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Luzazen

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  1. Oi, eu pesquisei mais os táxis que saem do aeroporto cobram muito caro pra ir pra Trinidad, pois parece que são só os táxis oficiais que podem sair de lá pra viagens intermunicipais. Vale mais a pena ir pra Havana mesmo. Mas consegui um esquema de uma casa de uma cubana que hospeda brasileiros e ela vai mandar um taxi nos buscar no Aeroporto até a casa dela e de lá pegar um taxi coletivo pra Trinidad que sai às 14h, vai dar certo. Sempre melhor ter alguém intermediando. Minha hospedagem em Trinidad éra uma host relativamente recente no Airbnb e ela não tinha contatos de taxis, infelizmente. Mas obrigada novamente pela ajuda. Vou aproveitar suas dicas de comidas e museus em Havana, além da famosa torre de chop artesanal hehehehe! Já estou até sonhando com ela rs. Também vou seguir sua recomendação e ir conhecer Varadero. Tinha pensado em pular justamente por querer fugir da coisa ultra turística, mas a lagosta do Camilo também me convenceu rsrs.
  2. Adorei seu relato! Estou indo agora no início de março e suas dicas me ajudaram bastante no roteiro. Uma pergunta. Eu vou chegar as 10:30 na 6a dia 9 e quero ir direto pra Trinidad, pois estarei obrigatoriamente em Havana do dia 12 ao dia 16 pra um evento acadêmico. Você demorou quanto tempo no total pra sair do aeroporto? Parece que tem um ônibus as 12h, mas acho que nào conseguiria pegar. Você acha que seria possível encontrar táxi coletivo saindo do aeroporto de Havana para Trinidad? E se eu for pra cidade, o terminal da Viazul seria o melhor lugar pra pegar esse táxi compartilhado? Eles saem também na parte da tarde? Valeu!
  3. Olá, muito bacana este post, não consegui ler tudo em busca da informação que preciso por isso me desculpe se já respondeu a alguém. Chego dia 1/1 em Bariloche vindo de Puerto Varas de ônibus e volto dia 4/4 para Puerto Montt. Queria fazer a rota dos 7 lagos até San Martin, passando pela Vila Trafful. Tenho somente os dias 2 e 3 inteiros e já reservei o hotel em Bariloche pelos 3 dias. Não quero dirigir nessas estradas de terra, mas não posso bancar agências de turismo tradicionais. Existe uma associação de guias ou você conhece guias turísticos independentes em Bariloche, que façam esses roteiros pelos lagos em seus próprios carros? Desde já agradeço.
  4. Olá, estou indo ao Peru no começo de janeiro e queria um auxílio para montar o roteiro. Chego dia 31/12 à noite em Lima, e do dia 4 a 10/1 tenho um curso na cidade. Minha volta ao Brasil é dia 18/01 de manhã. Eu gostaria de visitar: Lima, Ilhas Ballestas e Paracas, Arequipa e Canion del Colca, Cusco, Vale Sagrado e Machu Picchu. O rotiero prévio que montei foi o seguinte: 1/a 4/1 - Lima. Passeios pela cidade. 4 a 10/1 - Ocupada com o curso (noites livres). 11/1- Paracas e Ilhas Ballestas. Ônibus à noite para Arequipa 12/1 - Arequipa (convento, museu) 13 e 14/1 - Tour no Canyon del Colca. 14/1 à noite ônibus para Cusco de Arequipa ou Chivay 15/1 - Cusco. Aclimatacão e passeio pela cidada. 16/1 - Vale sagrado e Ollantaytambo. À noite, trem para Aguas Calientes. 17/1 - Machu Picchu e retorno para Cusco. 18/1 manhã - Aéreo para Lima e retorno ao Brasil. Minhas dúvidas são as seguintes: Como tenho pouco tempo, valeria a pena fazer o passeio à Paracas - ilhassBallestas num desses 3 dias entre 1 e 4/1, indo e retornando aLima ? Deveria incluir Ica neste roteiro ? Não tenho interesse em Nazca pois tenho um pouco de medo de voar, especialmente em avião pequeno (trauma de infância ) Nesse caso, adiantaria a ida para para Arequipa (talvez por aéreo no dia 11/1, e assim adiantaria em um dia a chegada a Cusco, ou ficaria um dia a mais no Colca. Tem ônibus de Chivay para Cusco, sem voltar para Arequipa ? E em Cabanaconde, passa esse suposto ônibus ? Vale mais a pena ficar 3 dias no Canion del Cosca ou 4 dias na região de Cusco ? Oh, dúvida cruel [email protected] Vale ressaltar que meu marido e parceiro de viagem sofre de arritmia, portanto nos roteiros que estou vendo estou levando isso em consideração, logo caminhadas muito extenuante e íngremes ou em altitude muito elevadas estão fora de cogitação. Por isso minha dúvida entre ficar um dia a mais em Colca ou em Cusco. Queria ver se há passeios interessantes em Colca que não sejam na altitude máxima (4800m). Sei que a Cruz del Condor está a 3600m, porém o Mirador dels Volcanes está a 4800 m. Tem algum outro passeio ou ponto interessante e não tão alto ? Desde já agradeço a ajuda e prometo um relato detalhado na volta !!!
  5. oi, bem eu vou tentar te dar uma opinião sobre estes lugares, pois estive lá, mas não sei se vou poder te ajudar muito. Fiz uma viagem partindo de Recife/Olinda até Maceió no Reveillon de 2011. Na época fui com uma amiga, alugamos um carro em Recife. No Reveillón deste ano repeti este trajeto, acrescentando Natal. De lá peguei um ônibus até Recife, e novamente aluguei o carro e passei pelas mesmas praias (veja meu relato dessa viagem). Porém dessa vez fui com meu marido. Bem, mesmo tendo ido com uma amiga em 2011, eu estava numa fase mais tranquila e não fiz questão de sair muito à noite, por isso vou te passar as minhas impressões sobre os lugares. A praia dos Carneiros é lindíssima e bem badalada, tem vários barzinhos. Não sei como é à noite, pois muita gente vai pra lá em passeios que saem de Tamandaré ou mesmo Maragogi. De dia é bem badalado. Esta região do sul do PE e norte do Al é maravilhosa, tem as praias que você vai amar. Eu não fiquei nem em Porto de galinhas e nem Maragogi, pois gosto de praias paradisíacas e desertas rs, e eses lugares são bem agitados. Fiquei um dia em Japaratinga e de lá segui para Barra do Camaragibe, que fica na conhecida Rota Ecológica, um pedacinho de praias que se alcança por balsa desde Japaratinha. e tem as praias mais lindas e desertas do Brasil. Eu gosto disso. Ainda assim, São Miguel dos Milagres, uma das cidades da Rota, já abrigou em anos passados um dos Reveillons mais badalados do Brasil, e no ano que eu fui rolou essa mega fasta. Tava cheio de gente bonita e transada lá. Mas eu não fui na festa não. Já em Natal, este ano, eu me hospedei num Hostel que tinha bastante gente sozinha. Percebi que é um esquema bom pra conhecer pessoas pra quem viaja só. Não fui pra Pipa, mas pude perceber que em Natal dá pra se divertir bastante. Parece que a Pipa é bem badalada. Eu particularmente preferi as praias do Alagoas no quesito beleza. Então acho que posso contribuir mais nesta parte.Boa viagem, depois coloca seu relato aqui.
  6. A idéia era passar 7 dias completos na Chapada e um ou dois dias em Salvador. Pesquisando aqui no fórum, comecei a quebrar a cabeça sobre como economizar ao máximo com passeios e transportes. A passagem foi comprada com um mês de antecedência pela Avianca , 570 reais ida e volta, São Paulo - Salvador . Para o trecho Salvador- Lençóis acabei comprando o passagem de ônibus, Rápido Federal (59 reais cada trecho). Cheguei à conclusão que a maneira mais barata seria alugar um carro em Salvador, porém essa opção teria o incoveniente de ter que dirigir sozinha todo o tempo ( meu acompanhante na viagem não dirige) e realmente eu não estava a fim de estresse com estrada, caminhos e caminhões rs, então preferi ir de ônibus mesmo. O avião também foi descartado ,pois os vôos só saem as 5as e Domingos, e eu não tinha flexibilidade de datas. 2a feira dia 15/7. Vôo as 8 h para Salvador saiu e chegou na hora, as 10:30. Como todo bom mochileiro, e com tempo para chegar na rodoviária, resolvi pegar o busão no aeroporto e quase me dei mal. Demorou pra passar, tinha recapeamento na Av. Paralela, chegamos na rodoviária de Salvador ás 12:40. Foi o tempo exato de pegar as passagens no guichê e comprar uns salgados para não morrer de inanição até a parada, que seria só as 18 h. Chegamos em Lençóis as 20 h, 1h mais que o previsto. A pousada Bons Lencóis, que reservei, tinha um transfer feito pela Chapada Adventure, que tive que ligar quando cheguei, pois não havia ninguém lá me aguardando ( embora o combinado por email tinha sido que haveria alguém lá). A pousada é simples, porém bem localizada, a uns 3 quarteirões do centrinho, e achei ótima a relação custo-beneficio, 105 a diária pra casal, quarto com ar condicionado, que nem usamos, ventilador, silencioso. O único inconveniente era um eterno cheiro de esgoto toda vez que entrávamos no quarto, mas que estando lá dentro, após alguns minutos não incomodava mais. Os lencóis (da pousada) nem são tão bons assim (rs), mas o conjunto agradou. O Daniel, que e o dono da Chapada Adventure, foi quem nos buscou. Como eu nao tive nenhuma idéia de passeio para o dia seguinte, acabei fechando com ele o passeio pelo famoso roteiro 1 com algumas alterações: gruta da torrinha, poço do diabo e por do sol no morro do pai Inácio, por 140 reais por pessoa. Não é a opção mais barata, mas certamente a mais pràtica. O aluguel de de um carro seria 100 reais, mais a gasolina, entradas e almoço, pra duas pessoas nao compensa tanto assim, fora o inconveniente de procurar os caminhos pra tudo e dirigir naquela Br. 242 cheia de caminhões ultra lentos. Eu realmente nao estava a fim de guiar nessa viagem. Queria descanso total ! Também não consegui contato de nenhum guia com carro, mandei um email pra associação dos condutores de lençóis que nunca foi respondido (vacilo dos caras). Enfim, acabei fechando o passeio de turista com agência. Deixando as coisas na pousada, fomos jantar. Perguntamos aqui e ali fomos parar no excelente Bodega, na Rua das pedras. Comi um refogadinho de carne com lasanha de beringela excelente ! um prato bem servido por 25 pilas. Valeu a pena. Fomos dormir cedo, cansados do dia. 3af. Acordamos umas 7:30. Café da manhã ok, frutas, pães, pão de queijo, bolos, tudo gostoso. Pontualmente 8:30 o jipe da agência estava lá pra nos pegar. 7 pessoas no total, uma família com dois meninos e um casal de japas maduro além de nós 2. Viagem de cerca de 1h até a gruta da torrinha. Após breve explicação do guia local sobre o percurso e procedimentos, entramos na caverna. O grupo era grande e o guia da caverna ( que e um específico pra isso) foi com o pessoal na frente, a mãe e os meninos, levando um lampião, e ficamos pra trás com o guia da agência (Enéas, figura). Acaverna é muito bacana, com formações raras e tal, e uma impressionante réplica em estalagmite do morro do pai inácio. Mas o percurso é longo e um pouco dificil em algumas partes, com um trecho escorregadio, frestas estreitas e uma parte que tinha que andar agachado. Dá umas 3h de passeio , vale a pena, mas achei mancada mandar um só guia com um grupo grande, e em nenhum momento ele parou para nos esperar. Como eu tenho um joelho muito zoado com ligamento rompido, tenho que fazer tudo mais devagar pra não escorregar. Por isso sempre acabo demorando um pouco mais. Saindo de lá fomos almoçar no restaurante da Lapa Doce (outra gruta próxima), razoável, buffet livre típico, e de lá fomos pro poço do diabo e rio mucugezinho, trilha tranqüila de 1km mais ou menos. Um poço gostoso com uma queda bonita. Última parada, subida no morro do Pai Inácio, cartão postal da Chapada. Na subida da trilha, uma cobra atravessou nosso caminho bem tranqüilamente rs. Nunca tinha visto uma cobra na trilha, foi especial. Pôr do sol magnifico, o tempo estava bonito. Como de costume, o dia amanheceu nublado e foi abrindo, ao longo do dia. Voltamos cansadíssimos pra Lençóis umas 18:30. Banho e jantar no Quilombola, ao lado do Bodega. Comi o famoso godó de banana com carne, bom, 19 por pessoa. Queríamos fazer o passeio pra Fumaça por cima, e acabei fechando mais esse com o Daniel da agência, mas nesse dia mesmo consegui o contato com um guia de carro, pra agendar o passeio pra cachoeira do Buracão. A agência cobraria 520 por pessoa com tudo incluso, achei muito caro, e além disso queria fazer o passeio nos dois últimos dia da minha estada na Chapada, e o passeio com a agência sairia antes disso. 4a f. No horário de sempre, o mesmo pessoal foi lá nos pegar. Os outros eram os mesmos do dia anterior, e mais o pais dos meninos que chegou esse dia, então eramos 8. Aqui, faço um adendo pra ressaltar o cuidado e atenção do Daniel, que enviou um guia a mais, pois eu disse a no dia anterior da nossa dificuldade em acompanhar o grupo na caverna (meu companheiro tem problema cardíaco e teve dificuldade na caverna). Chegamos na Fumaça umas 10:30 pra começar a subida. Na entrada da trilha, uma casinha da Associação dos Condutores do vale do capão, e um guia lá nada simpático, que falava o tempo todo quase excomungando a galera que ia subir a trilha sem guia, pra nao deixar lixo, arracar plantas, etc. Como se todos que sobem sem guia fossem esse tipo de turista, e todos os que vão com guia fossem monitorados o tempo todo pra nao arranca uma planta, ou deixar lixo. Achei o guia um mala. Entendo que o turismo é a fonte de renda da região, mas daí a coagir todos a contratarem guias, é demais. Sempre vai ter gente que contratar, e outros que não podem ou nao precisam, mochileiros que vão num esquema mais econômico de viagem. Todo mundo tem direito de fazer os passeios como bem lhe convier.Já vão deixar grana com comida e hospedagem. A fumaça é uma trilha razoavelmente tranqüila, dá pra subir sem Guia numa boa. Depois desse momento perrengue e idignação, com direito ao premio Mala sem alça pro guia da AC VC , comecamos a trilha. Eu, além de ter o joelho zoado, canso pra caramba pra subir, pois minha freqüência cardíaca sobe muito rápido, parei umas trocentas vezes pra recuperar o fôlego e o grosso do grupo nessas se distanciou, mas aí o Zenildo que era o 2o guia, nos acompanhou. Fizemos a subida em 2h 40. Lá em cima, visual fantástico da Fumaça, com pouca água, mas o suficiente pra fazer o belo espetáculo da fumaça se formando da água que nunca chega ao fundo. Eu nao consegui ver o poço, pois a pedra que tem que se deitar é meio inclinada pra baixo e me deu medinho e vertigem. Fiquei mais do lado e só vi uns 80 por cento do paredão, mas tá ótimo! Lanchamos, o lanche de trilha da agencia e ótimo, super completo, com 2 sanduíches, barrinha, fruta, suco de frutas, amendoim, bolo, etc. Achei melho nem comer muito pra não correr o risco de rolar na descida hehe. Descemos umas 14 h e para baixo todo santo ajuda né, claro que com cuidado, pois na descida o joelho reclama mais, até dei uma derrapadinha básica, sem maiores consequências. Ainda agüentei chacota do Zenildo lá em baixo, dizendo que a volta tinha sido em 2h, ou seja, na subida eu parei por 40 min pra descansar rsrs. Teve uma parada na cachoeira do Riaaachinho, na volta, mas eu preferi não ir e fiquei aguardando no carro. Depois daquela jornada master, não aguentava dar nem mais um passo. Retorno a Lençóis, banho e jantar. Dessa vez segui uma idicacao aqui do fórum e fomos comer no Beco's house, a famosa d. Ivandira, no bequinho ao lado de um larguinho que sai da rua das pedras, tem a farmácia Diamamnte lá e outros restaurantes. Comida boa, PFzão básico bem caseiro, 10 reais, ótima relação custo-beneficio. 5af. Dia 3. Depois dos 2 dias hard, resolvemos ficar mais de boa nesse 3o dia e tiramos a manhã de folga de passeios. Lá pelo meio dia fomos desbravar o caminho pro Serrano e a Cachoeira da Primavera. Logo de e cara erramos a trilha e pegamos uma trilha que sairia no vale do capão, depois de 80km. Felizmente, bem antes disso, percebemos que algo estava errado. O celular ainda tinha sinal, liguei pro Daniel e ele me disse que era a trilha errada. Voltamos e aí sim chegamos no Serrano, uns 15 min de caminhada depois que passa hotel de Lençóis. Muito bacana, poços e muitos turistas e locais. Como queríamos seguir até a Cachoeira da Primavera, perguntei a um menino, este foi um momento hilário davia iagem. Eu: Ô menino, da onde sai a trilha pra Cachoeira da primavera ? Ele: sai dali, mas e difícil chegar lá sozinho. Eu sou guia, posso te levar. Eu: mas eu quero ir sozinha, me disseram que da, é fácil de ver a trilha, nao é ? Ele: nao, nao dá não, é complicado ! Aí o menino chama o amigo, que estava perto, e pergunta a ele: - ô, nao e difícil chega lá na Primavera ? E o outro menino : é não!! Kkkk. Aí o primeiro ficou com cara de tacho, deu uma cutucada no outro, e ele rapidamente percebeu a gafe e disse: é, difícil !!! E eu rachando o bico. Subi a trilha e depois de uns 15 min, chegamos na Cachoeirinha, uma queda d' água pequena e fraca, mas bem gostosinha (boa pras crinaças). De lá perguntamos e tem que seguir a trilha pelo outro lado do rio. Na verdade, lá do serrano, pode-se pegar duas trilhas pra Cachoeirinha, ou pela direita ou pela esquerda dos poços. Como havíamos pego pela eireita,daquele momento, pra continuar subindo até a Primavera, o único caminho possível era pela direita Mais uns 20 minutos, chegamos lá. A cachoeira é bonita, escondida entre pedras enormes. Ficamos um pouquinho, pois já era meio tarde, e voltamos. Infelizmente nao achei a trilha pro Poço do paraíso, nem pro mirante, e nem pro Poço Halley e o Salão De areias coloridas, que estão todos próximos do percurso que fiz, mas vai ficar pra próxima. Nesse dia, como voltamos mais cedo, resolvemos experimentar o restaurante daTiia Zilda, lá no larguinho da farmácia, e foi excelente. Carne de sol com pirão de leite, feijão tropeiros arroz, muito bom ! Ultra bem servido, 21 reais por pessoa bem gastos para mais um dia sem almoço. Alias, normalmente minhas viagens se configuram da seguinte maneira no quesito alimentação : café da manha farto, lanche de trilha e almanta, que é o almoco e janta aglutinados. Embora pra pousada e cama! Nesse dia, falei com o Mateus, que e um dos poucos guias com carro de lençóis, e fechamos o passeio pro pros poços encantado, azul e a cachoeira do Buracão pro domingo e 2a feira. Consegui falar na pousada Casa da roça de ibicoara, pra dormir lá de domingo pra 2a.A pousada foi indicação aqui no fórum, pelo excelente cafe da manhã. O preço era 100 a diária, e ela cobraria mais meia diária pra podermos retornar do buracão à tarde e tomar banho pra retornar a lençóis. Tudo acertado pro grande momento da viagem. 6a f. Mais um dia light. O dia anterior que era pra ser de descanso, acabou. Sendo meio puxadinho, pois a trilha pra Primavera não é super longa, mas é íngreme e cansa um pouco, além das erradas de trilha que nos fizeram caminhar a mais. Meu joelho nesse dia ficou dolorido, então na 6a feira, que estava programando pra talvez ir na cachoeira do mosquito, acabei optando por outro passeio mais fácil e fomos caminhando para o ribeirão de baixo, seguindo a rua da pousada. Uns 4 km de caminhada, chegamos ao rio. Fomos seguindo áté o local que forma um ótimo poço ladeado por pedras lagarteantes ao sol. Nao tinha quase ninguém, apenas uma família. E uns 3 mochileiros do outro lado do rio. Esse foi o dia mais bonito, que amanheceu limpo e assim ficou o dia todo. Ficamos lá um bom tempo curtindo aquela tranqüilidade. Depois tentamos seguir o caminho pro ribeirão do meio, mas novamente não encontramos a trilha. Tem uma trilha que vai bem junto às pedras do rio, que num ponto forma um mini canion de uns 20m de altura. E nesse ponto a trilha ficou bem fechada e achei melhor voltar. Uma pena, mas também o dia foi pra descansar, e não desbravar trilhas meio encobertas. Voltamos cedo, umas 16:30, e voltamos no Bodega. Dessa vez o prato foi um frango com cogumelos hirataki, 23 reais, sensacional. No dia anterior, tinha pesquisado na internet opções de passeios que nao fossem cachoeiras com trilhas íngremes, acabei descobrindo a trilha pra Águas Claras, que sai proxima ao pai Inácio. Vai até este poço, são 6km. Esta trilha pode ir até o vale do Capão pordentro do parque, mas aí sao 12km e achamos muita coisa. Como já tinhamoss economizado em 2 dias fazendo passeios próximos, falamos com o Daniel e fechamos com ele, que seria 160 pilas por pessoa. Como foi decidido meio de última hora, também não deu pra fazer com o Mateus, que já tinha outro passeio agendado. Sábado. Nesse dia às 8:45 o pessoal da Chapada Adventure passou pra nos pegar, com mais um casal maduro e veterano da chapada, uns soteropolianos bem simpáticos. O Daniel nos deixou lá no início da trilha com o guia Pedro, gente boa. A trilha é uma delicia, plana quase o tempo todo. Aberta, com visual dos morros da Chapada doscdois lados. Depois de 2 horas caminhando chegamos em no poço Águas claras (que tem este nome por ser uma água de cor normal, e não cor de coca cola como a maioria dos rios da Chapada) Um poço pequeno e delicioso com uma queda pequena, pra ficar meio sentado levando uma ducha nas costas, muito bom ! Eu adorei esse passeio, meu joelho também rsrs. Sem muitas pedras, sem muita subida nem descida, um visual fantástico. Voltamos umas 15 h, e demos uma passada num orquidário, que eu queria conhecer. Nao era uma época boa, tinta poucas orquídeas, mesmo assim eu gostei. Valeu os 10 reais da entrada. Voltando, como era cedo, resolvemos fazer um lanche e jantar mais tarde. A opção foi uma tapioca no já familiar larguinho da farmácia ,ao lado da Tia Zilda (esqueci o nome). Comi uma tapioca de carne seca com rúcula e queijo, bem gostosa, 10 reais, e mais um açaí que tem na rua das pedras, 9 reais com cupuaçu, acabou virando a janta ! Ficamos pela centro pois ia rolar uma mostra de dança de Lençóis ali na praça. Achei que ia ser tipo um encontro de dançarinos, mas parecia mais apresentação de fim de semestre de uma escolinha de dança, com crianças se apresentando. Assistimos um pouco e voltamos pra pousada. Domingo. Fizemos o Check out na Bons Lençóis e um pouco antes da 9h, o Mateus estava lá pra seguirmos viagem. O carro dele é um Golf novo com banco de couro e ar condicionado, até perguntei como ele não tem pena de andar com o carro por aquelas estradas de terra mal conservadas da Chapada, mas o Mateus é super esperto, dirige muito bem e colocou uma suspensão a gás no carro. Ele também manja de mecânica e conserta o próprio carro. Além disso, é véio de guerra nos caminhos da Chapada, conhece tudo (apesar de ter só 30 anos), e também faz rapel desde moleque.Ele teve a façanha de descer os 3280 metros da Fumaça de rapel. Enfim, o Mateus é O CARA. Recomendo super fazer contato com ele quem vai pra lá, fica bem mais em conta que agência. Além disso ele é gente boa, se vc quiser conversar ele conversa, se não quiser ele fica na dele. Ainda volto na chapada pra fazer uns rapel com ele rs. Tel do Mateus (75) 99668363. Pode dizer que foi a Luciana de S. Paulo que indicou. Ele cobrou 600 reais pelo passeio de 2 dias, só pelo carro e pra levar. Ainda precisei pagar as entradas (20 poço encantado, 15 poço azul e 3 buracão), e o guia local de Ibicoara pro Buracão (obrigatório) mesmo assim saiu bem mais barato que o passeio da Chapada Adventure, que era 520 por pessoa com tudo incluso (hospedagem em Mucugê, almoço nos dois dias e lanche de trilha). Cotei com um outro guia de carro lá em Lençóis que pediu 800 pelo mesmo serviço, então eu super recomendo ir com o Mateus. Vc não tem que se preocupar em achar caminho, nem dirigir, nem nada. É só entrar no carro e curtir. Fomos direto pro poço Encantado, que fica a 1h30 mais ou menos de percurso, em Andaraí. Este é o melhor roteiro, apesar de ser meio contramão, pois o poço Azul fica antes no caminho, mas o horário que o sol bate no Poço Wncantado é das 9 as 13, e no poço Azul das 12 as 14:30 mais ou menos, então tem que ser dessa maneira pra pegar sol nos dois poços. Maravilhoso, sem comentários. O tempo estava nublado até entrarmos no poço, aí lá dentro São Pedro teve dó da gente e um belo raio de sol iluminou o poço, igualzinho às melhores fotos. Incrível !!! Dentro da gruta do poço, o dono resolveu escavar degraus nas rochas, pra facilitar o acesso, e por causa disso foi multado em 50 mil pelo Ibama, e o poço ficou 3 anos fechado. Isso o Mateus quem contou. Saímos de lá meio dia mais ou menos e fomos por uma estrada de terra pro Poço Azul. Você toma uma ducha antes de visitar, pois nele o banho é permitido (com coletes salva vidas, máscara e snorkel, inclusos na entrada). a temperatura da água é deliciosa, a mesma do ambiente, praticamente, e a sensação é de estar levitando em cima de um precipício de 65 m, pois a visibilidade é incrível. Além daquela água de um azul que chega a doer o olho. O raio de sol que entra é bem maior que o do poço encantado, faz um desenho lindo no fundo do poço. Eu simplesmente amei. Ficaria lá o dia todo, mas só deu pra ficar uns 20 min. Pelo menos éramos apenas 4 pessoas quando estive lá. Saí de lá completamente em êxtase, e almoçamos lá mesmo, um buffet bem típico por 17 reais, delicioso, recomendo. Tinha até o tal do mamão salgado que eu ainda não tinha provado (muito bom), além do refogado de palma(um cacto), galinha caipira, carne de sol, feijão tropeiro, tudo do bom e do melhor. E aceita cartão, tanto pro almoço como pras entradas do poço. Saindo de lá, próxima parada foi a incrível Igatu, a cidade de pedra. Igatu floresceu na época do garimpo, com a decadência e por fim proibição do mesmo , a cidade ficou meio abandonada e hoje vive do turismo. Tem um casario de pedra bem antigo, bonito, e no meio daquilo tudo um incrível museu de arte contemporânea, com mostras itinerantes e um Café com um sorvete caseiro maravilhoso ! Uma surpresa agradável. Depois, ainda passamos no bar de Igatu, cujo o dono, o seu Guina, é uma figura que eu gostaria de ter conversado um pouco mais. Nos mostrou alguns diamantezinhos brutos e um lapidado. Aproveitei pra tomar uma tubaína bainana hehehe. Deixamos Igatu umas 17 h e vimos o pôr do sol mais bointo da viagem na estrada. Chegamos em Ibicoara às 18, tudo fechado, nem um mercadinho pra contar história, e fomos pra Casa da Roça, que fica a 4 km da cidade. A dona, a Bárbara, fez a gentileza de nos preparar um café bem legal como lanche (10 por pessoa). O Mateus voltou pra cidade, pois a Casa da Roça não fornece hospedagem aos guias. A pousada é bem simples, porém com frigobar e ventilador. Foi indicação da Samantha aqui do fórum, sobretudo pela propaganda que ela fez do café da manhã. Realmente o café é muito bom, com pães caseiros, omeletes e panquecas de banana, geléias, etc. Mas se eu voltar pra Ibicoara, não ficarei lá de novo. Eles me cobraram meia diária a mais pra eu deixar as malas no quarto e poder voltar do Buracão e tomar um banho, sendo que não fiquei nem 24h na pousada e ela estava vazia, pois era uma segunda feira. Além disso, não hospedam os guias. Acho que poderiam ser mais flexíveis. Então acabei pagando 75 pela diária e meia, achei meio caro. 2a feira, tomamos o célebre café da manhã, aí como não tínhamos achado nada na cidade no domingo, perguntei se poderia levar algo do café para o nosso lanche. o Daniel que é um uruguaio, dono da pousada, marido da Bárbara, disse um "pode " não muito convincente, fiz só um sanduíche de pão com queijo pra cada um. Achei estranho, pois a Samantha tinha escrito no relato dela que o lanche deles (o grupo) que foi com ela, foram as sobras do café da manhã. Não tinha mais ninguém na pousada além da gente e nem comemos muito, enfim... O guia Joábio (outra indicação aqui do fórum ) tel. (77) 91516431 Tim, http://www.facebook.com/joabio.xavier, um rapaz de 25 anos super simpático, estava lá às 8:30 pra irmos pro Buracão. O Mateus nos levou até lá, dá 1h de viagem mais ou menos por uma estrada de terra bem ruim. Chegando lá no começo da trilha, Mateus ficou nos esperando no carro e fomos com o Joábio pra trilha. Dá mais 1h de trilha, entre pedras e cactos, e passa-se por mais três cachoeiras : o buracãozinho (!) e a cachoeira das orquídeas e uma cachoeira lá perto do Buracão, que esqueci o nome, enorme. Chegando perto do cânion do Buracão, existem duas opções : Ou você vai nadando ou vai pela borda do cânion pra chegar na cachoeira, tendo que para isso atravessar uma pinguela estreita com uma cordinha pra se equilibrar. Eu preferi ir nadando (também com colete salva-vidas que o monitor do parque oferece), e o Joábio foi pela borda com meu companheiro, e tirando fotos minhas. Aliás ele tira excelentes fotos, se interessa pelo assunto e já aprendeu várias dicas com os fotógrafos que guiou na vida. Realmente, a cachoeira do Buracão é impressionante. 85m de queda dentro de um cânion é uma visão magnífica, que só se alcança quando se está bem próximo à queda Ainda tivemos o privilégio de ter a cachoeira só pra nós 3 até o meio dia, pois a maioria do pessoal que vem por agência de Lençóis dorme em Mucugê ou Igatu, que têm mais estrutura turística que Ibicoara. Eu recomendo fazer exatamente como eu fiz, dormir em Ibicoara (tem outras opções de pousada lá), e chegar cedo e ter uma cachoeira só pra você. Ficamos até meio dia lá, aí começou a dar frio, e assim que subi da água e devolvi o salva vidas chegou uma turba de umas 25 pessoas. Maravilha, timing perfeito. Pegamos a trilha de volta e paramos na cachoeira das orquídeas, que tem uma queda ótima, não muito forte, para lanchar e voltar. Chegamos na Casa da Roça umas 16h foi o tempo de tomar um banho e seguir viagem. Paradinha rápida em Mucugê pra tomar um lanche (não deu pra ir no projeto Sempre viva devido ao horário), chegamos uma 20h em Lencóis. Ai jantamos novamente na Tia Zilda, aquele prato master e fomos pra rodoviária esperar o ônibus pra Salvador, às 23:30. A viagem levou 7:30 horas, com direito a um pneu furado que foi consertado sem a necessidade de ninguém descer do ônibus, lá pelas 5 da manhã, depois de Feira de Santana. Terça feira 23/7. Chegamos as 7h em Salvador, taxi até o hotel BarraMar na Barra, perto da praia (média de 140 a diária pro casal, reserva pelo Booking). Hotel simples, com um quarto razoável, porém um banheiro minúsculo, que tinha que fazer contorcionismo pra entrar no boxe, e um café da manhã simples, com vários bolos porém poucos frios (só queijo cheddar, bleargh). Mas pelo preço e localização, até que valeu, acho. Descansada básica, `a tarde volta nas praias do Farol da Barra e Porto da Barra, almoço na Barra (fraco, 15 reais por um risoto de frutos do mar), visita à igreja ao lado do Forte São Diogo (vista incrível da praia do porto da barra), Sorvete e açaí (bons!), e à noite fui assistir a um concerto de música contemporânea com a Orquestra da UFBA, lá na reitoria, no Canela. Fui lá também para rever uns amigos músicos que lecionam na UFBA. De lá fomos no Beco do Francês, no Rio vermelho, comer um arroz de polvo bestial. E muita cerveja e conversa, claro. Voltamos de táxi pra Barra. 4a Feira. Visita ao Mercado Modelo e Centro Histórico de Salvador eu já conhecia), o pelourinho e centro cheios de bandeirinhas do São João (ainda!), almoço no restaurante do Senac no Pelourinho (muito bom, 29 reais o quilo), volta ao hotel. Nos cobraram 10 reais a hora adicional pelo late check out, e às 15h pegamos o táxi pro Aeroporto (80 reais). Estava 30 graus em Salvador, chegamos em São Paulo (depois de um atraso de 2h30 no vôo) e aqui, chovendo e 6 graus em Guarulhos, baita choque térmico rs. E assim acabou essa fantástica viagem à Chapada, que certamente voltarei algum dia. Gasto Total da Viagem: 2500 reais. Dá pra gastar menos, se economizar mais nos passeios, dividindo com mais gente ou alugando o carro de Salvador, e gastando menos nas refeições. Apesar que achei os 20 ou 25 por pessoas gastos em Lencóis muito bem empregados hehehe. Consideração Final : Esta foi a primeira viagem que eu não me emputeci com guias turísticos ou pousadas. Ou seja, a primeira viagem que não tive nenhum perrengue muito grande desse tipo. Na Casa da Roça poderia ter tido o atendimento mais cordial, porém o combinado não é caro, eu fui sabendo que teria que pagar a meia diária a mais e concordei. Pro Daniel da Chapada Adventure, só tenho elogios. Ele é um nativo da Chapada que trabalhou anos na pousada onde fiquei, e conseguiu empreender a agência com muita competência, profissionalismo e sensibilidade. É mais caro, mas você não vai ter aborrecimentos. E ele não fica querendo te empurrar o passeio dele, te oferece o que você quer fazer. Nós fechamos o Águas Claras e não ia mais ninguém, depois da gente ele arrumou mais dois pra ir. E sempre sensível às suas necessidades. Alías, ele está prestes a se tornar uma agência com acessibilidade, pois já levou um cadeirante a uns passeios, agora em julho. Está se equipando pra isso. Quanto ao Mateus, também tudo de bom. Um super motorista e guia autônomo. O único perrengue que tive foi com os taxistas de Salvador, que sabidamente querem nos enrolar. Dizem que sabem e não sabem, tome cuidado. De resto, VIVA A CHAPADA ! (Fico devendo as fotos, coloco assim que tiver tempo)
  7. Muito bom seu relato ! Estou aqui na Chapada e está me ajudando bastante. Quando voltar coloco meu relato ! Ah, e fui na d. Ivandira jantar, muito bom mesmo !
  8. Estive fazendo parte dessa viagem há dois anos, de Recife a Maceió, e dessa vez quis incluir Natal e retornar nos lugares que mais gostei, além de esticar um pouco a estadia nas capitais. Fase de planejamento : Uma vez que tinha mais ou menos certo o que queria visitar, ficou faltando planejar o trecho Natal - Recife e escolher os meios de transportes. O que definiu o sentido da viagem, chegada em Natal e retorno de Maceió, foi a combinação entre disponibilidade de datas para utilizar as milhas aéreas e tarifas. Depois de muita pesquisa, o que ficou mais vantajoso foi Trecho SP - Natal, milhas programa TAM (vôo de SP- Galeão- Galeão -Natal com 2h de espera - saída 7:15 e chegada às 12:20) e retorno de Maceió-SP, bilhete pago, a 290 reais, também pela TAM (12/01 de madrugada com 1 conexão em BSB - saída 2:30 chegada em SP 12: 20). Fiquei um pouco contrariada, pois pretendia sair um entre dias 27 e 29 de SP, mas não achei mais milhas pra estes dias, e mesmo pro dia 30 foi um sufoco, isso cerca de 30 dias antes. Por conta disso, tive que cortar João Pessoa do meu roteiro. Pesquisei locadoras de carro para o trecho Recife - Maceió e a melhor cotação foi da Acelere rent a Car, http://www.acelererentacar.com.br/" onclick="window.open(this.href);return false; de Recife. 75 reais por dia por um 1.0 com ar, mais taxa de 250 reais pra devolução em Maceió, e sem bloqueio da franquia no cartão de crédito. Achei muito boas as condições deles, entregaram o carro no Hotel em Recife e buscaram no hotel em Maceió. O trecho Natal - Recife foi feito de ônibus pela viação Progresso, e reservei todos os hotéis da viagem, sobretudo o de Natal, pois seria concorrido por conta da época. A transação de passagens e milhas me consumiu muitas horas de pesquisa no site da e ligações, e a pesquisa de hotéis menos, mas também foi cansativa, e por conta disso resolvi não fechar passeio algum e decidi ver isso quando chegasse em Natal, pois lá seria o local onde iria precisar mais de passeios, pois o resto da viagem eu já tinha feito e sabia bem o que queria ver ou rever. Então meu roteiro ficou assim: 30/12 13h a 2/01 09 h- Natal 2/1 - 9 as 13h ônibus para Recife 2/1 a 3/1 - Recife 3/1 a 4/1 Recife-Tamandaré -(de carro alugado) 4/1- Carneiros de Manhã, à tarde para SMM com parada rápida em Barra Grande (Maragogi) 4/ a 10/1 - São Miguel do Milagres 10/01 - SMM- Maceió 10 e 11/01 - Maceio 30/12 - a 2/1- Natal. Viagem sem maiores problemas, tudo no horário, chegada em Natal tranquila, táxi para o Republika Hostel, em Ponta Negra, diárias a incríveis 120 reais o casal numa suíte sem ar. O Hostel é ajeitadinho e novo, a uns 700 m da praia, todo azul e branco. Os problemas foram: O ventilador estava fixo virado para o lado, não vinha na nossa cama, o que nos rendeu noites bem mal dormidas por conta do calor. O sinal do wi-fi não chegava bem no quarto. Pontos positivos foram o atendimento excelente e prestativo, com informações boas sobre passeios, restaurantes, transporte e quarto de casal era o melhor do hostel, no andar de cima e com duas janelas, longe da circulação de pessoas. Chegando lá, descobri que a minha falta de planejamento em relação aos passeios foi crucial, pois o passeio que mais queria fazer, que era a Galinhos, só siaa de 4as e domingos (cheguei no domingo e ia embora na 4a de manhã). Fomos almoçar, conhecer a praia de Ponta Negra, e à noite fomos andar pela avenida. No dia seguinte, 31/1 ainda exausta da viagem, acordei às 8 h e perdi tamb o passeio a Maracajaú, e aí me dei mal, pois dia 1/1 nenhuma agência faria passeio, pois é o único dia de folga das agências de Natal. Tive ideia de alugar um carro ir pra Maracajaú dia 31 e pra Galinhos dia 1, por conta. Foi um custo achar carro disponível, e quando achei, (por volta de 11 h do dia 31), a zica que deu é que minha CNH estava cancelada, pois pedi uma 2a via, pensando que tinha perdido a 1a, e encontrei a 1a depois de um tempo, e as duas eram absolutamente iguais, eu levei a 1a via na viagem, sem saber que estava inválida, o quesó fui descobrir na locadora. Sem carro, sem passeio, o jeito foi fazer um city tour pela Marazul Turismo dia 31 à tarde (50 reais) e foi bem legal, um rolê pelas praias urbanas, prédios históricos do centro, forte dos Reis Magos (que infelizmente não pudemos entrar, fechou mais cedo devido ao feriado), e visita à Zona Norte de Natal, e parada no mercado de artesanato. Natal estava com muito lixo acumulado nas ruas, problemas com a prefeita que foi cassada, e a queima de fogos em Ponta Negra foi cancelada, devido às obras de manutenção no calçadão. O programa pro Reveillón foi participar da ceia do Hostel, bem legal por sinal, por 25 reais por cabeça (bebidas à parte), e subir na laje pra ver a queima de fogos dos hotéis. dia 1, pegamos um ônibus de linha e fomos pra Pirangi conhecer o maior cajueiro do mundo, muito legal mesmo, recomendo o programa, e depois estendemos pelo mesmo trajeto, até a praia de Búzios, ao sul de Natal, muito bonita e tranquila, e assim foi minha estadia meio desarticulada em Natal. Serviu pra aprender que tem que planejar tudo mesmo, especialmente se você tem um roteiro muito apertado como o meu. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130118213406.JPG 500 281.25] [b:8lbqp36m]Vista de cima do maior cajueiro do mundo[/b][/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130118213804.JPG 500 281.25 ]Vendedor de do biscoito cavaco chinês, na Praia de Búzios, em Natal[/picturethis] 2/1 a 3/1 - Natal- Recife. Saímos de Natal às 9h com o ônibus da viação Progresso. Pegar ônibus em Natal foi uma aventura desde a compra online, só consegui comprar as passagens dia 30 na espera no Galeão, pois dois dias antes da viagem, o site estava congestionado e Call center sem funcionar, uma lástima. A rodoviária um caos, tinha que comprar bilhete de embarque fora do guichê da companhia, enfim, um sufoco. A viagem que era pra ser 4h30 se estendeu por duas horas a mais, por conta de um imprevisto com passageiros com passagens erradas e um trecho da estrada interditado. Chegamos ao Recife às 15:30, pegamos metrô até o Aeroporto (metrô rápido porém muito sujo), e de lá um taxi até o Hotel Des Arts, em Boa viagem, um hotel velhinho mas bem simpático, com a melhora cama da viagem. Diária 180 o casal. Saímos para dar uma volta na orla e procurar um lugar para almoçar (às 18 h !). Achamos o excelente Chica Pitanga, maravilhoso, uma ceia regional delícia, não muito barana (52 o quilo), mas valeu a pena. Voltamos para o hotel. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130118214200.JPG 500 281.25 ]Marco Zero, No Recife .[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130118214657.JPG 500 375] [b:8lbqp36m]Convento de Sao Francisco, em Olinda[/b][/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130118214826.JPG 500 375] [b:8lbqp36m]Bonecoes do Carnaval[/b][/picturethis] 3/1 - Recife - Tamandaré. Acordamos às 6h fizemos o check out e fomos fazer um city tour de táxi com o taxista Junior (peguei referência no blog meusonhadocasamento.loveblog.com.br) por Recife e Olinda. Eu já tinha estado 2 dias em Olinda, mas Recife nao conhecia, serviu pra dar aquela volta básica pela cidade, Marco Zero, prédios históricos, as pontes, etc, e depois seguimos pra Olinda. Entremos no Convento de S. Francisco, no Mosteiro de S. Bento e no Alto da Sé, tudo isso em 2 horas rs. Ao meio dia estávamos de volta ao hotel pra pegar o carro e seguir pra Tamandaré (problema com a CNH foi contornado ). Saída meio tumultuada de Recife, postos de gasolina sem aceitar cartão, mas deu tudo certo. Peguei a ponte nova sobre o rio Ariquindá, passei pelos acessos à praia dos Carneiros, e cheguei e por volta de 15 h em Tamandaré, na pousada Baía dos Corais, de frente pro mar, 220 a diária, a mais cara da viagem, mas o melhor café da manhã. O tempo começou a fechar e fomos caminhar pela praia, meio debaixo de chuviscos. à noite fomos jantar no Terrasol, que eu já conhecia de 2 anos atrás e é ótima relação custo-benefício. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130118215136.JPG 500 375] [b:8lbqp36m]Vista do encontro dos rios Ariquindá e Formoso[/b][/picturethis] 4/1 Praia do Carneiros - BarraGrande- São Miguel dos Milagres. Acordamos cedo e fomos pra Carneiros. No dia anterior, tinha visto algumas placas oficiais indicando acesso público à Praia do Carneiros, quem já esteve lá sabe que o acesso só era possível pelos bares de praia que cobram day use. Porém a maioria das placas estava pichada, encobrindo a informação! (deve ser coisa dos donos de pousadas e bares de Carneiros, que não querem que " gente diferenciada"chegue à praia - coisas do nosso país). Por essas e por outras, acessei Carneiros pela praia ao lado depois de andar um bocado. Contratei um barco só para nós dois com o Renato, F. (82) 8305 9897, super prestativo, por 60 reais o casal, e fizemos o passeio diferente, indo até o cruzeiro, no alto do morro, de onde se tem uma bela vista do encontro dos rios Ariquindá e Formoso, e depois a parada básica na igrejinha simpática pra tirar umas fotos. Eu não queria saber de ir até o mangue, lama e banco de areia, já tinha feito isso na viagem anterior e queria distância da muvuca. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130118215542.JPG 500 375 ]Praia dos Carneiros.[/picturethis] Demos um tempinho na praia, e voltamos cerca de 13 h pra Tamandaré pra pegar as malas no hotel e seguir viagem. Paramos na praia de Barra Grande, já em Maragogi, pra admirar aquele "azul-Cancún" ( roubei o termo do Ricado Freire rs) único daquele trecho da costa. Na vez anterior estive na praia de Ponta de Mangue, que achei o mar mais bonito ainda, embora a praiaa fosse mais cheia e mais suja também que a Barra Grande. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130118220224.JPG 500 375] [b:8lbqp36m]Praia de Barra Grande, em Maragogi[/b][/picturethis] Seguimos para pegar a balsa em Japaratinga e às 15 h estava no eu destino principal da viagem, a Rota Ecológica Alagoana, o paraíso intocado da nossa costa, que desejo firmemente que assim permaneça por muitos e muitos anos amém. Check in feito na Pousada da Acácias, uma das únicas acessíveis daquele trecho, (160 a diária pro casal), fomos jantar no restaurante Manzuá e finalmente descansar da maratona que foi entre Natal e SMM. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130118220501.JPG 500 375 ]Placa hilária na balsa para Porto de Pedras. A placa em Inglês foi traduzida no google translator. [/picturethis] 5 a 9 /1 - Rota Ecológica. vou resumir estes dias que foram basicamente, 1 ou duas praias por dia. dia 5, dia a Praia do Morro , intocada e bela, tem que ir até Passo de Camaragibe, atravessar de barco a foz do rio e combinar horário de retorno com o barqueiro. É a praia mais deserta da rota, não tem nem lugar direito pra ficar embaixo dos coqueiros, com muito mato, mas assim que é bão. Na volta, almoço no restaurante Foz do Camaragibe, excelente, já conhecia pois na outra viagem fiquei hospedada ao lado, na única opção realmente barata de hospedagem na rota (60 a diária pra casal), pousada Barramar F. (82) 3258 5141, barganha pra mochileiro. É simples mas tem ar e o café é bom, além do seu Edvar ser de uma simpatia e generosidade ímpares. Pode-se também hospedar-se na D. Lia (82) 3258-5140, dona do restaurante, que tem uns quartos na parte de cima do restaurante, pelo mesmo preço. Ambas as pousadas tem acomodações simples, sem o charme das pousadas fru-fru da rota, mas tem vista pra praia da barra que é linda, com a foz do rio, e pelo preço da diária não tem concorrente na Rota. Recomendo para o pessoal que não tem grana pra ficar no roteiro de charme e quer conhecer um dos últimos pontos tranquilos e paradisíacos do nosso litoral. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130118220704.JPG 500 375 ]Praia do Morro, em Barra de Camaragibe[/picturethis] Dia 6 -praia do Toque de manhã, da famosa pousada pioneira na Rota, e mudança pro Hotel Costa dos Corais, que eu consegui uma promoção do Groupon e ficou 180 por dia o casal, num chalé na beira do Rio. Hotel meio decadente, com internet só na área social, mas em local bom, com um riacho separando o hotel da praia de Porto de Rua, a mais central e urbanizada da Rota, a única com alguns bares e restaurantes. Demos uma passeio de fim de tarde na praia. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130118220913.JPG 500 281.25 L]Foz do Rio Tatuamunha[/picturethis] Dia 7, finalmente a Praia do Patacho, o supra sumo da Rota, praia deserta linda, água verde clara, maravilhosa.Ficamos o dia inteiro lá, e na volta, um quase perrengue: tinha perdido a chave do carro! Fui até o carro com a esperança de ter derrubado a chave lá ou mesmo ter deixado no contato, quando um santo pescador disse que uma pessoa encontrou a chave na areia (!!!) e guardou consigo, ali mesmo na praia. Meu anjo da guarda trabalhou este dia, ia ser um perrengue sem fim se tivesse perdido a chave, não há chaveiros ali, o mais perto seria em Japaratinga. Teria que acionar o seguro, rebocar o carro, enfim, me livrei de tudo isso por sorte. Aliviados, voltamos ao hotel e fomos comer no Restaurante do Enildo, comia caseira boa, ali no Porto da Rua mesmo. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130118221112.JPG 500 281.25 ]Praia do Patacho[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130118221322.JPG 500 281.25] [b:8lbqp36m]Mais uma da praia do Patacho[/b][/picturethis] Dia 8, choveu de manhã, o tempo só abriu lá pro meio dia. Fomos tentar achar a praia da Lage, quando finalmente descobri que ela é a e mesma praia do Patacho, o que difere é que e cada lugar da praia existe um povoado com nome diferente (Lage e Patacho), mas a praia é a mesma ! foi bom ter descoberto isso, pois desde a viagem anterior tinha ficado com vontade de conhecer a Lage, pois tinha lido que ela é que era a praia mais bonita da Rota hehehe. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130118221700.JPG 500 281.25 [b:8lbqp36m]Casario no vilarejo de Tatuamunha[/b][/picturethis] Fomos então fazer o passeio do Peixe Boi, no rio Tatuamunha, que foi bem legal. É um passeio de observação e dá pra ver alguns dos bichanos que passam bem perto do barco. À tarde, fomos fazer um "praia tour', passar pelas praias do Marceneiro (linda e deserta), e a praia do Riacho, e assim conhecer finalmente todas as praias da Rota, de ponta a ponta. Almoçamos de novo lá na Foz do Camaragibe. (infelizmente não tinha polvo, mas tudo lá é ótimo, repetimos a camarãozada). [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130118221939.JPG 500 375] [b:8lbqp36m]Tentativa de capturar o peixe boi, que no quis dar as caras[/b][/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130118223151.JPG 500 374.125874126 \]Praia do Marceneiro [/picturethis] Dia 9/1, mais um mico de viagem (a viagem que não tem pelo menos um mico grande não vale!), fomos caminhando pela praia do Hotel até a praia de Tatuamunha, que tem que atravessar o rio. Esta praia é pequena, junto à foz, é é um cemitério de coqueiros caídos. A foz do Tatuamunha é belíssima, com margens cobertas de vegetação e você ainda se der sorte topa com um dos 15 peixe bois que habitam por lá, mas a praia estava meio dificil de ficar, também sem coqueiros "limpos" ao redor. Resolvemos voltar mas aí ferrou-se pois em 1 h a maré subiu muito e ficou impossível atravessar o rio de volta, o que nos rendeu uma caminhada de uns 7 km dando a volta pela estrada,sob o sol escaldante do meio dia alagoano. Mas pelo menos cumpri o roteiro de ir em todas as praias da rota, sendo que da outra vez tinha passado um dia nessa praia de Tatuamunha. Cansados, no fim de tarde demos mais um pulo na praia do Toque. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130118223405.JPG 500 281.25] [b:8lbqp36m]Praia de Tatuamunha[/b][/picturethis] 10/1- São Miguel- Maceió. Último dia na Rota, voltamos à Lage/Patacho, pois tinha acertado com o jangadeiro santo que me deu o caminho da chave perdida, o Dodó (82) 9335 3264 , de fazer o passeio à piscina do Patacho que eu já tinha ido na vez anterior. Foi o ponto alto da viagem esse passeio, chegamos na hora perfeita na piscina, não tinha ninguém lá. Esta é a melhor praia da rota pra ver piscina, pra quem tem aversão à gente como eu, pois só tem 3 pousadas no Patacho, enquanto que as piscinas do Toque sã bem mais concorridas. Ainda assim infinitamente melhor que a muvuca master das galés de Maragogi. Nada de catamarã tocando axé, apenas jangadinhas simplórias com uns 4 ou 6 turistas que se aventuram por aquelas bandas. E ainda de quebra o Dodó (super recomendo passear com ele), nos levou a outra piscina nos corais onde tem uma caverna no meio deles, que ele atravessou e saiu lá longe, um dia eu tomo coragem e virou um ser marinho como ele e me aventuro numa fresta dessas. Foi incrível, saí de lá sonhando em virar peixe, e partimos pra Maceió pra última parte da viagem, um pouco de civilização pra readapatar-se ao retorno à São Paulo. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130118225802.JPG 500 281.25 Legenda da Foto]Piscina do Patacho[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130118224121.JPG 500 281.25 ]Piscina onde ficava a entrada da caverna dentro dos corais[/picturethis] Me perdi um pouco na estrada por falta de sinalização. Pra quem for, fica a dica: depois de passar por Passo de Camaragibe fique esperto, vai haver uma entrada à esquerda pra S. Luiz de Quitunde e não tem placa. Google Maps no celular não tinha sinal (aliás a Oi não pega direito na Rota, e a Tim às vezes falha também), mas por volta de 15 h chegava em Maceió. Teve um problema com a reserva do Booking e fui parar em outro hotel, na Jatiúca, o Vela e Mar praia hotel, simples mas bem honesto, e pelo preço que ficou (nos deram desconto por conta da confusão que houve com a pousada reservada), foi sem dúvida a melhor relação custo benefício da viagem: 120 a diária pro casal, quarto com ar e internet ,nota 7.5. Almoçamos no típico Bodega do Sertão, um quilo bem bom, e fomos passear na orla, com uma parada na feira de artesanato da Pajuçara. Dia 11, último dia da viagem, fomos de carro ao centro de Maceió e andamos por todos os cantos, visitando todos os prédios históricos e igrejas e teatro, que eu gostei muito. Depois fomos pra Marechal Deodoro, cidade histórica a 30 kim ao sul de Maceió, também rodamos a cidade que é uma graça. Paramos pra almoçar no excelente Bar do Pato, na Massagueira, braço da Lagoa do Mundaú. Voltamos a Maceio paramos no bairro histórico do Jaraguá pra mais fotos dos prédios, e visitamos o memorial da República, e voltamos pro hotel as 15 pra devolver o carro. À noite mais uma volta à pé na orla, de Jatiúca até a Ponta Verde, e à meia noite taxi pro aeroporto e retorno à São Paulo. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130118224342.JPG 500 281.25 ]Teatro Deodoro, em Maceió [/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130118224626.JPG 500 281.] [b:8lbqp36m]Igreja em Marechal Deodoro [/b][/picturethis] Considerações gerais, aprendizado e dicas dessa viagem : 1- Se você tem pouco tempo, pesquise os passeios que quer fazer com antecedência. Pegue dicas de agências e bugueiros, em sempre dá pra fazer isso no local, eu fiquei bem frustrada em Natal por não ter conseguido ir a Galinhos e Maracajaú. 2- Tome cuidado com os prazos muito apertados. Imprevistos acontecem e se você não dá um espaço pra eles, sofre. 3 - se não der pra fazer tudo que queria e planejou, curta as coisas que aparecerem da melhor maneira possível. Afinal tudo é válido numa viagem, até ficar no hotel jogando buraco num dia de chuva. Só não é válido ficar de cara amarrada e estragar o resto da viagem. 4 - Não dependa só de cartão, mesmo os locais onde se aceita, à vezes o sistema de internet é precário e fica sem comunicação, leve uma reserva em dinheiro. 5- Pergunte, as pessoas no NE são na maioria bem prestativas. Compensa a sinalização e comunicação precárias. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20130118224845.JPG 500 281.25 ]Casario no Bairro do Jaraguá, em Maceió [/picturethis]
  9. Legal, Tiago. Poxa, estaremos passando pelos mesmos lugares então, pois vou para Natal, João Pessoa, e desço até Maceio, de 27/12 a 12/1. Não deixe de ir: Pra Tamandaré e Praia dos Carneiros, no Recife, são lindas. Eu pessoalmente não curti tanto Porto de Galinhas. Indo pra Maragogi, pare antes na Ponta do Mangue é uma praia maravilhosa, o azul-verde mais incrível que vi por lá ! E também não deixe de ir em hipótese alguma, pras praias entre Porto de Pedras e Barra do Camaragibe, que você alcança através de Balsa que sai depois de Japaratinga (depois de Maragogi indo pra Maceió) - se informe lá. Visite a Praia do Patacho, Tatuamunha,e Praia do morro. Depois, curta Maceió ! Boa viagem!
  10. Belo relato, cara. Estive fazendo parte dessa mesma trip há 2 anos no reveillon 2010/11, iniciando em Recife, de onde visitei Olinda (2 dias) Tamandaré/Carneiros (2 dias) Japaratinga (2 dias), onde vi as praias locais, das quais a praia de Ponta do Mangue foi a que mais me impressionou pela cor da água. Depois segui pra deliciosa Rota Ecológica (4 dias), onde visitei Patacho (maravilhosa), Tatuamunha (sem peixe-boi!), Praia do Toque, Praia da Lage, do Marceneiro, de Camaragibe, Praia do Morro e a do Carro Quebrado. De lá seguimos para Barra de Sto Antônio (1 dia) e Maceió. Concordo que a Patacho é incrível, mas gostei igualmente de Tatuamunha, Praia do Morro e Praia da Lage. Achei todas lindas, cada uma com sua característica ! Fiquei numa pousada muito simples em Barra do Camaragibe, mas queria economizar ! Valeu suas dicas mais atualizadas, estou voltando ao paraíso agora no reveilloon e suas dicas de pousadas e hospedagem vão me ajudar bastante. Abraço!
  11. Com certeza vai curtir muito, Jeann ! Esse lugar é só céu azul, vento, areia e água fresca. Mande meu abraço aos Lençóis e ao povo do Maranhão, que sabe acolher os viajantes tão bem, e depois conta pra gente como foi sua trip.
  12. Que bom, mcm. Fico contente que consiga ajudar de alguma maneira. Se puder ponha seu relato na volta mande meu abraço ao povo da Chapada.
  13. Dom. 8/7. Saímos de São Paulo no vôo das 6:40 da Avianca, que foi pontual. Porém tivemos que pousar em Campo Grande, pois o aeroporto de Cuiabá estava fechado devido ao clima desfavorável. Isso fez a nossa viagem atrasar um bocado, pois esperamos umas duas horas as condições melhorem para finalmente voarmos para Cuiabá. Chegamos em Cuiabá às 12:30, pegamos o carro alugado e seguimos pra Chapada. A viagem leva menos de uma hora, estrada boa e o visual é incrível. O tempo fo melhorando no decorrer da tarde e chegamos na cidade da Chapada dos Guimarães umas 15 h, pois paramos no caminho pra fazer um lanche. Lá chegando, fomos pra pousada Bom Jardim e como já era tarde e estava meio frio, concluímos que não daria pra fazer grandes coisas, além do cansaço todo de ter madrugado pra pegar o vôo, sem mencionar a "esticada" compulsória até Campo Grande. Acordamos umas 17 h e fomos explorar o local e procurar algo pra comer, e saindo da pousada achei que ainda estava dormindo e no meu sonho estava na Transilvânia, pois a cidade estava imersa em uma bruma espessa e tenebrosa. Foi incrível andar naquele cenário surreal. Achamos uma batataria que parecia ser o único local aberto àquela hora do domingo e naquelas condições. Seg. 9/7 . Acordamos umas 7:30, e tentamos ligar pra alguns guias cadastrados no site da ICMBio. Sem sucesso, saímos da pousada e entramos numa agência de turismo na praça pra tentar fechar algum passeio, porém achei o preço muito alto (170 o casal só pela diária do guia, pois estávamos de carro), então saímos à procura de indicações de guias independentes e acabamos encontrando a Márcia Meneses, F. 65 - 9241 7582, guia local conhecidíssima e moradora da chapada há muitos anos, que fechou com a gente 100 reais a diária, pro casal. Tudo acertado, a Márcia fez nosso cadastramento pela Internet (obrigatório para ingresso no parque) e rumamos à nossa primeira jornada no Coração da América. Fomos primeiro no cartão postal da chapada, a cachoeira Véu da Noiva, e fomos presenteados com um belo sobrevôo de um casal de araras vermelhas. De lá adentramos o parque e fizemos o circuito das cachoeiras. A Marcia é uma guia bem falante, vai mostrando o rastro dos bichos, fala das flores e frutos do cerrado, mostra os picos da Chapada, enfim, é um passeio bem instrutivo, mas se você for do tipo que preferiria curtir o silêncio do local talvez fosse achar um pouco over, mas acho que isso é questão de se conversar. Eu recomendo muito a Marcinha, ela é uma excelente guia, honesta e sabe dar dicas valiosas, além de montar os roteiros de uma maneira bem inteligente. Fizemos as cinco cachoeiras do parque, uma caminhada de 7 km no total que nem parece isso, os momentos mais puxados são as descidas das cachoeiras, mas tudo muito seguro, bem tranquilo. As cachoeiras sao deliciosas, uma melhor que a outra, ficaria horas em cada uma delas. Na volta, passamos pela Casa de Pedra, uma formação muito interessante de rochas, vale a pena ver, mas tome cuidado com os borrachudos, tem muitos lá. Retornando do parque, fomos almoçar e ver o pôr do sol no ótimo Morro dos Ventos, um restaurante numa encosta com mirantes em cima dos penhascos e uma visão toda do vale, muito legal. O almoço é meio carinho, mas estava excelente. E se vc for lá só ver a vista tem que pagar 10 reais, então acho que vale a pena sim almoçar com aquele belo visual. Pagamos os 75 reais por um pela picanha que estava incrível, com arroz, feijão, fritas, salada e farofa. À noite, fomos dar uma voltinha na cidade fomos no Restaurante Pomodori, que é bem simpático. Tem uma empada muito boa. cachoeira das andorinhas Casa de Pedra Vista do Morro dos Ventos Ter 10/7. Saímos umas 9 h e fizemos check out da Bom Jardim, pois achamos a pousada um pouco fraquinha pelo que cobravam: 150 reais a diária de um quarto com ar e frigobar, mas com os quartos voltados pro estacionamento, com muito barulho de carros e hóspedes, e tudo meio velho e descuidado, cama pequena, toalhas pequenas e muito usadas, muita poeira no quarto. Por 20 a mais fomos para ótima Cambará, http://sitiocambara.chapadadosguimaraes.tur.br/, que fica a 1km da praça central, numa chácara deliciosa, e o casal de donos, d. Genoveva e Sr. Odenir são super atenciosos e acolhedores, te tratam como um filho lá. Só deixamos nossas malas e seguimos para o passeio do dia, a caverna Aroe - Jari e Gruta da Lagoa Azul. No caminho, paramos no Mirante do Centro Geodésico, que tem um belo visual do vale, onde dá pra ver ate Cuiabá. De lá, seguimos para nosso destino, atravessando plantações de algodão e milho e trechos do cerrado. A Marcinha ia nos mostrando os bichos, e vimos um Urubu rei, que é branco, e ao que consta bem raro de ser visto, e um casal de corujas buraqueiras e algumas siriemas. Chegando no ponto de partida para a trilha da caverna, colocamos caneleiras ( obrigatórias para este passeio) e seguimos. O caminho é bem interessante, trechos de cerrado intercalados com mata amazônica, muito legal. A primeira parada é na caverna, onde se pode entrar um pedaço dela e observar estalactites de arenito e rastros de animais. Bem legal. Depois fomos pra Gruta do Lago Azul que é linda. Nesta época do ano o sol entra na gruta umas 14h e a água fica de um azul turquesa cintilante, é lindo. Ao lado, a gruta de Nossa Senhora, que tem uma formação rochosa que de fato lembra uma Imagem da santa. O percurso total à pé dá uns 9 km, e no retorno paramos para um banho refrescante na cachoeira do Alméscar, que foi ótimo depois daquela caminhada toda. Voltamos umas 18h, vimos um gavião no caminho, pra fechar com chave de ouro nossa observação ornitológica do dia, e retornamos à cidade. Jantamos uma refeição típica num restaurante super simples, na rua ao lado da Igreja, do lado da Virtual lan house, nem placa tinha, só um banner dizendo Janta 9,90. Comi por 15 reais um prato com picanha, arroz, feijão, salada, farofa, e nao ficou muito atras não da refeição do Morro dos Ventos. Casal de corujas buraqueiras, na árvore Caminho pra caverna vista do interior da Caverna áua dentro da caverna, com a guia Márcia iluminando Gruta da Lagoa Azul, com o sol batendo na água 11/7 quarta. Depois de uma noite muito bem dormida no silêncio e nos lençóis macios da Cambará, tomamos um dos melhores cafés da manha de pousada que já tive na vida. A D. Genoveva prepara um café colonial onde quase tudo é ela que faz, os pães todos, o queijo, as geléias, pão de queijo, bolinho típico do Mato Grosso de arroz, enfim, é um daqueles momentos em que a gula toma conta e que você lamenta nao ter um estômago extra pra poder comer de tudo. Eu recomendo muitíssimo a Cambará, mesmo se os donos nao fossem legais valeria só pelo café da manha (hehe), mas além disso eles são uns amores, a pousada é super gostosa, até o Tobias que e um pintcher é um fofo, onde já se viu um Pintcher que não late, acho que o astral do lugar fez ele ficar calminho. Enfim, com uma certa dor no coração deixamos aquele paraíso e rumamos para Bom Jardim, distrito de Nobres, a cerca de 200 km da Chapada. Aqui começa o purgatório da viagem. A estrada durante um bom pedaço e um tapete, sem viva alma, exceto um calango que quase se suicidou , nao fosse eu desviar dele com toda a minha misericórdia, ate que começa um trecho de estrada de terra péssimo, cheio de desvios, pois estão fazendo terraplanagem, porém sem sinalização alguma. Nao fosse eu ter tido a sorte de passar no horário de trabalho, perguntei aos trabalhadores da estrada e fui conseguindo me achar naquela bagunça. Mas nao recomendo ninguém passar naquela estrada depois das 17h e ne nos finais de semana, a não ser que vc tenha um bom GPS, que nao era meu caso. Chegamos em Bom Jardim, que não passa de uma concentração de casas à beira da estrada, umas 14h, deixamos as coisas na Pousada Bom jardim e fomos ao Reino Encantado, por indicação da nossa guia da chapada, almoçar e negociar os passeios. O Cleber que é o dono do local , que é restaurante, pousada e tem a nascente do Rio Salobra, é bem simpático e nos serviu almoço, e depois fomos fazer a flutuação na nascente, a ressurgência do rio, onde tem uma concentração grande de peixes, é bem legal. Descemos o rio mais mil metros flutuando, mas no percurso nao vi quase nenhum peixe mais, porém foi bacana passar por essa experiência. Voltamos ao Bom Jardim umas 18 h, e fomos procurar algo pra jantar. Só tinha aberta uma pizzaria que acabou de abrir, com comida ok, nada demais. No vilarejo não pega celular Oi nem Tim, reza a lenda que Claro e Vivo malemal pegam, internet nem em sonho, pra cartão de banco tem uma maquina no posto que só passa em ocasiões raras, das quais eu nao tive o privilegio de ser presenteada nenhuma vez. Se for a Bom Jardim, passe no banco de sua cidade antes e leve tudo que tiver, pois vc terá que pagar tudo com cash, eles também não são muito afeitos ao cheque, pois o banco mais próximo fica a 70 km de estrada precária, em Nobres. Porém, mesmo com toda essas precariedade de recursos, o comércio e habitantes locais acham que estão te fazendo um grande favor de permitir que você flutue em seus rios, e cobram preços de resort para as atracões, que são 60 reais por passeio de duas horas, sem negociação, pois é tudo tabelado. Pra isso, eles sao bem organizados. Aqui faço uma ressalva ao Cleber do Reino Encantado, que fez um descontinho no passeio e no almoço, e foi bacana nos atendendo de última hora. Caminho para Nobres/ Bom Jardim Nascente do rio Salobra 12/7 quinta : Saí do purgatório e desci ao inferno em Bom Jardim. Primeiro lugar, o café da manhã não tinha um pãozinho fresco, apenas dois frios, umas bolachas prontas, pão de forma de mercado, poucas frutas e só. Fui fechar os passeios com O. Sr. Isaias sem choro nem vela, 60 reais cada passeio por pessoa. Eu queria fazer a flutuação no Rio Triste e depois pra cachoeira, para chegar lá com sol, mas ele nao permitiu, pois tinha um único guia para em três carros diferentes, e para eles era mais conveniente ir pra cachoeira primeiro. O detalhe é cada pessoa paga 60 reais, mas não tem o direito de escolher qual passeio quer fazer primeiro. Fiquei indignada mas segui pra fazer o roteiro, pos queria muito ir à cachoeira e Rio Triste, e sem comunicação e opções, seria difícil encontrar outra agência que pudesse fechar o passeio. No caminho pra cachoeira, comecei a ter dores de estômago muito fortes. Detalhe que fui o caminho todo comendo poeira da caminhonete da frente, pois partilhávamos o guia que estava com eles. Pergunta: Se era apenas um guia pra três veículos diferentes, não seria mais justo cobrar a diária do guia e dividir entre todos ? Ou então se é cobrado de cada pessoa, esta não tem o direito de escolher o seu roteiro ? Chegando lá na Serra Azul, que é uma fazenda que foi comprada pelo Sesc Pantanal, fomo administracao pegar a chaave e equipamentos de flutuação, e havia muitas araras e macacos. Depois fomos à bela cachoeira, com um cardume de peixes que mora no local, mas nem pude curtir muito pois a cólica de estômago estava terrível. Voltando à Bom Jardim, resolvemos voltar à Chapada, pois realmente não gostei daquele esquema todo de passeios curtos e caros, além do que com dor de estômago não me animava a tomar outro café da manhã na pousada, sem falar na precariedade do local (a única farmácia só abre às 13 h). Comprei um Buscopan e seguimos viagem de volta à Chapada dos Guimarães. O estômago foi melhorando até consegui comer às 19 h na Chapada, pois não tinha feito nenhuma refeição desde o café da manhã. Cachoeira Serra Azul Meu balanço sobre Bom Jardim foi negativo. Lá na Chapada já haviam me alertado para só fazer refeições em determinados locais, pois várias pessoas já haviam reclamado tanto da pouca variedade dos cafés da manhã como de terem de fato passado mal. Eu pude comprovar na pele tudo isso, exceto no Reino Encantado, que tinha a comida boa, embora eu ache caro 25 reais por um buffet que não tem tanta variedade assim. Desde o acesso à cidade até a qualidade do atendimento, acho que Bom Jardim ainda tem muito que melhorar na qualidade do serviço que oferece. Acho ainda que os turistas deveriam se recusar a pagar esses preços exorbitantes pelos passeios, pois o local não oferece uma estrutura condizente com estes preços. Um local que é quase impossível de se chegar sem se perder muito, que não passa cartão de crédito em quase nenhum estabelecimento, onde a telefonia celular é precária, não tem serviços básicos e tem qualidade duvidosa na alimentação que oferece não pode cobrar esses preços abusivos dos turistas. Eu recomendo as pessoas a realmente se recusarem a ir a Bom Jardim até que essa situação mude, e só o turista exigente e consciente pode conseguir alguma mudança nesse panorama. Embora eles gostem de levantar o lema "Nobres é mais que Bonito, é Lindo", acho que Bonito tem muito mais estrutura para atender o turista, e por isso seus preços s!ão altos, porém justos com a qualidade do serviço. 13/7 6a. Último dia no Mato Grosso, saímos para fazer o passeio até o Morro de S. Jerônimo no Parque Nacional. Caminho lindo e longo, são 8km até chegar ao Morro, e lá também uma subida bem puxada, que não completei pois tenho limitações físicas que me impediram de chegar até o topo. Uma mata com um trilha bem fechada no caminho, da qual trouxe alguns carrapatos de lembrança rsrs, leve repelente bom pois eu passei Off e não adiantou. Na volta, um último banho na cachoeira 7 de setembro e voltamos para arrumar as coisas. Deixamos a Chapada e perdemos o por do sol, que pretendíamos ver do Alto do Céu, mas ficou pra próxima. Chegamos em Cuiabá e foi um pouco difícil achar o caminho até o aeroporto, quase nenhum indicação. No caminho, passamos pelo Marco Geodésico de Cuiabá. Existe uma disputa entre os dois locais, qual deles é o verdadeiro centro geodésico. Cada um defende o seu lado. Chegando no aeroporto, devolvemos o carro sem maiores problemas, aliás indico a Locadora Cuiabá, eles foram extremamente atenciosos e pontuais, o carro estava ótimo também. Assim acabou minha epopéia à Chapada dos Guimarães . café da manhã colonial na pousada Cambará Caminhos do Cerrado Chegando no morro Vista do pé do morro S. Jerônimo Proprietarios da Pousada Cambará e Tobias , o pintcher simpatico
  14. Luiza, muito legal o seu relato ! Eu fiz um roteiro parecido com o seu, mas não fiquei em Barreirinhas, fui direto pra Atins ( vc deve ter visto meu post em Relatos de Viagem). Fiquei na Tia Rita, conheci o Maduro que me levou pra tudo que é canto, comi no seu Antônio, fui na lagoa verde, Mandacaru, Caburé, enfim...tudo isso em 3 dias rs. Deu uma saudade !!! Vc foi pra Jeri ? fui em Janeiro desse ano e daqui a pouco estou indo pra Chapada dos Guimarães e Nobres. Logo, relatos !!! Abraços
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