Ir para conteúdo

Koioz

Membros
  • Total de itens

    21
  • Registro em

  • Última visita

Conquistas de Koioz

Novo Membro

Novo Membro (1/14)

0

Reputação

  1. O que mais me chamou a atenção nessa faca foi o uso de talhadeira na ponto, que em muitos casos faz bastante falta. E o fato de a ponta não ser perfurante é muito bom para o uso em estricagem (salvamento de pessoas presas em ferragens de veículo os estruturas metalicas) Mas eu não entendi o porque afiar como talhadeira na ponta e acrecentar o carbeto de silicio atras, onde eu poderia bater E outra coisa que tem que ser observada é a chave para bateria, que funciona em carro Chevrolet multinacional ou importado, porque no terminal da bateria de outros carros o parafuso é voltado para a bateria, dai Eu ACHO que a faca não iria caber. Para ilustrar: Padrão GM é o acinzentado e o bronze é o mais comum no Brasil Nacionais
  2. ( E ) Ta ficando bem legal mesmo o desenho dela ta ficando muito bem feito. Você ta fazendo tudo a mão, ou ta usando lixadeira?
  3. Esse teste funciona mesmo, mas usa uma lima murça e nova, pq lima bastarda escorrega em qualquer aço um pouco mais duro. Já que você vai fazer tenta por curiosidade fazer um fio gastando bem pouco material, e depois tira um pouquinho mais e testa o fio novamente, só pra ver se dá diferença, quando eu fazia dava diferença na resistência ao desgaste, Meu professor, o "Seu Querubim" me dizia que era devido a queima do carbono do aço mais superficial, por isso perfia um pouco da resistência ao desgaste, mas não era tanto assim.
  4. Se tiver como usar uma maçarico para esquentar só o fio durante a tempera, fica mais fácil de controlar o aquecimento por igual, só cuidado para não mandar muito oxigênio que dai acaba cortando o metal
  5. ***NÃO SEI E NUNCA FIZ UMA FACA*** Quando fazia a tempera em aço 1045 (martelo e machado era isso que dava pra usar, mais carbono não valia a pena pois produzia trinca fácil com as pancadas) ou 5160 e não usava forno elétrico com controle de temperatura era esquentar até o vermelho cereja e verifica no imã de neodímio até não ser mais atraído. Depois esfriava na salmora (aço médio carbono dá pra fazer na salmora, já com facas que são mais finas e mais carbono, só no óleo ou ventilação forçada, mas nunca usei ventilação forçada) Única coisa que eu aconselho e cuidado na tempera, e não testar dureza sem revenir, se ficar muito duro acaba literalmente estilhaçando, tanto que no indicador esquerdo ainda tem um pedaço de talhadeira que fiz com aço de mola, mas usei sem renevir pq queria que ficasse bem duro, coisa de recruta mesmo Quando for usar a faca experimenta o corte sem gastar muito fio, pelo menos eu percebia a diferença de dureza no metal superficial comparado com o metal do fio quando a retirada do material era maior, sempre melhorava com uma boa quantidade de material retirado (uns 0,5 até 1 mm). Quando for tempera ficar sempre mexendo a peça para não formar bolhas gasosas na superfície da peça para não criar diferenças de dureza pela extensão da lâmina. Credo, to escrevendo muito para pouca coisa
  6. De verdade pessoal, não queria ter causado nada de incomodo no ambiente do forum Prometo que agora passo a mais ler do que escrever (e sem causar bagunça) Quanto ao Cabral, eu peço descula se fui xarope na minha argumentação, é sincero quando eu digo que não é pessoal com pessoal alguma, só não concordava com poucas coisas.
  7. Mais um equipamento que conheci e aprendi mais uma pouco
  8. ( E ) Te dou razão que o forum serve para debater idéias e compartilhar idéias, e como eu disse, leio o forum praticamente todos os dias porque acredito que o pessoal aqui sempre apresenta coisas novas e informativas Antes de ser bombeiro fui metalúrgico (fazia machados e martelos por desgaste e forjamento), sem gostei de lâminas, participei de torneios de corte (machado e faca, mas no machado era melhor), e agora só uso lâminas por hobby (exceto no serviço), e por isso vim partilhar minha opinião. Quase todo modelo de faca (exceto as puramente artísticas) possuem muita utilidade, depende apenas da tarefa e do operador. E como você disse, a expressão custo/benefício ficou tão comum que acabamos por usar de uma forma não muito adequada, pois para avaliar o custo benefício deve ser considerado também quem vai usar e no que, tanto que por ler este forum acabei comprando uma mora 748 (em 12c27 pelos argumentos apresentados pelo cabraljr) para usar em casa, e pude perceber que é excelente faca para se trabalhar com precisão, principalmente porque não flexiona, e da uma boa precisão de corte, mas nem imagino qualquer bombeiro usando uma dessas no serviço de salvamento terrestre (mergulho não sei mesmo pq ainda não me especializei). Eu leio muita coisa aqui, e na maior parte aprendo alguma coisa nova, acrescento algo ao que eu já sabia um pouco, e poucas vezes não concordo mas me mantenho quieto por não ter tantos argumentos técnicos ou práticos para debater, e no caso de facas desse tipo me senti na condição de argumentar pois a uso quase todos os dias no trabalho (pouco todos os dias para falar a verdade, mas sempre com muita utilidade) e sei das vantagens de uma ferramenta como essas para as atividades que eu exerço. Para acabar com todo esse meu blá blá blá, eu acabei interferindo pois leio um monte de coisas por ai, e acompanhei a discusão em outro forum (inclusive foi apresentado aqui) sobre a impossibilidade de se afiar facas zakharov e ela começou como sendo MUITO difícil de se afiar facas em aço VC 131 temperado, dai difícil virou "quase impossível", e ficou "impossível" rapidinho, isso para várias pessoas que lidam com afiação todos os dias, e tenho certeza que sabem que não é assim as coisas, e ninguém falou nada, mesmo outros cuteleiros, simplesmente porque um cara novo argumentou falando várias coisas desnecessárias e e pessoal passou a acreditar nisso só para esculachar o cara, até uma suposta afirmação de que o Flavio Duprat afirmou que só dava pra afiar metais tão duros usando diamantes e aqui do jeito que a historia começou ia acabar se criando a "verdade", de que facas desse tipo não prestam e ponto, e não é bem assim... Quanto a imbel eu nunca usei e nem vi ser utilizada, mas o seu desenho me seria muito útil, assim como a lobo-guará me é muito útil E quanto ao preço, eu comprei logo que ele acabou de determinar o modelo definitivo, e paguei R$200,00, ela tem 10 polegadas de lâmina, 5mm de espessura, e usa aço Cromo-Vanádio com 0,80 de carbono, com o cabo em celeron.
  9. Concordo tanto com o Trauco quanto com você VDM. Quando disse da possibilidade de usar a faca para tarefas que exigem mais precisão como descascar frutas afirmo que que é perfeitamente usável, porém não é adequada mesmo tenho de concordar. Mas como foi dito por alguns cada lâmina para uma tarefa, mas desde de que isso não te cause mais prejuízo, como mais bagagem a ponto de te atrapalhar. Já quanto ao uso domestico/culinário, dai sim não veja problema algum ter facas para cada tipo de tarefa, ta tudo a mão muito fácil, tanto que tenho várias (maioria por luxo e gosto). Como o assunto do fórum é basicamente o emprego no Bushcraft, entendo que cada um quer usar o equipamento da forma que der maior satisfação, mas vai usar esses equipamentos de forma a realizar tarefas em que o resultado não pode ser outro que não o positivo... muito equipamento exige maior perícia devido a especificidade e muito mais horas de treinamento, ou seja, aumenta consideravelmente o trabalho, e em uma situação de ocorrência de salvamento, não dá pra simplesmente sair, voltar para casa e largar as pessoas esperando por você caso sua técnica não tenha sido suficiente para realizar a tarefa, imagine na selva. Já a satisfação pessoal em adquirir algo, não há argumentos de ordem lógica. Agora chega de ser tão ranzinza , to aqui porque encontrei grandes informações no fórum, coisas que pouco encontro em outros.
  10. Não é a imbel que faz a Lobo-guara não, quem faz é o Ricardo Vilar, o primeiro cuteleiro brasileiro que recebeu o titulo de Journeyman Smiths, e faz as facas para os guerreiros de selva e paraquedistas do exército. Para quem tiver curiosidade segue o link da demonstração que ele fez para o COE da Policia Militar de São Paulo.
  11. Queria compartilhar com todos a minha esperiência com facas, principalmente porque meu conceito de facas diverge um pouco do que é apresentado pela maioria. Falar que uma faca como a imbel não cumpre sua função como faca (que é cortar), e que a geometria de lâmina e aplicabilidade torna o custo/benefício negativo, considero complicado, explico o porque disso. Uso facas praticamente todos os dias no meu trabalho (sou Bombeiro de São Paulo) e uso uma faca muito parecida com a imbel em discução, mas a minha foi feita pelo cuteleiro Ricardo Vilar, é a Lobo-Guara: E digo que para o meu uso diário é a mais adequada, por corta MUITO, tem uma excelente retenção de corte, e cumpri as exigências de facas de aprovação para Journeyman Smith, o mais importante, me economiza equipamentos. Por exemplo, um paraquedista caiu em Boituva e ninguém sabia o local exato onde ele estava, mas era dentro de mata fechada, dai eu pergunto; o que vocês conseguiriam fazer com essas facas e canivetes do tahar, kershaw, opinel, mora, spiderco, e muitas outras que possuem inúmeras qualidades mas não me serviriam para cortar todos os galhos e pequenas árvores para facilitar a passagem das macas, para cortar o arame enfarpado da fazenda mais próxima para passar o paraquedista que estava imobilizado na maca cesto, para não ter que fazer todos os bombeiros (éramos em cinco) erguer um homem de 90 Kg acima da cabeça para passar por cima da cerca, sem movimenta-lo demais (para não agravar suas lesões), isso após andar 1 Km em mata fechada (não em trilha) carregando a maca cesto. Tudo bem que vocês podem dizer que existem ferramentas mais adequadas para essas tarefas, como machados, facões, alicates, mas eu pergunto, quem vai carregar todo esse equipamento em todas as situações independente de usa-los ou não? porque a viatura nem sempre vai estar perto para pega-los de pronto, ou então desgastar mais um bombeiro para retornar e buscar o machado para corta uma árvore de 20 cm que economizaria a montagem de uma tirolesa com a maca? Por isso uso essa faca para tudo. Ela derrubou a árvore de 20cm para que não tivéssemos que atravessar um pequeno vale de 30 metros com uma tirolesa (demorou uns 10 minutos para derrubar, e economizou 1 hora de montagem de tiroleza, e 3 a 4 kg do machado), cortou os arrames na base do golpe e não houve danos ao corte da lâmina ( me economizando um alicate de corte de uma 0,3 gramas) e a faca pesa aprox 1kg. Agora pensem se em 4 horas de ocorrência ela já me poupou carga e retornos para buscar materiais, imaginem em situação de busca e salvamento em florestas (onde o racionamento de recursos e esforços são máximos), uma facas como essa poupa carregar muito material maior ou então muito específico. Por fim dou outro usos para a Lobo-Guara, como criar aberturas em capôs de veículos acidentados, para desligar suas baterias, quebras vidros temperados, rasgar vidros laminados, e para atividades mais específicas tenho um canivete que carrego na bota que é feito em 440c, e é bastante leve e corta de forma fenomenal cintos de segurança, botas de couro de motociclistas que não dá para tirar seus pês devido a lesões sofridas no acidente, e as tesouras que possuímos não cortam. Volto a dizer, claro que cada tarefa há uma ferramenta específica, mas esses tipos de facas, no meu caso, economiza equipamentos, e minimiza retornos para apanhar ferramentas para realização de tarefas que ela realiza sem muitas dificuldades, inclusive cortar mandioca, arrancar o couro de um coelho, limpar uma galinha, ou descascar uma laranja, para isso é só segurar pela ranhura da lâmina que a alavanca fica menor (foi assim que eu fiz, usando essa faca, para realizar essas tarefas, pois foram as tarefas mais exóticas ao meu dia a dia que eu realizei com essa faca), me dando mais precisão (evitando que eu tenha que apoiar um graveto na perna para entalhar, ou então retirar muita poupa de uma laranja ou maça). Eu entendo que muitos podem ler o que eu escrevi e achar que é mentira, tudo balela, ou então começar a criar N condições usando os "claro", "lógico", "porque", "mas" e muitos outros, que servem para criar situações genéricas, porém sem conclusões para o que foi abordado, mas queria deixar claro que todas essas facas que vemos possuem funcionalidades, que são pouco ou muito utilizadas pelo operador de acordo com suas capacidades e necessidades. Por exemplo eu não veja muitas utilidade em uma faca tanto para cortar apenas Tender, uma spiderco para fatiar papel, ou uma mora para fatiar salame, porque é isso o que eu faria com elas, e seu custo benefício para mim seria muito baixo, mas para um usuário mais apto elas seriam realmente aproveitadas em todo seu potencial, tornando assim seu custo benefício alto, ou então para uma pessoa que apenas gosta de lâminas, traria satisfação em ter tais objetos, o que não da para se medir em custo benefício.
  12. Não fica ai sofrendo que só piora Frico Compro bastante coisa pelo Ebay e site de vendas diversos, e já fui tachado em adesivos para minha bike no valor de U$ 2,20, e o frete foi grátis por vir como carta O que ta esquisito nisso ai é que o Tahar manda como pessoa física, dai a isenção de imposto até 50 dólares é aplicada, e se foi esse o caso você pode até pedir revisão de imposto. Mas espero que seja outra coisa... Essa notificação é da sua Kabar e o envio foi feito com down value, por isso tão te cobrando imposto por 40 dólares
  13. Ele não mede na lamina pq esse teste com os durometros deve ser feitos em superfícies e bases paralelas (pode-se fazer suportes mas o suporte não pode ceder nenhum mícron), além de que o teste que ele fez foi HRC (hardness Rockwell Cone), onde a penetração do cone de diamante é muito grande para o fio da lamina (literalmente faz-se um buraco no material de aproximadamente 0.3 mm), além de que para materiais com menos de 3mm não se usa medida HRC, mas sim escala Vickers, pois o HRC provocaria deformação até a base do material, retornando valores incorretos de dureza, além de estragar a lamina ( que foi o que eu acho que ele tentou evitar) Mas se ele não fez tempera seletiva os valores devem ser os mesmos por todo a extensão do material. O que me fez desconfiar do teste é que a superfície de medição não esta polida, e a sujeira (Óxidos que estão encrustados) e a rugosidade (imperfeições do material) alteram o valor para mais, pois o óxido do metal sempre é mais duro que o metal, e a rugosidade aumenta dos suportes laterais.
  14. Exagero mode ON Eita pão duro mineiro. kkkkkkkkk
  15. Não sei se alguém precisa disso mesmo, mas que me deixa babando deixa. Esse tais aços amorfos quando puderem ser produzidos em escala comercial deverão levar as lâminas para outro nível.
×
×
  • Criar Novo...