Ir para conteúdo
  • Cadastre-se

fernandos

Membros
  • Total de itens

    511
  • Registro em

  • Última visita

Reputação

28 Excelente

3 Seguidores

Sobre fernandos

  • Data de Nascimento 15-01-1979

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    RS:
    Agudo;
    Alegrete;
    Arambaré (Praia e Figueira da Paz);,
    Balneário Pinhal (Abelhas, Tunel Verde);
    Cacequi (Bossorocas);
    Cachoeira do Sul (Zoológico Municipal, Chateau D'eu);
    Caibaté (Caaró);
    Caçapava do Sul (Guaritas);
    Candelária (Auqueduto);
    Canela (Catedral de Pedra);
    Capão da Canoa (Acqua Lokos e Marina Parque);;
    Cidreira (Camarões);
    Dona Francisca (Tobogã e Teleférico);
    Faxinal do Soturno;
    Fontoura Xavier (Parque das Tuias);
    Garibalde;
    Gramado (Gramadozoo);
    Imbé (Ceclimar);
    Itaara (Museu ufológico);
    Ivorá (Memorial das Águas);
    Jaguari;
    Jari (Rincão da Glória);;
    Julio de Castilhos (Jardim das Esculturas);
    Lajeado (Parque dos Dick);
    Magistério;
    Mata (Jardim Paleobotânico, Cachoeiras);
    Mato Queimado (Prefeitura);
    Nova Esperança do Sul (Gruta);
    Nova Palma (Balneário Municipal);
    Nova Petrópolis (Praça das Flores);
    Novo Cabrais (Parque Witeck);
    Osório (Memorial, Morro da Borrussia);
    Paraíso do Sul;
    Pelotas (Laranjal, João Gilberto Bar, Caixa D'Agua de Fero, e etc);
    Porto Alegre (Cidade Baixa);
    Santa Cruz do Sul (Oktober);
    Santana Do Livramento;
    Santo Angelo (Igreja Angelopolitana);
    São João do Polesine (Vale Veneto);
    São Martinho da Serra (Cruz dos Degolados);
    São Miguel das Missões (Ruinas Jesuiticas);
    São Francisco de Assis;
    São Pedro do Sul- (Sitio Arqueológico da Pedra Grande);
    São Sepé;
    São Vicente do Sul (Bal.Umbu);
    Silveira Martins (Buraco de Vento);
    Restinga Seca (Balneário das Tunas);
    Rio Grande (Praia do Cassino);
    Tapes (Bal. Pinvest);
    Teutônia (centro Adm);
    Toropi (Fenda da Mãe de Ouro);
    Torres (Guaritas);
    Tramandái;
    Venâncio Aires (Centro);
    Vera Cruz;
    Viamão (igreja);


    SC:
    Araranguá;
    Arroio do Silva;
    Criciúma;
    Laguna;
    Floripa;
    Garopaba;
    Ferrugem;
    Praia do Rosa;

    PR:
    Foz do Iguaçu (Cataratas, Centro Budista);

    BA:
    Porto Seguro;
    Arraial D'Ajuda;
    Santa Cruz Cabrália;
    Trancoso (O Quadrado);

    AR:
    Puerto Iguazu (Ice Bar);
    Buenos Aires (Cassino, Puerto Madero; San Telmo);
    Tigre (Delta do Tigre);

    URU:
    Rivera;
    Rio Branco;

    PAR:
    Ciudad del Este
  • Próximo Destino
    Derrubadas
  • Ocupação
    Policial Civil
  • Meu Blog

Últimos Visitantes

1.503 visualizações
  1. https://rotasetrips.blogspot.com/ Caxias apesar de ser uma das principais cidades da Serra Gaúcha, ainda não é um local turístico consolidado, perdendo em muito ainda para outras cidades próximas com Farroupilha, Bento Gonçalves, Garibaldi, Nova Petrópolis, Gramado e outras. Mas acredito que isso se deve nem tanto pela cidade não ter atrativos, pois os tem, e sim pela falta de uma cultura turística na cidade, enfim... Então nesse ultimo final de semana, o mais frio do ano, diga-se de passagem, surgiu uma brecha e decidi explorar Caxias. Destino da vez: Estrada do Imigrante, e realmente nada sabia do lugar, "e se fomos"! A estrada fica na localidade da Terceira Légua, bem pertinho do centro da cidade, uns 10 km aproximadamente. No início da estrada existe um bonito pórtico, com o dizer: "Aqui Caxias Começou". Recorrendo a estrada, quase toda ela asfaltada, vemos algumas casas antigas, capelas, belas paisagens rurais, vastos parrareis. Nossa primeira parada foi no Museu e Pousada Casa Zinani, a edificação de madeira chama a atenção pela beleza. O lugar é muito bem cuidado, com jardim, e bem sinalizado. Estacionamos no local as 9 da manhã, e acabamos pegando a dona Ivete, proprietária do local, abrindo as portas. E fomos muito bem recebidos. Nos informou que o local é um museu da família Zinani. E nos guiou pelo casarão de madeira, onde ela estava fazendo um delicioso café para os hospedes que estavam alojados na pousada. Mesmo atarefada Ivete nos atendeu com carinho, nos mostrando cada canto do museu, e dos tesouros guardados com tanto amor pela mesma. Impressiona o cuidado com os artefatos, as roupas antigas, vestidos de noivas e etc, estão em estado de novo. O lugar é um encanto, e nos leva para outro tempo, um registro vivo da vida dos imigrantes nos primeiros tempos, em solos serranos. A visita guiada sai por R$ 10,00 e vale muito a pena, a casa também oferece café colonial, que pelo cheirinho estava uma delicia. Ivete também nos indicou visitar a Gruta que ficava ali perto. E assim seguimos para conhecer a Gruta Nossa Senhora de Lurdes, e que lugar fascinante! Na entrada exite um cruzeiro, ao fundo pode-se ver uma linda cachoeira, emoldurando o lugar. Ao lado 150 degraus para acessar a gruta. Que fica abaixo de um imenso monólito de basalto, onde alguns aventureiros se arriscavam a fazer rapel naquela manha gelada, com seus 2 graus positivos. Pedi informação para um dos rapazes que ali estavam, e me indicaram que havia uma trilha para chegar a cachoeira. E la me fui, a trilha esta suja, cheia de arvores caídas, mas é de fácil acesso mesmo assim. E no fim fomos brindados com a linda queda d'agua, despencando do alto de seus 60 metros de altura. Um lugar realmente fantástico. Já maravilhado, segui a estrada, até chegar a uma estrada de chão, logo adiante outra pequena cascata, mais um brinde ao olhar. Segui a estrada costeando os parreirais de um lado, e um despenhadeiro do outro. É um grande Canyon, que faz divisa com a localidade de Galópolis. Um lugar incrível realmente, pertinho do centro da cidade, e que resume muito bem tudo que a serra gaúcha tem de melhor, pois, no lugar também existem vinícolas e cantinas. Fotos: Rota:
  2. A Fascinante Estrada do Imigrante. Caxias do Sul.RS.Jul.2019 https://rotasetrips.blogspot.com/ Caxias apesar de ser uma das principais cidades da Serra Gaúcha, ainda não é um local turístico consolidado, perdendo em muito ainda para outras cidades próximas com Farroupilha, Bento Gonçalves, Garibaldi, Nova Petrópolis, Gramado e outras. Mas acredito que isso se deve nem tanto pela cidade não ter atrativos, pois os tem, e sim pela falta de uma cultura turística na cidade, enfim... Então nesse ultimo final de semana, o mais frio do ano, diga-se de passagem, surgiu uma brecha e decidi explorar Caxias. Destino da vez: Estrada do Imigrante, e realmente nada sabia do lugar, "e se fomos"! A estrada fica na localidade da Terceira Légua, bem pertinho do centro da cidade, uns 10 km aproximadamente. No início da estrada existe um bonito pórtico, com o dizer: "Aqui Caxias Começou". Recorrendo a estrada, quase toda ela asfaltada, vemos algumas casas antigas, capelas, belas paisagens rurais, vastos parrareis. Nossa primeira parada foi no Museu e Pousada Casa Zinani, a edificação de madeira chama a atenção pela beleza. O lugar é muito bem cuidado, com jardim, e bem sinalizado. Estacionamos no local as 9 da manhã, e acabamos pegando a dona Ivete, proprietária do local, abrindo as portas. E fomos muito bem recebidos. Nos informou que o local é um museu da família Zinani. E nos guiou pelo casarão de madeira, onde ela estava fazendo um delicioso café para os hospedes que estavam alojados na pousada. Mesmo atarefada Ivete nos atendeu com carinho, nos mostrando cada canto do museu, e dos tesouros guardados com tanto amor pela mesma. Impressiona o cuidado com os artefatos, as roupas antigas, vestidos de noivas e etc, estão em estado de novo. O lugar é um encanto, e nos leva para outro tempo, um registro vivo da vida dos imigrantes nos primeiros tempos, em solos serranos. A visita guiada sai por R$ 10,00 e vale muito a pena, a casa também oferece café colonial, que pelo cheirinho estava uma delicia. Ivete também nos indicou visitar a Gruta que ficava ali perto. E assim seguimos para conhecer a Gruta Nossa Senhora de Lurdes, e que lugar fascinante! Na entrada exite um cruzeiro, ao fundo pode-se ver uma linda cachoeira, emoldurando o lugar. Ao lado 150 degraus para acessar a gruta. Que fica abaixo de um imenso monólito de basalto, onde alguns aventureiros se arriscavam a fazer rapel naquela manha gelada, com seus 2 graus positivos. Pedi informação para um dos rapazes que ali estavam, e me indicaram que havia uma trilha para chegar a cachoeira. E la me fui, a trilha esta suja, cheia de arvores caídas, mas é de fácil acesso mesmo assim. E no fim fomos brindados com a linda queda d'agua, despencando do alto de seus 60 metros de altura. Um lugar realmente fantástico. Já maravilhado, segui a estrada, até chegar a uma estrada de chão, logo adiante outra pequena cascata, mais um brinde ao olhar. Segui a estrada costeando os parreirais de um lado, e um despenhadeiro do outro. É um grande Canyon, que faz divisa com a localidade de Galópolis. Um lugar incrível realmente, pertinho do centro da cidade, e que resume muito bem tudo que a serra gaúcha tem de melhor, pois, no lugar também existem vinícolas e cantinas. Fotos: Rota:
  3. Taim o Pantanal Riograndense+ Praia da Capilha. Rio Grande.RS.2019 https://rotasetrips.blogspot.com/2019/07/taim-o-pantanal-rio-grandense-praia-da.html A reserva do Taim ou Estação Ecológica do Taim, é uma das maravilhas naturais do Rio Grande do Sul, uma região repleta de banhados e alagados, que abriga uma rica variedade de especieis animais, como jacarés, capivaras e pássaros diversos, com uma área de mais de 100 km quadrados, localizada parte na cidade de Rio Grande e outra parte em Sana Vitória do Palmar. Mas não vá se animando muito, pois a visitação é proibida, o que da pra ver são os animais da estrada, principalmente no mirante na BR 471, mas existem trilhas, que podem ser feitas através de agendamento. As trilhas são a Trilha da Figueira, Trilha da Capilha, Trilha da Nicola, Trilha do Tigre Preto e Trilha das Flores, e a sede fica no km 537 da BR-471, 100 km (Instituto Chico Mendes, 3503-3151, 2ª/6ª 8h30/12h e 13h30/18h). Enfim... voltemos a nossa experiência no Taim, saímos de Pelotas as 8 horas de um domingo ensolarado, 23.06.2019, rumo ao Taim, mais ou menos uns 100 km de estradas boas, mas pedágio caro pegamos uns 2 a R$ 12,30 cada. 1ª Parada: Praia da Capilha: A uns 2 km da rodovia, chegamos a praia. Lugar deserto as 09 horas da manhã, com um vasto areal, e a lagoa Mirim, um cenário um tanto insólito. Lindo e isolado, excelente para fotos. Me aventurei a percorrer de automóvel suas areias, louco de medo que o carro atolasse, mas a recompensa foi fotografar alguns barquinhos que lá estavam ancorados. Logo avistei a "Capilha", as ruínas da capela que da nome ao lugar, construída em 1785, sendo chamada pelos espanhóis "Capela de São Pedro". A capelinha é um cenário excelente para belas fotos. Depois mais uma caminhada por aquele lindo lugar, com o vento no rosto, admirando aquela imensidão, com apenas algumas aves a nos acompanhar. Realmente vale a pena a trilha, para uma gostosa caminhada e ótimos registros fotográficos. 2ª Parada: Reserva do Taim: Saindo da Capilha, seguimos rumo a sede da reserva para informações, mas estava fechada. ok...ok... Segue o jogo, fomos percorrendo a estrada, presenciando o triste espetáculo, de ver inúmeras capivaras mortas no acostamento, pois, é frequente o atropelamento dos pobres animais pelos veículos que ali passam. Apesar disso deu para admirar de longe, algumas famílias de capivaras se banhando ao sol, e até um que outro jacaré. E quantidade de capivaras no local impressiona, são muitas. O lugar é muito interessante, mas ainda restrito ao acesso do grande publico, até por ser uma reserva ambiental. Então se for visitar você tem duas opções, admirar os animais da estrada mesmo, ou se programar para fazer as tilhas. Para nos foi de bom tamanho conhecer um pouco desse tesouro gaúcho, e quem sabe um dia voltar com mais tempo para percorrer as outras trilhas. Mais Fotos: Onde Fica: BR-471, 39a - Zona Rural - Zona Rural, Rio Grande - RS
  4. https://rotasetrips.blogspot.com/2019/07/taim-o-pantanal-rio-grandense-praia-da.html A reserva do Taim ou Estação Ecológica do Taim, é uma das maravilhas naturais do Rio Grande do Sul, uma região repleta de banhados e alagados, que abriga uma rica variedade de especieis animais, como jacarés, capivaras e pássaros diversos, com uma área de mais de 100 km quadrados, localizada parte na cidade de Rio Grande e outra parte em Sana Vitória do Palmar. Mas não vá se animando muito, pois a visitação é proibida, o que da pra ver são os animais da estrada, principalmente no mirante na BR 471, mas existem trilhas, que podem ser feitas através de agendamento. As trilhas são a Trilha da Figueira, Trilha da Capilha, Trilha da Nicola, Trilha do Tigre Preto e Trilha das Flores, e a sede fica no km 537 da BR-471, 100 km (Instituto Chico Mendes, 3503-3151, 2ª/6ª 8h30/12h e 13h30/18h). Enfim... voltemos a nossa experiência no Taim, saímos de Pelotas as 8 horas de um domingo ensolarado, 23.06.2019, rumo ao Taim, mais ou menos uns 100 km de estradas boas, mas pedágio caro pegamos uns 2 a R$ 12,30 cada. 1ª Parada: Praia da Capilha: A uns 2 km da rodovia, chegamos a praia. Lugar deserto as 09 horas da manhã, com um vasto areal, e a lagoa Mirim, um cenário um tanto insólito. Lindo e isolado, excelente para fotos. Me aventurei a percorrer de automóvel suas areias, louco de medo que o carro atolasse, mas a recompensa foi fotografar alguns barquinhos que lá estavam ancorados. Logo avistei a "Capilha", as ruínas da capela que da nome ao lugar, construída em 1785, sendo chamada pelos espanhóis "Capela de São Pedro". A capelinha é um cenário excelente para belas fotos. Depois mais uma caminhada por aquele lindo lugar, com o vento no rosto, admirando aquela imensidão, com apenas algumas aves a nos acompanhar. Realmente vale a pena a trilha, para uma gostosa caminhada e ótimos registros fotográficos. 2ª Parada: Reserva do Taim: Saindo da Capilha, seguimos rumo a sede da reserva para informações, mas estava fechada. ok...ok... Segue o jogo, fomos percorrendo a estrada, presenciando o triste espetáculo, de ver inúmeras capivaras mortas no acostamento, pois, é frequente o atropelamento dos pobres animais pelos veículos que ali passam. Apesar disso deu para admirar de longe, algumas famílias de capivaras se banhando ao sol, e até um que outro jacaré. E quantidade de capivaras no local impressiona, são muitas. O lugar é muito interessante, mas ainda restrito ao acesso do grande publico, até por ser uma reserva ambiental. Então se for visitar você tem duas opções, admirar os animais da estrada mesmo, ou se programar para fazer as tilhas. Para nos foi de bom tamanho conhecer um pouco desse tesouro gaúcho, e quem sabe um dia voltar com mais tempo para percorrer as outras trilhas. Mais Fotos: Onde Fica: BR-471, 39a - Zona Rural - Zona Rural, Rio Grande - RS
  5. https://rotasetrips.blogspot.com/ Costa Doce é a bela região gaúcha, ao sul de Porto Alegre, que se estende de Guaíba até Jaguarão, onde existem diversas praias banhadas pela Lagoa dos Patos e Lagoa Mirim. 1ª Parada. Barra do Ribeiro: é a cidade da região mais próxima a Porto Alegre, uns 60 km. A cidade é repleta de balneários, e muito procurada no verão. Fomos direto ao prédio da fabrica de Gaiteiros, projeto social, que ensina a criançada a tocar gaita de fole, criado pelo famoso gaiteiro gaúcho, Borghetinho. O prédio é antigo, rústico e bonito, e da de fundos para a lagoa, a visitação é livre, mas pena o lugar estar vazio, naquele sábado. Um passeio pela lagoa, e apreciar suas águas calmas, algumas arvores que formam um belo quadro. Depois uma visita ao centro da cidade, que mais parece um cenário de faroeste, por sua calmaria, e ar nostálgico. Existem diversos lindos prédios, estilo açoriano no local, verdadeiras joias do passado. Saindo de Barra do Ribeiro, paramos para almoçar no Restaurante Barbieri, com uma Ala Minuta que serve tranquilamente 2 pessoas, pelo valor de R$ 27,00, uma das melhores que já comemos, vale a pena! 2º Parada. Camaquã: É mais uma cidade histórica dessa região, também chamada de Terra Farroupilha, que serviu de passagem de alguns heróis farroupilhas. Fomos direto ao centro da cidade, para fotografar o Cine teatro Coliseu, um dos símbolos da cidade, prédio de bela arquitetura e muito bem preservado. Próximo ao teatro existem diversas belas casas, na praça em frente a Casa do Poeta Camaquense. Alguns cliques no centro da cidade, e seguimos viagem. Ultima Parada. São Lourenço do Sul.RS: A mais famosa cidade balneário, da Lagoa dos Patos, com suas belíssimas praias. A mais conhecida delas é a praia das Nereidas. Demos uma passada pela orla, que realmente convida a visita. O lugar é lindos, com suas águas tranquilas e muitas arvores, um recanto de paz, que convidam ao descanso. São Lourenço nos abraça, e não da vontade de ir embora. Mais Fotos: Rota:
  6. Passeio pela Costa Doce. Barra do Ribeiro, Camaquã e São Lourenço do Sul.RS. Jun.2019 https://rotasetrips.blogspot.com/ Costa Doce é a bela região gaúcha, ao sul de Porto Alegre, que se estende de Guaíba até Jaguarão, onde existem diversas praias banhadas pela Lagoa dos Patos e Lagoa Mirim. 1ª Parada. Barra do Ribeiro: é a cidade da região mais próxima a Porto Alegre, uns 60 km. A cidade é repleta de balneários, e muito procurada no verão. Fomos direto ao prédio da fabrica de Gaiteiros, projeto social, que ensina a criançada a tocar gaita de fole, criado pelo famoso gaiteiro gaúcho, Borghetinho. O prédio é antigo, rústico e bonito, e da de fundos para a lagoa, a visitação é livre, mas pena o lugar estar vazio, naquele sábado. Um passeio pela lagoa, e apreciar suas águas calmas, algumas arvores que formam um belo quadro. Depois uma visita ao centro da cidade, que mais parece um cenário de faroeste, por sua calmaria, e ar nostálgico. Existem diversos lindos prédios, estilo açoriano no local, verdadeiras joias do passado. 2º Parada. Camaquã: É mais uma cidade histórica dessa região, também chamada de Terra Farroupilha, que serviu de passagem de alguns heróis farroupilhas. Fomos direto ao centro da cidade, para fotografar o Cine teatro Coliseu, um dos símbolos da cidade, prédio de bela arquitetura e muito bem preservado. Próximo ao teatro existem diversas belas casas, na praça em frente a Casa do Poeta Camaquense. Alguns cliques no centro da cidade, e seguimos viagem. Ultima Parada. São Lourenço do Sul.RS: A mais famosa cidade balneário, da Lagoa dos Patos, com suas belíssimas praias. A mais conhecida delas é a praia das Nereidas. Demos uma passada pela orla, que realmente convida a visita. O lugar é lindos, com suas águas tranquilas e muitas arvores, um recanto de paz, que convidam ao descanso. São Lourenço nos abraça, e não da vontade de ir embora. Mais Fotos: Rota:
  7. https://rotasetrips.blogspot.com/2019/06/lugares-incriveis-e-ainda-pouco.html Praias da Lagoa dos Patos- São Lourenço do Sul.RS Praia da Capilha- Rio Grande.RS Praias de Água Doce. Barra do Ribeiro.RS Parque do Mosaico/ Caminho da Serpente Encantada. Morro Reuter/RS Parque Jorge Kuhn. Picada Café.RS Jardim Temático Genealógico Rückert-Thal.Três Passos.RS Salto do Yucumã.Derrubadas.RS Ametista do Sul.RS Parque de Exposições. Christoph Bauer. Forquetinha.RS Lagoa do Baopari. Mostardas.RS Ferrovia do Trigo/Viaduto 13. Vespasiano Corrêa.RS Eclusa. Bom Retiro do Sul.RS Fenda da Mãe de Ouro. Toropi.RS Belvedere Sonda. Nova Pádua.RS Porto das Laranjeiras.Montenegro.RS Parque do Salto Ventoso. Farroupilha.RS Lago São Bernardo. São Francisco de Paula.RS Lagoa Armênia. Taquari.RS Museu Militar Brasileiro. Panambi.RS Ponte de Ferro. Nova Roma do Sul Parque Aldeia do Imigrante. Nova Petrópolis Cascata a Beira da Estrada de Acesso. Alto Feliz.RS Museu do Carvão, Arroio dos Ratos Santo Amaro do Sul, General Camara Praça Municipal Tancredo Neves, Vitor Graeff Parque Histórico, Lajeado. Lagoa da Harmonia, Teutônia. O Aqueduto de Candelária Balneário Pinvest, em Tapes As Bossorocas de Cacequi Museu Ceclimar em Imbé Cine Rodeio, Minas do Camaquã, em Caçapava do Sul Pedra do Segredo. Caçapava do Sul.RS Parque Histórico em Dona Francisca Gruta Nsa Senhora de Fátima, em Nova Esperança do Sul Catedral Angelopolitana, em Santo Ângelo Jardim das Esculturas, em Julio de Castilhos Jardim Paleobotânico de Mata Memorial das Águas, em Ivorá Mirante do Morro da Borrussia Museu Ufológico de Itaara Parque Witek, em Novo Cabrais Petróglifo da Pedra Grande, em São Pedro do Sul Praia da lagoa dos Patos, em Arambaré Zoológico Municipal, de Cachoeira do Sul Mirante das Pedras, Silveira Martins Gruta Pulquéria, São Sepé Vale Veneto, São João do Polesine Orla do Guaíba, Guaíba.RS Via Genova. Serafina Corrêa.RS Águas do Prata. Nova Prata.RS Casarões Antigos, Lavras do Sul.RS
  8. https://rotasetrips.blogspot.com/2019/06/maravilhas-naturais-do-rio-grande-do-sul.html Reserva do Taim- Rio Grande.RS Salto do Yucumã.Derrubadas.RS Pedras Ametista. Ametista do Sul.RS Lagoa Azul ou Lagoa do Bacopari.Mostardas.RS Aparados da Serra Guaritas de Caçapava do Sul Bossorocas de Cacequi Cascata do Caracol Gruta de Nova Esperança do Sul Praia de Torres Arvores Fossilizadas de Mata
  9. Ultimo dia no Uruguai, hora de deixar o hotel rumo a Punta del Este e Punta Ballena. Aí ter paciência (coisa que não tenho), aturar gente que não aparece na hora marcada, outros que na ultima hora inventam de sair do ônibus para ir no mercado e comprar batatinhas, enfim, essa foi a parte ruim da viagem, as pessoas e seus atrasos e a mania de acharem que são únicas no mundo, não respeitando horários e deixando todo mundo a espera-los. E assim fomos somando atrasos, quando era para sair 9 horas, saíamos no mínimo as 9 e 30. Fora um casal em Colonia, que sei la por que cargas d'água achou que a partida era às 17 e 30 e não 17 hora scomo dito pelo guia. Enfim... Desabafo a parte segue o baile. O ônibus foi costeando as Ramblas, onde nossos olhos se despedem desse belo cenário, em mais um dia de lindo sol nas bandas orientais. Passamos pelos bairros Pocitos e Carrasco, rumo a Canelones, que fui saber é a segunda maior do Uruguai com 500.000 habitantes (confesso que nunca tinha ouvido falar dessa cidade), que junto com Montevideo detém 2/3 da população de todo o país. Não chegamos a entrar na cidade, e da janela do ônibus meus olhos percorriam as margens da rodovia, que na altura da cidade é repleta de Postes de Luz por quilômetros a fiu, e muitas árvores, parece que existe um Parque Florestal por ali. Mais uma vez tentei tirar algumas fotos, mas ficaram ruins, mal e mal consegui captar um circo, um diretório de partido politico e uma ponte com um córrego já na Ciudad de la Costa (Enfim... Melhor uma foto ruim, do que foto nenhuma, penso eu). Em torno do meio dia vamos chegando a Punta Ballena, passando pela ponte Puente de La Barra, que é uma diversão a parte, que possui a forma de uma onda, dando um frio na barriga ao se passar por ela (da vontade de passar mais de uma vez). E assim fomos subindo a encosta agraciados com a bela vista de Punta del Este ao longe, e sua orla magnifica. E no final de uma subida já avistamos a Casa Pueblo, principal atrativo do lugar, obra do Artista Carlos Vilaró, inspirado nas casas existentes na ilha grega de Santorini. A construção é realmente impressionante, e belíssima, no alto de uma colina a beira mar. Onde existe um hotel, restaurante e museu. A entrada do museu estava R$ 40,00 (quarenta reais) por pessoa. E tínhamos 40 min. para fazer a visita, muitos da excursão não entraram por achar caro. Como já havia a macula em meu currículo em ir a Amsterdan e não entrar no museu Van Gogh, não podia deixar de entrar dessa vez. E tipo... A parte do Museu é bem pequena, umas 3 peças, e vimos tudo em uns 15 min., fora isso admirar a bela edificação, tirar muitas fotos com a linda vista do mar. Mas assim... O lugar como hotel é magnifico, com piscina, vista pro mar, mas o museu achei meio acanhado na verdade. Ah... No local existe um cinema, que fala da vida e obra do artista, mas como o tempo era curto, não ficamos muito. Resumindo acho que para curtir bem o lugar tem que se ter tempo, de preferencia se hospedar lá, deve ser uma experiencia incrível. Mas infelizmente nossa visita tinha que ser rápida. Mais uns 30 minutos e chagamos a Punta del Este, vislumbrando de chegada suas belas edificações, a maioria na cor branca, uma arquitetura bem típica, e seus grandes prédio modernos, fazendo lembrar um pouco Balneário Comboriú (bem provavel Balneário tenha sido inspirado em Punta). Punta é puro glamour, não é atoa ser um dos balneários mais luxuosos da América Latina. Além disso sua orla é muito bonita. O ônibus estacionou próximo ao monumento La Mano, Los Dedos, ou Hombre emergiendo a la vida. Principal cartão postal do lugar. Claro repleto de turistas e foi difícil tirar fotos, mas isso era visto. Check in feito, fomos procurar algum lugar para almoçar, e como tínhamos visto placas com almoço a 220 pesos, fomos procurar esse lugar, que ficava na Calle Gavotas, a umas 4 quadras do monumento. É o restaurante Rustic, com minutas a 220 por pessoa. O que até nos surpreendeu, muito mais barato que os preços praticados em Montevideo, achávamos que por Punta ser mais luxuoso não conseguiríamos comer barato. Grata surpresa! Pedimos dois churrasco a plancha com guarnicion, ou seja, dois bifes, com acompanhamento e uma pilsen para companhar. Tudo deu 75 pesos, menos da metade do nosso primeiro almoço em Montvideo. Almoçados, tínhamos umas 2 horas para curtir o lugar, num resplandecente dia de sol, temperatura agradável, e tudo de bom. Fomos caminhando pela orla, bem bonita, com sua areia fininha, e a água estava um azul escuro. Achei estanho, pois, acreditava que a aguá seria igual dos mares gaúchos, aquele marrom feio, mas não. Aí não sei o que explica, se foi esse dia, ou se é assim mesmo... Pena não ter trazido roupa de banho, não consigo não me emocionar ao ver o mar, a vontade que da é de deitar na areia e curtir a praia. Assim finalizamos nosso passeio por Punta, indo até o final da praia que termina em uma península, de apenas umas quatro quadras de extensão. Lugar lindo, charmoso, pra mim o auge da viagem. Mas ainda havia uma ultima parada, o Chuy. Parada de compras, nos free shops do lado uruguaio. o Chuy uruguaio e o Chuí brasileiro, são separados por uma rua. Ficando as lojas do lado uruguaio e alguns restaurante do lado brasileiro. Pena ser noite, consegui apenas tirar umas fotos no obelisco que marca a divisa entre os dois países. Depois fazer algumas compras naquele paraíso do consumismo. Vinhos e cervejas menos da metade do preço do Brasil, tipo um vinho que no Brasil estava por 60, encontrei por 25 no Chuy. Enfim, seja de carro, de avião ou de ônibus, seguimos o baile. Fotos: Rota:
  10. www.rotasetrips.blogspot.com.br Segundo dia no Uruguai, acordamos cedo, e saímos rumo a Colônia Sacramento, 2h e 30 de viagem, a mirar pelas janelas as belas paisagens do interior do Uruguai. Vastos campos e bastante gado, me chamou atenção o fato de haver vários cataventos em casas rurais, mas não consegui descobrir se ainda são usados ou se são apenas alguma relíquia do passado. Chegamos a Colônia próximo ao meio-dia, a cidade é uma antiga, e seu maior atrativo é o antigo forte português dos idos de 1.600, que foi conquistado pelos espanhóis. A parte central é bem pequena, centralizada nas ruínas do antigo forte, onde encontramos o imponente farol, à Beira do Rio da Prata, onde também existe um ferry boat que leva os turistas a Buenos Aires. O local é um encanto só, repleto de árvores de plátano, formando verdadeiros tuneis verdes em suas ruas de calçamento. Na parte mais central, fora da fortaleza, existente inúmeros restaurantes, lojas de artesanato e outros tipos de comércio. Primeiro passamos pelo Portão de Armas, que é o pouco que restou do forte que existia ali. Fomos caminhando pelas belas ruas da Colônia, com suas casas de pedra, todas muito antigas e bem conservadas, diversas delas bem floridas , um verdadeiro "regalo" ao visitante. Como é hora do almoço, procuramos um lugar para a refeição, meio assutados pelos preços de Montevideo, mas por incrível que pareça, mesmo sendo mais turística Colônia, tinha preço mais convidativos. Acabamos no Tascas der Sur, em uma das vielas da colônia (Rua de las Flores), lugar muito charmoso no estilo vintage/rustico, que predomina na cidade, com algumas antiguidades e velharias e a comida estava bom preço 680 pesos, 2 minutas para o casal. Escolhemos a de carne e tomamos duas boas cervejas artesanais fabricadas na Colônia. O restaurante é um charme só, além do que fomos muito bem atendidos pela proprietária e escutando um show que um artista de rua fazia em frente ao estabelecimento. Satisfeitos com nossos almoço, saímos a perambular pelas ruas da colônia infestadas de turistas. Os casarios Antigos são uma preciosidade, pena não dar para fotografar todos, por sempre encontrarmos um turista posando para uma foto na frente deles. Curioso ter algumas pessoas vestidas com trajes de época caminhando pela cidade, não entendi qual o motivo, até uma velha senhora, toda de preto, ainda bem que minha esposa viu também, se não acharia que era uma assombração. Depois de muito tontear pela fortaleza seguimos para a orla um local que convida ao relaxamento e ao descanso exalando calmaria. Ali ficamos curtindo, observando as ondulações do rio, até a hora de ir embora, com um certo pesar, pois, visitar Colonia, não da vontade de ir embora, por ser um lugar, repleto de história, com uma atmosfera tranquila, que nos convida a ficar. Outras Fotos: Rota:
  11. Conhecer Montevideo era um sonho a muito acalentado, parecia até que esse dia nunca iria chegar. Eu explico, em 2016 até comprei um pacote de Santa Maria para a capital uruguaia, mas a empresa deu calote, perdi meu dinheiro, e fiquei a ver navios. Mesmo com essa experiencia ruim, la fui eu me arriscar novamente, com o coração na mão, a comprar um pacote "low cost" para aquelas bandas. Até que o bendito dia chegou e embarcamos no ônibus para mais essa aventura. E nem as 17 horas de viagem tiraram meu bom humor, pois, era, como dito antes: Um sonho a muito acalentado, por vários motivos. Uma por minha família ter origens uruguaias, outra pelo uruguai, ser um "mimoso" aqui pros gaúchos, mal comparando Uy esta para o Brasil, como a Bélgica esta para a França, um recanto de guloseimas, e cositas buenas, cerveja boa, carne boa, e também por ser um destinos obrigatório para nós gaúchos. Sendo que todo gaúcho que se preste, inicia suas indiadas pelo exterior, indo comprar besteiras em algum free shop, uruguaio nas fronteiriças, Rivera, Rio Branco, Aceguá ou Chuí. A viagem ao contrário do que possa parecer, para quem tem receio de longas viagens do ônibus, foi boa, busão confortável, leito e double deck, que até fazia um balanço ao viajar. Pela janela as primeiras impressões das paragens orientais, muitos campos, planos, parecendo a campanha gaúcha, um gado de porte pequeno, algumas poucas edificações antigas, me chamou atenção as escolas rurais, todas coma bandeira do Uy na frente, a vontade que me da é de fotografar tudo, pena as fotos ficarem borradas da janela do bus, mas mesmo assim eu tentei, mas pouca coisa se aproveitou. Vencido o preludio, desembarcamos as 12 horas e 30 min, no hotel Los Angeles, na av. 18 de julho, uma das principais da cidade, num lindo dia ensolarado, de um sexta-feira Santa, feriado de Pascoa, Hotel antigo, como a maioria das edificações do centro. E mal deu tempo de se refazer da viagem, pois tinhamos um city tour marcado para as 14 horas e 30 min. O jeito foi largar as malas e correr para o restaurante mais próximo, acabamos no La pasiva, que fomos descobrir mais tarde é uma grande rede, com vários restaurantes no centro. Levei quase todo meu dinheiro em reais, pois, havia lido nos blogs, que aceitavam reais tranquilamente, por essas bandas, ou cartão, e que não valia a pena trocar por pesos, o que se mostrou não ser bem assim. No La Pasiva, pedimos duas Minutas, pratos feito, com entrecot e uma guarnição, e dois chops, carne ótima alias, saborosa, suculenta, no ponto. Tudo muito bem, tudo muito lindo, nem fazia ideia da conversão, e quando fui pagar a conta, quase caí pra traz, R$ 160,00, tá loco! É fui descobrir no pelo, que no uruguai se pratica preços de Europa, tudo estava muito caro, como fomos saber mais tarde viajar pro uruguai é BBC (bom, bonito e caro). Enfim... depois desse talagaço, fomos pro city. O guia Raimundo se apresentou, e assim fomos na Van, primeiro pela Ciudad Vieja, passando ao Mercado do Porto, Teatro Solis, parando na praça Independência, com uma monumental estatua do Gen. Artigas, e o Palácio Salvo, um incrível obra arquitetônica, que impressiona muito mais ao vivo que pelas fotos, uma verdadeira obra de arte. A praça é ampla bonita, e tem também a Puerta de la Ciutadella, que é o que sobrou da fortificação, que existia no local, na época colonial. Aí o que eu gosto no city tour, o guia, foi contando muitas histórias, dentre elas, que a referencia aos 33 orientais, que foi o exercito de homens, que estavam situados na Argentina, e voltaram ao uruguai para proclamar a independência da Espanha. Por isso Orientais pois vieram da banda oriental, que na época para eles era a argentina, e 33, não por serem só 33 homens, mas sim por ser o número máximo da massonaria, e que os lideres dessa revolução eram dessa seita, e por isso escolheram esse número. Além disso Raimundo disse que a semelhança com a Argentina não é atoa, que na verdade são o mesmo povo, com mesmos costumes, mesma língua, com muito poucas diferenças. Seguimos o city tour pelas ruas do centro, com seus casarios antigos, me lembrando muito Porto Alegre, e a parte antiga de Buenos Aires. passamos pelo estadio centenário, mas não pudemos ver o campo, pois só tem acesso que visita o museu do futebol, e não tínhamos tempo para isso; visitamos o parque Battle, onde fica o monumento La Carreta, que é fantástico, e fascina pelo detalhamento. Fomos ao Mercado Agricola, que nada mais é que um mercado público, com lancherias, cafeterias, lojas de roupas, e suviners, e onde tomamos uma boa cerveja artesanal, aliás, pra quem gosta Montevideo é o lugar certo para isso, pois, possui bons bares, com uma infinidade de rótulos. Outra explicação bacana do Guia foi sobre o nome de Montevideo, que foi dado quando o agrimensor media a região, que é o Monte VI (06) De Este a Oeste. Seguimos para a parte chic da cidade, costeando o Rio do Prata, admirando suas Ramblas, pelos bairros de Pocitos, Punta Carretas e Carrasco, são a parte mais nova da cidade e mais bonita. Muito diferente do centro antigo, essa parte possui arquitetura moderna, e a vista das Ramblas, é linda, me fez lembrar em guardadas as proporções o Calçadão de Copacabana. Paramos no Letreiro de Montevideo para tirar fotos, e depois o Cassino. Lá pelas 18 horas voltamos ao hotel, o city tour, foi bem básico, mas da para ter uma ideia boa da cidade, que acho que para ser bem explorada precisa de uns três dias, mas como nossa passagem era rápida, estava de bom tamanho. A noite já cansados o jeito foi comprar um lanche e umas cervejas para comer no hotel, três sandwiches, uma agua, tres cervejas, R$ 100,00, comer no uruguai por menos de R$ 100,00 só com informação previlegiada. No outro dia saímos cedo para conhecer Colonia Del Sacramento, assunto para o próximo post, e a noite voltamos a Montevideo. E como era cedo, decidimos perambular pelo centro mesmo, visitamos a Fonte dos cadeados, igual ao de Gramado, na av. 18 de julho mesmo, e do lado fica uma simpatica estatua do Gardel, e procurar algum lugar para tomar uma cerveja. Ruim que poucos lugares aceitavam nossos reais, aí a dica furada. Minha sugestão é trocar por pesos mesmos, facilita que não precisa ficar convertendo toda hora que for comprar, e quanto ao cartão tinha gente reclamando que não estava sendo descontado o IVA (imposto que os estabelecimento, principalmente restaurantes, descontam, que da uma bela baixada no preço). Passamos por um bar de rock, bem estilo punk, meio sujo, e bacana, mas não pudemos ficar por não aceitar reais, acabamos em outro, bem estiloso, meio hippie chic, mas que infelizmente não peguei o nome, e acabamos tomando duas boas cervejas artesanais a Cabesas e a Volcanica. E assim acabamos nossa rápida visita a capital do uruguai, a cidade é antiga, as ruas um tanto escuras, mas é segura, achamos tudo muito caro, daí o custo beneficio não saí tão bom assim, pois as atrações legais da cidade são caras, então se for para gastar uma grande quantidade de grana, tem outros destinos mais legais, enfim... Resumindo é impossível não comprar a com Buenos Aires, que no fim, achei BAS bem mais legal, com mais atrações e com melhor custo, se for para ir a Montevideo, é melhor levar bastante grana, e de preferencia ficar pros lados de Pocitos, Punta Cerretas e Carrasco e curtir as Ramblas que é o melhor que a cidade tem a oferecer ou se estiver de passagem por Buenos Aires, pegue o ferry boat e de uma visitada de 1 dia em Montevideo que da pra conhecer o basicão da cidade Outras Fotos: Rota:
  12. Tour Fotografico Pelos Campos de Cima da Serra: Vacaria, Bom Jesus, São José dos Ausentes, Cambará do Sul, RS.Mar/2019 https://rotasetrips.blogspot.com/ Sábado 15.03.19 saímos para explorar mais um recanto desse nosso Rio Grande, os Campos de Cima da Serra. Conhecia até então somente Jaquirana, e a impressão era ótima, lindas pradarias e campos de araucárias, cercas de pedra, uma região do Rio Grande ainda um tanto inóspita. 1ª Parada. Vacaria.RS: Também conhecida por Terra da Maçã, uma das cidades mais ao norte do estado, famosa por seu tradicionalismo e pelo Rodeio Internacional. Logo no trevo de acesso da cidade fomos recepcionados, pelo impressionante MONUMENTO AO GINETE. Seguimos ao centro da cidade, passando pela CASA DO POVO, uma obra construída pelo arquiteto Oscar Niemayer, que hoje em dia serve de centro cultural. A obra é bem interessante, mais pelo valor histórico do que realmente pela arquitetura, que confesso não impressionou muito, apesar de suas linhas arredondadas. Seguimos a praça central, onde em frente fica a espetacular CATEDRAL NOSSA SENHORA DA OLIVEIRA, essa sim uma obra grandiosa e imponente. Na minha modesta opinião se não a mais bela, uma das 5 mais belas de todo o estado. Toda feita em pedra basalto, denotando um estilo rustico e único a obra, não devendo em nada as mais belas igrejas da Europa. Almoçamos próximo a praça, e seguimos viagem, mas Vacaria possui outros pontos atrativos como: A Cuia e a Chaleira, e A Porteira do Rio Grande: que simbolizam a hospitalidade do povo gaúcho e vacariense. BR 116, junto à ponte do rio Pelotas; Portal do Rio Grande: BR116, saída para Lages/SC; Parque de Exposições Nicanor Kramer da Luz: Palco do Rodeio Crioulo Internacional de Vacaria, maior evento tradicionalista da América Latina. Endereço: Rua Antônio Ribeiro Branco, esquina com Lalau Ferreira Parque das Cachoeiras: Localizado a 24 Km da sede do município, o parque conta com várias quedas d’água, infraestrutura, trilhas, acomodações em cabanas rústicas e eco-turismo. Endereço: Sentido Vacaria – 5º Distrito – Km 24 Telefone: (54) 9909-8826 Fonte:vacaria.rs.gov.br Vale do Rio Pelotas: O rio Pelotas faz a divisa dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O lugar impressiona pelo verde que apresenta e pelas características da região. Local: Divisa entre os estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina Fonte:vacaria.rs.gov.br Vacaria deixou a impressão de ser uma cidade antiga, lembrando muito os municípios da campanha gaúcha, prédio históricos, uma calmaria, naquela tarde de sábado, e ao meio dia quase tudo fechado, então o jeito foi seguir baile rumo a Bom Jesus, admirando as belas plantações de maça a beira da estrada 2ª Parada: Bom Jesus.RS: A uns 45 min de Vacaria está Bom Jesus, conhecida como Terra do Tropeirismo. Na rodovia paramos para registrar o pórtico, e os paneis, em homenagem aos povos que povoaram o município. A cidade é bem parecida com Vacaria, alguns prédios antigos, interessantes casas de madeira, trazendo um clima nostálgico a cidade. Na verdade os principais atrativos da cidade ficam em seu interior, onde podemos citar: TRILHA E CACHOEIRA DA USINA: A antiga Usina Hidrelétrica do Rio dos Touros. O local dispõe de trilha sobre os antigos canos da usina que conclui-se com a contemplação de uma bela cachoeira existente no local. Distância do centro: 18 km- rodovia asfaltada e 6 Km em estrada de chão, com Visitação auto-guiada, Horário e dias de visitação: Local público, disponível diariamente para visitação. Fonte:bomjesus.rs.gov.br BARRAGEM RIO DOS TOUROS: Ponto de passagem em direção ao município de São Joaquim. Um local que vê os campos característicos da região e a beleza das lâminas água sobre o lageado de pedras encontrado no local e que adiante formará a Cachoeira da Usina. Distância do centro: 18 km Tipo de acesso: Asfalto via BR 285 e estrada de chão batido via BJ 205, Visitação auto-guiada MUSEU MUNICIPAL DE BOM JESUS: Dias e horários de visitação: De segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30. - Nos sábados, domingos e feriados as visitas devem ser agendadas com o mínimo uma hora de antecedência. - O Museu Municipal não cobra taxa de visitação. Entrada franca. Fonte:bomjesus.rs.gov.br Check in feito em Bom Jesus, fomos em frente. 3ª Parada São José dos Ausentes.RS: Chegamos a Ausentes, onde no trevo de acesso existe um Letreiro: EU AMO SÃO JOSÉ DOS AUSENTES, e o CENTRO DE INFORMAÇÕES TURÍSTICAS. Paramos para pedir informações e comprar suvenires, e um pote de um doce tipico da região DOCE DE GILA. Disse a moça que é algo tipo melancia, mas a cor é um amarelo claro, enfim comprei para provar. A cidade é famosa por ser uma das mais frias do estado, e seus atrativos são: O PICO MAIS ALTO DO RS, PICO MONTE NEGRO. Demos uma volta no centro da cidade onde havia um feira acontecendo, e não encontramos nada para fotografar o jeito foi seguir a viagem. Como nossa intenção era apenas conhecer a parte urbana das cidades deixamos os atrativos mais radicais para outra oportunidade, mas eles existem e são: O CANION AMOLA FACA, CANION DA BOA VISTA, CACHOEIRÃO DOS RODRIGUES, CACHOEIRA DAS SETE MUHERES, CASCATA JUVENAL e MIRANTE DA SERRA DA ROCINHA. Achei que todo trajeto seria por estrada de asfalto, ledo engano, pois o caminho entre São José dos Ausentes e Cambará do Sul, são 50 km de estrada de chão, sendo os 10 primeiros km, repletos de buracos e pedregulhos. Trajeto ótimo para trilha, mas não recomendado para carros de passeios (esse era meu caso), os 50 km foram feitos aos trancos e barrancos, andando em media 10 a 30 km/h. Mas pelo menos as paisagens do interior de Ausentes, são lindas, nunca vi tantas araucárias juntas, são diversas matas densas deste tipo de arvores, coxilhas, cercas de pedras, e belas paisagens. Uma ventura para os corações mais bravios. E depois de muito chacoalhar chegamos a Cambará do Sul. Ponto Final. Cambará do Sul.RS: Enfim chegamos a Cambará do Sul, TERRA DOS CANIONS, sendo os mais famosos ITAIMBEZINHO E FORTALEZA. Chegamos em Cambará passada as 16 horas, e fomos ao centro de informações turísticas, onde fomos informados que os parques fechavam as 17 horas. E que ficam a 18 km do centro da cidade, por estrada de chão. O que tornaria inviável a visita. Demos com os burros n'agua, o jeito foi curtir o centro da cidade, registrar as belas edificações antigas, e tomar um gostoso café próximo a praça da igreja. e deixar a visita aos canions para uma próxima vez. Mas mesmo assim o passeio rendeu belas paisagens e registros, pelo teto do Rio Grande. Outras Fotos: Rota:
  13. 1ª EUROTRIP: Ghent. (Gante) .BEL. 2019: Parada para o Almoço na Perola dos Flandres https://rotasetrips.blogspot.com/ Ultimo dia de viagem 02.01.2019, levantamos acampamento do King Kong Hostel em Roterdã, e partimos rumo a Paris, para pegar o avião. Mas ainda deu para dar uma paradinha, para o almoço, na Belga Ghent (Gante). Uma grata surpresa, pois, a cidade é bem interessante, toda medieval, com prédios bem antigos, e alguns canais que cruzam a cidade. Deixamos o carro em um estacionamento, e saímos a perambular pela ruas da cidade, procurando um bom lugar para almoçar, admirando a bela arquitetura e atmosfera antiga do local. E acabamos parando no Restaurante Hof Van Herzele. Um lugar muito charmoso, todo ambientado dentro de uma antiga abadia medieval, om belas luminárias, e por incrível que pareça, o preço estava no nosso orçamento. Sentamos meio sem jeitos, pois, estávamos com a roupa da viagem, estilo mochileiro mesmo, e o lugar era bem sofisticado, mas fomos super bem atendidos. Engraçado foi mais uma vez nos enrolarmos com a língua, minha esposa pediu uma bebida, que para nós era algo muito especial, pois, se escrevia de uma forma indecifrável. Dai para nossa surpresa a garçonete, pergunta: Whit bubbles? Nos olhamos com cara de espanto, e pensei: Ué deve ser diferente mesmo, vem com chiclete. Dai ela viu que ninguém na mesa, fazia ideia do que ela estava falando. E não é que a moça pergunta: Com bolhas? Uffa. Era água. kkkk. Com gás? Ou sem? Fora isso a comida foi divina, pãezinhos de entrada, com uma manteiga maravilhosa, uma sopa, depois uma carne grossa, e bem passada com batatas fritas. De barriga cheia voltamos pelo centro da cidade, passando pela Feira de natal, e ainda deu tempo de comprar uns chocolates belgas, que dispensam comentários. Infelizmente não pudemos ficar muito, pois, tínhamos que pegar o voo. Mas outras boas opções para você aproveitar melhor a cidade são: centro Histórico; Praça de St Bavo e Catedral de St. Bavo (Sint Baafskathedraal); os canais de Graslei e Kranleei; O Castelo dos Condes (Gravensteen): castelo reconstruido em 1180 por ordem de Philip da Alsácia; O Post Plaza, um shopping em estilo neogótico; A estação de trem Gent-St-Pieters; Sint Veerplein (A praça em frente ao castelo) e a Graslei uma das ruas mais bonitas da cidade . Fotos: Roteiro:
  14. 1ª EUROTRIP: Amsterdã.HOL. 2019. A Louca e Controversa Capital da Holanda https://rotasetrips.blogspot.com/ Dia 01.01.2019 chegamos a Amsterdã, pelas 09 horas, o dia estava frio e nublado, deixamos o carro beemm longe do centro, pois os estacionamentos estavam muito, mas muito caros. E saímos caminhando, admirando os lindos canais, várias construções antigas, lindas casinhas coloridas, grudadas umas as outras, além de uma infinidade de bicicletas para onde a vista mirar. De manhã a cidade estava com cara de ressaca, muito lixo na rua, e decidimos ir até os pontos mais afastados primeiro, que seriam o museu Van Gogh e fabrica da Heineken, e depois ir voltando. No caminho várias padarias interessantes, mas nada de muito novo, pegamos algo para comer e fomos andando, pelas ruas do bairro Bohêmio, Red Light ou De Wallen, a esta altura ainda calmo, mas a quantidade de sex shops, já impressionava. Amsterdã é sem duvidas o lugar mais louco, surpreendente e paradoxal que já conheci. Pessoas andando tranquilamente, entre as inúmeras Sex shops e infindáveis coffe shops (lojinhas de canábis). Logo a frente uma igreja, e atrás: oh uma sex shop! E ta tudo bem, tudo muito natural. Andar pelas ruas de Amsterdã é um charme a parte, as construções parecem casinhas de boneca. Chegamos a fabrica da Heineken, mas os 20 euros cobrados como ingresso, nos desanimaram bastante, até porque... Ir a Europa tomar heineken, não era bem nosso foco, com todo respeito a icônica cervejaria. Seguimos ao Museu Van Gogh, não muito longe dali, daí eram 17 euros, até tínhamos vontade de conhecer, mas... Como estávamos em grupo, e nem todos queriam entrar, acabamos abortando essa missões também. Mais uma vez não era dia de museus. Voltamos de VLP, descemos no centro já a procura de algum lugar para comer, na falta de uma comida tipica, que acho que a Holanda talvez nem tenha, pois, não vi nada tipico em lugar nenhum, sim, muito fastfood. Acabamos no La Boca, um restaurante Argentino, onde comemos deliciosas carnes a bom preço. Bem satisfeitos seguimos perambulando pelas ruas, olhando algumas lojas com bons preços, onde geralmente encontrávamos algum brasileiro falando alto, e cheio de sacolas. Impressionante o tamanho médio dos sapatos ser 46, e realmente as pessoas na Holanda são bem altas, acima do 1m 85 fácil, engraçado ver eles voando com suas bicicletas gigantes pelas ruas entre os canais. Compramos mais alguns souvenirs, vendo pessoas fumando maconha em frente as coffe shops, e é frequente alguém passar com forte odor de marijuana. A cidade cultua a droga, transformou um problema em atração turística, acho que foram inteligentes, esses maravilhosos Holandeses sempre a frente de seu tempo, desde da hera das grandes navegações. Assim passamos a tarde, parando em lugares para comer coisinhas gostosas, a língua atrapalhando um pouco, certa hora pedi um Wafle, e não entendi que o garçom perguntou, só respondi ok. E veio frio o troço, azar, comi igual. Lá pelas 16 horas, voltamos a Red Light, já bem mais animada, sentamos no New Castle Bar, pub estilo inglês, bom e honesto, onde aí tomamos umas heineken a 4 euros, esperando a Red Light, se animar mais. Após umas 3 cervejas saímos, e começamos a ver as vitrines com as prostitutas, tudo bem normal, "programa de família". Achei todas muito altas, e bem plastificadas, com aquela boca de pato, mas pro povo que anda ali tudo bem comum, ninguém se alvorota. Quando vimos um cliente, bate na porta a moça abre, e fecham a cortina e era isso. Ok. Também existe diversos teatros com shows de sexo explicito, mas não encaramos, aí seria muito mundo paralelo pra meu gosto. Então isso é Amsterdã, um misto de shows de curiosidades, onde a droga e sexo são encarados como coisa comum, e mesmo assim a cidade flui normalmente, com sua modernidade e organização. Ah! Após o meio dia, as ruas estavam todas limpas e o lixo estava todo embalada, 1ª mundo né meu filho. Mais Fotos: Rota:
×
×
  • Criar Novo...