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marians

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  1. Oi Leticia, te mandei um email... Quem sabe a gente não se encontra por lá? bjs
  2. Olá Phrlzz vou chegar em Bali dia 19 de maio! a ida para Gilli é ferry ou fast boat. Pretendo ir no fast. E a escolha da companhia vai depender da onde vou partir. Se for direto de Ubud para lá , o melhor sair de PANDAG BAI se for de Kuta/legian /Seminyak , o melhor é partir de SERAGAN HARBOUR Dá uma olhada no blog http://www.voucontigo.com.br/2014/06/como-chegar-em-gili-islands/ Veja os links : http://www.gilibookings.com/ http://www.scootcruise.com/time-table/ www.gilicat.com
  3. Olá Gaby, tudo tranquilo? Sim, tenho interesse em companhia.. Te mandei uma mensagem inbox. Valeu! bj
  4. Olá Leandro, essa questão de quantos dias é muito pessoal e depende do seu interesse. Mas se forem apenas as duas cidades, ficaria 5 dias em Tóquio ( onde vc pode inclusive fazer alguns passeios de 1 dia inteiro, por exemplo Nikko) e 3 dias em Kioto ( igualmente poderá ir a Nara por um dia). Mas como disse, denpende do seu interesse.. abraços
  5. Olá Belafm, obrigada pela resposta. Ajudou sim. Vou aumentar tirar Sanur e aumentar UlluWatu ficar apenas 3 noites em Legian, no final da viagem. Vc conheceu Nusa Lembongan? Recomenda a hospedagem que ficou no sul? abraços Mariana
  6. marians

    Bali sozinha - ajuda roteiro

    Vou sozinha por 20 noites e gostaria de dicas, sugestões e ajuda no meu roteiro. Qualquer dica ou sugestão será valiosa!! Num primeiro momento pensei nesse roteiro, mas tenho muitas dúvidas: Sanur - 2 noites - não tenho certeza sobre Sanur. Alguém sabe dizer se vale a pena? A idéia era chegar direto pra me ambientar depois de uma longa viagem num lugar mais tranquilo. Ubud - 6 noites - vi que tem muitos passeios, como também spas e curso de meditação e yoga. Alguém tem dicas do que fazer? Passeios? Onde ficar? Prefiro ficar no centros dos acontecimentos, já que vou sozinha e é mais facil me locomover... legian 2 noites - seria uma ida estratégica para deixar parte da minha mala e poder voltar depois antes de ir embora. E poderia começar a conhecer as lojas e bares . Escolhi legian porque fica entre kuta e Seminiak. Pelo o que li kuta é agitado demais e Seminiak pode ser um pouco caro e talvez um pouco mais romântico do que gostaria já que vou sozinha.. Gili T island 5 ou 6 noites - li que lá é muito legal. Algúem concorda?Tem indicação de hotel ? ulu Watu - 2 noites - só para conhecer as praias, o por do sol . Algúem foi? Tem indicação de hotel? legian 2 ou 3 noites - compras , night antes de ir embora para o aeroporto Vi bons comentários sobre o Hotel Terrace em Kuta ( mas que na verdade ficaria em Legian). Algúem conhece? Tem outras dicas? http://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g297697-d5542199-Reviews-Hotel_Terrace_At_Kuta-Kuta_Bali.html Como já disse qualquer dica ou sugestão será muito valiosa abraços Mariana
  7. Desculpa Roberta e valter, tive um problema com meu e-mail e nao recebi notificacao que tinha mensagem para mim aqui...Bem se ainda estiver em tempo sera um prazer em passar todas as dicas. Meu email 'e [email protected]
  8. Foi uma experiência incrível, me aventurar sozinha, virar analfabeta , trouxe ainda na bagagem mil historias divertidas e lembranças maravilhosas... Viajei em maio de 2012 e nunca tinha viajado tanto tempo e para tão longe sozinha antes. Decidi fazer um relato com dicas aqui nesse site que tanto me ajudou . Não vou citar valores porque variam conforme as estações, mas posso dizer que não é uma viagem barata. Embarquei pela Emirates Airlines do Rio de Janeiro – amei a cia aérea. Aviões novos, um sistema de cinema e entretenimento abordo com mais de 100 ( ou seriam 200?) opções de filmes, seriados documentários. Além disso , uma boa surpresa no aeroporto de Dubai : além de novo, limpo, organizado, tem wifi gratuito. E ainda por cima poderia chegar por Toquio e sair por Osaka ( me poupando de retornar a Tóquio só para ir embora). No meu caminho para o Japão fazer um pequeno pit stop em Dubai , duas noites , antes de embarcar para Toquio. Sobre Dubai: Fiquei no Ibis Deira City Centre Hotel - uma ótima escolha para um pit stop: barato, pertíssimo do aeroporto e em frente a um shopping Center, com ótimas opções de restaurantes, lojas e até supermercado. Cidade 100% segura , inclusive para uma mulher sozinha chegando na madrugada. O taxi do aeroporto até o hotel não chegou a trinta reais. E tem até um taxi com motorista mulher justamente para mulheres desacompanhadas. O teto desses carros exclusivos para mulheres é cor de rosa. Foram dois dias de muita correria para aproveitar tudo. Fiz um tour para jantar no deserto. É bem turístico, não é muito barato, mas vale a pena. Eles te pegam no hotel por volta das quatro da tarde, te levam para o deserto com direito a show de falcão, depois um passeio com emoção pelas dunas e finalmente te levam para um acampamento beduíno, com um jantar – Buffet super bem servido, dança do ventre e camelos dar uma voltinha com direito a fotos . Gostei bem da experiência . A agência oferece ainda vários outros tours que podem ser interessantes para quem fica mais tempo em Dubai – segue o site http://www.arabian-adventures.com/en/tours-and-safaris/ Também fiz o tour city em Dubai, daqueles em ônibus de dois andares que vc pode descer e pegar novamente durante o dia todo. Valeu porque estava sozinha, mas quem tem companhia talvez valha mais a pena pegar taxi ( são baratos) e escolher os lugares . Parece que tem um metro também. De qualquer forma, vale olhar o site do city tour para imprimir o mapa e escolher algumas atrações para visitar www.bigbus.co.uk Para quem gosta de fazer compras, o Dubai Mall é mesmo imperdível. Maior shopping do mundo, com lojas internacionais, restaurantes . A dica é comer na varanda e apreciar o balé das águas lá pelas oito da noite. Sobre Japão: Amei a organização, a delicadeza, a limpeza, a estética, a tradição, a natureza belissima. Sem esquecer de pequenos detalhes: os banheiros que só faltam falar, a segurança de largar a bolsa sozinha e ninguem mexer!!!! O povo é gentil, educado e muito engraçado.Quase como caricatura deles mesmos. Fazem interjeições exageradas o tempo todo. Ri muito.As vezes deu a impressão de ser outro planeta, só que parecido com o nosso. E para não dizer que tudo são flores, a multidão pode cansar. É muita gente em todos os lugares. Na verdade dei sorte de vez em quando ir em lugares vazios. Mas no geral temos mesmo que nos embrenhar no meio da multidão ..... E não é uma viagem barata. Mas também não é nenhum absurdo para quem está acostumado com preços europeus. Detalhe importante: quase ninguém fala inglês. Prepare-se para se comunicar com gestos, grunidos, risos e relaxar, porque eles vão fazer tudo para tentar te entender e ajudar. Não adianta ficar impaciente. No final tudo dá certo. COMIDA Comer foi outra aventura. Não me adaptei bem. Cheguei a conclusão que comida japonesa boa é feita aqui no Brasil ( que naturalmente foi adaptada). Fora que volta e meia fui enganada pela aparencia. Achava que era bala, na verdade era um tempero amargo. Achava que era pão saldado, quando era um pão doce enjoativo. Além disso, sou quase vegetariana ( não como carne vermelha, nem aves ) e lá é muito comum misturar porco, franco e peixe no mesmo prato. Mas não é difícil encontrar opções. Só não é o meu lugar predileto para comilanças ( diferente da Itália ou França).... TRANSPORTE: Em relação a transporte, fiz uma decisão que foi contra a dica de várias pessoas: não comprei o passe de trens JR . Fiz meu intinerário, fiz contas, refiz as contas. Para mim, não valia a pena. E não me arrependo. Mas cada caso é um caso. Faça as suas contas . Fiz apenas três viagens de trem : ( ida e volta Tóquio- Nikko e somente ida Tóquio –Kioto). Para ir e voltar dos aeroportos, preferi pegar transfer , daqueles que fazem ponto a ponto em alguns hotéis ( o que me poupou pegar taxi até a estação de trem, subir escadas com mala grande ...). E para andar de metro em Toquio comprei um passe chamado Suica , que é na verdade um cartão pré-pago que vale para todas as companhias de metro na cidade. Ah, sim são varias companhias de metro, cada uma cobra um preço diferente e é bem difícil saber a diferença. Não passei nenhum estresse com o cartão suíca . http://www.japan-guide.com/e/e2359_002.html E para entender melhor o sistema de metro em Toquio , olhem http://www.japan-guide.com/e/e2017.html Ah, dica importante: no Japão ninguém leva bagagem porque eles despacham um dia antes as malas grandes através de firma transportadora. Confiavel e barato. Claro que usei para mandar minha mala de Toquio para Kioto e paguei menos que vinte euros pelo serviço. Contratei o serviço no balcão do meu hotel e a mala chegou na recepção do hostel em Kioto. Sem estresse. Comigo só levei uma troca de roupas. http://www.kuronekoyamato.co.jp/english/ Sobre Tóquio Minha porta de entrada foi o aeroporto de Narita ,onde muitos falam inglês bem, então aproveitei para trocar dinheiro, comprar o passe do metro, uma passagem de trem de Toquio para Kioto e finalmente embarquei no onibus que eles chamam de limusine bus – faz várias paradas em hoteis no centro de Tóquio http://www.limousinebus.co.jp/en Fiquei num hotel caro, por opção, em Ginza, um bairro chique. O hotel é Mitsui Garden Hotel Ginza Premier e valeu cada centavo gasto ali. Um luxo. Os quartos são pequenos, mas como estava sozinha, não fez diferença. Uma vista sensacional, que tem tempos sem nuvens dava até para ver o Monte Fuji. Banheiros hi-tech, super bem localizado em frente a uma loja de conveniência 24 horas. Mas melhor e mais importante dica para quem vai a Toquio é procurar o serviço de guias voluntários. Foi a melhor coisa que fiz. Estaria perdida sem a ajuda de três guias , que além de saírem comigo, passaram a me orientar por e-mail com dicas preciosas. São varias organizações, a que me inscrevi se chama Tokyo Free Guide http://www.tokyofreeguide.com/ ( tem no facebook também). Você não paga pelo serviço, mas fica encarregado de todas as despesas com transporte, alimentação e ingressos. E como não são guias profissionais, não estão presos a interesses comerciais, comissões em lojas. Super recomendo. Troquei correspondência com tres guias antes de viajar e acertamos qual seria minha programação com elas . No primeiro dia pedi para passear em Ginza, bairro onde fiquei hospedada e cheia de lojas caras, mas que valhem a pena passear ( não necessariamente comprar). No segundo dia fui ao templo de Asakusa ( o mais antigo de Toquio), depois no Edo Museum e finalmente assistir lutas de sumo ( amei, divertidissimo). No terceiro dia fui fazer uma peregrinação numa rota budista no Mt Takao. É bonito, mas esperava mais. E no quarto dia de guia voluntário fui passear em vários bairros: harajuko, Shibuya, Shinjuku . Roppongi Sobre Nikko Amei, dei sorte dos templos estarem vazios, tive um contato maior com a natureza, que é linda. Mas a comunicação foi bem difícil, fiz amizades com estrangeiros e acabei me divertindo muito. Primeiro fui para Oku Nikko, um micro vilarejo perto de um lago lindo. Fiquei hospedada uma noite num Ryokan Okunikko konishi Hotel Ryokan, estilo de hotel tipicamente japonês, com SPA de termas naturais (osen). Onde te servem um jantar com vários pratos. Não foi barato, mas valeu a pena. No dia seguinte fui para o centro de Nikko, onde passei pelos templos e dormi no hostel Nikko Park Lodge Tobu Station , que fica exatamente em frente da estação. O hostel é limpo, confortável, e bem localizado, mas não tinha ninguém na recepção. Apenas um aviso pedindo para entrar em contato por telefone com alguém. Mas não tinha telefone. Foi um certo estresse, acabei descobrindo alguém que falava um mínimo de japonês , que teve a gentileza de telefonar para mim. Só então apareceu o responsável pelo hostel. Eu recomendo escrever um e-mail antes para acertar um horário e garantir que terá alguém na hora do check in Sobre Kioto É uma cidade maior do que eu imaginava. Mas gostei do astral. Visitei vários templos lindos – mas prepara-se para encontrar excurssões colegiais e muitos turistas. Fiquei hospedada no Kyoto Hana Hostel , que eu super recomendo. Um lugar barato ( para padrões japoneses) , bem localizado, gente simpática , wifi gratuito, aluguel de bicicleta. Sim, eu aluguei uma bicicleta e também recomendo. A cidade é facílima para passear de bike. Também fiz uma aula de meditação zen – no templo templo Myoshin-ji temple complex . http://www.shunkoin.com/direction.html Fui a uma cerimônia do chá, assisti a um espetáculo de geishas e um walking tour em gion . Fui também a Nara onde tem um templo com cervos e veados, que comem biscoito na nossa mão. Quem quiser alguma dica especifica, me escreva que responderei com prazer. Sayonara
  9. Foi uma experiência incrível, me aventurar sozinha, virar analfabeta , trouxe ainda na bagagem mil historias divertidas e lembranças maravilhosas... Viajei em maio de 2012 e nunca tinha viajado tanto tempo e para tão longe sozinha antes. Decidi fazer um relato com dicas aqui nesse site que tanto me ajudou . Não vou citar valores porque variam conforme as estações, mas posso dizer que não é uma viagem barata. Embarquei pela Emirates Airlines do Rio de Janeiro – amei a cia aérea. Aviões novos, um sistema de cinema e entretenimento abordo com mais de 100 ( ou seriam 200?) opções de filmes, seriados documentários. Além disso , uma boa surpresa no aeroporto de Dubai : além de novo, limpo, organizado, tem wifi gratuito. E ainda por cima poderia chegar por Toquio e sair por Osaka ( me poupando de retornar a Tóquio só para ir embora). No meu caminho para o Japão fazer um pequeno pit stop em Dubai , duas noites , antes de embarcar para Toquio. Sobre Dubai: Fiquei no Ibis Deira City Centre Hotel - uma ótima escolha para um pit stop: barato, pertíssimo do aeroporto e em frente a um shopping Center, com ótimas opções de restaurantes, lojas e até supermercado. Cidade 100% segura , inclusive para uma mulher sozinha chegando na madrugada. O taxi do aeroporto até o hotel não chegou a trinta reais. E tem até um taxi com motorista mulher justamente para mulheres desacompanhadas. O teto desses carros exclusivos para mulheres é cor de rosa. Foram dois dias de muita correria para aproveitar tudo. Fiz um tour para jantar no deserto. É bem turístico, não é muito barato, mas vale a pena. Eles te pegam no hotel por volta das quatro da tarde, te levam para o deserto com direito a show de falcão, depois um passeio com emoção pelas dunas e finalmente te levam para um acampamento beduíno, com um jantar – Buffet super bem servido, dança do ventre e camelos dar uma voltinha com direito a fotos . Gostei bem da experiência . A agência oferece ainda vários outros tours que podem ser interessantes para quem fica mais tempo em Dubai – segue o site http://www.arabian-adventures.com/en/tours-and-safaris/ Também fiz o tour city em Dubai, daqueles em ônibus de dois andares que vc pode descer e pegar novamente durante o dia todo. Valeu porque estava sozinha, mas quem tem companhia talvez valha mais a pena pegar taxi ( são baratos) e escolher os lugares . Parece que tem um metro também. De qualquer forma, vale olhar o site do city tour para imprimir o mapa e escolher algumas atrações para visitar www.bigbus.co.uk Para quem gosta de fazer compras, o Dubai Mall é mesmo imperdível. Maior shopping do mundo, com lojas internacionais, restaurantes . A dica é comer na varanda e apreciar o balé das águas lá pelas oito da noite. Sobre Japão: Amei a organização, a delicadeza, a limpeza, a estética, a tradição, a natureza belissima. Sem esquecer de pequenos detalhes: os banheiros hi-tech que só faltam falar, a segurança de largar a bolsa sozinha e ninguem mexer!!!! O povo é gentil, educado e muito engraçado.Quase como caricatura deles mesmos. Fazem interjeições exageradas o tempo todo. Ri muito.As vezes deu a impressão de ser outro planeta, só que parecido com o nosso. E para não dizer que tudo são flores, a multidão pode cansar. É muita gente em todos os lugares. Na verdade dei sorte de vez em quando ir em lugares vazios. Mas no geral temos mesmo que nos embrenhar no meio da multidão ..... E não é uma viagem barata. Mas também não é nenhum absurdo para quem está acostumado com preços europeus. Detalhe importante: quase ninguém fala inglês. Prepare-se para se comunicar com gestos, grunidos, risos e relaxar, porque eles vão fazer tudo para tentar te entender e ajudar. Não adianta ficar impaciente. No final tudo dá certo. COMIDA Comer foi outra aventura. Não me adaptei bem. Cheguei a conclusão que comida japonesa boa é feita aqui no Brasil ( que naturalmente foi adaptada). Fora que volta e meia fui enganada pela aparencia. Achava que era bala, na verdade era um tempero amargo. Achava que era pão saldado, quando era um pão doce enjoativo. Além disso, sou quase vegetariana ( não como carne vermelha, nem aves ) e lá é muito comum misturar porco, franco e peixe no mesmo prato. Mas não é difícil encontrar opções. Só não é o meu lugar predileto para comilanças ( diferente da Itália ou França).... TRANSPORTE:Em relação a transporte, fiz uma decisão que foi contra a dica de várias pessoas: não comprei o passe de trens JR . Fiz meu intinerário, fiz contas, refiz as contas. Para mim, não valia a pena. E não me arrependo. Mas cada caso é um caso. Faça as suas contas . Fiz apenas três viagens de trem : ( ida e volta Tóquio- Nikko e somente ida Tóquio –Kioto). Para ir e voltar dos aeroportos, preferi pegar transfer , daqueles que fazem ponto a ponto em alguns hotéis ( o que me poupou pegar taxi até a estação de trem, subir escadas com mala grande ...). E para andar de metro em Toquio comprei um passe chamado Suica , que é na verdade um cartão pré-pago que vale para todas as companhias de metro na cidade. Ah, sim são varias companhias de metro, cada uma cobra um preço diferente e é bem difícil saber a diferença. Não passei nenhum estresse com o cartão suíca . http://www.japan-guide.com/e/e2359_002.html E para entender melhor o sistema de metro em Toquio , olhem http://www.japan-guide.com/e/e2017.html Ah, dica importante: no Japão ninguém leva bagagem porque eles despacham um dia antes as malas grandes através de firma transportadora. Confiavel e barato. Claro que usei para mandar minha mala de Toquio para Kioto e paguei menos que vinte euros pelo serviço. Contratei o serviço no balcão do meu hotel e a mala chegou na recepção do hostel em Kioto. Sem estresse. Comigo só levei uma troca de roupas. http://www.kuronekoyamato.co.jp/english/ Sobre Tóquio Minha porta de entrada foi o aeroporto de Narita ,onde muitos falam inglês bem, então aproveitei para trocar dinheiro, comprar o passe do metro, uma passagem de trem de Toquio para Kioto e finalmente embarquei no onibus que eles chamam de limusine bus – faz várias paradas em hoteis no centro de Tóquio http://www.limousinebus.co.jp/en Fiquei num hotel caro, por opção, em Ginza, um bairro chique. O hotel é Mitsui Garden Hotel Ginza Premier e valeu cada centavo gasto ali. Um luxo. Os quartos são pequenos, mas como estava sozinha, não fez diferença. Uma vista sensacional, que tem tempos sem nuvens dava até para ver o Monte Fuji. Banheiros hi-tech, super bem localizado em frente a uma loja de conveniência 24 horas. Mas melhor e mais importante dica para quem vai a Toquio é procurar o serviço de guias voluntários. Foi a melhor coisa que fiz. Estaria perdida sem a ajuda de três guias , que além de saírem comigo, passaram a me orientar por e-mail com dicas preciosas. São varias organizações, a que me inscrevi se chama Tokyo Free Guide http://www.tokyofreeguide.com/ ( tem no facebook também). Você não paga pelo serviço, mas fica encarregado de todas as despesas com transporte, alimentação e ingressos. E como não são guias profissionais, não estão presos a interesses comerciais, comissões em lojas. Super recomendo. Troquei correspondência com tres guias antes de viajar e acertamos qual seria minha programação com elas . No primeiro dia pedi para passear em Ginza, bairro onde fiquei hospedada e cheia de lojas caras, mas que valhem a pena passear ( não necessariamente comprar). No segundo dia fui ao templo de Asakusa ( o mais antigo de Toquio), depois no Edo Museum e finalmente assistir lutas de sumo ( amei, divertidissimo). No terceiro dia fui fazer uma peregrinação numa rota budista no Mt Takao. É bonito, mas esperava mais. E no quarto dia de guia voluntário fui passear em vários bairros: harajuko, Shibuya, Shinjuku . Roppongi Sobre Nikko Amei, dei sorte dos templos estarem vazios, tive um contato maior com a natureza, que é linda. Mas a comunicação foi bem difícil, fiz amizades com estrangeiros e acabei me divertindo muito. Primeiro fui para Oku Nikko, um micro vilarejo perto de um lago lindo. Fiquei hospedada uma noite num Ryokan Okunikko konishi Hotel Ryokan, estilo de hotel tipicamente japonês, com SPA de termas naturais (osen). Onde te servem um jantar com vários pratos. Não foi barato, mas valeu a pena. No dia seguinte fui para o centro de Nikko, onde passei pelos templos e dormi no hostel Nikko Park Lodge Tobu Station , que fica exatamente em frente da estação. O hostel é limpo, confortável, e bem localizado, mas não tinha ninguém na recepção. Apenas um aviso pedindo para entrar em contato por telefone com alguém. Mas não tinha telefone. Foi um certo estresse, acabei descobrindo alguém que falava um mínimo de japonês , que teve a gentileza de telefonar para mim. Só então apareceu o responsável pelo hostel. Eu recomendo escrever um e-mail antes para acertar um horário e garantir que terá alguém na hora do check in Sobre Kioto É uma cidade maior do que eu imaginava. Mas gostei do astral. Visitei vários templos lindos – mas prepara-se para encontrar excurssões colegiais e muitos turistas. Fiquei hospedada no Kyoto Hana Hostel , que eu super recomendo. Um lugar barato ( para padrões japoneses) , bem localizado, gente simpática , wifi gratuito, aluguel de bicicleta. Sim, eu aluguei uma bicicleta e também recomendo. A cidade é facílima para passear de bike. Também fiz uma aula de meditação zen – no templo templo Myoshin-ji temple complex . http://www.shunkoin.com/direction.html Fui a uma cerimônia do chá, assisti a um espetáculo de geishas e um walking tour em gion . Fui também a Nara, onde tem um templo com cervos e veados, que comem biscoito na nossa mão. Quem quiser alguma dica especifica, me escreva que responderei com prazer. Sayonara
  10. Olá Pessoal, pretendo ir sozinha por 20 dias em maio ao japão e gostaria de trocar idéias e informações. Estava pensando em ir a toquio, kioto, nara, hakone , kamakura e talvez konosaki. Não sei qual ordem seria melhor. As vezes penso que seria bom começar por toquio , tipo 5 dias na chegada ( e dpois mais uns dois dias antes de ir embora) , outras vezes penso que deveria começar por kioto por me dar a impressão de ser mais fácil para me ambientar num país culturalmente tão diferente. - o que vocês acham? Também tem a questão do transporte, não sei qual seria a melhor logistica. Enfim, alguém poderia me sugerir uma ordem de roteiro nessas cidades, pensando também na logistica de transporte entre uma e outra? abraços a todos Mariana
  11. Olá Guerra , adorei seu relato de viagem e olá Cindy , sua dica é valiosa... Talvez vocês possam me ajudar! Estou planejando uma viagem de ferias de 20 dias em maio. Gostod de ficar mais tempo em cada cidade, então estava pensando em algo como Toquio ( 5 noites na chegada + 2 noites antes da partida) kioto ( 6 noites , quero me hospedar alguns dias num templo também) Nara ( vale a pena? Seria para passar o dia ou dormir uma noite?) hakone ( vale a pena? queria fazer uma trilha, uma caminhada e me disseram que é bonito, já que as trilhas para o monte fuji estariam fechadas em maio) Kamakura ( vale a pena dormir ou somente passar o dia e dormir em toquio? Guerra mencionou kinosaki, achei interessante... Seria uma noite só? Onde se hospedou? beijos
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