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Eder911

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  • Data de Nascimento 11-02-1975

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  1. Não recomendo pernoitar fora dos campings, a maioria não permite pernoitar. Os campings são baratos e vale a pena pela segurança e infra-estrutura de apoio. Não chegamos a trocar a água do radiador. Os dejetos devem ser despejados em local apropriado que só tem nos campings, a multa por despejar na rodovia é pesada. Recomendamos que antes de sair reabasteça a água de consumo e limpe os dejetos, certifique-se de ter fechado todas as portas e compartimentos, geladeira e que tudo está realmente preso, não deixe nada solto em lugar nenhum pois tudo se mexe com o carro e pode quebrar ou causar ferimentos. Toda a viagem de motorhome deve ser programada para pernoitar em campings. Existes muitos e em todas as cidades. quando você chega em uma cidade, na maioria há placas indicando aonde e quantas vagas existem para motorhomes.
  2. Pessoal, voltamos a escrever o relato da viagem, também estamos enriquecendo com mais informações e vídeos a parte que já tínhamos relatado.
  3. França não tenho vontade, fiquei decepcionado. Alemanha sim, pretendo alugar o MH em Frankfurt e visitar a família em Karlsruhe, próximo a Heidelberg.
  4. Olá pessoal, Stephan acabamos de retornar de quase um mês de viagem por Santa Catarina e por uma questão de oportunidade, mudamos de endereço também. Resultado, o tempo para continuar o relato ficou curto. Mas com fé (rsrs) vamos terminar. Já estamos pensando no próximo para 2015, Holanda, Bélgica, Luxemburgo, Grã-Bretanha, País de Gales, Inglaterra, Irlanda, Escócia, Dinamarca, Noruega e Suécia.
  5. O Stephan disse tudo, pode ir com segurança. Quanto a língua algumas observações: Na França para nós não foi fácil, eles não querem falar outra língua. Antes de ir compramos um DVD com 15 minutos de aula por dia de Francês, também vem um livreto com frases prontas que você pode ensaiar e utilizar. Na Alemanha o inglês resolve, falar inglês com pessoas que não são oriundas da língua inglesa é bem mais fácil. Viajar de MH é a mais tranquilo do que você imagina, há sinalização para tudo, estacionamento, campings e qualquer dúvida um policial poderá educadamente orientá-lo quanto ao trânsito. Na pior das hipóteses faça um "intensivão" de inglês antes de ir.
  6. Pessoal pedimos um pouquinho de paciência, estamos relatando a viagem dentro do possível, ainda falta muito material, caso precisem de alguma informação que não esteja no relato, nos deixe uma mensagem, teremos prazem em ajudar. Vejam na página 1.
  7. Pessoal, pedimos desculpas pela demora em publicar a viagem, mas agora vai, estaremos atualizando até contarmos toda essa maravilhosa aventura.
  8. IMPORTANTE: Para deixar mensagens no site é necessário fazer um pequeno cadastro. Olá pessoal, estou começando aqui o relato de nossa viagem pela Europa, onde iremos pela primeira vez viajar de Motor Home. Sairemos dia 17/04/2012 com previsão de retorno em 19/05/2012. Viajaremos apenas Eu (Eder), minha esposa Juliana e nosso filho Christian de 10 anos. * Castelo de Liechtenstein em Vaduz. Nosso objetivo é compartilhar com todos diariamente essa experiência e permitir que todos acompanhem nosso dia a dia como se fosse um diário de bordo Nosso roteiro é o seguinte: Compramos as passagens, Salvador x Lisboa / Lisboa x Barcelona / Frankfurt x Salvador. O custo por pessoa ficou em R$ 1.720,52, para o Christian saiu um pouco mais barato, R$ 1.369,30. Chegando em Lisboa, iremos contratar um Tour de Taxi para conhecer a cidade no intervalo de 06 horas que temos entre um vôo e outro. Na primeira noite, ficaremos em um hotel em Barcelona para no dia seguinte podermos pegar o Motor Home. Fizemos a reserva através do site do Decolar.com - http://www.decolar.com" onclick="window.open(this.href);return false; , apareceram muitas opções entre 200 e 800 reais a diária para 01 casal com filho, escolhemos um hotel que fica a 100 metros da praça Catalunã. Vejam as cotações: http://www.decolar.com/search/Hotel/BCN/2012-04-18/2012-04-19/2-10#O=VA&M=L&U=0&E=00000&G=na&R=na-na&N=na&T=na&Z=na&I=na&S=na&H=na&P=1&C=20&L=true&Y=2&A=na&B=0&D=0&K=A&W=N& O próximo passo é alugar o Motor Home. Pesquisamos duas opões para retirada em Barcelona. http://www.caravanasdelsol.com/ AUTOCARAVANAS DEL SOL http://www.euromotorhome.es EURO MOTORHOME As condições para hoje 27/01/2012 na Autocaravanas Del Sol são essas: As condições para hoje 27/01/2012 na Euro Motorhome são essas: Também nos ofereceram para o fechamento até o final de janeiro uns brindes "Además de lo relacionado si su reserva se realiza antes de final de este mes incluiremos gratuitamente: 1.- Kit de menaje con sacos de dormir, almohadas, utensilios de cocina, etc. (no toallas) que normalmente se alquila bajo precio. 2.- Traslado desde el aeropuerto a la llegada de su vuelo en días y horarios normales de atención al público. 3.- Guia de campings de toda Europa por paises. El extra de devolución en Munich está establecido en este momento en 550,00 € si bien está previsto un ligero incremento por el aumento de los gastos de combustible, pero si efectua su contratación antes de final de mes el precio será cerrado con esta información." Antes de finalizar a reserva recomendo que ligue para a operadora do cartão de crédito para liberar a operação, é comum o cartão bloquear esse tipo de transação pela internet. Acabamos fazendo a reserva na Autocaravanas Del Sol e optamos pelo modelo Motorhome Miller STATES ALABAMA. No momento de preencher os dados no site para a locação há um campo onde vc vai inserindo os acessórios tipo: Material de cozinha, roupa de cama, bicicleta, moto, cadeirinha para criança ou bebê, etc e ele já vai somando nos preços. Você irá autorizar 50% do valor no cartão de crédito e pagará 50% na retirada. Será necessária deixar uma garantia de EU 700 vinculada ao cartão que será devolvida se não houver nenhuma problema com o carro. Abra e Leia atentamente os termos gerais antes de fechar a locação. A tela final fica assim: A infra-estrutura nos campings da Europa motiva qualquer um a fazer uma viagem destas, neste site http://www.thecampingmap.com/ vccê poderá encontrar todos os campings da Europa, que foi nossa principal fonte de informação sobre os campings. O próximo passo foi alugar um carro para semana que ficaremos na Alemanha. Alugamos na Hertz. Recomendo fazer a inscrição no programa Hertz #1 Club Gold para ter acesso a alguns descontos. Vá até o link https://www.hertz.com.br/rentacar/specialoffers/index.jsp?targetPage=specialOffersPerCategoryView.jsp e veja as promoções disponíveis antes de fechar o aluguel, conseguimos um desconto de 30% na locação. Alguns acessórios também podem ser alugados junto com o carro. É muito importante considerar o motorista adicional, pois se por qualquer razão você não puder dirigir, o (a) acompanhante poderá assumir o volante. Lembre que muitos cartões de crédito, quando são usados na locação tem alguns benefícios, por exemplo o Seguro de Aluguel de automóveis. Para ter direito a essa cobertura, você deve recusar a opção de Isenção de Responsabilidade em Caso de Danos por Colisão (CDW/LDW) ou cobertura similar oferecida pela locadora no contrato de aluguel do automóvel;. Outra possibilidade é a Locadora ter parceria com seu banco e proporcionar descontos em locação de carro e outros benefícios. 15/04/2012 Algumas providências são importantes, é legal procurar na internet para saber quais são as exigências de cada país. Meio em cima da hora descobrimos que alguns países exigem um documento chamado DECLARAÇÃO INTERNACIONAL DE VACINAÇÃO DA FEBRE AMARELA. Essa declaração é emitida pela Anvisa e você pode retirar na agência Anvisa do Aeroporto, basta levar o comprovante de vacinação. Outra providência que não pode faltar é possuir o SEGURO OBRIGATÓRIO DO TRATADO DE SCHENGEN. O Tratado de Schengen é um acordo assinado entre países da Comunidade Européia (Bélgica, Dinamarca, Alemanha, Finlândia, França, Grécia, Islândia, Itália, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Áustria, Portugal, Espanha e Suécia) que estabelece a obrigatoriedade de que os turistas visitando esses países comprovem possuir uma Assistência a Viagens com valor mínimo de 30.000 euros para garantir assistência médica por doença ou acidente. O Tratado assinado em 1985 pelos sete países que então faziam parte da União Européia. O intuito desse acordo era criar um espaço comum de livre circulação de pessoas e mercadorias, facilitar o turismo, controlar a imigração, combater o tráfico de drogas e colaborar em processos judiciais e policiais. Além disso, com visto Schengen o turista fica livre para circular entre os países do Tratado sem a necessidade de outros vistos. Ao longo dos anos, outros países se juntaram ao Tratado e hoje já são quinze nações envolvidas. Atualmente um acordo assinado entre países da Comunidade Européia (Bélgica, Dinamarca, Alemanha, Finlândia, França, Grécia, Islândia, Itália, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Áustria, Portugal, Espanha e Suécia) que estabelece a obrigatoriedade de que os turistas visitando esses países comprovem possuir uma Assistência a Viagens com valor mínimo de € 30.000 para garantir assistência médica por doença ou acidente. 17.04.2012 Chegou a hora, check-in no Aeroporto de Salvador [googlemap]https://maps.google.com.br/maps?saddr=Salvador+-+Bahia&daddr=Lisboa,+Portugal&hl=pt-BR&ll=14.774883,-7.207031&spn=98.995475,199.863281&sll=45.775186,6.521759&sspn=0.638872,1.561432&oq=lisboa&mra=ls&t=m&z=3[/googlemap] 18.04.2012 Nossa viagem pela TAP foi tranquila, chegando em Portugal nem perdemos tempo, as poucas horas que tínhamos corremos para ver tudo o que podíamos. Pegamos um taxi, muito gentil por sinal que nos levou até o Museu dos Coches, onde encontram-se carruagens de Reis e Papas, além de vários personagem de nossa história. O preço do ingresso no Museu dos Coches foi de EU 5,00 por pessoa, criança não paga. O Museu Nacional dos Coches localiza-se junto ao rio Tejo, na Praça Afonso de Albuquerque, na zona de Belém, em Lisboa, Portugal. Era antigamente uma escola de arte equestre, o Picadeiro Real do Palácio de Belém, construída pelo arquitecto italiano Giacomo Azzolini, em 1726. Em 1905, foi transformado num museu pela rainha D. Amélia, esposa do rei D. Carlos, sob o nome Museu dos Coches Reais que, após o golpe republicano, teve o seu nome alterado. É o museu da rede pública mais visitado de Portugal. Em 2008 recebeu 228 570 visitantes , em 2009 197,7 mil visitantes. Feitos em Portugal, Itália, França, Áustria e Espanha, os coches abrangem três séculos e vão dos mais simples aos mais sofisticados. A galeria principal, no estilo Luís XVI, é ocupada por duas filas de coches construídos para a realeza portuguesa. A coleção começa pelo coche de viagem de Filipe II de Portugal (III de Espanha), de madeira e couro negro, do século XVII. os coches são forrados a veludo vermelho e ouro, com exteriores esculpidos e decorados com alegorias e as armas reais, trabalho denominado talha dourada. As filas terminam com três enormes coches barrocos feitos em Roma para o embaixador português no Vaticano D. Rodrigo Almeida e Menezes, futuro marquês de Abrantes, em embaixada enviada ao papa Clemente XI a mando do rei D.João V. Estes coches têm interiores luxuosos e esculturas douradas em tamanho natural, durante muitos anos nenhum monarca europeu enviou embaixadas ao Vaticano por não se conseguir igualar tamanha magnitude. Destacam-se ainda, entre outros, os Coches da Coroa, de D.João V e a Carruagem da Coroa, mandada executar por D.João VI, quando regressou do Brasil e que foi utilizado pelos dois últimos reis nas suas aclamações. A galeria seguinte tem outros exemplos de carruagens reais, incluindo cabriolés de duas rodas e berlindas da Família Real. Têm também uma sege, veículo considerado o primeiro táxi de Lisboa, pintado de preto e verde, as cores dos táxis até à década de 90. Esta sege do século XVIII, com janelas que parecem óculos, foi fabricada durante a época de Pombal. A galeria superior exibe arneses, trajos da corte e retratos a óleo da família real. O último coche deste museu que foi utilizado foi a Carruagem da Coroa, aquando da visita de Isabel II de Inglaterra a Portugal, em 1957. O Museu Nacional dos Coches possui ainda um anexo no Paço Ducal de Vila Viçosa, onde vêem-se algumas viaturas de aparato, sendo o seu forte viaturas de campo, caça e passeio. Estava em Vila Viçosa o landau onde foram assassinados o rei D.Carlos I e seu filho o príncipe herdeiro D.Luís Filipe, onde se podem observar os buracos de bala feitos no atentado de 1908. Este veículo encontra-se, desde 2008, no Museu em Lisboa. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Logo ali perto estava o palácio do governo de Portugal, tiramos algumas fotos e fomos direto provar os tão famosos Pastéis de Belém. Em 1837, em Belém, próximo ao Mosteiro dos Jerónimos, numa tentativa de subsistência, os clérigos do mosteiro puseram à venda numa loja precisamente uns pastéis de nata. Nessa época, a zona de Belém ficava longe da cidade de Lisboa e o seu acesso era assegurado por barcos a vapor. A presença do Mosteiro dos Jerónimos e da Torre de Belém atraíam inúmeros turistas que depressa se habituaram aos pastéis de Belém. Na sequência da revolução liberal de 1820, em 1834 o mosteiro fechou. O pasteleiro do convento decidiu vender a receita ao empresário português vindo do Brasil Domingos Rafael Alves, continuando até hoje na posse dos seus descendentes. No início os pastéis foram postos à venda numa refinaria de açúcar situada próximo do Mosteiro dos Jerónimos. Em 1837 foram inauguradas as instalações num anexo, então transformado em pastelaria, a "A antiga confeitaria de Belém". Desde então, aqui se vem trabalhando ininterruptamente, confeccionando cerca de 15.000 pastéis por dia. A receita, transmitida e exclusivamente conhecida pelos mestres pasteleiros que os fabricam artesanalmente na Oficina do Segredo, mantém-se igual até aos dias de hoje. Tanto a receita original como o nome "Pastéis de Belém" estão patenteados. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Após comermos impressionantes 10, eu disse dez pastéis ao custo de EU 10,50 e saímos quase que rolando para conhecer o Mosteiro dos Jerônimos, tudo ali pertinho e na mesma região. Aqui não cobram ingressos. Mosteiro dos Jerónimos é um mosteiro manuelino, testemunho monumental da riqueza dos Descobrimentos portugueses. Situa-se em Belém, Lisboa, à entrada do Rio Tejo. Constitui o ponto mais alto da arquitetura manuelina e o mais notável conjunto monástico do século XVI em Portugal e uma das principais igrejas-salão da Europa. Destacam-se o seu claustro, completo em 1544, e a porta sul, de complexo desenho geométrico, virada para o rio Tejo. Os elementos decorativos são repletos de símbolos da arte da navegação e de esculturas de plantas e animais exóticos. O monumento é considerado patrimônio mundial pela UNESCO, e em 7 de Julho de 2007 foi eleito como uma das sete maravilhas de Portugal. Em 2010 teve 644 729 visitantes, 92,2% estrangeiros. Encomendado pelo rei D. Manuel I, pouco depois de Vasco da Gama ter regressado da sua viagem à Índia, foi financiado em grande parte pelos lucros do comércio de especiarias. Escolhido o local, junto ao rio em Santa Maria de Belém, em 1502 é iniciada a obra com vários arquitectos e construtores, entre eles Diogo Boitaca (plano inicial e parte da execução) e João de Castilho (novo plano,abóbadas das naves e do transepto – está com uma rede de nervuras em forma de estrela –, pilares, porta sul, claustro, sacristia e fachada) que substitui o primeiro em 1516/1517. No reinado de D. João III foi acrescentado o coro alto. Deriva o nome de ter sido entregue à Ordem de São Jerónimo, nele estabelecida até 1834. Sobreviveu ao sismo de 1755 mas foi danificado pelas tropas invasoras francesas enviadas por Napoleão Bonaparte no início do século XIX[carece de fontes]. Inclui, entre outros, os túmulos dos reis D. Manuel I e sua mulher, D. Maria, D. João III e sua mulher D. Catarina, D. Sebastião e D. Henrique e ainda os de Vasco da Gama, de Luís Vaz de Camões, de Alexandre Herculano e de Fernando Pessoa. Após 1834, com a expulsão das Ordens Religiosas, o templo dos Jerónimos foi destinado à Igreja Paroquial da Freguesia de Santa Maria de Belém. Numa extensão construída em 1850 está localizado o Museu Nacional de Arqueologia. O Museu de Marinha situa-se na ala oeste. Integrou, em 1983, a XVII Exposição Europeia de Arte Ciência e Cultura. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. É muito legal ter contato com personagens de nossa história, lá no museu encontramos o túmulo do Luíz Vaz de Camões. Outra surpresa foi encontrar o túmulo do Vasco da Gama, não deixa de ser emocionante. Para um flamenguista é sempre bom ver o Vasco sepultado (rs). Outra breve caminhada e estávamos no Padrão do Descobrimento. Pagando uma pequena taxa de EU 6,00 para 02 pessoas, criança não paga, é possível subir de elevador até o topo e ter uma linda vista da orla de Lisboa. O monumento original foi encomendado pelo regime de António de Oliveira Salazar ao arquitecto Cottinelli Telmo (1897-1948) e ao escultor Leopoldo de Almeida (1898-1975), para a Exposição do Mundo Português (1940), e desmontado em 1958. O atual monumento é uma réplica, foi erguido em betão com esculturas em pedra de lioz, erguendo-se a 50 metros de altura. Foi inaugurado em 1960, no contexto das comemorações dos quinhentos anos da morte do Infante D. Henrique, o Navegador. O monumento tem a forma de uma caravela estilizada, com o escudo de Portugal nos lados e a espada da Casa Real de Avis sobre a entrada. D. Henrique, o Navegador, ergue-se à proa, com uma caravela nas mãos. Em duas filas descendentes, de cada lado do monumento, estão as estátuas de heróis portugueses ligados aos Descobrimentos. Na face ocidental encontram-se o poeta Camões, com um exemplar de Os Lusíadas, o pintor Nuno Gonçalves com uma paleta, bem como famosos navegadores, cartógrafos e reis. A norte do monumento uma rosa-dos-ventos de 50 metros de diâmetro, desenhada no chão, foi uma oferta da África do Sul em 1960. O mapa central, pontilhado de galeões e sereias, mostra as rotas dos descobridores nos séculos XV e XVI. No interior do monumento existe um elevador que vai até ao sexto andar, e uma escada que vai até ao topo de onde se descortina um belo panorama de Belém e do rio Tejo. A cave é usada para exposições temporárias. Uma das mais interessantes perspectivas do monumento pode ser observada a partir de oeste, à luz do pôr do sol. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ali pertinho já avistávamos a famosa Torre de Belém, nossa última parada antes de embarcar para a cidade de Barcelona, na Espanha. Originalmente sob a invocação de São Vicente de Saragoça, padroeiro da cidade de Lisboa, designada no século XVI pelo nome de Baluarte de São Vicente a par de Belém e por Baluarte do Restelo, esta fortificação integrava o plano defensivo da barra do rio Tejo projetado à época de João II de Portugal (1481-95), integrado na margem direita do rio pelo Baluarte de Cascais e, na esquerda, pelo Baluarte da Caparica. A estrutura só viria a ser iniciada em 1514, sob o reinado de Manuel I de Portugal (1495-1521), tendo como arquitecto Francisco de Arruda. Localizava-se sobre um afloramento rochoso nas águas do rio, fronteiro à antiga praia de Belém, e destinava-se a substituir a antiga nau artilhada, ancorada naquele trecho, de onde partiam as frotas para as Índias. As suas obras ficaram a cargo de Diogo Boitaca, que, à época, também dirigia as já adiantadas obras do vizinho Mosteiro dos Jerónimos. Concluída em 1520, foi seu primeiro alcaide Gaspar de Paiva, nomeado para a função no ano seguinte. Com a evolução dos meios de ataque e defesa, a estrutura foi, gradualmente, perdendo a sua função defensiva original. Ao longo dos séculos foi utilizada como registo aduaneiro, posto de sinalização telegráfico e farol. Os seus paióis foram utilizados como masmorras para presos políticos durante o reinado de Filipe II de Espanha (1580-1598), e, mais tarde, por João IV de Portugal (1640-1656). O Arcebispo de Braga e Primaz das Espanhas, D. Sebastião de Matos de Noronha (1586-1641), por coligação à Espanha e fazendo frente a D. João IV, foi preso e mandado recluso para a Torre de Belém. Sofreu várias remodelações ao longo dos séculos, principalmente a do século XVIII que privilegiou as ameias, o varandim do baluarte, o nicho da Virgem, voltado para o rio, e o claustrim. Classificada como Monumento Nacional por Decreto de 10 de Janeiro de 1907, é considerada como Patrimônio Mundial pela UNESCO desde 1983. Naquele mesmo ano integrou a XVII Exposição Europeia de Arte Ciência e Cultura Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Na mesma praça fica uma réplica do 1º Hidroavião a cruzar o Atlântico Sul, indo de Lisboa até o Rio de Janeiro A primeira travessia aérea do Atlântico Sul foi concluída com sucesso pelos aeronautas portugueses Gago Coutinho e Sacadura Cabral, em 1922, no contexto das comemorações do Primeiro Centenário da Independência do Brasil. A épica viagem iniciou-se em Lisboa, às 7:00h (hora GMT) de 30 de março de 19221 , empregando um hidroavião monomotor Fairey F III-D MkII, especialmente concebido para a viagem, equipado com motor Rolls-Royce e batizado Lusitânia. Sacadura Cabral exercia as funções de piloto e Gago Coutinho as de navegador. Este último havia criado, e empregaria durante a viagem, um horizonte artificial adaptado a um sextante, a fim de medir a altura dos astros, invenção que revolucionou a navegação aérea à época. Características do Santa Cruz Material: madeira, revestida em tela Comprimento: 10,92 metros Envergadura: 14,05 metros Altura: 3,70 metros Peso vazio: 1800 quilogramas Peso equipado: 2500 quilogramas Velocidade de cruzeiro: 115 quilômetros/hora Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Retornamos ao aeroporto de Lisboa para o embarque para Barcelona. [googlemap]https://maps.google.com.br/maps?saddr=Lisboa,+Portugal&daddr=Barcelona,+Reino+da+Espanha&hl=pt-BR&ll=40.128491,-3.504639&spn=6.819757,15.820313&sll=40.061257,-3.47168&sspn=6.826482,15.820313&geocode=FbPmTgIdrGF0_yk78-RhGjMZDTHQNpDkvesABA%3BFWh8dwId3CkhACnlMI5xFpikEjEKZkdPPfuwRA&oq=barcelona&mra=ltm&t=m&z=7[/googlemap] Nossa chegada em Barcelona foi tranquila, como ainda não tínhamos a manha de utilizar o transporte público, muitas malas, cansados, resolvemos pegar um taxi até a praça Catalunya, para o check-in no hotel, pagamos EU 45,00 de taxi, no final achamos caro e que poderíamos ter pego um ônibus (aerobus). 19.04.2012 Acordamos cedinho e fomos conhecer a cidade de Barcelona. Como eu já conhecia a cidade, ficou mais fácil de saber o que fazer e para onde ir. Barcelona é uma cidade linda, com muitos atrativos para visitar. Não tenha medo nem vergonha de utilizar o transporte público, você irá economizar dinheiro, até porque eles te levam a qualquer lugar. Em Barcelona andamos de ônibus, metrô, trem, teleférico e ainda tem o VLT (veículo leve sobre trilhos), portanto opções não faltam. Primeiro foi preciso aprender a utilizar as máquinas automáticas para comprar os bilhetes, uma rotina que se repetirá até o final da viagem. Nós brasileiros, tupiniquins ainda temos dificuldade com essas coisas, rsrsrs... Mapa das diversas linhas do metrô de Barcelona. Um dos principais atrativos turísticos são as Ramblas, fomos então caminhar pela principal delas que é a La Rambla, com as estátuas vivas, lojas de souvenirs, floriculturas e o mercado San Jose. * La Rambla * Mercado Público San Jose (La Boqueria Oficialmente, Las Ramblas são uma série de pequenas ruas que se juntam (daí, o nome no plural). Elas têm, ao todo, 1,2 quilômetros de comprimento. Se chamam sucessivamente Rambla das Calhas (Rambla de Canaletes), Rambla dos Estudos (Rambla dels Estudis), Rambla de São José (Rambla de Sant Josep), Rambla dos Capuchinhos (Rambla dels Caputxins) e Rambla de Santa Mônica (Rambla de Santa Mònica). Embora sejam mais de uma, é comum elas serem chamadas simplesmente de "Rambla". Las Ramblas possui uma espécie de calçadão no centro, onde pedestres podem caminhar. É margeada por ruas por onde carros passam. Possui várias lojas, cafés, restaurantes, floriculturas e performances de vários tipos (mímicos, atores, músicos etc.). Vive lotada principalmente de turistas desde a manhã até altas horas da noite. Vários locais de interesse podem ser admirados ao se passear pelas Ramblas: La Boqueria, Grande Teatro do Liceu, Praça Real, Monumento a Colombo etc. O Mercado de Sant Josep de la Boqueria conhecido como La Boqueria é o primeiro dos mercados municipais de Barcelona e foi inaugurado em 19 de março de 1840 - dia de São José. Era onde, antigamente, ficava o Convento de São José, sendo que no século XIII era o local de vendedores de carne. É um mercado onde se vende frutas, carnes, artesanato, vinhos, etc. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Estátuas de Anjos com asas magníficas, deuses gregos, seres mitológicos e tantos outros personagens ganham vida na pele de incansáveis artistas em La Rambla nas ruas de Barcelona, na Espanha. La Hambla é uma das principais atrações da cidade durante a temporada turística, agrupando numerosos artistas de rua que posam como “estátuas humanas”. Com figurino e maquiagem impecável, os artistas surpreendem imitando poses e expressões, superando seus próprios limites físicos em busca da perfeição. Aprecie algumas fotos das estátuas vivas nas ruas de Barcelona. * Estátuas vivas da La Rambla Passeamos pelo Bairro Mouro. A Catedral de Barcelona, na Espanha, está dedicada à Santa Cruz e a Santa Eulália, donzela martirizada pelos romanos. Histórica e em estilo gótico, ela é a sede do arcebispado da capital catalã. A catedral foi construída do século XIII ao XV sobre a antiga catedral românica. Essa, por sua vez, havia sido edificada sobre uma igreja da época visigótica, a qual o fora sobre uma basílica paleocristã. Situada na altura da cidade, a catedral de alguma maneira a puxa para cima. No seu martírio, Santa Eulália foi exposta nua no fórum da cidade, mas milagrosamente – pois era primavera – uma nevasca cobriu a sua nudez. Enfurecidas, as autoridades romanas meteram-na em um barril com vidros quebrados e cravos, e o jogaram ladeira abaixo (na rua Baixada de Santa Eulália, ou encosta de Santa Eulália). Visitamos a Igreja da Sagrada Família, tínhamos programado entrar na Igreja, mas a fila estava dobrando o quarteirão e acabamos desistindo para poder visitar melhor os outros atrativos. Origem: Luis Dufaur Templo Expiatório da Sagrada Família, também conhecido simplesmente como Sagrada Família, é um grande templo católico da cidade catalã de Barcelona (Espanha), desenhado pelo arquiteto catalão Antoni Gaudí, e considerado por muitos críticos como a sua obra-prima e expoente da arquitetura modernista catalã. Financiado unicamente por contribuições privadas1 , o projeto foi iniciado em 18822 e assumido por Gaudí em 1883, quando tinha 31 anos de idade, dedicando-lhe os seus últimos 40 anos de vida, os últimos quinze de forma exclusiva. A construção foi suspensa em 1936 devido à Guerra Civil Espanhola2 e não se estima a conclusão para antes de 2026, centenário da morte de Gaudí. A construção começou em estilo neogótico, mas o projeto foi reformulado completamente por Gaudí ao assumi-lo. O templo foi projetado para ter três grandes fachadas: a Fachada da Natividade, quase terminada com Gaudí ainda em vida, a Fachada da Paixão, iniciada em 1952, e a Fachada da Glória, ainda por completar. Segundo o seu proceder habitual, a partir de esboços gerais do edifício Gaudí improvisou a construção à medida que esta avançava. O templo, quando estiver terminado, disporá de 18 torres3 : quatro em cada uma das três entradas-portais, a jeito de cúpulas; irá ter um sistema de seis torres, com a torre do zimbório central dedicada a Jesus Cristo, de 170 metros de altura, outras quatro ao redor desta, dedicadas aos evangelistas, e um segundo zimbório dedicado à Virgem. O interior estará formado por inovadoras colunas arborescentes inclinadas e abóbadas baseadas em hiperboloides e paraboloides buscando a forma ótima da catenária. Estima-se que poderá levar no seu coro 1500 cantores, 700 crianças e cinco órgãos. Em 1926, ano em que faleceu Gaudí, apenas estava construída uma torre. Do projeto do edifício só ficaram planos e um modelo em gesso que resultou muito danificado durante a Guerra Civil Espanhola.4 Desde então prosseguiram as obras: atualmente (2013) estão terminados os portais da Natividade e da Paixão, e foi iniciado o da Glória, estando em construção as abóbadas interiores. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Após o passeio saímos de mala e cuia pelas ruas de Barcelona, mas não fiquem acanhados, você encontrará muitas pessoas com malas andando pelas ruas, ninguém achará você um E.T. Então, estávamos prontos para pegar o trem até estação Mataró, onde fizemos um lanche e pegamos um taxi até a Auto Caravanas Del Sol para enfim conhecer nossa nova morada O primeiro passo é conferir o estado geral do carro, e RECOMENDO que anotem tudo, fotografem cada arranhão, por menor que seja. Você irá assinar um documento que recebeu o carro em ordem, nesse documento irá constar os defeitos existentes. Um ponto negativo para a Auto Caravanas Del Sol: nos cobraram EU 325 por danos que não temos como provar que já existiam e nem se fomos nós que causamos! Na euforia da chegada, você não repara pequenas alterações e eles irão te cobrar cada arranhão. Por exemplo: a mesa do carro tinha um queimado, tipo de cigarro, ok, isso constava no documento. Durante a viagem, com a trepidação, uma porta do armário se abriu e nosso Ipad caiu, fazendo um pequeno furo na mesa. Eles nos cobraram uma mesa nova. Quando questionei se não dava para arrumar eles alegaram que teriam que trocar, ora, nós recebemos uma mesa com defeito que provavelmente cobraram de alguém e não trocaram. A desculpa deles é que leva em torno de 150 dias para chegar uma nova, mas que iriam trocar, o que duvido muito, embolsaram nosso dinheiro e irão tapar o furo. CONFIRAM TUDO, FAÇAM UM ALBÚM DE FOTOS DETALHADA DO CARRO TODO. Outras pessoas relataram situações parecidas. Pedimos uma relação do que cobraram e os recibos que não nos enviaram até hoje. * Sr. Julio nos ensinando a utilizar os recursos do Motorhome * Nossa primeira vez Acabei levando meu GPS do Brasil, ainda no hotel em Barcelona aluguei pelo site o mapa da Europa por 30 dias, mas quem disse que consegui fazer o mapa funcionar?? Após muitas e muitas tentativas acabei desistindo e ainda ferrou meu mapa do Brasil, o GPS ficou todo desconfigurado. A Auto Caravanas acabou nos cedendo o GPS sem cobrar nada :'> e foi muito útil. Fui logo perguntando se tinha os mapas da Rep. Tcheca e da Polônia e o Sr. Julio afirmou que sim, então me tranquilizei, ligamos a máquina e saímos para nossa aventura. As primeiras aceleradas foram vergonhosas, parecia que nunca tinha guiado um carro. Com GPS e tudo nos perdemos logo na primeira curva depois que saímos. Quase levei uma multa por dar uma ré onde não devia bem na frente de um carro da polícia . Mas enfim, conseguimos chegar no Carrefour para comprar os mantimentos. Lembre-se sempre de ter um saco de moedas junto, você precisará e muito delas, vai moeda em tudo, começando pelo carrinho de mercado, só poderá utilizá-lo se soltar a corrente que o prende com uma moeda que será recuperada quando devolver o carrinho no estacionamento. Tínhamos uma boa geladeira, forno, fogão de 03 bocas e uma desconfiança enorme se tudo iria funcionar. A geladeira no primeiro dia parecia que não gelava, mas logo descobrimos que funcionava muito bem. Carro abastecido, fomos procurar o camping El Masnou. A primeira impressão não foi das melhores, o camping não era dos melhores (Nota 7), mas era o que tínhamos programado e assim ficamos 02 dias no camping. O custo da diária incluindo energia elétrica foi de EU 40,00, além de tudo foi um dos mais caros. *Camping El Masnou. Os custos do camping foram os seguintes: 02 - Adultos: EU 14,00 01 - Criança: EU 5,50 01 - MH: EU 13,50 01 - Conexão Elétrica: EU 5,50 I.V.A 8%: EU 6,16 Custo total para 02 diárias: EU 83,16 Ao acampar, você tem que tomar algumas providências: 1) Fazer o nivelamento do carro com os calços que acompanham o MH. Na primeira noite não fizemos isso e o carro ficou fora do nível, causando um desconforto enorme para tudo, andar, comer, dormir, etc., você chega a ficar com náuseas; 2) Conectar o MH à energia do camping. É sempre bom pedir uma extensão maior que 15 metros, existem lugares em que o ponto de energia fica acima dessa cota. 3) Você poderá armar o toldo (se possuir), mas nunca se esqueça de recolher antes de dormir, aprendemos isso da maneira mais difícil, no meio da noite e do frio ter que levantar da cama para recolher foi f... Deu uma ventania próximo à Saint Tropez que quase arrancou o toldo fora, chegou a fazer um pequeno rasgo, que tivemos que pagar depois. Mas o pior foi sair da cama, naquele vento e com muito frio para recolher o toldo. 4) Tínhamos que ligar o painel de comando, luzes internas, auxiliares, energia. Nesse painel podíamos acompanhar o nível da água (140 litros), temperatura externa e interna e carga da bateria. O carro possui ainda um inversor de tensão com uma tomada de 220V atrás do banco do carona; 5) Dentro do armário havia uma chave que tínhamos que ligar para termos água quente a 50ºC ou 70ºC dependendo da posição da chave; 6) Abastecer com água limpa o reservatório; 7) Descarregar as águas negras oriundas do vaso sanitário no banheiro químico do camping. Depois você coloca uma bolinha azul no vaso e fica tudo certo. Tudo será dissolvido e nem cheiro tem. Uma vez instalados, o próximo passo foi esvaziar as malas, arrumar as roupas, comida, aparelhos, etc. Enfim chegou a hora de descansar, ainda sofrendo um pouco com o fuso horário, principalmente porque na Europa anoitecia lá pelas 21:00 hs, então dá para aproveitar bem o dia. * Christian curtindo a cama pela primeira vez 20.04.2012 Logo cedo fizemos nosso primeiro café da no MH, ainda muito empolgados com tudo e loucos para sair e conhecer a cidade de Barcelona. O MH tinha uma boa geladeira, no primeiro dia chegamos a achar que ela não gelava o suficiente, mas é que enchemos a geladeira com produtos e ela demorou bastante para pegar o ritmo (rs), algum tempo depois nos convencemos de que ela gelava e muito. O forno também cumpre sua função perfeitamente, assamos várias coisas durante a viagem. Tomar café da manhã no MH além de ser barato, nos deu oportunidade de provar pães e outros produtos que compramos durante a viagem. * Primeiro café da manhã no MH Pegamos o trem novamente de Mataró para a Praça Catalunya, foram EU 12,95 nos bilhetes. Descemos a La Rambla novamente e fomos visitar a praça onde está o monumento em homenagem à Colombo. *Praça Colombo O Monumento a Colombo (em catalão, Monument a Colom) é uma das mais famosas estátuas da cidade de Barcelona, na Espanha. Foi construída em homenagem ao descobridor Cristóvão Colombo. Está erguida na praça do Portal da Paz (Portal de la Pau), ponto de união entre o sul da Rambla e o Passeio de Colombo (Passeig de Colón), em frente ao Porto de Barcelona. O monumento foi construído como ponto culminante das obras de melhora do litoral de Barcelona, feitas na época da Exposição Universal de Barcelona de 1888. Inaugurado em 1 de junho de 1888, em plena exposição, converteu-se em seguida em um dos ícones mais característicos da cidade. A estátua de Colombo está situada no alto de uma coluna de ferro. O monumento foi concebido por Gaietà Buïgas, e a estátua, de sete metros de altura, é obra do escultor Rafael Atché. O conjunto mede uma total de 60 metros de altura. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Tínhamos na nossa programação a visita ao Aquarium de Barcelona, que custou EU 16,40 para adulto e EU 12,00 para criança, tudo muito organizado e bonito. Foi no Aquarium que começamos a ficar engarrafados nos incontáveis Chineses que estão pela Europa, todos os atrativos turísticos estão sempre lotados de Chineses e Indianos, aff é fila em tudo que é lugar. Os 35 aquários na instalação são o lar de 11 mil animais , representando 450 espécies , e um túnel de 80 metros (260 pés) debaixo d'água. Essa foto você tira logo na entrada, "sem compromisso" dizem eles, na saída para tê-la pagamos EU 8,00, kkk, fazer o quê? Saímos do Aquarium e fomos pegar o Barcelona Tour na Praça Colombo, para cumprir um roteiro que tínhamos pré-estabelecido. Pagamos EU 62,00 para nós três. *Esquecemos de tirar uma foto do ônibus, por isso pegamos essa foto na internet, mas fica o crédito dela na imagem, obrigado Sr. fotógrafo. Nossa primeira parada programada foi o Castelo de Montjuïc. Datado do século XVIII, o Castell de Montjuïc situa-se no topo da montanha mais conhecida de Barcelona. Em 1640, durante a Guerra dos Segadors, foi construída uma pequena fortaleza para resistir a Filipe IV (III de Portugal). Esta fortaleza foi convertida, entre 1751 e 1779, no Castell de Montjuïc, um símbolo da repressão e da abolição das liberdades catalãs; a princípio, a missão da fortaleza era acabar com a repressão mas, mais tarde, tornou-se uma prisão militar. Atualmente, o Castell de Montjuïc abriga o Museu Militar, à saída da última paragem do teleférico, e guarda o porto, com a sua grande exibição de armamento. Para chegar aos Castelo optamos por subir de teleférico que custou EU 19,20 para dois adultos e EU 7,00 para criança, o passeio é muito bonito, com uma bela vista da cidade. A chegada ao Castelo é sempre emocionante, fotos... fotos... fotos!!!! Montjuïc, em Barcelona, ​​é uma larga e rasa colina com um topo relativamente plano com vista para o porto , a sudoeste do centro da cidade. O lado oriental do monte é quase um penhasco, dando-lhe uma visão dominante sobre o porto da cidade logo abaixo. O topo da colina (uma altura de 184,8 m) foi o local de várias fortificações , a última das quais (o Castelo de Montjuïc ) permanece até hoje. A fortaleza data em grande parte do século 17, com adições do século 18. Em 1842, a guarnição (leais ao Madrid governo) sem casca partes da cidade. Serviu como uma prisão, muitas vezes segurando presos políticos, até o momento do General Franco . O castelo também foi o local de numerosas execuções. Em 1897, um incidente conhecido popularmente como Els Processos de Montjuïc solicitado a execução de anarquistas partidários, que, em seguida, levou a uma severa repressão da luta dos trabalhadores por seus direitos. Em diferentes ocasiões durante a Guerra Civil Espanhola , ambos os nacionalistas e republicanos foram executados lá, cada um no momento em que o site foi detido por seus adversários. Os catalães nacionalista líder Lluís Companys i Jover também foi executado em 1940, tendo sido extraditado para o governo de Franco pelos nazistas . Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre Como já estava tarde resolvemos parar para um lanche, um saudável cachorro quente com muuuito catchup, e encontrei o mesmo garçom brasileiro de 02 anos atrás, quando estive em Barcelona, Após o passeio pelo Castelo de Montjuïc descemos novamente ao teleférico. Pegamos o Barcelona Tour e descemos no Estadi Olímpic de Montjuïc LLuis Companys, que foi o palco principal das Olimpíadas de Barcelona em 1992. No castelo e no estádio não pagamos ingressos. * A Pira Olímpica no detalhe da foto 2* Entrada Principal do Estádio Olímpico O Estádio Olímpico Lluís Companys (em catalão: Estadi Olimpic Lluis Companys, também conhecido como Estadi Olimpic de Montjuic) é um estádio localizado em Barcelona, Catalunha, Espanha. Originalmente construído para a Exposição Internacional de Barcelona de 1929, foi reconstruído em 1989 para os Jogos Olímpicos de Verão de 1992. Tem o nome do politico catalão Lluís Companys i Jover, e está localizado em Montjuic, um monte largo a sudoeste da cidade. O Grande Prêmio da Espanha de Formula 1 de 1975, foi disputado em torno do estádio, que foi utilizado como paddock. Muitos pilotos ameaçaram não correr por motivos de segurança, mas com o regime de Francisco Franco, eles não tiveram opção. O estádio tem capacidade para 56 000 torcedores e foi a casa do Espanyol após a demolição do Estádio Sarriá. Em 2009 construíram o Estadi Cornellà-El Prat com capacidade de 40 500 torcedores. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Saímos do Estádio Olímpico e fomos conhecer o Poble Espanyol. É um pequeno bairro cercado por muros situado em Montjuïc. Lembra uma cidade cenográfica medieval. Foi construído para a Feira Internacional de 1929 com o objetivo de mostrar a arquitetura e o artesanato espanhóis. É dividido em setores que representam as diversas regiões da Espanha, como a Extremadura, a Andaluzia, a Múrcia e a Catalunha, entre outras. Além de réplicas do casario peculiar dessas regiões, são exibidos e comercializados produtos artesanais típicos. Tem-se acesso a ele por um magnífico portão, réplica das Torres de Ávila, que nos conduz à praça principal do conjunto. Há que se caminhar por suas ruelas estreitas e bem conservadas, observando detidamente seus encantos, como a fábrica de vidros soprados de Toledo. Em 2010 eu havia estado no Poble Espanyol e comprado um colar com um cristal azul para a Julia. Eu consegui a façanha de deixar cair e quebrar na festa do Reveillon do mesmo ano. Então procurei a mesma loja para comprar um novo, não achamos o mesmo modelo e a Julia acabou pegando um brinco, que durante a viagem ela perdeu, prá encerrar a conversa desistimos desse item, não era para ser mesmo. Nosso dia continuava, uma correria só para aproveitar tudo ao máximo. Retornamos ao Barcelona City Tour e marcamos nossa próxima parada no Camp Nou, que é estádio do Barcelona, durante o passeio pudemos ver a linda arquitetura da cidade. Conhecer o Camp Nou também é emocionante, apesar do pouco tempo que tínhamos, foi o suficiente para fazer fotos e comprar uns mimos, agora não se iludam, tudo na loja do Barcelona é muito caro, eu queria comprar uma camisa com meu nome estampado e não tive coragem, em torno de EU 140,00. É mais barato comprar no Brasil. Muito cansados já, retornamos a Praça Catalunya e pegamos novamente o trem para Mataró e passar nossa última noite no Camping el Masnou. Na chegada teria que fazer a rotina que se tornaria diária. Baixar o toldo, armar a mesa e cadeiras, ligar tudo no carro e claro, abrir uma cerveja... Eu estava ouvindo Mr. Tamborine Man quando um outro campista passou e comentou em inglês que adorava Bob Dylan. Foi o suficiente para começarmos nossa primeira amizade na viagem. Mr. Maike (Inglês) nos fez companhia a noite e trouxe para o Christian tocar uma guitarra que ele tinha fabricado, e deu para ele um CD do Rolling Stones que ouvimos durante toda a viagem. Umas das atribuições diárias eram as tarefas escolares do Christian, levamos os conteúdos das matérias e no site da escola pegávamos as tarefas pela agenda virtual. A escola tinha a opinião de que o Christian aprenderia muito mais com a viagem do que em sala de aula no período, então depois teria apenas que recuperar as provas, as faltas não foram abonadas, mas nada que comprometeria o ano escolar. 21.04.2012 Acordamos logo cedo, tomamos uma café da manhã. Temperatura em torno de 12ºC. Nos despedimos de nosso amigo Mike e fui planejar o próximo trecho até Montserrat. [googlemap]https://maps.google.com.br/maps?saddr=Barcelona,+Reino+da+Espanha&daddr=Monistrol+de+Montserrat,+Reino+da+Espanha&hl=pt-BR&sll=41.629815,2.546082&sspn=1.666975,3.955078&geocode=FWh8dwId3CkhACnlMI5xFpikEjEKZkdPPfuwRA%3BFX7pegIdlSUcACkzk8HRbvWkEjFPcbqzRLxkeg&oq=monistro&mra=ls&t=m&z=11[/googlemap] Há várias formas de fazer o planejamento no GPS, mas a mais confiável era pegar as coordenadas pelo Google Earth, vc posiciona o cursor exatamente no ponto que você deseja chegar e coloca no GPS. Na Europa, mesmo nos lugares mais remoto o GPS funciona perfeitamente, no Brasil se vc sai da cidade já perde sinal, isso quando a cidade está mapeada corretamente. Agora de fato nossa viagem de Motor Home iria começar, pé na estrada e muita ansiedade, pisamos fundo até Montserrat, nosso objetivo era chegar a tarde em Andorra para fazer umas compras. Chegando em Montserrat já dava para avistar o Mosteiro encravado na montanha. Como programado fomos até ao Teleférico El Aeri, que nos levaria até o Mosteiro, pagamos EU 22,50 para ir e voltar pelo teleférico, Você também pode optar em ir de carro de Cremalheira ou mesmo a pé pelas trilhas. O mosteiro foi construído na Idade Média ao redor da gruta onde teria sido encontrada a imagem de Nossa Senhora de Monte Serreado, em 880. Foi destruído por tropas francesas em 1811, por ocasião da Guerra Peninsular. Foi reconstruído em 1844. Durante a ditadura de Francisco Franco, que reprimiu o nacionalismo catalão, em meados do século XX, o mosteiro foi um reduto da cultura catalã. É um mosteiro beneditino onde se encontra a famosa Virgem de Monstserrat, uma imagem negra. É também chamada a Virgem Morena. Quando entramos na igreja estava para começar uma missa, eles tinha acabado de fechar os portões que dava acesso a imagem da Virgem de Montserrat, então só pudemos olhar de longe. Em outro local havia uma parede onde vc podia acender velas, tinha um local que vc depositava uma moeda e retirava a vela. o Christian fez questão de acender uma para que nossa seja ótima. Hora de ir embora, já com as primeiras sacolinhas com imãs de geladeira, nosso hobby de viagem. A vista da montanha é simplesmente linda, a descida com o Teleférico uma atração a parte, lá de cima podíamos avistar nosso MH. Ansiosos pelo que ainda há por vir, embarcamos no MH e seguimos viagem. Nossa próxima atração seria passar pelo Tunel del Cadi com 5.026 metros a 1.175 metros de altitude. Durante a viagem as paisagens tornam-se cada vez mais impressionantes. Avistam-se lagos, castelos, montanhas e os primeiros sinais de neve. A passagem pelo túnel foi bem legal. Após o túnel paramos para almoçar em um restaurante onde eu parei em 2010. O restaurante estava aquecido, a comida perfeita e o atendimento ótimo. Após o almoço, seguimos viagem para Andorra, país que também havia visitado em 2010. http://pt.wikipedia.org/wiki/Andorra" onclick="window.open(this.href);return false;. [googlemap]https://maps.google.com.br/maps?saddr=Monistrol+de+Montserrat,+Reino+da+Espanha&daddr=Andorra+la+Vella,+Principado+de+Andorra&hl=pt-BR&sll=41.474837,2.01334&sspn=0.417748,0.98877&geocode=FX7pegIdlSUcACkzk8HRbvWkEjFPcbqzRLxkeg%3BFU2YiAIdrDgXACkL-yVKK_WlEjGAcpmRcJQACg&oq=andorra+la+velha&mra=ls&t=m&z=9[/googlemap] A passagem pela nossa primeira fronteira com o MH foi tranquila, não fomos parados e não foi necessário mostrar os passaportes. Andorra, oficialmente Principado de Andorra (em catalão: Principat d'Andorra), e por vezes Principado dos Vales de Andorra (em catalão: Principat de les Valls d'Andorra), é um pequeno país europeu localizado na cordilheira pirenaica entre o nordeste da Espanha e o sudoeste da França. Antes isolado, o principado é hoje um país próspero principalmente devido ao crescimento do turismo e por seu status de paraíso fiscal. Atualmente, a população andorrana está listada como tendo a maior expectativa de vida do mundo, com média de 83,52 anos (2007).5 O principado é o único país do mundo cuja única língua oficial é o catalão,6 embora represente apenas 0,22% do total de catalanófonos da Europa, a maioria deles distribuídos na Catalunha, Valência e Baleares. No seu território também são falados o castelhano, o português e o francês, nesta ordem de números de falantes. Andorra também é o sexto menor país da Europa, maior apenas que Malta, Liechtenstein, São Marinho, Mónaco e Vaticano. Sua capital é a cidade de Andorra-a-Velha, também conhecida como Andorra la Vella. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Fomos a Andorra com o firme propósito de comprar nossos "presentes". Iphone, Ipad, Ipod, filmadora, vídeo-game, relógios, etc. Compramos uma mala nova, bebidas e outras coisas pequenas. Andorra é um paraíso fiscal e não há impostos, portanto tudo a metade do preço do que custa no Brasil. Na fronteira os guardas só perguntam se você tem cigarros e bebidas. As coisas que compramos trouxemos com tranquilidade, celular no bolso, relógio no pulso, filmadora na mão, ou seja, tudo de uso pessoal não caracterizando contrabando. Ficamos no Camping Valira, um camping modesto mas bastante aconchegante. No camping havia um mini-mercado onde compramos mais alguns suprimentos e acessórios. Havia também uma piscina aquecida para relaxar, coisa que não pudemos fazer por falta de tempo. Custos do camping: Adulto EU 5,85 - Criança EU 4,85 - MH EU 11,70 - Eletricidade EU 3,60 a diária. O proprietário foi muito simpático e conversamos bastante com ele. Os banheiros como sempre limpos e tudo muito organizado. Apesar de estarmos na primavera as noites sempre estavam muito frias, um gelo prá dizer a verdade 22/04/2012 De manhã a rotina se repete, abastecer o MH com água, limpar a caixa de águas negras, esvaziar o reservatório de água utilizada, travar a geladeira e armários, desligar a água quente, etc., para poder seguir viagem. A exemplo do camping El Masnou na Espanha, no camping Valira em Andorra também fizemos amigos, sempre pessoas maravilhosas e cheias de história e experiências para contar. Estes são Oskar e Margot, suíços que também estavam hospedados no camping. Estávamos na capital Andorra La Velha, e logo fomos ao centro fazer as compras dos tão desejados presentes. Em Andorra La Velha há uma rua cheia de lojas de eletrônicos, relojoarias, óticas e muitas lojas de roupas. Por não ter impostos, as coisas são bem mais baratas. Por exemplo, compramos uma filmadora Sony com projetor modelo PJ10 por EU 285,00. Ainda compramos mais uma mala e algumas bebidas, também muito barato. No supermercado Andorra 2000 um fato interessante, tocou na rádio músicas do tipo universitário sertanejo. Em Andorra La Velha abastecemos pela primeira vez o MH, o preço do Diesel foi de EU 1,192 por litro, essa é uma informação que todo mundo quer saber para poder calcular suas viagens, durante o post iremos relatar o custo em outros países. Ainda no dia 22/04 saímos de Andorra próximo ao meio dia com o objetivo de atravessar os Pirineus e chegar na cidade de Carcassone na França, após algumas "perdidas" achamos o caminho e seguimos viagem. Subindo mais um pouco começamos a ver neve já no chão, todos entusiasmados com a novidade logo procuramos um lugar seguro para parar e deixar o Christian ter seu primeiro contato com a neve. A passagem pela fronteira foi engraçada, nos perguntávamos se deveríamos parar, se eles iriam pedir os passaportes, como iríamos nos virar falando francês. Fomos nos aproximando cheios de dúvidas e devagar. Até que avistamos um guarda no meio da rua e fomos parando, ele foi logo perguntando da onde éramos e quando viu os adesivos da bandeira do Brasil que colamos no pára-brisa, vidro lateral e fundos do MH, nos cumprimentou sorrindo e nos mandou seguir. Ufa As paisagens daí por diante foram de tirar o fôlego, nem sabíamos para onde olhar primeiro. Era um chamando o outro querendo mostrar o que viu, uma loucura! 22/04/2012 Agora vamos encarar a França, a descida dos Pirineus e muita, mas muita neve. As imagens que veremos são impressionantes, um dos trechos mais lindos e com mais neve da viagem. Quando tínhamos praticamente terminado de descer os Pirineus resolvemos parar para almoçar, foi quando encontramos uma lanchonete tipo "meia-boca". Um françês muito simpático (acreditem) nos atendeu muito bem e achou interessante o fato de sermos brasucas. Tivemos um pouco de dificuldade para nos comunicar, mas no final deu certo. Um pouco de francês mimicado com Inglês e Português e conseguimos fazer o pedido. A comida??, Hamburguers com fritas totalmente gordurosos, sabe aquela comida que depois você se arrepende??? AFFF Estava tão frio que não aguentamos ficar na rua, pegamos os pratos e fomos almoçar dentro do MH que estava com a calefação ligada. De pança cheia e um remorso de ter comido "Junk food", continuamos descendo em direção ao interior da França com destino a cidade medieval de Carcassonne. Houve um momento em que algo aconteceu, tipo caiu uma bomba nuclear. Sumiu o sinal do GPS, a rádio saiu do ar, etc. Acho que passamos sobre aquele túnel de aceleração de partículas que os malucos dos franceses fizeram, kkkk. Adiante o sinal voltou e fomos seguindo o GPS. Você tem a opção de usar ou não as vias pedagiadas, escolhemos não passar pelas auto estradas para podermos apreciar as paisagens e evitar pedágios. Valeu a pena por um lado, por outro a viagem se torna bem mais longa, então se vc tem pressa, não dá certo. Carcassonne não chegava nunca, andávamos, andávamos e nada de chegar a dita cidade, até que chegamos em um ponto distante e resolvemos reprogramar o GPS. Agora não tínhamos dúvida, estávamos perdidos. Mesmo assim impressiona a precisão do GPS na Europa, você chega aonde quiser, acho que demos mancada e marcamos a coordenada errada. Com o tempo aprendemos que devíamos entrar no Google Earth antes e marcar exatamente em cima do ponto onde gostaríamos de chegar. Depois disso não falhou mais, estávamos virados no "Amir Klink." Outra situação pitoresca me ocorreu, você não tem noção de como é estranho dirigir e, ao olhar pelo retrovisor enxergar uma PIA, isso mesmo, a Pia da cozinha. kkkk A viagem seguia muito cansativa, passávamos por vários vilarejos pequenos e nada de Carcassonne, o Christian ia sentadinho na "sala" e não dava outra, acabava dormindo parte da viagem. Pelo sul da França, a paisagem era dos inúmeros vinhedos e Chateaus, um mais interessante que o outro. Apesar da vontade de visitá-los, tínhamos pressa em chegar, pois durante a tarde tínhamos como meta visitar a cidade medieval. Marcamos as coordenadas erradas no GPS e ficamos rodando pelo interior, apesar do erro, valeu a pena passar por várias vilas medievais. Chegamos a um ponto que caiu a ficha e paramos para reavaliar. Colocamos novas coordenadas e começamos a rodar novamente, sempre em meio aos vinhedos. Neste trecho pagamos pedágios que custaram EU 11,30 e EU 12,60. Claro que pagamos mico, paramos no pedágio e adivinhem???? não tinha ninguém para cobrar, eu não sabia o que fazer, não tinha um lugar para colocar dinheiro ou cartão. Foi quanto tive a infeliz ideia de pedir ajuda pelo interfone, quem disse que entendíamos as instruções. De repente a cancela se abriu e aproveitei a deixa para acelerar, que saco, se não querem cobrar então fui embora. Morrendo de medo de sermos perseguidos pela polícia, FBI ou Interpol, a tensão tomou conta dos próximos quilômetros. Lá na frente descobrimos que se paga na saída, eita manezada, kkk Finalmente achamos o caminho e Logo avistamos nosso grande objetivo, a Cidadela de Carcassonne localiza-se no atual município de Carcassonne, no departamento de Aude, região de Languedoc-Roussillon, na França. A primitiva ocupação do sítio da cidadela de Carcassonne, no cruzamento do caminho entre Toulouse e Narbone e do que corre ao longo do Aude, remonta a povos Celtas, Galo-romanos e Visigodos. As fundações das suas casas e muralhas retratam com clareza essas sucessivas ondas civilizatórias. Durante a Idade Média foi defendida por um imponente conjunto de fortificações, ficando circundada por uma dupla linha de muralhas, que ainda hoje pode ser vista, e representa o ápice da engenharia militar do século XIII. O traçado irregular de suas ruas estreitas contrasta com a magnificência das muralhas e do castelo guarnecido por 59 torres e barbacãs, poternas e portas. Foi restaurada por Violet-le-Duc que lhe conferiu o atual aspecto. Ao final do século XIX, o conjunto estava praticamente abandonado, quando foi redescoberto por turistas ingleses. Durante a Segunda Guerra Mundial, a cidadela foi usada como campo de prisioneiros. Nossa missão era conhecer a cidade ainda no período da tarde, pois no dia seguinte tínhamos outro grande trecho para percorrer. Demos a volta na cidade nova e fomos direto para o Camping de la Cité http://www.campingcitecarcassonne.fr" onclick="window.open(this.href);return false;. O camping era muito organizado e bonito. Os custos foram os seguintes: MH: EU 16,90 Adulto: EU 5,50 Criança: EU 4,60 Eletricidade: EU 4,20 Taxa Seguro: EU 1,10 Internet: EU 4,00 a Hora Fazer a manutenção do carro é uma tarefa diária, quando você chegar no camping e antes de sair recomendo deixar sempre tudo em ordem. Check-in realizado, saímos caminhando por uma trilha muito legal, ao lado de um riacho, coisa de cinema. O Christian adorou os marrecos com seus filhotes. *Fonte: http://aritmeticadasletras.blogspot.com.br/2012/02/turista-das-letras-2-carcassonne-franca.html" onclick="window.open(this.href);return false; Para entrar na cidadela não é necessário pagar ingressos, lá dentro há muitas lojas de artesanato, restaurantes e museus. Como chegamos muito tarde, a maioria das lojas estava fechando, ainda conseguimos ser recebidos em uma delas para comprar nossos imãs de geladeira, kkk, não poderia faltar é claro. Outro lugar que gostaria de ter entrado foi no museu da inquisição, mas também já estava fechado. Acabamos tendo que correr para visitar a cidade, o sol já ia se pôr e tínhamos que fazer a caminhada de volta. Toda a caminhada, subir até o castelo nos deixou exaustos, não imaginávamos como o lugar era grande, estamos quebrados prá dizer a verdade, as pernas reclamavam e não víamos a hora de descansar. 23/04/2012 Acordamos cedo e pegamos a estrada, a ideia era chegar em Mônaco neste dia, passando por Marselha, Cannes e Nice. Como o trecho era acima de 500 km pegamos desta vez a auto estrada para ganhar tempo. O Christian dormia boa parte do tempo, nessa hora é muito monótono para crianças. Como queríamos conhecer as cidades passando por elas, entramos em Marselha e pegamos muito trânsito. Com o horário super apertado os atrasos foram acumulando. Saindo de Marselha pegamos uma estrada linda, subida com muitas curvas e uma paisagem linda. Com a trepidação da estrada, às vezes as portas dos armários que não estavam bem fechadas abriam, em uma delas meu iPad caiu e furou a mesa, o que nos foi cobrado quando entregamos o carro. Nós lavávamos a roupa nos campings, mas quando não havia máquina de secar o jeito era improvisar um varal para ir secando durante a viagem. Foi anoitecendo e fomos ficando preocupados pois estávamos muito longe do destino. O medo era de não conseguir entrar no camping e ter que passar a noite na rua, até porque não havia estacionamentos disponíveis e haviam várias placas informando que era proibido acampar com MH pelas ruas. Foi quando avistamos um camping, e já eram 20:30 hs, fizemos a volta e entramos. O viado do francês nos recebeu super mal, porque estava na hora dele ir embora. Todo truculento reclamou o tempo todo. Detalhe, ele não queria falar inglês, nem alemão, nem espanhol, nem português, somente o francês. Foi o pior da viagem, enfim dormimos por lá mesmo. Seria nossa primeira quebra de roteiro. Custos neste camping: EU 13,50 incluindo tudo. Aprendi outra coisa, nunca deixe o toldo armado durante a noite. Tive que levantar no meio da noite com vento e chuva para desarmar. Fez uma ventania que chegava a balançar o carro. Então o toldo rasgou um pouquinho e mais uma vez teríamos que pagar o prejuízo. 24/04/2012 Amanheceu, tomamos nosso café da manhã, pagamos o camping e seguimos viagem com destino a Mônaco. Já esperávamos que a viagem ficaria mais bonita e a ansiedade tomava conta. A cada trecho da estrada o cenário ia ficando mais belo e nós mais eufóricos. *2* ruínas de um aqueduto Pessoal é muito importante quando atravessar qualquer fronteira parar um posto de gasolina para comprar o "vinhete", um adesivo para colocar no vidro do carro indicando que vc pagou o pedágio do período, alguns valem por 10 dias, outros por 03 meses e assim por diante. Olhe na instrução no verso do adesivo para saber aonde colar. Espanha, Suíça, Áustria, Rep. Tcheca usam esse sistema. Nas auto-estradas há câmeras que identificam esse adesivo, se vc não tiver irá ser multado. Também não há polícia nas estradas. Uma outra coisa chamou a atenção, na beira da estrada várias corticeiras, donde se tira a matéria prima para fazer rolha de garrafa. Todas elas descascadas para retirar a cortiça. Próximo destino foi Cannes, também passamos voando baixo. Chegando em Cannes já dava para ver os Alpes nevados, fomos ficando mais eufóricos e felizes. Também não rodamos pela auto-estrada, fomos por dentro da cidade para apreciar a paisagem. Estradas muito sinuosas, subidas e descidas sem fim. Saindo de Cannes pegamos a estrada para Nice, outro belo trecho da viagem. Íamos começar a viagem pela charmosa Cóte d'Azur. A cor do mar era outra atração, de um azul hipnotizante, a vontade era de parar e entrar na água, mas não achávamos estacionamento para o MH, não tínhamos tempo e estava muito frio. Passando por Nice seguimos então para Mônaco, tudo isso ainda pela manhã. Neste trecho da estrada havia uma obra dentro de um túnel, ficamos parados por uns 15 minutos esperando liberar para seguir viagem. Mônaco Enfim chegamos a Mônaco. Eu nem podia acreditar, estava em um dos circuitos mais famosos da F-1. Sou fã da Fórmula 1 e não via a hora de passar pelo famoso túnel, na curva Loews. Provavelmente a curva mais famosa do Mônaco, e também a mais lenta de todo o calendário. Em Mônaco tínhamos receio de não conseguir trafegar com nosso MH, que tinha 7,19 m de comprimento x 3,00 m de altura. Muitíssimo pelo contrário, trafegamos normalmente, pedimos informação para um guarda, que de forma exemplarmente educada nos orientou em inglês como chegar ao estacionamento para MH, isso mesmo, específico para MH, ônibus, etc. Por incrível que pareça o estacionamento era em um edifício garagem, entramos no sub-solo e estacionamos com tranquilidade e segurança. O estacionamento custou EU 10,70, uma bagatela, dada a situação e o endereço. O estacionamento ficava em Fontvieille e com um pouquinho de paciência achamos o endereço. Meio receosos e ainda não acreditando que dava para entrar no edifício garagem com o MH, lá fomos nós. Saindo do estacionamento para caminhar pela cidade, mais uma vez o tempo estava lindo, frio mas com sol. Saímos em uma marina onde estavam atracados algumas "baleeiras" rsrs. A cor da água era impressionante, azul e tão transparente que dava para ver o fundo. Vocês podem até não acreditar, mas como tínhamos pouquíssimo tempo para Mônaco, paramos para comer no Mc'Donalds, kkk. Fizemos um lanche rápido e saímos caminhando a passos largos. Às 16:00 hs iríamos viajar para Torino na Itália, portanto tínhamos apenas umas 04 horas de passeio. A cidade estava quase pronta para o GP de Mônaco, cheia de arquibancadas e restrições. Caminhamos pelas ruas desviando o tempo todo o caminho por causa da montagem da pista. Estivemos na áreas dos boxes e imprensa e caminhamos até o ponto onde poderíamos pegar o Mônaco Bus, um micro ônibus de turimo. O passeio é super legal, principalmente pelo pouco tempo que tínhamos. O ônibus nos levaria aos principais atrativos turísticos da cidade, com a opção de parar quando quiséssemos e depois pegar o próximo ônibus. O ônibus possui um sistema de áudio com várias línguas. Eu e o Christian ouvíamos em espanhol e a Julia em Alemão. Ao passar pelo circuito da F-1, fiquei meio decepcionado porque íamos pela contra-mão. Cruzamos o túnel e a curva mais fechada da F-1 pela contra-mão. O custo do passeio foi de EU 18,00 para adultos e E 7,00 para crianças e durava em torno de 01 hora. Ao final do passeio paramos no Palácio Grimaldi, onde há um mirante com uma vista privilegiada de Mônaco. Local para fazer belas fotos e comprar lembranças de viagem. Descendo do palácio algumas coisas chamaram a atenção. Haviam placas indicando a distância até os desfibriladores, estrategicamente distribuídos pela cidade, além das escadas rolantes a céu aberto. Também haviam elevadores para vender os desníveis da cidade. Bem próximo do estacionamento ficava o Corpo de Bombeiros. Terminado o passeio retornamos para o estacionamento, tínhamos muita estrada pela frente ainda. iríamos passar por Menton, cruzar a fronteira com a Itália e chegar a tempo no camping em Torino. Mônaco foi ficando para trás. Pegamos uma estrada que subia sem parar, o Christian sofrendo com as curvas e super cansado de tanto caminhar. A estrada para a Itália ia passando pelo alto das montanhas, sempre com uma linda vista para o mar. Passamos por uma sequência de túneis e viadutos. Ventava muito a ponto de balançar o MH. Itália Durante todo o trajeto, avistávamos pequenas vilas e cidadezinhas às margens do mediterrâneo. Pequenos castelos, vinhedos e aquele mar azul. Viajávamos dentro do limite de velocidade e com pressa de chegar. Apesar do dia alternar sol e em determinados trechos nublados, a paisagem valeu a pena. Ao longo do trecho avistávamos os alpes e as montanhas nevadas. Enfim chegamos a Torino, eu havia colocado o endereço do camping, desde o começo a Juliana dizia que o camping ficava ao lado direito do rio, mas eu teimoso dizia que iríamos seguir o GPS, e fomos entrando na cidade cada vez mais movimentada. A probabilidade do camping estar nessa região foi diminuindo. Então paramos em um posto de gasolina, a idéia era achar um lugar com internet para entrarmos no Google e achar o camping. O problema é que não achávamos o endereço no aparelho de GPS, como está em italiano, há formas variadas de escrever e isso nos confundiu. Fomos tentando até que conseguimos achar o endereço no GPS. Então pegamos a estrada novamente e conseguimos chegar já no limite do camping fechar. 25/04/2012 Itália - Torino Chegamos ao camping já era noite. Estacionamos em uma vaga entre as árvores. Estava muito frio, estávamos cansados e com fome. Começamos a executar as tarefas do check-in, energia, água, toldo, etc. Nesta primeira noite no camping resolvemos jantar na cantina que havia dentro do próprio camping. A comida estava ótima e tive a oportunidade de provar mais uma cervejinha especial. O camping tinha uma boa infra-estrutura, restaurante, banheiros aquecidos e lavanderia. Tudo muito simples mas o suficiente para passar alguns dias. http://www.campingvillarey.it/" onclick="window.open(this.href);return false; Tarifas: Motor Home Eu 15,00 Barraca Eu 7,50 Aduto EU 7,50 Carro de Passeio Eu 2,00 Moto Eu 1,00 Criança 6-12 Eu 6,00 Criança 0 – 6 Grátis O dia amanheceu e para nossa surpresa, a vista da cidade era linda, o camping ficava em um lugar bem alto e podíamos avistar ao longe a cidade de Torino. Também havia um casarão que era de uma baronesa. Mais uma vez a internet era precária, queríamos diariamente postar nossa viagem mais íamos nos convencendo que não seria possível. O sinal ruim impedia qualquer tentativa de trabalhar no computador. O jeito era baixar as fotos e filmes e nos contentar com isso. O problema é que não podíamos dar notícias de nossa viagem. Nosso dia começou cedo, tomamos um café da manhã e nos dirigimos à recepção para pegar informações de como chegar nos atrativos turísticos. O recepcionista, que também era o garçom foi muito gentil, nos fornecendo uma mapa de como chegar ao centro e qual trem deveríamos pegar. Então descemos a ladeira que dava acesso ao camping e fomos até a estação do trem a pé. Foi uma descida e tanto, não tínhamos noção do quanto tínhamos subido. Até que passamos por um café que anunciava internet grátis e resolvemos entrar. Então tive a idéia de voltar até o camping e pegar o notebook e o Ipad para pelo menos acessar os e-mails. Subir tudo de novo foi outra aventura, caraca que correria. Cheguei ao camping, peguei as coisas e desci correndo até a lanchonete. Tomamos um cafezinho básico como desculpa para usar a net. Fomos informados que teriam que fechar pois era o feriado nacional da independência da Itália. Colocamos as coisas na mochila e então pé na estrada, pegamos o trem em direção ao centro. Nosso objetivo em Torino era visitar o museu Egípcio, o 2º maior fora do Cairo e a Igreja do Santo Sudário. Saímos caminhando até uma grande praça, neste local haviam muitas barracas de artesanato, daí foi fácil conseguir o nosso imã de geladeira. Fomos então conhecer o Museu Egípcio. Caminhando pelas ruas de Torino pudemos observar a bela arquitetura de uma cidade muito antiga, pelas praças da Europa sempre há artistas diversos, fazendo todo tipo de apresentação, então daqueles que você gostar, pode deixar uma moeda. O Christian adorou as estátuas vivas, principalmente àquelas que pareciam flutuar. O Museu de Antiguidades Egípcias de Turim (Museo delle antichità egizie di Torino) possui uma das maiores coleções egiptológicas do mundo, com cerca de 6.500 obras expostas e 26.500 em reserva. O museu foi fundado em 1824 por Carlo Felice, que adquiriu a coleção Drovetti, resultante das escavações de Bernardino Drovetti, cônsul da França no Egito. As coleções do museu foram consideravelmente ampliadas pelas escavações do arqueólogo e egiptólogo italiano Ernesto Schiaparelli, nomeado diretor em 30 de setembro de 1894, permanecendo no posto até sua morte em 1928. Os ingressos no Museu Egípcio custaram EU 7,50 por pessoa, menores de 18 anos não pagam. Saindo do museu, passamos por outra praça onde havia um palco montado, passamos direto e fomos até a igreja. A Igreja era linda, toda ornamentada. Logo na entrada ficava passando um filme sobre o Santo Sudário, assistimos o filme e fomos até o local onde ficava o manto sagrado. Havia uma freira, medindo em torno de 1,5 m que ficava me olhando enquanto eu filmava, quando fui filmar a mesa do Santo Sudário ela educadamente me disse que não poderia registrar imagens naquele ponto da igreja, mas tudo bem, já havia filmado e fotografado tudo. Saímos da igreja e voltamos até a praça, pois estavam acontecendo shows de música em razão do dia da independência da Itália. Muito cansados, resolvemos pegar o trem e voltar para o camping, só de pensar na enorme ladeira que teríamos que subir as pernas já começaram a reclamar. Foi uma noite muito, mas muito fria. Chegaram muitos MH e o camping ficou lotado. Aproveitei para beber umas cervejinhas e assistir algumas das filmagens que fizemos projetando as imagens na lateral do MH. Nessa noite acordamos quase congelados, fui olhar a energia e descobri a bateria no fim, a energia disponível no camping não foi suficiente para todos os MH estacionados. Confesso que passamos trabalho, pois fazia muito frio e a calefação não funcionava, foi uma noite difícil para todos. 26.04.2012 Itália - Torino x Chamonix (Mont Blanc) [googlemap]https://maps.google.com.br/maps?saddr=Torino,+Rep%C3%BAblica+Italiana&daddr=Chamonix-Mont-Blanc,+Fran%C3%A7a&hl=pt-BR&ie=UTF8&ll=45.496722,7.353973&spn=1.201336,3.227234&sll=45.34732,7.706909&sspn=1.204519,3.227234&geocode=FYa6rwIdLEZ1ACklvhhkEm2IRzG_d5zWA_gDiQ%3BFXG9vAIdudFoACnnLv4tBkyJRzGAo7rkKqsIBA&oq=Chamonix&mra=ls&t=m&z=10[/googlemap] Finalmente amanheceu o dia, gelado mas com sol. Tomamos nosso café da manhã e fizemos uma boa filmagem do camping, espero postar em breve no Youtube e posteriormente insiro neste post. Saímos de Torino logo cedinho com destino ao Mont Blanc e Chamonix, novamente na frança. A subida pelo vale é linda, a arquitetura e a paisagem impressionam a cada curva. Continuamos subindo até a divida da Itália com a França. Mais uma vez não foi preciso apresentar passaporte ou qualquer documento, até então não fomos parados em nenhuma fronteira. A partir desse ponto entramos no túnel do Mont Blanc, que atravessa a montanha por dentro. Há muitas regras de segurança a seguir pois em 24 de março de 1999 um terrível acidente no túnel vitimou 41 pessoas e causou um incêndio que durou 52 horas. [linkbox]http://www.landroverclub.net/Club/HTML/MontBlanc.htm[/linkbox] 26.04.2012 França - Chamonix (Mont Blanc) 11.611 mts depois saímos do outro lado do túnel e de cara vislumbramos o vale onde fica a cidade de Chamonix, ao pé do Mont Blanc. [googlemap]https://maps.google.com.br/?ll=45.843151,6.996918&spn=0.284131,0.676346&t=m&z=11[/googlemap] Há um passeio que permite subir as montanhas até o alto do Aguille du Midi, porém quando chegamos no teleférico descobrimos que não seria possível subir porque a montanha estava fechada em razão dos fortes ventos vindos do deserto do Saara (Sirocco) e não havia condições de segurança para subir. Esse foi nosso primeiro atrativo que não pudemos visitar pelo nosso cronograma. Pelo menos compramos lembranças, imãs de geladeira e roupas de inverno. A Aiguille du Midi (em português significa Agulha do Meio-dia), é uma montanha situada no Maciço do Monte Branco, que com uma altitude de 3842 metros, a mais alta das Aiguilles de Chamonix. Sobre o pico eleva-se uma torre, com antenas de telecomunicações, representando o ponto culminante atual. O cume é o ponto de chegada do Teleférico da Aiguille du Midi. A estação superior está situada a 3777 metros de altitude, e para alcançar o topo a 3842 m existe um ascensor. A montanha tem, no entanto, apenas 310 m de proeminência topográfica. Em 4 de agosto de 1818 foi alcançado o cume norte por Antoni Malczewski, J.M. Balmat e outros cinco guias. Posteriormente, em 5 de agosto de 1856, J. A. Devouassoux e A. e J. Simond chegaram ao cume sul. A Aiguille do Midi é assinalada em vários números das 100 mais belas corridas de montanha. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Lamentando muito não poder subir, daí nos restou apreciar o lugar e tentar ver, mesmo que por um breve momento o topo do Mont Blanc. O cume estava o tempo todo encoberto e em uma única oportunidade as nuvens se abriram e foi possível ver a montanha. Nosso tempo era contado nos minutos e não podíamos esperar pelo dia seguinte, então embarcamos novamente e decidimos então ir para a Chamonix conhecer um dos mais famosos destinos de estações de inverno dos Alpes. A cidade de Chamonix é linda, aconchegante cheia de esquiadores por todos os lados, passeamos rapidamente pelas principais ruas a procura dos nosso imãs de geladeira. Almoçamos mais uma vez no Mc Donalds para ganhar tempo e acesso a internet, além de economizar nas refeições fora do MH, sabíamos exatamente quanto iríamos gastar, mas olha o padrão da versão Suíça do lugar... Neste dia abastecemos o MH com EU 90,02 e tivemos um gasto de pedágio no valor de EU 74,30, mais caro em razão da passagem pelo túnel do Mont Blanc. Saindo de Chamonix, partimos em direção as montanhas com destino à Villeneuve na Suíça. [googlemap]https://www.google.com.br/maps/dir/Chamonix,+Fran%C3%A7a/Villeneuve,+Switzerland/@46.1610376,6.7087824,10z/data=!3m1!4b1!4m13!4m12!1m5!1m1!1s0x47894c062dfe2ee7:0x408ab2ae4baa380!2m2!1d6.869433!2d45.923697!1m5!1m1!1s0x478e9093f67a7acf:0xda2a0c109bbe992e!2m2!1d6.9260623!2d46.3978764[/googlemap] Pessoal pedimos um pouquinho de paciência, estamos relatando a viagem dentro do possível, ainda falta muito material, caso precisem de alguma informação que não esteja no relato, nos deixe uma mensagem, teremos prazem em ajudar.
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