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fernandos

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  • Data de Nascimento 15-01-1979

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  1. Visitando A Cidade Mais Austríaca do Brasil. Treze Tílias.SC.Out.2019: Museu, Arquitetura Germânica e Festa do Chopp. Após a visita a Marcelino Ramos/RS, seguimos para Santa Catarina, para pernoitar em um airbnb na cidade de Herval do Oeste/SC, com destino Final. Mas aí havia uma ponte no meio do caminho, no meio do caminho havia uma ponte... Tentei buscar informações qual o melhor caminho, pois após a ponte avistamos uma estrada de chão, e uma subida a pico. O primeiro cidadão que nos indicou, disse para pegar uma balsa, dali 5 km, depois andar mais 5 de estrada de chão, para chegar a cidade de Alto Bela Vista/SC, depois seguir para Joaçaba/SC. Não convencidos, fomos perguntar ao maquinista da Maria Fumaça, que estava li por perto da gente, após o passeio, e o mesmo disse que o melhor seria cruzar a ponte mesmo, pegaríamos 10 km de estrada de chão boa, depois mais um trecho de asfalto para chegar a Piratuba/SC, e daí era só seguir. Como queria conhecer Piratuba, fomos na dica do homem do trem. Então seguimos atravessando a ponte de ferro, rumo a Santa Catarina, cruzado uns 20 km de estrada de chão, nada que meu valente Siena 1.0, já não tenha encarado. A estrada é boa e foi tranquilo, até chegarmos a Piratuba/Sc, mas aprecia que não chegava nunca, a previsão era chegar antes das 18 horas, mas qual nada. Enfim.. No caminho fomos brindados com belas paisagens interioranas. Uma linda vista da ferradura do Rio do Peixe, no interior de Piratuba. Chegamos a Piratuba, e a cidade é linda, cheia de prédios estilo enxaimel, e um grande complexo de Águas Termais, bem movimentado (maior atrativo da cidade). Pegamos um bom trecho de asfalto até Herval do Oeste, cidade vizinha a Joaçaba, a 30 km de Treze Tílias. O airbnb foi simples, mas atendeu bem as expectativas. A noite fomos dar umas voltas no centro de Joaçaba, cidade do outro lado da ponte. A cidade é bem desenvolvida, mas no centro não tinha muita coisa aberta, então acabamos nos esbaldando na sorveteria Chantilly. Uma verdadeira tentação. O sorvete era deliciosos, e baratíssimo, R$ 28 o kg. Domingo pela manhã, enquanto as esposas se arruavam, eu e meu cunhado, fugimos para conhecer a maior atração da cidade de Joaçaba, O Monumento do Frei Bruno. Que segundo pesquisas é uma das maiores estatuas do Brasil, com seus 37 metros de altura. O monumento é imponente, e a vista lá de cima, belíssima, um delete aos olhos. Onde se avista a ponte que une as duas cidades, e o caudaloso Rio do Peixe ao meio. Tudo Pronto. Seguimos para Treze Tílias: A Tirol Brasileira. A 30 km de Joaçaba/SC. O caminho entre as duas cidades já vale o passeio, bem arborizado, com tuneis verdes. Chegando a Treze Tílias, já demos uma paradinha nos Chocolates Treze Tílias, um pouco antes do pórtico da cidade. Chocolates deliciosos por sinal, o bombom de cereja uma delícia! Depois fomos adentrando a cidade, que é um encantamento a cada passo. Lindos prédios estilo enxaimel, belos hotéis, com cúpulas, bem exóticas estilo germânico. Mais uma paradinha na prefeitura, para mais fotos. Bela construção, com um curioso banco, que são dois tiroleses segurando o assento do banco. Em frente a prefeitura a praça Ministro Andreas Thaler, simplesmente deslumbrante, com a igreja ao alto, e uma fonte em forma de cachoeira que descendo até a rua. Ali perto visitamos o Museu Ministro Andreas Thaler, que conta sobre a história dos fundadores da cidade. Antes de almoço ainda visitamos o Parque do Imigrante, pequeno, mas bem bonitinho e arborizado. É um dos vários da cidade, que possui ainda o Parque dos Sonhos, que até procuramos mas estava fechado, e parece que trocou de nome. E o Parque Lindenforf, que possui lagos, restaurantes, shows artísticos, e uma réplica miniatura da cidade, mas esse não deu tempo de visitar. Para o almoço, procuramos um lugar barato para almoçar, mas não achamos nada low cost, apenas restaurantes buffet livre. E o escolhido foi o Chef Haus, com buffet livre a R$ 36,00. Mas pense um troço bom... Muito bom, diversas carnes, entre salmão, gado, frango, e até marreco, saladas e etc. O marreco estava delicioso, acompanhado de um chop Bierbaun. Ótimo custo beneficio. Pós almoço fomos parque o Parque de Exposições Johan Otto Kung, onde estava acontecendo a principal festividade da cidade, A Tirolerfest. Tipo a Oktoberfest, mas em modo austríaco. Com muita comida típica, muita gente trajada tipicamente, várias torneiras de chop artesanal, Bierbaun, e inúmeros shows folclóricos. E mais um festival de tortas. Nos fartamos. Deu para tomar bons chops, e apreciar alguns shows. Lá pelo meio da tarde, hora de partir, ainda tentamos visitar o Mundo Tiroles, loja de artesanato típico, mas estava fechada. A cidade oferece muitas outras atrações para o visitante, como Ônibus Turísticos para passeios, e O Parque de Águas Termais- Águas Tirolesas, além de um boa rede hoteleira. Mas para meu gosto, pela cidade ser pequena, acho que não se precisa de um dia inteiro de visitação, da bem para encaixar um roteiro para visitação de outras cidades vizinhas, como Piratuba, Videiras e Fraiburgo. Vai do gosto do viajando. Rota: Mais Fotos:
  2. Visitando A Cidade Mais Austríaca do Brasil. Treze Tílias.SC.Out.2019: Museu, Arquitetura Germânica e Festa do Chopp. Após a visita a Marcelino Ramos/RS, seguimos para Santa Catarina, para pernoitar em um airbnb na cidade de Herval do Oeste/SC, com destino Final. Mas aí havia uma ponte no meio do caminho, no meio do caminho havia uma ponte... Tentei buscar informações qual o melhor caminho, pois após a ponte avistamos uma estrada de chão, e uma subida a pico. O primeiro cidadão que nos indicou, disse para pegar uma balsa, dali 5 km, depois andar mais 5 de estrada de chão, para chegar a cidade de Alto Bela Vista/SC, depois seguir para Joaçaba/SC. Não convencidos, fomos perguntar ao maquinista da Maria Fumaça, que estava li por perto da gente, após o passeio, e o mesmo disse que o melhor seria cruzar a ponte mesmo, pegaríamos 10 km de estrada de chão boa, depois mais um trecho de asfalto para chegar a Piratuba/SC, e daí era só seguir. Como queria conhecer Piratuba, fomos na dica do homem do trem. Então seguimos atravessando a ponte de ferro, rumo a Santa Catarina, cruzado uns 20 km de estrada de chão, nada que meu valente Siena 1.0, já não tenha encarado. A estrada é boa e foi tranquilo, até chegarmos a Piratuba/Sc, mas aprecia que não chegava nunca, a previsão era chegar antes das 18 horas, mas qual nada. Enfim.. No caminho fomos brindados com belas paisagens interioranas. Uma linda vista da ferradura do Rio do Peixe, no interior de Piratuba. Chegamos a Piratuba, e a cidade é linda, cheia de prédios estilo enxaimel, e um grande complexo de Águas Termais, bem movimentado (maior atrativo da cidade). Pegamos um bom trecho de asfalto até Herval do Oeste, cidade vizinha a Joaçaba, a 30 km de Treze Tílias. O airbnb foi simples, mas atendeu bem as expectativas. A noite fomos dar umas voltas no centro de Joaçaba, cidade do outro lado da ponte. A cidade é bem desenvolvida, mas no centro não tinha muita coisa aberta, então acabamos nos esbaldando na sorveteria Chantilly. Uma verdadeira tentação. O sorvete era deliciosos, e baratíssimo, R$ 28 o kg. Domingo pela manhã, enquanto as esposas se arruavam, eu e meu cunhado, fugimos para conhecer a maior atração da cidade de Joaçaba, O Monumento do Frei Bruno. Que segundo pesquisas é uma das maiores estatuas do Brasil, com seus 37 metros de altura. O monumento é imponente, e a vista lá de cima, belíssima, um delete aos olhos. Onde se avista a ponte que une as duas cidades, e o caudaloso Rio do Peixe ao meio. Tudo Pronto. Seguimos para Treze Tílias: A Tirol Brasileira. A 30 km de Joaçaba/SC. O caminho entre as duas cidades já vale o passeio, bem arborizado, com tuneis verdes. Chegando a Treze Tílias, já demos uma paradinha nos Chocolates Treze Tílias, um pouco antes do pórtico da cidade. Chocolates deliciosos por sinal, o bombom de cereja uma delícia! Depois fomos adentrando a cidade, que é um encantamento a cada passo. Lindos prédios estilo enxaimel, belos hotéis, com cúpulas, bem exóticas estilo germânico. Mais uma paradinha na prefeitura, para mais fotos. Bela construção, com um curioso banco, que são dois tiroleses segurando o assento do banco. Em frente a prefeitura a praça Ministro Andreas Thaler, simplesmente deslumbrante, com a igreja ao alto, e uma fonte em forma de cachoeira que descendo até a rua. Ali perto visitamos o Museu Ministro Andreas Thaler, que conta sobre a história dos fundadores da cidade. Antes de almoço ainda visitamos o Parque do Imigrante, pequeno, mas bem bonitinho e arborizado. É um dos vários da cidade, que possui ainda o Parque dos Sonhos, que até procuramos mas estava fechado, e parece que trocou de nome. E o Parque Lindenforf, que possui lagos, restaurantes, shows artísticos, e uma réplica miniatura da cidade, mas esse não deu tempo de visitar. Para o almoço, procuramos um lugar barato para almoçar, mas não achamos nada low cost, apenas restaurantes buffet livre. E o escolhido foi o Chef Haus, com buffet livre a R$ 36,00. Mas pense um troço bom... Muito bom, diversas carnes, entre salmão, gado, frango, e até marreco, saladas e etc. O marreco estava delicioso, acompanhado de um chop Bierbaun. Ótimo custo beneficio. Pós almoço fomos parque o Parque de Exposições Johan Otto Kung, onde estava acontecendo a principal festividade da cidade, A Tirolerfest. Tipo a Oktoberfest, mas em modo austríaco. Com muita comida típica, muita gente trajada tipicamente, várias torneiras de chop artesanal, Bierbaun, e inúmeros shows folclóricos. E mais um festival de tortas. Nos fartamos. Deu para tomar bons chops, e apreciar alguns shows. Lá pelo meio da tarde, hora de partir, ainda tentamos visitar o Mundo Tiroles, loja de artesanato típico, mas estava fechada. A cidade oferece muitas outras atrações para o visitante, como Ônibus Turísticos para passeios, e O Parque de Águas Termais- Águas Tirolesas, além de um boa rede hoteleira. Mas para meu gosto, pela cidade ser pequena, acho que não se precisa de um dia inteiro de visitação, da bem para encaixar um roteiro para visitação de outras cidades vizinhas, como Piratuba, Videiras e Fraiburgo. Vai do gosto do viajando. Rota: Mais Fotos:
  3. Termas e Passeio de Maria Fumaça. Marcelino Ramos.RS. Out.2019 Destino da vez: Marcelino Ramos, cidade no extremo norte do Rio Grande do Sul, na divisa com Santa Catarina. Saímos de Passo Fundo/RS as 8 horas da matina, e "se fomos", estrada boa. No caminho belas paisagens rurais, pradarias, campos e vales, cruzando alguns pequenos como Viadutos e Gaurama. Paramos para um "pit stop" em Gaurama. E Curioso encontrarmos uma placa R$ 1,00 o para usar o banheiro. Ok. Fui pagar e o dono do estabelecimento, com um sotaque arrastado, disse: Não Precisa pagar! E ficamos ali conversando. Acabou contando que era chileno, e que aquele cartaz era para espantar os ciganos que estavam usando e abusando do banheiro. Um chileno residindo nesses rincões longínquos do RS. Figura simpaticíssima! E foi falando que o Chile é lindo, e que quer organizar excurões do pessoal de Gaurama para lá. O papo renderia horas mas tínhamos que seguir viagem. Chegamos a Marcelino Ramos, e descendo o morro já nos deslumbramos, com as belas paisagens formadas pelas encostas e pelo Rio Uruguai. Pagamos R$ 20,00 por cabeça, e adentramos ao complexo Termal. Com uma ótima estrutura, muitas piscinas, algumas cobertas, outras ao ar livre. A desejar só achei a falta de armários com chaves para deixar os objetos, fora isso, tudo uma maravilha. Ficamos ali nos escaldando por um bom tempo, curtindo aquelas águas mornas deliciosas, refazendo o corpo e a alma. Depois do almoço partimos para pegar o Trem. A estação de Marcelino, fica no centro da cidade, que é bem bonitinho com algumas construções antigas. O ingresso é comprado com antecedência pela internet a R$ 25,00 por pessoa. A estação estava lotada, e pelo que vi, algumas pessoas que deixaram para comprar o ingresso na horá, acabaram perdendo o passeio, que saí as 14 e 30 da estação. Tem outro passeio que vem da cidade de Piratuba/SC, deixa as pessoas na estação, dai o pessoal de Marcelino saí. O passeio em si, é bem nostálgico, dentro de uma Maria Fumaça antiga, que vai a passos lentos, percorrendo os trilhos as margens do Rio Uruguai, nos apresentando belas paisagens. De ruim é que se vê as paisagens apenas de um lado do trem, então como ficamos do lado direito, da janela víamos apenas um paredão de pedras e mato. Mas as quando chega na estação uruguai, no interior de Piratuba/SC, trocamos de lado, e conseguimos nos deleitas com as vistas do Rio. Cruzando por Alto Bela Vista/SC, cruzando uma ponte férrea, até voltar a estação. Então fica a dica desse baita lugar, chamado Marcelino Ramos, que rende, ótimos passeios, e muita diversão. Rota: Outras Fotos:
  4. De Caxias do Sul para Marcelino Ramos, passando por Passo Fundo/RS https://rotasetrips.blogspot.com/ Destino da vez: Marcelino Ramos, cidade no extremo norte do Rio Grande do Sul, na divisa com Santa Catarina. Saímos de Passo Fundo/RS as 8 horas da matina, e "se fomos", estrada boa. No caminho belas paisagens rurais, pradarias, campos e vales, cruzando alguns pequenos como Viadutos e Gaurama. Paramos para um "pit stop" em Gaurama. E Curioso encontrarmos uma placa R$ 1,00 o para usar o banheiro. Ok. Fui pagar e o dono do estabelecimento, com um sotaque arrastado, disse: Não Precisa pagar! E ficamos ali conversando. Acabou contando que era chileno, e que aquele cartaz era para espantar os ciganos que estavam usando e abusando do banheiro. Um chileno residindo nesses rincões longínquos do RS. Figura simpaticíssima! E foi falando que o Chile é lindo, e que quer organizar excurões do pessoal de Gaurama para lá. O papo renderia horas mas tínhamos que seguir viagem. Chegamos a Marcelino Ramos, e descendo o morro já nos deslumbramos, com as belas paisagens formadas pelas encostas e pelo Rio Uruguai. Pagamos R$ 20,00 por cabeça, e adentramos ao complexo Termal. Com uma ótima estrutura, muitas piscinas, algumas cobertas, outras ao ar livre. A desejar só achei a falta de armários com chaves para deixar os objetos, fora isso, tudo uma maravilha. Ficamos ali nos escaldando por um bom tempo, curtindo aquelas águas mornas deliciosas, refazendo o corpo e a alma. Depois do almoço partimos para pegar o Trem. A estação de Marcelino, fica no centro da cidade, que é bem bonitinho com algumas construções antigas. O ingresso é comprado com antecedência pela internet a R$ 25,00 por pessoa. A estação estava lotada, e pelo que vi, algumas pessoas que deixaram para comprar o ingresso na horá, acabaram perdendo o passeio, que saí as 14 e 30 da estação. Tem outro passeio que vem da cidade de Piratuba/SC, deixa as pessoas na estação, dai o pessoal de Marcelino saí. O passeio em si, é bem nostálgico, dentro de uma Maria Fumaça antiga, que vai a passos lentos, percorrendo os trilhos as margens do Rio Uruguai, nos apresentando belas paisagens. De ruim é que se vê as paisagens apenas de um lado do trem, então como ficamos do lado direito, da janela víamos apenas um paredão de pedras e mato. Mas as quando chega na estação uruguai, no interior de Piratuba/SC, trocamos de lado, e conseguimos nos deleitas com as vistas do Rio. Cruzando por Alto Bela Vista/SC, cruzando uma ponte férrea, até voltar a estação. Então fica a dica desse baita lugar, chamado Marcelino Ramos, que rende, ótimos passeios, e muita diversão. Rota: Outras Fotos:
  5. https://rotasetrips.blogspot.com/ Destino da vez: Marcelino Ramos, cidade no extremo norte do Rio Grande do Sul, na divisa com Santa Catarina. Saímos de Passo Fundo/RS as 8 horas da matina, e "se fomos", estrada boa. No caminho belas paisagens rurais, pradarias, campos e vales, cruzando alguns pequenos como Viadutos e Gaurama. Paramos para um "pit stop" em Gaurama. E Curioso encontrarmos uma placa R$ 1,00 o para usar o banheiro. Ok. Fui pagar e o dono do estabelecimento, com um sotaque arrastado, disse: Não Precisa pagar! E ficamos ali conversando. Acabou contando que era chileno, e que aquele cartaz era para espantar os ciganos que estavam usando e abusando do banheiro. Um chileno residindo nesses rincões longínquos do RS. Figura simpaticíssima! E foi falando que o Chile é lindo, e que quer organizar excurões do pessoal de Gaurama para lá. O papo renderia horas mas tínhamos que seguir viagem. Chegamos a Marcelino Ramos, e descendo o morro já nos deslumbramos, com as belas paisagens formadas pelas encostas e pelo Rio Uruguai. Pagamos R$ 20,00 por cabeça, e adentramos ao complexo Termal. Com uma ótima estrutura, muitas piscinas, algumas cobertas, outras ao ar livre. A desejar só achei a falta de armários com chaves para deixar os objetos, fora isso, tudo uma maravilha. Ficamos ali nos escaldando por um bom tempo, curtindo aquelas águas mornas deliciosas, refazendo o corpo e a alma. Depois do almoço partimos para pegar o Trem. A estação de Marcelino, fica no centro da cidade, que é bem bonitinho com algumas construções antigas. O ingresso é comprado com antecedência pela internet a R$ 25,00 por pessoa. A estação estava lotada, e pelo que vi, algumas pessoas que deixaram para comprar o ingresso na horá, acabaram perdendo o passeio, que saí as 14 e 30 da estação. Tem outro passeio que vem da cidade de Piratuba/SC, deixa as pessoas na estação, dai o pessoal de Marcelino saí. O passeio em si, é bem nostálgico, dentro de uma Maria Fumaça antiga, que vai a passos lentos, percorrendo os trilhos as margens do Rio Uruguai, nos apresentando belas paisagens. De ruim é que se vê as paisagens apenas de um lado do trem, então como ficamos do lado direito, da janela víamos apenas um paredão de pedras e mato. Mas as quando chega na estação uruguai, no interior de Piratuba/SC, trocamos de lado, e conseguimos nos deleitas com as vistas do Rio. Cruzando por Alto Bela Vista/SC, cruzando uma ponte férrea, até voltar a estação. Então fica a dica desse baita lugar, chamado Marcelino Ramos, que rende, ótimos passeios, e muita diversão. Rota: Outras Fotos:
  6. De Caxias do Sul para Marcelino Ramos, passando por Passo Fundo/RS https://rotasetrips.blogspot.com/ Destino da vez: Marcelino Ramos, cidade no extremo norte do Rio Grande do Sul, na divisa com Santa Catarina. Saímos de Passo Fundo/RS as 8 horas da matina, e "se fomos", estrada boa. No caminho belas paisagens rurais, pradarias, campos e vales, cruzando alguns pequenos como Viadutos e Gaurama. Paramos para um "pit stop" em Gaurama. E Curioso encontrarmos uma placa R$ 1,00 o para usar o banheiro. Ok. Fui pagar e o dono do estabelecimento, com um sotaque arrastado, disse: Não Precisa pagar! E ficamos ali conversando. Acabou contando que era chileno, e que aquele cartaz era para espantar os ciganos que estavam usando e abusando do banheiro. Um chileno residindo nesses rincões longínquos do RS. Figura simpaticíssima! E foi falando que o Chile é lindo, e que quer organizar excurões do pessoal de Gaurama para lá. O papo renderia horas mas tínhamos que seguir viagem. Chegamos a Marcelino Ramos, e descendo o morro já nos deslumbramos, com as belas paisagens formadas pelas encostas e pelo Rio Uruguai. Pagamos R$ 20,00 por cabeça, e adentramos ao complexo Termal. Com uma ótima estrutura, muitas piscinas, algumas cobertas, outras ao ar livre. A desejar só achei a falta de armários com chaves para deixar os objetos, fora isso, tudo uma maravilha. Ficamos ali nos escaldando por um bom tempo, curtindo aquelas águas mornas deliciosas, refazendo o corpo e a alma. Depois do almoço partimos para pegar o Trem. A estação de Marcelino, fica no centro da cidade, que é bem bonitinho com algumas construções antigas. O ingresso é comprado com antecedência pela internet a R$ 25,00 por pessoa. A estação estava lotada, e pelo que vi, algumas pessoas que deixaram para comprar o ingresso na horá, acabaram perdendo o passeio, que saí as 14 e 30 da estação. Tem outro passeio que vem da cidade de Piratuba/SC, deixa as pessoas na estação, dai o pessoal de Marcelino saí. O passeio em si, é bem nostálgico, dentro de uma Maria Fumaça antiga, que vai a passos lentos, percorrendo os trilhos as margens do Rio Uruguai, nos apresentando belas paisagens. De ruim é que se vê as paisagens apenas de um lado do trem, então como ficamos do lado direito, da janela víamos apenas um paredão de pedras e mato. Mas as quando chega na estação uruguai, no interior de Piratuba/SC, trocamos de lado, e conseguimos nos deleitas com as vistas do Rio. Cruzando por Alto Bela Vista/SC, cruzando uma ponte férrea, até voltar a estação. Então fica a dica desse baita lugar, chamado Marcelino Ramos, que rende, ótimos passeios, e muita diversão. Rota: Outras Fotos:
  7. E qual seria esse Roteiro Professor? Guaíba, Caçapava do Sul, Piratini?
  8. Realmente uma cidade Linda, tivemos o prazer de desfrutar 1 dia em Ghent. Curtir a feira de natal, e um maravilhoso almoço no restaurante Hof Van Herzele.
  9. Dicas de passeios pelo Rio Grande, mostrando que o estado tem muita mais coisa além da Serra Gaúcha. - Um Passeio Surpreendente em Candelária, Novo Cabrais e Cachoeira do Sul - Cinco Passeios Incríveis No Norte do RS - Viaduto-13-e-ferrovia-do-trigo-passando-por-Cotiporã - Trip Pela Costa Doce- Barra do Ribeiro, Camaquã e São Lourenço do Sul - Taim e Praia da Capilha - Rota Romântica - Tour Fotográfico Pelos Campos de Cima da Serra: Vacaria, Bom Jesus, São José dos Ausentes e Cambará do Sul - Tesouros Coloniais Portugueses na Região de Rio Pardo - Litoral-gaucho-muito-alem-da-praia - 5-lugares-que-voce-deve-conhecer-perto de Lajeado - Da Terra da Cultura e Tradição a Mais Holandesa das Cidades Gaúchas. Passo Fundo, Carazinho, Não-Me-Toque, Lagoa dos Três cantos.RS - Rota Caminhos da Colônia.RS: Colins, Imigrante e Westfália - Parque de Itapuã. Viamão.RS:Encantamentos e Decepções. Setembro/2019 - 5 Cidades Banhadas Pelo Lago Guaíba. - 7 povos das Missões Riograndenses - De Santa Maria á Caxias-do-sul-passando, por Lajeado, Teutônia e Carlos Barbosa. - Quarta Colônia de Imigração Italiana - Visita as Bossorocas de Cacequi - São Domingos-do Sul, Vanini, David Canabarro e Ciríaco - Nova Bréscia, Relvado, Anta Gorda e Ilópolis - Serra Gaúcha Muito Além do Óbvio - Bergamotas e Tesouros Coloniais.de São Sebastião do Caí à Triunfo. - Parque de Mosaico/ Caminho da Serpente Encantada. Morro Reuter.RS. - Parque Jorge Kuhn. Picada Café - Um lugar Mágico Escondido no Noroeste Gaúcho- Jardim Temático Rücker-Thal - A Maior Queda D'água Longitudinal do Mundo. Salto do Yucumã. Derrubadas. Visita a Capital Mundial da Pedra Ametista: Ametista do - Sul.RS.Ago.2018-Varando o Noroeste do RS - Uma Volta pela Serra Gaúcha: De Águas Termais, Coliseu, Castelos Medievais até a Maior Cadeira da América Latina. De Nova Prata.RS à Serafina Corrêa.RS. Passando por Vila Flores, Nova Bassano e Paraí. - Pequeno Tour Pelo Vale do Taquari. Westfália, Poço das Antas, Paverama e Fazenda Vila Nova - Descobrindo as Belezas de Montenegro(RS) passando por Tupandi, Harmonia e Cruzeiro do Sul - Passeando por Nova Pádua, Nova Roma do Sul, Bento Gonçalves e Pinto Bandeira - Viagem a Gramado.RS.: Passando por Taquari/ Pareci Novo/ Feliz/ Vale Real/ Picada Café/ Linha Nova / São José do Hortêncio - Rota das Terras Encantadas do RS e A Maravilhosa Praça de Vitor Gareff. - Missões Jesuíticas do Rio Grande do Sul: Santo Angelo, São Miguel, Caibaté e Mato Queimado - Caminho das Origens (RS). Rumo a Nova Esperança do Sul.
  10. Parque Jorge Kuhn. Picada Café.RS e Parque de Mosaico/ Caminho da Serpente Encantada. Morro Reuter.RS.Nov.2018 Blog:http://rotasetrips.blogspot.com Sexta-feira, feriado de finados, dia lindo, um convite para desbravar novas paragens. Destino da vez Parque Jorge Kuhn, na cidade de Picada Café, a 75 km de Porto Alegre. Passei várias vezes pela frente, mas nunca que achava o lugar, até entrei certa vez na cidade para procura-lo, mas dei com os burros n'água. Mas foi tontice minha, pois, o local é muito fácil de achar, é a beira da estrada, tem placa e tudo. Um pouco antes do pórtico da cidade, o endereço ta aí, para por no GPS: R. Profa. Marta W Kirchner, 707, Picada Café - RS. Eram umas 3 horas da tarde, um sol agradável vários automóveis estacionados, e algumas pessoas passeando desfrutando da beleza do parque. A entrada é gratuita! No parque existem belas edificações antigas, que rendem lindas fotos, o principal atrativo é o Antigo Moinho, mas existe também um lago, um Museu do Açougueiro, dentre outros atrativos. É perfeito para um passeio relaxante, curtindo a natureza e a paisagem. Muito procurado por turistas da região metropolitana de Porto Alegre, em busca de um pouco de paz. Visitamos alguns artesanatos do parque, onde num deles fomos muito bem recebidos pela professora Neusa, que nos explicou que no local do parque, antigamente era moradia do comerciante Jorge Kuhn, que recebia tropeiros vindos do norte do estado, servindo de estalagem e armazém de secos e molhados. E pelo fato de ser uma parada frequente para quem ia para capital, tomar um café, ficou conhecida como Picada do Café, dando assim mais tarde origem ao nome da cidade, onde se tirou o "do", para ser fundado o município de Picada Café. Na edificação maior além de artesanatos, existem um armazém com diversos produtos coloniais, além de cervejas artesanais, e outros quitutes. Ao lado fica o Museu do Açougueiro, com algumas fotos e utensílios, e junto um restaurante. Então fica a dica desse lugar encantador no caminho entre Porto Alegre e a Serra Gaúcha. Outras Fotos: Rota: https://rotasetrips.blogspot.com Lindo dia de finados e a estrada chamava para um passeio. Destino da vez: Parque do Mosaico ou Caminho da Serpente Encantada, na cidade de Morro Reuter/RS, a 65 km de Porto Alegre. O lugar é um misto de Parque e Ateliê a céu aberto, criado pela artista Cláudia Sperb. Chegamos ao parque em torno das 16 horas, pagamos a entrada de R$ 15,00 (por pessoa). O lugar não atoa é chamado de parque do Mosaico, pois, a artista o construiu quase todo repleto de mosaicos, que me lembraram muito a escadaria Selarón do Rio de Janeiro. Proporcionando ao visitante um mergulho, nesse mundo mágico e fantástico, criado pela artista. A visita é auto guiada, e o parque não é muito grande, sendo fácil de percorrer, é só seguir as escadarias, e ir se encantando na profusão de obras de arte, escadarias repletas de azulejos, mosaicos, esculturas e painéis. Se me pedissem para resumir o local em uma palavra diria: "Good Vibes". O parque tem um ar riponga, e é um convite ao relaxamento, com vários locais para que o turista sente e curta o ambiente. No dia que fomos, haviam pessoas tocando violão, o que contribuía para essa sensação. No Parque existem umas três edificações, sendo uma a residência da artista, outra um sala de convivência, onde o turista pode sentar, e apreciar mais de 150 obras de artistas diversos, e também tomar um café se assim preferir. O ponto alto do lugar é o por do sol, no mirante, que oferece ao visitante uma linda vista. Então fica a dica de um belo lugar próximo a Porto Alegre, para quem quer fugir do stress da cidade grande e recarregar as baterias. Morro Reuter, possui também outros ateliês e restaurantes para visitação, é só pesquisar e ir. Outras Fotos: Rota:
  11. Passeio pela Costa Doce. Barra do Ribeiro, Camaquã e São Lourenço do Sul.RS. Jun.2019 https://rotasetrips.blogspot.com/ Costa Doce é a bela região gaúcha, ao sul de Porto Alegre, que se estende de Guaíba até Jaguarão, onde existem diversas praias banhadas pela Lagoa dos Patos e Lagoa Mirim. 1ª Parada. Barra do Ribeiro: é a cidade da região mais próxima a Porto Alegre, uns 60 km. A cidade é repleta de balneários, e muito procurada no verão. Fomos direto ao prédio da fabrica de Gaiteiros, projeto social, que ensina a criançada a tocar gaita de fole, criado pelo famoso gaiteiro gaúcho, Borghetinho. O prédio é antigo, rústico e bonito, e da de fundos para a lagoa, a visitação é livre, mas pena o lugar estar vazio, naquele sábado. Um passeio pela lagoa, e apreciar suas águas calmas, algumas arvores que formam um belo quadro. Depois uma visita ao centro da cidade, que mais parece um cenário de faroeste, por sua calmaria, e ar nostálgico. Existem diversos lindos prédios, estilo açoriano no local, verdadeiras joias do passado. Saindo de Barra do Ribeiro, paramos para almoçar no Restaurante Barbieri, com uma Ala Minuta que serve tranquilamente 2 pessoas, pelo valor de R$ 27,00, uma das melhores que já comemos, vale a pena! 2º Parada. Camaquã: É mais uma cidade histórica dessa região, também chamada de Terra Farroupilha, que serviu de passagem de alguns heróis farroupilhas. Fomos direto ao centro da cidade, para fotografar o Cine teatro Coliseu, um dos símbolos da cidade, prédio de bela arquitetura e muito bem preservado. Próximo ao teatro existem diversas belas casas, na praça em frente a Casa do Poeta Camaquense. Alguns cliques no centro da cidade, e seguimos viagem. Ultima Parada. São Lourenço do Sul.RS: A mais famosa cidade balneário, da Lagoa dos Patos, com suas belíssimas praias. A mais conhecida delas é a praia das Nereidas. Demos uma passada pela orla, que realmente convida a visita. O lugar é lindos, com suas águas tranquilas e muitas arvores, um recanto de paz, que convidam ao descanso. São Lourenço nos abraça, e não da vontade de ir embora. Mais Fotos: Rota:
  12. Taim o Pantanal Riograndense+ Praia da Capilha. Rio Grande.RS.Junho.2019 https://rotasetrips.blogspot.com/2019/07/taim-o-pantanal-rio-grandense-praia-da.html A reserva do Taim ou Estação Ecológica do Taim, é uma das maravilhas naturais do Rio Grande do Sul, uma região repleta de banhados e alagados, que abriga uma rica variedade de especieis animais, como jacarés, capivaras e pássaros diversos, com uma área de mais de 100 km quadrados, localizada parte na cidade de Rio Grande e outra parte em Sana Vitória do Palmar. Mas não vá se animando muito, pois a visitação é proibida, o que da pra ver são os animais da estrada, principalmente no mirante na BR 471, mas existem trilhas, que podem ser feitas através de agendamento. As trilhas são a Trilha da Figueira, Trilha da Capilha, Trilha da Nicola, Trilha do Tigre Preto e Trilha das Flores, e a sede fica no km 537 da BR-471, 100 km (Instituto Chico Mendes, 3503-3151, 2ª/6ª 8h30/12h e 13h30/18h). Enfim... voltemos a nossa experiência no Taim, saímos de Pelotas as 8 horas de um domingo ensolarado, 23.06.2019, rumo ao Taim, mais ou menos uns 100 km de estradas boas, mas pedágio caro pegamos uns 2 a R$ 12,30 cada. 1ª Parada: Praia da Capilha: A uns 2 km da rodovia, chegamos a praia. Lugar deserto as 09 horas da manhã, com um vasto areal, e a lagoa Mirim, um cenário um tanto insólito. Lindo e isolado, excelente para fotos. Me aventurei a percorrer de automóvel suas areias, louco de medo que o carro atolasse, mas a recompensa foi fotografar alguns barquinhos que lá estavam ancorados. Logo avistei a "Capilha", as ruínas da capela que da nome ao lugar, construída em 1785, sendo chamada pelos espanhóis "Capela de São Pedro". A capelinha é um cenário excelente para belas fotos. Depois mais uma caminhada por aquele lindo lugar, com o vento no rosto, admirando aquela imensidão, com apenas algumas aves a nos acompanhar. Realmente vale a pena a trilha, para uma gostosa caminhada e ótimos registros fotográficos. 2ª Parada: Reserva do Taim: Saindo da Capilha, seguimos rumo a sede da reserva para informações, mas estava fechada. ok...ok... Segue o jogo, fomos percorrendo a estrada, presenciando o triste espetáculo, de ver inúmeras capivaras mortas no acostamento, pois, é frequente o atropelamento dos pobres animais pelos veículos que ali passam. Apesar disso deu para admirar de longe, algumas famílias de capivaras se banhando ao sol, e até um que outro jacaré. E quantidade de capivaras no local impressiona, são muitas. O lugar é muito interessante, mas ainda restrito ao acesso do grande publico, até por ser uma reserva ambiental. Então se for visitar você tem duas opções, admirar os animais da estrada mesmo, ou se programar para fazer as tilhas. Para nos foi de bom tamanho conhecer um pouco desse tesouro gaúcho, e quem sabe um dia voltar com mais tempo para percorrer as outras trilhas. Mais Fotos: Onde Fica: BR-471, 39a - Zona Rural - Zona Rural, Rio Grande - RS
  13. Caminho dos Moinhos/RS: Nova Bréscia, Relvado, Anta Gorda e Ilópolis.Rio Grande do Sul. Julho;2019 https://rotasetrips.blogspot.com/ Domingo de sol, e lá vamos nós queimar o asfalto, destino da vez Alto Vale do Taquari, percorrer algumas cidades do chamado Caminho dos Moinhos. 1ª Parada: Nova Bréscia: Famosa em todo estado do Rio Grande do Sul, como a capital do Churrasqueiro (churrasqueiro = pessoa que assa o churrasco). Devido ser terra exportadora de muito churrasqueiro, e uma das churrascarias mais conhecida ter o nome da cidade. Enfim... meu plano era chegar perto do meio dia para verificar se a fama era verdadeira, e comer um bom e belo churrasco por aquelas bandas. Logo na entrada da cidade um bom presságio, um delicioso cheirinho de assado, proveniente de algum lugar indefinido. Mais umas quadras e parei na bela praça central onde puder tirar algumas fotos, da estatua do Churrasqueiro, e da simpática igreja. E parti achar uma churrascaria. Mas qual nada... Como em muitas cidades do interior, não havia nada aberto no domingo. Parei num posto de combustíveis para perguntar onde comer, e um dos senhores que ali estavam sentados, degustando um aperitivo, me deram a infeliz noticias: - Aqui tu não vai achar nada, restaurante aberto só em Doutor Ricardo (a cidade mais próxima). Hein? Quer dizer que na capital do churrasqueiro não tem churrasco? É parece que não. E sem achar mais nada para fotografar na cidade, segui viagem decepcionado. 2ª Parada: Relvado: Rumo a Doutor Ricardo vi um pórtico escrito Relvado, mais adiante uma igreja, achei que a cidade estava perto e resolvi desviar o caminho para conhecer. Ledo engano, a cidade estava a 16 km, o gps até se perdeu, e já era passado meio dia, e minha esposa com fome. Mas como sou teimoso segui, as cegas até a cidadezinha, rezando para achar um lugar para almoçar. Percorridos os 16 km de estradas tortuosas, asfaltadas pelo menos, chegamos ao centro da cidade, com uma imponente igreja, com um letreiro na frente, ótima para tirar fotos. E ao entorno da praça uma placa anunciando o Boteco da Praça, estava salvo. Ali mesmo almoçamos a módicos R$ 15,00, o dono fez até um bife acebolado, com ovo frito extra pra nós. Comida caseira, tudo bem simples, mas muito bom. O proprietário me indiciou ainda que ali próximo ficava a gruta, ponto turístico da cidade. Demos uma volta na praça central, batemos algumas fotos das casinhas antigas que ali existem, depois visitamos a gruta, bem legal. O trajeto é todo asfaltado, 2 km da prefeitura, ótimo cenário, com uma queda d'agua, e muita vegetação. 3ª Parada: Anta Gorda: De barriga cheia seguimos viagem até Anta Gorda, cidade de nome pitoresco, terra do Festleite. No caminho umas fotos do letreiro e pórtico de Doutor Ricardo, outra cidade de nome exótico. Em Anta Gorda não encontramos muita coisa para fotografar, bati muitas fotos da estatua da Anta na praça central (que nem era tão gorda assim), da igreja, da praça, e do pórtico da cidade e era isso. 4ª Parada:Ilópolis: Seguimos até Ilópolis, onde queria visitar o Museu do Pão, minha boca até salivava sonhando em provar os deliciosos pães que deveria ter por lá. O museu é uma bonita edificação de madeira, bem no centro da cidade. Fomos entrando e ninguém nos atendeu, e é bem interessante, tem bastante informação. No casarão central do Museu, uma moça nos recepcionou, e disse que poderíamos olhar tudo. Mas não explicou nada. O local é um antigo moinho, com algumas partes originais outras reconstruídas. E numa parte tinha algo que parecia uma lancheria, mas estava fechada, mas pão que é bom nada. Ixi. Se na terra do churrasqueiro não tinha churrasco, no museu do pão não tinha pão. Acho que o pessoal do Marketing ta falhando em algo. Perguntamos para a mocinha, se tinha mais algo para ver na cidade, e ela nos indicou o parque do Ibama, ali perto, umas 3 quadras. Fomos ao parque, que é da associação de plantadores de erva mate do local (ou algo assim). O parque até é legal, tem algumas réplicas de implementos, e casas antigas, e até umas ocas de índigenas (essa parte não entendi bem). Depois seguimos para a praça e igreja, a igreja é monumental com várias estatuas em frente, muito diferente de quase todas que existem no RS, e impressionante. E assim voltamos para casa, sem churrasco e sem pão, mas com a alma alimentada, de conhecer mais esses destinos pouco explorados desse nosso Rio Grande Velho de Guerra. Mais Fotos: Rota:
  14. A Quechua tem botas de bom preço, impermeáveis que ficam no meio termo, são bem confortáveis, leves e aguentam bem a água, só tem que ver um que seja antiderrapante também.
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