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Rezzende

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Reputação

44 Excelente

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Sobre Rezzende

  • Data de Nascimento Abril 26

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  • Lugares que já visitei
    Belo Horizonte, Ouro Preto, São João del Rey, Tiradentes, Juiz de Fora, Uberlândia, Ibitipoca, Montes Claros, São Thomé das Letras, Rio de Janeiro, Niterói, Paraty, Trindade, Angra dos Reis, Aparecida, Campos do Jordão, São Paulo, Vitória, Salvador, Curitiba, Ilha do Mel, Florianópolis, João Pessoa, Pipa, Natal, Brasília, São Luís, Alcântara, Lençóis, Recife, Maceió, Porto de Galinhas, Cusco, Machu Picchu, Punta del Este, Piriapolis, Colonia, Montevideo, Ushuaia, El Calafate, El Chalten, Buenos Aires, Bogotá, Medellín, Cartagena, Viña del Mar, Santiago e várias outras cidadezinhas dessas minhas Minas Gerais!
  • Próximo Destino
    ???
  • Meus Relatos de viagem
    Vitória: http://www.mochileiros.com/vitoria-e-a-viagem-de-trem-t61866.html
    Salvador: http://www.mochileiros.com/salve-salvador-t62947.html
    Curitiba e Floripa: http://www.mochileiros.com/curitiba-florianopolis-t68291.html
    Angra e Paraty: http://www.mochileiros.com/angra-paraty-e-trindade-t75001.html
    S. Thomé das Letras: http://www.mochileiros.com/ano-novo-em-sao-thome-das-letras-t77650.html
    João Pessoa, Pipa e Natal: http://www.mochileiros.com/joao-pessoa-pipa-natal-t81191.html
    Brasília: http://www.mochileiros.com/fim-de-semana-em-brasilia-t87294.html
    Maranhão: http://www.mochileiros.com/maranhao-em-5-dias-t95011.html
    Diamantina: http://www.mochileiros.com/relato-fotografico-24-horas-em-diamantina-t97308.html
    Ilha do Mel: http://www.mochileiros.com/curitiba-ilha-do-mel-t103448.html
    Uruguai: http://www.mochileiros.com/uruguay-7-dias-punta-piriapolis-colonia-e-montevideo-t127070.html
    Patagônia: http://www.mochileiros.com/imensa-patagonia-ushuaia-el-calafate-el-chalten-e-bsas-em-15-dias-fev-17-t140915.html

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  1. Pois é @Eduardo Melo Ferreira , mineiro é assim mesmo, se não pegar não se dá por satisfeito Em setembro ainda deve ter bastante gelo mas acho q deve dar pra aproveitar algumas trilhas. A Patagônia tem o conjunto de belas paisagens mais impressionante que já conheci, vc vai curtir mto Depois conta como foi
  2. O dia que eu fui embora vc chegou em Santiago, fizemos praticamente as mesmas coisas, gostei mto da cidade
  3. Oi Ligia, valeu por curtir!! Levei 500 dolares mas voltei com um pouco pois o cartão de crédito tava compensando então passei algumas coisas no cartão. Vai curtir a Colômbia, tá um país muito bacana de visitar Boa viagem!!
  4. @AmandaMaria O free walking sai da Plaza de Armas em frente a catedral, o pessoal fica ali de camisa vermelha, é fácil de identificá-los. Os horários são 10 ou 15h, eu fiz o das 15h O metrô de Pajaritos é longe mesmo, eu desci lá porque eu ia ter que pegar metrô mesmo pra ir pro hostel, mas se vc for pra outra hospedagem mais no centro tem os outros lugares onde o onibus passa que o D Fabiano citou ae e talvez vc nem precise pegar o metrô na chegada ou na saída, depende de onde vc hospedará. Pajaritos é só pra ir pro Aeroporto ou pra Viña ou Valparaíso, pq também saem onibus pra Viña de lá. Pra ir nos outros pontos de Santiago vc nem passa lá. Viña e Valparaíso tem rodoviárias, vc desce nelas Cajón del Maipo de carro é outra coisa, aproveita bem mais, mas eu não vi mta placa não, pras termas tem umas placas indicando Baños Colina de vez em quando, mas pra ser sincero nem reparei mto nisso, ja que eu tava indo com chilenos já acostumados a ir lá. É bom se for carro 4x4 pq tem um trecho de estrada de terra, mas nao é obrigatorio, tinham carros comuns lá. Só que se entrar em certos lugares fora da estrada pode ficar agarrado lá, vimos uns 5 carros nessa situação, minha amiga tinha o telefone de uma grua e até ligou chamando pra ir lá tirar eles Valparaíso não me encantou mas eu não subi os cerros, que dizem ser o mais interessante lá, vá pelo menos em um, como o Cerro Alegre, depois me conta Viña é mais gostosa, tem uma orla legal, dunas, um museu que eu não fui, o hostel me deu um mapinha e explicou bastante coisa, pode pedir um help pro seu hostel tb q eles indicam algo bacana Contando com hospedagens, entradas nos lugares (que são caros...), pouca comida, fiz algumas coisas no hostel pra economizar, mesmo assim creio que uns 1200 eu gastei, incluindo lembrancinhas e tudo. Aéreo eu comprei uma promocional da Gol, 800 ida e volta saindo de BH com escala no Rio que tava inclusive mais barato que o trecho direto Rio_Santiago
  5. Valeu por curtir Hamilton Santiago no inverno deve ser ainda mais lotada de brasileiros, só espero q as coisas não sejam ainda mais caras Olha cara, eu fiquei de boa só no wifi. Além do hostel, usava wifi nos bares e restaurantes, tem wifi publico na Plaza de Armas, algumas estações do metrô (não todas) tem wifi livre tb, no Sky Costanera, na Concha y Toro, tudo com wifi livre. Nos poucos lugares que não tinha wifi eu praticava uma sessão de desapego desse mundo virtual
  6. valeu Raphael!! Já mandei os papéis pro seguro e me pediram 30 dias, depois eu conto como ficou
  7. Fiz da Travel Ace, atraves da Seguros Promo com um cupom de desconto, paguei 81,32. Não consegui contato telefônico com eles lá na hora que cortei o pé por isso fui procurar atendimento por conta própria. Tentei um posto de saúde perto que disse que não atendia curativos e me disse pra ir num outro endereço que era tipo um hospital geral mas tava caótico demais lá e acabei indo pra clínica particular. Guardei os recibos, mandei e e-mail pra seguradora e eles me passaram o que eu precisava mandar qdo voltasse ao Brasil pra fazer o ressarcimento.
  8. Quinta, 22 de março de 2018 Fui ao centro, passei no Mercado Central pra ver se tinha alguma lojinha de artesanato pra comprar umas lembrancinhas mas só tinha uma, a maioria era restaurantes e as redondezas ali não eram muito interessantes. Tem o La Piojera ali perto, onde foi criado o drink Terremoto mas ainda era muito cedo pra beber haha. Pedi um suco de chirimoya numa lanchonete e fui andando até o Museu de Bellas Artes. Bonito, de graça, gostei. Fui pro Cerro Santa Lucia mas tava começando um festival gastronomico até o fim de semana e o cerro tava fechado pro evento, tinha pagar 2500 pesos pra entrar e ainda não ia dar pra ir até o ponto mais alto. Desisti. Ali perto tem o centro de artesanato e esse sim tem bastante opção, o melhor que eu vi. Comprei minhas quinquilharias lá apesar de ter comprado pouco coisa em comparação a outras viagens por causa dos preços altos do Chile. Assim como no Uruguai, não pude comprar muito Passei no hostel, encontrei o Vitor e chamei ele pra subir o Cerro San Cristóbal. Subimos de funicular e descemos de teleférico. Preço total 4510 pesos por pessoa. A melhor vista de Santiago. Tem um pequeno santuário lá em cima, fica tocando música de igreja no alto falante, me lembrou o Convento da Penha no Espírito Santo. Provei lá o mote com huesillo, típico chileno, com trigo e pêssego. Achei muito doce pro meu gosto. A volta pelo teleférico termina a uns 10 minutos a pé do Sky Costanera, de lá pegamos o metrô na estação Tobalaba e voltamos pro hostel. Noite de pisco free no hostel, depois uma baladinha. Sexta, 23 de março de 2018 Juntei minhas tralhas e fui!!! Segui com o Vitor de novo e fomos pra Viña del Mar. Pegamos metrô até Pajaritos e de lá o ônibus pra Viña. Tem muitos onibus, são 3 empresas e vários horarios. Fomos com a empresa Romani que era a mais barata, 3mil pesos, as outras eram 3300 e até 3500 pesos. A diferença aparente era só porque os onibus eram de 2 andares ou talvez tivessem outros confortos, mas pra uma viagem de uma hora e meia basta o mais barato. Eu ia ficar em Viña e o Vitor ia voltar. Passei no hostel que tinha reservado, o Street Garden e deixei minhas coisas. Fomos pro relógio de flores pra clássica foto e depois pegamos o metrô pra Valparaíso. Subimos até a casa de Neruda mas como estavamos mais interessados em tirar fotos lá do alto do que pagar os 7mil pesos de entrada, não entramos. Descemos por outra rua onde tem o museu a céu aberto e uns grafites. Eu queria subir algum cerro mas o Vitor não animou, então fomos andando até a rodoviaria de Valparaíso de onde ele voltou pra Santiago. Não sei se fiz as coisas certas ou se foi do jeito errado, mas Valparaíso não me encantou. Cidade portuária, aspecto um pouco decadente, centro da cidade como de uma cidade qualquer, achei Viña bem melhor. Voltei pra Viña e fui pra orla pra pegar o tão esperado por do sol no Pacífico. Lindo No hostel, que por sinal tinha um staff muito bom, que me fez sentir em casa, tinham pulseiras pra uma festa num bar ali perto, Hollywood Bar. Fui com a turma lá, 5 israelenses, 2 alemãs e 2 inglesas. Interessante também q ao contrário de Santiago que tava tomado de brasileiros, tanto no hostel como pela cidade, em Viña não vi nenhum. Ficamos até umas 4 e pouco na balada Sábado, 24 de março de 2018 Já levantei tarde, mas peguei uma bike e fui até umas dunas em Viña. Botei os pés na água friazinha do Pacífico almocei um menu del dia com bife de frango perto do hostel por 3600 pesos, prato bem farto fiquei um pouco no hostel e umas 16:30 sai pro terminal de buses, voltei pra Santiago. Desde janeiro quando decidi ir pro Chile, falei com a Lore que queria ir no Cajón del Maipo e ela disse que me levaria no fim de semana, quando não trabalhava. Quando nos encontramos na terça, ela disse que faria uma festinha simples de aniversário pra filha dela e queria que eu fosse, ficasse na casa dela e domingo cedo íamos ao Cajón. Aceitei . Desci em Pajaritos, peguei o metrô e depois um onibus que ela me disse que ia até a casa dela. Ela mora em Lo Barnechea, é no fim de Santiago, já na saída pra Valle Nevado e Farellones. Um bairro muito tranquilo, gostoso de viver. É longe bati na casa dela já quase 8 da noite. De mala e cuia. Já estavam lá a sobrinha dela com o namorado, começamos a bater um papo, eles virão ao Brasil em maio, já enturmei depois foram chegando outros parentes, irmãos dela, cunhada, sogros, a mãe dela, outro casal de amigos, todos muito agradáveis, enturmando comigo. Olha onde eu fui parar!!! Numa típica festinha de aniversário de uma família chilena. Cervejinha, ou chela, chelita como eles falam, vinho, licores, salgadinhos, alguns bem diferentes pra mim. E as conversas entre eles cheio das gírias chilenas cachai (entendeu) era toda hora cachai cachai cachai caña (ressaca) carrete (festa) que fome (que chato) pololo (namorado) weon weona e por ai vai. É uma língua realmente a parte Lá pela meia noite a turma foi dissipando, a filha dela ia pra casa do namorado, o filho ia pra casa da avó então ficamos só ela o marido e eu, assim dormi no quarto do filho dela sem ter que incomodar ninguém, aí sim!!! Domingo, 25 de março de 2018 Antes de 9 da manhã saímos ao Cajón del Maipo, eu Lore e o marido dela Jonathan, cara calado, na dele, mas muito receptivo e gente boa. Meu receio era a recepção que eu teria na casa dela, mas a família dela foi toda muito incrível, são agora todos amigos que eu desejo sinceramente retribuir tudo algum dia aqui em Minas. Fomos no carro deles, foram me mostrando a cidade, as avenidas, os bairros, falando sobre as situações políticas deles e daqui. Depois de San José del Maipo paramos num túnel de trem abandonado onde há uns 20 anos um rapaz de 18 anos se enforcou por causa de uma depressão amorosa e dizem as lendas que sua alma vaga por ali o tunel é super escuro e um pouco comprido, friozinho, o lugar certo pra um ar de suspense Seguimos pra Embalse el Yeso, estrada bonita, represa fascinante, paramos pra fotos em uns 3 lugares e fomos até o final onde tem uma prainha e onde uma galera faz churrasco, pique nique ou simplesmente fica lá contemplando. Nao vi agencias de turismo naquele ponto, acho que fui num ponto acessível só de carros particulares, não sei se estou certo. Aquela represa é linda, era um ponto top da viagem e não me decepcionou. Voltando, paramos num lugar onde tem refúgios militares abandonados. São bem abandonados e com muito lixo dentro, mas o aspecto de fora com as montanhas de fundo dá uma impressão de lugar surreal, de outro mundo. Tirando aquele lixo de dentro dos refúgios já seria ótimo, já que o aspecto exterior de abandono é que dá o charme lá. Depois fomos pras termais. É longe fomos aos Baños Colina, encravado no meio das montanhas, acesso por terra, paga 8mil pesos por pessoa pra entrar e quem quiser pode acampar e dormir por ali. Chegamos quase 16h lá e saímos as 18h. São 5 piscinas de agua termal, as mais quentes acima, as mais frias abaixo. Se não me engano a primeira era água a 70 graus, não tinha ninguém nela a segunda 55º só 2 pessoas cozinhando lá, a terceira 45° onde deu pra ficar um bom tempinho, já que a sensação é q a água quente abaixa tua pressão e tu não tem nem animo pra sair dela a quarta a 35º era a mais gostosa e a ultima a 25º e que tinha mais barro pra galera se sujar toda. Todas elas tem gesso, então a água é meio esbranquiçada e tu fica meio engessado também a estrutura ali é bem mínima, a ducha do banheiro é fria então quem vai no inverno sai dali engessado mesmo alias como ventava um pouco tava daquele jeito entra na água cozinha, sai dela sente frio , mas é muito relaxante, gostei muito. Chegamos de volta na casa da Lore já passava de 22h. Peguei minhas coisas e não quis ficar lá mais uma noite porque os filhos dela já tinham voltado e eu ia me sentir incomodado se o garoto fosse dormir no quarto da irmã. Ainda mais queria comprar umas coisinhas finais e a localização do hostel era melhor pra isso. Queria voltar de onibus mas eles ainda me levaram de carro até o hostel Segunda, 26 de março de 2018 Resolvi passar essa ultima noite no hostel Providência também por causa da estrutura e localização. Depois do café peguei o metrô e voltei no centro de artesanato de Santa Lucia porque aí já tinha noção do dinheiro que me sobrou pra comprar bugigangas. Depois voltei pro hostel, juntei minhas tralhas e peguei o metrô até Pajaritos e de lá o onibus por 1800 pesos até o aeroporto. Esse foi meu rolê no Chile, dúvidas, sugestões, elogios e reclamações nos comentários abaixo Hasta luego!!
  9. Hola mochileiros, tô aí pra mais um relato, uma viagem diferente das que tenho feito ultimamente, menos corrida, com mais dias pra relaxar e menos coisas pra fazer. Seguindo minha filosofia, depois de ter percorrido um pouquinho do Brasil, sigo agora percorrendo a América do Sul e o país da vez é o Chile Primeiro falando de câmbio, levei só reais, porque como tem muito brasileiro lá (e chileno aqui) é uma moeda bem aceita. Ao menos em Santiago hehe Cartão de crédito não tava compensando muito, levei 2 pro caso de emergência (quase precisei apelar pra todos), cartão de débito idem Câmbio no aeroporto: 1 real=173 pesos Câmbio na Calle Agustinas = 180 a 185 pesos Domingo, 18 de março de 2018 Dia só pra chegada mesmo, ao contrário de outras viagens que já saio do aeroporto batendo perna, dessa vez cheguei pouco depois das 4 da manhã, fiz um câmbio pequeno no aeroporto porque além do câmbio ruim ainda tinha uma taxa de 860 pesos, 100 reais deram pouco mais de 16 mil pesos, só pro primeiro dia mesmo. Esperei amanhecer, ainda era horário de verão no Chile então o horário era o mesmo do Brasil mas só clareava 07:45 da manhã. Pra ir do aeroporto pra cidade o modo mais barato é o modo mochileiro mesmo, pegando um busão da Turbus ou Centropuerto, que ambos são 1800 pesos. Desce no metrô, a primeira onde eles passam e onde eu desci e recomendo descer é Pajaritos. Comprei a Tarjeta Bip, que você usa no metrô e nos ônibus, o cartão custa 1550 pesos, você vai recarregando conforme usa e no fim traz como souvenir de viagem. O preço da passagem varia de acordo com o horário, alto, normal ou baixo, sempre peguei no horário normal que é 680 pesos. Já to juntando vários cartões de transporte público pelo mundo: Florianópolis, Bogotá, Santiago, Valparaíso…. O resto do dia foi por conta de ficar a toa no hostel, socializando e experimentando o Terremoto, bebida típica chilena com sorvete de abacaxi, Fernet e um tipo de vinho branco doce, bebida bem doce mesmo, dessas q você vai bebendo e quando vê já tá chapado O hostel que fiquei foi o Providência Hostel, perto do metrô Baquedano e do Parque Bustamante, bem localizado, fácil pra pegar metrô, e de metrô você vai pra qualquer canto em Santiago. Hostel bom, bar com uma hora de bebida gratis no happy hour, não tem festas, só distribui pulseiras pras festas nas redondezas e as redondezas também tem muito barzinho. Café da manhã tem bastante coisa, prédio tem 5 andares, hostel enorme. Segunda, 19 de março de 2018 Fui primeiro no centro fazer câmbio, tem um trechinho na calle Agustinas que concentra várias casas de câmbio e aí é só olhar onde tá o melhor preço. Nesse dia tava de 180 a 184 pesos, depois passei de novo na quinta e tava de 182 a 185 pesos por real. Dei uma volta na Praça de Armas, Catedral, fiz o free walking que sai em frente a catedral às 15 horas e percorre um trechinho bacana, Câmara dos Deputados, La Moneda, entrada do Cerro Santa Lúcia, Barrio Lastarria, BellaVista e termina no Museu La Chascona, uma das casas de Neruda. Sempre gosto de fazer free walking onde tem, é uma forma boa de ver a cidade *Momento perrengue essa é pra você q viaja sem seguro De noite no hostel, caí no banheiro e dei 2 cortes fundos no pé. Tentei ligar no telefone do seguro mas não consegui falar, fui num pronto socorro de urgência perto do hostel mas tava um caos lá, saúde pública no Chile me pareceu horrível. Fui então pra uma clínica particular e morri uma nota lá pra consulta, radiografia e dar pontos. Sério que essa brincadeira ficou em mais de 5 mil reais!! Fiquei sem limite no cartão de crédito pra pagar e mandei um chat pro Nubank que na hora alterou meu limite em caráter de emergencia pra eu poder pagar a conta e salvou minha pele. Nubank brilhando sempre. Agora já juntei a papelada e mandei a conta pro seguro reembolsar. A gente as vezes não faz seguro mas uma coisa dessas pode acontecer a qualquer momento! Paguei pouco mais de 80 reais no seguro e precisei usar, se eu não tivesse olha aí o preju!!! Interessante que nas outras viagens eu sempre fazia seguro pensando que eu fazia muita trilha, deslocava muito entre cidades e estaria mais suscetível a acidentes. Dessa vez como ia ser uma trip mais urbana, até chegou a passar pela minha cabeça em não fazer seguro e olha que justamente dessa vez que eu precisei. Uma bobeira qualquer e olha o que acontece… pense bem em arriscar viajar sem seguro, olha só a treta que passou comigo Pé com pontos e enfaixado Terça, 20 de março de 2018 A viagem não pode parar por causa de um pé machucado. Não tava atrapalhando pra andar pois os 2 cortes foram no peito do pé, mas resolvi pegar um dia ainda mais light e fui conhecer os museus, porque aí andava menos. Fui primeiro no Museu Nacional na Plaza de Armas, que é grátis. Todos os museus que estiver escrito Museu Nacional de alguma coisa, é grátis. Se é Nacional é grátis. Dos museus pagos só fui no Museu Pre Colombino, que custa 6000 pesos e pra mim foi o mais interessante, com alguns espaços interativos. Peguei o metrô e desci na Quinta Normal onde tem o museu de história natural e o museu de direitos humanos, ambos muito bons também, principalmente o de direitos humanos, retratando o período de ditadura. Voltei pro hostel pois tinha combinado com uma amiga de dar um rolê na cidade. Se você ler meu relato da Patagônia, vai ver lá no final que quando passei em Buenos Aires conheci uma chilena no hostel, a Lore, e mantemos contato. Avisei ela que estava no Chile e ela marcou de me buscar no hostel depois do trabalho. Pedi pra ela um lugar legal pra ver o por do sol e ela me levou pra um lugar fora da rota turística onde só se vai de carro, chama La Piramide e tem uma vista sensacional. Depois fomos pra casa dela em Lo Barnechea onde conheci o resto da família dela, o marido e os filhos. A cidade vista com ajuda de um local é outra coisa né Quarta, 21 de março de 2018 Fui fazer passeio na vinícola Concha y Toro. Fui com o Vitor de Curitiba que tava no meu quarto do hostel. Dá pra ir fácil de transporte público, vai de metrô até Puente Alto e de lá pega o ônibus M74 por mais 700 pesos que paga o motorista em dinheiro, esse não é na Bip e que te deixa na porta da vinícola. Fizemos o tour em espanhol mas lá tem mais horários de tour em português por causa da absurda quantidade de brasileiro que tem lá. Aliás em Santiago toda. De todas as (ainda poucas) viagens internacionais que fiz, no Chile foi onde vi mais brasileiros. Não esperava muito de um passeio em vinícola, mas curti, o lugar é muito bonito, tranquilo, bucólico, provei umas uvas, uns vinhos, trouxe a taça que eles dão de “brinde”, são 16 mil pesos essa brincadeira achei um país muito caro, quase empatando com o Uruguai no quesito careza pra voltar a mesma coisa, busão até o metrô. Passei no hostel, tomei um banho e saí de novo, agora fui sozinho porque o Vitor não animou de pagar pra fazer o que eu ia fazer…subir o Sky Costanera, maior prédio da América do Sul, 300 metros de altura, prédio imponente e bonito e que cobra 15mil pesos pra subir. É caro mas tentei abstrair do preço e pensar que eu tava lá, tinha vontade de ir e que as vezes devo dar prioridade pra satisfazer meus desejos. No elevador, só brasileiros. Elevador muito rápido, dá até pra sentir a pressão no ouvido tanto na subida como na descida. Subi umas 18:30 pra pegar o final da tarde, o por do sol e depois a cidade já iluminada. Desci as 21 horas e acho q essa é a melhor opção pra aproveitar seu dinheiro gasto vendo a cidade de dia, escurecendo e de noite.
  10. Visita a Colômbia em 20 dias!

    Eu fui no final de novembro, fiquei 15 dias. Em Bogotá 2 tá bom, num dia vc faz o cerro Monserrate e a Candelária e no outro pode ir conhecer a catedral de sal em Zipaquirá. Acho interessante incluir Medellín nesse roteiro, a cidade tá muito bacana, surpreendente, tem Guatapé ali perto que é imperdível e Medellín tem mta coisa, a história recente de superação, eu curti demais Medellín. Tayrona eu dormi uma noite e dormiria duas, é fantástico Tem o link aqui embaixo dos meus relatos, dá uma lida no da Colômbia, qq coisa só perguntar la
  11. Santiago

    Final de março, mais ou menos 7 dias de viagem. Que posso fazer? Pensando em Santiago, Valparaíso, Viña e Cajon del Maipo. Algo mais? Aceito ideias de roteiros...
  12. Ressuscitando esse relato pq esse ano fui de novo pra virada em São Thomé. 5 anos depois pouca coisa mudou. Fomos de novo em um grupo de 8 pessoas, mas só eu e uma amiga que estavamos da turma anterior, o resto era novato em São Thomé. O aluguel da casa dessa vez aumentou pra 1720, deu 215 pra cada. Fomos dia 29 e voltamos dia 01. Esse ano o tempo tava mais fechado, não fomos pras cachoeiras, ficamos mais na casa fazendo churrasco e bebendo Quando o tempo melhorava a gente subia pras pedras ou dava uma volta na praça. A cidade tava mais cheia esse ano. A virada nas pedras tinha muito mais gente que da outra vez. Ficou muito bacana a quantidade de luzes de celulares na hora da virada, os fogos clareando a multidão, é muito bom estar em São Thomé
  13. Rapaaazzz fico feliz demais de ver q meu relato ajudou um pouquinho na tua viagem e feliz tb de ver q vc aproveitou bastante esses dias na Patagônia. Sem duvida uma viagem inesquecivel e teu relato ficou bom d+ Laguna de los Tres e Piegle Tumbado sao os tops de Chalten mesmo Vc gostou daquele vinho Termidor de caixinha? achei aquilo a treva Boas trilhas e trips aeee
  14. Oi Pamela, que bom que gostou do relato, espero ter ajudado mesmo Pra mim espanhol é bem tranquilo, mas pra quem tem dificuldade com a lingua vai no portunhol mesmo que tá de boa. O colombiano é mto gentil, sempre disposto a ajudar e acho q vc vai conseguir se comunicar facil. Boa viagem e conta pra gente como foi
  15. 27 de novembro de 2017, segunda Dia light. O Jeferson tinha me dito que tinha uma van, de uma empresa chamada Marsol, que pega no hostel em Santa Marta e deixa em Cartagena. O escritório deles ficava a 8 quadras do hostel, na carrera 4 depois da calle 23. Fui lá pra ver a parada. Era 48mil pesos pra te pegar no hostel ou 40mil se você for pegar la no escritório deles. Como o escritório fica a 8 quadras do hostel (e as quadras de Santa Marta são pequenas) obvio que preferi economizar 8mil pesos e ir pro escritório. Comprei pra 1 da tarde. Sai andando sem rumo em Santa Marta, passei de fora de um cemitério de imponentes tumulos brancos...entrei pra ver turismo cemiterial gente, tem quem goste não era nenhuma Recoleta mas era bacaninha. Saí logo correndo mas não era fantasma não, era o sol fritando mesmo Observei um pouco aquele pitoresco transito de Santa Marta, com um monte de carros se enfiando por qualquer canto, motos costurando, tuc tuc atravessando, gente zanzando…era de longe a cidade com o transito mais bizarro da Colombia Entrei na catedral de Santa Marta. Tinha um tumulo la dizendo q ali tinha sido sepultado Simon Bolivar mas que em seu testamento era desejo dele ser levado depois pra Caracas e que pra Santa Marta aquilo representava um grande vazio. Nunca tinha me interessado muito pela historia dele, mas agora já pesquisei tudo além de um rostinho bonito sou cultura também Voltei pro hostel pra esconder do calor, aproveitei a piscina... Posso dizer que senti mais calor em Santa Marta que em Cartagena, oooooo lugar fervilhante Fui pro escritório da Marsol, o Jeferson já tava lá. Fomos na mesma van pra Cartagena. Nem procurei saber preço de onibus, mas achei bem justo o valor da van, são pouco mais de 4 horas de viagem, essa ia direto, não parava em Barranquilla e se não deixa no seu hotel, deixa bem perto. Fiquei a 3 quadras do meu hostel. Cheguei no El Viajero de Cartagena umas 18h. Hostel bom, ar condicionado nos quartos que é indispensavel em Cartagena, bar. Eu tinha feito reserva pelo booking, mas o Marcus do grupo do zap e que tava lá também, tinha me dito que era mais barato ir sem reserva então uns dias antes eu cancelei minha reserva e fiz la na hora no balcão. O quarto de 8 camas era 54mil pelo booking e 40mil no balcão sem reserva. Diferença boa, valeu pela dica Marcus Enquanto fazia o checkin o Marcus apareceu lá, tava no mesmo quarto que eu ia ficar. Saimos depois pra procurar comida mas andamos muito aleatórios e eu tava achando tudo muito caro. Voltei pro hostel e comi um burrito do bar mesmo. Mais tarde saí pra uma volta na cidade com o Marcus e o Facundo, argentino. Vamos andando sem rumo pela cidade e na praça perto da Torre del Reloj, dou de cara com quem? Quem Luciana de novo!! essa garota tá me seguindo parte 3 Ela juntou com a gente e daí foi só farra, pinga e foguete fomos parar la na Plaza de La Trinidad no Getsemani. Anote esse nome. A praça tava lotada de gente e não tinha nada de especial lá. Só um monte de gente bebendo, conversando, segunda-feira e a praça bombando. Concentraçao de mochileiros, dava pra perceber. Aquela praça tava o que há. Compramos suco de maracujá, misturamos com rum, viramos uma garrafa. Fomos levar a Luciana no hostel dela ali perto, Mamallena e ainda entramos pra beber no bar, que logo fechou e nos mandaram embora. Na volta, na madruga, tranquilamente mais de 50 putas na praça da Torre del Reloj. Cartagena tem uma prostituição muito, mas muito forte. Grande parte delas são venezuelanas fugindo da crise. Ali tem muita puta, muita gente vendendo maconha e cocaína, principalmente a noite, mas não é um lugar perigoso, é bem de boa. Um ‘no gracias’ resolve fácil. Mas quem não sabe pode se espantar porque a abordagem é intensa, principalmente se estiver sozinho. Avisados estão Chegamos no hostel umas 3 da manhã e o Marcus ainda ia ter q sair cedo pra voltar pro Brasil Isso é Cartagena fi não tem como escapar da noite, desde segunda a cidade já bomba 28 de novembro de 2017, terça Dia de bater perna sem rumo pelas ruas de Cartagena. Pra começar, fui ao Castillo San Felipe de Barajas. Fui a pé mesmo, brincando com a morte e a insolação naquele viaduto antes de chegar lá pouco mais de 9 da manhã e o calor de Cartagena já é tão desumano que eu fiquei uns 10 minutos escondido na sombra de uma estátua antes de entrar no castelo pra tentar voltar a vida e a sanidade comprei a entrada pro castelo por 25mil pesos e no guichê ao lado peguei o audioguia por 15mil pesos. Eles ficam com algum documento seu como garantia q você vai devolver o aparelhinho do audioguia depois. O bom do audioguia é q você anda no seu tempo e vai entendendo as coisas. Sem ele o castelo é só um monte de pedras. Fiquei mais de uma hora lá, principalmente aproveitando os pontos de sombra. Bacana pra tirar fotos, pela historia, mas eu esperava mais do lugar. Tudo bem que eu sou mais trilheiro e tal, mas o castelo vale a visita. Enfrentei o mesmo sol implacável da ponte, depois fui me esgueirando pelas sombras pesquisei casas de câmbio, todas iguais entre 2770 e 2780 pro dólar. Fui pro hostel seco numa ducha só esse dia foram umas 4 calor úmido da porra Saí sem rumo pelas ruas de Cartagena. Nem tenho muito o que dizer sobre essa tarde. Só que o melhor a fazer é deixar-se perder por aquelas ruazinhas...olhar as casas, as sacadas, as lojinhas...a cidade amuralhada é absurdamente fotogênica Tentei ver se tinha por do sol no Café del Mar mas era por de nuvem Comprei o passeio da chiva rumbera numa banca de jornal na praça da Torre del Reloj, o jornaleiro é Roberto Rojas e me cobrou 35mil pesos. Tem agência que cobra até 50mil!! O passeio sai as 19:30 e durou quase 3 horas. Uma garota que tava no meu quarto do hostel, a Dauluana, tinha comprado esse mesmo passeio, também por 35mil com outra empresa e fomos na mesma chiva. Encontramos duas cariocas e um casal do Piauí e enchemos uma fila da chiva de brasileiros animados Eu gostei pra caramba do passeio. É coisa de turistão mas o importante é que é muito animado, principalmente se tiver uma galera bacana que entre no clima. A musica é a mesma o tempo todo, com uns músicos de vallenato que vão junto cantando e quando eles param botam um reggaeton pra animar. Tem o animador da chiva, tem rum e um licor lá pra ir botando a turma na vibe e termina na balada, na Taboo Disco e tava bem animado lá Depois fomos procurar outra balada e na praça nos ofereceram pra entrar na Vip. Tava mais animado ainda. Cartagena bomba!! 29 de novembro de 2017, quarta Saí pra procurar passeio pra Playa Blanca. Até pensei em ir de onibus mesmo mas queria conhecer as islas del Rosário então tinha q ser passeio mesmo. Não pesquisei muito também não. Perto do hostel tinha uma joalheria, ofereciam passeio na porta, 50mil pesos tava dentro da média que tinha lido por aki, perguntei se tinha vaga pra aquela manhã. Ligaram pra alguém, disseram q tinha. Foram na joalheria me buscar, segui um rapaz que depois falou pra mim seguir outra moça e ela depois me passou pra outra mulher e depois de seguir não sei quantas pessoas cheguei no porto Paguei a taxa do porto, 15mil pesos, e na hora que entrei pro porto quem eu encontro? Luciana!! Qual a chance de você encontrar a mesma pessoa aleatoriamente 4 vezes na mesma viagem? E qual passeio ela ia fazer? O mesmo que eu! Em qual barco? O mesmo que o meu! Ela tinha trocado de hostel, pra onde ela foi? El Viajero!! Realmente a gente tava se seguindo O passeio foi de lancha, fomos primeiro ate as islas del Rosário. A cor do mar vai melhorando demais a medida que se distancia de Cartagena. Nas islas o que eu queria mesmo era ver as islas e a cor do mar. O barco parou no Oceanario mas a ideia de pagar 30mil pesos pra ver os peixes e golfinhos não me atraiu muito. Fiquei de fora tomando limonada de coco Quem entrou disse que valia a pena pelos golfinhos. Depois fomos pra Playa Blanca, uns 20 minutos de lancha. Direto pro almoço que tava incluso e é bem simples, arroz, repolho, patacones e um peixe inteirão. Sobrou uma hora pra ficar no mar. A parte onde eu tava não tinha tanta gente. Li muitos relatos que era muvucado lá, gente demais, mas tava tranquilo. A praia é bonita mas não é espetacular. Particularmente gostei mais do que vi no Tayrona. A lancha volta as 15h. Ela e todas as outras e no caminho vao apostando uma corrida pra ver quem chega primeiro em Cartagena um pokinho de adrenalina pra valer o dinheiro gasto. O tempo tava melhorzinho, era minha última chance, partiu tentar aquele por do sol no Café del Mar. Não foi lá aquele por do sol, mas deu pro gasto. Só usei o Café del Mar pra fotos mesmo, porque pra consumir não dá, uma limonada de coco por exemplo, que eu cansei de achar por 7mil lá era 20mil Fui gastar meus ultimos pesos comprando quinquilharias, comendo ceviche...Última noite da viagem, bateu aquela bad...fui no hostel Media Luna pra ver se tinha a famosa festa das quartas-feiras lá mas o movimento tava fraco. Fui pra praça da Trinidad que tinha ido segunda e lá sim tava bombando de gente, a mesma vibe incrível, amei aquela praça!! Tinha ganhado uma entrada pra Eivissa na praça do Reloj, com uma marguerita grátis, fui lá, tava bacana mas eu q não tava legal. Deprê fim de trip bateu forte. Acabei indo cedo pro hostel, meia noite, bati uns papo com a Dauluana lá, não vi mais o Jeferson nem a Luciana e preparei meu espírito pro regresso. 30 de novembro de 2017, quinta Caí da cama cedo, juntei as tralhas e chegou a dolorosa hora do parto. Peguei um táxi do hostel até o aeroporto, preço tabelado em 15mil pesos. Imigração com pelo menos 2 policiais federais no caminho, umas 3 revistas, negócio aparenta seriedade Pouco depois de 9 da manhã me despedia do solo colombiano. Foram dias muito legais, conheci pessoas muito legais, Bogotá me surpreendeu, gostei muito da cidade. Catedral de Sal também superou minha expectativa. Medellin tá bem bacana, pra mim lembrou um pouco BH, montanhas, barzinhos... Guatapé é FAN-TÁS-TI-CA, dá vontade de morar lá. O Tayrona é sensacional, passaria tranquilo mais uma noite lá, faz meu estilo Cartagena é muito bonita apesar de eu ter achado muito artificial, muito criada pra turista ver. E tem ótimas baladas e o povo colombiano é um capítulo a parte, eita gente simpática Já que você chegou aqui, vou seguir com um mini relato do Panamá. Meu voo chegou 10:30 no Panamá e o voo pra BH era 15:30. É corrido, mas sim, dá pra dar uma escapadinha no Panamá. E foi tudo de graça Tem uma van que leva e trás do shopping Metromall. Vc pode sim sair do aeroporto de boa, não paga nenhuma taxa de embarque por fora se ficar menos de 24 horas. Na imigração te perguntam umas coisas lá, tipo em qual voo você veio, quando vai embora, cadê a passagem de saída, que você vai fazer...então, to vindo de Cartagena, vou pra BH daqui a pouco mais de 4 horas e só quero dar um rolê pra umas comprinhas pra colecionador de carimbo é frustante porque o carimbam só a entrada e é um carimbo bem feio Depois tem que declarar a bagagem. O comissario no voo de Cartagena pro Panamá me disse que eu não precisava declarar só minha mochilinha de mão, já que o mochilão tava indo direto pra BH, mas precisei sim. Preenchi um formulario la por causa da minha mochilinha que não tinha quase nada e um filão pra passar no controle de bagagem. Nao imaginava que tinha tanta gente assim saindo do aeroporto do Panamá, pra mim aquilo lá era mais lugar de conexão e me espantei com a quantidade de gente dando entrada no Panamá. Só nesses trâmites alfandegários aí se foram uns 40 minutos Enfim no Panamá, na saída do desembarque à esquerda tu já vê uma mulher segurando uma plaquinha Free Shuttle, fui lá e tinha uma van as 11:30 e já marquei a volta pra 13:30. A mulher mandou eu esperar num cantinho até dar a hora e era só eu. Achei que ia ter transporte vip pro shopping até que brotaram 6 pessoas, todos brasileiros de Garça/SP, uma turminha já de seus 50 e poucos, 60 anos, tavam vindo de Cancun e foram dar uma escapada no Panamá e nada como lotar uma van de brasileiros pra dar um rolê no shopping do Panamá O shopping é perto do aeroporto mas o trânsito….garrado….cheguei no shopping já era meio-dia e eu tinha pouco tempo, ao contrário das doninhas que tavam super animadas com as compras. Me despedi dos paulistas e fui comer. Só isso que fiz lá mesmo O Metromall é tranquilo, não tava muito cheio mas o bom é que tem mais opção de comida e mais barata que no aeroporto. Mais lanchonetes, opção de parrillas e almoço enquanto no aeroporto só vi um Subway e umas 2 cafeterias. Comi um combo de burrito e fritas com refri por 4 dolares. Não olhei preços nas lojas mas me pareceram semelhantes ao aeroporto, com a diferença que no aeroporto muitas não aceitam cartão. Foi uma passagem curta, só pra dizer que pisei no Panamá, e como diz o ditado, de graça até injeção na testa A van chegou 13:30 trazendo mais uns brasileiros e aí eu voltei de transporte vip, só eu na van menos trânsito na volta, nem 20 minutos e já tava no aeroporto. O trâmite de saída, ao contrário da entrada, muito rápido. Não carimbam passaporte de saída, só olharam ele e liberaram, não sei porque, talvez porque a entrada tinha sido no mesmo dia, mas não carimbam. Também nem queria mais um daquele carimbo feio e acabou. Agora o que um mochileiro faz? Escreve esse relato aqui e começa a ler outros relatos pra pensar na próxima!!! espero que essa historinha que contei seja útil pra alguém. A la orden mochileiros!!
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