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joachim.fest

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  1. Grande Viola! 1) Dá para visitar os dois castelos num período do dia (manhã ou à tarde). Mas se voce for sair de Munique, como eu fiz, tem que levar em consideração o tempo de deslocamento...ai leva o dia inteiro...sobra somente o fim da tarde para outra coisa. Não fui na cidade, apenas nos castelos....almocei um Currywurst depois de Neuschwanstein (tava bão!) 2) Ninho da águia: compramos a visita em Salzburg saindo 8h45 e voltando 13h30. Tarde liberada....
  2. Petroval: Se for para conhecer apenas o centro medieval, sim. Se for incluir os monumentos nazistas e o museu da documentação, não. um abraço!
  3. Patrícia: Esperto ter ajudado com o relato. Quanto ao transporte, acho que você tem que levar em consideração o tipo de passeio que você quer fazer. Se for alugar um carro, as estradas são boas e fáceis de dirigir. Se for de trem, tudo bem, pois funcionam com eficiência. As duas opções são boas. Se você quiser ter mais mobilidade entre as cidades, vai de carro. Dentro da cidade eu prefiro andar de metro pois não precisava ficar preocupado com a direção dentro da cidade, o que me deixou um pouco nervoso pois tem muitas bicicletas, a preferência nos cruzamentos é um pouco diferente e eu não queria confusão.... he he he...imagina colidir o carro com um alemão que quer tirar satisfação? Sem contar o prejú da franquia de R$ 1800 do seguro do carro. Se você for fazer apenas Wurtzburg a Munique passando por apenas uma cidade, Friburg, vai de trem. vc fica mais despreocupada... Agora, talvez fica mais em conta, já que voce quer ir de van, se forem mais pessoas.... Ir de carro é uma boa experiência, pois estrada melhor não há. Como você pode ver, não dei nenhuma resposta! Analise ai as impressões que tive, e vejo o que vai encaixar melhor na sua viagem! Quanto aos guias, ajudaram apenas para aquele contato inicial. Sabe? Obrigado, quanto custa, não falo húngaro, não falo alemão, me ajude, por favor, fala inglês?, tem cardápio em inglês, a conta por favor... só isso. O resto, tudo em inglês. Não tem como ser diferente. Mas vale a pena. Sabe o gringo que vem aqui e acha que temos obrigação de falar inglês? Meio chato...se você perguntar na língua local se algém pode te ajudar em inglês já é outra coisa.... Um abraço,
  4. Lembrando que são duas pessoas: Descrição Valor Passagem aérea R$ 4.563,48 Euros comprados aqui (1700) R$ 4.046,00 Seguro viagem R$ 448,02 Hoteis de Nuremberg, Munique, Salzburgo, Vienna e Praga R$ 2.111,48 15 minutos ingles + conversação todas as línguas R$ 60,00 carteira motorista internacional (duas) R$ 213,76 Guia Europa + 15 minutos alemão R$ 111,90 Hotel Wurzburg R$ 203,75 Trem Munique/Salzburg R$ 66,45 Trem Salzburg/Viena R$ 181,26 Trem Viena/Budapeste R$ 98,70 Trem Budapeste/Praga R$ 87,78 Trem Praga/Berlim R$ 182,82 iof´s dos hoteis e trens R$ 42,53 iof's trens R$ 9,78 cadeados para as malas R$ 49,80 remédios R$ 100,00 taxi para aeroporto no brasil R$ 162,00 protect bag R$ 86,00 lanches aeroporto daqui R$ 45,00 ligação hotel praga "o roubo" + compras praga R$ 181,00 Acerto dos euros que pegamos com amigos lá (incluído gps e máquina digital) R$ 3.100,00 TOTAL R$ 16.151,51
  5. já tínhamos reservado a entrada no Reichstag, bem cedo. Nosso último dia na Europa. Nosso vôo de volta é no final da tarde. As entradas devem ser agendadas. Parece que não há visitação de terça a quinta, quando tem as atividades parlamentares. A entrada é suuuuuper organizada. Eles montam uma estrutura específica para conferência de documentação, vistoria por raio x, bem em frente ao prédio. De manhã cedo, o portão de brandemburgo fica uma paz só. dali seguimos para a Dom tem que subir! tiramos a tarde para comprar algumas lembranças e arrumar as malas. Pegamos um ônibus para o Tegel. Conseguimos uns 20 euros de tax free com a compra do GPS e da máquina de foto. O vôo para Frankfurt lufthansa atrasou mais de uma hora, não sei por que. Foi informado o motivo somente em alemão; Chegamos em cima da hora para nosso vôo pra o Brasil. Desta vez, voltamos de Boeing 777; Preferimos o conforto do A330 da ida, que parecia mais novo. As comissárias de vôo pareciam sem muita experiência e paciência. Mal sabiam falar em inglês e tiveram dificuldade para organizar os passageiros na cabine. Novamente o rango tava o fim; Após o jantar já estávamos saindo do continente, passado próximo da costa do Marrocos. Pegamos no sono, quando acordei já estávamos sobrevoando Salvador. Chegamos adiantados em Guarulhos, o sol ainda não tinha nascido.
  6. nosso trem para Berlin parte ás 12h31; previsão de chegada: 17h16 a estação é a mesma que chegamos. Fomos para lá de metro; o trem estava bem cheio. Os bilhetes desta viagem foram entregues na casa dos nossos amigos em Berlin. Assim ficou mais barato. Tínhamos pegado quando passamos lá. De Dresden até Berlin, ficamos sem lugar, pois não tínhamos reservado. Ai continuamos em pé; Ligamos para nossos amigos, que já estávamos nos esperando na Berlin Hbf;
  7. exploramos pela manha toda a região central da cidade velha: prefeitura e relógio astronômico almoçamos um salmão bem mais ou menos perto do Estates theatre; pegamos um bonde até o teatro nacional atravessamos a ponte que fica em frente e caminhamos até o funicular que nos leva até a torre petri (uma réplica da torre eifel) pagamos para subir de elevador. De lá temos esta ótima visão da cidade: descemos de funicular, pegamos um bonde que nos deixo próximo do memorial to the assasins of Reinhard Heydrich (o carniceiro de praga); dali na Dancing House são 3 quadras. cansados, voltamos para o hotel. Jantamos a primeira carne de boi da viagem!!!! Muito bom. Rámová com Dlouhá. Tem as bandeiras do México, Estados Unidos, Brasil e Argentina no prédio.
  8. Pegamos o metrô até a estação Staroměstská; Chegamos até a ponte Carlos. Ficamos um pouco assustados com a quantidade turistas. Chega a incomodar um pouco...mas lugar bonito todo mundo que ir né.... Conhecemos a igreja de são Nicolau seguimos pelas pequenas ruelas até o castelo. Pegamos a troca da guarda 12 hs; entramos na catedral de são vito. compramos para entrar na “viela dourada”. Horrível. Pega turista. Uma ruazinha looootaaadaaaa de gente querendo ver as casas dos ourives. Achamos que não vale a pena. linda vista da cidade: (deste lado do rio) do outro lado precisamos trocar mais dinheiro. Troquei num hotel ali mesmo. Cambio sinistro....nunca vi melhor... viva o paralelo!!! Visitamos o castelo. Compramos ingressos para um concerto na escola de música; marcado para 18 horas. Após, comemos uma pizza ali. Em baixo da igreja
  9. o nosso trem sai 5h25 da manha rumo a praga. Previsão de chegada: 12h58; o trem era beem pior que os outros. Estava vazio. Reservamos um táxi no hotel que nos deixou na mesma estação que chegamos. Chegamos um Praga.. Trocamos alguns euros pelas coroas locais numa taxa fura-olho só para pegar o metro e comer alguma coisa. Comemos um fast food, pegamos o metro para nosso hotel: City Central De Luxe. R$ 423, 3 diárias; Horrível hotel. Atendimento péssimo. Café da manhã sofrível. Não recomendo. Sabíamos que o hotel de Praga seria o pior, pois tivemos dificuldade de encontra hotel perto da faixa de preço. O quarto até que era tolerável, mas o atendimento é que matava: para ter uma idéia, tive a “excelente” idéia de trocar um dinheiro no hotel, por que o cambio ali estava razoável. A conta que o camarada fez ali só ele entendia.... Demos um role pela praça Wenceslau, mas o tempo estava muito ruim: frio e chuva. Trocamos os euros num cambio decente por ali. Mas mediante negociação. Como eu troquei para os 3 dias... Pegamos o metro para área central, já era noite. jantamos num restaurante de um tio velhinho, que fica num beco. Comida típica.
  10. andamos até a Ponte Széchenyi Lánchíd, a ponte das correntes; pegamos o funicular até o castelo de Buda; demos sorte novamente: + uma feira de vinhos inesperada, no castelo de Buda!!! Conhecemos a igreja de são Matias e o Fishermen's Bastion para quem gosta de segunda guerra, vale a pena o meuseu “hospital in the rock”; lá também foi um abrigo, caso desencadeasse uma guerra nuclear. Visitas guiadas em inglês. a tarde, tentamos ir nos banhos da Szechenyi; não gostamos, por isso não entramos. A praça dos heróis fica ali pertinho. voltamos para o tomar um banho. Já tínhamos comprado no próprio hotel ingressos para passeio noturno no Danúbio; acho que foi o melhor passeio da viagem; bebida incluída. Áudio guide em português que conta a história da cidade e das construções próximas ao rio. Aproximadamente 1h30 de duração; 20 euros por pessoa. (se cobrassem o dobro estava bem pago...)Inesquecível; mais romântico, impossível!!! jantamos um peixe num restaurante ali nas margens. Tivemos um problema com o troco. NÃO DEIXE DE CONFERIR!
  11. acordamos cedo para visitar o parlamento; portão X (dez), se não lota. Tem um segurança que organiza a entrada para na praça para se comprar os bilhetes. Incrível, ele não fala inglês. Nada. O negócio é meio zoneado. Mas compramos. No bilhete tem o nosso horário. Compramos a vista guida em espanhol. Aproveitamos o tempo que tínhamos antes da entrada para conhecer as construções ali em volta como o museu etnográfico e a Basílica de São Estevão: O parlamento: Pegamos o bonde, comemos um fast food perto da estação Jászai Mari ter. fizemos uma visita guiada na casa de ópera que é espetacular. Pegamos um ônibus para chegar até a citadella novamente. Olha que beleza de condução: mas a vista compensa, se morássemos em Budapeste, eu subiria ali todo dia: visitamos o bunker da segunda guerra, que fica localizado nesta área estratégica, a entrada é uma pechincha: bem montado o local. Diz muito sobre o papel da cidade na segunda guerra: descemos a pé por outro lado até a ponte Elizabeth. Pegamos o bonde. Jantamos ali perto do hotel mesmo.
  12. nosso trem para budapest parte às 12h09, duas horas de viagem; saimos da estação Meidling, que é pequena, mas bem confortável e organizada, para chegar lá, pegamos o metrô; Chegamos em budapest e ficamos assustados com a estação: bem velha mesmo. Dava um ar de sujeira, coisa velha. Tipo os tempo áureos se passaram e a casa caiu...sem contar um auto-falante em húngaro que parecia o anuncio do trem rumo a morte...he he he... Sabe aquele ar de rodoviária? Povão mesmo? Mas o prédio é muito bonito... Ce fica mais esperto, mas, engraçado, sentimos uma sensação de segurança apesar de tudo isso; Me pareceu familiar... parece que estava perto de casa... Ouvi dizer que Budapeste é o Rio de Janeiro da Europa... Tínhamos que pegar nossas passagens para Praga, que é o nosso próximo destino. Como o trem sai ás 5h25, queríamos resolver desde já. Compramos a passagem no site da empresa local (Móv). Foda é que o site está disponível somente em húngaro. Ai rolou um google tradutor que nos salvou. Poderíamos ter comprado em outros site, porém é beeeem mais caro. Mas bastou inserir na máquina da empresa na estação os números da reserva, que nossas passagens eram impressas. Trocamos um dinheiro com cambio desfavorável só para pegarmos o metrô; Nos meus planos eu ia pegar um metro na estação Keleti pályaudvar para chegar o hotel. Acontece que ela estava em reformas... Andamos alguns quarteirões até a próxima estação, fizemos a baldeação e chegamos ao nosso hotel; Star in budapest. Exelente! Não tinha o quarto que reservamos. Nos deram um up-grade. Ótima localização, bom atendimento, café da manhã beleza; Hotel bem central, não tivemos dificuldade em trocar euros por florins a preço justo. R$ 476, 3 diárias; A cidade é muito interessante. Tem personalidade. Ainda dá para sentir os anos da influencia do socialismo: a velocidade do progresso é bem menor que no regime capitalista. Além disso, com o fim da URSS, quem era socialista ficou por conta própria. O que deu uma empobrecida geral. Como resultado, você percebe uma diminuição no padrão de vida, sem comparado com a Alemanha e Áustria. Pela primeira vez vimos conferência individual de tickets do metro. Ou seja: a galera de lá quer dá o tombo no transporte e viajar sem pagar.... E tem placas informando que você pode ser fiscalizado tanto na entrada quanto na saída da estação. O que era comum ocorrer. O metro é horrível. O da linha amarela então dá até vontade de rir....parece um trenzinho do parque de diversões. Que andar super lento e vai arrastando pelos trilhos. As estações são estratégicas, por isso usamos bastante. Comprávamos os tickets de 24 horas. Olha a diferença: enquanto os metrôs que pegamos nas cidades anteriores (Berlin, Munique e Viena ) a validação é feita nas máquinas, aqui a funcinária escreve, a caneta, a data e a hora. Mas o melhor meio de transporte são os bondes; quem nos deu esta dica foi um brasileiro de Campinas nos abordou na estação quando namorávamos o mapa do metro: “estão precisando de ajuda?” quase morri de susto! Ele nos mostrou o trajeto da principal linha. Saímos do hotel, pegamos o metro e chegamos no mercado. O tempo não estava muito bom. Atravessamos o Danúbio pela ponte da liberdade. até o termas Gellért Hotel; subimos a pé até a citadella. Uns 20 minutos. Já estava no fim da tarde. Lá tem um forte usado na segunda guerra. É a melhor visão da cidade. esperamos um pouco até as luzes acenderem: voltamos pelo mesmo caminho a noite, a cidade tem um charme a mais. jantamos na Váci utca. Tem váaarios restaurantes....como turista brasileiro ali é mato, até achamos até garcon que enrola o português; pedimos um Goulache e um vinho branco que estava uma delícia....tinha um pessoal tocando música erudita para os clientes. Voltamos para o hotel. A cidade tem uma áurea de boemia...
  13. acordamos cedo, pegamos o metro e fomos para o Schönbrunn; tem vários “pacotes” de entrada. Compramos o que dá direito a subir na Gloriette, vistar o palácio (áudio guide), jardins laterais e labirintos; sensacional o passeio!!!!! Pegamos o trem até a karlplatz. Andamos por ali e achamos um lugar para almoçar beleza!!!! Fica perto da casa de ópera, não me lembro o nome. Visitamos a Karlskirche; vale muito a pena pegar o elevador e ver de perto as pinturas domo central. Apesar de dar um medo danado pois fica balançando um pouco e é tudo andaime, sem contar que é alto pra cacete. Saca só: andamos até o belvedere. Não entramos. O interior dos castelos são parecidos. Como já tínhamos visto o Schönbrunn pela manhã, ficamos só na área externa, que é maravilhosa também. amanhã seguimos para Budapeste; em geral, achamos o jeitão do austríaco meio confuso. Eles impõem regras de funcionamento para as coisas, assim como os alemães, porém, as flexibilizam como nós, brasileiros. Ai fica confuso. Por que, no nosso caso, já partimos do pressuposto que as regras serão flexibilizadas, já os austríacos acreditam que vão seguir as regras, mas não seguem...e insistem nisso...
  14. pegamos o metrô para o centro para ver o que faltava: compramos ingresso para ver a escola de equitação espanhola! Que bosta! 11 euros por cabeça.... fiquei revoltado.... uma zona completa.... eles vendem que é uma puuuuuta apresentação....a gente espera uma “adestração” clássica dos cavalos... mas na verdade pode-se visitar apenas o “exercício matinal”.... resumo: fica todo mundo em pé, o negócio é lotado.... eles não tem controle que quem entra e quem sai...e fica os caras dando volta com os cavalos....ri-dí-cu-lo; sai de lá muito puto (o que salva é o interior do prédio, que é muito bonito. Só. Mas não vale 11 pilas européias por cabeça) ainda tinha muita coisa para ver ali no centro, como os jardins do hofburg; vistamos o museu de historia natural e almoçamos uma massa lá. Casa de ópera, que não deu para entrar volkstheater ás vezes, não dá para ler o cardápio mas a cerveja eu seu pedir voltamos para o hotel, tomamos um banho e fomos para o Prater de metrô comemos por lá mesmo. Em geral, o parque é bacana, mas não dá uma sensação de segurança não. Nada do que se espera do Brasil, mas sendo estando em Viena...
  15. nosso trem para Viena saía 12h01. tomamos um capuccino na estação e comemos um sanduíche no trem; custou R$ 181,26 (o trem, claro); Uma zona!!! Muito cheio o trem...uma selva para encontrar lugar, para entrar. É comum pessoas viajarem em pé. Fiquei horrorizado.... mas o trem era bem confortável e rápido a estação que chegamos em Viena é péssima (Westbahnhof). Parece que estão construindo outra. Mas é perto do hotel (400 m); ficamos no íbis; R$ 586 (3 diárias). Beleza! Café da manhã muito bom, atendeu! Compramos o “vienna card” no hotel, que nos dá passe livre em todos os meios de transporte e descontos em algumas atrações. Pegamos o metro e fomos direto para a Stephansplatz, onde fica a Stephansdom; Ficamos assustados com a quantidade de turistas. Chegou a incomodar. Também achei muito desagradável a quantidade de gente vestido de Mozart querendo vender bilhetes para concertos; Pedinte mesmo. Toda hora ce tem que falar: “não, obrigado!” nos deu uma impressão ruim. Tivemos uma sensação de insegurança em Viena. Estranho que recentemente foi eleita a melhor capital do mundo para se viver; Procuramos o Anker Clock (hoher markt) ichi, começou a cair uma chuva sinistra, foi bom para tomarmos um café. Construções espetaculares em Viena é mato, ce fica até meio tonto, a cidade é toda assim: Como o parlamento: o Burgtheather e a prefeitura: hofburg, Ringstraße, museum for aplied arts, museum of fine arts, natural hitory meseum; o metrô te leva em qualquer lugar. Fizemos com Berlin: comprávamos o passe para o dia; Comemos uma pizza sinistra atrás do hotel. Só tinha a gente lá. Estava passando Alemanha x Áustria pela Eurocopa. A Alemanha deu uma coça de 6 x 2. Os garçons ficaram putos pra caralho....
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