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Rezzende

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Posts postados por Rezzende

  1. 3 horas atrás, Lourdes Acosta disse:

    Olá, eu já estive em Bogotá, mas gostaria de saber como voces farão a viagem entre Bogotá e Cartagena. Será aérea? existe a alternativa de ir por via terrestre?

    Eu fiz mas foi por minha opção. Também não fiz direto. Peguei um onibus de 8 horas até Medellin onde fiquei uns dias, depois peguei um onibus de 16h de viagem até Santa Marta onde fiquei uns dias tb e depois fui pra Cartagena, mas tem como ir de bus de Medellin pra Cartagena tb, deve dar umas 16h de viagem. Vale a pena se vc fizer como eu e ir parando nas cidades pelo caminho. Pra fazer o trecho direto por terra de Bogotá a Cartagena acho que não vale a pena não

  2. O roteiro mais certo seria CDMX>Oaxaca>Cañon del Sumidero>Valladolid>Bacalar>Tulum

    Não faria sentido vc ir de Bacalar pra Oaxaca nem procurar tour pro Cañon saindo da CDMX como o colega já citou acima

    Eu fiz esse roteiro todo com 22 dias, já viu meu relato? Dá uma olhada nele aqui, pode ajudar

    Nunca tinha ouvido falar em Mazunte, mas aí fui pesquisar no mapa e vi que é perto de Puerto Escondido. Não fui lá mas conheci mtas pessoas que foram e adoraram

  3. Acho que o seu problema vai ser maior com a passagem. 

    Eu fui em 2017, 15 dias na Argentina, 13 na Patagônia sendo 4 em Ushuaia. Gastei ao todo 4 mil reais sem contar as passagens aéreas que ficou em R$ 2100, então acho que 3 mil ao menos pra uma semana em Ushuaia dá sim. Por mais que a Patagônia e especialmente Ushuaia sejam lugares bem caros, o peso desvalorizou bem de lá pra cá (apesar que o real também) mas dá pra fazer muita coisa em Ushuaia sem pagar, várias trilhas por exemplo. Passeios pagos lá que são mais caros é a Pinguinera e alimentação eu achei cara mas nisso dá pra se virar. O que eu acho incerto atualmente é esse cenário econômico que a gente não sabe como vai ficar no pós pandemia, passagens atreladas ao dólar, esse tipo de coisa. O valor de compra de 3 mil reais hoje pode ser bem pior no pós pandemia, mas isso é só achismo de minha parte mesmo. Com base no que eu fiz em 2017, é um valor que dá pra vc aproveitar Ushuaia, mas o problema mesmo vai ser a passagem mesmo. 3 mil com a passagem, sei não...

  4. Oi @Eren, eu estive na Patagônia Argentina em fevereiro, hoje faz 4 anos que eu estava lá.

    Janeiro é a alta da alta temporada, dizem que tudo é ainda mais caro (e olha que a Patagônia já é cara naturalmente) e que em fevereiro os preços já abaixavam um pouquinho. Não vi qual é o seu objetivo por lá, se é fazer trilha ou outra coisa. O meu era fazer trilhas e em fevereiro os dias ainda estão bem grandes e super aproveitáveis. Fora do verão, suas possibilidades por lá reduzem demais. Talvez role alguma coisa em novembro, dezembro, mas eu te indico fevereiro, minha experiencia foi ótima. Vai programando aí pro ano que vem pq mesmo que as coisas reabram até abril, vc não vai aproveitar 100% do potencial que essa viagem pode te oferecer. Eu, p.ex., ia pra Europa em maio do ano passado, a passagem foi cancelada por causa da pandemia e me deram um voucher. Te entendo qdo vc diz que tá dificil esperar, mas por mais que eu esteja ansioso pra viajar, eu não quero ir esse ano. Mesmo que tudo reabra, não vou aproveitar 100% de todo o potencial que a viagem pode me oferecer. Ir por ir não vale a pena. Não se afobe, espere uma certa normalidade mundial e enquanto isso viaje nas leituras de relatos. Se quiser ler o meu pode ir nesse link

    Abração

    • Gostei! 2
  5. E ae @Eloyza blz

    Vou me intrometer aqui sem muito conhecimento de causa pq eu não fui em Mahahual, mas eu passei bem perto e não vou dar dicas de Mahahual mas vou indicar Bacalar que é bem perto, tem uma estruturazinha boa pra turismo e ainda é um pouco desconhecido. Tem uma lagoa linda com vários tons de azul e por isso chama Laguna de 7 colores. Eu acho que é bem mais aproveitável que Mahahual (que não conheço, então não posso "desindicar") pois toda aquela região de praias no México tem muito sargaço e a lagoa é super limpa além de opções de passeios e a praça da cidade à noite é muito agradável tb. Realmente a região é mais longe, vc tá quase na fronteira com Belize. Eu tava em Valladolid e fui de busão, umas 4 horas e depois fui pra Tulum de busão tb, umas 3 horas. 

    Assim como vc, Cancun não me interessou, eu passei reto, conheci aeroporto, rodoviária e o porto onde pega o ferry pra Isla Mujeres. Eu fiquei em Isla, achei mais jovial, mais casual, muita gente faz passeio em Isla mas eu achei que vale a pena demais ficar em Isla. É outra vibe, nada a ver com Cancun

    Em Playa eu fiquei uma noite, só pra conhecer, mas não curti mto não. É tipo uma mini Cancun, muito glamour, gente chique, um povo nada a ver, não fazia meu estilo, acho que não faz o estilo da maioria das pessoas que estão inscritas nesse site que tem um perfil mais casual, mochileiro mesmo

    Tulum é bem meio termo, gostei mais. Muito turista mas uma vibe mais mexicana, menos turistão. 

    Eu recomendaria Isla, Tulum e Bacalar. Não sei quantos dias vc quer viajar nem por onde vai passar, mas se quiser mais algumas informações pode ler meu relato nesse link e perguntar qq coisa a vontade

    Abração

  6. 1 hora atrás, DaRibeiro disse:

    Boa tarde pessoal!

    Vi que os posts são antigos ... Quero fazer este roteiro em janeiro de 2022 e estou iniciando o planejamento para 30 dias de estrada.

    Gostaria de saber se realizaram o mochilão e a experiência de fazer o circuito dos 3 países?

    Abraço!

     

    Eu fiz uma parte desse roteiro de Santa Cruz, Sucre, Uyuni, Atacama, Arequipa, Huacachina e Lima em 18 dias. Vc pode ler meu relato nesse link. Machu Picchu eu já conhecia de uma viagem anterior, 6 dias na região de Cusco acho legal. 30 dias fecha bem o roteiro mas priorize bem o que vc quer visitar pra não acabar fazendo um roteiro corrido. Num mochilão desses o que vale é aproveitar cada segundo mas não sair correndo de uma cidade pra outra

  7. Em 25/11/2020 em 16:46, D FABIANO disse:

    Não fala nos preços altos de Pedra Azul

    Eu gastei exatos 43,50 por lá. 35,00 no camping e 8,50 na lanchonete do trevo de entrada. Mas é pq eu tinha comida, não cheguei a ficar nem 24h por lá e não precisei ir nos restaurantes que só de ver por fora já dá pra imaginar o preço. E as pousadas lá são mto caras tb, só uma pesquisada no Booking já tem uma noção que pra ficar mais dias lá tem que gastar muito. Só fica barato pra quem não procura luxo, fica em camping e faz sua própria comida. 

  8. Escrever um relato de viagem em 2020 é, sem dúvida, algo desafiador. É polêmico. Os debates entre a turma do fique em casa e a turma do siga a vida foram muito acalorados e ainda rendem demais até hoje. Cada um tem sua consciência, sabe muito bem o que deve fazer depois de tantos meses de pandemia, visões opostas sempre vão ocorrer nesse tema e o respeito em um bom debate deve sempre prevalecer. Não vou entrar nessa discussão, como o tema aqui são os relatos de viagem vou registrar a viagem que fiz na primeira quinzena de novembro de 2020 e ficam as informações a quem interessar em conhecer esses lugares, seja ainda em 2020 ou em 2050.

    Desde julho já pensava no que poderia fazer nessas minhas 2 semanas de férias em novembro. Pra começar, não tinha segurança em pesquisar uma viagem que envolvesse compra de passagem aérea. O cenário instável que prevalecia no meio do ano (e até hoje) faz com que a gente fique com um pé atrás na hora de comprar uma passagem com antecedência que pode vir a ser cancelada com qualquer mudança nesse cenário caótico do mundo.

    Por isso, resolvi que faria uma viagem diferente. Seria minha primeira "road trip". Nunca tinha viajado longe de carro, mas era a melhor opção no momento. Afinal o carro é meu, e eu posso planejar a viagem tranquilamente que quando chegasse o dia da viagem se a situação estivesse favorável eu ia viajar, se não estivesse, eu não iria, e o carro ia continuar sendo meu, sem nenhum prejuízo, sem ter que preocupar com cancelamentos. E no final das contas achei que super valeu a pena. Gastei em torno de 550 reais com combustível e rodei ao todo 2017 km. Uma passagem aérea não sairia apenas isso. Ainda tive a flexibilidade de visitar vários lugares. E sozinho. Se fosse com o carro cheio então, seria baratíssimo pra todos.

    A escolha do destino teve que ser de acordo com o meio de transporte. Como ia de carro, não podia ser muito longe pra não dirigir demais e ser cansativo. Não conhecia o Sul da Bahia e era um destino interessante pois dava pra fazer com 2 dias de viagem, viajando só de dia e parando pelo caminho onde achasse que tinha algo interessante, aproveitando a estrada, curtindo sem pressa o prazer de dirigir.

    Quando se pensa no sul da Bahia, se pensa em Porto Seguro. Mas o forte da cidade são as baladas e não tá tendo. Pesquisando lugares tranquilos e bonitos, me apareceu um nome grande e difícil de falar: descobri Cumuruxatiba, distrito de Prado. Falésias, coqueiros, praias desertas...tudo que eu precisava. Na volta, ir parando pelo Espírito Santo, em Itaúnas e na Pedra Azul.

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    Definido o roteiro, tinha que pensar em outro ponto bastante afetado pela crise: a hospedagem. Sempre fico em hostel quando viajo e nessa região quase não tinha hostel. Os poucos que tinham estavam fechando os quartos coletivos só para grupos completos. Então, seguindo as pesquisas, descobri algo que tem bastante naquela região: campings. Porém...eu nunca tinha acampado na vida!!! Bem, pra tudo tem uma primeira vez. Seria minha primeira road trip e seria também a primeira vez que eu ia acampar. Comecei a pesquisar sobre barracas e comprei uma Vênus Guepardo. Ótima! Aguentou muita chuva em Cumuruxatiba, resistiu bravamente.

     

    Carro revisado e barraca comprada, saí de casa em Conselheiro Lafaiete/MG no domingo, 1° de novembro, bem no meio do feriadão. Ótimo viajar no meio do feriadão, estradas vazias e muito tranquilo. Nesse primeiro dia, dirigi 400km até Governador Valadares, onde cheguei por volta de 17h e procurei um hotelzinho pra passar a noite. No dia seguinte, feriado de Finados, fiz o trecho restante, mais uns 400 e poucos km até Prado/BA. Pelo caminho, essa maravilha na estrada pouco depois de Teófilo Otoni. Entre as vantagens de viajar de carro: parar e aproveitar a paisagem quando quiser.

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    Parei pra almoçar num beira de estrada em Nanuque e pouco depois das 16h cheguei em Prado debaixo de muita chuva. Como sabia que até Cumuruxatiba eram mais de 30km de estrada de terra, resolvi ficar em Prado pois estava chegando no fim da tarde e com tanta chuva não me animei a seguir. Como nunca tinha acampado, fiquei com medo de procurar um camping debaixo daquele aguaceiro e isso transformar minha primeira experiência num camping em algo meio traumático, então decidi procurar alguma pousadinha em Prado. Como era final de feriadão, a cidade estava esvaziando e todas as pousadas tinham vagas. Os preços mais em conta que achei no centrinho foram entre 100 e 120 reais. Por causa da chuva e do fim do feriado, o tradicional Beco das Garrafas no Prado estava deserto. Apenas procurei algo pra comer e voltei pra pousada.

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    Terça, 3 de novembro. O dia começou apenas nublado, tomei o café da manhã da pousada e já saí pra Cumuruxatiba. A estrada de terra (na verdade me pareceu mais arenosa do que de terra) estava bem molhada e em alguns pontos com poças enormes cobrindo toda a estrada. Realmente tinha chovido muito nas últimas horas. Mas deu pra passar sem nenhum perigo de atolar. Porém a estrada não é nada boa. Foram pouco mais de 30km que eu levei mais de uma hora pra fazer ::hein:

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    Chegando em Cumuru, já por indicações aqui do site, escolhi ficar na Hospedaria Cumuruxatiba, mais conhecida como camping do Jef, o suíço que mora há 25 anos em Cumuru, em frente a represa de água do rio onde toma seus banhos.

    Fui recebido por sua esposa, Isabel, que me passou os preços: 25 reais pra acampar ou 60 no quarto privado. Como estava só nublado e eu já louco pra estrear no mundo do camping, resolvi montar a barraca e deixar o quarto só pro caso de eu encher o saco com a barraca.

    Terminando de montar a barraca, já começou a chover. Só estávamos eu, o Jef e a Isabel e 4 jovens que estavam fazendo voluntariado lá. Ficamos a tarde toda na mesa que tem na área coberta da pousada, conversando, depois jogando Uno.

    Por volta de 7 da noite que a chuva parou. Saí pra reconhecer o território. O camping fica bem no começo da vila, o centrinho mais movimentado fica uns 600m a 1km dali. Tava tudo bem deserto, tinham uns 3 ou 4 butecos, 2 padarias, 2 mercadinhos, movimento zero, interior mesmo, nada que lembrasse turismo, completamente isolado num pós feriadão chuvoso.

    Passei minha primeira noite dormindo numa barraca. Choveu demais de madrugada mas a barraca ficou sequinha. Adorei a experiência, não tinha nenhuma diferença assim tão gritante de dormir num quarto. Já tinha a sensação que eu ia gostar de acampar. Agora tenho certeza.

     

    Na quarta-feira, aproveitei a manhã nublada mas com um certo mormacinho pra ir caminhando pela praia. Fui até a Praia do Moreira, uns 3 km ao norte da vila. Não deu pra aproveitar, logo começou a chover. Voltei pra Cumuru, pedi um super e farto PF de 18 reais no restaurante Ema, onde segui almoçando nos próximos dias, e voltei pro camping porque o tempo tava uma merda::vapapu:: E assim o tempo ficou na quinta também, chuva fina, temperatura de 20 graus, até o pessoal que mora lá tava estranhando tantos dias de chuva e vento frio em novembro.

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    Na sexta ainda amanheceu chovendo, mas finalmente o tempo começou a firmar a partir da tarde. Fui caminhando pelas praias um pouco ao sul, acompanhando as falésias.

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    Depois fui pra praia do centro onde um tumulto já acompanhava a cena mais bizarra do dia: um playboy doidão resolveu entrar com a sua Land Rover pela areia pra deixar o jetski mais perto da água. A maré subiu, ele não conseguiu sair e foram umas 2 horas de odisseia pra resgatar o carro do maluco::putz::  Foi o assunto da vila.

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    Segui pra umas barraquinhas pra comer tapioca. A maioria delas estava fechada mas o tiozinho da tapioca disse que era porque o tempo tinha estado muito ruim e a turma tava desanimada. Ali em frente funcionava o mais gourmet dos restaurantes de Cumuru, o Samburá Duzé, onde a turma vai gastar um pouquinho mais de grana…

    E no sábado, enfim solzão da Bahia. Dia de enfim ir na Barra do Caí. Minha intenção era alugar uma bike. Cheguei na borracharia onde aluga, estava fechada, me disseram que o dono morava ao lado, chamei lá mas uma mulher me disse que ele tinha saído e só ia chegar lá pras 10 horas. Ainda era 8 e pouco e resolvi que ia andando. Dá uma boa caminhada, acho que uns 12 km, mas eu adoro caminhar então fui tranquilo pelas praias que eu já tinha passado na quarta, praia do Rio do Peixe, Peixe Grande e Peixe Pequeno até as falésias da Praia do Moreira que é o meio do caminho e onde precisa subir o barranco e seguir pela estradinha que vai até uma bela fazenda, uns cavalos pastando, aparentemente sem morador, mas com uma bela churrasqueira, cercada de coqueiros no alto da falésia e descer pra praia de Imbassuaba.

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    Praia do Moreira

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    Uma fazendinha dessas bicho...

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    Praia de Imbassuaba

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    Depois continuei pela areia seguindo até a Barra do Caí. Foram 2 horas e meia de caminhada. Fui andando rápido e sem parar muito. Se for devagar e parando mais pode botar bem mais tempo nessa conta. Dizem que foi na Barra do Caí que os portugueses chegaram no Brasil pois vindo pelo mar é onde dá pra ver o Monte Pascoal e descrição do local bate com a carta do Pero Vaz. Tem uma cruz e uma placa lá falando que foi ali que o Brasil começou.

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    Só tem uma barraca de praia lá, o Restaurante Glória. Pelo isolamento do local, por ser a única opção, não é barato, uma garrafa de cerveja 600ml tava 16 reais mas com o sol do meio-dia chegando e depois de uma bela caminhada decidi que eu merecia esse presente e fiquei tomando umas brejas, curtindo o bom som MPB e pop rock nacional da barraca até umas 14:30.

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    Voltei andando pelo mesmo caminho, dessa vez um pouco mais devagar e levei 3 horas até Cumuru. O resto do pessoal que tava lá tinha ido de carro. Encontrei algumas pessoas de bike pela areia mas não sei que caminho eles tomaram pra desviar do penhasco na Praia do Moreira, creio que devem ter seguido pela estrada dos carros.

    No domingo o sol continuou, 5 da manhã já está claro e eu já estava caminhando pela praia. Aproveitei a manhã de sol e por volta das 10h levantei acampamento e segui meu caminho antes que o Jef começasse a pensar que eu ia morar pra sempre no gramado dele 😆

    Só por informação, não tem posto de combustível em Cumuru. Eu estava com meio tanque e o ideal é que você vá abastecido, mas em caso de emergência, na loja de material de construção o cara vende gasolina na garrafa pet, vi várias motos abastecendo lá, então fica a dica num caso de emergência.

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    Ao contrário da vinda, que eu passei pela estrada mais ao interior que é mais plana e estava com muita chuva, a volta foi com tempo seco, sol e fui parando nas praias. A maioria delas parei apenas pra uma foto. Comecei na Praia de Japara Mirim que estava deserta e tem uma estradinha bem estreita pra chegar. Depois fui na de Japara Grande que é mais famosa e tinha uns 4 carros lá. Essas duas precisa sair da estrada principal, já as próximas ficam na beira da estrada pra Prado mesmo, é só parar e aproveitar. Parei na Praia das Ostras, deserta. Depois na Praia do Tororão que é mais famosa e tem até uma cachoeirinha que cai na praia e tinha vários carros lá. Tinha um restaurante (ou barraca grande, sei lá) mas não parecia muito atraente.

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    Depois parei na Praia da Paixão onde aí sim tem várias barracas de praia. Pedi uma cerveja lá que era 15 reais a garrafa de 600ml mas não gostei do atendimento e segui rumo. Parei na Praia do Farol que já é quase chegando em Prado. Lá tem a Barraca do Jorge que ali sim eu gostei, som bacana, carros estacionados debaixo dos coqueiros, galinhas passeando 😀, cerveja a 10 reais e PF por 20. Fiquei um bom tempo por lá.

    Antes de chegar em Prado ainda dei uma passadinha pra conferir a Praia da Lagoa Grande e segui pro camping que tinham me indicado, Camping Vista pro Mar. O nome já fala tudo, beira mar, gramado bem cuidado, tem área coberta (não precisava ter ficado em pousada naquele dia que cheguei debaixo de chuva 😏) o dono é um goiano chamado Marcelo super gente fina, tava lá tomando umas brejas com um casal que tava num motorhome e já me chamaram pra juntar com eles. Tinham outros 2 casais viajando em trailer lá também. Tem uma escadinha pra descer do camping direto pra praia, foi o melhor lugar que fiquei na viagem, só faltou mesmo uma cozinha pra quem gosta de cozinhar e um filtro de água. Depois que anoiteceu fui no centro do Prado pra ver o movimento. Tava bem sossegado num final de domingo mas melhor que naquele dia chuvoso que cheguei. Fiz um lanche no Lampião Burguer e voltei pro camping. Nessa hora todos os 3 casais estavam lá e foi o único momento na viagem que eu socializei mais com uma turma viajante, conversei sobre viagens e tal. Como era minha primeira viagem em camping notei essa diferença pra mim que tô acostumado a ficar em hostel. Embora sempre tenham exceções, camping dá mais família, casal, poucos viajantes solitários, pessoal dorme e acorda cedo. Hostel já é o oposto. Mas o espírito viajante e a interação da galera é a mesma.

    Segundou e acordei com o sol das 5 da matina invadindo a barraca. Fiquei lá estirado no gramado do hostel curtindo o sol da manhã. Depois desci pra praia. A praia de Prado é mais brava, muita onda, bem diferente das praias mansas e rasas de Cumuruxatiba. Fiquei até umas 10 da manhã, paguei os 35 reais da diária e aproveitei a hora mais quente do dia pra seguir viagem. Foram 5 horas de viagem, contando com 1 hora de parada pra almoçar, até Itaúnas/ES. Tem uns atalhos por estrada de terra pra quem vem da Bahia, mas não compensa. Uma coisa que eu não sabia é que a rodovia de Conceição da Barra até Itaúnas já está quase toda asfaltada, tem apenas alguns poucos trechos de terra em obras e no geral um asfalto novo de boa qualidade até chegar em Itaúnas.

    Fui pro Tribo de Gaia, que é hostel, pousada e camping. O quarto coletivo era 60 reais e estava vazio. Era segunda-feira e a dona me disse que nos fins de semana tem dado sorte de fechar os quartos coletivos apenas para grupos. Seu quarto tem capacidade pra 5 pessoas e se não fosse fechar pra grupo poderia hospedar apenas 2 pessoas o que seria inviável, por isso prefere não trabalhar com hostel no momento. Se eu quisesse poderia ficar porque estava vazio mas eu preferi montar a barraca na parte de baixo da pousada onde tem um espaço pra camping em que ela cobra 35 reais. A área comum de cozinha e banheiros pode ser usada por todos. Dei uma volta rápida pela vila ao cair da noite, dava pra ver que tinha um pouco mais de movimento turístico que Cumuruxatiba, mas tava bem sossegado, provavelmente por ser segunda-feira, já que a dona da pousada disse que o fds tava bem agitado, tendo até os tradicionais forrós de Itaúnas.

    Na terça, dia 10 de novembro, tirei o dia todo pra curtir as Dunas de Itaúnas. Fui pela trilha do Tamandaré, que passa pela única casa que sobrou da antiga vila de Itaúnas e chega bem no começo da praia. Fui andando pela praia até onde ficam as barracas. São 6 barracas de praia mas no meio da semana apenas 3 funcionam. Fiquei na Barraca Sal da Terra. Todas tem basicamente os mesmos preços e a cerveja é latão. Foi um dia só de praia mesmo, relaxar tomando uma cerveja e olhando as ondas…

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    Sobre as Dunas de Itaúnas, passei por elas na hora de ir embora. Pra quem já conhece Genipabu/RN ou Huacachina/Peru, Itaúnas não empolga. As dunas são bonitas mas são bem modestas. Era uma vontade que eu tinha de conhecer mas não achei nada de excepcional. Como tava meio que no caminho da volta e pelo dia bonito de sol na praia, valeu a pena, mas as dunas não me empolgaram.

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    No dia seguinte segui cedo pra Linhares, fiquei na casa de uma amiga que me levou pra conhecer uma praia a 50km de Linhares, Pontal do Ipiranga, praia larga, comprida e deserta (meio de semana né)

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    Na quinta-feira segui caminho, subi a serra, parei na cidade de Santa Teresa apenas pra almoçar mas pude ver que é uma cidade bacana, arquitetura bonita, colonização italiana, vale a pena uma visita com mais tempo. Seguindo pela estrada, passei pela cidade de Santa Maria de Jetibá cuja placa dizia ser a cidade mais pomerana do Brasil. Fato que a serra capixaba tem muita tradição de imigrantes. Cheguei de tarde na Pedra Azul, com uma chuvinha ameaçando. Parei na lanchonete da Pousada Peterle que fica no trevo da BR-262 com a Rota do Lagarto onde tem o letreiro da Pedra Azul e uma vista bacana.

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    Depois segui pela Rota do Lagarto até depois da entrada do parque onde fica, no km3, o Ecoparque Pedra Azul, onde tem o camping. Tem uma área coberta também, água de nascente, um pessegueiro carregado e uma vista magnífica da pedra.

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    Na sexta-feira 13 fui logo de manhã pro Parque Estadual da Pedra Azul, a pé mesmo, fica a uns 2 km do camping. Por causa da pandemia, tinha mandado um e-mail 2 dias antes pra agendar minha visita já que estão entrando apenas 50 pessoas por turno com agendamento. Mas tava bem vazio, na hora que eu fui estava sozinho e deu pra ver na lista do guardinha que não tinham nem 15 pessoas agendadas pra aquela manhã nublada.

    A trilha no parque é normal na mata, bem suave, a mais difícil é a que vai pras Piscinas Naturais mas como tinha chovido bastante à noite, estava bem molhado e escorregadio, além de friozinho e nublado, me desaconselharam a fazer.

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    O diferencial de fazer a trilha no parque é que dá pra você por a mão na pedra. Pra fotos não é interessante, o ideal pra fotos é lá embaixo na estrada onde tem a portaria do parque.

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    Meu plano era ficar o dia todo por ali, mas as opções eram restaurantes aparentemente caros, passeios com cavalos escandinavos, coisas que não eram bem o meu estilo. A parte de trilha e a linda vista da pedra eu já tinha curtido, então resolvi levantar acampamento, aproveitar a flexibilidade que o carro proporciona e caçar caminho de casa, pois na segunda-feira já estaria de volta ao batente. Depois de 7 horas de estrada e algumas paradas pra lanche, cheguei em casa à noite.

    Esse foi o resumo do rolê, Cumuruxatiba é linda, tem praias maravilhosas e pra esse povo que pensa que ES é só praia, se passar na rodovia perto da Pedra Azul não perca a oportunidade de explorar aquela região espetacular.

    Até a próxima mochileiros!!

    • Gostei! 2
  9. Cara, eu tive muita vontade de fazer um na CDMX mas por alguns motivos como tempo e grana curta acabei não fazendo. Vi com algumas agências lá, é um trekking no Parque Nacional Iztaccíhuatl-Popocatépetl, pra ir perto da área desses vulcões. Eu pesquisei na net e achei alguns relatos. Acabei não fazendo mas a vontade ficou, acho uma boa

    Já pras bandas do caribe acho meio fraco de trekking, eu andei mto foi de bike por ali

    • Obrigad@! 1
  10. 6 horas atrás, Rafael_Salvador disse:

    Esse nubank é cartão de crédito?

    Sim...e platinum kkkk

    A minha dúvida mesmo é em relação a o que comprova que tenho limite pra gastar. No aplicativo aparece mas se tiver que ter impresso seria o que? A fatura anterior é que diz o limite. E o limite vem em reais, não em euros. O cara lá da alfandega não vai procurar saber quanto aquilo corresponde em euros né

  11. @gustavo.woltmann eu fui em final de temporada. Acho que é consenso geral que é um país caro. Fora isso, eu amei o Uruguai, na minha opinião é o melhor país da América do Sul e eu moraria fácil fácil em Montevideo. O uruguaio é muito tranquilo, parece que a vida passa mais devagar por lá. Gostei de Colonia mas não considero como uma cidade substituta de Bs.As, são bem diferentes. Se quiser confere meu relato aqui

  12. Também to avaliando uma barraca pra 2 pessoas. No meu caso é pra viagem de carro, então peso e tamanho não importam muito. A questão é pra acampar perto de praia, queria algo que não fosse muito abafado, protegesse de chuva e mosquiteiro. Não to podendo gastar mais de 500 conto no momento. Gostei muito dessa Nautika mas tem alguma outra indicação? 

  13. Também to avaliando uma barraca pra 2 pessoas. No meu caso é pra viagem de carro, então peso e tamanho não importam muito. A questão é pra acampar perto de praia, queria algo que não fosse muito abafado, protegesse de chuva e mosquiteiro. Não to podendo gastar mais de 500 conto no momento. Alguma indicação?

  14. Eu fiz em outubro/2018, paguei 750 bolivianos com transfer pra San Pedro. Fiz pela Betto Tours, tenho  contato deles se quiser mas acho que vc pode pesquisar lá quando chegar, vai encontrar a maioria nessa faixa de 700 a 800bol, pesquise, confie na sua intuição. Salvo algumas exceções são quase todos iguais

    • Gostei! 1
  15. Esse é o problema das redes sociais atualmente. Estão virando um câncer social. Eu até gosto delas mas viraram um antro de ódio. Facebook quase nem entro. Twitter apaguei. O Insta é o que eu mais uso, gosto de postar fotos, gosto de ver fotos, ainda não tá muito dominado pelo ódio e apesar de saber que a maioria das pessoas tenta passar lá uma sensação de que tudo é lindo e maravilhoso, eu sei discernir o que eu vejo da realidade. 

    Eu tenho férias em novembro. Já decidi que vou fazer uma viagem de carro (não precisa programar mto, não precisa comprar passagens que podem vir a ser canceladas...) e já tenho ideia de umas vilinhas praianas onde provavelmente vou poder descansar, caminhar na praia, subir umas falésias... Só se acontecer uma hecatombe pra eu não ir. Do jeito que as coisas estão caminhando, eu vou!
     

    Agora, sei que se eu postar no insta que eu tô viajando eu posso ser criticado. Mas eu preciso postar? Preciso mostrar que estou lá? Se eu não postar nada ninguém vai saber, ninguém vai criticar, eu vou ficar lá sossegado e em paz. 

    Entendi que vc tá falando tb de pedir dicas de viagem num grupo e ser ofendida. Bem, infelizmente essas coisas acontecem nesses grupos. Tente filtrar o que há de melhor e seguir suas intuições sem dar bola pra esse povo que só sabe criticar e xingar. Pese numa balança os prós e os contras e decida por si mesma, não se importe tanto com essas pessoas, no fim das contas provavelmente são desconhecidos que não vão agregar nada na sua vida. 

    • Gostei! 3
  16. Eu moro em Lafaiete, daqui de casa eu vejo a Serra. Já fui lá de carro algumas vezes, a vista é linda

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    Aí embaixo é Ouro Branco, ao lado o lago Soledade (artificial construído pela Açominas) ali no meio a Gerdau Açominas e lá ao fundo Conselheiro Lafaiete

     

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    Sempre aparece uma turminha esotérica por lá tb

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    Essa estradinha aí vai até as antenas lá no final e tem umas entradinhas com umas cachoeirinhas e poços naturais

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  17. Eu acho resort meio chato...nessa pegada aí que vc tá falando uma pousadinha a beira mar cai mto bem tb. Nas minhas férias em novembro eu tô pensando em ir de carro daqui de Minas pra alguma praia do norte do ES ou sul da BA (Caravelas, Prado, Alcobaça e tal) e como não vi opções de hostel praquelas bandas tô pensando seriamente em pegar uma pousadinha à beira mar (tem vááárias por ali). Acho que como são pequenos negócios, algumas familiares, se não estiverem com boas promoções pra recuperar o preju, ao menos estarei colaborando com a economia local e não com grandes resorts. 

  18. E ae @Henriquexxt blz

    O que vc escreveu parece eu falando kkkkkk me identifiquei bastante pois é o que eu penso também e tenho vontade na vida. Vontade...bem distante da realidade...mas...pq não? Sou 10 anos mais velho que vc, situação financeira idem, vontade de cair no mundo idem, mas já que o que vc pediu foi um conselho...vamos lá...Pra começar conselhos são opiniões muito particulares de cada um, cabe ao outro aceitar ou não.

    Na sua idade, 26 anos, eu tb fiz meu primeiro mochilão. Também foram dias intensos conhecendo pessoas e lugares e vendo que isso é o que eu mais amo na vida. Eu tenho um grave problema em fazer dinheiro com mídias digitais e habilidade ZERO com vendas, então sei que trabalhar como nômade digital ia ser um super perrengue na minha vida. Eu não vou dizer que tenho apego pelo meu emprego mas nas atuais condições econômicas (já digo antes da pandemia, agora parece pior) não acho que se eu largasse meu emprego (concursado) ia ser fácil encontrar algum outro trampo quando eu voltasse da minha volta ao mundo. Eu tenho conseguido viajar bem nas minhas férias, divido meus 30 dias em 2 períodos por ano, um de 18 dias que dá 3 semanas e outro de 12 que dá 2 semanas. Assim tenho feito 2 mochilões bacanas por ano e nos últimos 10 anos já conheci 15 estados brasileiros, 10 países latinos e só não comecei minha turnê pela Europa pq eu ia em maio e deu uma corongada....

    Bem, pra mim, tá bom desse jeito. Fiz nesses 10 anos o que muita gente faz em 1 ou 2 anos diretos mas com riscos de ficar sem trabalho ou ter um sub-emprego qdo voltar. E assim vou seguindo afinal acho que o que me move pra ir trabalhar todos os dias é poder ter aquela sensação boa de conquista de uma merecida viagem de férias, com aquelas 2 ou 3 semanas intensas a aproximadamente cada 6 meses. E assim vou levando. E um dia ainda caio no mundo de vez, ou aposentado ou já com condições financeiras que não me deixem inseguro. Antes, quando comecei na sua idade, acreditava que só era legal viajar sendo jovem. Hoje, vendo idosos viajando, conhecendo uma senhora de 80 anos mochilando, e mesmo com a maturidade que a vida vai trazendo, percebi que meu tempo é o hoje, o agora, independente da minha idade. Muita gente fica aí repetindo "ah no meu tempo era assim..." mas meu tempo é agora, nunca é tarde pra começar. 

    Então acho que vc deve pesar as coisas com calma, colocar bem na balança a estabilidade financeira que vc tem e a possibilidade de ficar sem ela se vc largar tudo e depois da sua aventura ficar sem um propósito na vida...enfim...opiniões...Sorte na jornada!

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  19. Eu tinha uma passagem pra Portugal em maio. Comprei pela Maxmilhas. Me deram um voucher pra utilização com validade de 1 ano. Sem maiores problemas. Hoje o que me resta é marcar minhas férias do ano que vem pra maio, viajar nas mesmas datas que eu viajaria esse ano. Mas ficam os "e ses", aquelas sombras de dúvidas. E se a TAP falir? E se a TAP parar de voar pro Brasil? E se voltar, será que os preços ficarão mais ou menos no mesmo patamar? acho que no fim das contas ainda vou ter que inteirar dinheiro nesse voucher pra comprar passagem...E espero que se der merda de novo que prorroguem o voucher por mais 1 ano ou deem a opção de reembolso, se bem que desde o princípio achei que a opção de voucher era a melhor para que as cias aéreas não quebrem por isso sempre concordei com eles...por hora, meu voucher tá lá...acompanhando a situação pra ver no que vai dar...

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