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Lívia Cunha

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  1. Continuando meu relato da viagem feita agora em outubro de 2012. Saímos de San Pedro de Atacama, no Chile, de ônibus para Salta, na Argentina. Compramos a passagem na Andesmar por 32000 CLP, que dá uns 140 reais. Escolhemos o chamado "cama", que seria uma classe executiva, por conta do conforto. O ônibus deveria sair às 10h, contudo, saiu com um bom atraso...coisa de 30 ou 40 minutos. Eles estavam tentando regularizar um problema técnico no ar condicionado, que, CLARO, não foi resolvido. Quando finalmente o ônibus chegou para embarcarmos, o cara nos informou que ficaríamos sem ar condicionado toda a viagem e se não quiséssemos mais ir por conta disso, que teríamos que ou esperar 2 dias, quando sai o outro, ou poderíamos devolver o dinheiro e não ir. Ah! Atentem para os dias que saem os ônibus... A andesmar faz esse percurso somente 3 dias na semana, mas não lembro quais... A geminis faz outros dias. Bom, voltando... Como tínhamos dias contadinhos, tivemos que ir mesmo sem ar condicionado. Foi horrível!!! As janelas não abriam, fez um calor infernal. Após termos passado na fronteira da Argentina, do nada, apareceu um ônibus novo da Andesmar. Então fomos transferidos para o busu bom... Continuamos a viagem pelo chamado El Paso de Jama: "é uma fronteira entre as repúblicas do Chile e da Argentina, localizado a 4.200 metros. É um dos passos mais importantes, permitindo uma estrada lisa, ligando a região norte dos dois países e constitui um sector estratégico do corredor bioceânico, que liga os portos do Atlântico do Pacífico." Enfim, muito bonito!!! Chegamos em Salta quase 22h, por conta dos atrasos. No final, a viagem foi cansativa... Ficamos hospedados em um albergue simpático chamado Laprisamata (a pressa mata, rs), onde o recepcionista nos deu várias dicas de caminho. O hostel era super bem localizado!! Bom, em Salta, não tivemos oportunidade de conhecer muita coisa; somente a feira de artesanato, a galeria de empanadas (uma delicia!) e queria muito ter ido no Museu de Arqueologia de Alta Montanha, onde se encontram alojadas a múmias de Llulaillaco, mas o mesmo não abre às segundas. Fotinha feita no centro de Salta Inciada a viagem de carro - custo de 400 reais por pessoa com GPS para todos os dias (éramos em 5). 1º dia - Salta > Tilcara > Pumarmarca Ficamos logo impressionadas com a beleza da Quebrada de Humahuaca!! Muita curva, mas montanhas lindíssimas iam aparecendo... Seguimos sempre o GPS, que costuma concordar em rota e tempo com o que havíamos pesquisado anteriormente no google maps. Fora isso, a sinalização é bem boa! Primeira parada foi na Pukará de Tilcara. Foi uma fortaleza construída pelos Tilcara, em um ponto estratégico na Quebrada de Humahuaca. O passeio só vale a pena se você pegar um guia local, pra ir te explicando como eles viviam, os seus hábitos, identificar as diferentes classes, organização da localidade, a resistência do povo...enfim, que conte a história do local! O passeio é rapidinho e você só precisa pagar o que achar justo... Demos sorte ainda pois na segunda não se paga entrada. Quebrada de Humahuaca Pukará - Tilcara Depois, seguimos direto pra Purmamarca, vilarejo simpático e bem tranquilo. A cidadezinha tem um artesanato muito bacana e ainda fica no pé do Cierro de las siete colores, que é lindíssimo!! Chegamos a tarde, passeamos pelo pequeno centro, tendas e lojas de artesanato e buscamos hospedagem. Não tivemos dificuldade em achar opções e fechamos com uma moça um quarto numa casa bem no centro... não saberia dizer o nome, mas não recomendo por conta do banheiro. Ao escolher onde ficarem, prestem atenção nos chuveiros, se são aqueles a gás, com o recipiente logo na sua cabeça. A água sai igual a um conta gotas, é horrível!!! Também não comemos bem, mas recomendo que comprem queijo de cabra nas padarias da região e/ou no caminho, sempre que puderem - costumam ser deliciosos! Apesar dos probleminhas na hospedagem e comida, adoramos a cidade! Muito tranquila e vale uma noitezinha... Cierro de las siete colores 2º dia - Purmarmarca > Cafayate Saímos logo cedo do hotel rumo a Cafayate, através da Ruta 68. A estrada está em boas condições e tudo realmente é muito lindo. Nos últimos 50 Km da estrada passamos por um vale cercado de formações rochosas muito diferentes de qualquer coisa que já tenhamos visto: Quebrada de Cafayate. O mais bonito da viagem deste dia é o próprio caminho! Encontramos diversas formas rochosas inusitadas, como La Garganta del Diabo, Los Castillos, El Obelisco, El Anfiteatro, El Sapo - todas tem placas com sinalização. O lugar lembra um deserto e as pedras tem uma coloração avermelhada, que vai mudando de cor conforme o horário do dia e o sol... Realmente não há fotos que possam ilustrar a beleza deste caminho! As paisagens vão mudando a cada curva... incrível!! Cafayate é uma cidade muito charmosinha e agradável. Foi tranquilo encontrar opções de hospedagem... estou com dificuldade de lembrar o nome do local que ficamos, mas caso queiram saber de algum lugar específico, é só falar que procuro saber com os os outros membros da viagem. Lembro que pagamos coisa de menos de 30 reais por pessoa, numa pousada agradável, bem no centrinho e com um suposto café da manhã (café, torrada, manteiga...algo assim e olhe lá). Comemos bem num restaurante chamado Bacco! Fora isso, tome sorvete e bebam o vinho da região: torrontes - um branco frutado característico da Argentina e originário de Rioja, em Espanha. É muito bom! Cafayate 3º dia - Cafayate > La Rioja A primeira parada fica a 55 km de distância de Cafayate (em direção a Tucumán): Ruínas de Quilmes. "É uma tribo pré-hispânico e pré-incaico. Habitavam o que hoje corresponde aos arredores de Amaicha. Faziam parte de um povo maior, o dos Vales Calchaquíes (região de montanhas e vales ao longo do norte andino da Argentina), os quais estavam espalhados entre as províncias de Tucumán, Salta e Catamarca. Estima-se que, na época de pico de população, chegaram entre sete e 10 mil habitantes. A intenção deste dia era fazer uma parada para almoçar com calma na cidade de Taffi Del Vale, mas acabamos saindo um pouco tarde e o almoço ficou corrido. A cidade não oferece muito, porém tem um clima gostoso, mais friozinho... tem um dique grande, que nem chegamos a ir. Tem alguns restaurantes e parece mesmo uma cidade de veraneio, apesar de não termos visto - mesmo que de longe - barcos ou esportes aquáticos, como li em algum lugar. É isso, vale como passagem, pra descansar no meio do caminho de uma viagem longa até La Rioja. Como toda a viagem, as paisagens mudavam drasticamente conforme andávamos... apareceu um estrada com um verde quase amazônico, logo depois de um mundaréu de pedras e cactos. Estrada Chegamos em La Rioja no comecinho da noite e, novamente, passamos por poisagens que mudavam a cada esquina - um caminho repleto de curvas, despenhadeiros, pedras rolando, penhascos...mas sempre muito linda e emocionante, diria. La Rioja foi escolhida no roteiro por estar em um local estratégico, afinal, seria muito puxado ir direto de Cafayate pra região do parque Talampaya, nosso próximo destino. Escolhemos um chalé um pouco fora do centro (Cabañas El Solar del Cerro), onde pudemos cozinhar com calma e descansar do dia longo de viagem... Lá era todo equipadinho, cozinha completa, banho bom, camas deliciosas e a moça que nos recebeu era muito simpática. Super recomendo este lugar no caso de estar viajando de carro! Caso contrário, talvez fique um pouco afastado. 4º dia - La Rioja > Parque Nacional Talampaya > Mendoza Fomos direto pro Parque e pegamos o passeio que saia as 11h. De lá, tem que deixar seu carro e pegar um especial do lugar. O passeio é bem bonito!! Pra fechar com chave de ouro antes de chegar em Mendonza.
  2. Compartilhando algumas informações e nosso roteiro pra ajudar na viagem dos colegas numa viagem pra Cuba. Foram 8 dias em dezembro. Apesar de ser inverno lá, o período entre 1º e 15 é considerado alta estação por conta do Festival Latinoamericano de Cuba, que leva várias pessoas de fora ao país. Inclusive, se você for neste período, peça e confira a programação no Hotel Nacional ou nos cinemas que estão participando do evento. Neste periodo, gastamos quase R$ 4.000,00, incluindo comida, bebida, hospedagem, transporte (aluguel de carro e tudo), festinhas e presentinhos, sempre para duas pessoas. Ou seja, uns R$ 2.000,00 reais por cabeça dá pra você fazer uma boa visita a Ilha, sem luxos, mas certamente sem aperto. Fotos: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10152122259893664&type=1&l=f5afb449e8 Dicas iniciais: - O voo de ida e volta foi pela Copa Airlines, com escalana no Panamá. No check in no Brasil mesmo você já pode comprar sua Tarjeta cubana (equivalente ao visto) por 25 doláres, que ficou por 47 reais. Vale a pena rodar um pouco lá no freeshop do Aeroporto Tucumén - é enorme e com bons preços! - Leve sempre euros, pois há uma taxa de 10% na troca de doláres. E troque sua grana SOMENTE em Cadecas (casas de câmbio oficiais) . Lá tem duas moedas: o CUC (peso convertível – equivalente ao valor do dólar), usado por nós turistas, e o CUP (peso cubano) - 1 CUC equivale a 24 CUP, usado essencialmente por cubanos. Tente trocar em notas chicas pq você vai precisar sempre de uma moedinha de 1CUC. Em média, a conversão ficava em 1 Euro = 1,31 CUC. Se puder, tenha uns CUP para compras pequenas e gastos como o taxi compartilhado... - Cartões Visa e Mastercard são aceitos e é possível sacar nos caixas eletrônicos, mas normalmente a conversão é feita em dólar e se aplica uma taxa de 10%, além dos impostos correspondentes. - Como ligar para o Brasil: 119-55 - Produtos básicos de higiene, como sabonetes e papel higiênico, não são comuns nos banheiros. Para se prevenir, tenha sempre um kit com papel higiênico, sabonete e álcool em gel na mochila. - Há que pagar uma taxa na saída do país: 25 CUC por pessoa = 50 CUCs. Pode pagar em dolar... 1º Dia: Havana Hospedagem: Casa particular "La Colonial 1861". Saí 35 CUC a diária num quarto particular (cama de casal) com banheiro privado, sem café-da-manha. Localizada em Vedado, a casa é bem agradável e os donos são gente boa: Thayamara y Armando (que é de Madrid). Explore o máximo de Armando, que tem boas dicas do que fazer ou onde comer... O chuveiro não era lá grandes coisas, mas nada que tenha faltado agua ou coisa do genero. O café da manha era bem ruinzinho e preferimos sempre comer fora, pq gastavamos menos ou a mesma coisa (5 CUC por pessoa), mas comiámos bem melhor. No caso, num bar chamado La Chocheria, perto do "negocio do EUA" e altar da patria lá. De qualquer forma, recomendo ficar em Vedado, mas é interessante ficar um pouco mais próximo de havana vieja pra não gastar tanto com transporte, seja dinheiro ou tempo. Buscar sempre casas mais ou menos pela região no entorno do Hotel Nacional, por exemplo. O legal de ficar em Vedado é que a noitada fica lá, em Havana Vieja é bacana passar somente o dia e voltar pros bares, restaurantes e casas de show de Vedado! Aluguel de carro: Rentamos o carro na Cuba car. Lá em Vedado mesmo tem várias lojas; uma na Galeria Cohiba do lado do Melia Hotel (a mais cara), uma outra quase na frente do mesmo hotel com um preço mais justo e o lugar mais barato foi numa pequena agência 24 horas num posto de gasolina, mais ou menos próximo do Hotel Nacional. Alugamos um carro por 3 dias (é o minimo de tempo que eles permitem) por 65 CUC a diária do mais economico e automático. Tinha um outro lá (não disponivel no momento) que não era automatico, mas era 60. Bom, soma-se 15 CUC por dia referente ao seguro e caso mais de uma pessoa vá dirigir, tem que pagar 3 CUC por dia por "pessoa extra". Detalhe: não pagamos isso e nos trajetos menos, entre praias e tal, eu dirigia normalmente, nunca fomos parados pela policia... Por fim, você tem que dar um calção de 150 CUC em especie, a ser devolvido na entrega do carro! Ocorreu tudo bem, só exija seu mapa, pois nos enrolaram e ficamos sem. Ah! Just in case, preste atenção no documento que aponta os amassados e tudo mais, pois no nosso eles não anotaram nada direito, mas exigimos que refizessem e tiramos fotos do carro todo na presença deles - não tivemos problemas depois! Ah! A gasolina custa mais caro na capital (custa entre 1 até 1,5 CUC), portanto, priorize colocar no interior, que nunca passou de 1CUC). Você pega o carro com o tanque cheio e devolve com ele vazio. Nós gastamos uns 3 tanques, que ficavam na média de uns 20CUC cada. Havana > Trinidad Total percorrido foi de 325km e fizemos em umas 4h30. Não se assuste quando um cubano te falar que este trecho é feito normalmente em 6 horas. Depois de observar o ritmo dos carros velhos na rodovia, você entende porque. O tempo todo você verá pessoas pedindo carona e se ofendendo se você não der, inclusive. No inicio ficamos um pouco apreensivos, mas depois entramos na onda. É um sistema bem bacana! Baseado mesmo na solidariedade. Cuidado somente com um ou outro esperto que pode querer que você dê uma saidinha do seu caminho pra ajudar ele...se você tiver tempo sobrando, beleza, mas caso corra o risco de ficar na estrada a noite, adiante seu lado...! *** Não deixe de comprar um BOM mapa, pois a sinalização (quando tem) é horrivel. Segundo alguns cubanos, é uma estratégia militar de Fidel para o caso de um ataque militar a Ilha (=P). Se você tiver o mesmo tempo que tivemos, ou seja, pouco, minha sugestão é: na ida pare na Cachoeira El Nicho, que fica entre Cienfuegos e Trinidad. Na realidade é uma serie de cascatas e poços para banho no mesmo local. É MUITO lindo!!! E custa 9 CUC para entrar. Não há trilhas, você deixa o carro na boca e só sobe um pouco. Outras formas de chegar em Trindidad: Busão pela Via azul – 25 doláres = 55 reais por pessoa | Saída: 5h15. Duraçao: +- 6h. Também rola taxi, acho que uns 60 CUC por dia, mas aí você pode fechar um carro e dividir este valor... É bom que tem mais liberdade pra fazer outras coisas no caminho e tal. Hospedagem: Hostal Jose y Kirenia - Valor: 25 CUC. Café da manha por 5 CUC e Jantar por 10 CUC, sendo peixe e porco com feijão de caldo (igual o brasileiro!!), arroz e legumes. A bebida é por fora. Os donos são uns fofos, super simpaticos mesmo! Lá você se sente mais em casa, mas também não chega a participar da vida, como imaginassemos como seria... Listada como patrimônio cultural pela Unesco desde 1988, Trinidad é um município muito apreciado pelos turistas por suas charmosas casas coloniais, ruas de pedras, cavalos e charretes e vida noturna agitada, com casas de música ao vivo e discotecas. O bacana de lá é que tanto no caminho de ida/volta ou no entorno, você encontra diversas atrações, como cachoeiras, engenhos antigos, serras, cavalgadas, e praias, claro! Nos recomendaram ainda a Playa Larga, no caminho de Cienfuegos até Havana. Pra sair, tem a Casa de la música, que fica nas escadaria ao lado da igreja... a entrada é 1 CUC e lá dentro você pode beber um mojito por 3 CUC. Musica e ambiente bacanas!! Durante o final de semana tb rola música na Casa de la Trova, mas não tinha nada em plena terça. Durante o dia, vale a pena passear pela costa, tem praias lindas. Fomos na famosa Playa Acon, a 15 km de Trinidad. Lá ficam sombreiros de graça e é possível alugar asp reguiçadeiras do hotel por 2 CUCs (4 reais). Para ir: alugar bicicletas, pegar um coco-táxi (CUC 5,00) ou ir de ônibus (CUC 2,00 ida e volta – guardar o comprovante para a volta). Horários dos ônibus – Trinidad – Ancon: 09hs, 11hs, 14hs, 17 hs; Ancon – Trinidad: 10hs, 12hs30min, 15hs30min, 18hs, duração de 45 minutos. ). Sai da Rua Antonio Maceo (em frente a HavanaTur) e no mesmo lugar tem vários táxis oferecendo cada trecho a 5 CUCs, é uma alternativa caso você perca o busão. Esta é a mais organizada, as demais são mais vazias e ótimas para mergulho. A maioria se chama "Grill alguma coisa", rs. Em La Boca, do outro lado de Ancon, ficamos na praia "El Almacigo". Lá demos a sorte de encontrar uns caras contratados por umas gringas pra fazer mergulho com cilindro. É bem doido porque nunca tinha ouvido falar de fazer mergulho assim sem muito preparação, mas no final das contas foi uma ótima oportunidade! Por 25 CUC por pessoa, eles fizeram um pequeno explicativo de como funcionava e um dos caras nos acompanhou num mergulho com cilindro, mascaras, roupa e tudo mais, por uns 40 minutos. Chegamos a 7 metros e os corais são bem bonitos logo pertinho! No medo, rola de fazer tranquilamente com snorkel mesmo... tem uma ótima visibilidade mesmo de cima! Para combinar o serviço, procure Piti el Buzo e Maudi, na Calle Pedro Zerquera 168 - telefone:01 53531279. Neste praia tinham uns dois caras atendendo e vendendo coco bem barato (1 ou 1.5 CUC), mas eles acabaram cobrando da gente (sem falar nada antes!) 2 CUC pelo estacionamento e sombreiro (que também era do resort, não deles). Não adianta discutir muito não, eles vivem do turismo e acabam cobrando por tudo. Tem hora que enche o saco pois surgem custos que você nem esperava ou considera justo, mas não adianta ficar discutindo muito não. De qualquer forma, eles atenderam super bem! Fomos ainda no Vale de Los Ingenios. É legal ver a parte mais rural da ilha, mas, na real, temos uma história muito parecida e os engenhos são/eram iguais aos nossos, tipo os que temos aqui no reconcavo baiano. Se você nunca foi em um, vale a pena por ser algo organizado - coisa que não encontramos assim aqui. Lá tem também uma torre alta, usada antigamente para vigiar os escravos, mas dá uma panoramica boa. Drink típico: a canchanchara, feito de rum, limão, mel e açúcar. Outra opção é tomar doses puras de rum, o Añejo Especial do Havana Club é o preferido da galera Trinidad > Havana - o resto dos dias foram lá pra conhecer bem. Vou listar algumas dicas e impressões, mas se precisarem de mais informações é só perguntar! * É importante ter paciência para andar nas ruelas de Havana Vieja, pois há bastante assédio de turismo. Toda hora vão querer te levar pro restaurante de um amigo, fingir que estão te dando uma informação, mas ao inves de dizer onde é o que você quer, eles vão juntos e tentar "simular" um serviço de guia para depois te cobrar pelo serviço; pedem coisas como canetas, roupas, etc. São pedintes diferentes do que encontramos por aqui...a maioria pega as coisas que consegue do exterior para revender mesmo, pois lá não há variedade de marcas e tudo mais. Porém, me parece bem obvio que apesar da pobreza geral, não há miseraveis dormindo na rua, descalços em pleno meio dia mendigando por 10 centavos. Todos estarão bem nutridos, sendo simpaticos, te pedindo alguma coisa de uma forma sutil ou tentando tirar outro tipo de proveito do turista lá. Entendam que o salario minimo deles não chega nem ao equivalente de 80 reais, logo, é no turismo que eles veem a unica saida em ganhar um pouco mais. Mas isso é mais no centro mesmo, passeando em Vedado dificilmente você verá isso...ninguem nem olha pra você, é beeeem de boa! * Outra coisa linda de se ver a total ausencia de criminalidade! Você pode andar com sua camera cara pelas ruas mais pobres e sujas. Pode contar seu dinheiro na rua. Pode voltar a pé na madrugada. Não se preocupe!!! Esta é uma das melhores coisas que você poderá encontrar na vida...! * O atendimento é muito bom! Pessoas bem instruidas vão te atender, te dar informações de forma eloquente, mas não se esqueça que eles SEMPRE estão esperando uma gorjeta. A galera pira se não tiver...! O que fazer: - Museu da Revolução: vale a pena pra dar uma lida e conhecer a história do revolução, mas o museu em si é acabado!! tem mais textos e umas fotos ruins. Mas vale a pena conhecer! - Casa de las américas, em centro cultural que sempre tem boa programação. - Na Calle 23, a principal de Vedado, tem o centro cultural Fresa y chocolate, um lugar de muitas atividades, tem um buteco massa, e que faz parte do icaic, instituto de cinema cubano. - Edifício Bacardi, com um mirante e belíssima vista para a cidade. - Tarde caminhando pelas ruas de Havana Velha: Obispo, O'Reilly, Mercaderes (a mais lindinha), Amargura, Brasil. E as praças de Havana Velha: Plaza de Armas, da Catedral, de São Francisco de Assis e Plaza Vieja. - Plaza de La Revolución, que tem a imagem de Camilo Cienfuegos e Che, mas só valem umas fotos. Não entramos no memorial ou biblioteca. Uma vez lá, aproveite pra ver o que tá acontecendo no Teatro Nacional. Tem bastante coisa de dança... - Hotel Habana Libre, edifício emblemático, pois funcionou como quartel general da Revolução, em janeiro de 1959, quando as tropas rebeldes entraram em Havana. - Visita ao Hotel Nacional de Cuba: belíssimo prédio, incrível vista para o Malecon, belo pátio, com confortáveis sofás, ideal para recarregar um pouco da energia gasta após a longa caminhada. Táxi até o Castillo del Morro, do outro lado da baía, sai, no maximo, por 5 CUC. Tem uma belíssima vista para Havana! Ali funciona um museu, mas não entramos. E também acontece o “canhonaço”, todos os dias, às 21hs. - Malecón: o cenário é ainda mais bonito ao entardecer, excelente para caminhar e fotografar. - Bairro Chino não é muito tipico, Liberdade em SP é melhor, por exemplo...poucos cinos, mas tem uns restaurantes lá que não fomos. - Continuamos nossa caminhada por Havana Velha: na Calle Compostela com Jesus Maria está o Arco de Belém; na Calle Cuba está a entrada para o antigo Convento de Santa Clara; mais adiante está o Museu do Run, que também tem uma loja; de um lado do museu está o bar Havana Club e, do outro, o Dos Hermanos (bar tipico, com mojitos caros); em frente está a Capitania dos Portos e logo depois do Dos Hermanos está a Igreja Ortodoxa Russa. Um pouco depois, tem a Feira (que esqueci o nome) que tem bastante pintura! - Na Plaza de Armas tem uma feira de livros e antiguidades que funciona diariamente: além de encontrar algumas relíquias, como antigas maquinas fotograficas que dizem funcionar ainda. - Caminhada pela Paseo del Prado, visita ao belíssimo Gran Teatro de Havana (entrada livre) e parada no Parque Central para observar o movimento. - Café Casa de Las Infusiones, que era frequentado por Eça de Queiroz e onde conhecemos Roberto, um pianista muito talentoso. - Visita ao espaço cultural Callejón de Hamel, na Calle Aramburu, esquina com San Lazaro. Lá é tipo um terreiro de candomble. Tem vários artistas tb e vão te encher o saco para comprar uns CDs ruins de salsa local, rs. No domingo, as 12h, tem uma rumba! - Visita à Universidade de Havana, muito bonita, mas passamos no sábado e ela tava fechada. - Fomos na Habana 1791, uma perfumaria onde se produz essências florais artesanalmente (Calle Mercaderes), atras de sachês, mas só tinha uns de chocolate muito doce... Comes e bebes: - Restaurante Paladar San Cristobal Bar Factoria Plaza Vieja: é um barzinho que fica em frente à Plaza Vieja, e que também é uma fábrica de cerveja. Rola música durante quase todo o dia, e os preços são bons, mas a cerveja é meio estranha. - Casa de la Música é sempre recomendada nos guias e tal, mas parece que é meio um reduto de tursimo sexual e muuuuuuuito assedio ao tursimo, coisas caras, enfim... não vale a pena! - El Floridita é um dos mais tradicionais e famosos bares em Havana. Conhecido com o berço do daiquiri, o local era um dos lugares preferidos do escritor americano Ernest Hemignway, que viveu em Cuba por duas décadas. Mas a comida não é lá essas coisas, mas na media, vive cheio de gente, TODOS gringos e tudo caro. Pode entrar, tirar uma foto e pronto! - Bodeguita del Medio: o bar é famoso e com filiais em vários países (Ernest Hemingway era cliente frequente e adorava os mojitos de lá). O Mojito é caro e aguado, custa 5 CUCs, mas você pode entrar só pra conhecer o bar e ver a galeria de fotos de famosos que já passaram por lá. Tinha um grupo de musica beeeeem bom tb!! - JAZZ CAFÉ – Bar. Funcionamento: 12h/2h. Galerias del Paseo, 3º andar, Av. Paseo esq. com Av. 3, Vedado. +53 (7) 838-3556. Com o shopping fechado, dá a impressão de que o táxi deixou você no meio do nada, mas basta se dirigir ao terceiro andar do edifício para encontrar um elegante bar de jazz, lugar em que o pianista e compositor Chucho Valdés começou a fazer sua fama. Localizado no bairro Vedado, o Jazz Café é conhecido por reunir excelentes músicos. De quebra, come-se e bebe-se bem por ali – a consumação mínima é de CUC$ 10 (você paga 10 e consome tudo). Bom para esticadas, já que é um dos bares que fecham mais tarde na cidade. Tem que ir!!!!! - LA DOMINICA – Restaurante. O’Reilly, 108. +53 (7) 860-2918. Bom restaurante italiano numa aconchegante taverna espanhola típica da Havana Vieja da década de 50. O lugar foi ponto de encontro de Fidel, Raúl e Che Guevara nos primeiros dias após a vitória da revolução. - La carboncita (Calle 3ra 3804 e/ 38 y 40) é o melhor restaurante italiano da cidade! Lá só tinha italianos, inclusive. A carta de vinho é meio cara, mas a comida é genial. Com ingredientes vindos da Italia mesmo - o que é uma dificuldade! Fica longe, em Miramar, mas se puder, vá!! - Café Laurent. Calle M # 257. entre 19 y 21 (Penthouse). Fica mais ou menos perto do Hotel Nacional, na terrza de um prédio. É muito bom!! Tem um ceviche e carne de qualidade. - Atelier (localizado em Vedado, proximo ao Jazz Café) - nos foi bem recomendado, o atendimento é otimo e o ambiente tb, mas particularmente não gostei muito... o polvo estava duro, mas não pedimos pratos principais. Jazz Club La Zorra Y El Cuervo. Fica na 23 entre a 0 e N. É uma casa nortuna com musica todos os dias, localizada num porão antigo. Música boa mesmo!! Você
  3. Carol, tudo bom? Ótimo seu relato! Estou planejando uma viagem super curta (infelizmente) para Cuba em dezembro. Serão somente 7 dias (tirando já o útlimo dia de volta, que não conta pra nada). Li bastante e fiquei com vontade de alugar um carro em Havana e ir até Trinidad / Playa Ancon, dormir por lá e na manha seguinte andar mais umas duas horas e chegar em Remédios pra aproveitar o Cayo de las Brujas e, de repente, a cachoeira no dia seguinte. Penso em voltar direto pra Havana, pra chegar no final do dia lá. Ficaria ainda uns 4 dias pra conhecer Havana... Você acha muito corrido? Ruim alugar carro? Fiquei preocupada com os horários e demoras do busão, mas os taxis me parecem uma boa também... Ah! Fiquei ainda curiosa com Maria las Gordas, mas como é do outro lado, achei mais interessante fazer esse corre ai, né?! Obrigada desde já pela ajuda! Abs
  4. Oi, oi! Em outubro deste ano fiz uma viagem de 17 dias, entre Bolívia e Argentina. Tentarei escrever um breve relato sobre minha experiência, focando mais em dicas do que em duração e/ou estradas percorridas. Começamos a viagem com uma noite em Lima, onde ficamos no hostel Pranayama, em Miraflores. Como ficamos só uma noite mesmo, foi o suficiente... achamos um restaurante pertinho pra comermos o famoso (e gostoso!) ceviche e as camas eram bem confortáveis. A disposição dos quartos era um pouco estranha, toda vez que entrávamos no quarto, éramos obrigados a passar por um outro quarto, sempre incomodando a pobre moça que dormia... Pegamos um avião logo de manhã pra La Paz, onde chegamos no meio da tarde. Sentimos a altitude logo de cara... De lá pegamos um táxi direto pra rodoviária (acho que deu 55/60 bolivianos, dividido por nós 3). Também há opção de pegar tipo um mini-busu por 3,8 bs, mas já havíamos perdido muito tempo e preferimos adiantar! A intenção era pegar o busu da Todo Turismo (230bs) às 21h para Uyuni, mas não deu tempo - quando chegamos, por volta das 18h10, já havia acabado tudo. Tentamos reservar algumas vezes por email, sem sucesso!! Logo, sugiro que tentem entrar em contato com eles por telefone e reservem, caso tenham o tempo apertado. Na falta, pegamos um ônibus comum (+- 100bs). Definitivamente era bem mais barato, mas igualmente mais desconfortável. A viagem nos ônibus comuns são bem mais longas por conta das paradas e apesar deles terem me informado que seria somente 1 parada por volta de meia-noite, foram pelo menos 4 paradas. Enfim, saímos as 19h (com um pouco de atraso) e chegamos - um caco - em Uyuni por volta das 6h ou 7h. Em Uyuni, logo na saída do ônibus, fomos bombardeados por vários agentes de turismos querendo vender os passeios pro Salar. Por fim, ficamos com a Tourbol por conta do valor proposto; U$ 95 ou 690 bs (sem incluir os ingressos do parque por 150 bs e da ilha por 30bs). A verdade é que os carros que fazem os passeios já são meio padronizados, mas vale a pena pedir pra dar uma olhadela nele antes. Até onde entendi, acontece muito de pessoas que compraram o passeio em diferentes empresas, ficarem no mesmo carro. Logo, o que vale no final é a sorte que você terá (ou não) com seu motorista-guia-chef. O passeio atrasou um pouco pra sair e fechamos um carro somente com brasileiros, com um guia ótimo, o Quintim! Ah! Comprem bastante água pra levar com vocês, levem alguns lanchinhos e recomendo que aproveitem pra comprar uns vinhos pra noite tb... Tem alguns mercadinhos em Uyuni que você poderá encontrar essas coisas. *Atenção! Guarde o comprovante da entrada do parque!!!! Não tem muito mistério, o passeio inclui sempre: 1º dia) cemitério de trens, o salar em si, ilha de cactos e a dormida foi no meio do nada, já fora do salar. O banho quente não estava incluido e valia 10bs. Acabei tomando o banho frio, mas tenho certeza que água quente seria muuuuuuito melhor. Foi sofrido, rs!! Local da dormida do primeiro dia. O segundo dia do passeio foi encantador, pois é quando começamos a conhecer as lagunas e os desertos... uma mais linda que a outra!!!! Apesar de você ficar a maior parte do tempo dentro do carro, as paisagens vistas pela janela são incríveis. Sempre há a parada estratégica pro almoço, que é servido ou numas mesinhas na beira da laguna ou no fundo do próprio carro. Como sou vegetariana, pedi um menu especial, mas a verdade é que não muda muito não. Era sempre uma carne, uma saladinha de pepino com cenoura e não sei mais o que, arroz, lentilha ou algo similar ou macarrão... Ah! Nada tem sal, azeite ou tempero, no máximo, dão uma mostarda e catchup lá, rs. Não digo que é de passar fome, mas como eu ainda não comia a carne, senti falta de um pouco de comida sim... Ratificando: se possível, levem uma sacolinha com um lanchinho!!! A dormida neste ultimo dia foi a 4300 metros de altitude e isso foi duro! Também não havia água no alojamento, só não entendi até hoje se era sempre assim ou naquele dia... a moça de lá não parecia muito disposta a explicar... O terceiro e último dia começa cedo. Saímos do alojamento antes de 5 da matina e tava um frio de rachar... coisa de 12 graus negativos. De lá, partimos pra San Pedro de Atacama. A primeira paradinha foi nos geisers, que não é nada demais...depois tomamos café da manhã numa casinha na beira das águas termais. Os gringos super entraram lá, mas nenhum de nós teve coragem, rs. De lá, seguimos pelo Deserto Salvador Dali que é realmente incrível e você sente que está derretendo junto as montanhas e areia... Por fim, paramos numa laguna (que já não lembro o nome...) que já fica pertinho com a fronteira do Chile. Daí, seguimos com o carro até a fronteira para pegar um busu para atravessar, uma vez que os dois países não tem uma relação muito boa. Detalhe importante: no local de carimbar seu passaporte, é possível que os guardinhas cobrem uma PROPINA! Eles alegarão que existe uma taxa de saída, mas podem bater o pé que não há e peçam pra eles provarem através de algum documento oficial. Podem dizer, inclusive, que você olhou no site do próprio governo boliviano e nada constava... Bom, eu fiz tudo isso e eles se faziam de doidos. Como meus amigos queriam resolver logo, resolvemos pagar o que tínhamos, coisa de menos de 10bs por pessoa. E eles aceitaram!! Enfim... Depois de, no máximo, 1 horinha você chega em San Pedro. Que é uma cidade super agradável e merece uns 2 ou 3 dias. Não digo mais, porque depois do Salar, dificilmente você verá paisagens tão lindas...! Termais Ruelinha de San pedro de Atacama Acho que é isso! Qualquer coisa, entrem em contato!
  5. hum... é, vou pesquisar ainda sobre as empresas que fazem o Salar. se achar algo legal, coloco aqui! apesar de decidirmos na hora, acho legal já ter umas indicações... boa viagem pra você tb!!!
  6. heka, olhei aqui no plataforma10 e encontrei viagens de 13 a 14h30 de duração...tá de boa, considerando que saímos de Mendoza 18 ou 19 da noite de um dia e chegamos em Buenos Aires logo às 8 da manhã do dia seguinte. Os preços variam entre 160 e 260 reais, a depender da duração e do conforto. Vou pesquisar aqui se há alguma graaande diferença entre o ônibus semi-cama, ejecutivo e um tal de suite. http://www.plataforma10.com/Servicios#buscar/315/10/21-10-2012/1
  7. heka, pro salar vamos do dia 11 a 14 de outubro, finalizando em San Pedro Atacama. vou ver se acho alguma informação a mais dessas empresas... ai, fiquei apreensiva com essas 20 horas de ônibus.
  8. Muito obrigada, Mário e Taciano!! Vou ler os relatos, mas as informações que vocês passaram já foram de bastante valia! Abraços!
  9. Gente, eu estou planejando viagem de carro para Argentina e sul da Bolívia para Outubro deste ano. Eu descrevi parte do meu roteiro em outro tópico, mas achei melhor criar um novo... Bom, agradeço desde já por toda e qualquer ajuda! BOLÍVIA 1º - Voo da Lan de São Paulo para Lima. Só iremos passar algumas horas em Lima. Basicamente a noite toda, por isso decidimos achar algum albergue legal por Miraflores. 2 º - Voo de Lima para La paz (passando por Sta Cruz) - Chegaremos em La Paz de tarde e pegaremos um ônibus noturno para Uyuni. 3 º - Chegada cedo em Uyuni. Dúvida: Alguém indica alguma empresa para fazermos o passeio do Salar (3 dias e 2 noites)? 4º - Excursão pelo Salar. 5º - Excursão com chegada em San Pedro de Atacama. Dá pra passar a tarde e a noite por lá... 6º - San Pedro de Atacama - Salta. Este trajeto faremos de ônibus. Entrei em contato com a empresa Geminis, alguém indica outra? Esta sai no domingo e custa CH$ 32.000. ARGENTINA 7º - Salta - Tilcara - Quebrada de Humahuaca - Purmamarca. Dúvida: Será melhor dormir em Purmamarca ou em Tilcara? Li que a segunda tem mais estrutura, mas a ideia de dormir em um pueblo mais "rústico" me agrada também... 8º - Purmamarca (ou Tilcara) - Cachi - Cafayate. Dúvida: O google maps dá um tempo de viagem de 5h30 de Salta até Cachi, mas quando pesquiso em outro lugares a duração cai pra até 2h. Alguém sabe me dizer como é essa estrada? Cachi é realmente imperdível ou dá pra pular e adiantar a viagem pra conhecer melhor as vinícolas do Valle Calchaqui? É aconselhável dormir em Cafayate ou seria melhor descer logo pra Tafí del Valle (ou qualquer cidade legal na região)? 9º - Cafayate - Ruínas de Quilmes - Tafí del Valle - San Miguel de Tucuman ou La Rioja. Dúvida: Vale a pena esta região de San Miguel de Tucuman ou é melhor adiantar a viagem pra dormir em La Rioja ou na região de Catamarca?? Li também sobre os vulcões de Antofagasta de la Sierra... Tô bem na dúvida aqui, vou pesquisar mais, mas aceito ajuda! 10º - La Rioja -Parque Talampay - Parque Ischigualasto - Mendoza. Dúvida: Uma vez que estaremos no nosso carro, podemos simplesmente contratar um guia local para nos acompanhar dentro dos parques ou é necessário pagar tipo um excursão? 11º Mendoza - Devolução do carro e passeio na cidade mesmo... 12º Mendoza - Buenos Aires. Dúvida: Alguém recomenda alguma cia de ônibus para pegarmos um noturno para chegar em Buenos Aires pela manhã? Vi que todos comentam desta FlechaBus e também encontrei um relato com o preço das passagem bem carinho, por volta de 250 reais, é isso mesmo? 13º, 14º, 15º, 16º - Buenos Aires. É por ai, mas o roteiro tá aberto a alterações... Muito, muito, muito obrigada!! Abs
  10. Gente, estou planejando uma viagem de carro de Salta até Buenos Aires para outubro deste ano e tenho algumas dúvidas. Espero que alguém possa me ajudar! Eis o roteiro: 1º - Salta - Tilcara - Quebrada de Humahuaca - Purmamarca. Dúvida: Será melhor dormir em Purmamarca ou em Tilcara? Li que a segunda tem mais estrutura, mas a ideia de dormir em um pueblo mais "rústico" me agrada também... 2º - Purmamarca (ou Tilcara) - Cachi - Cafayate. Dúvida: O google maps dá um tempo de viagem de 5h30 de Salta até Cachi, mas quando pesquiso em outro lugares a duração cai pra até 2h. Alguém sabe me dizer como é essa estrada? Cachi é realmente imperdível ou dá pra pular e adiantar a viagem pra conhecer melhor as vinícolas do Valle Calchaqui? É aconselhável dormir em Cafayate ou seria melhor descer logo pra Tafí del Valle (ou qualquer cidade legal na região)? 3º - Cafayate - Ruínas de Quilmes - Tafí del Valle - San Miguel de Tucuman ou La Rioja. Dúvida: Vale a pena esta região de San Miguel de Tucuman ou é melhor adiantar a viagem pra dormir em La Rioja ou na região de Catamarca?? Li também sobre os vulcões de Antofagasta de la Sierra... Tô bem na dúvida aqui, vou pesquisar mais, mas aceito ajuda! 4º - La Rioja -Parque Talampay - Parque Ischigualasto - Mendoza. Dúvida: Uma vez que estaremos no nosso carro, podemos simplesmente contratar um guia local para nos acompanhar dentro dos parques ou é necessário pagar tipo um excurssão? 5º Mendoza - Devolução do carro e passeio na cidade mesmo... 6º Mendoza - Buenos Aires. Dúvida: Alguém recomenda alguma cia de ônibus para pegarmos um noturno para chegar em Buenos Aires pela manhã? Vi que todos comentam desta FlechaBus e também encontrei um relato com o preço das passagem bem carinho, por volta de 250 reais, é isso mesmo? 7º 8º, 9º, 10º, 11º, 12º - Buenos Aires. Basicamente acho que é isso! Tá bom o roteiro? Muitas dúvidas, né?! Ó, aceito todos os tipos de sugestões, criticas ao roteiro, enfim, qualquer coisa será bem vinda. Obrigada desde já, meu povo! O site já tem sido de grande ajuda. Um abraço!
  11. Felipe, tudo em paz? Vem cá, estou planejando uma viagem muito parecida com a sua para outubro deste ano. Queria saber como foi sua viagem...?! Você manteve este roteiro aí? Brigada, desde já!
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