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Vinicius Monção

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Sobre Vinicius Monção

  • Data de Nascimento 01-12-1985

Bio

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    Professor do ensino superior e doutorando

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  1. Oi, Monique! Agradeço sua mensagem. Também não acredito em coincidências. Tudo acontece por motivos específicos e se encaixam na nossa vibração. Muitíssimo obrigado por sua disponibilidade mas não será necessário. O dono do B&B postou por correio e no início do mês chegará (Vou atualizar essa info no post). Aproveite ao máximo a viagem e nem adianta falar que será ótima. Sempre que me lembro dos dias que passei com minha mãe toda retorna toda a emoção. Um momento lindo que ficou guardado na memória. Felicidades! abraço
  2. Oi, Monique! Agradeço sua mensagem. Muitíssimo obrigado por sua disponibilidade mas não será necessário. O dono do B&B postou por correio e no início do mês chegará (Vou atualizar essa info no post). Aproveite ao máximo a viagem e nem adianta falar que será ótima. Sempre que me lembro dos dias que passei com minha mãe toda retorna toda a emoção. Um momento lindo que ficou guardado na memória. Felicidades! abraço
  3. Aos meus 31 anos consegui dar de presente para minha mãe uma viagem. Iriamos realizar um sonho dela, conhecer a Itália e a Terra Santa. Para mim foi uma ótima oportunidade já que viajar nunca é demais. Conhecer um pedaço do Oriente Médio, rever Roma e outras cidades europeias, além de passar 12 dias com ela depois de quase 10 anos afastados do convívio diário ao qual força maior nos impôs. Começamos os preparativos da viagem em julho de 2016. Juntar dinheiro aqui, cortar gastos acolá... parcelamentos, pesquisa de passagens e hospedagens, roteiro, melhor caminho, etc. tudo o que fosse necessário para dar conta da grande aventura. Era a primeira vez que viajaríamos. A primeira vez que ela sairia do país, a primeira vez que voaria de avião, o primeiro passaporte. Era tudo novidade para ela e, mesmo sendo viajante experiente, a primeira para mim. Quando me vi, estava na onda da "modinha" de fazer mochilão com a mãe. Uma amiga até me marcou num post sobre o assunto. Nossa viagem seria uma grande experiência e um momento de aproximação entre a gente. E foi! Confesso que de início fiquei bastante apreensivo. E se ela passasse mal? E se não aguentasse as longas horas de voo? E se tivesse uma crise de dor no meio do percursos? Aguentaria os quilômetros de caminhada? E a alimentação? Será que conseguiríamos manter a dieta longe de condimentos e gordura? E se caso ela fosse convidada para entrevista privada em um dos aeroportos? Ela não fala outra língua, como resolver? E se ela se perdesse? O que fazer? Muitas questões que não havia respostas para nenhuma delas. Somente o momento revelaria o que fazer, o que aconteceria e, aos poucos, apresentar as respostas necessárias para os possíveis perrengues. Para compor a viagem convidei minha amiga, uma das mais próximas. Viajamos sempre juntos. Com ela nunca houve problema. Ela se animou com a proposta e seguimos nós três para o mundo. Tudo pronto! Como sabem, viajamos em 16 de janeiro de 2017 e o nosso roteiro foi o seguinte: do Rio para Madrid, passamos um dia na cidade; de Madrid para Roma onde ficamos por três dias, nesse período fomos a Assis; de Roma para Israel com direito a uma parada em Atenas. Em Israel montamos acampamento em Jerusalém, Cidade ápice da viagem, onde ficamos quatro dias percorrendo o complexo, confuso e estranho território disputado pelos homens desde que o mundo é mundo. De Israel para Budapeste (um sonho meu), onde ficamos 2 dias e por fim voltamos para Roma, depois seguimos para Londres e de lá para casa, Rio de Janeiro. Foram 12 dias "batendo perna" pelo mundo afora. A viagem foi linda! Pudemos experimentar a Europa no inverno. Frio, a expectativa de neve, e mais frio com direito a roupa sobre roupa. Batemos nosso recorde, pegamos - 8 graus em Budapeste (!!!) Comprar roupas quentes. Tomamos muitos capuccinos. O maravilhoso spaguetti romano e sem falar nos doces! Só para deixar claro a saudade do amor que ficou no Rio, de casa, da rotina, do cenário e do calor carioca também se fez presente na jornada. Aos poucos fui reconhecendo minha mãe. Me deparei com uma mulher frágil, um pouco debilitada por uma vida de muito sofrimento. Mas, ao mesmo tempo, muito solicita, disponível e generosa. Tímida durante grande parte da viagem pois para uma pessoa que sempre foi dona de casa sem grandes expectativas da vida estar em uma viagem dessas nunca passou pela sua cabeça (segundo suas palavras). Em alguns momentos ela comentava (e eu percebia) que era difícil (para ela) entender onde estávamos, de onde vínhamos é para onde estávamos indo ou o que era aquilo que via. Era muita novidade para tão pouco tempo. Por conta da sua trajetória de vida e dos remédios que ela é obrigada a tomar, por motivo de uma doença sem nome e ainda não classificada, sua memória está muito debilitada. Lembrar das coisas é um exercício constante. Em nosso último dia em Roma saímos para comprar os presentes para minhas irmãs e para uma amiga que emprestou a mala para que ela pudesse viajar. Ela escolheu, feliz, "as coisinhas para as meninas". Fomos para o B&B, dormimos e no dia seguinte acordamos cedo. Nos arrumamos, tomamos o café e saímos para o aeroporto, cada qual com sua bagagem. Ao chegarmos na porta do aeroporto (já foi em cima do laço para embarcar) ela percebeu que havia esquecido a mochila com todos os presentes no B&B. O chão se abriu, as pernas tremeram. Não havia tempo para retornar a hospedagem sem falar que não havia ninguém para que pudéssemos pedir para abrir de novo a casa e assim pegar a mochila. (Por conta da baixa temporada só havíamos nós três e o proprietário só voltaria por volta das 7 da manhã e saímos às 6). Desolação total! Graças aos céus, muito felizmente os passaportes e o dinheiro estavam comigo. Caso contrário teríamos um super problema pois perderíamos o voo e teremos problemas para comprar duas passagens em cima da hora para voltar pra casa. "As coisinhas das meninas" ficaram pra trás. Minha mãe chorou, frustrada, e eu em silêncio pelo fato da memória e não pelas coisas. Foi nesse momento que percebi que minha mãe está envelhecendo. A jovialidade que eu guardava dela na memória já não a acompanha. Fiquei triste pois o tempo passou. E ela triste por ter perdido mais uma coisa no caminho. Por ter me dado prejuízo. Por estar com a "memória fraca". O tempo é cruel. Me vi do outro lado. Antes ela cuidava de mim e agora eu tive que cuidar dela. Me lembro da infância, dela me pegando pela mão. Me dando bronca por ficar pra trás ou me desligar. A posição mudou: "vem, mãe!", "sai da rua, anda pela calçada", "cuidado para não se perder", "vou ao banheiro e quando sair me espera aqui, ok?", "não fale com ninguém, pode ser golpe", aqui estão os papéis, caso aconteça alguma coisa aqui tem o endereço do hotel", "tá passando bem?", "tomou seu remédio?", "mãe, duas da manhã, tá na hora do remédio", "cobre a cabeça para não ficar resfriada", "bebe água para não desidratar" Após alguns minutos e a volta da racionalidade agradeci a Deus por não termos perdido nada de mais importante, como o voo ou dinheiro ou o passaporte. Perder objetos é coisa da vida e serve para nos lembrar que não levaremos nada nessa vida e que esse fato, minúsculo não pode ofuscar nossa linda (sim, foi linda) viagem. A viagem não foi para entrar na "modinha". Viajamos com um objetivo. Nos colocamos em peregrinação em busca do divino que cada qual acredita e procura. Encontrei algumas respostas, muitas perguntas e nenhuma solução. No entanto continuo na certeza que te amo mãe, "minha velha". A estrada é dura mas o importante é seguir caminhando. Nossa caminhada apenas começou. Até quando for possível viajaremos mais e mais, nos descobrindo e descobrindo o mundo. Agradeço aos céus pela oportunidade de ter passado esses dias com minha mamita! O dono do B&B foi muito gentil e imediatamente que teve acesso ao quarto e viu a mochila me escreveu alertando. Felizmente ele conseguiu postar por correio e, no início do mês a mochila chega aqui em casa. Em algum ponto do oceano Atlântico, 28 de janeiro de 2017. (O último trecho da viagem indo de volta pra casa). P.S: Se quiserem ver algumas imagens, clique no link a seguir para ir ao post na minha página do Facebook:
  4. Pessoal. Em janeiro de 2017 vou com minha mãe a Israel, mas antes passaremos pela Itália. Pesquisando informações a respeito da viagem me deparei com alguns relatos sobre o alto nível de exigência na entrevista para entrada no país. Vocês que já foram pra lá poderiam compartilhar informação sobre esse momento? Fico preocupado com ela pois ela não fala absolutamente nada de inglês. Se ela for selecionada para a entrevista/revista mais detalhada será que poderei acompanha-la? Agradeço quem puder ajudar.
  5. Oi, Koy. Depende do seu interesse. Penso que 3 são suficientes! Reserve um dia para andar pelo centro e lugares comuns. Um dia para conhecer a Acrópole e o Museu e o outro para ir até algum lugar próximo, o cabo Sounio é uma possibilidade. Como eu disse, abril é inicio de primavera. Há sol mas os dias são bem frios. Minhas amigas seguiram para as ilhas e não conseguiram aproveitar nada em função da água gelada e do mal tempo. Ah! Fique atento ao feriado da Páscoa. Fica tudo fechado por uma semana. Eles comemoram a Páscoa em outra data já que são ortodoxos. Verifique o calendário deles e fuja desse período. Aproveite! Qualquer coisa e só perguntar *********
  6. Olá, pessoal. Estive na Grécia em Abril e resolvi postar aqui algumas dicas que considero valiosa. Sobre Atenas (três dias são suficientes) Para sair do aeroporto opte pelo taxi se vc estiver em 3 ou 4 pessoas. O valor do metro para o centro é de 10 euros pessoa e o taxi para centro 38 euros (fixo) mais 2 por pedágio. São 2 pedágios dependendo do caminho. Ir na Acrópole no final da tarde, por volta das 17h para ver o por do sol. Horário mais tranquilo de público. Ir, pela manhã ao monte da capela de São Jorge. O Philopapus Hill não é tão interessante. Há um monumento no topo e só. Se estiver com pouco tempo, pode passar para o próximo ponto turístico. Lá de cima você tem uma boa vista da cidade mas nada que a Acrópole não ofereça. Opte em ir à Ágora pela manhã e reserve meio dia para visitar com calma o local. Os ônibus de turismo pela até as pode ser uma boa opção para se ter noção da cidade. A ida a Pireus com ele não é bom pela limitação de ônibus e não há nada a ser visto de grande importância ou interesse. Para transitar, opte pelo metrô. É barato e eficiente. Atenas-Delfos-Atenas (ida e volta no mesmo dia) Se dirigir até o terminal de ônibus Lissonio. O ônibus parte às 10:30 para Delfos e volta para Atenas às 18:45. Compre ida e volta no guinche em Atenas. Não deixe para comprar lá pois pode não haver passagem. O valor pago em abril/2016 foi 32,80 euros(ida e volta). Para chegar no terminal opte por um taxi pois o mesmo não é de fácil localização para um turista. Fiquei 7 dias em Atenas (e me arrependi), três dias são suficientes em Atenas, já que as atrações turísticas são limitadas aos sítios arqueológicos e museus de mesma temática (arqueologia e história). Voltando para o aeroporto Para ir para o aeroporto de madrugada opte pelo ônibus da linha x95. Ele faz ponto na praça Síntagma (do lado direito para quem olha para Parlamento). Em abril de 2016 o valor da passagem era de 6 euros, aproximadamente 1 hora de viagem. Passa de 30 em 30 minutos, 24 horas. O bilhete vc compra com o motorista. Sobre as ilhas Se for para as ilhas, opte por comprar pacote, o preço é justo. Na agência de turismo Adriano, na Monasteriaki, vc pode montar o que quiser - lugares e dias. A média é de 65 euros por dia com hospedagem, transporte, transfer e café da manhã incluído. Outras infos relevantes Não espere simpatia dos gregos. . São receptivos mas não sabem "cativar" a clientela. Tive alguns aborrecimentos, em restaurantes especificamente, com atendentes grosseiros e impacientes. A melhor época para visitar é na primavera quando a temperatura é agradável. Espero ter ajudado. Abraço
  7. Muitíssimo obrigado pelas informações! Elas me ajudaram a sanar dúvidas, principalmente aos valores. Estou indo agora em outubro e passarei 15 dias. Tenho um congresso em Alexandria e vou aproveitar para conhecer os principais pontos do país (Cairo, Luxor, Aswan ,etc..). Com relação aos gastos diários, você saberia me dizer uma média? (a partir da sua referência, é claro!)?; Irei no mesmo voo que você utilizou. Estou "preocupado" com a troca de avião em Adis Abeba. É necessário visto para a entrada no país, mesmo em trânsito? Você achou tranquilo a espera no aeroporto?
  8. Mochileiros, voltei de Santiago a poucos dias e vim contribuir, de forma breve porém não desqualificada, sobre Santiago e arredores. Estive entre os dias 5 a 13 de janeiro. Peguei um calor dos infernos mas valeu a pena! Vamos lá... Santiago é muito cosmopolita e me senti em São Paulo. Para melhor "narrar" (um panorama) sobre a viagem, vou separar por assunto... daí não me perco tanto. COMIDA: Como uma grande cidade, opções para os mais distintos gostos e paladares não faltam. Você consegue encontrar desde a tradicional comida chilena (empadanas, cazuelas, "a pobres", etc, etc) a comida de diversas partes do mundo e a própria cozinha tradicional, revisitada e repaginadas pela oferta da culinária contemporânea. No entanto, a comida em Santiago, em geral, é muito cara! Os pfs mais baratos que encontrei girava em torno de 35 reais... E nos restaurantes, os "pratos fundos" numa média de 55. Existe muita oferta e também muita concorrência, mas para nós brasileiros, o preço assusta. Se você gosta de ameixas, existem árvores por toda a cidade e nas cidades cercanas. No entanto, o santiaguino (?) não liga para essas frutinhas vermelhas. Para eles elas não são comestíveis. Mas para nós SIM! hahaha Me fartei de ameixas. Valparaiso e Viña del Mar são cidades turísticas e a oferta/preço segue o estilo de Santiago, sendo um pouco mais cara. Em Pomaire, os preços são sensivelmente mais baratos e a oferta é da culinária mais tradicional. Comer um "pastel de choclo" é uma boa pedida! TRANSPORTE: O serviço de transporte público é eficiente! Metro para todos os lados da cidade, ônibus, táxis e coletivos estão a disposição de turistas e não turistas. O metro tem 3 tarifas que são utilizadas em períodos distintos do dia. Embora seja cheio no horário de pico, não chega ao cheio do metro do Rio e de São Paulo. Como eu fiquei pelo centro, só utilizava o metro e também as caminhadas. Não sei lhe dizer se existe algum custo/benefício na utilização dos táxis. Para ir a Valparaíso e Viña del Mar, comprei um passeio com empresa Tur Bus. O preço da passagem de ônibus, mas o transporte e guia pelas duas cidades estava sendo cobrado 25.500 pesos chilenos, no entanto, disse pra moça que vendia o passeio que eramos (fui com o Diogo, minha amiga, seu filho e marido) estudantes do Brasil. Ela ficou "Tocada" com esse adjetivo e nos faz por 15.500 pesos chilenos (aproximadamente 75 reais por pessoa). Relato isso pra dizer que vale a pena pechinchar!!! A oficina foi no terminal da estação Universidad de Santiago, linha vermelha. Para ir a Pomaire, tomamos um bus no terminal Estación Central, no centro comercial "Paseo Arauco". A ida custou 1.500 e a volta 1.400. ONDE TURISTIAR? Bem, como fui a trabalho, dessa vez não estava com o tempo todo disponível pra passear. Fui aos clássicos: Cerro Santa Lucia (muito bonito o local), ao Cerro San Cristován (não subi pq o funicular e o teleférico não estava funcionando. O táxis estava muito caro para subir 8.000 para subir e descer). Pelos paseos Ahumada, Huérfanos, Estado... Plaza de Armas, Quinta Normal, Parque O'Higgins, Mercado Central, alguns museus... Valparaíso foi o lugar que mais me encantou! A bagunça do lugar me proporcionou o reconhecimento latino. Viña del Mar é mais uma cidade construída tendo como modelo Miami. Não sendo muito diferente da Barra da Tijuca, aqui no Rio. O que mais me fascinou em Viña foi poder tomar banho no oceano Pacífico e conhecer o anfiteatro do parque Quinta Vergara! Pomaire é uma cidadezinha próxima a Santiago (1 hora de bus). Composta por uma longa rua cheia de lojas de artesanato no qual a cerâmica é a estrela da vez. Lá foi a melhor empanada que eu comi no Conesul. CÂMBIO Ah, já ia me esquecendo. Para trocar dinheiro, vá na calle Agustina. Lá estão as casas de câmbio, uma ao lado da outra. Eu não levei dólar, por motivo da moeda estar muito alta para a gente. Levei real e deu na mesma. Quando eu cheguei no aeroporto eu troquei R$100,00 que me rendeu 18.000 pesos (aproximadamente) - que não dá pra nada! Fui trocar numa casa de câmbio e consegui, na primeira troca, 218.000. Na última troca, aconteceu algo na Bolsa que eu não sei o que, mas o Real estava mais valorizado. Troquei R$ 100,00 por 228.000. Me senti rico por alguns instantes até entrar numa lanchonete e me cobrarem 1.100,00 por uma garrafinha de coca-cola! Bem, acho que consegui reunir algumas infos importantes. Qualquer dúvida, é só perguntar! Vinicius Monção [email protected] http://www.facebook.com/vinimoncao
  9. Saudações a todos os viajantes desse meu Brasil! Amigos, irei para a Bolívia no dia 01/01/12. Sairei do Rio as 18:10 e chegarei em Sta. Cruz as 22:20 do mesmo dia. Já li tanta coisa sobre Sta. Cruz, onde afirmam que ela é cara, que não se parece com a Bolívia, que as pessoas são antipáticas, tals e tals. Queria saber se EXISTE alguma possibilidade de, chegando lá esse horário, conseguir embarcar em algum ônibus que vá para Cochabamba. Já sei que as "melhores" empresas são a TransCopacabana S.A e a Danúbio Azul, porém, acho que o sistema de vendas não é tão desenvolvido por lá o quanto é aqui. Se não tiver jeito, terei que perder um dia das minhas férias nessa cidade sem grandes atrativos. u.ú Quem puder me ajudar, serei grato!
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