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Tudo que ( E ) postou

  1. Eu também tive o mesmo problema, Guimarães, com meu DC4. Porém, acabei recebendo o pedido substituto e o original, até agora nada. Abraço!
  2. Rafael, te mandei uma MP com o endereço da loja de couro em POA. Quem precisar também, me avise. Abraço!
  3. Rataiczyk! Tanto cuteleiros modernos quanto ferreiros antigos, europeus e orientais, normalizavam o aço antes da têmpera. Não apenas uma vez, alguns repetem o processo diversas vezes com a finalidade de aliviar o máximo das tensões do prévio trabalho antes do choque térmico. Pelo que está dizendo, não seria necessário, pois a própria execução da têmpera já é suficiente para este alívio? Não importando se o aço foi trabalhado de forma mais intensa? Abraço!
  4. Rataiczyk! Que aula, rapaz! Nosso time, a cada dia, fica mais envolvente, excelentes informações de diferentes ângulos. Cada um contribuindo da sua maneira, não acha? Espero que o Trauco leia sua dedicada postagem e sinta-se parte desta construção de novo, afinal, ao menos para mim, fazer facas é uma descoberta. Isso aí, amigo, seja bem-vindo e escreva o quanto quiser, aqui todos gostam de ler muito. Principalmente de quem entende e gosta do assunto. Abraço!
  5. Pode parar, Trauco, seus comentários nunca foram sem sentido, amigo. De verdade, sua visão é absolutamente técnica, principalmente por não partir dos vícios da cutelaria e repetir muitas opiniões dadas por alguns do meio. Estou sendo muito sincero, peço para que continue da mesma maneira, até se possível, mais. Tem me ajudado bastante (deixo os demais responderem por eles) em minhas humildes tentativas, tanto que eu já estava pensando em te perguntar, se conseguiu um bom pedaço da lã de rocha, pois quero experimentá-la numa forja a gás que estou querendo montar. Abraço e até a próxima postagem.
  6. Ah!, esqueci de uma coisa, Rafael, nos textos e gráficos em inglês, 'tempering' significa revenimento. De qualquer forma, é bom avisar, né? Bom saber que conseguiu as molas. Sairão muitas facas, logo, logo, então. Abração!
  7. Óia, não estava recebendo as notificações de resposta deste tópico. ~ ... Trauco, valeu pelo link, este PDF será muito útil. Obrigado pelo elogio, amigo, mas não me vejo com esta qualidade que colocou. Tento escrever o mais claro e honesto possível, pois não tenho muita experiência com fóruns. Fico satisfeito quando sou entendido. :'> :'> :'> ... O que o Rafael passou é comum, mas não encontro soluções claras para este problema. Entendo que uma combinação entre a composição do aço, a espessura da peça tratada e a agitação na hora da têmpera é responsável pelo sucesso esperado no TT. Claro que tudo isto, relacionado ao meio de resfriamento escolhido para cada tipo de aço. Aços com pouco carbono (entre os temperáveis) necessitam de um resfriamento (super)rápido, como obtido com a água ou a salmoura. Alguns outros aços, que não são considerados sensíveis, permitem também o uso de meios mais lentos como o óleo. Tem os demais que exigem meios e maneiras específicas. A tabela abaixo mostra a velocidade de resfriamento de três meios: óleo, água e salmoura: Vejam que a agitação do material altera bastante a temperatura do resfriamento. Li em outro lugar, que se alcança maiores durezas com resfriamento mais rápido, quando permitido, mas aumentando também o risco de fratura pelas tensões no aço - este também, um fator importante para nossa análise, pois as facas passam por um grande estresse em sua produção. Por favor, me ajudem se eu estiver confundindo as coisas. ... No caso do Rafael, por reutilizar um aço sem saber ao certo sua composição, complica ainda mais o entendimento do motivo do acidente. Neste caso, eu decidiria por um meio mais lento de resfriamento com óleo, primeiramente. Partindo para a água em seguida, se não obtivesse um resultado satisfatório ou por simples curiosidade de comportamento entre os diversos meios. E quem sabe, a salmoura, por fim. Logo que possível, farei tratamentos em vários meios com peças similares cortadas do mesmo material. (apenas pela experiência, sem nenhuma pretensão científica nos resultados). Abraços!
  8. Que doideira, Rafael! Deve ser frustrante mesmo. Qual a espessura da lâmina? Aproveita o que ficou inteiro e faça uma faquinha para trabalhar couro. Abraço!
  9. Esta era a idéia inicial, depois me veio a dúvida sobre aqueles simples e baratos maçaricos que encontramos em todas lojas de materiais de construção. Mas me disseram que este tipo não serve para isto. Não manjo nada de solda, pois, então, neste primeiro momento, seu precisar mesmo, já até sei onde ir para fazer o trabalho. Valeu pela força, Trauco! Abraço!
  10. Mas, como sabem sobre minha idéia de apenas adquirir aparelhos pequenos que eu possar carregar comigo em minha andança, e que eu não ache um exagero, farei a primeira experiência com o damasco prendendo as chapas com arame mesmo. Mas a esmerilhadeira... Talvez eu até já a compre agora que irei para POA.
  11. No caso é para soldar as chapas de aço e o bloco num cabo para caldear damasco. Me sugeriram usar solda eletrica, mig, ...
  12. E aí, Rafael, conta como está sendo sua experiência com a esmerilhadeira? Estou pensando em comprar uma, ajudaria na hora de caldear damasco. Esta ferramenta e mais algumas coisinhas que estou de olho. Não será agora, primeiro forjarei a próxima faca. Veremos! Você (ou algum outro amigo) entende de solda?
  13. Olha só! Tá ficando sério a brincadeira. Apenas lembre-se dos cuidados para não destemperar a lâmina com o equipamento novo e manda bala. Abraço!
  14. Pombas, isso vai dar muito material pra faca, hein? E vai ter que ser na forja, no desbaste é muito trabalhoso. Hehehe! É para martelar em cima, uma improvisação de bigorna. O 'trein' é grandin.
  15. É, amigos, hoje perguntando por molas, como havia te contado que faria, Rafael, ganhei um pedaço de 36cm de trilho de trem. Só usarei depois que buscar minhas malas, mas já não vejo a hora.
  16. Link postado por um colega em outro fórum: http://www.guildknives.com/gk_1mainframe.htm Não sei se é do agrado e interesse de todos por aqui, mas vale a espiadela. Abração!
  17. Esta noite choveu muito por aqui e hoje está com cara de mais chuva,a lã deve estar empapada, assim que secar eu vou pedir para cortar um pedaço ´para testes. Hm, legal! Tenta colocá-la em contato direto com a chama (de um lança-chamas ou maçarico), dentro de algum recipiente. Como irá medir a temperatura?
  18. Que loucura! Rs! Se for isto, seu achado será excelente, Trauco. Me baseei em descritivos de empresas que fornece o material. Mas deve variar muito de fabricante para fabricante e os tipos para cada função. Podíamos experimentar, não? Veja antes se permitem você cortar estas tiras, depois vemos a medida dentro da possibilidade.
  19. Manta cerâmica. Eu me enganei, quis dizer lã de rocha. Eu postei um artigo de um pessoal do Rio (COPPE, e outro que não lembro)onde eles descrevem a construção de um forno elétrico para altas temperaturas usando um tubo de cerâmica para por a peça sob atmosfera inerte, uma resistência elétrica e tudo isso envolto por lâ de rocha e acondicionado em uma caixa de alumínio. Creio que a lã de rocha é apropriada para isso. Eu perguntei porque existem 4 rolos enormes abandonados sendo desmanchados pela chuva de onde eu trabalho e acho que ninguém reclamaria se eu pedisse para cortar umas tiras das camadas mais internas. Interessante, Trauco, será que encontraríamos alguma utilidade para ela em alguma parte do processo? Sou fã de novas idéias. :'> :'> :'> Me corrija se eu estiver errado, pelo que li, esta lã aguenta por volta de 650 graus C. A manta cerâmica é mais resistente neste aspecto, suporta entre 1200 a 1500 graus C dependendo do tipo, da densidade e do fabricante. Pela falta de controle de temperatura destas forjas, em contato com a chama direta com injeção de ar, acredito que a lã derreteria. Para recozer uma peça, por volta de 650 graus C, já estaríamos trabalhando no limite do material; nem imagino o que aconteceria com um caldeamento, em torno de 1100 graus C. Poderia até pensar em algum reforço com esta lã numa forja a carvão, sem contato direto com a brasa. Um complemento aos tijolos refratários. O que acha? Estou pensando em montar uma forja a carvão, por ser mais rápido e simples e ir preparando uma a gás com calma, a medida que encontro o material necessário. Obrigado pela oferta, amigo!
  20. Qual manta você fala? A de fibra de rocha? Manta cerâmica.
  21. Que bom que está satisfeito. Não me entenda mal, amigo, tentei apenas ajudar. Abração!
  22. Sinceramente, hoje eu não compraria Guepardo. Sei que a sua pergunta foi para saber qual é a melhor dentre elas, mas já te adianto, não valem a pena, amigo; tenho uma Fish 8", peguei na mão alguns outros modelos nas lojas e me deparei com alguns comentários negativos aqui e ali sobre elas (achará alguns neste fórum também). Bom, minha opinião. Se bem que as Big Fish e Fish 8" são bem atraentes no formato e no peso. Abraço!
  23. Pelo que pesquisei, o nome desta ferramenta é talhadeira, e esta loja vende está 'talhadeira artesanal', hehehhe! Se souber de algo, me avisa, me interessa saber mais.
  24. Olha esta loja que vende talhadeira feita de mola: http://www.lcferragens.com.br/produtos_descricao.asp?lang=pt_BR&codigo_produto=5952 Se 30x3 for, 30cm de comprimento por 3cm de largura, provavelmente seja a mola de kombi e deve ter 3mm de espessura. Esta é 40x3: http://www.lcferragens.com.br/produtos_descricao.asp?lang=pt_BR&codigo_produto=5953 Tem algumas outras medidas: http://www.lcferragens.com.br/produtos.asp?lang=&tipo_busca=subcategoria&codigo_categoria=176&codigo_subcategoria=441 Abraço!
  25. Sinceramente eu estou até agora tentando entender como esse meu comentário foi parar aqui, isso era para estar em outro fórum, que confusão que eu fiz, isso que da deixar varias abas abertas... hahahaha Hahaha! Nem imagino o que enviou para lá. Rafael, hoje passei em alguns lugares para ver se seria fácil encontrar por aqui, feixe de molas, um pedaço de trilho de trem ou bigorna, metal em geral, mas como é sábado e dia de um rodeio famoso na região, a maioria estava fechado. Porém, num destes estabelecimentos, aberto, o cara tinha pelo menos dois feixes de molas à vista, eram de fusca. Daquelas pequenas oficinas que constroem carinhos, fachadas, mesas etc., tudo de metal. Ele faz talhadeiras com as barras, para cortar ferros e tal. Me mostrou uma. Bom, o cara, com um olhar malandro, me disse assim: é, estas molas dão boas faquinhas. Hehe! Me passou o contato de um desmanche na mesma rua dele; verei se consigo alguma coisa, qualquer novidade boa te aviso. Quem sabe consigo te entregar quando estiver em Porto Alegre. Abraço!
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