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FernandoMG

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  1. Agora que eu me toquei que seria hoje a viagem relâmpago da Julia. Pra complicar o passeio dela, ela ainda terá que enfrentar aquele caos que está ocorrendo nas estações de trem das duas cidades, principalmente na de Budapeste, especialmente porque ela estará fazendo na volta exatamente o segundo caminho mais desejado pelos refugiados. Eu não arriscaria ir, não dá pra garantir que os trens de Budapeste para Viena estarão funcionando normalmente na hora de voltar.
  2. Eu também acho que apenas passar o dia em Budapeste não vale à pena, mas isto de valer ou não à pena depende muito do interesse de cada um durante uma viagem. Se for só para marcar no mapa a cidade como "estive lá" e fazer algumas fotos, tudo bem, mas vai ser uma correria danada se quiser fazer o roteiro indicado pelo juliad. As atrações em Budapeste são distantes umas das outras. Para desfrutar minimamente os locais citados pelo juliad no mesmo dia eu acho que seria possível somente se usar o transporte público porque a praça dos heróis está a uma boa distância da estação de trem que recebe os trens de Vienna e ambas são longe do castelo e do parlamento que também não são próximos entre si. Eu fiz isto tudo a pé (e mais outros lugares), mas fiz em 3 dias. Pra ver como os interesses numa viagem variam de pessoa para pessoa, eu prefiro o bate-e-volta a Bratislava que tem menos locais pra visitar, sem deixar de ser bem charmosa, e um dia é mais que suficiente.
  3. Adriano, deu uma pesquisada no Maps como seria um roteiro de carro relacionado com sua sugestão. Aparentemente ficou melhor, sob o ponto de vista de distância dos deslocamentos, assim: Praga - Cesky Krumlov - Hallstat - Salzburg - Passau - Pilsen - Praga. Deve ser um passeio muito interessante. Deu um total de 820 km. Uma dúvida que surgiu é que passaria por 3 países. Você sabe dizer se um aluguel de um carro em Praga nestas condições é viável?
  4. dani, eu comprei o bilhete numa máquina numa estação em Viena no dia da viagem. É tranquilo. O único detalhe é que o bilhete não podia ser comprado nas máquinas das estações de Viena por onde eu passei. Tive qeu comprar na estação própria estação onde eu pegaria o trem pra Bratislava, meia hora antes do horário que eu queria. Foi muito tranquilo. E fomos a pé da estação de trem de Bratislava para o centro histórico. Realmente a estação (e principalmente o entorno) dela assusta a gente chegando de Viena, mas não tive nenhum problema.
  5. Adriano, sua sugestão de Salzburg é indo a partir de Cesky Krumlov, certo? Fiquei curioso e fui até olhar no mapa. Mas só parece viável de carro, correto? Pretendo ir a Praga novamente com ida a Cesky Krumlov. Na minha ida a Munich que tinha Salzburg no plano não deu pra ir por causa da previsão (acertada) de chuva nos dia possíveis de ir. Salzburg ficou pendente. Mas na minha pesquisa rápida agora fiquei com a impressão de que não compensaria voltar a Praga de lá porque é bem longe. Quase 400 km.
  6. Pessoal Voltei de viagem, e contei sobre um golpe que quase caímos no meu relato. Renatat, eu nunca respondo a uma abordagem de algum desconhecido perto de uma casa de câmbio, nem se for feita na língua portuguesa. Sempre finjo que não é comigo e sigo em frente. Eu possivelmente teria tido problemas em Praga se tivesse dado atenção à pessoa que me abordou próximo de uma casa de câmbio. Acho que relatei aqui o problema. Desculpe, mas eu acho que você foi inocente no caso da casa de câmbio. Existem alertas sobre problemas referentes a câmbio de moeda em países estrangeiros em muitos fóruns, inclusive aqui no Mochileiros. Aliás, o problema é comum em cidades de muitos países, não é exclusivo de Praga. Talvez sejam pouco comuns os relatos sobre os países que usam Euros, por exemplo, porque temos a chance de comprar euros aqui no Brasil e não temos que nos preocupar com isto no exterior.
  7. Em Budapeste eu fiquei com minha família no Medosz Hotel. Muito bem localizado, além de bom e melhor preço que encontramos para hospedagem em família. Ficamos num quarto estilo flat, 2 quartos e sala. Tudo novinho. Bom café da manhã. Gostamos muito e ficaríamos novamente. Em Viena o hotel mais em conta que encontramos com boas recomendações foi o Hotel Admiral. Bem localizado, prédio muito antigo, quarto enorme. Nós estávamos em 4 pessoas, o que restringe as opções. Como você vai estar num grupo de 3 pessoas, terá mais opções de hotel com preços razoáveis.
  8. Lembro que as taxas que paguei para fazer minha PID não foram tão baratas não, mas considero que a PID seja como o seguro saúde, a gente faz por precaução, embora ninguém faça questão de precisar usar. Por tudo que já li em fóruns, policiais corruptos não são como jabuticabas que só existem no Brasil, logo não é bom dar chance ao azar. O curioso é que na primeira vez que viajei para o exterior, fui a trabalho pela empresa em que eu trabalhava na época. A empresa providenciou tudo, inclusive a reserva do carro pra mim lá (EUA). Peguei o carro no aeroporto e andei 7 dias por lá, inclusive fazendo pequenas viagens no oeste do país. Não tive problema algum (porque nunca fui parado). Alguns anos depois fui a lazer, retirei um carro no aeroporto e viajei pela Califórnia de carro por 8 dias sem a PID. Somente há 3 anos atrás eu li pela primeira vez sobre a PID em fóruns de discussão sobre viagem. Fiquei impressionado com os riscos que eu corri. Fiz a minha PID e viajei 3 vezes depois disto sem a certeza se alugaria um carro. Realmente não aluguei, mas não alugaria mais sem ter a PID em mãos. O chato é que a validade dela é amarrada à validade da CNH. Sendo assim, para quem tem mais de 40 anos de idade as renovações e os gastos passam a ser frequentes.
  9. FernandoMG

    Munique

    Caio, sinceramente eu não saberia dizer. O que vimos de Fussen foi o pouco que observamos durante o translado no ônibus que pegamos na estação de trem até próximo ao cento de visitantes. E a cidade pareceu bem simpática. As crianças estavam cansadas e ficamos achando que complicaria depois se elas dormissem no trem durante a volta pra Munich porque não teria tempo suficiente e elas acordariam aborrecidas em Munich para irmos até o hotel. Seria melhor você considerar a opinião de alguém que esteve na cidade. Mas se você sair de Munich mais cedo do que nós, certamente sobrará tempo para passear em Fussen sem precisar pernoitar lá. Nós pegamos um trem em Munich alguns minutos antes de 09:00h para podermos usar o Bayern Card em dia útil, algo que nos permitiria economizar muito com as passagens.
  10. Rodrigo, olhando as fotos da minha viagem vi que no fundo da foto que tiramos junto com a estátua do soldado de Napoleão há uma placa de propagada de sushi em frente a um restaurante. Certamente existe mais de um restaurante japonês por lá, mas se você não achar o que foi citado pelo João, se o restaurante que ele citou não for este que eu vi e se você quiser muito comer um sushi lá, basta procurar o soldado na praça Hlavné Námestie.
  11. FernandoMG

    Munique

    Caio, fiz um bate-volta a partir de Munich saindo às 9 da manhã e foi suficiente. Subi a pé por uma trilha até a ponte, depois visitei o castelo Neuschwanstein (se não escrevi certo, um dia ainda vou conseguir.. rs...) desci e passeamos até o Hohenschwangau (mas não entramos nele), passeamos perto do lago Alpsee e começamos a voltar lá pelas 5 da tarde. Tivemos vontade de passear em Fussen, mas preferimos voltar logo porque estávamos cansados e com crianças.
  12. Gostaria de fazer um comentário sobre esta questão de quantos dias é necessário para uma cidade. Na minha opinião não existe uma quantidade exata adequada de dias para uma cidade por uma simples razão: depende do que cada um aprecia numa viagem. Depois de viajar algumas vezes e observar os tempos que algumas pessoas sugerem nos fóruns entendi que para muitas pessoas uma viagem significa apenas tirar uma foto na frente de um local famoso e seguir em frente. Quem dá valor a desfrutar um pouco mais do local e da sua cultura e/ou entrar em algum museu vai sempre precisar de alguns dias. Eu passei 4 dias inteiros em Praga a passeio e mais algumas horas quebradas em alguns dias porque fui a um congresso e tive algumas horas livres nos dias do evento. Ainda assim eu fiquei sem conhecer algumas coisas (o que é ótimo pois tenho boa desculpa para voltar lá.. rs...). Fiz quase tudo a pé nos passeios (poderia ter feito tudo a pé, mas preferi ganhar tempo em 2 ou 3 situações) porque a cidade facilita isto. Um dia foi dedicado ao castelo, indo e voltando a pé e passeando dentro do castelo. Outro dia foi dedicado ao passeio até a torre Petrin, passando antes pela região do monastério Strahov (onde tem uma biblioteca que certamente é uma das mais lindas do mundo) e da Loreta e depois pelo observatório astronômico no parque Petrin. Gastei a parte de uma tarde no Museu Kafka, visita imperdível para quem conhece pelo menos a parte mais famosa da obra do escritor. A subida numa daquelas torres da ponte Carlos mostra um visual incrível, tanto à noite quanto durante o dia. Fiz as duas coisas em torres diferentes. Um passeio no Vyšehrad, um pouco fora da região central, onde existiu um forte aproximadamente no século X, é garantia de uma tarde muito agradável com o visual da cidade de um ângulo diferente. Quem acha interessante a obra do artista plástico David Cerny pode criar um tour específico para ver o que tem da obra dele espalhada pela cidade. E nem falei do centro antigo, das atrações mais famosas e dos museus. Gostaria de ter ido a Cesky Krumlov e a Kutná Hora numa daytrip para cada uma, mas não deu. Resumindo: considerando o que eu gosto de fazer numa viagem, 6 dias em Praga está longe de ser tempo demais. Pretendo ir lá novamente com minha família e acho que reservarei uma semana pelo menos.
  13. Separei um dia da minha viagem para Viena para conhecer Bratislava. Não me arrependo nem um pouco. Achei o centro antigo muito simpático, bem conservado, com ruas estreitas de paralelepípedo. Fez nos lembrar de Tiradentes e Ouro Preto. A partir de Viena tem trens da OBB e tem um ticket chamado EURegio Slovakia que custa 16 euros para adulto e 8 euros para criança que inclui viagem de ida e volta mais o transporte público em Bratislava no dia da ida. Dá pra voltar pra Viena até 4 dias depois da ida com o mesmo ticket. A estação de trem assusta muito, mas isto eu já tinha lido antes. Assusta porque é pequena e feia e passa a ideia de ser lugar perigoso quando a gente está chegando de outra cidade mais desenvolvida. Mas é só impressão mesmo. Dá pra ir andando a pé até a parte turística tranquilamente. Se quiser ganhar uns 15 minutos, é só pegar um tram ou um ônibus, mas sinceramente, não achamos que valia à pena. O transporte público funciona bem. O castelo não é exuberante por fora, mas a vista da cidade lá de cima é. Por dentro eu não sei. Não entramos no castelo, preferimos gastar as horas lá apenas indo até o castelo e depois andando pela cidade. A Eslováquia já é da zona do Euro, mas Bratislava pareceu ser uma cidade barata. Descobri antes de ir que lá tem filiais de um rede de loja de artigos esportivos da Rep. Tcheca. Como era final de inverno, roupas esportivas e calçados estavam em liquidação. Preços sensacionais. Eu iria tranquilamente outra vez para explorar as redondezas.
  14. Cris, eu não conheci a estação Westbahnhof. Você vai poder comparar. Só não compare com a de Bratislava... rs... O EURegio Slovakia a partir de Viena custa 16 euros ida e volta e não precisa marcar horário da viagem nos trens OBB. É como o Bayern Ticket. Você compra no dia e pega o primeiro trem que tiver na ida e volta na hora que quiser. Sua única preocupação será escolher em qual estação você quer chegar para escolher os horários dos trens porque existem trens para duas estações diferentes em Bratislava. Para cada estação existem trens de uma em uma hora. E você pode ir no trem de uma estação e voltar no de outra. As informações oficiais sobre o ticket estão aqui: http://www.oebb.at/en/Travelling_abroad/EURegio/EURegio_Slovakia/index.jsp
  15. Esta estação nova é muito bonita. Pelo que eu li, foi inaugurada em janeiro. Parece até aeroporto.
  16. Cris, pra ir a Bratislava a partir de Viena a melhor opção é o bilhete EURegio Slovakia da OBB. Mas este bilhete não dá pra comprar pela internet (e nem seria necessário, o melhor é comprar no dia da viagem - aliás, não tenho certeza, mas acho que nem dá pra comprar antes porque me pareceu que a viagem de ida tem que ser no dia da compra, embora você pode voltar até 4 dias depois da ida) e também não é possível de ser comprado em todas as máquinas de todas as estações de metrô. Só nas máquinas cujo menu tem mais opções. O bilhete inclui os transportes públicos em Bratislava, caso você vá utilizar lá.
  17. Aliás, por falar em transporte, eu pensava que todas as máquinas de venda de bilhetes em todas as estações de metrô viabilizavam retirar bilhetes de trens da OBB comprados pela Internet. No dia que cheguei em Viena esqueci de retirar nossos bilhetes para Budapeste comprados pela internet quando fui comprar na máquina os tickets do trem S7 para ir para o centro da cidade. Depois descobri que as máquinas em todas as estações de metrô por onde nós passamos tinham menos opções no menu e não tinham a opção "collect tickets". Nas estações por onde eu passei também não tinha guichês, apenas máquinas. Logo, só retirei meus tickets no dia da viagem para Budapeste numa máquina da própria estação Hauptbahnhof.
  18. Cris, a estação de metrô Südtiroler Platz agora chama Südtiroler Platz - Hauptbahnhof em alguns mapas e tem uma passagem subterrânea ligando a estação de metrô à estação de trem Hauptbahnhof. No mapa de transportes de 2015 da OBB a estação de metrô está com o nome de Wien Hauptbahnhof. A estação de trem é bem recente. Talvez isto justifique a sinalização ainda imperfeita. Quando fui pegar trem para Bratislava pedi informações na loja da Wiener Liener e a orientação que recebi me fez ir na rua para descer novamente. Quando fui pegar o trem para Budapeste consegui ir pelo caminho subterrâneo a partir da Südtiroler Platz - Hauptbahnhof.
  19. João, por enquanto naquele continente só estive na Europa Central, mas sinceramente não tenho vontade nenhuma de ir para a parte mais badalada no oeste. Pelo contrário, minha bússola de interesse só aponta para o centro e para o leste.
  20. Makiley, só saimos da área mais central para irmos a Bratislava. Estávamos com duas crianças e os passeios foram todos planejados para que a viagem fosse interessante para elas. Considerando o que você comentou e o que o João complementou logo abaixo do seu comentário, aconteceu algo curioso no meu planejamento. Inicialmente meu plano era ficar uns 8 ou 9 dias em Viena. A viagem seria apenas pra lá. Mas pelo que todo mundo dizia nos fóruns, conclui que seria um exagero, que não teria tanta coisa pra fazer lá que justificasse tanto tempo. Os próprios guias de turismo (Lonely Planet, Frommers, etc) que eu consultei reforçaram esta impressão, especialmente porque não parecia existir nenhuma cidade interessante próxima para fazer um bate-e-volta a não ser Bratislava. Muitas visitas a museus não estavam nos planos para não tornar a viagem chata para as crianças. Fácil motivá-las em um ou 2, mas acima disto fica difícil. Sendo assim, quebrei minha viagem, reservamos 5 dias e meio para Viena e optamos por completar a viagem com Budapeste, onde eu já havia ido e gostado, mas minha família não. Fiz meu planejamento de passeios em Viena e lá fomos nós. Resultado: não conseguimos fazer tudo que planejei porque algumas atrações demandaram mais tempo que imaginávamos, fizemos algumas coisas com pressa e outras coisas ficaram para uma próxima ida. Vários museus têm atividades específicas para crianças. Não sei se conseguiríamos desfrutar de algum destes programas, já que em boa parte as atividades ocorreriam apenas na língua alemã, mas gostaríamos de ter tentado. Ficou pra próxima vez. Não deu para sentar num lugar e observar, algo que gosto muito de fazer, jogar conversa fora observando as coisas. E ainda teve o fato de que em fevereiro os dias são curtos, mas isto eu já sabia. Enfim, gostei muito de conhecer a cidade. Outras partes da Áustria certamente estarão nos planos de viagens futuras. Viena provavelmente também.
  21. Deixo registrado aqui que Viena é uma cidade realmente muito bonita, fiquei 6 dias lá e não foi suficiente pra ver tudo que tínhamos planejado. O Lago dos Cisnes na Ópera foi uma das coisas mais bonitas que vi em toda a minha vida e teria valido à pena até comprar bilhete para um lugar um pouco melhor e mais caro. As crianças ficaram encantadas e nem perceberam as 3 horas totais do espetáculo. Ficaríamos mais tempo lá tranquilamente. Vou comentar sobre algumas atrações menos faladas que gostamos. A HausDerMusik é um lugar sensacional para quem gosta de música. Crianças se divertem bastante lá. O zoológico no Schönbrunn é diversão garantida para adultos e crianças afinal não é todo dia que temos a chance de ver um urso polar ou um urso panda ao vivo. O museu do relógio tem relógios de todos os tipos e épocas. E coisas bem bizarras e interessantes. A proximidade com Bratislava viabiliza passar o dia lá. Foi das melhores coisas da viagem, nós gostamos muito do centro histórico de Bratislava. Bonito e charmoso. Mas não posso deixar de registrar o que eu considerei uma furada. O treino diário dos cavalos na Escola Espanhola de Equitação. Recebeu o meu prêmio pessoal de maior roubada de todas as minhas viagens é disparado a maior armadilha pra pegar dinheiro de turista que eu já fui vítima. É caro e entediante. Só vale à pena para quem nunca viu um cavalo, nunca viu alguém cavalgar e ama cheiro de cocô de cavalo. Não estou brincando não. São duas horas entediantes em que a única coisa que acontece é cavaleiro subir em cavalo ficar andando pra lá e pra cá. Passa meia hora e o cavaleiro desce e o cavalo é recolhido. Só isto. A maioria das pessoas fica no máximo uns 20 minutos. Nós ficamos até o fim (duas horas sofridas) na esperança de que algum cavalo fosse pelo menos saltar sobre uma fita entre 2 postes no centro do lugar. Nada disto. Não acreditávamos que a atração pudesse ser apenas aquilo. A única coisa emocionante que acontecia era quando um funcionário flagrava alguém fotografando ou filmando o "treino" e acontecia um bate-boca. Lamento profundamente os cerca de 30 euros que deixamos lá. Assistir um concerto no Musikverein naquela área em pé não vale à pena. Tem que sair correndo quando abre a porta pra pegar um lugar na frente. É absurdamente cansativo e o público realmente não vai lá para apreciar o concerto. Como não saimos correndo feito loucos pra pegar lugar na frente, optamos por sentar no chão no fundo ao lado de outras pessoas porque não é fácil ficar em pé mais de uma hora com uma pessoa desconhecida respirando grudada na nossa nuca. A acústica não é nada demais nesta área e o silêncio não é absoluto. 6 euros jogados fora por cada um de nós.
  22. Não vejo a hora de ir a Praga novamente. É um dos lugares que eu gostei mais de conhecer até hoje. Eu não tive e não vi nenhum problema de segurança quando estive lá. Meu hotel era fora da área turística central e eu voltava a pé todos os dias. Quando voltava mais tarde tinha que passar pela praça Wenceslau e pelo museu nacional e sempre via umas figuras bem estranhas nas esquinas das ruas transversais. Parece que tem umas "boates da luz vermelha" na região e isto em qualquer lugar do mundo garante a presença de um pessoal que merece mais atenção.
  23. Budapeste é cheia de atrações grandiosas. Estarei lá no próximo mês pela segunda vez. Existe uma singela atração em Budapeste, entretanto, que pode agradar os que leram o livro Os Meninos da Rua Paulo na infância, adolescência ou mesmo quando já eram adulto. Na Práter u. quase na esquina com Kisfaludy u. (que fica perto da estação de metrô Corvin-negyed) tem uma escola e em frente a ela existem diversas estátuas na calçada em tamanho natural dos personagens do livro jogando bolinha de gude numa cena que faz parte da história.
  24. Pessoal, algum de vocês fez o passeio na chamada ferrovia das crianças (Children's Railway - Gyermekvasút)? É um passeio num trem antigo por região montanhosa fora da área urbana de Budapeste. A ferrovia é operada por crianças no que dizem ser uma atividade escolar complementar. O trem é antigo, lembra a Maria Fumaça brasileira. As fotos são bastante motivadoras, especialmente para quem gosta de montanha e viaja com crianças. Entretanto, apesar de ser um passeio turístico sugerido em muitos guias, as opções de transporte público para chegar lá no início do passeio não parecem muito amigáveis. O Google Maps dá opções diversas, mas todas envolvem no mínimo 2 ônibus ou 2 bondes mais um ônibus partindo da região central de Budapeste numa viagem de quase uma hora. De carro são 10 km em 17 minutos, mas já não sou tão audacioso como já fui no passado. Quando a cegonha entrega criança na casa da gente, ela leva embora parte da nossa audácia... rs..
  25. Cris, eu também tento seguir ao máximo o lema "Em Roma, como os romanos". Pelo menos uma parte de nós seguirá este lema. Se todos vão seguir, só saberemos quando arrumarmos a mala. Caso seja necessário desrespeitar o lema, começaremos pelas coisas mais pesadas e grandes. Provavelmente o meu sapato social... heheheh... Descobri que alguns colegas de amigos meus estiveram lá e foram de roupa de turista normal. Mandaram me falar que minha preocupação era bobagem. Teve um que comprou bilhete para assistir uma ópera naqueles lugares mais caros e foi bem à vontade, nada de gravata ou paletó. E a esposa foi com roupa normal que segundo ele "ela usa quando saem para jantar fora". Enfim, eu e minha esposa ficaríamos pouco à vontade. Esta meia-calça de fleece parece ótima dica para mulheres. Minha esposa gostou da ideia. Corri para pesquisar e tentar comprar pela Internet, mas não encontrei em lugar nenhum. Muita gente indica uma da Renner, que inclusive é muito barata em relação a produtos para frio intenso, mas não está disponível nem na própria Renner. O problema realmente é o aquecimento interno. Não esqueço da primeira vez que entrei num lugar aquecido usando camisa e calça segunda pele por baixo de roupa social. A sacolinha com o calçado reserva é salvadora para nós. E o toilette antes de entregar as coisas na chapelaria é a solução final para todos as nossas dúvidas. Agora o traje só depende do espaço nas malas.
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