservaria pelo menos 1ou 2 dias, pois teria tempo decidir se prorrogo a estadia, se procuro outro hostel...
  15. Fiz um mochilão durante Setembro de 2011, sozinha, em 5 países (6 se contarmos com o Vaticano): Espanha, França, Inglaterra, Holanda e Itália (Digo que fiz o pacote básico de iniciação à Europa, pois foram só as principais cidades destes países, ou no mínimo as capitais: Conheci Madrid, Barcelona, Paris, Londres, Amsterdam, Milão, Florença e Roma). Escolhi este mês pois não gosto muito de frio, ao mesmo tempo, ir em pleno verão não é muito interessante pois além de mais caro, tudo é mais lotado, e você há de concordar que perder muito tempo em filas homéricas pra entrar nos pontos turísticos não é muito interessante. Por isso darei 04 dicas que creio serem mais úteis do que descrever qualquer roteiro ou passeio, todas elas voltadas a quem é mochileiro e despojado, tenho certeza de que vão ajudar quem quer de fato conhecer os locais, divertindo-se, conhecendo DE FATO e gastando pouco. Então vamos lá: Dica 1 - PLANEJAMENTO Comprei quase todas as passagens com antecedência pela internet pra pegar as promoções, nas de avião pagava uma taxa extra (tipo 15 euros) pela bagagem – a pesar de ter ido só com mochila, era um mochilão grande e ultrapassava o limite imposto pelas empresas aéreas low cost. Se você não tiver pago essa taxa na reserva, você paga muito mais caro no check-in, na época era uns 45 euros, não vale a pena arriscar. Aliás, esse é um ponto interessante sobre a viagem, você tem a escolha de fazer as reservas e comprar com antecedência todas as passagens (trem, ônibus, avião), como eu fiz, porém fica preso a estes prazos e caso decida mudar de planos, ou perde dinheiro ou fica insatisfeito (no meu caso deu tudo certo, pois foi uma escolha consciente, era meu primeiro mochilão sozinha fora do país e alguma “segurança” eu precisava ter em mente, minha escolha foi não me estressar em procurar hostel de última hora ou ficar dormindo em estações e aeroportos pra tentar comprar passagens... enfim, por isso reservei todas as hospedagens também pela internet). Mas acho que também valha a pena o contrário, na minha próxima trip (pelo leste europeu), que pretendo fazer em 2013, acho que farei sem reservas, sem roteiro muito detalhado. Qualquer forma de viajar vale a pena, o importante é ir sabendo o que se espera, assim você cria as expectativas corretas. Por exemplo, se você não comprou passagens, não espere ter a sorte de sempre encontrar aquela perfeita pra você na última hora, então depois não reclame, aproveite as horas a mais (ou a menos) onde estiver com um sorriso no rosto. Dica 2 - HOSPEDAGEM Antes de viajar eu vi no Google Earth todas as hospedagens próximas aos principais pontos turísticos do lugar, ia olhando no mapa mesmo, arrastando e tal... se você já percebeu, aparece uma cama onde é hospedagem, um jogo de talher onde é restaurante... você clica em cima e aparece os dados do estabelecimento, eu anotava os nomes pra depois pesquisar os preços (eram hotéis, pensões, hostel, B&B, etc.) entrando diretamente nos sites deles (pra não pagar taxa de reserva nos sites especializados), e eu sabia que estando em qualquer um deles daria pra visitar os lugares a pé (em alguns casos, já chegava com o Google maps impresso na mão, saia caminhando na direção certa como se já conhecesse o lugar - benefícios do mundo moderno - faço isso em taxi no Brasil, sem nunca ter estado na cidade, digo ao taxista do aeroporto "vá pela Av Fulano de Tal que eu prefiro" daí o cara não te enrola pois acha que você já conhece a cidade hehe). Muita gente acha que economiza pagando um pouco menos se hospedando mais distante, porém não compensa, acaba por gastar com transporte (que nunca é barato) e perdendo tempo pra se locomover (e tempo, é um bem precioso quando se está viajando, pra mim, mais importante que dinheiro). Outra dica é se hospedar perto das estações centrais, pois você pode fazer check-out (geralmente o limite é entre 10 e 11h da manhã) e deixar a bagagem lá pra poder passar o dia sem carregar peso até a hora do trem ou do vôo, como fica perto da estação, é só voltar depois pra buscar. Não podia terminar este tópico sem falar sobre hostels, também fiquei em hotel, mas são nos albergues que você faz amizades e gasta menos, pois em quase todos eles tem city tour gratuitos (walk tour) e saídas noturnas em grupos mais baratas (pub crowns), ideais pra quem chega sozinho(a) e no primeiro dia já conhece metade de quem tá hospedado no mesmo lugar (companhia pros demais dias garantida!). É muito bom pra quem não faz tanta questão de privacidade, afinal não é a vida inteira compartilhando quarto, são apenas alguns dias. Sabendo escolher o hostel (por exemplo lendo relatos de outros viajantes), você terá ótima lavanderia, banheiros limpos, cozinha disponível, lençóis limpinhos e armários seguros. Levei comigo minha toalha por paranóia que tenho com higiene, e por economia também: na maioria deles você paga por fora o aluguel de uma. DICA 3 – TRANSPORTE Aeroportos são sempre distantes e avião só vale a pena se a distância de trem ou ônibus for muito grande, considere sempre que se leva em média 1h até chegar no aeroporto mais próximo (na Europa é assim, são sempre longe dos centros), + 1 ou 2h de antecedência pro check-in + tempo de vôo + tempo de recolher bagagem quando chega na cidade destino + 1h pra chegar ao centro da cidade destino... odeio tudo isso! Por isso prefiro os trens, vc chega e sai nos centros das cidades, e ñ tem frescura com peso e tamanho de bagagem, o tempo a mais que se passa na viagem dentro do trem, é o tempo que você fica em pé, em filas, andando pra se achar naqueles aeroportos enormes... nem sempre avião vale a pena. Além disso, se você pega um trem noturno, é uma diária a menos de economia pois é nele que você vai dormir. Pense: depois de passear o dia inteiro, você dorme até em pé! E por falar em trem, tem o Europass que te dá direito a vários trechos num determinado período de tempo, é bem mais barato. Reservando o assento, você garante que vai sentado e feliz! Dica 4 – DESPESAS DIÁRIAS Não seja pão-duro de não pagar certos ingressos: Museu Vaticano, Coliseu, Louvre, Galeria D’uficio, etc. porque podem ser oportunidades únicas na vida, pior é só passar pela frente pra tirar uma foto e se arrepender depois de não ter entrado. Tem locais, dias e horários onde os museus são mais baratos ou até de graça, pesquise antes, e se for estudante faça sua carteira internacional. Eu passava fácil o dia com de 30 a 60 euros incluindo refeição e ingressos (às vezes passagens), variava muito por causa da cidade, da fome, do roteiro, do café da manha do hostel, tem inclusive alguns que inclui jantar na diária (nunca é lá essas coisas, mas é melhor do que chegar num restaurante azul de fome e gastar horrores)... enfim, gastei menos do que dizem por ai ser necessário e comi e bebi bem, sempre tomando bons vinhos e buscando conhecer o prato típico do lugar! Vinho aliás é uma ótima opção pra quem gosta (eu amo) e é mais barato que cerveja - ao contrário do Brasil. Passagem com ônibus, metrô ou Trans só se gasta muito se fizer besteira de reservar hospedagem barata demais que fica distante de tudo, mas disso já falei na dica 2. Também não economize comendo em fast food o tempo inteiro, faz parte de qualquer viagem conhecer além dos lugares, sua gastronomia, isso é cultura! E não podemos esquecer do prazer que dá se alimentar bem, assim como dormir pelo menos 8 horas. Você curte sua viagem muito mais satisfeito(a). Mas ainda sobre fast food, temos que reconhecer que eles salvam nossas vidas naqueles momentos de apuros em que não sabemos escolher as comidas "esquisitas" com as quais nos deparamos em algumas situações. Outras dicas são: Leve um adaptador universal, cada país tem um padrão diferente de tomada. Leve o cabo USB caso queira passar suas fotos pra computadores em cyber cafés, lá a maioria é Mac e não tem entrada pra cartão de memória. Use Skype pra fazer suas ligações; e fale pros seus pais que pelas suas atualizações no facebook eles saberão que você tá vivo (rsrs)... eu fazia isso pra não ter que entrar sempre em contato. Pegue reembolso de impostos que turistas não tem obrigação de pagar ao comprar alguns produtos, isso é feito nos aeroportos, pesquise como se faz - Pra algumas coisas sai mais barato do que em free shop. Leve cartão pré-pago, a maioria dos bancos ou casa de câmbio disponibiliza, eu peguei Visa que é a bandeira mais aceita e adorei a comodidade. É mais seguro que andar só com dinheiro, e você não paga o IOF exorbitante do cartão de crédito no exterior. Mas por garantia, avise ao banco pra liberar o uso dos seus cartões de débito ou crédito no exterior, pois são bloqueados caso você não solicite antes. Leve um travesseirinho inflável pra sua maior comodidade e não ocupa muito espaço na mochila. Não esqueça de fazer um seguro viagem! Se você tem cartão de crédito ou conta especial em algum banco, converse com seu gerente, você pode conseguir vários benefícios, às vezes o seguro sai de graça se você comprar as passagens no seu cartão, pouca gente sabe disso. Vai viajar? Tire a carteira de estudante internacional! Leve uma mochila menor dentro do seu mochilão, com ela você faz os passeios carregando sua água, um casaco (por precaução), um lachinho e o mapa! Eu tenho passaporte europeu pois minha família é italiana, então não posso dar muitas dicas sobre migração, mas hoje em dia são raros os casos de brasileiros serem barrados, e com a Europa em crise, eles precisam muito do turismo (ou seja, do nosso dinheiro)! O que posso dizer é que decore (ou anote) palavrinhas mágicas como "bom dia", "obrigado", "por favor", "com licença" nas línguas de onde você vai, tudo isso em italiano, francês e espanhol é fácil pra nós brasileiros, e abre muitas portas, gera simpatia e depois, depois você fala em inglês mesmo, ou em mímica (rsrs), e vai dá tudo certo! Daí você já terá dois pontos a seu favor: mostra interesse e respeito pela língua deles e é brasileiro (eles adoram o Brasil a pesar de saberem pouco, porém cada vez mais, sobre nosso país). Ajudei?! Espero que sim!! Enjoy your trip!!!
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