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Doug_Ju

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Tudo que Doug_Ju postou

  1. Ainda não. vi alguns esquemas com algumas variações, então não cheguei a conclusão nenhuma
  2. Valeu Silnei! Já vi todo o pdf! Vi que o cara fez uma adaptação em uma Partner. ficou massa.
  3. Valeu Silnei! Eu vi alguns reviews de donos, mas ainda fiquei em dúvida quanto a esses carros com a adaptação de motorhome. abraços!
  4. Olá pessoal, Estamos planejando adaptar um carro em motorhome e o projeto elétrico me deixa em dúvida. O que precisamos para suprir a necessidade de iluminação e das tomadas (2 notebooks, carregador de celular e de 3 câmeras/filmadoras)? Se alguém puder ajudar com os esquemas do projeto, fico muito grato. Abraços,
  5. Olá pessoal, Estamos começando a planejar uma viagem de carro saindo de São Paulo, passando pelo Uruguai, Argentina (até Ushuaia), Chile, Peru e Bolívia. Vamos adaptar um carro com mobília, mesa para 2 computadores, cama para 2, sem cozinha, com sistema de energia. Vamos fazer uma forração térmica, pois talvez dormiremos nela. A ideia a princípio é ficar em hotéis e hostels. Pensamos até o momento na Berlingo, Partner ou Kangoo. Por favor, me ajude com os prós e contras de cada um deles. Abraços!
  6. Tenta passar o domingo aqui para ir na Avenida Paulista. Ela fica fechada para carros e vira um 'parque'. Tem artistas de rua, barracas de comida e artesanato, food truck, etc.. É bem legal
  7. Eu recomendo a Lima Tours. Fiz com eles a trilha Salkantay http://www.melevadeleve.com/tag/diario-de-viagem-trilha-salkantay/ Com relação ao preço não sei te dizer qual é melhor.
  8. Oi Bruno, A Real Seguros tem um comparativo que ajuda bastante, mostra os preços e as coberturas de vários planos. Olha aqui https://www.seguroviagem.srv.br/?agency=685 Abraço!
  9. Oi Kim, De toda a sua lista só fiz a trilha da lagoinha do leste, então só tenho uma coisa a dizer: Não tire ela da sua lista
  10. Cusco foi a capital do antigo império Inca e é a porta de entrada do Vale Sagrado. Muitos visitantes apenas a usam como passagem com direção a Machu Picchu (assim como eu fiz), mas a mistura de civilização pré-colombiana com toque colonial espanhol merece alguns dias da sua vida. E sua vida merece alguns dias de Cusco! Vou contar no post o que eu fiz e o que pretendo fazer com calma na próxima vez. Quando eu voltar com a Jú com certeza o ritmo será outro, pois é uma cidade ideal para o slow travel. Após uma rápida passagem por Lima embarquei para Cusco. 1h20 de voo e pronto, toda a realidade se alterou de forma abrupta. Continuar lendo no link http://www.melevadeleve.com/cusco-uma-cidade-de-tirar-o-folego-literalmente/
  11. Quem tem wishlist de viagem sabe bem como é a sensação de visitar um destino que a anos está no topo da lista. Então, foi essa sensação que me tomou quando eu embarquei para o Peru. Uma pena que eu fui a trabalho e a Julia ficou no Brasil. Mas mesmo assim não deixou de ser uma viagem incrível, só não foi perfeita. O meu roteiro no Peru foi metade do primeiro dia em Lima, depois 1 dia em Cusco e no dia seguinte já começou a caminhada da Trilha Salkantay. 4 dias na trilha, 1 dia em Machu Picchu com 1 noite em Águas Calientes, volta a Cusco e mais 2 dias em Lima (1 deles trabalhando). Pensei em escrever diário de viagem, mas vou fazer diferente. Começo então com o que eu visitei em Lima, juntando os dias antes e depois de Machu Picchu. Continuar lendo no link http://www.melevadeleve.com/roteiro-de-2-dias-em-lima-peru/
  12. Tem Uber em BUE faz alguns meses. Gastei 110 pesos do Aeroparque pro microcentro (na diagonal norte perto do obelisco). Isso deu 7,33 dólar pela corrida, e não por pessoa!!
  13. Iago, viu aqui? http://www.melevadeleve.com/wp-content/uploads/2016/02/Centros_de_Orientacao_de_Viajantes.pdf Abraço!
  14. Kelli, com 10 dias é melhor se concentrar em 3 lugares. Bangkok: 2 ou 3 dias inteiros para fazer Grand Palace, Buda Deitado, Buda Esmeralda, Wat Arun, Khao San Road a noite, tour para o Mercado Flutuante, tour para Ayuthaya. Se fizer mercado flutuante e Ayuthaya daí são 3 dias de muita correria, super cansativo. Chiang Mai e Chaing Rai: 3 ou 4 dias, dependendo do seu interesse por natureza e cultura/religião. Praias: quantidade de dias varia muito e é muito pessoal, tem gente que gosta de praias cheias, tem gente que gosta vazias. Tem gente que quer só descansar, tem gente que quer fazer várias atividades. Acho imperdível o passeio de bote no Phang-Nga Bay National Park. Nós ficamos lá 27 dias e algumas cidades foram bem corridas. Dá uma olhada aqui http://www.melevadeleve.com/tailandia/
  15. Ícaro, Vamos te falar sobre o peso da mochila. Sobre quanto levar de dinheiro é bem subjetivo. Depende de quanto tempo você vai ficar, onde pretende se hospedar e que atividades vai fazer. Cuidado com as listas de bagagem que você encontra na internet. Faça você mesmo uma lista com todos os itens que você levaria, para todas as situações imagináveis na viagem. Pra isso você vai ter que pesquisar bastante aqui no forum sobre o destino. Espalhe tudo organizadamente pela cama para poder visualizar toda a bagagem, assim fica mais fácil perceber os excessos. Comece a tirar os itens de pouca utilidade e os repetidos para diminuir o peso. Depois veja quais itens podem ser usados em 2 ou mais situações diferentes. Dê preferência aos itens multiuso. Por exemplo: Pense se vale a pena carregar uma bota de caminhada extra para usar apenas alguns dias. Leve um tênis mais robusto que possa ser usado na cidade e na trilha. Pense que as blusas finas podem ser sobrepostas no frio ou usadas individualmente nos dias amenos, então, evite jaquetas muitos grossas que serão usadas poucas vezes. Se você olhar um item e pensar ‘pode ser que eu use algum dia’, esqueça, já pode tirá-lo da lista, pois provavelmente você não irá usá-lo. Mas seja realista nesse momento. Lembre-se que há lavanderias por toda parte, se não tiver no hostel ou no hotel, é provável que tenha na vizinhança. Então, diminua a quantidade de camisetas e prefira as calças com tecido que seca rápido. Espero ter ajudado. Abraços de Douglas e Júlia!
  16. Doug_Ju

    Top 5 Pratos Típicos

    [t1]Meus Top 5 Pratos Típicos são:[/t1] [t3]1º Lugar[/t3] Khao Pad ou Pad Thai (Tailândia). arroz frito, com legumes [t3]2º Lugar[/t3] Amok (Camboja). Peixe cozido no leite de coco e curry, servido com creme de leite dentro de um coco [t3]3º Lugar[/t3] Nasi Goreng (Bali). Arroz frito com legumes, ovo frito e uma espécie de 'baconzitos' [t3]4º Lugar[/t3] Nasi Lemak (Malásia). Arroz cozido em leite de coco, com amendoim frito, peixinho frito, ovo cozido e molho de pimenta [t3]5º Lugar[/t3] White Rose Dumpling (Hoi An, Vietnã). Pastelzinho de massa branca quase transparente em formato de rosa, recheado com camarão
  17. Doug_Ju

    Índia

    Nathyogi, Isso é para você ir se preparando para a Índia de verdade Lá sim, o que você passou no consulado vai se multiplicar. Vai praticando a paciência...
  18. Silnei, dá uma ajuda aqui pra imagem ficar legível. Abraço! [picturethis=http://turismobackpacker.com/wp-content/uploads/2012/12/infogr%C3%A1fico-4-perfil-dos-mochileiros-brasileiros.png 640 1900 Infográfico][/picturethis]
  19. Desculpa aí gente, uma 'sucessão de erros' fez a gente demorar a publicar os outros gráficos aqui. Agora vai... [picturethis=http://turismobackpacker.com/wp-content/uploads/2012/12/infogr%C3%A1fico-4-perfil-dos-mochileiros-brasileiros.png 640 1900 Infográfico][/picturethis]
  20. Nossa, que vergonha responder depois de tanto tempo... É verdade Xaliba, cada um respondeu conforme o que acha do próprio nível de inglês. É bem claro que nem todos que terminam o curso de inglês no Brasil são fluentes. Melhor do que saber contar piada em inglês é conseguir entender para não ficar com cara de tacho
  21. Pessoal, não esquecemos o resultado não. É que o tempo anda curto. Mais um pouco dos resultados... Silnei, dá uma ajuda na imagem para ficar legível [picturethis=http://turismobackpacker.com/wp-content/uploads/2012/11/infogr%C3%A1fico-perfil-2.jpg 640 1900 Infográfico][/picturethis]
  22. Benefício número 2 de fazer um mochilão: Adaptabilidade Viajar, por si só, já traz um enorme aprendizado de adaptação às condições antes desconhecidas, como as novas culturas, novos costumes, novos hábitos alimentares, novas situações causadas pelo idioma, entre outras. Porém, se for uma viagem independente, auto-planejada, o viajante poderá se beneficiar ainda mais da experiência de viajar e de se adaptar. O mochileiro planeja todas as etapas da viagem, portanto, caso aconteça um imprevisto, precisará se adaptar e resolver a situação de alguma forma. Normalmente é necessário encarar de forma ativa ou procurando alguém que possa auxiliá-lo (diferente de apenas telefonar para o agente de viagem). No caso de uma viagem feita com pacote, ao menor problema, a tendência é que o turista telefone para alguém (normalmente a agência de viagem) para resolver o problema, seja simples ou complicado. Por um lado isso é ótimo, você não precisa se preocupar nem se estressar com os problemas, mas se você chegou a este post por ter se interessado pelo título, consideramos que você é um jovem dependente dos pais, por isso acreditamos que um pouco de adversidade pode ensinar muitos valores a você. Além disso, os turistas que viajam com pacotes, também chamados de turistas institucionalizados, tendem a buscar situações mais conhecidas e a evitar experiências realmente autênticas. Dessa forma não precisam se adaptar às novas situações tanto quanto os mochileiros. Adaptação à alimentação Em um mochilão é muito provável que você se alimentará em restaurantes populares e terá que escolher entre os pratos normalmente consumidos pela população (sim, existem restaurantes turísticos que servem a mesma comida que você tem em casa). Mas se você só come arroz, feijão e bife, terá que se adaptar a comer outros pratos com outros temperos. Talvez você não goste, mas será um bom argumento para você convencer seus pais. Adaptação aos meios de transporte É muito provável também que você terá que usar vários tipos de transporte, que pode ser desde um táxi normal a uma bicicleta adaptada com uma cabine para passageiro ou transportes coletivos. Se você está acostumado a depender de alguém para te levar de carro, é uma grande adaptação. Seus pais vão gostar de saber que você vai aprender a se virar. Adaptação à comunicação Talvez você encontre pessoas que não falam perfeitamente as mesmas línguas que você fala. Para alguns pode ser péssimo, mas há aprendizado nisso. A adaptação, nesse caso, é aprender a fazer mímicas, encontrar outra forma de explicar as coisas, pensar em frases mais simples. Adaptação à cultura local Para não ‘dar bola fora’ nem ofender a cultura local, você terá que prestar atenção aos costumes e se adaptar a eles. Sim, você é que tem que se adaptar ao lugar e não o contrário, como muitos turistas pensam. Isso é muito positivo, você aprende a se adaptar a qualquer situação e você cresce com isso. Na Índia, por exemplo, viramos vegetarianos temporariamente. No Japão, nem pense em usar o jeitinho brasileiro. Adaptação à outras condições de conforto Pode acontecer de você não encontrar nos hotéis e hostels o mesmo conforto que você encontra na sua casa. Talvez o colchão não seja do jeito que você prefere, o travesseiro seja alto demais, o banheiro seja diferente, não haja no quarto o espaço a que você está acostumado. Aprendizado Parece bobeira e muitos não ligam para tudo o que uma viagem pode ensinar sobre adaptabilidade, mas ela trás muitas coisas positivas para a vida pessoal e profissional. Leia com atenção novamente, reflita e comece a juntar outros exemplos da sua vida pessoal para melhorar seus argumentos para poder conversar melhor com seus pais sobre o assunto.
  23. Texto adaptado do post no nosso blog (http://www.turismobackpacker.com) Esse tópico foi intitulado “Como convencer seu pai a deixar você fazer um mochilão”, mas poderia ter sido “Benefícios pessoais e profissionais de fazer um mochilão”. Se fosse o segundo título, provavelmente você não iria ler, certo? Então, você quer muito fazer um mochilão, mas seus pais não deixam? O que você falou para o seu pai? Simplesmente que você quer? Que toda a galera faz? Não culpe seu pai por não deixar, pois ainda há muitos preconceitos sobre as viagens de mochilão. E se ao invés de pedir, você conversar com seus pais e argumentar sobre os benefícios pessoais e profissionais que fazer um mochilão pode trazer a você? Muito melhor, não é? Benefício número 1 de fazer um mochilão: Aprender a criar projetos Ser mochileiro é planejar as etapas da viagem. Nada de comprar pacote pronto, pois dessa forma você perderá o benefício número 1, que se aprender ao planejar uma viagem. Ao planejar uma viagem você desenvolverá algumas habilidades muito apreciadas pelas empresas e empregadores: a habilidade de criar projetos. Sim, seu mochilão é um projeto, que precisa ser muito bem planejado do início ao fim para que seja um sucesso. O que é um projeto? Levando em conta o universo da Administração, ‘projeto’ é: utilizar de forma coordenada os recursos humanos, financeiros e materiais, em um período de tempo predeterminado e limitado para alcançar objetivos tangíveis e únicos. O que isso tem a ver com mochilão? Vamos lá… Os recursos humanos Você é o recurso humano, você precisa planejar como você se utilizará de você mesmo, como cuidará de você mesmo durante a viagem. Quais vacinas é preciso tomar para entrar no país? Como é a alimentação nos outros países? Quanto seu corpo agüenta de caminhadas por dia pelos pontos turísticos? Seu corpo agüenta noites mal dormidas em ônibus ou trens noturnos? Você precisa se conhecer e planejar seu projeto baseado no seu ‘recurso humano’. Pode parecer que não, mas isso é gestão de recursos humanos! Os recursos financeiros Em um projeto, é preciso saber como obter os recursos financeiros necessários e como esses recursos serão gastos durante a execução do projeto. Como você vai obter recursos financeiros? Quanto você consegue juntar por mês? Quanto você vai gastar por dia em cada cidade? Quanto custa a documentação para ir ao país escolhido? Quanto custa a passagem aérea, os transportes e a hospedagem? É melhor economizar nos restaurantes ou dá para experimentar restaurantes mais caros? Essas são algumas perguntas de um mochilão que desenvolvem habilidades de planejamento financeiro, importantes também à gestão de projetos empresariais. Recursos materiais Os projetos empresariais dependem muitos dos recursos materiais. Não se pode desperdiçar os recursos nem deixar faltar. No primeiro caso haverá desperdício de recursos e, conseqüentemente, de dinheiro. E no segundo, o sucesso do projeto pode depender dos itens que faltaram. E no mochilão? Você precisa planejar bem o que levará na mochila! Não existe resposta pronta, tudo depende do seu projeto, da sua viagem. Só para citar um exemplo, vale a pena levar guias de viagem? Será um peso desnecessário? Depende para onde você vai e o que mais você precisará levar. Planejamento de viagem Planejamento de viagem Período de tempo Projetos também se caracterizam por ter período de tempo predeterminado. Claro que você pode mochilar por meses ou anos sem data para ir de um país a outro, mas nesse caso a viagem não é mais um projeto, e sim um estilo de vida. Há diferenças. Os projetos empresariais precisam ter o período pré-estabelecido para que possa ser calculada a necessidade de recursos humanos, financeiros e materiais, e para que se possa estabelecer objetivos e metas. Planejando um mochilão, é possível desenvolver essa habilidade de equilibrar os componentes no espaço de tempo pré-determinado, para melhor atingir os objetivos. Cria-se para isso um cronograma (muito importante em projetos empresariais), ou seja, um roteiro do mochilão, prevendo dia a dia onde você estará, quanto gastará e o que fará. Claro que esse cronograma pode ser flexível. Objetivos tangíveis Projetos são criados para atingir objetivos tangíveis que façam a empresa lucrar mais ou fortalecer sua marca. E no mochilão, quais são os objetivos? Se você não tem um objetivo bem claro e só quer tirar foto nos pontos turísticos ou ir a todas as baladas, talvez seus pais continuem não deixando você fazer um mochilão. Pense em algum objetivo que possa ser alcançado durante a viagem e que tenha utilidade para seu futuro pessoal ou profissional, assim ficará mais fácil convencer seus pais. Que tal objetivos como: Quero aprender a me virar sozinho. Quero treinar meu segundo idioma. Quero me auto-conhecer para poder descobrir minha vocação profissional. Depois de você ler tudo isso, o que você acha? Será que dá para melhorar os argumentos para convencer seus pais a deixarem você fazer mochilão?
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