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Celso Alves Júnior

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Tudo que Celso Alves Júnior postou

  1. Dá uma olhada no que postei em Relatos, Bogotá e Cartagena. Bogotá fiquei no Parque 97 Suítes e em Cartagena no Hotel San Martin.
  2. Pessoal, viajei para a Colômbia entre os dias 23 e 30 de maio. Como não encontrei muita coisa atualizada por aqui sobre Bogotá e Cartagena, vou contribuir com este site. Bem, fui com minha esposa pelo vôo da Avianca de Fortaleza para Bogotá. O Duty Free de Fortaleza é sofrível, bem fraco. Foram entre 5 e 6 horas de vôo, chegamos por volta das 20:15, hora local. Fui com dólares comprados aqui e troquei uma pequena parte em um câmbio do próprio aeroporto, pois é muito difícil encontrar o peso colombiano no Brasil, além do que ouvi falar que é melhor levar dólar e trocar por lá. Chegamos no sábado, fomos de táxi para o Hotel, o Parque Suítes 97, um pouco distante do centro cultural de Bogotá, mas com ótimo atendimento dos funcionários, muito bom café da manhã, quarto limpo e confortável. Na manhã seguinte, domingo, solicitamos um táxi pelo hotel, um pouco mais caro que o normal e também para nos situarmos, e fomos para a Feira de Usaquén, famosa pelos artesanatos. Um primeiro contato muito legal com as ruas de Bogotá, mas também vimos que não rola portunhol por lá, é um espanhol complicado, com letras sendo engolidas. Após a feira, perto da hora do almoço, fomos de táxi comum ao centro. Muito tranquilo o táxi, eles tem uma tabela atrás do banco do passageiro de frente para você onde tem a conversão do taxímetro para o peso colombiano. Chegando ao centro, descemos na Praça Simón Bolívar. Uma tremenda confusão de pessoas. A Catedral de Bogotá é linda por fora, mas bem simples por dentro. O Congresso Nacional tem uma linda arquitetura externa, não entramos e acho que nem pode. De lá seguimos para o Museu do Ouro, a pé mesmo. Entrada franca aos domingos, vale demais a visita. O ponto negativo é a praça que fica em frente, fede urina. Ao lado do museu existem duas galerias de venda de artesanatos, bem interessantes. Dali fomos caminhando para o Museu Botero, mas no caminho paramos para almoçar um Ajiaco (uma sopa bem gostosa e forte). O Museu é muito legal, várias obras de Fernando Botero e outros artistas. Aos domingos, também é gratuito. Quase em frente fica o Centro Gabriel Garcia Márquez, onde tomamos um delicioso café no Juan Valdez. Finalizando o domingo, já no final da tarde, retornamos de táxi para o hotel, onde bem em frente fica a lanchonete El Corral, hambúrgueres com combos equivalentes a R$ 24,00 em média. Muito gostoso. Museu Botero Segunda de manhã, como a previsão era de chuva em Bogotá, fomos para Zipaquirá para visitarmos a Catedral de Sal. Fomos para a Estação Transmilênio Calle 100, compramos o cartão de recarga tipo Bilhete Único de SP e fomo para o Portal Norte. Descendo lá, imediatamente pegamos uma “buseta” para Zipaquirá. O trajeto demorou uns 50 minutos. Descemos, pegamos informação na estação de trem desativada na central turística e caminhamos uns 15 minutos até a entrada do local. Aí o bicho pega um pouco: é uma bela de uma escadaria para enfrentar. É só seguir uma faixa branca pintada no chão. Compramos os ingressos (25.000 pesos por pessoa), aguardamos o guia e fomos em grupo. Dica: deixe para tirar fotos no retorno, pois é cada um por si e fácil de retornar, além de não ter que dividir espaços nas fotos. O lugar é incrível, a ideia de fazer uma catedral ali foi demais. Lá embaixo você vai encontrar lojas com “souvenires”. Almoçamos na Praça de Alimentação, preços justos, e voltamos para Bogotá, já de tarde. Interior da Catedral de Sal Chegamos em um horário de trânsito caótico, pegamos o transmilênio e comecei a me lembrar do Brasil: ônibus lotado, ninguém dá licença, resultado foi que passamos três paradas para descer, kkkkkkkkk. Chegamos ao hotel, nos alojamos e fomos para o Restaurante Andrés D.C, cuja reserva já tínhamos feito aqui no Brasil. Passeamos pelos arredores, muitas lojas e um Shopping, e depois fomos jantar. Decoração incrível, atendimento vip. Comida excelente, mas peça a carne bem passada. Pedimos ao ponto e veio bem mal passada. Conta um pouco salgada, mas valeu. Picanha deliciosa, uma batata frita graúda e uma cerva Club Colombiana Dourada ótima. Dormimos satisfeitos. Visual do térreo (Terra) do Andrés Picanha e acompanhamentos Terça deixamos para concluir Bogotá: Cerro de Monserrate(fomos de táxi), subimos e descemos de funicular. São 3170 metro de altitude, linda visão da cidade. De lá fomos visitar o Museu da Esmeralda quase em frente ao Museu do Ouro, no Edifício Avianca. Bem interessante, quase 30 min de duração. Pena não poder tirar fotos. Saímos e fomos visitar a Casa de Nariño, o Palácio Presidencial. Vigilância rigorosíssima. Fizemos a reserva pela internet ainda por aqui. Não se pode entrar com nada: bolsa, celular, máquina fotográfica, uma pena, mas tem lugar para você deixar. Um guia militar nos conduz por alguns locais do interior e narra vários fatos, curiosidades e história. O palácio é show, achei bem mais bonito que a Casa Rosada. Dali seguimos para a Catedral Nossa Sra Del Carmem , linda por fora e uma incógnita por dentro, pois estava fechada, que pena. Fim de tarde, voltamos a Praça Simon Bolívar e tiramos belas fotos no final da tarde, já com a praça com poucas pessoas. Ali perto tem um centro de loja com artesanatos, pequena, mas com bons preços. Retornamos ao hotel e jantamos no El Corral de novo. Vista do alto do Cerro Catedral de Bogotá Congresso Nacional Ressalto sobre Bogotá é que nunca vi e nem verei tanta polícia na minha vida como vi por lá. Muito educados e atenciosos, parecem formigas. Do aeroporto às ruas, são muitos. A sensação é que se estiverem ausentes, o bicho pode pegar. Quarta-feira: táxi para o aeroporto. Avião com destino para Cartagena. Um clima bem abafado nos recepcionou. Pegamos um táxi em fomos para o Hotel San Martin, que fica fora da cidade murada. A única ressalva que faço sobre o hotel é o fato do café da manhã ser no quintal, de resto, tudo ótimo: o café, o atendimento, o quarto, os funcionários e a localização. Na própria rua tem uma infinidade de lanchonetes, um supermercado a 50 metros, um Café Juan Valdez por trás da rua e o táxi de leva em no máximo 10 minutos para a cidade murada. Uma dica: diga o destino ao taxista e pergunte o valor da corrida. Normalmente 7000 pesos. Pela noite aumentam 1000 pesos. Chegamos ao hotel e já saímos para a rua. Destino: Cidade Murada. Com um mapa pego na recepção do hotel para auxiliar, foi muito fácil. O clima da cidade é de pura história. Foi a primeira vez que andei com minha máquina a tiracolo. Em um instante passamos pela Catedral, que não vimos aberta em nenhum dos três dias que estivemos por lá, fomos para a Igreja San Pedro Clover, com visita paga, e com uma praça cheia de estátuas de metal. Seguimos para visitar o Museu da Inquisição, que fica na mesma praça da Catedral. Começamos a andar à esmo, de repente estávamos na Igreja de Santo Domingo, que também estava fechada nos três dias que passamos. Bem em frente tem uma obra de Botero. Começou a anoitecer e retornamos ao hotel. Praça San Pedro Clover Museu da Inquisição Praça de San Domingos No dia seguinte vivemos o único momento desagradável. Logo na frente do hotel pegamos um táxi para irmos ao Convento La Popa. Nosso erro: não perguntar o preço antes de irmos. Caímos na conversa de que nos levaria ao convento e também ao Castillo San Felipe. A vista da cidade lá do alto do convento é bela. De lá seguimos para o Castillo, com o taxista sempre esperando. Tremendo mormaço neste dia, dá para suar muito. Os sapatos gigantes ficam bem próximos ao castelo, que na verdade é um forte. Na hora de pagarmos o táxi, na saída, veio a surpresa: o cidadão cobrou 75 dólares. Esperneamos e ele converteu para peso colombiano e reduziu o preço, mas pagamos R$ 150,00. Foi o preço da burrice, pois seria muito mais barato se tivéssemos liberado o mesmo quando chegamos ao convento. Sapatos Gigantes Após almoçarmos no McDonald próximo ao hotel, fomos de táxi para o Portal do Relógio. Logo em frente tem duas estátuas de Pégasus muito bonitas, belas fotos podem ser tiradas. Fomos ao Portal dos Dulces, onde tem doces para todo gosto e trocamos um dinheiro, pois tem várias casas de câmbio no local. Fomos andando e tiramos belas fotos na murada, junto ao a estátua da Índia e chegamos ao Café del Mar. Boa música ambiente, vista do mar sem igual, bom atendimento, preços um pouco salgados mas é o preço do momento e do local. Por do sol, vendo pelicanos dando mergulhos para pescar e bebendo um mojito ou uma cerveja club colombiana ao som de rock instrumental é imensurável. Bancada no Portal dos Doces Pégasus e Portal do Relógio ao fundo Estátua da Índia Pina Colada e Mojito Jantamos já próximo ao hotel no Subway, alguns ingredientes diferentes do daqui. Pimenta jalapeno, queijo provolone e recheio de carne suína, só para exemplificar. No outro dia iríamos para Isla del Rosário, só que a esposa teve um problema de saúde e, infelizmente, não fomos. Já de tarde fomos para o Restaurante La Mulata para almoçar. Vale muito ir. Arroz com coco delicioso, purê de inhame e uma saladinha de tomate picado com creme de abacate sem igual. Para acompanhar, uma generosa limonada de coco. Atendimento vip das garçonetes super simpáticas. Restaurante La Mulata Arroz com Coco Fomos para Mercado Bóvedas, pelo caminho fomos admirando a beleza das casas. Grande variedade de artesanatos para se adquirir lembranças. Após ingerirmos um delicioso cappuccino no Juan Valdez, tiramos mais algumas fotos pelas ruas e fomos novamente ao Café del Mar para a despedida desse lugar tão especial. Belíssima arquitetura Resumindo, vale muito ir a Colômbia. Bogotá não é tão atrativo, três dias são suficientes para percorrer os principais pontos turísticos. Já Cartagena.... dá vontade de voltar, o quantitativo de dias vai depender se você irá fazer passeio em ilhas e do tempo que por lá irá permanecer. Por do sol no Café del Mar Bairro Bocagrande ao fundo Espero ter contribuído. Boa viagem para quem for!
  3. Olá! Alguém sabe informar quais as empresas aéreas que fazem Ushuaia-El Calafate? Como faço para ir de El Calafate para Torres Del Paine? Valeu! Celso.
  4. Celso Alves Júnior

    Pisa

    Boa noite! Pretendo ir de Roma para Pisa, só para conhecer a Torre mesmo, tirar fotos e comprar alguma lembrança. Dá para ir para San Marino para conhecer o Circuito de Ímola, mesmo q volte pela noite para Roma?
  5. Pessoal, estive recentemente no Chile, do dia 05 ao dia 14 de março, e, como boa parte das dicas do que fazer nesse país coletei deste site, não posso deixar de postar algumas dicas daquele lugar muito legal. Primeiramente, como sai de SP, troquei uma pequena quantia de Real por Peso Chileno no Aeroporto de Cumbica, pois no Centro de SP não há essa moeda com disponibilidade imediata, apenas para no mínimo 24 horas. Essa pequena quantia foi para pagar o táxi do aeroporto ao hotel e o deslocamento do hotel para o centro para efetuar a troca do restante do dinheiro. Seguindo tb uma dica dada por aqui, troquei Real por Dólar em SP, trocando os dólares por Peso Chileno no Chile, realmente é melhor. Como cheguei de madrugada em Santiago, não havia ônibus disponível, então tive q pegar o táxi, saiu por volta de R$ 54,00. Foi até melhor, pois chegamos logo no hotel e tivemos tempo para dormir um pouco, pois o dia ia ser puxado. Para se deslocar, o metrô é o meio mais rápido e barato, dá para andar tranquilamente, é bem fácil. Aconselho a tentar adquirir o cartão de recarga, só fui descobrir qdo já estava para regressar. O valor das passagens varia de acordo com períodos do dia, mas não passa de 660 pesos chilenos. Pra fazer a conversão para Real, é só tirar três zeros, multiplicar por três e jogar algo entre 5 e 10%. Parece complicado mas lá vc se acostuma rápido. Na rotina diária, vc perceberá q há uma boa segurança, bastante Carabineros pelas ruas. Os banheiros são pagos, 300 pesos, mas bastante limpos, e são encontrados nas ruas. Tomem um néctar da marca Watt’s, é delicioso, provamos todos os sabores, são vendidos em barracas e bancas nas ruas. Também haverá surpresa com a quantidade de cachorros nas ruas, são amistosos mas não é bom arriscar. Os machos são castrados, pois fiquei sabendo que estavam matando-os e a sociedade protetora caiu em cima. Já a alimentação, há vários locais com preços variados, só não se encontra o nosso feijão, e sim muito abacate nos lanches, a chamada “palta”. Vale provar!!! Preparem também o bolso para a gorjeta, chamada lá de “propina”. É cultural, em todo local de comida deve-se pagar. Quanto aos passeios, não fogem do que é indicado no site. No primeiro dia ficamos pelo centro para nos ambientarmos e adquirir confiança. Fomos primeiramente ao Palácio de La Moneda, fizemos uma visita guiada, mas para isso tem que se fazer agendamento via e-mail para [email protected], muito bom, há opções de guia em inglês e espanhol. Começou às 09:30 horas. Em seguida assistimos a troca da guarda do palácio, um show à parte. Seguimos a pé para a Plaza das Armas, onde entramos na Catedral de Santiago, a qual tem um interior incrível. Almoçamos nos arredores, entramos em algumas lojas, afinal estava com a esposa, e fomos ao Mercado Central, o qual, sinceramente, não tem nada demais, perde de mil do Mercado Municipal de SP. Voltamos andando para o metrô, passando por trás do Palácio de La Moneda onde tiramos boas fotos no fim da tarde. No segundo dia fomos para a Casa de Pablo Neruda, La Chascona, a qual é situada no Bairro Bellavista, praticamente na base do Cerro de San Cristobal. Tem que ser feito agendamento pelo site para tal visita e se aceita a carteira de estudante para pagar meia entrada, vale a pena conhecer. As outras duas casas também aceitam a carteira de estudante. Em seguida, seguimos para o funicular, também pago, e subimos o Cerro de San Cristobal, o qual possui uma belíssima visão de Santiago, além de vários locais que mostram a fé dos chilenos. Descemos o Cerro e fomos a Feira de Artesanato da Bella Vista, muito bonita e com locais para almoçar. Seguimos para o Cerro de Santa Lucia, que basta descer na Estação de mesmo nome. A subida no verão é cansativa, mas compensa, dá para tirar belas fotos em vários locais. A dica fica pela Feira de Artesanato que fica em frente a esse Cerro, em um local que parece com um armazém, com boa diversidade de valor e itens. No nosso terceiro dia fomos conhecer ao Vallenevado pela empresa interhabit.com.br, o passeio com translado foi R$ 124,00 por pessoa. Mesmo em um período sem neve, valeu muito à pena, pois subir a mais de 3000m de altitude, ver os condores, o gelo eterno e o silêncio impressionante não tem preço! Ao regressarmos, fomos ao Shopping Parque Arauco, muito bonito e com bons preços na Praça de Alimentação. Ressalto que o metrô fica um pouco distante, Estação Escuela Militar, fomos de táxi do Shopping a citada estação no retorno. Quarto dia: Valparaíso e Viña De Mar. Fomos a rodoviária que fica sobre a Estação Universidad de Santiago com o propósito de ir de ônibus a lá pegarmos algum serviço local, mas assim que chegamos a rodoviária fomos abordados por duas mulheres e um homem de uma companhia de turismo que fica aguardando pessoas com mochilas nas costas para oferecer serviços para locais turísticos, e como ñ tínhamos noção das dimensões de ambas as cidades, pagamos os 24.000 pesos chilenos por pessoas, os quais incluíam as passagens de ida e volta mais os passeios pelos pontos turísticos das cidades. Valeu à pena, apesar de se perder mais tempo em Valparaíso do que em Vinã. No horário do almoço pararam em um restaurante na beira mar, mas vc pode optar por procurar outro local, no caso descobrimos um tipo supermercado que vendia refeições, sendo inclusive a única vez em que comemos feijão no Chile. E por falar em mar, não deixamos de levantar a barra da calça e molhar os pés no Oceano Pacífico, a qual parece água saída do congelador. Ressalto também a visita ao Museu Fonck, o qual possui um dos seis Moai originais fora da Ilha de Páscoa, além de conhecer o museu que é pequeno mas impressionante. Quinto dia: como iríamos só à noite para Pucón, passamos o dia batendo perna pelo centro de Santiago, comprando lembranças na feira do Cerro de Santa Lucia e ficando loucos pela diferença dos preços dos eletrônicos de lá em relação aos de cá. Por falar em Pucón, compramos as passagens de ida e volta no dia em que chegamos a Santiago, pois a procura é grande. Fomos pela Turbus, no salón cama, muito bom mesmo, estrada excelente e serviço de bordo. Se fosse para dar apenas uma dica sobre Pucón, eu diria: aproveite quando fizer sol. Isso pqe o clima muda muito por lá. Para se ter uma ideia, cheguei no sábado com um belo sol. Domingo foi chuva quase que o dia todo, só teve uma trégua no fim da tarde. Segunda fez um dia de claro para nublado. Resultado: não consegui escalar o vulcão Villarica. Voltamos para Santiago na segunda à noite. Mas no dia a dia, Púcón é muito linda! O lago Villarica é belíssimo, tem um passeio de Catamarã muito bom. Como não íamos sair da cidade, não alugamos carro, dá para andar por ela tranquilamente, é tudo muito perto. Fiquei no Hostel Donde Gérman, uma rua atrás da rodoviária. Ele tem uma pousada mais nova, que também fica próxima a rodoviária, dá para ir andando numa boa. Fiquei no quarto privado, banheiro individual, tudo muito limpo e confortável, sem contar a vista para o vulcão que é excelente. Tem também a praia com areia vulcânica, muito legal mesmo. Para se ter uma ideia de como muda o tempo por lá, no segundo dia em que iríamos tentar subir(no primeiro foi muita chuva), quando acordamos estava tudo escuro e dava para ver o cume do vulcão incandescente, como em brasa, muito bonito, ou seja, não havia nuvens. Nos equipamos e fomos para lá, só que durante o trajeto as nuvens cobriram o vulcão e de lá não saíram mais. Subimos só 1000 metros. Uma decepção tremenda! Só restou levar algumas pedras e a fotos de recordação. Na foto, o cume está por trás das nuvens. Como disse, fomos embora para Santiago, pegamos um ônibus de qualidade inferior, o semi cama. Não façam isso! Não pela qualidade do ônibus, mas porque para em tudo quanto é lugar. Chegamos pela manhã, deixamos as bolsas no hotel e fomos para um lugar que não julgávamos ser tão belo: Isla Negra. Mesmo esquema, pegamos ônibus na rodoviária ao lado do Íbis Hotel e fomos embora. O motorista parou no lugar mais próximo da casa de Neruda. Por lá, qualquer pessoa por informa onde fica. É a melhor casa dele situada no mais belo lugar, na beira mar do Pacífico, só se escutam as ondas quebrando, sem contar a casa que é um caso à parte. Voltamos a Santiago com o sentimento de dever cumprido, mesmo sem ter subido o vulcão e sem ter visitado o Museu de Arte Pré Colombiana (estava em obras). Para saber da previsão do tempo, acessei http://www.zoover.pt/chile. É muito bom, não falhou em nada. Espero ter ajudado. Celso.
  6. Olá, pessoal. Pretendo ir a Pucón no mês de março, alguém sabe dizer ou tem ideia do valor da subida, com tudo incluso, para subir o Villarica? Valeu!!
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