Ir para conteúdo

Samuel Mineiro

Membros
  • Total de itens

    34
  • Registro em

  • Última visita

Tudo que Samuel Mineiro postou

  1. Oi galera, de boa? Estou querendo ir para Capitólio em algum fds de outubro. Voces sabem me informar algum camping que não seja caro? Tem algum pra indicar? vlw
  2. Ae rapaziada! Fui final de semana passado acampar no Marins, o pico ta lindo como sempre mas não posso dizer o mesmo da estrada que sobe pelo bairro do marins. A prefeitura passou a maquina e logo depois choveu, ai zicou tudo. Não é qualquer 4x4 que tava subindo. Tivemos que deixar o carro perto do bairro do marins e subir andando. Antes de subir liguem pro Milton((11) 9770-1991), pra ele informar se já pode subir por Piquete ou se vale ir por Marmelópolis. E Sidnei, se não me engano o Milton não da carona, mas liga nele la! vlw
  3. O senhor Pedrada, me desculpe. Fiz trilhas pelos parques mas realmente não se enquadram como travessia, a do Caboclo como já citei são aproximadamente 10km de 'escalaminhada' dentro do parque e não acredito que seja possivel acampar lá... mas fica aqui a minha propagando do PETAR!!
  4. Eu recomendo o Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira , o PETAR. O parque tem uma a maior concentração de cavernas do Brasil! Visitei as mais famosas como a Santana, porem a que mais me impressionou foi a caverna do Caboclos que da o nome para um dos quatro núcleos do parque. Eu garanto um visual espetacular ou seu dinheiro devolvido! hahahaahahahaha Também gostaria de saber: na opinião de vocês qual seria o mais belo trekking no estado de Minas Gerais!?
  5. Vlw Haole, achei os espeques no arcoeflecha! Mas as armações vou correr a minha cidade aqui, mas em Itajubá é complicado. Se alguém souber algum lugar que de pra comprar as armações de Al me avise! abraço
  6. Boa tarde pessoal, Comprei a alguns meses a Cota-2 T&R e estou muito satisfeito. Usei ela pra dar a volta em Ilha Grande agora em Julho e ela me deixou orgulhoso quando choveu, com o sobre-teto bem esticado pode cair o mundo que não entra uma gota! Mas eu gostaria de saber se existe a possibilidade de substituir as varetas de fribra por alumínio. Se possível for, essa mudança valeria apena? abraços!
  7. E ai companheiro, eu e meus amigos pegamos todas as embalagens que já estavam jogadas no pico e se não me engano mais 2 garrafas pets que encontramos na descida. Mas em relação dos papeis higiênicos de terceiros não teve o que fazer. Por questão de higiene(e nojo mesmo) nem um de nós 'colocou a mão na massa' alheia, se é que você me entende! Galera, é meio tenso trazer o papel higiênico que já estava lá né? E anteriormente eu queria chamar a atenção justamente para esse tipo de resíduo, imagino o que deve ser pro Milton subir com saco de lixo e sua luva pra pegar aquela sujeirada toda! O povo tem mais vergonha de levar o lixo pra casa do que deixar sujeira na natureza, e isso ta muito errado! abraços
  8. Oi Leo, desculpe a demora pra responder, provavelmente você ja fez a travessia mas em todo caso eu não achei a trilha pra Ponta Negra o monstro de 7 cabeças. Realmente é a mais difícil e longa, mas se você se ficar atento a trilha e a cada bifurcação seguir sempre pelo caminho mais 'pisado' não terá problemas! Sobre acampar em Cairuçu, te garanto que não vai se arrepender. A praia fica no caminho sim, a trilha tangencia a praia pelo alto e se você não tem pressa fique e aproveite o nascer do sol! espero ter ajudado a tempo, abraço!
  9. Acabei de voltar do Pico dos Marins, acampei lá do dia 17 para o dia 18(Agosto). A situação do pico não se encontra muito boa. O topo estava muuuito sujo, cheio de embalagens de barra de cereal, chocolates e o pior, papel higiênico para todo o lado. Fiquei bem puto, quando subi no ano passado não vi um papel de bala e agora encontrei um tanto de papel... e antes se fosse de bala!!! De volta a base conversei com o Milton, ele disse que a galera não ta respeitando mesmo, e como fazia 2 semanas que ele não subia pra fazer a higienização do pico a coisa estava feia. Faço aqui esse apelo pra galera que for acampar no Pico dos Marins, voltem sempre com os seus resíduos. É um sacrifício muito pequeno comparado com o visual raro que o marins nos apresenta!
  10. Ola pessoal, a um tempo eu comprei a Mochila Nord Outdoor Highlander de 80l e dei a volta em Ilha Grande-RJ com ela, passei 11 dias caminhando com ela e vou falar o que achei. A mochila é muito resistente! Alem da Barraca e outros equipamentos básicos eu estava carregando comida suficiente para 10 dias, não a pesei antes de partir mas garanto que estava bem pesada e aguentou toda a viagem muito bem. Apesar de toda a carga ela se mostrou bem confortável, o encosto é bem acolchoado e sua armação interna permite uma boa ventilação facilitando a transpiração. O cinto abdominal é bem largo e fácil de ser ajustado e o cinto peitoral possui um sistema elástico confortável que evita o balanço da mochila sem atrapalhar na respiração. No ultimo dia de caminhada tomei muita chuva e a capa de chuva da mochila cumpriu seu papel e manteve toda a mochila seca. A parte que deixou a desejar da mochila foi seus bolsos laterais. São grandes e nada práticos. Tirando isso, até agora não tenho outra reclamação e estou muito satisfeito com a mochila.
  11. Ae galera do de olho na Falcon 2, o peso e preço são bons! Mas to preocupado com sua dimensão. Alem das duas pessoas(menos de 1,80m cada) teria espaço para duas mochilas de 70l? E Valeria apena substituir as varetas de fibra de vidro por Al? Obrigado
  12. To quase comprando uma Falcon 2 da Nautika... no arcoeflecha ou packandtrack. O seu peso e preço são muito bons, mas já li gente dizendo que na briga Nautika vrs. Chuva quem sai perdendo é a gente! Procurei algum tópico especializado nessa barraca e não achei, então gostaria que me tirassem algumas duvidas. Um impermeabilizante de costuras resolveria o problema? Alem das duas pessoas(- 1,80) teria espaço para duas mochilas de 70l? Valeria apena substituir as varetas de fibra de vidro por Al? Obrigado
  13. Ae Selese, valeu mesmo cara! Antes de partir pra Juatinga eu pesquisei bastante aqui no mochileiros, li alguns relatos e acabei encontrando e assistindo o seu vídeo da trilha, e por causa dele meu grupo animou ir até o Saco Bravo também! Só tenho que agradecer a voce! hahahahahaha Demos sorte que São Pedro foi parceiro, só não pegamos sol no primeiro dia. abraço
  14. Belo relato! Estou organizando uma volta completa da ilha nas minhas ferias e seu relato me inspirou muito! Muito obrigado
  15. Ae Mochileiro Peregrino, eu já tinha visto você falando do SUUM no tópico 'Trilhas - Suplementos, isotônicos, etc' e mandou bem de mais na descrição das pastilhas.. Para uma trilha mais longa essa hidratação rápida de bolço é ideal. Você disse que é por volta de 25-40 reais, você compra na internet? Em qual site voce compra?
  16. Criei este tópico porque gostaria de saber a opinião de vocês sobre colchonetes para acampamento. Em um trekking longo o conforto na hora de dormir é fundamental para o progresso da caminhada no dia seguinte! Em locais mais quentes, onde o saco de dormir não é necessário para nos aquecer durante a noite, eu poderia substituir saco de dormir pelo colchonete da Nautika(http://www.packandtrack.com.br/prod,IDLoja,5691,IDProduto,1774208,outdoor-e-camping-colchoes-inflaveis-colchoes-colchonete---nautika), ou estaria vacilando? obrigado
  17. A travessia da Ponta da Juatinga começou para mim como uma idéia fixa. Há uns 6 meses atrás eu ganhei, ao comprar um fogareiro, uma edição da revista Aventura&Ação e nela vinha uma reportagem ilustrada com belas fotos sobre a Travessia. Na mesma hora eu quis curtir esse visual e assim determinei o destino das minhas férias! 1º Dia No dia 20 de janeiro às 8:00 eu, meu irmão Mateus, meu colega de faculdade Raul e meu amigo de longa data Eduardo saímos de Itajubá, Sul de Minas, rumo a Paraty. Chegamos em Paraty por volta das 12:00 todos muito empolgados, deixamos o meu carro em um estacionamento(20 reais/dia). A caminho da rodoviária fomos ao centro de informações turísticas onde pegamos alguns telefones de barqueiros. Chegamos na hora para pegar o ônibus das 13:30 para Paraty-Mirin , e toda essa correria nos rendeu boas risadas com Eduardo preso junto com sua mochila na roleta! De dentro do ônibus ligamos para os telefones dos barqueiros, que nos levariam de Paraty-Mirin até Pouso do Caraíba, de onde começaríamos a trilha. Descendo do ônibus o barqueiro já estava nos esperando, o barco gastou quase 2 horas, e nos custou 37,5 reais por cabeça. Rodoviária de Paraty - Raul, Mateus, Samuel e Eduardo - 20/01/2012 Tínhamos planejado acampar em Pouso, porém pouco depois de descer do barco conhecemos um grupo de mochileiros que nos alertaram sobre alguns furtos que tinham acontecido na praia. Depois de discutir o assunto mudamos os planos e partimos para Martins de Sá. São cerca de 3km de trilha que nos apresenta uma linda vista do Pouso do Caraíba a aproximadamente 320m do nível do mar, e essa subida irá fazer sua panturrilha queimar. A trilha é firme e não apresenta riscos de desvio mesmo aos mais desatentos. No fim da tarde já estávamos no Camping do simpático Seu Maneco (20 reais/ pessoa). Curtimos o anoitecer na praia e depois jantamos com uma família de surfistas que fizemos amizade (parte do rango eram as refeições da VAPZA embalado a vácuo, mas estavam comprometidas... o que não foi problema para o apetite do Mateus). Mais a noite Eduardo teve um principio de reação alérgica, que ele combateu com muita força de vontade, ‘A mente controla o corpo, a mente controla o corpo...’ e controlou mesmo, a irritação acabou tão rápido como começou. Depois cama, ou melhor, barraca! 2º dia Acordamos por volta das 9:30, muito mais tarde do que o esperado, mas nosso objetivo era curtir o máximo a travessia e não fazê-la no menor tempo e assim não nos preocupamos. Fomos à praia curtir o dia de céu azulão e pela segunda vez perdemos a hora! Voltamos para o camping e após almoçar já era quase 14:00, sabíamos que não daria tempo para chegar à Ponta Negra no mesmo dia. O que poderíamos fazer era adiantar 3km da caminhada indo até Cairuçu das Pedras e lá acampar.. foi o que fizemos. Durante essa caminhada deve-se atravessar um riacho, mas como só atravessar não tem graça, todos caíram na água antes de continuar o trajeto. A trilha toda exige mais atenção do que força física. Chegando em Cairuçu ao fim da tarde encontramos um lugar lindo. A praia tem menos de 60m de largura, suas pedras e pequenez a tornam muito singular! Acampamos(15reais/pessoa) no quintal de uma família caiçara muito simples que nos acolheu com curiosidade. Recarregamos nossas forças no mar e jantamos contemplando a vista... a praia particular daquela família. Trilha Martins de Sá - Cairuçu das Pedras 21/01/12 Jantar em Cairuçu das Pedras 21/01/12 3º dia Eu e Eduardo acordamos antes do sol nascer para curtir o visual na praia. Descemos do acampamento, estava muito frio, mas depois de poucos minutos tivemos a visão mais bonita de toda trilha. Eu já vi muitos ‘nascer do sol’, mas esse foi FODA! Levantamos acampamento, arrumamos e redistribuímos o peso das mochilas e nos abastecemos de muita água, pois sabíamos que essa seria a trilha mais difícil. Com 4,6km de muita subida e descida e tendo seu ponto mais alto 540m do nível do mar. Essas grandezas somadas ao calor abalaram nosso desempenho, e durante a trilha existem poucos lugares para reabastecer o cantil, nos obrigando a controlar bem o consumo de água. Se a trilha tivesse 1km a mais a historia teria sido diferente, a mochila do Eduardo se encontrava em péssimo estado e o Raul colhia os frutos amargos da sua vida sedentária. Nascer do sol em Cairuçu das Pedras 22/01/12 Chegando a Ponta Negra dei de cara a uma inscrição na parede de um casebre: ‘Amaivos uns aos outros na Praia Negra’, nesse momento já soube que adoraria o lugar. Fechamos um camping(10reais/pessoa) com uma senhora muito idosa e fomos comer um PF(15 reais) no bar em frente ao mar .. um prato de comida, mas comida de verdade, que nessas horas vale mais do que todo salame e barra de cereal do mundo!! Almoçando conhecemos um casal que estava acampando também e nos informaram sobre a famigerada cachoeira do Saco Bravo. Disseram que a trilha é muito complicada, para não irmos sem guia. Aceitamos a sugestão deles e fechamos com um caiçara que nos cobrou 60 reais!!!! Antes de terminar o dia, Raul deu uma bela topada em uma pedra que lhe abriu o dedão ferindo profundamente seu humor, afinal a última coisa que se pode machucar em um trekking é o pé! Depois de tratar o ferimento tivemos a primeira noite de sono sem rir das suas piadas. 4º Dia Acordamos a 7:30, tomamos um rápido café da manha e preparamos uma mochila de ataque com algumas barras de cereal e água. Nosso guia, apesar de estar exalando álcool, foi muito pontual e chegou no horário combinado contrariando as expectativas. A trilha do Saco Bravo tem 2,5km e parte do trajeto o sol nos castigou, pois as grandes árvores da Mata Atlântica deram lugar às plantações. Chegando a 50m da cachoeira é necessário descer grandes rochas e em uma delas contamos com o auxilio de uma velha corda que lá se encontrava. O guia desceu primeiro e não tivemos dificuldades, menos o Raul que tentou descer de costas para a pedra despertando o lado negro do nosso guia: - ‘ Olha como ele ta descendo, vai morrer essa bosta ainda!!’. Antes de conseguir parar de rir já estávamos na cachoeira. Coisa mais linda, mais cheia de graça, as fotos falam por conta própria. Importante comentar que a trilha é boa, com poucas bifurcações e se mantendo sempre na principal, não há necessidade de guia! Cachoeira do Saco Bravo 23/01/12 De volta para ponta negra curtimos a linda praia até o anoitecer, me arrependi muito de não ter levado snorkel. Jantamos e voltamos à areia para conversar, o céu estava extremamente estrelado. Nessa hora eu queria muito saber identificar mais do que apenas o Cruzeiro do Sul e as Três Marias! 5º Dia Acordamos as 8:00, recolhemos o acampamento e seguimos rumo a famosa Praia do Sono. O sol não teve misericórdia na trilha, muitos trechos são desprovidos de sombra, por isso faça essa trilha o mais cedo possível! No caminho passamos por duas praias desertas, Antiguinhos e Antigos. Ao terminar de andar sobre as pedras de Antigos não resisti e mergulhei no pequeno rio que existe no fim da praia. Aquilo foi tão refrescante que se meus companheiros não me apresassem eu estaria lá ate hoje. A trilha toda são quase 3km, e tem como parte complicada a descida para a praia do sono devido a erosão na trilha. Antes de começar a descida tomamos um ar e curtimos a vista da praia. Descida para a Praia do Sono 24/01/12 Na praia do sono largamos a mochila na areia e ficamos boiando no rio, que deságua perto do fim trilha. Saindo da água era hora de procurar o camping(15reais/pessoa), Raul e Eduardo foram pesquisar e eu e meu irmão ficamos vigiando as mochilas, e ai que a praia mostrou porque tem esse nome. De baixo da copa de uma arvore deitando a cabeça no mochilão cai no sono e só acordei com meu irmão roncando encostado em uma cadeira de bambu!! Escolhido o camping passamos à tarde, ora curtindo a praia, ora curtindo o sono. Fim de tarde na Praia do Sono 24/01/12 6º Dia O triste dia da volta começou o mais tarde possível. Depois do almoço e um último mergulho recolhemos nossas barracas e seguimos para Laranjeiras. São 2,5km de uma trilha tão sossegada quanto a Praia do Sono, com direito a degraus e corrimãos! Em Laranjeiras pegamos o ônibus para Paraty e de Paraty voltamos para o monótono conforto do lar.
  18. Tenho alguns amigos que pedalam e pedalam muito.. todos eles costumam comer Nutella. Falam que é energético, saudável e gostoso( que é gostoso eu nunca duvidei). Será que para o Trekking seria interessante colocar um pote na mochila ou isso é so para o pessoal do Lance Armstrong?
  19. Ae André, vlw msm a dica cara!! Realmente em qualquer trilha na mata atlântica não tem como, o suor é constante. Eu to começando agora e sempre ficava preocupado com a desidratação me esquecia da concentração de sódio no sangue.
  20. O brother, to aqui com o famigerado miojo e essa tal de galinha caipira tem sódio pra caramba sim. Na informação nutricional o sódio ta batendo a casa de 81% do valor diário(quase 2g). Não sou nutricionista mas isso deve ser muita coisa, se eu comer o miojo vai me sobrar menos de 20% do valor diario... se eu entrar no mar pra dar umas braçadas e engasgar com a agua salgada vai estourar o limite! hahahahaahaha
  21. Ah beleza, é que eu nunca tinha ouvido falar desse tipo de arroz, fui pesquisar e achei esses tópicos em um site. Esse arroz do tio joao vai quebrar um galho!! Alem do arroz, alguém recomenda alguma marca de miojo que não tenha tanto sódio?? Eu evito de usar os temperos que vem, substituindo eles por um tempero de alho e sal. E qual marca de barras de cereal vocês preferem se é que tem alguma preferida. abraço
  22. Também acho muito difícil esse tipo de furto ter sido feito por algum pescador caiçara, normalmente a comunidade é composta por pessoas muito simples e religiosas. Provavelmente esses crimes são praticados por pessoas de fora que passam por ali, como os barqueiros, mochileiros e ate mesmos surfistas que estão indo para Martins de Sá.
  23. Bem que eu queria Otávio levar comida para poucos dias e ficar só na base do PF. Mas gostaria de ficar o máximo de tempo possível curtindo na Ilha, e como sou estudanteo dinheiro é sempre o fator limitante, gastando aproximadamente 10 reais a cada PF vou voltar pra casa bem alimentado, porem com vontade ter ficado mais tempo na ilha!! Essa do arroz parboilizado parece ser uma boa: • Rico proteínas, fibras, vitaminas e sais minerais; • Naturalmente mais saudável, pois nenhum composto químico é adicionado ao processo; • Quando cozido, fica sempre soltinho; • Rende mais na panela; • Requer menos óleo no cozimento (até 50% menos); • Pode ser reaquecido diversas vezes, mantendo suas propriedades; • Alto grau de higiene no processo de industrialização; • Conserva-se por mais tempo. O Bruno sjc, esse arroz é facil de achar?? Eu costumo levar sempre pra acampar sopa instantânea e miojo nos acampamentos, mas para trilhas longas a quantidade de sódio nesses dois ai seria um problema ne? Vlw
  24. Então Peregrino, dependendo do calculo do peso da mochila eu gostaria de levar toda minha comida sem contar com reabastecimento. Provavelmente contando com um PF mais para saborear alguma coisa diferente!! Li o relato de algumas pessoas que deram a volta em ilha grande e nem uma falou de reabastecimento, vou pesquisar mais para saber se tem esse recurso la. O Bruno, essas porções a vácuo são bem boladas! Eu fiz a travessia da joatinga no começo do ano e elas quebraram um galho, miojo toda hora não tem condições. Mas como já foi dito são muito pesadas para longas caminhadas, e ainda teve uma embalagem que entrou ar... rapaz nunca tinha visto bolor como aquele, acho que se o bolor crescesse mais um pouco ia começar a trocar ideia com a galera!!! Abraço
×
×
  • Criar Novo...