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  1. Roteiro detalhado da viagem à Ilha de Algodoal-PA. Data: 24/03/2005 (19:00) à 27/03/2005 (17:00) - Semana Santa No final de tudo, daremos mais informações de preços e como chegar. RESUMO Seu nome é Ilha de Maiandeua, mas todos a conhecem por Ilha de Algodoal. Maiandeua tem origem no Tupi e significa "Mãe da Terra". Algodoal é, também, o nome da maior vila, das quatro que existem na ilha. As outras três são Fortalezinha, Camboinha e Mocooca. A Vila de Algodoal é a principal por ser a maior, a que possui a melhor infra-estrutura para acomodação de turistas e, conseqüentemente, a que recebe mais visitantes. Estas quatro vilas são separadas entre si por porções de manguezais e seccionadas em alguns pontos por canais de maré. A energia elétrica somente foi introduzida na ilha em janeiro de 2005 e o abastecimento de água é realizado por meio de poços artesianos que fornecem água de excelente qualidade. Os meios de transporte existentes são a bicicleta, o barco (a motor ou a remo) e a carroça puxada por cavalo ou jegue. Veículos terrestres motorizados não podem entrar na ilha. É conhecida como a Ilha do Reggae aqui no Pará. Tem também muito carimbó (ritmo da região). É freqüentada também por uma galera alternativa (que não é o nosso caso, mas nada contra). Não existe polícia, mas briga não se vê. Agora cada cabeça faz o que quer....Local muito simples mas com pessoas muito hospitaleiras. A beleza natural é fantástica. No local, quase não se usa celular, relógios e outras coisas do gênero. A máquina fotográfica é indispensável para registrar tudo de bom que a ilha proporciona. Seja bem vindo (a)! Retirado do site www.algodoal.com.br (com adaptações) MEU ROTEIRO DE VIAGEM 1º dia: quinta, 24/03 Saída de Belém à Marudá Nesta viagem participaram 5 pessoas. Eu, minha namorada e mais 3 amigos (Bruno, Lica e Valéria). Resolvemos ir de carro pois sairia mais barato do que de ônibus. Gastamos R$ 90,00 ida e volta. Se fossemos de ônibus ou van, gastaríamos no mínimo R$ 120,00 ida e volta. Saímos às 19:15 pegando a BR 316 rumo a cidade de Castanhal-PA, levando em torno de 1 hora. De Castanhal, pega-se uma rua que te leva a PA-318. até chegar à Marudá. Este percurso, leva-se em torno de 2 horas. Levamos um pouco mais de tempo, pois estava chovendo muito. Chegamos em torno das 23:30. Saída de Marudá à Algodoal Nossa viagem de carro acaba aí, pois a travessia é de barco e como falado acima, não é permitido carro ou moto na ilha. Então o carro pode ser deixado no estacionamento em hotéis próximo ao porto de Marudá. É cobrado em torno de 4 a 5 reais a diária do carro. Andamos cerca de uns 100 metros até o porto. Compramos nossa passagem que foi de R$ 4,00 por pessoa. Nesta época a travessia não pára a noite. Agora pense numa aventura de travessia de 45 minutos num barco pôpôpô (um barco pequeno que faz esse barulho pôpôpô). Tem colete salva-vidas, mas nestes feriados geralmente os barcos vão lotados. A viagem foi com chuva mas os barcos tem lona para cobrir (mesmo assim é bom levar um saco para proteger pertences como carteira, máquinas, etc). Leve também lanterna, pois o barco às vezes é escuro e quando chegar à ilha, é bom ter lanterna, pois as ruas são bem escurinhas (um dos charmes de Algodoal). Chegamos à ilha por volta das 00:15. Não existe porto. Então, descemos pisando na água mesmo com ajuda das próprias pessoas do barco ou com ajuda dos nativos. A caminhada até as pousadas, casas e hotéis leva em torno de 15 minutos andando pela areia da praia. A vila de Algodoal possui várias ruas, mas todas de areia. Para quem não quer andar muito pode-se alugar uma carroça puxada por jegue ou cavalo. Os nativos levam sua bagagem e de outras pessoas por R$ 5,00 reais. No caminho tinha uma festa de reggae num local chamado Raízes do Mangue, pois fica bem em cima de um mangal! Parecia estar muito boa. Existem várias pousadas e hotéis na cidade. Algumas são bem simples, outras até já tem ar condicionado). Nossos 3 amigos foram para uma delas (Pousada do Melo) e pagaram por 3 diárias R$ 200,00. Nós fomos para o camping de Algodoal e pagamos R$ 15,00 reais o casal levando nossa barraca. Usando a barraca deles, sai por R$ 20,00 o casal. Depois de montar a barraca e arrumar tudo, saímos para lanchar um sanduíche. Atenção: tudo em algodoal é mais caro do que em Belém. Uma coca de 2L custa em torno de R$ 4,00, Água mineral de 1,5L sai por R$ 2,00. Fomo dormir, pois já era 03:00! Gastamos (nós 4) no lanche em torno de R$ 16,00 2º dia: sexta, 25/03 Amanheceu nublado e ficou assim durante quase todo o dia. Acordamos por volta das 10:30. Fomos tomar café da manhã em uma barraquinha. Café com leite + 2 pães pequenos com ovo sai por R$ 2,00. Tapioquinha c/ manteiga sai por R$ 0,50. Voltamos ao camping e aguardamos a chegada dos nossos amigos para irmos à Praia da Princesa (que é a mais bonita e onde a maioria vai). A caminhada até a praia leva em torno de 20 minutos, pois o início da praia não é tão boa pro banho. No caminho, temos que passar por pedras na areia e um pequeno lago que bate nas canelas. Obs: quando este lago está cheio, só é possível passar de canoinha. Após o laguinho, temos que decidir entre continuar caminhando pela praia ou pegar um atalho por uma pequena trilha. Obs: quem não quiser ir andando, pode ir de carroça. Paga-se em torno de R$ 5,00, mas é dividido por todos. Gente, a paisagem é belíssima!!! A areia é branca como algodão e pode-se ver a todo momento, garças, e outros pássaros pela praia. Existem algumas barracas onde pode-se tomar uma cerveja bem gelada, ou deliciar-se com um tira-gosto. Chegamos em torno de 13:00. Pensamos em ir até o Lago da Princesa (em torno de mais uns 20 minutos de caminhada). É um lago de águas escuras que nem da coca-cola e bem gelada!. Serve pra tirar a ressaca e o sal do corpo. Pra chegar, passa-se por uma trilha de areia. O visual é belíssimo. Por volta das 17:00 uma das barracas da praia estava lotada com uma banda de Reggae. Lembre-se que o Reggae comanda o local juntamente com o carimbó! Ficamos até umas 18:30! A volta é pelo mesmo caminho em que viemos e atravessando com a ajuda da canoinha. A travessia dura 1 a 2 minutos e paga-se em torno de R$ 0,50 por pessoa. Chegando ao camping, comemos alguma coisa, e fomos dormir em nossa barraca para se preparar para mais tarde. Por volta das 23:30, levantamos e nos arrumamos para sair novamente. Fomos andar pela ilha atrás de badalação. Leve repelente e lanterna quando sair a noite principalmente. Paramos num local chamado Só Carimbó, lá você pode ver o "Chico Braga", que é um nativo barbudo muito conhecido como um dos ícones do carimbó na ilha. Depois disso fomos até o bar Lua Cheia, bem à beira da praia. Ouvimos bastante reggae com Rafa Reggae e Cristal Reggae. Tinha uma galerinha meio afastada do povo que estava fumando uma erva, mas não curtimos isso. Obs: em Algodoal as pessoas fazem o que dá na cabeça, mas cada um na sua sem perturbar o outro... mas mudando de assunto, a lua estava maravilhosa!!! Então curtimos nosso 1º ano de namoro juntinhos bebendo a cerveja que levamos de Belém, e fumando nosso cigarro de cravo Gudang Garam. O Tempo foi passando e a fome foi chegando. Já era 05:30 da manhã. Resolvemos comer alguma coisa. Fomos em vários lugares mas já estava fechando. Então achamos uma lanchonete aberta em frente à Pousada do Atlântico (na nossa opinião a melhor pousada da ilha). Comemos um chesse-eggs e Fomos dormir.... 3º dia: sábado, 26/03 1º ano de namoro! O tempo estava divino. Acordamos com um solzão em nossa cara! Tomamos um café no camping mesmo. Aguardamos nossos amigos chegarem, pois o camping era mais próximo da praia. Estávamos planejando conhecer Fortalezinha (uma praia deserta) que fica umas 2 horas de caminhada de ida, mas desistimos por vários motivos como o sol quente, e não formamos um grupo e nem tínhamos guia pra nos levar. Fomos então a Praia da Princesa novamente e curtimos tudo de bom que a praia pode nos dar. Nos deliciamos com um belo tira-gosto de peixe (R$ 14,00), porção razoável. O sol estava queimando. Resolvemos dar um mergulho e para tirar o sal, cada barraca dispõe de um poço artesiano onde qualquer pessoa pode se refrescar. Tomamos umas cervejas Cerpa e final da tarde fomos novamente para a barraca que toca reggae ao vivo com Rafa Reggae. Estava anoitecendo. Atravessamos no mesmo esquema das canoinhas. Só que a canoa parou em outro ponto onde tivemos que passar por uma pequena trilha de pedra (quem estava sem sandália se ferrou). No meio destas pedras tinha alguma coisa que soltava um corante vermelho que manchava tudo. Inclusive pensei que tinha me cortado. Ainda estou com tinta nos pés eheheh. Íamos descansar mas como já era umas 19:00, resolvemos ir atrás do que comer. Por indicação dos nossos amigos Bruno e Lica, fomos jantar na Pousada kakuri. Pedimos uma refeição de bife (R$ 14,00) para duas pessoas. Acho que dá até para três. Obs: em outros locais você encontra PF por R$ 5,00 também. Ficamos tão empachados que fomos dormir para acordar mais tarde, só que não conseguimos dormir. Então resolvemos ficar no bar do camping assistindo uns DVDs legais e bebendo um Martini Bianco que compramos. 01:00h tivemos que dormir pois começou a chover e não parou mais a noite toda. Último dia, infelizmente. Acordamos às 9:30. Amanheceu chovendo. Foi uma novela desmontar a barraca e lavá-la para poder guardar...fomos terminar tudo por volta das 11:30. Nos despedimos e saímos rumo ao local de embarque. Ainda bem que conseguimos um táxi (a carroça) que levou nossas coisas...encontramos com os nossos amigos e fomos todos juntos. O embarque é rápido. Existem muitos barcos para atravessar. Você compra a passagem numa cabine que fica na praia. A travessia foi boa. Choveu bastante mas não balançou muito. Chegando ao porto, fomos até o hotel pegar o carro e resolvi conhecer a casa do meu tio. A casa fica numa rua ao lado da rodoviária de Marudá, bem à beira do rio. Meu tio mora no local e é pescador por opção. Fomos muito bem recebidos. Acabamos ficando pro almoço. Ele fritou vários filés de Corvina (um peixe da região) acompanhados de arroz, feijão, farinha d'água e não podia faltar uma cachacinha....tudo maravilhoso, mas e agora como pegar a estrada? [] Tivemos que descansar um pouco e lá pelas 14:30 h depois de um belo banho gelado no chuveiro, retornamos. Pensamos ainda em passar pela Praia do Crispim (que fica a 10 km de Marudá) que dizem ser muito boa, mas devido a hora, desistimos. Depois de pegar chuva e sol na estrada, chegamos em paz às 17:30 em Belém. Resumindo: Quem já esteve em Algodoal, sempre retorna. Foi considerada uma das mais belas do Brasil pela Revista Época. Os moradores (nativos) são simples mas muito hospitaleiros. Não há policiamento, mas a cidade é muito pacata. A única coisa que nos deixa entristecidos, é que muitos não se preocupam a mínima com a preservação do local deixando seu lixo jogado por toda a vila. Venha conhecer Algodoal! Vale a pena! ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Detalhes da viagem para Algodoal - No terminal rodoviário, pega-se ônibus ou Van com destino Belém-Marudá, com preço da passagem variando entre R$ 12,00 a R$ 15,00. Leva em torno de 3 a 4 horas. - Barco Marudá-Algodoal - Compra-se a passagem no porto de Marudá. Valor: R$ 4,00. Travessia em torno de 40 a 50 minutos. Restaurantes Famosos Kakuri, Mata Broca, Pousada do Atlântico, Pousada do Boiador. Demais pousadas e outras informações, acesse ao nosso site ou ao site da ilha: http://www.algodoal.com.br http://www.marcelo.fot.br/html/links_dicas.html
  2. Se eu não me engano são para 3 a 4 pessoas. Esse valor que está em cima é individual. A suíte é para duas pessoas. Valor individual tb.
  3. mapaes

    Parintins

    Dricofabio, não sou o fábio. Já estive em Parintins e normalmente as pessoas ficam no próprio barco que te trouxeram. Fica num valor razoavel com direito a cafe, almoço e jantar. []´s
  4. quais as marcas mais faceis de achar deste tipo de meia? []´s Marcelo Paes
  5. Alguem tem relatos sobre o Agulhas Negras ou outro tenis. Estava pensando em comprar um Ponta de Flecha, mas a principio eu queria um para trilhas e caminhadas eventuais de no maximo 2 horas e terreno nao muito acidentado. Fico pensando se vale a pena utilizar uma bota mais pesada em vez de um tenis para esses percursos? O que voces acham?
  6. Mais dicas de Belém e do Pará: http://www.mochileiros.com/topic.asp?TOPIC_ID=12076
  7. mapaes

    Parintins

    da uma olhada ai www.parintins.com. O SBT sempre transmite ao vivo. 28/29/30 junho
  8. Mas e os outros modelos de bota da guaicurus como se comportam para para treking, agua e lama?
  9. mapaes

    Viagem ao Marajó

    Obrigado pessoal realmente foi tudo lindo. Pretendo fazer outras assim aqui mesmo no Pará e repasso para voces. Comprei um guia dos polos mais bonitos no Pará. Estou decidindo onde conhecer. Assim que tiver mais, eu envio informações.
  10. mapaes

    Viagem ao Marajó

    Fala cara! Na verdade eu estou meio estranho nesta foto mesmo ehehehe [quote]Originally posted by pedrodeportugal EITA mapaes!!!!!! Tu és a cara chapada de um amigo meu!! Quando vi a tua foto até pensei que era ele!! Que tinha ido para o Brasil sem me falar nada!!! Que coisa hein??? [] id="size2">id="size1">
  11. Danielle, Pode ter sido na montagem de sua barraca Nada Como o Pará para testar as barracas. Aquí chove 5 dias na semana. Muitas vezes muito forte. Estive na Ilha do Marajó (fotos em www.marcelo.fot.br) nesse carnaval e mais uma vez peguei uma senhora chuva com vento forte. Não entrou água e nem causou nada à barraca. Podem comprar a barraca hummer. Pelo menos a minha igloo4 está segurando legal os temporais. []´s quote:Originally posted by DanielleAraujo Tenho uma Hummer que usei só tres vezes e as varetas já quebraram...não acho uma barraca boa pra ventos fortes... id="quote">id="quote">id="size2">
  12. mapaes

    Viagem ao Marajó

    Roteiro detalhado da viagem à Ilha de Marajó.id="blue"> Data: 04/02/05 (20:30) à 09/02/05 (16:00) - Carnaval No final de tudo, daremos mais informações de preços e como chegar. Cercada pelos rios Amazonas, Tocantins e pelo Oceano Atlântico, o Arquipélago do Marajó tem 49.602km2 pelos quais se espalham florestas, savanas, praias e um rico ecossistema praticamente intocado. Concentrando o maior rebanho de búfalos do país, os campos do Marajó transformam-se num imenso alagado entre os meses de Janeiro a Junho, período de chuvas intensas na região. No restante do ano impera a estação seca, melhor época para se conhecer a ilha. O arquipélago do Marajó possui 13 municípios, sendo Soure e Salvaterra os mais procurados pelos visitantes. Uma forma de conhecer o Marajó é através de suas fazendas, tendo o fazendeiro como guia, para ver de perto o dia-a-dia dessas propriedades, algumas com dezenas de Spamres de hectares, onde o tempo parece atrelado à natureza. 1º dia: Sexta, 04/02 Saída de Belém ao porto do Camará Saímos às 19:15 em direção ao distrito de Icoaraci (cerca de 30km de Belém), onde fica o porto da Envio Transportes para pegar a balsa. Para quem vai de carro o caminho é esse. Quem vai de navio, compra passagem e embarca no Galpão 10 da CDP. Pegamos uma chuva torrencial mas a viagem foi bem tranqüila e no tempo determinado (em torno de 3 horas). Camará até a Pousada e Camping Boto Chegando em Camará às 23:30, seguimos viagem para Salvaterra que fica próximo do porto, levando em torno de 40 minutos. Passamos por duas bifurcações em "Y". Na 1ª bifurcação, pegando para direita, segue caminho para Joanes. Para esquerda vai para Salvaterra. Na 2ª bifurcação, você avistará um posto de gasolina. Seguindo pela esquerda, permanece na PA e vai cortando Salvaterra também. No nosso caso, seguimos pela direita, para a Rua Alcindo Cacela. Uns 100 metros após, chegamos ao nosso destino: a Pousada Boto. A bela Pousada e camping Boto Chegamos em baixo de muita chuva. Ficamos de barraca, e nossas coisas ficaram dentro do carro, mas se quiséssemos, poderíamos colocar dentro de armários individuais que a pousada fornece. Aguardamos dentro do carro amenizar a chuva para podermos montar nossa barraca. Dormimos às 03:00... obs: resolvemos ficar com nossas coisas dentro do carro. Nossa 2ª casa depois da barraca era o carro. Nossa geladeira era nosso isopor. Estava lotado de coisas para não gastarmos muito com bebida. Foi legal assim. Sempre que íamos aos lugares, tínhamos tudo em mãos. 2º dia: Sábado, 05/02 Passeios na Fazenda Bom Jesus Noite mal dormida...Ainda amanheceu chovendo, mas foi parando. Acordamos por volta das 9:15 com barulho de gente (era o Romualdo e o Valdo, da pousada - uma família inteira toma conta da pousada). Todos desempenham o seu papel de maneira fantástica), e para nossa surpresa vimos uma carroça puxada por búfalo. Fomos tomar o café da manhã (por sinal maravilhoso pagamos diária R$ 12,50 por pessoa com direito à café da manhã) que finalizava as 9:30. Ligamos para Dona Eva, dona da Fazenda Bom Jesus (em Soure) para agendarmos o passeio em sua fazenda. Marcamos para 15:00 horas do mesmo dia. Voltamos para barraca para arrumar tudo direitinho, e resolvemos mudá-la de local. Colocamos próximo aos banheiros e ao redário. Após isso, já era 13:00 e precisávamos ir para Soure. Perguntamos onde ficava o porto para Soure e em 15 minutos de carro chegamos até ele. A travessia durou em torno de 5 minutos. Fomos ao Hotel Asa Branca (que fica na 4a rua) para conhecer, pois recebemos boas referências (é um hotel simples, a comida é boa mas não se compara com a pousada Boto). Aproveitamos para almoçar um Filhote (peixe da região) ao molho de Camarão R$ 17,00 que por sinal estava muito bom. De lá, em 3 minutos chegamos às 15:15 à casa de Dona Eva (que fica na 4ª rua também). Ela já aguardava por nós para nos conduzir até a sua fazenda. Chegamos à fazenda depois de uns 10 minutos de carro numa estrada de piçarra. Fomos apresentados a algumas pessoas (João, Dona Carlota, Filho da dona Eva). Fomos logo aconselhados a passar repelente, pois é insuportável a picada dos carapanãs (mosquitos). Primeiramente, a Eva (da mesma forma que a mãe, uma pessoa extremamente maravilhosa e educada - temos um vídeo dela) nos acompanhou até um local da fazenda, onde pudemos montar em um búfalo e tirar algumas fotos. Infelizmente perdemos a parte onde ela doma os búfalos (faz eles deitarem, etc) Em seguida, o "feitor" chamado João nos acompanhou em uma caminhada de uns 2 km, onde fomos conhecendo um pouco sobre o dia-a-dia da fazenda. Passeio de Búfalo na Fazenda Bom Jesus Pense numa fazenda muito grande com gado, búfalos, pássaros (não vimos guarás, pois nesta época de chuva eles somem). Inclusive nós soubemos que as provas do No Limite III deveriam ter acontecido nesta fazenda, mas alguns motivos impediram o acerto. Havia dois jacarés nos lagos da fazenda deixados pelo IBAMA, para serem readaptados. O IBAMA tem uma parceria com Dona Eva, que é engenheira agrônoma. Onde sua vista pode alcançar, tudo faz parte da fazenda. Há uma árvore imensa (ver fotos no site www.marcelo.fot.br). Em seguida tomamos bastante água e fomos até uma igrejinha da fazenda, onde Dona Eva apresenta os quadros e fala como a igreja foi idealizada e criada. Detalhe: a igreja tem apenas 7 anos, mas é toda rústica. Isso foi possível graças ao pai de Dona Eva que guardava peças antigas, inclusive aquela madeira usada no piso das casas antigas. Esses materiais foram utilizados na construção da igreja. Antes de irmos embora, um gostoso lanche foi servido, feito com todo carinho por Dona Carlota (mãe de Dona Eva). Saímos da fazenda por volta das 18:15, pois a última balsa neste dia saía às 19:00. Retornamos ao porto de Soure, atravessamos de volta, chegamos a Salvaterra na pousada Boto. Tomamos um banho rápido e fomos assistir a um show de música regional (carimbó, lundú, xote, etc) na pousada mais famosa da Ilha do Marajó (Pousada dos Guarás). Obs: show gratuito, mas a comida é um pouco cara. O grupo que tocou chama-se Paracauary (mesmo nome do rio que passa na região). 3º dia: Domingo, 06/02 Passeio em Joanes Noite boa. Fez um pouco de calor na barraca. Dia ensolarado. Fomos até Joanes, que fica a cerca de uns 20 minutos da pousada. Localiza-se entre o caminho de camará a Salvaterra. Lembre-se da explicação lá no início que fala sobre Joanes. Praia de Joanes Logo na chegada nos deparamos com uma paisagem belíssima. Tem dois restaurantes famosos (do Jacaré e peixaria do Sales). Ficamos no restaurante do jacaré. Fez sol e chuva. Nos escondemos da chuva. Tomamos umas skol, apreciando a bela paisagem. Depois às 15:00 almoçamos um filhote maravilhoso. Lá no restaurante, havia um bloco de carnaval que ia dar a volta no quarteirão. Ficaram tocando até as 17:00. Às 18:00 fomos embora. Tomamos um banho rápido na pousada e saímos em direção ao porto Salvaterra-Soure, pois estávamos com vontade de atravessar e dormir pra Soure, pois ouvimos falar em uma festa na casa de shows Badalauê. Aproveitaríamos para permanecer e já ficar para a praia. Infelizmente não conseguimos pegar a balsa, pois a última havia saído as 18:00. Voltamos para a pousada e como era época de carnaval, fomos atrás de lugares animados, e encontramos uma "danceteria" chamada Barone´s, mas não estava funcionando. Fomos a uma rua (esquina da delegacia) que estava tendo festa. Fica próxima a pousada. Ficamos tomando umas latinhas até as 20:00. Chegamos à pousada com uma fome estrondosa e resolvemos comer algo. Pedimos de entrada um tira-gosto de Queijo do Marajó (R$ 5,00). Veio tanto queijo que quase não comemos o prato principal. Pedimos um Parafuso Marajoara R$ 14,00 (uma espécie de macarrão cheio de camarões regionais e creme. Uma delícia! Dava para 3 pessoas, mas para não estragar, comemos tudo []. Fomos para a pousada, pegamos um ventilador e colocamos dentro da barraca. Foi tudo de bom a idéia. Noite maravilhosa! 4º dia: Segunda, 07/02 Passeios à Praia do Pesqueiro e Fazenda São Jerônimo Acordamos as 9:00, tomamos café, batemos algumas fotos da pousada e saímos rumo à Praia do Pesqueiro que fica em Soure. Pegamos a balsa e atravessamos. Chegando em Soure, fomos ao Banco do Brasil (3ª rua), pois em Salvaterra só tem Banpará e Basa. Achamos uma cerâmica marajoara que fica a 2 esquinas após o banco, onde você pode comprar artigos regionais em cerâmica, inclusiva pode encomendar búfalos em todos os tamanhos. A atendente é muito educada e bem informada. O rapaz que prepara os objetos também muito educado e atencioso. Na verdade todos na cidade são muito atenciosos. Pegando a 4ª rua, no mesmo caminho da fazenda Bom Jesus, encontra-se a rua que te leva à praia do Pesqueiro. Já no caminho da Praia do Pesqueiro, encontra-se a Fazenda São Jerônimo (onde acorreram cenas do No Limite III). Nesta fazenda existem passeios a cavalo, mangues, etc. O local onde aconteceu as provas está precário. Foi mal cuidado[]. Segundo o pessoal da fazenda, estava saindo caro a manutenção. Mesmo assim pedi permissão para conhecer. Tirei algumas fotos também. Saindo da fazenda mais uns 15 minutos de carro com asfalto bom, chega-se à praia. Mas vale a pena! Uma praia imensa. Você pode entrar com o carro na praia e ficar parado na barraca do seu gosto. Cuidado pra não ir a partes que a areia está fofa. Aproveitamos muito. Paramos em uma barraca que havia somente cerveja Cerpa. Quem não conhece vale a pena experimentá-la. A praia do Pesqueiro é uma das mais bonitas A Estrutura de restaurante achei meio fraca em relação à da praia de Joanes e Praia Grande (Salvaterra). Pedi um peixe frito R$ 15,00 (filhote ou pescada amarela ou pescada branca), mas veio da barraca ao lado, eles só tinham Dourada (outro peixe). Experimente Filhote ou Pescada Amarela. Dica: Quando a praia está vazando, fica uns laguinhos legais para ficar de "molho" (foto acima). Rodamos pela praia de carro, tiramos algumas fotos e saímos às 17:00, e às 18:15 pegamos a balsa de volta a Salvaterra. Jogamos bastante ping pong na pousada e lanchei um delicioso sanduíche de Filé Marajoara (filé de búfalo com queijo do marajó). Tomamos um banho e fomos dormir. 5º dia: terça, 08/02 Acordamos às 9:00, fomos ao café. Fomos rapidamente conhecer o centro de Salvaterra onde tem tipo uma beira-mar. Não batemos foto pois estava muito quente. Acabamos não voltando ao local. Saímos para conhecer as Ruínas de Joanes que tínhamos esquecido quando estivemos lá na praia. Joanes é como se fosse uma cidadezinha. Ruínas dos Jesuitas em Joanes Para chegar no centro de Joanes, basta seguir direto na estrada que te leva lá. Em vez de dobrar na praia, segue-se direto até o fim da linha. Tudo no asfalto. O único lugar sem asfalto foi pra ir pra fazenda Bom Jesus, em Soure. Por falar nisso achei as ruas de Salvaterra em melhores condições do que as de Soure. Batemos fotos das Ruínas dos Jesuítas do Século XVII. Em seguida retornamos pela mesma rua, e pegamos outra rua à direita, que te leva também à praia de Joanes, próximo a umas pedras com árvore, que vocês irão notar, quando chegarem à praia. Batemos mais algumas fotos, mas não ficamos. Resolvemos voltar no sentido da nossa pousada, e fomos passar o dia na Pousada dos Guarás. Batemos fotos na praia "particular", piscina, chalés e cavalos. Dica: conversando com o garçom informando que vai consumir, o banho é liberado na piscina. Cuidado com os preços. Pratos em torno de R$ 40,00 para duas pessoas. Há alguns tira-gostos que valem a pena como o Filé de Búfalo no Palito R$ 15,00 (filé em pedaços, com torradas e legumes). Obs: pode-se passear de búfalo ou à cavalo na pousada. 15 minutos custa em torno de R$ 2,50. Saímos da pousada por volta das 17:00h. Saímos da Pousada dos Guarás por volta das 17:00h. Chegamos em nossa Pousada e tomamos um banho gostoso. Por falar nisso o banheiro da pousada é tudo de bom. Na verdade, tudo é bom nesta pousada, apesar do preço ser razoável. Tomamos uma banho rápido e seguimos andando até a Praia Grande, pois de lá ia sair um bloco de carnaval. Seguimos pelas ruas de Salvaterra pulando aquelas antigas marchinhas. Pulamos e bebemos bastante, até chegarmos na 4ª rua, onde o bloco parava e dava lugar para uma aparelhagem (uma espécie de som montado, onde ficam alguns Djs tocando de tudo, principalmente músicas paraenses como o Brega). Tomamos um Tacacá (comida típica do Paraense - uma cuia com tucupi, camarão, jambú e goma) e um Vatapá (esse, vocês devem conhecer) e seguimos andando uns 4 quarteirões até a pousada. Jogamos ping pong e resolvemos pedir um sanduíche marajoara, pois a fome era grande []. Dormimos....... 6º dia: quarta 09/02 Último dia [V]. Fomos tomar café e batemos as últimas fotos na pousada. Tiramos a manhã toda para arrumação. Limpamos a barraca (que estava imunda devido as chuvas), arrumamos as coisas no carro. Resolvemos almoçar na pousada. Deixamos tudo pago e reservamos uma Caldeirada R$ 20,00 para as 14:00. Fomos até a Praia Grande que fica em Salvaterra, a 2 minutos da pousada. Praia bonita, com estrutura boa de restaurantes, mas preferi Joanes e Pesqueiro. Tomamos umas duas skol e retornamos para a pousada. Saboreamos nossa caldeirada, nos despedimos. Saímos às 15:05 e chegamos em Camará às 15:45. Existe uma fila pequena para pegar a balsa. Dica importanteid="red">: quando você compra a passagem Belém-Camará, já compra Camará-Belém. A viagem de volta não foi muito boa, pois balançou muito e como estávamos de barriga cheia, quase que volta tudinho [xx(]. Enfim, foi tudo maravilhoso, as pessoas são muito hospitaleiras. Salvaterra é mais calmo que Soure, porém onde você ficar será bem atendido e terão pessoas para te dar informações caso precise. Joanes é um lugar bastante calmo também em épocas de baixa estação. Vale a pena conhecer a Ilha do Marajó. Aconselho ir de carro caso queira gastar menos pois tudo fica longe. Caso não seja possível ir de carro, você pode fechar um pacote de hospedagem + passeios com um hotel (Pousada dos Guarás, Hotel Ilha do Marajó, Pousada Boto). Outra opção seria usar serviço de táxi (cobrado por percurso e não por taxímetro -Salvaterra-Soure em torno de R$10,00). Há também o serviço de Mototaxi. Acesse os links que disponibilizo no site para saber mais sobre pousadas, locais de ecoturismo no Pará, etc. Mais Informações: Detalhes da balsa Belém-Camará-Belém Envio Transportes (249-3400 / 249-3081) Valor: Carro pequeno: R$ 42,00, Carro Médio: R$ 50,00, Cada Passageiro paga R$ 8,00 Pedestres classe econômica R$ 8,00 (banheiro, tv) , pedestres classe vip R$ 11,00 (ar, banheiro e tv) Saem Diariamente. Estrutura para cerca de uns 40 a 50 carros. Travessia leva em torno de 3 a 4 horas. * Outro meio de transporte é através de navio. Passagens e embarque no galpão 10 da CDP. Em torno de R$ 11,00 a R$ 15,00. Detalhes da Balsa Salvaterra-Soure-Salvaterra Envio Transportes (249-3400 / 249-3081) Valor: Carro pequeno: R$ 5,78. Acompanhantes não pagam. Pedestres não pagam. Sai de 40 em 40 minutos. Balsas começam as 5:00 ou 6:00 e terminam as 18:00 ou 19:00. Travessia leva em torno de 5 a 10 minutos. Restaurantes Famosos Salvaterra: Restaurante Pajé, Restaurante Lá em Casa, Restaurante da Pousada Boto (fantástico) Soure: Minha deusa e Delícias da Nalva Joanes: Peixaria do Sales e Restaurante do Jacaré Lugares legais para conhecer Salvaterra: Praia Grande Pousada dos Guarás Fazenda do Carmo (não cheguei a conhecer) Passeio no manguezal (informar-se com a Pousada Boto) Soure: Praia do pesqueiro (muito legal) e Araruna (não conheci) Fazenda São Jerônimo (passeios à cavalo, mangue) Fazenda Bom Jesus (fantástico) Dona Eva - 91 3741-1243 Joanes: Ruínas dos Jesuítas Praia de Joanes Informações sobre a Pousada Boto. A pousada fica dos dois lados da pista. De um lado fica o camping, redário (local para quem quiser dormir em rede), sala de jogos, banheiros, lavanderia e alguns chalés. Do outro lado, fica a casa dos proprietários, administração, restaurante, pracinha e mais alguns chalés. Eu ao lado de funcionários e o Proprietário da Pousada Site: www.pousadaboto.com.br End.: Av. Alcindo Cacela, esquina com a 5a travessa. Tel: 3765-1539 Valores: Chalés (R$ 75,00 casal c/ café da manhã); Camping: R$ 25,00 casal c/ café da manhã; Redário: R$ 5,00 por rede (eles alugam a rede) s/ café da manhã. Demais pousadas e outras informações, acessar o nosso site (www.marcelo.fot.br)[/b]
  13. mapaes

    Ilha de Marajó

    No final de tudo, daremos mais informações de preços e como chegar. Cercada pelos rios Amazonas, Tocantins e pelo Oceano Atlântico, o Arquipélago do Marajó tem 49.602km2 pelos quais se espalham florestas, savanas, praias e um rico ecossistema praticamente intocado. Concentrando o maior rebanho de búfalos do país, os campos do Marajó transformam-se num imenso alagado entre os meses de Janeiro a Junho, período de chuvas intensas na região. No restante do ano impera a estação seca, melhor época para se conhecer a ilha. O arquipélago do Marajó possui 13 municípios, sendo Soure e Salvaterra os mais procurados pelos visitantes. Uma forma de conhecer o Marajó é através de suas fazendas, tendo o fazendeiro como guia, para ver de perto o dia-a-dia dessas propriedades, algumas com dezenas de Spamres de hectares, onde o tempo parece atrelado à natureza. 1º dia: Sexta, 04/02 Saída de Belém ao porto do Camará Saímos às 19:15 em direção ao distrito de Icoaraci (cerca de 30km de Belém), onde fica o porto da Envio Transportes para pegar a balsa. Para quem vai de carro o caminho é esse. Quem vai de navio, compra passagem e embarca no Galpão 10 da CDP. Pegamos uma chuva torrencial mas a viagem foi bem tranqüila e no tempo determinado (em torno de 3 horas). Chegamos em baixo de muita chuva. Ficamos de barraca, e nossas coisas ficaram dentro do carro, mas se quiséssemos, poderíamos colocar dentro de armários individuais que a pousada fornece. Aguardamos dentro do carro amenizar a chuva para podermos montar nossa barraca. Dormimos às 03:00... obs: resolvemos ficar com nossas coisas dentro do carro. Nossa 2ª casa depois da barraca era o carro. Nossa geladeira era nosso isopor. Estava lotado de coisas para não gastarmos muito com bebida. Foi legal assim. Sempre que íamos aos lugares, tínhamos tudo em mãos. 2º dia: Sábado, 05/02 Passeios na Fazenda Bom Jesus Noite mal dormida...Ainda amanheceu chovendo, mas foi parando. Acordamos por volta das 9:15 com barulho de gente (era o Romualdo e o Valdo, da pousada - uma família inteira toma conta da pousada). Todos desempenham o seu papel de maneira fantástica), e para nossa surpresa vimos uma carroça puxada por búfalo. Fomos tomar o café da manhã (por sinal maravilhoso pagamos diária R$ 12,50 por pessoa com direito à café da manhã) que finalizava as 9:30. Ligamos para Dona Eva, dona da Fazenda Bom Jesus (em Soure) para agendarmos o passeio em sua fazenda. Marcamos para 15:00 horas do mesmo dia. Voltamos para barraca para arrumar tudo direitinho, e resolvemos mudá-la de local. Colocamos próximo aos banheiros e ao redário. Após isso, já era 13:00 e precisávamos ir para Soure. Perguntamos onde ficava o porto para Soure e em 15 minutos de carro chegamos até ele. A travessia durou em torno de 5 minutos. Fomos ao Hotel Asa Branca (que fica na 4a rua) para conhecer, pois recebemos boas referências (é um hotel simples, a comida é boa mas não se compara com a pousada Boto). Aproveitamos para almoçar um Filhote (peixe da região) ao molho de Camarão R$ 17,00 que por sinal estava muito bom. De lá, em 3 minutos chegamos às 15:15 à casa de Dona Eva (que fica na 4ª rua também). Ela já aguardava por nós para nos conduzir até a sua fazenda. Chegamos à fazenda depois de uns 10 minutos de carro numa estrada de piçarra. Fomos apresentados a algumas pessoas (João, Dona Carlota, Filho da dona Eva). Fomos logo aconselhados a passar repelente, pois é insuportável a picada dos carapanãs (mosquitos). Primeiramente, a Eva (da mesma forma que a mãe, uma pessoa extremamente maravilhosa e educada - temos um vídeo dela) nos acompanhou até um local da fazenda, onde pudemos montar em um búfalo e tirar algumas fotos. Infelizmente perdemos a parte onde ela doma os búfalos (faz eles deitarem, etc) Em seguida, o "feitor" chamado João nos acompanhou em uma caminhada de uns 2 km, onde fomos conhecendo um pouco sobre o dia-a-dia da fazenda. Pense numa fazenda muito grande com gado, búfalos, pássaros (não vimos guarás, pois nesta época de chuva eles somem). Inclusive nós soubemos que as provas do No Limite III deveriam ter acontecido nesta fazenda, mas alguns motivos impediram o acerto. Havia dois jacarés nos lagos da fazenda deixados pelo IBAMA, para serem readaptados. O IBAMA tem uma parceria com Dona Eva, que é engenheira agrônoma. Onde sua vista pode alcançar, tudo faz parte da fazenda. Há uma árvore imensa (ver fotos no site http://www.marcelo.fot.br). Em seguida tomamos bastante água e fomos até uma igrejinha da fazenda, onde Dona Eva apresenta os quadros e fala como a igreja foi idealizada e criada. Detalhe: a igreja tem apenas 7 anos, mas é toda rústica. Isso foi possível graças ao pai de Dona Eva que guardava peças antigas, inclusive aquela madeira usada no piso das casas antigas. Esses materiais foram utilizados na construção da igreja. Antes de irmos embora, um gostoso lanche foi servido, feito com todo carinho por Dona Carlota (mãe de Dona Eva). Saímos da fazenda por volta das 18:15, pois a última balsa neste dia saía às 19:00. Retornamos ao porto de Soure, atravessamos de volta, chegamos a Salvaterra na pousada Boto. Tomamos um banho rápido e fomos assistir a um show de música regional (carimbó, lundú, xote, etc) na pousada mais famosa da Ilha do Marajó (Pousada dos Guarás). Obs: show gratuito, mas a comida é um pouco cara. O grupo que tocou chama-se Paracauary (mesmo nome do rio que passa na região). 3º dia: Domingo, 06/02 Passeio em Joanesboa. Fez um pouco de calor na barraca. Dia ensolarado. Fomos até Joanes, que fica a cerca de uns 20 minutos da pousada. Localiza-se entre o caminho de camará a Salvaterra. Lembre-se da explicação lá no início que fala sobre Joanes. Logo na chegada nos deparamos com uma paisagem belíssima. Tem dois restaurantes famosos (do Jacaré e peixaria do Sales). Ficamos no restaurante do jacaré. Fez sol e chuva. Nos escondemos da chuva. Tomamos umas skol, apreciando a bela paisagem. Depois às 15:00 almoçamos um filhote maravilhoso. Lá no restaurante, havia um bloco de carnaval que ia dar a volta no quarteirão. Ficaram tocando até as 17:00. Às 18:00 fomos embora. Tomamos um banho rápido na pousada e saímos em direção ao porto Salvaterra-Soure, pois estávamos com vontade de atravessar e dormir pra Soure, pois ouvimos falar em uma festa na casa de shows Badalauê. Aproveitaríamos para permanecer e já ficar para a praia. Infelizmente não conseguimos pegar a balsa, pois a última havia saído as 18:00. Voltamos para a pousada e como era época de carnaval, fomos atrás de lugares animados, e encontramos uma "danceteria" chamada Barone´s, mas não estava funcionando. Fomos a uma rua (esquina da delegacia) que estava tendo festa. Fica próxima a pousada. Ficamos tomando umas latinhas até as 20:00. Chegamos à pousada com uma fome estrondosa e resolvemos comer algo. Pedimos de entrada um tira-gosto de Queijo do Marajó (R$ 5,00). Veio tanto queijo que quase não comemos o prato principal. Pedimos um Parafuso Marajoara R$ 14,00 (uma espécie de macarrão cheio de camarões regionais e creme. Uma delícia! Dava para 3 pessoas, mas para não estragar, comemos tudo []. Fomos para a pousada, pegamos um ventilador e colocamos dentro da barraca. Foi tudo de bom a idéia. Noite maravilhosa! 4º dia: Segunda, 07/02 Passeios à Praia do Pesqueiro e Fazenda São Jerônimo Acordamos as 9:00, tomamos café, batemos algumas fotos da pousada e saímos rumo à Praia do Pesqueiro que fica em Soure. Pegamos a balsa e atravessamos. Chegando em Soure, fomos ao Banco do Brasil (3ª rua), pois em Salvaterra só tem Banpará e Basa. Achamos uma cerâmica marajoara que fica a 2 esquinas após o banco, onde você pode comprar artigos regionais em cerâmica, inclusiva pode encomendar búfalos em todos os tamanhos. A atendente é muito educada e bem informada. O rapaz que prepara os objetos também muito educado e atencioso. Na verdade todos na cidade são muito atenciosos. Pegando a 4ª rua, no mesmo caminho da fazenda Bom Jesus, encontra-se a rua que te leva à praia do Pesqueiro. Já no caminho da Praia do Pesqueiro, encontra-se a Fazenda São Jerônimo (onde acorreram cenas do No Limite III). Nesta fazenda existem passeios a cavalo, mangues, etc. O local onde aconteceu as provas está precário. Foi mal cuidado[]. Segundo o pessoal da fazenda, estava saindo caro a manutenção. Mesmo assim pedi permissão para conhecer. Tirei algumas fotos também. Saindo da fazenda mais uns 15 minutos de carro com asfalto bom, chega-se à praia. Mas vale a pena! Uma praia imensa. Você pode entrar com o carro na praia e ficar parado na barraca do seu gosto. Cuidado pra não ir a partes que a areia está fofa. Aproveitamos muito. Paramos em uma barraca que havia somente cerveja Cerpa. Quem não conhece vale a pena experimentá-la. A Estrutura de restaurante achei meio fraca em relação à da praia de Joanes e Praia Grande (Salvaterra). Pedi um peixe frito R$ 15,00 (filhote ou pescada amarela ou pescada branca), mas veio da barraca ao lado, eles só tinham Dourada (outro peixe). Experimente Filhote ou Pescada Amarela. Dica: Quando a praia está vazando, fica uns laguinhos legais para ficar de "molho" (foto acima). Rodamos pela praia de carro, tiramos algumas fotos e saímos às 17:00, e às 18:15 pegamos a balsa de volta a Salvaterra. Jogamos bastante ping pong na pousada e lanchei um delicioso sanduíche de Filé Marajoara (filé de búfalo com queijo do marajó). Tomamos um banho e fomos dormir. 5º dia: terça, 08/02 Acordamos às 9:00, fomos ao café. Fomos rapidamente conhecer o centro de Salvaterra onde tem tipo uma beira-mar. Não batemos foto pois estava muito quente. Acabamos não voltando ao local. Saímos para conhecer as Ruínas de Joanes que tínhamos esquecido quando estivemos lá na praia. Joanes é como se fosse uma cidadezinha. Para chegar no centro de Joanes, basta seguir direto na estrada que te leva lá. Em vez de dobrar na praia, segue-se direto até o fim da linha. Tudo no asfalto. O único lugar sem asfalto foi pra ir pra fazenda Bom Jesus, em Soure. Por falar nisso achei as ruas de Salvaterra em melhores condições do que as de Soure. Batemos fotos das Ruínas dos Jesuítas do Século XVII. Em seguida retornamos pela mesma rua, e pegamos outra rua à direita, que te leva também à praia de Joanes, próximo a umas pedras com árvore, que vocês irão notar, quando chegarem à praia. Batemos mais algumas fotos, mas não ficamos. Resolvemos voltar no sentido da nossa pousada, e fomos passar o dia na Pousada dos Guarás. Batemos fotos na praia "particular", piscina, chalés e cavalos. Dica: conversando com o garçom informando que vai consumir, o banho é liberado na piscina. Cuidado com os preços. Pratos em torno de R$ 40,00 para duas pessoas. Há alguns tira-gostos que valem a pena como o Filé de Búfalo no Palito R$ 15,00 (filé em pedaços, com torradas e legumes). Obs: pode-se passear de búfalo ou à cavalo na pousada. 15 minutos custa em torno de R$ 2,50. Saímos da pousada por volta das 17:00h. Saímos da Pousada dos Guarás por volta das 17:00h. Chegamos em nossa Pousada e tomamos um banho gostoso. Por falar nisso o banheiro da pousada é tudo de bom. Na verdade, tudo é bom nesta pousada, apesar do preço ser razoável. Tomamos uma banho rápido e seguimos andando até a Praia Grande, pois de lá ia sair um bloco de carnaval. Seguimos pelas ruas de Salvaterra pulando aquelas antigas marchinhas. Pulamos e bebemos bastante, até chegarmos na 4ª rua, onde o bloco parava e dava lugar para uma aparelhagem (uma espécie de som montado, onde ficam alguns Djs tocando de tudo, principalmente músicas paraenses como o Brega). Tomamos um Tacacá (comida típica do Paraense - uma cuia com tucupi, camarão, jambú e goma) e um Vatapá (esse, vocês devem conhecer) e seguimos andando uns 4 quarteirões até a pousada. Jogamos ping pong e resolvemos pedir um sanduíche marajoara, pois a fome era grande []. Dormimos....... 6º dia: quarta 09/02 Último dia [V]. Fomos tomar café e batemos as últimas fotos na pousada. Tiramos a manhã toda para arrumação. Limpamos a barraca (que estava imunda devido as chuvas), arrumamos as coisas no carro. Resolvemos almoçar na pousada. Deixamos tudo pago e reservamos uma Caldeirada R$ 20,00 para as 14:00. Fomos até a Praia Grande que fica em Salvaterra, a 2 minutos da pousada. Praia bonita, com estrutura boa de restaurantes, mas preferi Joanes e Pesqueiro. Tomamos umas duas skol e retornamos para a pousada. Saboreamos nossa caldeirada, nos despedimos. Saímos às 15:05 e chegamos em Camará às 15:45. Existe uma fila pequena para pegar a balsa. Dica importanteid="red">: quando você compra a passagem Belém-Camará, já compra Camará-Belém. A viagem de volta não foi muito boa, pois balançou muito e como estávamos de barriga cheia, quase que volta tudinho [xx(]. Enfim, foi tudo maravilhoso, as pessoas são muito hospitaleiras. Salvaterra é mais calmo que Soure, porém onde você ficar será bem atendido e terão pessoas para te dar informações caso precise. Joanes é um lugar bastante calmo também em épocas de baixa estação. Vale a pena conhecer a Ilha do Marajó. Aconselho ir de carro caso queira gastar menos pois tudo fica longe. Caso não seja possível ir de carro, você pode fechar um pacote de hospedagem + passeios com um hotel (Pousada dos Guarás, Hotel Ilha do Marajó, Pousada Boto). Outra opção seria usar serviço de táxi (cobrado por percurso e não por taxímetro -Salvaterra-Soure em torno de R$10,00). Há também o serviço de Mototaxi. Acesse os links que disponibilizo no site para saber mais sobre pousadas, locais de ecoturismo no Pará, etc. Mais Informações: Detalhes da balsa Belém-Camará-Belém Envio Transportes (249-3400 / 249-3081) Valor: Carro pequeno: R$ 42,00, Carro Médio: R$ 50,00, Cada Passageiro paga R$ 8,00 Pedestres classe econômica R$ 8,00 (banheiro, tv) , pedestres classe vip R$ 11,00 (ar, banheiro e tv) Saem Diariamente. Estrutura para cerca de uns 40 a 50 carros. Travessia leva em torno de 3 a 4 horas. * Outro meio de transporte é através de navio. Passagens e embarque no galpão 10 da CDP. Em torno de R$ 11,00 a R$ 15,00. Detalhes da Balsa Salvaterra-Soure-Salvaterra Envio Transportes (249-3400 / 249-3081) Valor: Carro pequeno: R$ 5,78. Acompanhantes não pagam. Pedestres não pagam. Sai de 40 em 40 minutos. Balsas começam as 5:00 ou 6:00 e terminam as 18:00 ou 19:00. Travessia leva em torno de 5 a 10 minutos. Restaurantes Famosos Salvaterra: Restaurante Pajé, Restaurante Lá em Casa, Restaurante da Pousada Boto (fantástico) Soure: Minha deusa e Delícias da Nalva Joanes: Peixaria do Sales e Restaurante do Jacaré Lugares legais para conhecer Salvaterra: Praia Grande Pousada dos Guarás Fazenda do Carmo (não cheguei a conhecer) Passeio no manguezal (informar-se com a Pousada Boto) Soure: Praia do pesqueiro (muito legal) e Araruna (não conheci) Fazenda São Jerônimo (passeios à cavalo, mangue) Fazenda Bom Jesus (fantástico) Dona Eva - 91 3741-1243 Joanes: Ruínas dos Jesuítas Praia de Joanes Informações sobre a Pousada Boto. A pousada fica dos dois lados da pista. De um lado fica o camping, redário (local para quem quiser dormir em rede), sala de jogos, banheiros, lavanderia e alguns chalés. Do outro lado, fica a casa dos proprietários, administração, restaurante, pracinha e mais alguns chalés. Site: http://www.pousadaboto.com.br End.: Av. Alcindo Cacela, esquina com a 5a travessa. Tel: 3765-1539 Valores: Chalés (R$ 75,00 casal c/ café da manhã); Camping: R$ 25,00 casal c/ café da manhã; Redário: R$ 5,00 por rede (eles alugam a rede) s/ café da manhã.
  14. Caminhada de 15 minutos para chegar na melhor parte da praia. No caminho da praia - Maré baixa atravessa assim. Maré alta, 2 min de barquinho. Fala galera. Alguns já ouviram falar mas a maioria não. Poucos conhecem. Gente, vocês não sabem o que estão perdendo. Quem já foi e quiser colaborar com o tópico favor colocar informações. Algodoal é uma ilha paradisíaca que ate mes passado nao tinha energia eletrica. Para quem não sabe, a Ilha de Mayandeua, ou simplesmente Algodoal, está entre os melhores praias do Brasil. Fica a 3 horas de belem. Vai de Van ou Onibus para a Cidade de Marudá (17,00), depois atravessa de barco (+- 45 minutos) + 5,00. La voce pode acampar ou ficar em uma pousada com precos que varia de 20,00 a 70,00 reais). Uma vez ficou eu e mais 3 pessoas. Pagamos tudo 120, 4 dias em um quarto (Bar do Bolão). saiu a R$30,00 reais por pessoa os 4 dias, R$10,00 reais o dia. Tem poucos lugares que aceitam cartao de credito, e a comida e bebida eh cerca de 30% mais cara que em Belem. Coca 2L +- 4,00 a 4,50 em algodoal. Dica: Para quem quiser gastar pouco, a dica é fazer amizade com nativos, pescadores da ilha. De qualquer forma, não sai caro passar uns dias em Algodoal. Procure a palavra algodoal no cadê ou google que vai achar muitas informações.
  15. mapaes

    Parintins

    OLha vou dar minha colaboraçao enviando o site oficial do evento. La tem companhias aereas que podem te ajudar. http://www.parintins.com
  16. Eu prefiro a hummer....fiquei na duvida e resolvi comprá-la pelos bons comentarios que ouvi e nao me arrependo.
  17. mapaes

    Belém

    www.amazonstar.com.br Companhia de turismo em Belem. Possui navio de passeio. www.pa.gov.br site do governo com bastante informacoes sobre todo o Pará. www.paratur.com.br site de turismo do Estado do pará
  18. Pra ir andando nao da. Vc pode pegar um onibus bem proximo do terminal rodoviario (R$1,15). Pode pegar um "fresquinho" - ar condicionado (R$2,00) ou um taxi (R$ 10,00 a 15,00 - negociando sai por menos). Tem um site de uma empresa de turismo que da algumas informacoes sobre um navio. Aqui vai o site do governo com informacoes tb de todas as cidades do Pará. http://www.pa.gov.br/conhecaopara/santarem.asp http://www.amazonstar.com.br/ vai no link "cruzeiros pela amazonia"
  19. Ai Galera. Resolvi disponibilizar algumas fotos da minha barraca Igloo4. Download Attachment: DSC01067.jpg 30,26 KB Download Attachment: DSC01029.jpg 72,9 KB
  20. Na minha estreia da barraca igloo4, eu peguei um pau-dágua que eu pensei que a barraca ia virar. Nao molhou nada. E olha que eu nem tinha montado direito a barraca. Ei Pat Motinha, eu gostaria de mais detalhes sobre essa bomba tipo marca modelo e se possivel uma foto pois eu fui numa loja de bicicletas, fiz o teste e pelo que vi ia demorar um seculo para encher um colchonete. Eu usei aqueles de pisar.
  21. Pat Motinha. Foi fantastica a viagem e deu tudo certo. depois mando umas fotos. Gostaria de saber se voce tem muito problema com estes colchonetes de piscina, e se eles esvaziam muito rapido, pois no 2º dia ele ja estava meio murcho. Qual o produto que vc usa para tirar vazamentos e o que voce usa para enche-los? Eu acho que vou comprar uma bomba daquelas que voce enche com os pes usado muito para encher pneus de bicicleta. Ela nao ocupa muito espaco e nao precisa de energia. O que voce acha?
  22. Luiz, Eu ficaria com a Hummer igloo3, pois tem avance, mas dependendo de quantas pessoas vao acampar, se juntar mais uns 50 reais da pra comprar uma igloo 4 igual a minha que da pra 3 a 4 pessoas.
  23. Pat Motinha e outros amigos do forum. Muito obrigado pela ajuda. Depois de 2 semanas pesquisando Barraca / Mochila, consegui encontra-las num preco bom. Comprei a Barraca Igloo 4 por 217,00 zerada(loja oplima em Belem) - (obs: achei a igloo 3 pequena para duas pessoas),e a mochila Quest 50L +10 da Bags Adventure por R$125,00 (Um achado com um amigo que comprou e nao usou). Comprei hoje e ja vou usar amanha no Hotel Fazenda Camping Ibirapuera - Proximo de Belem 1 Hora(www.campingibirapuera.com.br). Haaaaa, achei o tal colchonete de piscina e comprei tb (lojas americanas - local R$9,99)Valeu Pat! Ha, Comprei a lonaleve 2x2 - R$18,00, mas existe mais barato que isso. Assim que retornar eu coloco umas fotos aqui. Tomara que de tudo certo na montagem. Eu vou testa-la sem selador. []´s Marcelo Paes
  24. Galera, um lugar que a gente menos espera pode ter os equipamentos que vc procura(barraca, mochila e outros). Por exemplo aqui em Belem, primeiro achei em casa de artigos militares. Achei da Trilhas, Nautika, Curtlo e alguma coisa da Kailash. Va a grandes supermercados que tem tambem. A minha achei na Oplima, um local que vende de tudo. Pra Belem esse preco esta otimo, devido a distancia. Verifiquei que os precos daque geralmente sao cerca de 40,00 a 60 reais mais caro que os de sao paulo. Tudo pra casa e esportes, praia, etc. Achei uma Igloo 4 hummer para 3/4 por 220,00. Nas americas, tinha tambem a igloo 3 hummer por 129,00
  25. mapaes

    Belém

    Ola. Gostei das colocacoes da Gilza sobre a cidade de Belém, mas gostaria de acrescentar algumas coisas. Dorcas na verdade chama-se Docas; um projeto audacioso onde foi transformado 3 a 4 galpoes imensos em um local de lazer totalizando cerca de 1km de comprimento com vistas para o mar. Do outro lado da Cidade, no Hotel Beira rio, tem um restaurante com vistas para o mar e tem um passeio aos sabados e domingos para outro lado do rio. Paga-se 2,50 ja a ida e volta. e Pode-se ver um pouco da paisagem e almocar la do outro lado no restaurante ou ate mesmo levar sua comida. Eu ainda nao fui a Barcarena de carro neste complexo de pontes (alça viária), mas sinceramente nao vi ainda nenhum indio pela cidade (tenho 31 anos). Podem ter se mudado para la, mas indio mesmo so se acha no interior do interior do Pará. Em relaçao ao Marajó, so conheço por fotos, mas acho que irei na semana santa. Agora quem puder, vá para Algodoal, uma ilha paradisíaca que ate mes passado nao tinha energia eletrica. Fica a 3 horas de belem. Vai de Van ou Onibus para a Cidade de Maruda (17,00), depois atravessa de barco (+- 45 minutos) + 5,00. La voce pode acampar ou ficar em uma pousada com precos que varia de 20,00 a 70,00 reais). Uma vez ficou eu e mais 3 pessoas. Pagamos tudo 120, 3 dias em um quarto (Bar do Bolão).Tem poucos lugares que aceitam cartao de credito, e a comida e bebida eh cerca de 30% mais cara que em Belem. Coca 2L +- 4,00 a 4,50. Dica: Fazer amizade com nativos, pescadores da ilha. Voce consegue moradia e comida bem barato.
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