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fernandos

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Sobre fernandos

  • Data de Nascimento 15-01-1979

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    RS:
    Agudo;
    Alegrete;
    Arambaré (Praia e Figueira da Paz);,
    Balneário Pinhal (Abelhas, Tunel Verde);
    Cacequi (Bossorocas);
    Cachoeira do Sul (Zoológico Municipal, Chateau D'eu);
    Caibaté (Caaró);
    Caçapava do Sul (Guaritas);
    Candelária (Auqueduto);
    Canela (Catedral de Pedra);
    Capão da Canoa (Acqua Lokos e Marina Parque);;
    Cidreira (Camarões);
    Dona Francisca (Tobogã e Teleférico);
    Faxinal do Soturno;
    Fontoura Xavier (Parque das Tuias);
    Garibalde;
    Gramado (Gramadozoo);
    Imbé (Ceclimar);
    Itaara (Museu ufológico);
    Ivorá (Memorial das Águas);
    Jaguari;
    Jari (Rincão da Glória);;
    Julio de Castilhos (Jardim das Esculturas);
    Lajeado (Parque dos Dick);
    Magistério;
    Mata (Jardim Paleobotânico, Cachoeiras);
    Mato Queimado (Prefeitura);
    Nova Esperança do Sul (Gruta);
    Nova Palma (Balneário Municipal);
    Nova Petrópolis (Praça das Flores);
    Novo Cabrais (Parque Witeck);
    Osório (Memorial, Morro da Borrussia);
    Paraíso do Sul;
    Pelotas (Laranjal, João Gilberto Bar, Caixa D'Agua de Fero, e etc);
    Porto Alegre (Cidade Baixa);
    Santa Cruz do Sul (Oktober);
    Santana Do Livramento;
    Santo Angelo (Igreja Angelopolitana);
    São João do Polesine (Vale Veneto);
    São Martinho da Serra (Cruz dos Degolados);
    São Miguel das Missões (Ruinas Jesuiticas);
    São Francisco de Assis;
    São Pedro do Sul- (Sitio Arqueológico da Pedra Grande);
    São Sepé;
    São Vicente do Sul (Bal.Umbu);
    Silveira Martins (Buraco de Vento);
    Restinga Seca (Balneário das Tunas);
    Rio Grande (Praia do Cassino);
    Tapes (Bal. Pinvest);
    Teutônia (centro Adm);
    Toropi (Fenda da Mãe de Ouro);
    Torres (Guaritas);
    Tramandái;
    Venâncio Aires (Centro);
    Vera Cruz;
    Viamão (igreja);


    SC:
    Araranguá;
    Arroio do Silva;
    Criciúma;
    Laguna;
    Floripa;
    Garopaba;
    Ferrugem;
    Praia do Rosa;

    PR:
    Foz do Iguaçu (Cataratas, Centro Budista);

    BA:
    Porto Seguro;
    Arraial D'Ajuda;
    Santa Cruz Cabrália;
    Trancoso (O Quadrado);

    AR:
    Puerto Iguazu (Ice Bar);
    Buenos Aires (Cassino, Puerto Madero; San Telmo);
    Tigre (Delta do Tigre);

    URU:
    Rivera;
    Rio Branco;

    PAR:
    Ciudad del Este
  • Próximo Destino
    Derrubadas
  • Meus Relatos de viagem
    http://rotasetrips.blogspot.com.br
  • Ocupação
    Policial Civil
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  1. Parque de Mosaico/ Caminho da Serpente Encantada. Morro Reuter.RS.Nov.2018 Parque de Mosaico/ Caminho da Serpente Encantada. Morro Reuter.RS.Nov.2018 https://rotasetrips.blogspot.com Lindo dia de finados e a estrada chamava para um passeio. Destino da vez: Parque do Mosaico ou Caminho da Serpente Encantada, na cidade de Morro Reuter/RS, a 65 km de Porto Alegre. O lugar é um misto de Parque e Ateliê a céu aberto, criado pela artista Cláudia Sperb. Chegamos ao parque em torno das 16 horas, pagamos a entrada de R$ 15,00 (por pessoa). O lugar não atoa é chamado de parque do Mosaico, pois, a artista o construiu quase todo repleto de mosaicos, que me lembraram muito a escadaria Selarón do Rio de Janeiro. Proporcionando ao visitante um mergulho, nesse mundo mágico e fantástico, criado pela artista. A visita é auto guiada, e o parque não é muito grande, sendo fácil de percorrer, é só seguir as escadarias, e ir se encantando na profusão de obras de arte, escadarias repletas de azulejos, mosaicos, esculturas e painéis. Se me pedissem para resumir o local em uma palavra diria: "Good Vibes". O parque tem um ar riponga, e é um convite ao relaxamento, com vários locais para que o turista sente e curta o ambiente. No dia que fomos, haviam pessoas tocando violão, o que contribuía para essa sensação. No Parque existem umas três edificações, sendo uma a residência da artista, outra um sala de convivência, onde o turista pode sentar, e apreciar mais de 150 obras de artistas diversos, e também tomar um café se assim preferir. O ponto alto do lugar é o por do sol, no mirante, que oferece ao visitante uma linda vista. Então fica a dica de um belo lugar próximo a Porto Alegre, para quem quer fugir do stress da cidade grande e recarregar as baterias. Morro Reuter, possui também outros ateliês e restaurantes para visitação, é só pesquisar e ir. Outras Fotos: Rota:
  2. https://rotasetrips.blogspot.com Lindo dia de finados e a estrada chamava para um passeio. Destino da vez: Parque do Mosaico ou Caminho da Serpente Encantada, na cidade de Morro Reuter/RS, a 65 km de Porto Alegre. O lugar é um misto de Parque e Ateliê a céu aberto, criado pela artista Cláudia Sperb. Chegamos ao parque em torno das 16 horas, pagamos a entrada de R$ 15,00 (por pessoa). O lugar não atoa é chamado de parque do Mosaico, pois, a artista o construiu quase todo repleto de mosaicos, que me lembraram muito a escadaria Selarón do Rio de Janeiro. Proporcionando ao visitante um mergulho, nesse mundo mágico e fantástico, criado pela artista. A visita é auto guiada, e o parque não é muito grande, sendo fácil de percorrer, é só seguir as escadarias, e ir se encantando na profusão de obras de arte, escadarias repletas de azulejos, mosaicos, esculturas e painéis. Se me pedissem para resumir o local em uma palavra diria: "Good Vibes". O parque tem um ar riponga, e é um convite ao relaxamento, com vários locais para que o turista sente e curta o ambiente. No dia que fomos, haviam pessoas tocando violão, o que contribuía para essa sensação. No Parque existem umas três edificações, sendo uma a residência da artista, outra um sala de convivência, onde o turista pode sentar, e apreciar mais de 150 obras de artistas diversos, e também tomar um café se assim preferir. O ponto alto do lugar é o por do sol, no mirante, que oferece ao visitante uma linda vista. Então fica a dica de um belo lugar próximo a Porto Alegre, para quem quer fugir do stress da cidade grande e recarregar as baterias. Morro Reuter, possui também outros ateliês e restaurantes para visitação, é só pesquisar e ir. Outras Fotos: Rota:
  3. Blog:http://rotasetrips.blogspot.com Sexta-feira, feriado de finados, dia lindo, um convite para desbravar novas paragens. Destino da vez Parque Jorge Kuhn, na cidade de Picada Café, a 75 km de Porto Alegre. Passei várias vezes pela frente, mas nunca que achava o lugar, até entrei certa vez na cidade para procura-lo, mas dei com os burros n'água. Mas foi tontice minha, pois, o local é muito fácil de achar, é a beira da estrada, tem placa e tudo. Um pouco antes do pórtico da cidade, o endereço ta aí, para por no GPS: R. Profa. Marta W Kirchner, 707, Picada Café - RS. Eram umas 3 horas da tarde, um sol agradável vários automóveis estacionados, e algumas pessoas passeando desfrutando da beleza do parque. A entrada é gratuita! No parque existem belas edificações antigas, que rendem lindas fotos, o principal atrativo é o Antigo Moinho, mas existe também um lago, um Museu do Açougueiro, dentre outros atrativos. É perfeito para um passeio relaxante, curtindo a natureza e a paisagem. Muito procurado por turistas da região metropolitana de Porto Alegre, em busca de um pouco de paz. Visitamos alguns artesanatos do parque, onde num deles fomos muito bem recebidos pela professora Neusa, que nos explicou que no local do parque, antigamente era moradia do comerciante Jorge Kuhn, que recebia tropeiros vindos do norte do estado, servindo de estalagem e armazém de secos e molhados. E pelo fato de ser uma parada frequente para quem ia para capital, tomar um café, ficou conhecida como Picada do Café, dando assim mais tarde origem ao nome da cidade, onde se tirou o "do", para ser fundado o município de Picada Café. Na edificação maior além de artesanatos, existem um armazém com diversos produtos coloniais, além de cervejas artesanais, e outros quitutes. Ao lado fica o Museu do Açougueiro, com algumas fotos e utensílios, e junto um restaurante. Então fica a dica desse lugar encantador no caminho entre Porto Alegre e a Serra Gaúcha. Outras Fotos: Rota:
  4. Parque Jorge Kuhn. Picada Café.RS. Nov.2018 Sexta-feira, feriado de finados, dia lindo, um convite para desbravar novas paragens. Destino da vez Parque Jorge Kuhn, na cidade de Picada Café, a 75 km de Porto Alegre. Passei várias vezes pela frente, mas nunca que achava o lugar, até entrei certa vez na cidade para procura-lo, mas dei com os burros n'água. Mas foi tontice minha, pois, o local é muito fácil de achar, é a beira da estrada, tem placa e tudo. Um pouco antes do pórtico da cidade, o endereço ta aí, para por no GPS: R. Profa. Marta W Kirchner, 707, Picada Café - RS. Eram umas 3 horas da tarde, um sol agradável vários automóveis estacionados, e algumas pessoas passeando desfrutando da beleza do parque. A entrada é gratuita! No parque existem belas edificações antigas, que rendem lindas fotos, o principal atrativo é o Antigo Moinho, mas existe também um lago, um Museu do Açougueiro, dentre outros atrativos. É perfeito para um passeio relaxante, curtindo a natureza e a paisagem. Muito procurado por turistas da região metropolitana de Porto Alegre, em busca de um pouco de paz. Visitamos alguns artesanatos do parque, onde num deles fomos muito bem recebidos pela professora Neusa, que nos explicou que no local do parque, antigamente era moradia do comerciante Jorge Kuhn, que recebia tropeiros vindos do norte do estado, servindo de estalagem e armazém de secos e molhados. E pelo fato de ser uma parada frequente para quem ia para capital, tomar um café, ficou conhecida como Picada do Café, dando assim mais tarde origem ao nome da cidade, onde se tirou o "do", para ser fundado o município de Picada Café. Na edificação maior além de artesanatos, existem um armazém com diversos produtos coloniais, além de cervejas artesanais, e outros quitutes. Ao lado fica o Museu do Açougueiro, com algumas fotos e utensílios, e junto um restaurante. Então fica a dica desse lugar encantador no caminho entre Porto Alegre e a Serra Gaúcha. Outras Fotos: Rota:
  5. fernandos

    Normandia-França 12 dias em dezembro. O que fazer?

    Pré-Roteiro Definido: Aceitamos sugestões, para Bruxelas, Amsterdã, Paris e qualquer outras.. Chegada dia 24 : natal em Le Havre (casa de amigos) Dias 25 >>> 28 : Normandie (mont saint Michel, deauville, etretat etc.) Dias 29 >>> 31 : Paris Dias 31 >>> 2 : viagem para Bruxelas e Amsterdam Dia 2 : volta
  6. fernandos

    Normandia-França 12 dias em dezembro. O que fazer?

    Valeu Jo!
  7. fernandos

    Normandia-França 12 dias em dezembro. O que fazer?

    Passagens compradas! Dos dias 23.12 a 02.01. Estamos começando a planejar o Roteiro, aceitamos sugestões e dicas. A principio pensamos a seguinte Rota. sabemos que é muita coisa em pouco tempo, mas sonhar não custa nada. Por alto estamos pensando em mais ou menos no roteiro a baixo, tentando visitar o máximo de lugares em paradas rápidas, já que teremos um carro disponivel. Paris.2 dias- Torre Eifel, Arco do Triunfo, Louvre, Passeio do Sena, Explorar Montmartre Nomandia/Bretanha.3 dias- Bruxelas e Amsterdan.3 dias- Paris->Rennes.1.(ida): partindo de paris, passando por orleaes, vitré. laval, blois, Chambord, chegando em rennes Rennes- Le Havre.1 (volta): saint malo, e monte saint michel(caminho), Hounfleur, deauville , Bayeux e Avranches, Le havre 1.Etretat, Rouen, giverny, Hounfleur, Deauville e Trouville-sur-Mer: (tanto faz), fougeres (fortalezas) Castelo de Chambord, Vale do Loire? GIVERNY: Jardins de Monet ETRETAT:A comuna de Étretat é mais conhecida por suas falésias, incluindo três arcos naturais e a "agulha" pontiaguda. Estas falésias e o resort de praia atraíram artistas como Eugène Boudin, Gustave Courbet e Claude Monet, e ganharam destaque no romance de 1909 intitulado "Arsène Lupin" (The Hollow Needle - "Ladrão de Casaca", em português) de Maurice Leblanc. O Mont Saint-Michel é um dos destinos mais procurados da Normandia – e talvez o mais conhecido pelos brasileiros (junto às falésias de Etretat e Giverny). Dependendo do ponto de partida e do próximo destino, o Mont Saint-Michel pode ser tanto a primeira quanto a última atração do tour pela Normandia. Não importa a escolha, desde que o viajante reserve ao menos um dia e uma noite para a visita à abadia gótica construída a partir de 70 Rouen** Andar pelas ruas que guardam tanta história e que inspiraram grandes artistas, como Claude Monet e Pierre Auguste Renoir, é um dos bons passeios da Normandia. Rouen, apesar das marcas do tempo, é uma cidade absolutamente viva e jovem. As ruas são repletas de gente, os bares animados e os restaurantes sempre cheios. Uma das poucas cidades normandas onde há movimento depois de nove horas da noite. É uma boa opção para quem deseja se hospedar em um lugar mais movimentado durante a viagem. castelos do Vale do Loire. Honfleur, outra cidadezinha bem próxima dali, a apenas 15 km de Deauville, encanta quem caminha pelas ruazinhas estreitas e charmosas. Ela está bem próxima à região do Canal da Mancha onde temos hoje o Eurotúnel, que liga Paris a Londres por trem. Com mais de 1500 anos, a história de Honfleur é regada a muita arte. Suas ruelas e casinhas de madeiras coloridas estão registradas em diversas telas de artistas impressionistas, como Monet e Boudin. Também, inspiração por ali não faltava: Honfleur tem o porto mais simpático da França (Le Vieux Bassin). É necessário apenas uma hora para caminhar por toda a cidade e conhecer suas principais atrações. Bayeux e Avranches** são duas cidades bem pequeninas mas que valem um pit-stop, como uma parada rápida para almoço durante sua viagem. Elas são lindas, extremamente charmosas e contam com uma arquitetura incrível. Saiba mais no blog garfosequartos.com Deauville e Trouville-sur-Mer: Unidas pelo charme, mas separadas por um Rio, Deauville e Trouville são duas das mais disputadas cidades da Normandia. Localizadas à beira-mar, no Departamento de Calvados, as cidades vizinhas atraem um público exigente que busca destinos de altíssima qualidade. Este pequeno balneário francês, com todo o toque dos tempos áureos da Belle Époque, ainda é capaz de surpreender pelo refinamento e elegância com que trata o turismo. Caen-O centro da cidade de Caen é marcado pelo Château de Caen. O castelo medieval-construído no século XI-é aberto ao público e oferece várias atrações que funcionam nos prédios históricos remanescentes. O visitante, depois de passar pela grande entrada de pedra, poderá passear pelos jardins e percorrer o caminho ao longo da muralha que protegia o castelo, um dos maiores remanescentes na Europa Ocidental. Rennes:Rennes é a maior cidade da região da Bretanha na França, uma cidade universitária e por isso mesmo lotada de jovens e de bares. Apesar do seu centro muito charmoso e lotada de casinhas medievais, Rennes está longe de ser uma cidade conhecida pelos turistas, ela é mais uma cidade base para quem pensa em ir para o Monte Saint-Michel. Cidade jovem e cheia de construções medieval e resquícios romanos, Rennes me surpreendeu. outros. Rennes: Lille:Lille é um charme. Com suas casas de tijolos, a cultura da cerveja e mexilhões com batatas fritas, Lille é uma mistura fascinante de culturas. É uma cidade dinâmica, com uma população jovem, maioria de estudantes, uma vida cultural bem ativa, com muitos bares, restaurantes e shows o ano inteiro. É um destino ideal para um bate-volta ou uma viagem de fim de semana a partir de Paris. Roubaix:Provavelmente você nunca ouviu falar sobre este antigo centro industrial localizado perto de Lille e da fronteira com a Bélgica, mas é hora dele entrar no radar. A grande atração de Roubaix é La Piscine, um museu alojado em uma piscina em Art Deco desativada. Sim, é tão incrível quanto parece e só ele já faz valer um passeio de um dia em Roubaix. As características originais foram preservadas e a piscina continua cheia de água, mas os banhistas foram substituídos por esculturas, pinturas e cerâmicas, todos brigando pelo melhor lugar na piscina. Domfront:A arquitetura herdada dos tempos medievais revela a quantidade de história que Domfront tem para contar. O destino já foi palco de confrontos por ocupar um ponto importante na fronteira entre Bretanha e Normandia (Thinkstock/Thinkstock)
  8. fernandos

    Normandia-França 12 dias em dezembro. O que fazer?

    Vamos priorizar aproveitar mais a rotina das cidades, e a bela arquitetura, sem perder muito tempo entrando em museus por exemplo, e evitando ao máximo filas. Não somos muito do tipo turistão, mas a Torre e o Passeio no Sena vamos querer fazer.
  9. fernandos

    Normandia-França 12 dias em dezembro. O que fazer?

    Nossa muito obrigado, pelas informações serão muito úteis!! A principio teríamos 100 euros por pessoa por dia, ficaremos hospedados na casa de amigos, e a principio faremos os passeios com eles, que possuem automóvel lá. Mas realmente você abordou alguns pontos que não pensamos, afinal é nossa primeira viagem para europa. mas os dias de viagem descartamos, não estão computados, reservamos 12 dias para a viagem, 2 para o translado. Esperamos aproveitar os outros 10, mas acredito que usando uns 8 de roteiro esta bom, algum dia perderemos por causa da chuva como vc falou. Com certeza tudo isso é muito útil para montarmos o roteiro.
  10. fernandos

    Normandia-França 12 dias em dezembro. O que fazer?

    Muito legal as dicas. Eles moram em Le Havre, quanto ao frio e chuva, estamos acostumados moramos em Caxias do Sul, frio e chuva é normal aqui. Quanto a isso ta tranquilo. Estamos pensando no seguinte roteiro a principio. Uns 2 dias em paris, na chegada ou na ida, pois pegaremos avião lá, uns 3 dias para conhecer Etretat, Mont Saint-Michel, Rouen, mais algum lugares próximo. Dai queríamos encaixar bruxelas e amsterdan, num final de semana, quem sabe Londres. É dificil entrar na inglaterra? Tem alguma burocracia a mais? Claro que queremos aproveitar o máximo, mas sabemos que o clima não vai ajudar muito, e a data não é das melhores. Com 100 euros por dia em media, da pra aproveitar, ou é muito pouco? valeu!
  11. fernandos

    Normandia-França 12 dias em dezembro. O que fazer?

    Estamos planejando passar o natal e ano novo em casa de amigos na Normandia, vamos ficar uns 10 dias, gostaríamos de dicas de roteiros, e coisas legais para fazer. Se da para encaixar alguma visita a outro pais a partir do norte da França?
  12. https://rotasetrips.blogspot.com/ Três Passos.RS: Retornando do salto do Yucumã, decidi visitar uma atração que havia encontrado por acaso no facebook, o Jardim Temático Rücker -Thal. Pela internet as fotos eram interessantes, mas não dava para ter ideia da grande surpresa que estava nos aguardando. O Jardim é idealizado por Mauro Rückert, e fica localizado na rua Silva Jardim, 385, localidade de Padre Gonzales, na cidade de Três Passos.RS, um pouco afastada do centro da cidade. Saímos do asfalto e entramos por ruas de terra, na localidade, até chegarmos em frente a casa. Que de pronto já chama atenção, repleta de arbustos em forma de esculturas e estatuas de concreto, dentre outras obras de arte. Batemos palma em frente a casa, e fomos atendidos pela simpática esposa de Mauro, senhora Teresinha Rückert, que foi nossa guia pelo fantástico mundo criado pela imaginação do artista. Se o Jardim já encanta pelas belas esculturas, super detalhadas, a visita guiada nos surpreende levando a um mundo de sonhos e pura criatividade. Mauro com sua percepção e genialidade de artista, foi cobrindo cada canto do terreno, com esculturas, que vão contando um pouco da história de sua família, seja de sua origem ou fatos engraçados vividos. Então ao vermos a estatua de um coelho, não é apenas isso, e sim uma história em forma de estatua, onde nos é explicado que remete a um episódio, onde Mauro colocou feijões dentro dos ovos de pascoa para pregar uma peça em uma tia. E assim cada peça vai criando vida, e nossa imaginação viaja por esse mundo de sonho. É impossível descrever tudo que existe no local, mas dentre as muitas atrações existe um labirinto verde; uma cabana de faroeste, um museu que conta um pouco da genealogia da família, e da imigração alemã. A visita durou quase uma hora, mas não vimos o tempo passar, pois a cada passo é um mergulho que mistura história e fantasia. Ficamos encantados com o preciosismos e requinte das obras, onde por exemplo a réplica de uma igreja, possui até os bancos e altar em seu interior. Se formos nos ater a cada detalhe e histórias, da para passar um dia inteiro no local, mas como já estávamos cansados dos mais de 500 km de estrada e aindatínhamos uns 300 pela frente a visita foi rápida, mas maravilhosa. Nessas mais de 200 cidades visitadas no RS, dentre várias atrações e museus, o Jardim Rückert-Thal, foi sem duvida uma das melhores surpresas, e a cereja do bolo dessa nossa aventura na Rota do Yucumã. Então se cruzar por Três Passos, não deixe de visitar. Fica o nosso parabéns ao Mauro e sua família que presentearam o Rio Grande com esse grande atrativo. Mais Fotos: Rota:
  13. Um lugar Mágico Escondido no Noroeste Gaúcho- Jardim Temático Rücker-Thal.RS.Ago.2018.Varando o Noroeste do RS Parte 3 Blog:rotasetrips.blogspot.com.br Três Passos.RS: Retornando do salto do Yucumã, decidi visitar uma atração que havia encontrado por acaso no facebook, o Jardim Temático Rücker -Thal. Pela internet as fotos eram interessantes, mas não dava para ter ideia da grande surpresa que estava nos aguardando. O Jardim é idealizado por Mauro Rückert, e fica localizado na rua Silva Jardim, 385, localidade de Padre Gonzales, na cidade de Três Passos.RS, um pouco afastada do centro da cidade. Saímos do asfalto e entramos por ruas de terra, na localidade, até chegarmos em frente a casa. Que de pronto já chama atenção, repleta de arbustos em forma de esculturas e estatuas de concreto, dentre outras obras de arte. Batemos palma em frente a casa, e fomos atendidos pela simpática esposa de Mauro, senhora Teresinha Rückert, que foi nossa guia pelo fantástico mundo criado pela imaginação do artista. Se o Jardim já encanta pelas belas esculturas, super detalhadas, a visita guiada nos surpreende levando a um mundo de sonhos e pura criatividade. Mauro com sua percepção e genialidade de artista, foi cobrindo cada canto do terreno, com esculturas, que vão contando um pouco da história de sua família, seja de sua origem ou fatos engraçados vividos. Então ao vermos a estatua de um coelho, não é apenas isso, e sim uma história em forma de estatua, onde nos é explicado que remete a um episódio, onde Mauro colocou feijões dentro dos ovos de pascoa para pregar uma peça em uma tia. E assim cada peça vai criando vida, e nossa imaginação viaja por esse mundo de sonho. É impossível descrever tudo que existe no local, mas dentre as muitas atrações existe um labirinto verde; uma cabana de faroeste, um museu que conta um pouco da genealogia da família, e da imigração alemã. A visita durou quase uma hora, mas não vimos o tempo passar, pois a cada passo é um mergulho que mistura história e fantasia. Ficamos encantados com o preciosismos e requinte das obras, onde por exemplo a réplica de uma igreja, possui até os bancos e altar em seu interior. Se formos nos ater a cada detalhe e histórias, da para passar um dia inteiro no local, mas como já estávamos cansados dos mais de 500 km de estrada e aindatínhamos uns 300 pela frente a visita foi rápida, mas maravilhosa. Nessas mais de 200 cidades visitadas no RS, dentre várias atrações e museus, o Jardim Rückert-Thal, foi sem duvida uma das melhores surpresas, e a cereja do bolo dessa nossa aventura na Rota do Yucumã. Então se cruzar por Três Passos, não deixe de visitar. Fica o nosso parabéns ao Mauro e sua família que presentearam o Rio Grande com esse grande atrativo. Mais Fotos: Rota:
  14. fernandos

    Salto Yucumã - Perguntas e Respostas

    Dois anos depois ta aí o sonho realizado, e relato com fotos e dicas: Seguindo o baile: Saímos de Ametista do Sul.RS, em torno das 11 horas, e fomos em direção a próxima parada, o fabuloso: Salto do Yucumã, no município de Derrubadas.RS. Fronteira com a Argentina, extremo noroeste do estado. De Ametista do Sul para Derrubadas são cerca de 90 km. estrada boa (para os padrões gaúchos), sem pedágios. Dando rápidas paradas para registrar o belo no caminho, sempre que possível. Taquaruçu do Sul.RS: Nunca ouviu falar? confesso que nem eu. Rápida parada para registrar o pequeno pórtico da cidade, mais um marco geográfico para a coleção. E bem interessante haver também no local, uma estatua de um peixe, de uma junta de bois, e outras. Taquaruçu pareceu ser uma cidade bem interessante, pena o tempo ser curto e a viagem longa. Vista Alegre.RS: Confesso também que pouco sabia da cidade, apenas que possui uma bonita igreja e Pórtico. Fotografei o pórtico de entrada. E interessante que a poucas quadras já havia outro pórtico igual, mas de saída. Cidade assumidamente pequena. Palmitinho.RS: Essa sim uma cidade um pouco maior, e até pensamos em almoçar lá, e haviam bonitos restaurantes perto da praça da igreja. Mas todos fechados. Restaurante fechado ao meio dia de domingo, que dizer né... Fotografei o simpático pórtico, a bela e alta igreja, e seguimos em busca da refeição. Tenente Portela.RS: Ultima parada antes de Derrubadas, e a fome foi apertando isso passado 12 h e 30 min. E fomos catar um restaurante. E pensei, pela lógica das viagens anteriores. Em cidade pequena se come bem e barato Achamos uma churrascaria perto da rodovia. E barato até foi, R$ 15,00 por pessoa buffet livre, com direito a uma carne do churras. Mas para nossos padrões a comida não era tudo aquilo, por isso não vou citar o estabelecimento. Paramos para tirar umas fotos do belo pórtico da cidade, e acabamos atrapalhando namoro de um casal, que estava em um carro estacionado por ali. Turista chato empatou o love (risos), faz parte... Detalhe Importante:Tenente Portela é em geral o ponto de apoio para que visita Derrubadas, pois possui uma boa rede hoteleira, restaurantes e afins. E fica a uns 20 km de distância. Derrubadas.RS: De cara nos deparamos com um bonito pórtico, e vamos entrando na pequena cidade, e seguindo as placas indicando o Parque do Turvo, onde fica o salto. Do pórtico ao parque são uns 5 km. Chegamos ao parque onde temos que pagar R$ 16,00 (cada), e o automóvel foi revistado por um policial. O parque tem algumas regras como: É proibida a entrada de bebidas alcoólicas, não é permitida a entrada com animais domésticos, pesca e caça são proibidas, não é permitido tomar banho de rio no Salto do Yucumã. Além disso é bom saber que não existem lanchonetes e restaurantes dentro do parque. É preciso levar bebidas e comidas. Também não há como se hospedar dentro do parque, ou seja, é um passeio bem rústico, sem regalias e conforto. Depois da revista encaramos 15 km, por uma estrada, se é que da pra se chamar assim, é mais uma trilha, cheia de pedras, buracos, e que se anda no máximo a 30 km, e demora uma eternidade para chegar ao salto. Aí me dei conta que o negócio é roots mesmo. Se for visitar prepare-se. Enfim chegamos ao local do salto, onde até tem uns quiosques, e umas churrasqueiras, mas só isso, nada mais. Dentro do Parque você esta por sua conta e risco. Descemos do carro e pegamos a trilha do Salto. Mais uns 500 metros, e saímos na beira das quedas. Que é na verdade um caminho cheio de pedregulhos, bonito mas bem ruim de andar, que dão um panorama meio agreste ao lugar. E lá se pode chegar até a beira das quedas. Não existe fiscalização, salva-vidas, nada. Mas o lugar é realmente lindo, parece uma usina hidroelétrica natural, com infindáveis quedas, numa mesma altura, que vão até onde o olhar alcança. Formando o que parece uma queda d'água infinta, pois, o salto é curvo, então não se enxerga o começo nem o fim. Apesar de toda dificuldade de acesso, e da completa falta de estrutura o lugar é paradisíaco. De uma paz e encantamento únicos. Ali ficamos um bom tempo curtindo o sol, pois o dia estava lindo, ouvindo o som das quedas e a sentindo a brisa do vento. E vendo um bote turístico argentino, se aventurar dentro das quedas. Pois é... Se quiser passear de barco tem que ir pro lado argentino, pois, só os hermanos oferecem tal passeio, lá do outro lado, no Parque Yaboti, onde o salto é chamado Moconá. E tem esse parque com muito mais infraestrutura, passeios, cabanas e afins. Dessa vez ficamos do lado brasileiro mesmo, olhando os gringos se refestelarem. Até tentamos chegar ao fim ou começo das quedas mas desistimos cansa muito andar pelas pedras, e revolvemos ir embora, pelas 15 horas, até porque não tem muito como ficar, pela falta de lugar para se abrigar do sol. A única estrutura no local são duas taquaras com um pedaço de isopor pendurado, indicando a saída. Turismo no RS é assim meu povo. E fica a reflexão que assim como em Ametista do Sul, pouco adianta ter o atrativo turístico, se não há o receptivo e a estrutura. Mas calma que ainda não acabou, o melhor ficou para o final, parte 3 no próximo post. Gastos: almoço R$ 35,00, entradas no parque R$ 32. Mais Fotos: Rota:
  15. Blog:rotasetrips.blogspot.com.br Seguindo o baile: Saímos de Ametista do Sul.RS, em torno das 11 horas, e fomos em direção a próxima parada, o fabuloso: Salto do Yucumã, no município de Derrubadas.RS. Fronteira com a Argentina, extremo noroeste do estado. De Ametista do Sul para Derrubadas são cerca de 90 km. estrada boa (para os padrões gaúchos), sem pedágios. Dando rápidas paradas para registrar o belo no caminho, sempre que possível. Taquaruçu do Sul.RS: Nunca ouviu falar? confesso que nem eu. Rápida parada para registrar o pequeno pórtico da cidade, mais um marco geográfico para a coleção. E bem interessante haver também no local, uma estatua de um peixe, de uma junta de bois, e outras. Taquaruçu pareceu ser uma cidade bem interessante, pena o tempo ser curto e a viagem longa. Vista Alegre.RS: Confesso também que pouco sabia da cidade, apenas que possui uma bonita igreja e Pórtico. Fotografei o pórtico de entrada. E interessante que a poucas quadras já havia outro pórtico igual, mas de saída. Cidade assumidamente pequena. Palmitinho.RS: Essa sim uma cidade um pouco maior, e até pensamos em almoçar lá, e haviam bonitos restaurantes perto da praça da igreja. Mas todos fechados. Restaurante fechado ao meio dia de domingo, que dizer né... Fotografei o simpático pórtico, a bela e alta igreja, e seguimos em busca da refeição. Tenente Portela.RS: Ultima parada antes de Derrubadas, e a fome foi apertando isso passado 12 h e 30 min. E fomos catar um restaurante. E pensei, pela lógica das viagens anteriores. Em cidade pequena se come bem e barato Achamos uma churrascaria perto da rodovia. E barato até foi, R$ 15,00 por pessoa buffet livre, com direito a uma carne do churras. Mas para nossos padrões a comida não era tudo aquilo, por isso não vou citar o estabelecimento. Paramos para tirar umas fotos do belo pórtico da cidade, e acabamos atrapalhando namoro de um casal, que estava em um carro estacionado por ali. Turista chato empatou o love (risos), faz parte... Detalhe Importante:Tenente Portela é em geral o ponto de apoio para que visita Derrubadas, pois possui uma boa rede hoteleira, restaurantes e afins. E fica a uns 20 km de distância. Derrubadas.RS: De cara nos deparamos com um bonito pórtico, e vamos entrando na pequena cidade, e seguindo as placas indicando o Parque do Turvo, onde fica o salto. Do pórtico ao parque são uns 5 km. Chegamos ao parque onde temos que pagar R$ 16,00 (cada), e o automóvel foi revistado por um policial. O parque tem algumas regras como: É proibida a entrada de bebidas alcoólicas, não é permitida a entrada com animais domésticos, pesca e caça são proibidas, não é permitido tomar banho de rio no Salto do Yucumã. Além disso é bom saber que não existem lanchonetes e restaurantes dentro do parque. É preciso levar bebidas e comidas. Também não há como se hospedar dentro do parque, ou seja, é um passeio bem rústico, sem regalias e conforto. Depois da revista encaramos 15 km, por uma estrada, se é que da pra se chamar assim, é mais uma trilha, cheia de pedras, buracos, e que se anda no máximo a 30 km, e demora uma eternidade para chegar ao salto. Aí me dei conta que o negócio é roots mesmo. Se for visitar prepare-se. Enfim chegamos ao local do salto, onde até tem uns quiosques, e umas churrasqueiras, mas só isso, nada mais. Dentro do Parque você esta por sua conta e risco. Descemos do carro e pegamos a trilha do Salto. Mais uns 500 metros, e saímos na beira das quedas. Que é na verdade um caminho cheio de pedregulhos, bonito mas bem ruim de andar, que dão um panorama meio agreste ao lugar. E lá se pode chegar até a beira das quedas. Não existe fiscalização, salva-vidas, nada. Mas o lugar é realmente lindo, parece uma usina hidroelétrica natural, com infindáveis quedas, numa mesma altura, que vão até onde o olhar alcança. Formando o que parece uma queda d'água infinta, pois, o salto é curvo, então não se enxerga o começo nem o fim. Apesar de toda dificuldade de acesso, e da completa falta de estrutura o lugar é paradisíaco. De uma paz e encantamento únicos. Ali ficamos um bom tempo curtindo o sol, pois o dia estava lindo, ouvindo o som das quedas e a sentindo a brisa do vento. E vendo um bote turístico argentino, se aventurar dentro das quedas. Pois é... Se quiser passear de barco tem que ir pro lado argentino, pois, só os hermanos oferecem tal passeio, lá do outro lado, no Parque Yaboti, onde o salto é chamado Moconá. E tem esse parque com muito mais infraestrutura, passeios, cabanas e afins. Dessa vez ficamos do lado brasileiro mesmo, olhando os gringos se refestelarem. Até tentamos chegar ao fim ou começo das quedas mas desistimos cansa muito andar pelas pedras, e revolvemos ir embora, pelas 15 horas, até porque não tem muito como ficar, pela falta de lugar para se abrigar do sol. A única estrutura no local são duas taquaras com um pedaço de isopor pendurado, indicando a saída. Turismo no RS é assim meu povo. E fica a reflexão que assim como em Ametista do Sul, pouco adianta ter o atrativo turístico, se não há o receptivo e a estrutura. Mas calma que ainda não acabou, o melhor ficou para o final, parte 3 no próximo post. Gastos: almoço R$ 35,00, entradas no parque R$ 32. Mais Fotos: Rota:
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