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rickSP

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  1. Andrea, legal seu relato. Duvidas: a) Por qual agencia de turismo você fez seu passeio? Requer reserva com muita antecedência? b) O valor que você indicou no relato foi para todos os passeios ou por dia?
  2. Para quem viajar a Argentina, leia o artigo abaixo para saber sobre a confusão que los hermanos fizeram com a "tasa de cambio": http://www.ieco.clarin.com/mercados/paralelo-retomo-escalada-vende_0_910709134.html El paralelo retoma su escalada y llega a un récord de $9,43 Alcanzó un nuevo máximo histórico. La brecha con el oficial ya es de 81,3%. Por el feriado de mañana, los operadores esperaban hoy mayor demanda. El dólar paralelo no se toma respiro. Hoy retomó su escalda y ya está en el récord histórico de $ 9,43, diez centavos por encima del valor al que había cerrado el viernes pasado. El oficial se mantiene en $ 5,19 y la brecha entre ambos tipos de cambio ya es del 81,3% Para hoy se esperaban operativos de la AFIP en las cuevas que compran y venden la divisa estadounidense en el mercado informal. Hasta el momento, no se han producido. Hay una fuerte demanda pero pocos son los que venden. Ayer la divisa había perdido parte de su valor para cerrar a $9,31 pero hoy la demanda está impulsando nuevamente el precio. Pese a tratarse de un mercado que no mueve más de 40 millones de dólares, según dicen en la City porteña, la plaza paralela mantiene en vilo tanto a los empresarios, como a los pequeños ahorristas y hasta al propio Gobierno. Ayer en las cuevas se vivió una contante una puja especulativa. Algunos compradores postergaron su decisión de comprar billetes por temor a que el blue cayera gracias a la intervención de cambistas amigos del Gobierno (rumor que el propio Gobierno se encargó de hacer trascender). Sin embargo, esto no sucedió. Los "cueveros" no quieren desprenderse de la divisa a precios bajos porque confían en que pronto tocará los $10. "Ya quedó demostrado que por más que el Gobierno inyecte liquidez barata a través de vendedores amigos, no pueden frenar la escalada del blue", dijo un operador de la city porteña. "Tarde o temprano el billete vuelve a apreciarse porque ningún vendedor va a perder la posibilidad de obtener una ganancia si los propios compradores están dispuestos a pagar altos precios con tal de conseguir las divisas", agregó el mismo operador. Aunque de manera extraoficial, el desdoblamiento cambiario ya es un hecho. Ya existen más de 10 tipos de cambio: el billete que venden las casas de cambio (que cerró a $5,19, un centavo por encima del valor del viernes), el mayorista -donde el principal actor es el Banco Central que ayer compró US$ 40 millones e hizo subir este tipo de cambio a $5,185- y el contado con liquidación o dólar fuga, que sirve para hacerse de dólares en blanco en el exterior a través del mercado financiero (se mantuvo en torno a los $9,17). También existe el dólar Bolsa a $8,94, el blue, el "green" que venden los arbolitos y se conseguía ayer a $9,50, el inmobiliario o celeste a $7,22 y el tarjeta (para compras o extracciones en el exterior) a $6,23. "Esto se les fue de las manos. E l mercado paralelo está totalmente instalado, y cada vez maneja más liquidez", opina un reconocido banquero. "Muchos exportadores, por ejemplo, no quieren perder dinero. Saben que los dólares que obtienen por la cosecha valen mucho más que los $3,40 que les ofrece el Gobierno por liquidarlos en el mercado local donde están alcanzados por las retenciones y están inventando maniobras para vender esas divisas en el blue ", agregó la misma fuente.
  3. rickSP

    Aconcágua

    O objetivo deste tópico é trocar informações e reunir depoimentos e dicas sobre as cidades de Puente del Inca e Uspallata, assim como da principal atração próxima às cidades, o Parque Provincial Aconcágua. Se você está com alguma dúvida em relação às cidades ou ao parque e seu principal pico, coloque-a aqui que sempre um mochileiro de plantão irá ajudar. Se você já conhece alguma destas localidades, conte para nós como foi sua experiência, seja ela negativa ou positiva, deixando dicas e demais informações para mochileiros perdidos. Guia de Mendoza por Mochileiros.com Escreva seu Relato sobre Aconcágua, Puente del Inca e Uspallata Procurando companhia para viajar para Aconcágua, Puente del Inca e Uspallata? Crie seu Tópico aqui! Aconcágua, Puente del Inca e Uspallata - Tópico de Perguntas e Respostas Relatos sobre Aconcágua, Puente del Inca e Uspallata: Relato sobre viagem de quinze dias à Argentina, incluindo Aconcágua, Puente del Inca e Uspallata pelo mochileiro Leo Caetano Relato sobre viagem de vinte e dois dias à Argentina, incluindo Aconcágua, Puente del Inca e Uspallata pelo mochileiro Rafael Xavier Relato sobre viagem de carro à Argentina, incluindo Aconcágua, Puente del Inca e Uspallata pelo mochileiro Serneiva Relato sobre viagem à Argentina, incluindo Aconcágua, Puente del Inca e Uspallata pelo mochileiro Alex Melo[/linkbox] Segue um pequeno roteiro de viagem para quem busca fazer um trekking para o acampamento base da face sul do Aconcágua, conhecido como Plaza Francia. Sobre o Aconcágua O Aconcágua é o pico mais alto do hemisfério sul com 6.959 m de altitude. Fica localizado na fronteira entre a Argentina e Chile e se tornou ponto para escalada por diversos alpinistas. O clima é desértico e caracterizado pela brupta alternância de temperaturas ao longo do dia, causadas pelos ventos gelados da cordilheira. Parque Provincial Aconcágua O parque foi criado em 1983 com o objetivo de preservar a fauna, flora e sítios arqueológicos presentes na região do Aconcágua sobre uma área correspondente a 71.000 hectares. A partir de 1990, o Depto. de Recursos Naturais Renováveis estabeleceu a regulamentação e estrutura de controle e assistência aos visitantes que praticam atividades de passeio, trekking ou escalada. O Aconcágua tem uma importância relevante no ecossistema da região andina. O abastecimento de água para consumo e irrigação nas cidade próximas da cordilheira dependem do degelo e da conservação dos recursos naturais. Como Chegar Para se chegar ao Parque Nacional do Aconcágua, é preciso viajar até Mendoza (1.000km de Buenos Aires). De Mendoza até a entrada do parque deve-se tomar a RN-7 (Ruta Nacional 7) até os arredores da Puente del Inca, cuja distância é de 180km e requer 3 horas de carro/ônibus. A RN-7 é a estrada que liga Mendoza ao Chile. No caminho, há diversos pontos de parada para abastecimento e restaurantes. Primeiro Dia Saímos de Mendoza pela manhã com um grupo de excursão organizado pelo pessoal do Campo Base. A viagem de Mendoza até a entrada do parque demorou 4h. Fizemos o check-in no Parque Aconcáagua (2.700m) e iniciamos a trilha. Cerca de 20min de caminhada, chegamos a Laguna de Horcones. A paisagem é surpreendente. A vegetação é rala e se limita até 3.500m de altitude. Além disto, somente pedra e areia. Após 4h de caminhada, finalmente chegamos a Confluencia (3.300m). É o local do acampamento e aclimatação dos trekkers que ora se destinam a Plaza Francia ou a Plaza de Mulas. As empresas que organizam excursões mantém uma infraestrutura básica para receber os viajantes: (i) barracas, (ii) banheiros (com privada!), (iii) água potável e (iv) chuveiro. Neste local, as pessoas se reúnem ao fim das caminhadas para fazer refeições e se confraternizarem. A turma do Campo Base mantém um cozinheiro em tempo integral que prepara todas as refeições do dia (café da manhã, almoço, café da tarde e jantar). A primeira noite no Aconcagua é inesquecível. O céu límpido permite visualizar estrelas e constelações como se estivéssemos em órbita. Segundo Dia Após o café iniciamos a marcha rumo a Plaza Francia. O caminho é demarcado por uma trilha com indicações de distância até o local. Alguns trechos exigem cuidado, pois são próximos de declives e qualquer tombo estragaria a caminhada. A medida que ganhamos altitude, o corpo começa a sentir falta de oxigênio e é preciso diminuir o ritmo para evitar as paradas. Durante o caminho, percebe-se como a natureza no Aconcágua é traiçoeira. Todos estavam vestidos de camiseta devido ao sol forte daquela manhã. Ao passarmos por um corredor, o vento deixou uma sensação térmica de 5C e tivemos que colocar as jaquetas de volta. Após 5h de caminhada, chegamos a Plaza Francia (4.200m). O local também é conhecido como acampamento base da Face Sul e pode ser descrito como uma área plana e desértica onde os alpinistas montam o acampamento para se aclimatarem antes de subir ao cume. Recebeu este nome em homenagem aos franceses que foram pioneiros na escalada pela Face Sul. Os guias comentam que Plaza Francia é o ponto onde se pode ter a visão mais bela do Aconcágua. A vista do cume é surpreendente. Nesta região também podemos observar pequenos glaciares que se formam sobre as rochas. Engana-se quem pensa encontrar um local repleto de alpinistas prontos para se aventurarem pela face mais difícil do Aconcágua. Em geral, fica vazio o ano inteiro, pois somente pessoas muito experientes (ou loucas) correm o risco de subir por esta rota. Não se assuste: chegar a Plaza Francia é fácil e o caminho não apresenta dificuldades. A visão da parede sul é inspiradora. Paramos para o almoço sob o mirador do Plaza Francia. Tivemos que nos esconder detrás de algumas rochas, pois o forte vento impedia a refeição tranqüila. Algumas pessoas do grupo sentiram muito o efeito da altitude e falta de oxigênio. Foi duro lutar contra a sonolência. Retornamos a Confluencia depois do descanso. Terceiro Dia Deixamos o acampamento pela manhã para retorno a entrada do parque. O retorno é muito mais rápido e leva apenas 1h30 em um bom ritmo. Uma van nos levou até a Puente del Inca e almoço nos arredores. Chegamos em Mendoza no final da tarde. Custo da entrada (permiso) e fiscalização A fiscalização na entrada do parque é rigorosa e exige a apresentação de documentos, pagamento de licença (permiso) e a declaração da rota que se pretende seguir. Os permisos devem ser carimbados na entrada, no destino e na saída. Para trekkings a Plaza Francia (Face Sul) ou Plaza de Mulas (Face Norte), o permiso custa US$ 20 (baixa temporada) e US$ 30 (alta temporada). Cidadãos argentinos, chilenos ou residentes pagam apenas Ar$ 20 para o trekking e podem ficar isentos conforme a época. Quanto dias reservar para o trekking? O trekking a Plaza Francia dura de três a quatro dias conforme a empresa que organiza. Algumas reservam a primeira noite em um hotel/albergue próximo a Penitentes. Excursão organizada x Excursão sem guia? Se você imaginou que pode economizar alguns trocados viajando sozinho até Plaza Francia, pode esquecer. O custo/tempo para organizar seu trekking e montar sua infra-estrutura de sobrevivência a 4.000m de altitude é muito maior. O pacote com preço mais acessível nos custou Ar$ 350/pessoa. Seguem dicas de empresas que organizam trekkings até a Plaza Francia: - Campo Base Travel Adventure - http://www.cerroaconcagua.com - Trekking Travel - http://www.trekking-travel.com.ar - Fernando Grajales - http://www.grajales.net - Aconcagua Spirit - http://www.aconcaguaspirit.com.ar O que levar durante o trekking? - Jaqueta contra vento/frio (impermeável) - Blusa Polar - Camisa de polipropileno (secagem rápida) - Gorro de lã - Boné/Chapéu para sol - Par de meias de lã - Par de meias finas - Bota para caminhada - Roupas íntimas - Óculos para sol - Mochila (65lts) - Mochila de ataque (20-35lts) - Saco de dormir (-15C a -30C) - Isolante - Par de Bastão para trekking - Protetor solar - Protetor labial - Máquina fotográfica - Lanterna - Cantil Aluguel e Compra de Equipamentos É possível alugar todo tipo de equipamento para caminhada ou escalada em Mendoza. Para aqueles que não querem ter o trabalho de carregar isolantes e saco de dormir pelos aeroportos, pode-se obtê-los em Mendoza ao redor de Ar$ 20/dia para cada item. Se vc realmente quer comprar e trazer de volta ao Brasil, sugiro comprá-los em Mendoza, pois a oferta e os preços são melhores do que B.Aires. Seguem dicas de lojas que alugam e vendem equipamentos: - Campo Base Adventures - Tel: (261) 429-0707 - Orviz - http://www.orviz.com Posso dispensar algum dos itens listados? Nenhum dos itens descritos é frescura. A sensação térmica durante as caminhadas podem variar de 5C a 29C em poucos segundos. A falta de uma jaqueta contra o vento pode ser fatal. A noite em Confluencia, a temperatura (no verão) pode chegar a -5C. Um saco de dormir inadequado pode comprometer sua noite de sono. Os bastões são fundamentais para sustentar o equilíbrio e o peso do corpo (+ mochila) nas subidas/descidas. Durante o dia, é impensável deixar de passar protetores na pele e nos lábios, que ficam rachados pela aridez do deserto. Dicas para aclimatação É muito comum a sensação de cansaço, sono ou dor-de-cabeça para quem não está acostumado a grandes altitudes. É bom lembrar que Mendoza tem altitude próxima de S.Paulo e, no mesmo dia, chega-se a 3.500m após a caminhada. Valem as dicas: - Tome muito líquido a todo instante - Não deixe de fazer nenhuma das refeições - Leve power bars durante as caminhadas - Respire pelo nariz - Caminhe pausadamente (passos curtos), pois a falta de oxigênio é perceptível Espero que aproveitem as dicas e possam curtir o Aconcágua.
  4. rickSP

    Mendoza

    Claudia, fui à Mendoza no começo deste ano fev/2005 para visitar algumas vinícolas. Em geral, as visitas "agenciadas" ocorrem todos os dias e passam pelas mesmas vinícolas (não perca tempo visitando muitas agências) e custam cerca de Ar$ 50 por pessoa. Se vc possui apenas uma tarde, vale a pena. Neste passeio, visitei a Lagarde e Cavas de Weinert. O pessoal do Campo Base (Calle Mitre, 946 T: (261) 4290707) organiza estas excursões. Outra opção é contratar um taxista ("remis") por um dia inteiro para vc visitar as bodegas de sua preferência. Se vc estiver com duas ou mais pessoas vale a pena, pois vai custar cerca de Ar$ 200 e vc terá tempo para conhecer umas 5 ou 6 bodegas. Algumas dicas: - agende com um dia de antecedência as visitas entrando em contato com as bodegas; - escolha as bodegas em uma mesma sub-região (Godoy Cruz, Maipu, Lujan de Cuyo, San Rafael) Para informações sobre os telefones e endereços das bodegas e contato com remis: - Oficina de Turismo (261 429-6298) Bodegas que visitei e valem a pena: - Escorihuela Gascon - Catena Zapata [] - Tapis - Dominio del Plata [] - Achaval Ferrer - Lagarde - Chandon - Cavas de Weinert Rick
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