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pflynn

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0 Neutra
  1. Não precisa de visto para fazer conexão. Mas eu achei estranho o tempo: 15 horas? Normalmente (pelo menos pela Emirates) as conexões costumam ter 4, 6 horas, ainda mais em voos frequentes. como para Bangkok. Mas, enfim, aproveite a sua viagem e não esqueça de pedir o seu voucher de refeição gratis no aeroporto de Dubai (se você estiver voaando pela Emirates). Esse voucher é "gratúito" e vale para conexões a apartir de quatro horas.
  2. Sim, vale muito a pena. E são tantos lugares que fica difícil indicar apenas um ou outro, mas considerando sete dias, El Nido é bem interessante, e de lá também é possível visitar Port Barton, que na minha opinião é ainda mais interessante do que El Nido se você gosta de um lugar mais calmo e tranquilo.
  3. pflynn

    Myanmar!

    Eu vistei Golden Rock em 2012, saindo de ônibus de Yangon em direção a Kyaiktiyo e depois de carona em um caminhão até Kinpun. É cansativo, mas é divertido e o custo acredito que seja o mais baixo dentre as diferentes opções. Na volta peguei um ônibus em direção a Bago e fiquei alguns dias por lá antes de voltar a Yangon.
  4. pflynn

    Tailândia out/16

    Na minha opinião é uma decisão sábia. 26 dias dedicados a Tailândia está de ótimo tamanho. Ano passado tive a oportunidade de passar 31 dias na Indonésia e mesmo assim ficou muita coisa pra ver. Esse ano eu pretendia voltar e continuar o que comecei no ano passado, mas muito provavelmente vou mudar os planos e voltar pra Tailândia (principalmente por causa dos preços das passagens aéreas...). E depois não sei... só sei que volto pra algum lugar. Espero que você aproveite muito sua viagem.
  5. pflynn

    Tailândia out/16

    Considerando que você alocou apenas sete dias para a Indonésia, sim, 3 dias em Gili e quatro em Bali são razoáveis. O mesmo com o restante para a Tailândia. Ambos são países bem grandes (a Indonésia mais ainda) e demandam tempo, mas tempo é um recurso limitado, então temos que seguir de acordo. Em outra oportunidade você pode voltar e conhecer mais de cada um se quiser. Eu posso também fazer uma recomendação: não chegue na Indonésia já com data certa pra sair de lá para a Tailândia. Deixe isso pra fazer lá (a menos que já tenha feito, claro). É possível que quando você estiver em Gili ou em Bali você possa querer ficar mais um pouco por lá, ou visitar outro lugar na Indonésia. Se não tiver data certa para ir para a Tailândia, essa possibilidade fica mais fácil.
  6. pflynn

    Sudeste Asiatico

    Difícil recomendar um ou outro país no sudeste asiático, já que eu recomendaria conhecer cada um deles. Mas considerando que você está na Austrália, o Timor Leste é uma grande opção. Assim como você já sabe que Bali é um dos destinos preferidos dos australianos, no Timor Leste você vai ver que eles também são a maioria dos turistas, embora essa 'maioria' não chegue nem perto da quantidade de turistas que se vê em Bali, porque o Timor Leste ainda é um lugar ainda pouco explorado pelo turismo.
  7. Olá! Eu tive a oportunidade de conhecer um pouco do Timor Leste em 2012. Fiquei 26 dias e foi uma experiência que tenho certeza que você também vai gostar muito. Estive em Jaco, e o que eu posso dizer é que é um dos lugares mais espetaculares que você pode visitar por lá. O problema é chegar lá, porque é um pouco complicado, pelo menos se você estiver viajando só e com um orçamento limitado. Eu cheguei até lá depois de fretar sozinho um mikrolet (uma van) em Lospalos, que me levou até Tutuala. (Isso quebrou um pouco meu orçamento, mas era isso ou não tentar...). Como hospedagem em Tutuala era imprevisível (havia apenas a Pousada portuguesa, e geralmente está sempre ocupada), resolvi tentar a sorte. Quando cheguei lá (em Tutuala), a decepção: estava lotada! E por um grupo de turistas portugueses. Eu já estava me preparando pra voltar - havia combinado com o motorista do mikrolet de me esperar por alguns minutos, para o caso de eu não encontrar vaga na pousada - quando vi que grupo de portugueses estava indo naquele exato momento, num comboio de veículos 4x4, descer todo o caminho da vila de Tutuala para a praia (são cerca de dez minutos de carro, num caminho bem complicado). Eu não tive dúvidas: resolvi ser cara de pau e pedi a eles uma carona! O guia exitou de início (faz sentido, é um tour privado e eu não fazia parte dele), mas os portugueses, mais do que simpáticos, pediram para o guia: "- sim, vamos levá-lo! Não custa nada!". Nós descemos, eu feliz da vida, mas ainda contava com a sorte mais uma vez: pra conseguir encontrar um lugar pra ficar na praia. A hospedagem lá é muito limitada e, se não houvesse nada, teria que voltar. É voltar significaria ter que subir todo o caminho de volta a pé, e depois se virar pra achar transporte em Tutuala para ir para outro lugar (transporte no Timor Leste é muito imprevisível). Mas eu tive sorte ! Consegui uma vaga em um bangalô em um dos dois únicos (pelo menos na época) lugares disponíveis por lá. Fiquei dois dias muito bons lá em baixo, conheco Jaco, e só não fiquei mais por lá porque a sorte resolveu mandar a conta e acabei precisando voltar antes do planejado. Mas valeu muito a pena! O problema, no meu caso, foi ter que contar com a sorte. Então aí vão meus conselhos: tente ir pra Jacó com mais pessoas, se possível. Isso ajuda a dividir os custos pra arranjar transporte até lá. Eu consegui fazer isso em outros lugares no Timor, conhecendo outros viajantes, mas para ir pra Jaco não teve jeito. Sem transporte adequado é complicado. Mas não é impossível, como eu reportei aqui. Mas, em fim, seja como for, não deixe de ir pra lá!
  8. Você pode tirar o seu visto aqui no Brasil enviando o seu passaporte para Brasília pelos correios. É um procedimento normal e seguro. Foi a maneira que eu optei por tirar o meu visto, já que ná época não havia a opção e eVisa. Não lembro do prazo, mas é em torno de uma semana ou um pouco mais para você receber o seu passaporte de volta, com o visto, a partir do dia do envio. Na dúvida, é só ligar no consulado que eles tiram todas as suas dúvidas.
  9. Eu acho o Lonely Planet a melhor opção como base para a viagem para você carregar na bagagem. A internet complementa, tanto com as informações em sites como o Wikitravel (wikitravel.org), quanto nos diversos sites que sempre são uma ótima ferramenta durante a viagem (como o hostelworld e o booking.com, e sites de busca de pasagens de qualquer natureza). Ele não é, no entanto (não mais, apesar de ter sido uma das propostas originais), voltado para o turista com pouco dinheiro, mas sim para turistas que pretendam viajar da maneira mais independente possível, independente do 'budget'. Tem opções para todos os bolsos. O Lonely Planet do Sudeste Asiático é um bom livro, mas por ser bem geral, acaba sendo bem condensado, então as vezes é mais interessante adquirir os guias dedicados para cada país. Normalmente isso não é um problema já que é muito fácil encontrar edições do Lonely Planet disponíveis nos hosteis, as vezes para empréstimo, as vezes para serem trocados por outros guias (você deixa um e leva outro).
  10. pflynn

    Visto para o Sri Lanka

    É uma ótima pergunta. No site realmente parece não constar. Talvez porque na prática não exista um prazo. Já nas embaixadas o prazo típico é entre 2 e 15 dias.
  11. pflynn

    Visto para a China

    Não é complicado. Só o processo normal para obtenção de visto muito parecido com o de vários outros países de entregar a documentação e pagar. Os detalhes estão disponíveis no site do consulado chinês: http://br.china-embassy.org/por/lqfw/
  12. Depende a que você se refere (clima?), mas, falando por experiência própria: faz 8 anos que viajo para o sudeste asiático nas férias, e sempre viajo exatamente nessa época (setembro/outubro). Eu sempre aproveitei ao máximo. Você vai ouvir falar de "época de monções", mas não leve isso de maneira estrita.
  13. pflynn

    Férias na Ásia

    Essa realmente é uma questão muito pessoal e depende muito dos seus objetivos e da sua maneira de viajar. Eu, por exemplo, gosto de explorar ao máximo uma cultura/região no tempo que tiver disponível. Por isso concordo com a sugestão do ricardormaia aí em cima. Assim como você, também pretendo aproveitar meus 30 dias (de férias) esse ano voltando para a Ásia. Esse ano meu objetivo é a Indonésia. Pretendo passar 30 dias (aproximadamente) viajando por lá. E acho pouco, considerando o tamanho do país. Mas é o tempo que tenho disponível. De maneira geral, 30 dias é um tempo razoável (no meu modo de viajar) para a imersão em um país. Talvez dois. Todos os países que você citou ( Camboja, Vietnã, Tailândia, Laos e India) são dignos de se aproveitar todos os seus 30 dias. Cingapura é um caso especial, porque é um país realmente muito pequeno e extremamente fácil (e rápido) de explorar, além de ser um hub muito importante na Ásia (leia-se: de lá você vai para qualquer lugar). Cingapura encaixa-se muito bem como o primeiro país numa viagem de dois países pela Ásia (por exemplo: Cingapura e Myanmar, ou Cingapura e Vietnã). Isso porque você pode muito bem aproveitar Cingapura em quatro ou cinco dias e depois embarcar para o seu segundo destino e curtir outros 25 dias. E depois (em outro ano, outra viagem), pode voltar a explorar Cingapura por mais 4 ou 5 dias e conhecer um terceiro país. Isso porque Cingapura é um hub importante, como comentei antes. Mas, enfim, naõ existe lá maneira certa ou errada de viajar. A opinião mais importante é a sua. Se você preferir, ao invés de imergir o máximo possível em um único local, conhecer mais lugares e pessoas diferentes, isso também pode ser muito legal. A limitação aí fica na logistica, isso realmente pode ser um problema. Se você quiser em 30 dias passar por Indonésia, Cingapura, Camboja, Vietnã, Tailândia, Laos e India, é bem complicado, na minha opinião. Ou mesmo o seu roteiro reduzido, Índia, Tailandia, Camboja e Indonésia, ainda é complexo para 30 dias.
  14. Como o pessoal falou, apenas com o português as coisas vão complicar bastante. Eu cheguei a encontrar dois portugueses em Bangkok, mas não conseguia entender nada do que eles falavam mesmo (as vezes até mesmo o português de portugal pode ficar difícil para nós, brasileiros, dependendo da região de origem do português). Agora, não leve isso como um impeditivo. Sei de brasileiros nessa mesma situação que a sua que no fim se deram bem nas viagens. Aliás, não apenas brasileiros, mas cidadãos de qualquer nacionalidade. Já encontrei também um coreano na China, viajando sozinho, que não falava uma palavra em inglês ou em qualquer outro idioma que não o coreano. Ele estava na base do "se vira". Em resumo, vai complicar bastante, mas não impede de fazer sua viagem. Aproveite o tempo que tem para pegar um básico de inglês.
  15. Voar de Cebu para Puerto Princesa é a opção mais rápida e mais barata. Em relação aos hotéis, tem para todos os gostos e bolsos. Em Cebu eu fiquei no Sugbutel - http://sugbutel.com/, uma espécie de albergue gigante, barato e com boa estrutura, mas sem o clima de hostel. Em Puerto Princesa eu fiquei no Sheebang - https://www.facebook.com/SheebangHostel. Foi o melhor hostel que conheci nas Filipinas. Recomendo.
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