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fernandos

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Sobre fernandos

  • Data de Nascimento 15-01-1979

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  • Lugares que já visitei
    RS:
    Agudo;
    Alegrete;
    Arambaré (Praia e Figueira da Paz);,
    Balneário Pinhal (Abelhas, Tunel Verde);
    Cacequi (Bossorocas);
    Cachoeira do Sul (Zoológico Municipal, Chateau D'eu);
    Caibaté (Caaró);
    Caçapava do Sul (Guaritas);
    Candelária (Auqueduto);
    Canela (Catedral de Pedra);
    Capão da Canoa (Acqua Lokos e Marina Parque);;
    Cidreira (Camarões);
    Dona Francisca (Tobogã e Teleférico);
    Faxinal do Soturno;
    Fontoura Xavier (Parque das Tuias);
    Garibalde;
    Gramado (Gramadozoo);
    Imbé (Ceclimar);
    Itaara (Museu ufológico);
    Ivorá (Memorial das Águas);
    Jaguari;
    Jari (Rincão da Glória);;
    Julio de Castilhos (Jardim das Esculturas);
    Lajeado (Parque dos Dick);
    Magistério;
    Mata (Jardim Paleobotânico, Cachoeiras);
    Mato Queimado (Prefeitura);
    Nova Esperança do Sul (Gruta);
    Nova Palma (Balneário Municipal);
    Nova Petrópolis (Praça das Flores);
    Novo Cabrais (Parque Witeck);
    Osório (Memorial, Morro da Borrussia);
    Paraíso do Sul;
    Pelotas (Laranjal, João Gilberto Bar, Caixa D'Agua de Fero, e etc);
    Porto Alegre (Cidade Baixa);
    Santa Cruz do Sul (Oktober);
    Santana Do Livramento;
    Santo Angelo (Igreja Angelopolitana);
    São João do Polesine (Vale Veneto);
    São Martinho da Serra (Cruz dos Degolados);
    São Miguel das Missões (Ruinas Jesuiticas);
    São Francisco de Assis;
    São Pedro do Sul- (Sitio Arqueológico da Pedra Grande);
    São Sepé;
    São Vicente do Sul (Bal.Umbu);
    Silveira Martins (Buraco de Vento);
    Restinga Seca (Balneário das Tunas);
    Rio Grande (Praia do Cassino);
    Tapes (Bal. Pinvest);
    Teutônia (centro Adm);
    Toropi (Fenda da Mãe de Ouro);
    Torres (Guaritas);
    Tramandái;
    Venâncio Aires (Centro);
    Vera Cruz;
    Viamão (igreja);


    SC:
    Araranguá;
    Arroio do Silva;
    Criciúma;
    Laguna;
    Floripa;
    Garopaba;
    Ferrugem;
    Praia do Rosa;

    PR:
    Foz do Iguaçu (Cataratas, Centro Budista);

    BA:
    Porto Seguro;
    Arraial D'Ajuda;
    Santa Cruz Cabrália;
    Trancoso (O Quadrado);

    AR:
    Puerto Iguazu (Ice Bar);
    Buenos Aires (Cassino, Puerto Madero; San Telmo);
    Tigre (Delta do Tigre);

    URU:
    Rivera;
    Rio Branco;

    PAR:
    Ciudad del Este
  • Próximo Destino
    Derrubadas
  • Meus Relatos de viagem
    http://rotasetrips.blogspot.com.br
  • Ocupação
    Policial Civil
  • Meu Blog

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763 visualizações
  1. fernandos

    Normandia-França 12 dias em dezembro. O que fazer?

    Vamos priorizar aproveitar mais a rotina das cidades, e a bela arquitetura, sem perder muito tempo entrando em museus por exemplo, e evitando ao máximo filas. Não somos muito do tipo turistão, mas a Torre e o Passeio no Sena vamos querer fazer.
  2. fernandos

    Normandia-França 12 dias em dezembro. O que fazer?

    Nossa muito obrigado, pelas informações serão muito úteis!! A principio teríamos 100 euros por pessoa por dia, ficaremos hospedados na casa de amigos, e a principio faremos os passeios com eles, que possuem automóvel lá. Mas realmente você abordou alguns pontos que não pensamos, afinal é nossa primeira viagem para europa. mas os dias de viagem descartamos, não estão computados, reservamos 12 dias para a viagem, 2 para o translado. Esperamos aproveitar os outros 10, mas acredito que usando uns 8 de roteiro esta bom, algum dia perderemos por causa da chuva como vc falou. Com certeza tudo isso é muito útil para montarmos o roteiro.
  3. fernandos

    Normandia-França 12 dias em dezembro. O que fazer?

    Muito legal as dicas. Eles moram em Le Havre, quanto ao frio e chuva, estamos acostumados moramos em Caxias do Sul, frio e chuva é normal aqui. Quanto a isso ta tranquilo. Estamos pensando no seguinte roteiro a principio. Uns 2 dias em paris, na chegada ou na ida, pois pegaremos avião lá, uns 3 dias para conhecer Etretat, Mont Saint-Michel, Rouen, mais algum lugares próximo. Dai queríamos encaixar bruxelas e amsterdan, num final de semana, quem sabe Londres. É dificil entrar na inglaterra? Tem alguma burocracia a mais? Claro que queremos aproveitar o máximo, mas sabemos que o clima não vai ajudar muito, e a data não é das melhores. Com 100 euros por dia em media, da pra aproveitar, ou é muito pouco? valeu!
  4. fernandos

    Normandia-França 12 dias em dezembro. O que fazer?

    Estamos planejando passar o natal e ano novo em casa de amigos na Normandia, vamos ficar uns 10 dias, gostaríamos de dicas de roteiros, e coisas legais para fazer. Se da para encaixar alguma visita a outro pais a partir do norte da França?
  5. https://rotasetrips.blogspot.com/ Três Passos.RS: Retornando do salto do Yucumã, decidi visitar uma atração que havia encontrado por acaso no facebook, o Jardim Temático Rücker -Thal. Pela internet as fotos eram interessantes, mas não dava para ter ideia da grande surpresa que estava nos aguardando. O Jardim é idealizado por Mauro Rückert, e fica localizado na rua Silva Jardim, 385, localidade de Padre Gonzales, na cidade de Três Passos.RS, um pouco afastada do centro da cidade. Saímos do asfalto e entramos por ruas de terra, na localidade, até chegarmos em frente a casa. Que de pronto já chama atenção, repleta de arbustos em forma de esculturas e estatuas de concreto, dentre outras obras de arte. Batemos palma em frente a casa, e fomos atendidos pela simpática esposa de Mauro, senhora Teresinha Rückert, que foi nossa guia pelo fantástico mundo criado pela imaginação do artista. Se o Jardim já encanta pelas belas esculturas, super detalhadas, a visita guiada nos surpreende levando a um mundo de sonhos e pura criatividade. Mauro com sua percepção e genialidade de artista, foi cobrindo cada canto do terreno, com esculturas, que vão contando um pouco da história de sua família, seja de sua origem ou fatos engraçados vividos. Então ao vermos a estatua de um coelho, não é apenas isso, e sim uma história em forma de estatua, onde nos é explicado que remete a um episódio, onde Mauro colocou feijões dentro dos ovos de pascoa para pregar uma peça em uma tia. E assim cada peça vai criando vida, e nossa imaginação viaja por esse mundo de sonho. É impossível descrever tudo que existe no local, mas dentre as muitas atrações existe um labirinto verde; uma cabana de faroeste, um museu que conta um pouco da genealogia da família, e da imigração alemã. A visita durou quase uma hora, mas não vimos o tempo passar, pois a cada passo é um mergulho que mistura história e fantasia. Ficamos encantados com o preciosismos e requinte das obras, onde por exemplo a réplica de uma igreja, possui até os bancos e altar em seu interior. Se formos nos ater a cada detalhe e histórias, da para passar um dia inteiro no local, mas como já estávamos cansados dos mais de 500 km de estrada e aindatínhamos uns 300 pela frente a visita foi rápida, mas maravilhosa. Nessas mais de 200 cidades visitadas no RS, dentre várias atrações e museus, o Jardim Rückert-Thal, foi sem duvida uma das melhores surpresas, e a cereja do bolo dessa nossa aventura na Rota do Yucumã. Então se cruzar por Três Passos, não deixe de visitar. Fica o nosso parabéns ao Mauro e sua família que presentearam o Rio Grande com esse grande atrativo. Mais Fotos: Rota:
  6. Um lugar Mágico Escondido no Noroeste Gaúcho- Jardim Temático Rücker-Thal.RS.Ago.2018.Varando o Noroeste do RS Parte 3 Blog:rotasetrips.blogspot.com.br Três Passos.RS: Retornando do salto do Yucumã, decidi visitar uma atração que havia encontrado por acaso no facebook, o Jardim Temático Rücker -Thal. Pela internet as fotos eram interessantes, mas não dava para ter ideia da grande surpresa que estava nos aguardando. O Jardim é idealizado por Mauro Rückert, e fica localizado na rua Silva Jardim, 385, localidade de Padre Gonzales, na cidade de Três Passos.RS, um pouco afastada do centro da cidade. Saímos do asfalto e entramos por ruas de terra, na localidade, até chegarmos em frente a casa. Que de pronto já chama atenção, repleta de arbustos em forma de esculturas e estatuas de concreto, dentre outras obras de arte. Batemos palma em frente a casa, e fomos atendidos pela simpática esposa de Mauro, senhora Teresinha Rückert, que foi nossa guia pelo fantástico mundo criado pela imaginação do artista. Se o Jardim já encanta pelas belas esculturas, super detalhadas, a visita guiada nos surpreende levando a um mundo de sonhos e pura criatividade. Mauro com sua percepção e genialidade de artista, foi cobrindo cada canto do terreno, com esculturas, que vão contando um pouco da história de sua família, seja de sua origem ou fatos engraçados vividos. Então ao vermos a estatua de um coelho, não é apenas isso, e sim uma história em forma de estatua, onde nos é explicado que remete a um episódio, onde Mauro colocou feijões dentro dos ovos de pascoa para pregar uma peça em uma tia. E assim cada peça vai criando vida, e nossa imaginação viaja por esse mundo de sonho. É impossível descrever tudo que existe no local, mas dentre as muitas atrações existe um labirinto verde; uma cabana de faroeste, um museu que conta um pouco da genealogia da família, e da imigração alemã. A visita durou quase uma hora, mas não vimos o tempo passar, pois a cada passo é um mergulho que mistura história e fantasia. Ficamos encantados com o preciosismos e requinte das obras, onde por exemplo a réplica de uma igreja, possui até os bancos e altar em seu interior. Se formos nos ater a cada detalhe e histórias, da para passar um dia inteiro no local, mas como já estávamos cansados dos mais de 500 km de estrada e aindatínhamos uns 300 pela frente a visita foi rápida, mas maravilhosa. Nessas mais de 200 cidades visitadas no RS, dentre várias atrações e museus, o Jardim Rückert-Thal, foi sem duvida uma das melhores surpresas, e a cereja do bolo dessa nossa aventura na Rota do Yucumã. Então se cruzar por Três Passos, não deixe de visitar. Fica o nosso parabéns ao Mauro e sua família que presentearam o Rio Grande com esse grande atrativo. Mais Fotos: Rota:
  7. fernandos

    Salto Yucumã - Perguntas e Respostas

    Dois anos depois ta aí o sonho realizado, e relato com fotos e dicas: Seguindo o baile: Saímos de Ametista do Sul.RS, em torno das 11 horas, e fomos em direção a próxima parada, o fabuloso: Salto do Yucumã, no município de Derrubadas.RS. Fronteira com a Argentina, extremo noroeste do estado. De Ametista do Sul para Derrubadas são cerca de 90 km. estrada boa (para os padrões gaúchos), sem pedágios. Dando rápidas paradas para registrar o belo no caminho, sempre que possível. Taquaruçu do Sul.RS: Nunca ouviu falar? confesso que nem eu. Rápida parada para registrar o pequeno pórtico da cidade, mais um marco geográfico para a coleção. E bem interessante haver também no local, uma estatua de um peixe, de uma junta de bois, e outras. Taquaruçu pareceu ser uma cidade bem interessante, pena o tempo ser curto e a viagem longa. Vista Alegre.RS: Confesso também que pouco sabia da cidade, apenas que possui uma bonita igreja e Pórtico. Fotografei o pórtico de entrada. E interessante que a poucas quadras já havia outro pórtico igual, mas de saída. Cidade assumidamente pequena. Palmitinho.RS: Essa sim uma cidade um pouco maior, e até pensamos em almoçar lá, e haviam bonitos restaurantes perto da praça da igreja. Mas todos fechados. Restaurante fechado ao meio dia de domingo, que dizer né... Fotografei o simpático pórtico, a bela e alta igreja, e seguimos em busca da refeição. Tenente Portela.RS: Ultima parada antes de Derrubadas, e a fome foi apertando isso passado 12 h e 30 min. E fomos catar um restaurante. E pensei, pela lógica das viagens anteriores. Em cidade pequena se come bem e barato Achamos uma churrascaria perto da rodovia. E barato até foi, R$ 15,00 por pessoa buffet livre, com direito a uma carne do churras. Mas para nossos padrões a comida não era tudo aquilo, por isso não vou citar o estabelecimento. Paramos para tirar umas fotos do belo pórtico da cidade, e acabamos atrapalhando namoro de um casal, que estava em um carro estacionado por ali. Turista chato empatou o love (risos), faz parte... Detalhe Importante:Tenente Portela é em geral o ponto de apoio para que visita Derrubadas, pois possui uma boa rede hoteleira, restaurantes e afins. E fica a uns 20 km de distância. Derrubadas.RS: De cara nos deparamos com um bonito pórtico, e vamos entrando na pequena cidade, e seguindo as placas indicando o Parque do Turvo, onde fica o salto. Do pórtico ao parque são uns 5 km. Chegamos ao parque onde temos que pagar R$ 16,00 (cada), e o automóvel foi revistado por um policial. O parque tem algumas regras como: É proibida a entrada de bebidas alcoólicas, não é permitida a entrada com animais domésticos, pesca e caça são proibidas, não é permitido tomar banho de rio no Salto do Yucumã. Além disso é bom saber que não existem lanchonetes e restaurantes dentro do parque. É preciso levar bebidas e comidas. Também não há como se hospedar dentro do parque, ou seja, é um passeio bem rústico, sem regalias e conforto. Depois da revista encaramos 15 km, por uma estrada, se é que da pra se chamar assim, é mais uma trilha, cheia de pedras, buracos, e que se anda no máximo a 30 km, e demora uma eternidade para chegar ao salto. Aí me dei conta que o negócio é roots mesmo. Se for visitar prepare-se. Enfim chegamos ao local do salto, onde até tem uns quiosques, e umas churrasqueiras, mas só isso, nada mais. Dentro do Parque você esta por sua conta e risco. Descemos do carro e pegamos a trilha do Salto. Mais uns 500 metros, e saímos na beira das quedas. Que é na verdade um caminho cheio de pedregulhos, bonito mas bem ruim de andar, que dão um panorama meio agreste ao lugar. E lá se pode chegar até a beira das quedas. Não existe fiscalização, salva-vidas, nada. Mas o lugar é realmente lindo, parece uma usina hidroelétrica natural, com infindáveis quedas, numa mesma altura, que vão até onde o olhar alcança. Formando o que parece uma queda d'água infinta, pois, o salto é curvo, então não se enxerga o começo nem o fim. Apesar de toda dificuldade de acesso, e da completa falta de estrutura o lugar é paradisíaco. De uma paz e encantamento únicos. Ali ficamos um bom tempo curtindo o sol, pois o dia estava lindo, ouvindo o som das quedas e a sentindo a brisa do vento. E vendo um bote turístico argentino, se aventurar dentro das quedas. Pois é... Se quiser passear de barco tem que ir pro lado argentino, pois, só os hermanos oferecem tal passeio, lá do outro lado, no Parque Yaboti, onde o salto é chamado Moconá. E tem esse parque com muito mais infraestrutura, passeios, cabanas e afins. Dessa vez ficamos do lado brasileiro mesmo, olhando os gringos se refestelarem. Até tentamos chegar ao fim ou começo das quedas mas desistimos cansa muito andar pelas pedras, e revolvemos ir embora, pelas 15 horas, até porque não tem muito como ficar, pela falta de lugar para se abrigar do sol. A única estrutura no local são duas taquaras com um pedaço de isopor pendurado, indicando a saída. Turismo no RS é assim meu povo. E fica a reflexão que assim como em Ametista do Sul, pouco adianta ter o atrativo turístico, se não há o receptivo e a estrutura. Mas calma que ainda não acabou, o melhor ficou para o final, parte 3 no próximo post. Gastos: almoço R$ 35,00, entradas no parque R$ 32. Mais Fotos: Rota:
  8. Blog:rotasetrips.blogspot.com.br Seguindo o baile: Saímos de Ametista do Sul.RS, em torno das 11 horas, e fomos em direção a próxima parada, o fabuloso: Salto do Yucumã, no município de Derrubadas.RS. Fronteira com a Argentina, extremo noroeste do estado. De Ametista do Sul para Derrubadas são cerca de 90 km. estrada boa (para os padrões gaúchos), sem pedágios. Dando rápidas paradas para registrar o belo no caminho, sempre que possível. Taquaruçu do Sul.RS: Nunca ouviu falar? confesso que nem eu. Rápida parada para registrar o pequeno pórtico da cidade, mais um marco geográfico para a coleção. E bem interessante haver também no local, uma estatua de um peixe, de uma junta de bois, e outras. Taquaruçu pareceu ser uma cidade bem interessante, pena o tempo ser curto e a viagem longa. Vista Alegre.RS: Confesso também que pouco sabia da cidade, apenas que possui uma bonita igreja e Pórtico. Fotografei o pórtico de entrada. E interessante que a poucas quadras já havia outro pórtico igual, mas de saída. Cidade assumidamente pequena. Palmitinho.RS: Essa sim uma cidade um pouco maior, e até pensamos em almoçar lá, e haviam bonitos restaurantes perto da praça da igreja. Mas todos fechados. Restaurante fechado ao meio dia de domingo, que dizer né... Fotografei o simpático pórtico, a bela e alta igreja, e seguimos em busca da refeição. Tenente Portela.RS: Ultima parada antes de Derrubadas, e a fome foi apertando isso passado 12 h e 30 min. E fomos catar um restaurante. E pensei, pela lógica das viagens anteriores. Em cidade pequena se come bem e barato Achamos uma churrascaria perto da rodovia. E barato até foi, R$ 15,00 por pessoa buffet livre, com direito a uma carne do churras. Mas para nossos padrões a comida não era tudo aquilo, por isso não vou citar o estabelecimento. Paramos para tirar umas fotos do belo pórtico da cidade, e acabamos atrapalhando namoro de um casal, que estava em um carro estacionado por ali. Turista chato empatou o love (risos), faz parte... Detalhe Importante:Tenente Portela é em geral o ponto de apoio para que visita Derrubadas, pois possui uma boa rede hoteleira, restaurantes e afins. E fica a uns 20 km de distância. Derrubadas.RS: De cara nos deparamos com um bonito pórtico, e vamos entrando na pequena cidade, e seguindo as placas indicando o Parque do Turvo, onde fica o salto. Do pórtico ao parque são uns 5 km. Chegamos ao parque onde temos que pagar R$ 16,00 (cada), e o automóvel foi revistado por um policial. O parque tem algumas regras como: É proibida a entrada de bebidas alcoólicas, não é permitida a entrada com animais domésticos, pesca e caça são proibidas, não é permitido tomar banho de rio no Salto do Yucumã. Além disso é bom saber que não existem lanchonetes e restaurantes dentro do parque. É preciso levar bebidas e comidas. Também não há como se hospedar dentro do parque, ou seja, é um passeio bem rústico, sem regalias e conforto. Depois da revista encaramos 15 km, por uma estrada, se é que da pra se chamar assim, é mais uma trilha, cheia de pedras, buracos, e que se anda no máximo a 30 km, e demora uma eternidade para chegar ao salto. Aí me dei conta que o negócio é roots mesmo. Se for visitar prepare-se. Enfim chegamos ao local do salto, onde até tem uns quiosques, e umas churrasqueiras, mas só isso, nada mais. Dentro do Parque você esta por sua conta e risco. Descemos do carro e pegamos a trilha do Salto. Mais uns 500 metros, e saímos na beira das quedas. Que é na verdade um caminho cheio de pedregulhos, bonito mas bem ruim de andar, que dão um panorama meio agreste ao lugar. E lá se pode chegar até a beira das quedas. Não existe fiscalização, salva-vidas, nada. Mas o lugar é realmente lindo, parece uma usina hidroelétrica natural, com infindáveis quedas, numa mesma altura, que vão até onde o olhar alcança. Formando o que parece uma queda d'água infinta, pois, o salto é curvo, então não se enxerga o começo nem o fim. Apesar de toda dificuldade de acesso, e da completa falta de estrutura o lugar é paradisíaco. De uma paz e encantamento únicos. Ali ficamos um bom tempo curtindo o sol, pois o dia estava lindo, ouvindo o som das quedas e a sentindo a brisa do vento. E vendo um bote turístico argentino, se aventurar dentro das quedas. Pois é... Se quiser passear de barco tem que ir pro lado argentino, pois, só os hermanos oferecem tal passeio, lá do outro lado, no Parque Yaboti, onde o salto é chamado Moconá. E tem esse parque com muito mais infraestrutura, passeios, cabanas e afins. Dessa vez ficamos do lado brasileiro mesmo, olhando os gringos se refestelarem. Até tentamos chegar ao fim ou começo das quedas mas desistimos cansa muito andar pelas pedras, e revolvemos ir embora, pelas 15 horas, até porque não tem muito como ficar, pela falta de lugar para se abrigar do sol. A única estrutura no local são duas taquaras com um pedaço de isopor pendurado, indicando a saída. Turismo no RS é assim meu povo. E fica a reflexão que assim como em Ametista do Sul, pouco adianta ter o atrativo turístico, se não há o receptivo e a estrutura. Mas calma que ainda não acabou, o melhor ficou para o final, parte 3 no próximo post. Gastos: almoço R$ 35,00, entradas no parque R$ 32. Mais Fotos: Rota:
  9. Rumo a Maior Queda D'água Longitudinal do Mundo. Salto do Yucumã. Derrubadas.RS.Ago.2018.Varando o Norte do RS Parte 2 Blog:rotasetrips.blogspot.com.br Seguindo o baile: Saímos de Ametista do Sul.RS, em torno das 11 horas, e fomos em direção a próxima parada, o fabuloso: Salto do Yucumã, no município de Derrubadas.RS. Fronteira com a Argentina, extremo noroeste do estado. De Ametista do Sul para Derrubadas são cerca de 90 km. estrada boa (para os padrões gaúchos), sem pedágios. Dando rápidas paradas para registrar o belo no caminho, sempre que possível. Taquaruçu do Sul.RS: Nunca ouviu falar? confesso que nem eu. Rápida parada para registrar o pequeno pórtico da cidade, mais um marco geográfico para a coleção. E bem interessante haver também no local, uma estatua de um peixe, de uma junta de bois, e outras. Taquaruçu pareceu ser uma cidade bem interessante, pena o tempo ser curto e a viagem longa. Vista Alegre.RS: Confesso também que pouco sabia da cidade, apenas que possui uma bonita igreja e Pórtico. Fotografei o pórtico de entrada. E interessante que a poucas quadras já havia outro pórtico igual, mas de saída. Cidade assumidamente pequena. Palmitinho.RS: Essa sim uma cidade um pouco maior, e até pensamos em almoçar lá, e haviam bonitos restaurantes perto da praça da igreja. Mas todos fechados. Restaurante fechado ao meio dia de domingo, que dizer né... Fotografei o simpático pórtico, a bela e alta igreja, e seguimos em busca da refeição. Tenente Portela.RS: Ultima parada antes de Derrubadas, e a fome foi apertando isso passado 12 h e 30 min. E fomos catar um restaurante. E pensei, pela lógica das viagens anteriores. Em cidade pequena se come bem e barato Achamos uma churrascaria perto da rodovia. E barato até foi, R$ 15,00 por pessoa buffet livre, com direito a uma carne do churras. Mas para nossos padrões a comida não era tudo aquilo, por isso não vou citar o estabelecimento. Paramos para tirar umas fotos do belo pórtico da cidade, e acabamos atrapalhando namoro de um casal, que estava em um carro estacionado por ali. Turista chato empatou o love (risos), faz parte... Detalhe Importante:Tenente Portela é em geral o ponto de apoio para que visita Derrubadas, pois possui uma boa rede hoteleira, restaurantes e afins. E fica a uns 20 km de distância. Derrubadas.RS: De cara nos deparamos com um bonito pórtico, e vamos entrando na pequena cidade, e seguindo as placas indicando o Parque do Turvo, onde fica o salto. Do pórtico ao parque são uns 5 km. Chegamos ao parque onde temos que pagar R$ 16,00 (cada), e o automóvel foi revistado por um policial. O parque tem algumas regras como: É proibida a entrada de bebidas alcoólicas, não é permitida a entrada com animais domésticos, pesca e caça são proibidas, não é permitido tomar banho de rio no Salto do Yucumã. Além disso é bom saber que não existem lanchonetes e restaurantes dentro do parque. É preciso levar bebidas e comidas. Também não há como se hospedar dentro do parque, ou seja, é um passeio bem rústico, sem regalias e conforto. Depois da revista encaramos 15 km, por uma estrada, se é que da pra se chamar assim, é mais uma trilha, cheia de pedras, buracos, e que se anda no máximo a 30 km, e demora uma eternidade para chegar ao salto. Aí me dei conta que o negócio é roots mesmo. Se for visitar prepare-se. Enfim chegamos ao local do salto, onde até tem uns quiosques, e umas churrasqueiras, mas só isso, nada mais. Dentro do Parque você esta por sua conta e risco. Descemos do carro e pegamos a trilha do Salto. Mais uns 500 metros, e saímos na beira das quedas. Que é na verdade um caminho cheio de pedregulhos, bonito mas bem ruim de andar, que dão um panorama meio agreste ao lugar. E lá se pode chegar até a beira das quedas. Não existe fiscalização, salva-vidas, nada. Mas o lugar é realmente lindo, parece uma usina hidroelétrica natural, com infindáveis quedas, numa mesma altura, que vão até onde o olhar alcança. Formando o que parece uma queda d'água infinta, pois, o salto é curvo, então não se enxerga o começo nem o fim. Apesar de toda dificuldade de acesso, e da completa falta de estrutura o lugar é paradisíaco. De uma paz e encantamento únicos. Ali ficamos um bom tempo curtindo o sol, pois o dia estava lindo, ouvindo o som das quedas e a sentindo a brisa do vento. E vendo um bote turístico argentino, se aventurar dentro das quedas. Pois é... Se quiser passear de barco tem que ir pro lado argentino, pois, só os hermanos oferecem tal passeio, lá do outro lado, no Parque Yaboti, onde o salto é chamado Moconá. E tem esse parque com muito mais infraestrutura, passeios, cabanas e afins. Dessa vez ficamos do lado brasileiro mesmo, olhando os gringos se refestelarem. Até tentamos chegar ao fim ou começo das quedas mas desistimos cansa muito andar pelas pedras, e revolvemos ir embora, pelas 15 horas, até porque não tem muito como ficar, pela falta de lugar para se abrigar do sol. A única estrutura no local são duas taquaras com um pedaço de isopor pendurado, indicando a saída. Turismo no RS é assim meu povo. E fica a reflexão que assim como em Ametista do Sul, pouco adianta ter o atrativo turístico, se não há o receptivo e a estrutura. Mas calma que ainda não acabou, o melhor ficou para o final, parte 3 no próximo post. Gastos: almoço R$ 35,00, entradas no parque R$ 32. Mais Fotos: Rota:
  10. Prólogo: Rumo a mais épica jornada feita até então, o plano era arrojado, percorrer cerca de 800 km, varando o Rio Grande do Sul, em mais de 10 horas de estrada, em um só dia, com destino a Ametista do Sul.RS e Derrubadas.RS; e registrar tudo que de interessante houvesse no caminho. "E se Fomos"! Saímos da base, Santa Maria.RS (coração do Rio Grande), ás 5 hrs e 30 min, em um domingo de agosto, quebrando o silêncio da madrugada, e rompendo aquela negra noite sem luar. Licença poética a parte. O inicio do percurso foi punk, muita escuridão, serração (neblina, nevoeiro, chame como quiser) e um frio de 5 graus, além das péssimas condições das estradas. Realmente viajar pelo Rio Grande, é coisa pra louco! (Eu). Passando por Cruz Alta, em torno das 7 horas, a serração apertou, e para piorar atropelei um baita cachorro morto, que estava bem no meio da estrada. Aquele enorme estouro! Achei que tinha quebrado o para-choques. Mas nem parei para olhar, só pararia se cai-se alguma coisa (graças a Deus isso não aconteceu). Mais adiante em um dos trevos de Panambi, outro estrondo. Uma monstruosa ondulação bem no meio da rótula. O carro deu um pulo, e minha esposa que estava dormindo deu outro! Putz! Se continuar assim não chego com o carro inteiro (pensei eu). Mas é bravo meu vermelhão 1.0, com seus mais de 150.000 km rodados. E o dia foi amanhecendo, e as coisas melhorando. Condor.RS: Primeiro registro fotográfico foi da cidade de Condor, e seu belo Pórtico, e um primoroso "Letreiro Verde", a esquerda do trevo de acesso, cidade evidentemente de origem alemã, também avistei umas bonitas paradas de ônibus ao longo da rodovia. Como a viagem era longa o negócio seria dar pequenas e rápidas paradas nas atrações do caminho. Mais informações da cidade aqui: Blog:Pesquisandocidades:Condor. Palmeira das Missões.RS: Pelas 9 horas, chegamos a missioneiríssima Palmeira. Umas das maiores cidades da região, com seu belo Pórtico e praças. Tiramos fotos na Praça da Prefeitura, onde fica o emblemático, Monumento ao Soldado "Pé no Chão". Simbolo cheio de história, que representa os soldados da região que foram lutar na revolução de 1932, e como não possuíam o habito de usar botas, acabaram lutando de pé no chão. No dia me chamou atenção existirem dois ninhos de João de Barro, um em cada ombro da estatua. Boa Vista das Missões.RS: Havia pesquisado que a cidade possui uma praça, com Topiarias, estatuas feitas com arbustos. É a praça Maria Goretti, próxima a prefeitura. E fui lá conferir, como estamos nos dias frios de agosto, as esculturas não estão tão vistosas, com as folhagens um pouco queimadas. Mas fica o registro, a prefeitura também me chamou bastante a atenção pelo capricho da ornamentação verde em seu entorno. Mais sobre a cidade:pesquisandocidades.Boa Vista das Missões. Frederico Westphalen.RS: Hora de cruzar por FW, uma das maiores cidades do norte do estado. Confesso que não sabia muito da cidade, apenas que possuía uma bonita igreja e um campus da UFSM (Universidade Federal de Santa Maria). O desenvolvimento da cidade surpreendeu, pela quantidade de edifícios altos, para uma cidade de 30 mil hab. Fui a praça central, muito bonita por sinal, e tirei muitas fotos da Catedral Santo Antônio. Pio Bela e Imponente. Fica no ponto mais alto do município, e por isso parece maior ainda, parece gigante na verdade. E pode ser vista até da rodovia. Ainda avistei uma rua muito curiosa, coberta com arcos da cor rosa. Mas essa não deu para fotografar. Frederico passou um impressão muito boa, pena não ter tempo para explorar melhor. Ametista do Sul.RS: Chegar a Ametista foi um tanto penoso. Vou explicar: a cidade fica a 25 km de FW. uns 10 km, por uma estrada com asfalto bem ruim, cheio de buracos, e minada de quebra-molas. Coisa que me deixa irado. É essa quantidade de quebra-molas, em ruas de péssima qualidade. Em Ametista tinha quebra-molas, até em rua calçada, e pior, o calçamento era péssimo. enfim... Voltemos a vaca-fria. Depois desses 10 km de asfalto ruim, se pega mais 15 km de estrada de chão, cheia de pedras. Me pergunto como uma cidade dita turística, pode ter um acesso tão precário? Ok. Chegamos... Daí vou em direção ao Ametista Parque Museu, onde diz que tem minas para visitação, e outros tantos atrativos. Chegando lá... Estava fechado! Como assim? Atração turística fechar em domingos e feriados É O FIM DA PICADA! um cartaz dizendo que não abriria no dia dos pais. Imagina viajar 5 horas pra isso. Claro que cometi um erro, não liguei antes. Então amiguinhos fica a dica, liguem sempre antes para a atração que forem visitar. Fiquei profundamente desiludido. Deu ainda para visitar a praça central, com a Piramide Esotérica, uma atração legal até. E a igreja São Gabriel, toda cravejada com pedras preciosas. Isso mesmo! Uma igreja repleta de pedras preciosas, se me contassem eu não acreditaria. A Igreja é deslumbrante, com mais de 40 toneladas de pedras. Incrível. No dia que fomos tinha uma "vovozinha" coisa mais querida que recepciona a gente, explica a história da igreja. A igreja e a praça salvaram a visita a cidade. Ainda compramos umas pedras na rua próxima ao museu. Mas fica a dica pro povo de Ametista do Sul, que se realmente querem ser uma cidade dita turística, tem que melhorar as estradas, as ruas de calçamento são muito ruins também. Não basta ter o atrativo, tem que oferecer infraestrutura para o visitante. Então entre desilusões e atrativos ficamos no zero a zero, pois, estava com grandes expectativas, acreditando que é um dos grandes atrativos do estado, depois dessa caiu um pouco no meu conceito. Mas com certeza é um passeio bem interessante por quem estiver cruzando pela região. To be Continued next Post... Mais Fotos: Rota: Blog:rotasetrips.blogspot.com.br
  11. Legal o post, tenho vários outros de atrativos do Rio Grande que podem te interessar.
  12. Rumo a Capital Mundial da Pedra Ametista: Ametista do Sul.RS.Ago.2018-Varando o Norte do RS Parte 1. Prólogo: Rumo a mais épica jornada feita até então, o plano era arrojado, percorrer cerca de 800 km, varando o Rio Grande do Sul, em mais de 10 horas de estrada, em um só dia, com destino a Ametista do Sul.RS e Derrubadas.RS; e registrar tudo que de interessante houvesse no caminho. "E se Fomos"! Saímos da base, Santa Maria.RS (coração do Rio Grande), ás 5 hrs e 30 min, em um domingo de agosto, quebrando o silêncio da madrugada, e rompendo aquela negra noite sem luar. Licença poética a parte. O inicio do percurso foi punk, muita escuridão, serração (neblina, nevoeiro, chame como quiser) e um frio de 5 graus, além das péssimas condições das estradas. Realmente viajar pelo Rio Grande, é coisa pra louco! (Eu). Passando por Cruz Alta, em torno das 7 horas, a serração apertou, e para piorar atropelei um baita cachorro morto, que estava bem no meio da estrada. Aquele enorme estouro! Achei que tinha quebrado o para-choques. Mas nem parei para olhar, só pararia se cai-se alguma coisa (graças a Deus isso não aconteceu). Mais adiante em um dos trevos de Panambi, outro estrondo. Uma monstruosa ondulação bem no meio da rótula. O carro deu um pulo, e minha esposa que estava dormindo deu outro! Putz! Se continuar assim não chego com o carro inteiro (pensei eu). Mas é bravo meu vermelhão 1.0, com seus mais de 150.000 km rodados. E o dia foi amanhecendo, e as coisas melhorando. Condor.RS: Primeiro registro fotográfico foi da cidade de Condor, e seu belo Pórtico, e um primoroso "Letreiro Verde", a esquerda do trevo de acesso, cidade evidentemente de origem alemã, também avistei umas bonitas paradas de ônibus ao longo da rodovia. Como a viagem era longa o negócio seria dar pequenas e rápidas paradas nas atrações do caminho. Mais informações da cidade aqui: Blog:Pesquisandocidades:Condor. Palmeira das Missões.RS: Pelas 9 horas, chegamos a missioneiríssima Palmeira. Umas das maiores cidades da região, com seu belo Pórtico e praças. Tiramos fotos na Praça da Prefeitura, onde fica o emblemático, Monumento ao Soldado "Pé no Chão". Simbolo cheio de história, que representa os soldados da região que foram lutar na revolução de 1932, e como não possuíam o habito de usar botas, acabaram lutando de pé no chão. No dia me chamou atenção existirem dois ninhos de João de Barro, um em cada ombro da estatua. Boa Vista das Missões.RS: Havia pesquisado que a cidade possui uma praça, com Topiarias, estatuas feitas com arbustos. É a praça Maria Goretti, próxima a prefeitura. E fui lá conferir, como estamos nos dias frios de agosto, as esculturas não estão tão vistosas, com as folhagens um pouco queimadas. Mas fica o registro, a prefeitura também me chamou bastante a atenção pelo capricho da ornamentação verde em seu entorno. Mais sobre a cidade:pesquisandocidades.Boa Vista das Missões. Frederico Westphalen.RS: Hora de cruzar por FW, uma das maiores cidades do norte do estado. Confesso que não sabia muito da cidade, apenas que possuía uma bonita igreja e um campus da UFSM (Universidade Federal de Santa Maria). O desenvolvimento da cidade surpreendeu, pela quantidade de edifícios altos, para uma cidade de 30 mil hab. Fui a praça central, muito bonita por sinal, e tirei muitas fotos da Catedral Santo Antônio. Pio Bela e Imponente. Fica no ponto mais alto do município, e por isso parece maior ainda, parece gigante na verdade. E pode ser vista até da rodovia. Ainda avistei uma rua muito curiosa, coberta com arcos da cor rosa. Mas essa não deu para fotografar. Frederico passou um impressão muito boa, pena não ter tempo para explorar melhor. Ametista do Sul.RS: Chegar a Ametista foi um tanto penoso. Vou explicar: a cidade fica a 25 km de FW. uns 10 km, por uma estrada com asfalto bem ruim, cheio de buracos, e minada de quebra-molas. Coisa que me deixa irado. É essa quantidade de quebra-molas, em ruas de péssima qualidade. Em Ametista tinha quebra-molas, até em rua calçada, e pior, o calçamento era péssimo. enfim... Voltemos a vaca-fria. Depois desses 10 km de asfalto ruim, se pega mais 15 km de estrada de chão, cheia de pedras. Me pergunto como uma cidade dita turística, pode ter um acesso tão precário? Ok. Chegamos... Daí vou em direção ao Ametista Parque Museu, onde diz que tem minas para visitação, e outros tantos atrativos. Chegando lá... Estava fechado! Como assim? Atração turística fechar em domingos e feriados É O FIM DA PICADA! um cartaz dizendo que não abriria no dia dos pais. Imagina viajar 5 horas pra isso. Claro que cometi um erro, não liguei antes. Então amiguinhos fica a dica, liguem sempre antes para a atração que forem visitar. Fiquei profundamente desiludido. Deu ainda para visitar a praça central, com a Piramide Esotérica, uma atração legal até. E a igreja São Gabriel, toda cravejada com pedras preciosas. Isso mesmo! Uma igreja repleta de pedras preciosas, se me contassem eu não acreditaria. A Igreja é deslumbrante, com mais de 40 toneladas de pedras. Incrível. No dia que fomos tinha uma "vovozinha" coisa mais querida que recepciona a gente, explica a história da igreja. A igreja e a praça salvaram a visita a cidade. Ainda compramos umas pedras na rua próxima ao museu. Mas fica a dica pro povo de Ametista do Sul, que se realmente querem ser uma cidade dita turística, tem que melhorar as estradas, as ruas de calçamento são muito ruins também. Não basta ter o atrativo, tem que oferecer infraestrutura para o visitante. Então entre desilusões e atrativos ficamos no zero a zero, pois, estava com grandes expectativas, acreditando que é um dos grandes atrativos do estado, depois dessa caiu um pouco no meu conceito. Mas com certeza é um passeio bem interessante por quem estiver cruzando pela região. To be Continued next Post... Mais Fotos: Rota: Blog:rotasetrips.blogspot.com.br
  13. Dia de sol lindo na Serra Gaúcha, e o destino escolhido é Jaquirana/RS, acerca de 130 km de Caxias do Sul. Uma das cidades que compõem a região dos Campos de Cima da Serra, próxima a Cambará do Sul e Bom Jesus. Não fazia muita ideia do que me esperava, sabia que os atrativos da cidade são: Cachoeira Princesa dos Campos, Passo do "S", Cristo Libertador, Cachoeira dos Venâncios e Rio Tainhas (segundo o blog:pesquisandocidades.blogspot.com.br). O caminho até Jaquirana é tranquilo, e 99% asfaltado, primeiro pela RS 453 e depois mais 48 km pela RS 110. As paisagens na RS 453 já são bem bonitas, caminho para São Francisco de Paula, coxilhas e cercas de pedra. Mas na RS 110 a coisa aumenta de nível, as paisagens a beira da estrada são embasbacantes, vales, morros, abundantes florestas de araucárias, e várias outras arvores, um cenário de filme realmente. Pena não conseguir registrar direito, pois, se fosse parar a cada quadro lindo que visse, não conseguiria chegar nunca ao destino. Indo a Jaquirana realmente a atração principal é o percurso, um verdadeiro paraíso verde. E no caminho avisto uma placa Passo do "S" a 7 km. Por quê ir? Por quê não ir? Vamo-lo. Estrada de terra, com muitas pedras, mas muitas pedras mesmo! Me fez lembrar a cidade de Mata, onde trabalhei por 9 anos, a cidade da pedra, mas Jaquirana não perde muito. Os 7 km são dos grandes, parecem 10 km ou mais, muito buraco, barro e pedregulhos. As paisagens são bonitas, mas é difícil se concentrar quando seu carro esta sendo triturado pelas pedras. Percurso para fazer de Jeep, e não num 1.0 popular (meu caso). Quando parecia que não ia chegar nunca, mais um pouco e chego, uffa! O lugar é deslumbrante, um bonito percurso d'agua, e uma cachoeira, que estava jorrando água forte e abundante. Que lugar! Valeu o sacrifício. Fico um tempo admirando o local, e volto o caminho tortuoso rumo a Jaquirana. Mais uns 35 km de asfalto, repleto de belas coxilhas verdejantes e chegamos. Logo na entrada da cidade, fica o Cristo Libertador no alto de um morro, mais de 100 degraus, é bom estar em forma para subir. O monumento é bem interessante, e da para tirar boas fotos de lá. Mais umas voltas pela pequena cidade, com bonitos casarões de madeiras, uma bonita praça, um igreja de madeira em frente a praça, curiosíssima. A cidade rende boas fotos, e parece fazer parte de um tempo distante, por sua arquitetura e calmaria. A fome bateu e fui fazer um lanche, como não havia muitos lugares, fui no primeiro bolicho que achei, lugar meio insalubre, com um individuo sentado tomando um latão de cerveja, mas mesmo assim, me arrisquei a pedir um pastel duvidoso e uma água. E esse foi meu passeio por Jaquirana, repleta de campos verdejantes, colinas, coxilhas, florestas, morros, um lugar incrível pra quem gosta de um programa mais hots. Outras Imagens: Rota: Blog:https://rotasetrips.blogspot.com/
  14. Um Paraíso Verde nos Campos de Cima da Serra. Jaquirana.RS.jun.2018 Dia de sol lindo na Serra Gaúcha, e o destino escolhido é Jaquirana/RS, acerca de 130 km de Caxias do Sul. Uma das cidades que compõem a região dos Campos de Cima da Serra, próxima a Cambará do Sul e Bom Jesus. Não fazia muita ideia do que me esperava, sabia que os atrativos da cidade são: Cachoeira Princesa dos Campos, Passo do "S", Cristo Libertador, Cachoeira dos Venâncios e Rio Tainhas (segundo o blog:pesquisandocidades.blogspot.com.br). O caminho até Jaquirana é tranquilo, e 99% asfaltado, primeiro pela RS 453 e depois mais 48 km pela RS 110. As paisagens na RS 453 já são bem bonitas, caminho para São Francisco de Paula, coxilhas e cercas de pedra. Mas na RS 110 a coisa aumenta de nível, as paisagens a beira da estrada são embasbacantes, vales, morros, abundantes florestas de araucárias, e várias outras arvores, um cenário de filme realmente. Pena não conseguir registrar direito, pois, se fosse parar a cada quadro lindo que visse, não conseguiria chegar nunca ao destino. Indo a Jaquirana realmente a atração principal é o percurso, um verdadeiro paraíso verde. E no caminho avisto uma placa Passo do "S" a 7 km. Por quê ir? Por quê não ir? Vamo-lo. Estrada de terra, com muitas pedras, mas muitas pedras mesmo! Me fez lembrar a cidade de Mata, onde trabalhei por 9 anos, a cidade da pedra, mas Jaquirana não perde muito. Os 7 km são dos grandes, parecem 10 km ou mais, muito buraco, barro e pedregulhos. As paisagens são bonitas, mas é difícil se concentrar quando seu carro esta sendo triturado pelas pedras. Percurso para fazer de Jeep, e não num 1.0 popular (meu caso). Quando parecia que não ia chegar nunca, mais um pouco e chego, uffa! O lugar é deslumbrante, um bonito percurso d'agua, e uma cachoeira, que estava jorrando água forte e abundante. Que lugar! Valeu o sacrifício. Fico um tempo admirando o local, e volto o caminho tortuoso rumo a Jaquirana. Mais uns 35 km de asfalto, repleto de belas coxilhas verdejantes e chegamos. Logo na entrada da cidade, fica o Cristo Libertador no alto de um morro, mais de 100 degraus, é bom estar em forma para subir. O monumento é bem interessante, e da para tirar boas fotos de lá. Mais umas voltas pela pequena cidade, com bonitos casarões de madeiras, uma bonita praça, um igreja de madeira em frente a praça, curiosíssima. A cidade rende boas fotos, e parece fazer parte de um tempo distante, por sua arquitetura e calmaria. A fome bateu e fui fazer um lanche, como não havia muitos lugares, fui no primeiro bolicho que achei, lugar meio insalubre, com um individuo sentado tomando um latão de cerveja, mas mesmo assim, me arrisquei a pedir um pastel duvidoso e uma água. E esse foi meu passeio por Jaquirana, repleta de campos verdejantes, colinas, coxilhas, florestas, morros, um lugar incrível pra quem gosta de um programa mais hots. Outras Imagens: Rota: Blog:https://rotasetrips.blogspot.com/
  15. Passeio na Orla do Guaíba. Guaíba.RS.Jun.2018. Passando por Nova Milano Destino da vez Guaíba, Berço da Revolução Farroupilha. Saímos de Caxias, passadas 11 horas, difícil acordar cedo com esse frio que anda fazendo aqui no Sul. No caminho passamos pela cidade de Farroupilha, e demos uma paradinha rápida na localidade de Nova Milano, que fica bem a beira da estrada do lado direito, quem passa o Centro de Compras de Farroupilha. No local existe um monumento que chama a atenção do viajante, uma grande estatua de ferro, parecendo um pássaro estilizado ou algo assim. É onde fica oParque da Imigração Italiana, de Nova Milano, um parque bonito, com pracinha para as crianças, várias bandeiras, esse monumento e uma Gôndola Veneziana, presente do governo da Itália, em comemoração aos 100 anos da imigração, feitos em 1975. Ainda demos uma passada no centrinho da localidade, onde há uma bela igreja, e havia uma feirinha de produtores rurais. Seguindo o baile descemos a RS 122, rumo a GPA (Grande Porto Alegre). Umas 2 horas de viagem e chegamos em torno das 13 horas e 30 min. em Guaíba. E fomos direito a Orla, o lugar que surpreende pela organização e pela beleza. A vista do Lago Guaíba desse local é linda, a aguá reflete o céu azul, e o calçadão convida ao passeio. Demos uma caminhada admirando a bela paisagem, a vista do Catamarã partindo rumo a Porto Alegre é bem legal. No entorno existem diversos restaurantes para todos os gostos e bolsos, que servem de frutos do mar, a Ala Minutas. Escolhemos um para almoçar, já que já eram quase 2 horas da tarde. E voltamos a apreciar a linda vista, o lugar não da vontade de ir embora, ainda mais um belo dia de sol, numa tarde fria do inverno gaúcho. Um cenário perfeito para quem gosta tomar um chimas, ou tirar fotografias, e decidimos ficar por ali mesmo nos deleitando com a paisagem, na saída ainda passamos pela Escadaria: de onde se pode ter uma vista mais completa do Lago, mas a quantidade de degraus desanimou a subida. E assim conhecemos mais esse belo recanto do Rio Grande. Que segundo pesquisas possui como atrativos: O Catamarã: que nada mais é que o barco que faz a travessia Guaíba-Porto Alegre; A Jardineira: ônibus especial modelo Jardineira, o passeio turístico conta com guia local. O ponto de partida e chegada é na Hidroviária de Guaíba (nesse dia que fomos não enxergamos); Casa de Gomes Jardim: Construída em fins do século XVIII, era sede da Estância de Gomes Jardim no período da Revolução Farroupilha. Erma de Gomes Jardim– Encontram-se os restos mortais do líder Farroupilha; Ruínas do Matadouro São Geraldo: Construção de 1927, foi um dos mais importantes do Rio Grande do Sul. Rua São Geraldo, Guaíba; Cipreste Farroupilha: Árvore símbolo da cidade. Na sua sombra líderes da Revolução Farroupilha planejaram a tomada de Porto Alegre em 1835. Rua Gomes Jardim; Erma de Gomes Jardim: Encontram-se os restos mortais do líder Farroupilha;Vitrine Cultural: A Vitrine Cultural é um espaço desenvolvido através de uma parceria da Prefeitura Municipal de Guaíba e da Fundação Toyota do Brasil que tem por objetivo conservar, divulgar e promover os atrativos culturais e históricos do município e da região; Museu Carlos Nobre: Construção de 1908 – ao longo do tempo foi residência, hotel, biblioteca, prefeitura e hoje encontramos objetos, fotografias, documentos pessoais do comunicador e humorista conhecido internacionalmente. (Terça a Sexta – 8h30min às 12h – 13h30min às 17h30min/ Sábado, Domingo e Feriado – 13h30min às 17h30min)(Fonte:pesquisandocidades.blogspot.com). Mais Fotos: Rota: Postado há 1 hour ago por Sant' Anna Blog:https://rotasetrips.blogspot.com/
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