Ir para conteúdo

a_vida_do_viajante

Membros
  • Total de itens

    661
  • Registro em

  • Última visita

Tudo que a_vida_do_viajante postou

  1. Eu simplificaria tudo isso, montaria base em paris (4 noites) pegaria o trem para, bruxelas (5 noites) com bate e voltas a brugge. ghent e antuerpia e finalmente trem para amsterda (5 ou 4 noites) com bate e volta a den haag trem de volta a paris para volta (se tiver tempo habil)
  2. Em Stuttgart a maioria das pessoas vai para os museus da mercedes e porsche. Achei uma cidade agradável, especialmente o centrinho. Em Outubro vai tá rolando a Cannstatter wasen , a 2ª maior oktoberfest do mundo por lá tbm.
  3. Olá, França pra mim está ok! Itália : a) Roma : 2 dias para Roma é muitíssimo pouco, além do Coliseu e Forum existe Trastevere, as Igrejas, Panteão , as Piazzas, reserve pelo menos mais um dia. b) Vaticano : ok. c) Bate e volta a Napoles : Não vale a pena se for para tomar 1 dia de Roma d) Florença : Pelo menos dois dias para Florença em si. E cuidado com esse bate e volta para Pisa/Lucca em um dia, é até possível mas vai ser bem corrido (e cansativo) de fazzer nos dias curtos de inverno. e)Veneza : ok. Países Baixos também está ok!
  4. Viagem em grupo é complicada . Se for em família costuma ser ainda mais. E se os avós forem idosos e as crianças pequenas, é bronca na certa 😂 Eu não recomendaria fazer nenhum deslocamento alem dos que você já comprou no pacote, essa ida para Zurique só tornaria as coisas ainda mais complicadas. Minha dica é a seguinte : se o seu vôo for para Malpensa, existe transfer direto para Lugano, dêem um rolê por Zermatt , talvez interlaken e voltem a Malpensa para pegar o vôo para Amsterdã. Copenhagem no inverno é literalmente uma fria. Fuja.
  5. E sendo objetivo em relação ao seu post a fama da Rota Romântica em relação aos castelos deve-se ao Neuschwanstein, o mais famoso do país e um dos mais belos do mundo que fica no finzinho da rota em Fussen. Já o Vale do Reno, em sua parte mais conhecida entre Bingen até Koblenz tem uma das mais altas concentrações de castelos do Mundo e praticamente todos eles em posições estrategicas e fotogênicas. Fiz tambem já aslguns posts sobre a região aqui : https://avidadoviajante.blogspot.com/2017/06/alemanha-vale-reno-mosela.html
  6. Ah , os castelos, a Alemanha tem tantos que realmente fica confuso um pouco, mas vamos lá... Primeiro, é bom esclarecer que o Vale do Reno e Rota Romântica são apenas denominações turísticas criadas para promover o turismo na Alemanha especialmente depois da segunda guerra mundial. Não que elas não dêem um bom indicativo do que cada região tem a oferecer. E existem bastante outras rotas, como a rota enxaimel, rota dos contos de fadas e no caso dos castelos, existe até uma rota especial : Die BurgenStrasse, ou seja, a Rota dos Castelos. Ela é gigantesca, corta quase o país inteiro de Leste a Oeste, e tem Burgs bem interessantes como o de Heidelberg. Já falei um pouco dela no meu blog : - Parte 1 - Schwabisch Hall : https://avidadoviajante.blogspot.com/2012/12/europa-2013-dia-6-burgenstrae-rota-dos.html - Parte 2 - Bad Winpfell : https://avidadoviajante.blogspot.com/2016/10/alemanha-rota-dos-castelos-parte-2.html - Parte 3 - Castelos de Heidelberg Guttenberg, Hornberg e Zwingerberg : https://avidadoviajante.blogspot.com/2016/11/alemanha-rota-dos-castelos-parte-3.html
  7. Eu tambem nas ultimas vezes mal troquei duas palavras com o agente de imigração, mas... noticias recentes dão conta que é sempre bom se precaver, olha só : Portugal impede entrada de mais de mil brasileiros http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/internacional/online/portugal-impede-entrada-de-mais-de-mil-brasileiros-1.1961727
  8. O funicular tambem não funcionava na época que fui, mas o passeio vale a pena mesmo sem ele
  9. @D FABIANOEssa rota do cabo da roca é o onibus 403? Na época que peguei o ônibus de Sintra a Cascais não peguei ele justamente porque ia perder muito tempo por lá esperando o próximo bus.
  10. Uma regra de ouro para todo viajante é fazer roteiros baseado em cidades e não países, esclareça melhor o que pretende
  11. Não existe uma plataforma específica para o trem, pois existem vários trens que param zaventem, praticamente todo trem que vai para Antuérpia. Mas como eu gosto de planejar bem antes, eu descubro a plataforma do trem com antecedência em www.b-europe.com. A passagem pode ser comprada na própria estação nos guiches de passagem e inclui um adicional para o aeroporto (diabolo). O que me confundia na hora de pegar o trem é que os nomes das cidades aparecem uma hora em Francês e outra hora em Holandês e o trem normalmente é identificado pelo nome do fim da linha (como nas linhas de metrô). Por exemplo, eu via o trem para Antwerpeen, aí logo depois a placa mudava para Anvers (nome em francês que eu não tinha a menor idéia), aí batia aquela insegurança, mas depois que eu saquei isso, ficou de boa.. 😃
  12. @Rafael_Salvador Eu achei o transporte pro aeroporto muito eficiente e pontual, se tiver o checkin feito e sem malas para despachar, duas horas de antecedência é até mais tempo do que suficiente para um vôo dentro do espaço schengen. Agora se tiver malas, é bom tomar precauções. O motivo é que eu já presenciei trens muito cheios na Bélgica, o que pode fazer vocês perderem tempo esperando o próximo trem por causa da mala. Segundo, porque fizeram um perímetro de segurança em zaventem. Além de mostrar o ticket para liberar a entrada no aeroporto podem ainda encontrar alguma barreira de controle de acesso adicional, talvez até um raio-x, etc Pelo lado prático e objetivo, mesmo próximo a estação central, existe uma peculiaridade em Bruxelas que as ruas de paralepípedo são terríveis para carregar malas e os elevadores na estação central parecem estar sempre escondidos quando mais se precisam deles =).
  13. Sobre Bruxelas, é o seguinte : pelo menos dentro da região central, não há um clima de insegurança particularmente diferente de nenhuma outra grande cidade européia. Há imigrantes, mendigos, adictos, exatamente como os que habitam em Amsterdã, Paris, Londres e etc As regiões com má fama da cidade são também as que costumam ser mais problemáticas nestas outras cidades. São as proximidades de estações de trem (no caso de Bruxelas especialmente a Midi-Zuid) e zonas de entretenimento noturno (sim, Bruxelas tambem tem um redlight district). Nas regiões próximas a Gran Place é seguro andar mesmo a noite, sendo algumas delas bem movimentadas como ao redor da praça saint gery, desde que se tome as precauções normais de cidades grandes. A questão é que a hospedagem nessa região não é nada barato, mas se puder bancar, não há motivos para preocupações. Em relação a Ghent , é uma cidade conhecida por ser universitária, por isso tem a tendência de ter noites mais agitadas e preços mais em conta que outras cidades próximas como Bruges. Mas ainda assim é uma cidade pequena e em se tratando da Bélgica, podem acreditar que o conceito de noite animada e preço baixo é bem diferente do nosso =P
  14. Sobre Harleem ser muito parecida com Amsterda, eu nunca tinha parado para pensar sobre isso, mas não creio que seja exatamente o caso. Na verdade, eu sempre ouço essa comparação entre Amsterdã e Delft. Maastricht deve ser realmente fascinante, mas o grande problema de um bate e volta é a distância e o preço da passagem por trem. Eu vi aqui que cada trecho custa em média 25 euros e a viagem dura quase 3 horas. É um tanto demais para mim. O pernoite em Dresden acho que vale a pena sim, mas não saberia te recomendar nenhum hostel especificamente.
  15. Realmente, 1 dia em Sintra não dá nem de longe pra ver o que a cidade tem a oferecer. Além do Palácio Nacional, tem um outro atrativo bem legal que é o palácio de Monserrate, que apesar de pequeno, é bem charmoso e também tem um parque interessante. Algo que achei bem incômodo na época que visitei é a infra estrututura de transporte público da cidade. O tal ônibus turístico 434 e 435, além de demorado, só anda lotado. Assim como o hop on, hop off de dentro do parque da pena lotadão, pelo visto não mudou muito, mas mesmo assim é melhor do que encarar aquela subida a pe 😃
  16. Boa noite, 1. Sim , é viável 2. Acho que todas as cidades citadas são interessantes e valem a visita. Resta considerar somente a logística e custo benefício para saber se valeria a pena. 3. Compre passagens open jaw, com ida por uma cidade e volta por outra. Comece por Amsterda ou Bruxelas e termine por Praga (ou vice-versa). Sugestões : - Começando pela Bélgica e tomando Bruxelas por base eu sugiro pelo menos três noites, preferencialmente quatro. Um dia para Bruxelas e outros dois para bate e voltas a Ghent e Bruges (os dois de trem). - Vá de trem de Bruxelas até Amsterda, fazendo uns stopover na Antuerpia. Se não quiser dormir lá, deixa as malas na estação e prossiga a viagem no mesmo dia, mas é uma cidade que vale a pena ser visitada e cabe em um dia. - Chegando em Amsterda, eu recomendo dois ou três dias para curtir a cidade. Reserve outro dia para bate e volta a Haia. Recomendo também um bate e volta a Haarlem. Maastrich eu não conheço bem, mas parece ser uma cidade interessante também (poderia verificar a possibilidade de visitá-la como stopover entre bruxelas e amsterda). - De amsterda a Berlim pode pegar o trem ou avião. Se for de trem considere um stopover em Colônia. A Catedral de lá é fantástica. - Berlim não falta o que ver e o que fazer. 5 dias passam fácil por lá, não perca os museus, mesmo quem não gosta vai encontrar algo interessante para ver. - De Berlim pegue o trem para Praga. A dica aqui é fazer um stopover em Dresden, nesse caso eu recomendo pernoitar na cidade, bastante agradável por sinal. - Em Praga 3 noites costumam ser suficiente para a maioria dos visitante, embora eu recomende ficar 4 noites. A visita a Cesky Krunlov é bem interessante e dá pra fazer como bate e volta de dia inteiro. 4. Sim, vale demais, com esse tempo não esqueça de incluir um bate e volta de dia inteiro em Potsdam.
  17. Pra quem quer se deslocar muito pela Suíca, um bom planejamento é fundamental. Os passeios de montanha são muito caros, e a maioria deles exige um pagamento à parte, então é sempre bom ter um plano B caso a previsão de tempo não ajude. E o swiss pass que vai te dar essa flexibilidade de escolha. O método que eu usei era ver a previsão de tempo na noite anterior do passeio, daí já sabia mais ou menos o que esperar no próximo dia. De manhã, confirmava nas webcams a previsão do dia anterior. Tempo bom, ia para a montanha; tempo ruim escolhia um passeio panorâmico de trem ou um passeio mais urbano. Em Novembro, os dias são bem curtos e isso irá exigir ainda mais um bom planejamento. Há muitas opções de meios de elevação e dá pra combinar vários deles em um mesmo passeio. Em Grindelwald, por exemplo, você pode subir ao First , seguir pelo alto das montanhas para Mannlinchen e descer por Wengen. Achei bem legal. E quanto a Lucerna, eu achei o Mt Pilatus bem mais interessante que o Mt Rigi.
  18. O vignette referido nesse tópico é o pedágio cobrado na Áustria. Na prática, é tipo um adesivo para colocar no para brisa do carro. A dica do colega é exatamente essa, parar em algum posto na Alemanha ainda antes da fronteira e comprá-lo para não correr o risco de ser surpreendido por uma fiscalização-pegadinha. No meu caso , estava dirigindo numa autoestrada de Munique a Salzburgo e parei em um posto assim que comecei a ver as placas avisando que a Ostereich estaria próxima, mas como a fronteira não é algo muito delimitado na pista, pelo menos não percebi isso, nem sei dizer se comprei ainda na alemanha ou o posto já era na Áustria. Só sei que realmente fiquei com medo de encarar uma fiscalização.
  19. No momento, a Condor esta com as passagens geralmente mais em conta
  20. Eu também acho que 6 dias na Cracóvia renderão bem mais que na Varsóvia, mas só um detalhe : um bate e volta de Cracóvia é possível porém será caro e um dia bem puxado. Acho que leva mais de 3 horas cada trecho e as passagens quando eu pesquisei ano passado eram um tanto salgadas. Preferi, por conta disso, ir para Zakopane. Fim de Março, apesar de ser início da primavera, ainda é provável que esteja bem frio em Londres, já Junho e Julho vai encontrar um tempo agradável.
  21. Eu costumo dividir dois tipos de despesa, as fixas e variáveis. As fixas são as mais fáceis de estimar, são as passagens de ida e volta, deslocamento entre as cidades-bases e hoteis de pernoite. As variáveis são muito difíceis de estimar, dá pra chegar muito próximo somente se vocês planejarem tambem os roteiros diários, o que dá bastante trabalho, precisa pesquisar preço de transporte público, passagens dos bate e voltas, preços de museus e outras atrações, média de custo dos restaurantes que vocês planejam ir e etc Qualquer coisa fora disso é chute , ainda mais porque o estilo de viagem de cada um é bastante variável. Tem gente que não topa comida de rua, outros que não comem em restaurante e por aí vai. Para ajudar , vai alguns parâmetros para vocês se basearem. Londres : - Transporte público é caro e inevitável. A cidade é gigante e nem tudo fica próximo. Comprem um oyster card e carreguem com libras ou utilizem um travelpass para 7 ou mais dias. - Alimentação mais barata é em supermercados se tiverem como preparar comida no hotel. Em pub, se come uma pizza ou fish and ribs por menos de 10 libras em horários de happy hour. Comida etnica e chinesa também se consegue por esse preço ou menos. - Atrações : Caríssimas, privilegie parques e os dias que os museus aceitam visitas gratuitamente. Praticamente todos eles tem. O passe 2x1 tambem ajuda naquelas atrações que não tem como não pagar. Paris : - Transporte : Se ficarem bem localizados, precisarão usar pouco transporte público, dá pra fazer bastante coisa a pé. - Alimentação mais barata é em supermercados se tiverem como preparar comida no hotel. A dica é passar em uma patisserie , fazer um sanduba e levar para um picknick nos parques . Carrefour ajuda muito com lanches. Dá pra gastar menos de 10 euros nessas situações. Em restaurante tradicional francês, uma refeição mais em conta não sai por menos de 20~25 euros. - Atrações : Alguns museus não cobram visita ou tem dias de visitação gratuita. Bruxelas : - Transporte dentro de bruxelas é dispensável. Mas precisa gastar com trens nada baratos para Bruges e Ghent ou Antuérpia. A dica é que passagens no fim de semana são mais baratas; - Alimentação em restaurante é cara também. O negócio é comer muita batata frita, chocolate e lanche de supermercado . - Atrações : Não tem muita coisa que seja obrigatório pagar ingresso, até mesmo o atomium é questionável se vale a pena pagar para entrar. Amsterda : - Transporte publico tem um cartao valido por dias consecutivos, não é tão caro e vale a pena. - Alimentação parecida com a de Bruxelas - Atrações : Nada de obrigatório também, mas tem museus interessantíssimos, mas muito caros. Berlin : - Transporte publico tem um cartao valido por dias consecutivos, não é tão caro e vale a pena. - Alimentação mais barata que as anteriores. Comida farta em restaurante , dá pra achar pratos com menos de 10 euros. Muita opção de comidinha de rua e em supermercados também. - Atrações : Tem mais museu que amsterda e alguns não são tão caros Praga : - TRansporte publico dispensável - Alimentação mais baratas que anteriores, inclusive Berlin. Com o equivalente a 10 euros se procurar bem dá pra comer muito bem. - Atrações : Idem a Bruxelas. As demais cidades eu não conheço bem para opiniar. Agora se não disso funcionar chute uma média de 50 euros por dia que provavelmente vai dar certo, pelo menos dá para mim =)
  22. Pra ser bem sincero, seus planos estão bastante ambiciosos. Muitos deslocamentos e pouco tempo para aproveitar as cidades. Mas vamos lá : 1) Nunca usei couchsurfing, portanto não irei opinar. 2) Acomodações de todos os tipos você encontra nos sites de busca online, tipo booking, hoteis.com, airbnb etc. Detalhe que nem sempre os hostels são os tipos de acomodação mais baratos. 3) Qualquer cidade dessas que você citou tem boas opções de pizzaria, custam por volta de 8 euros individual 4 fatias. Saladas prontas, queijos, laticinios de ótima qualidade também são comuns em supermercados, os mais comuns Albert Heijen na Holanda, Carrefour na Belgica e França e Lidl e Rewe na Alemanha. 4) Não, passes multi paises raramente compensam. Holanda->Belgica->Londres->Paris o melhor é o trem, mas pode não ser o mais barato. Sempre vale a pena comparar os preços com onibus (Flixbus) e aéreas de low-cost. Paris-> Roma -> Munique vai ter que ser de avião. Dentro da Alemanha/Praga, basta usar trem e tem passes regionais dentro das regiões, tipo Bavarian Ticket para rodar dentro das cidades do estado da Bavária, Hessen Ticket para rodar próximo a Frankfurt e etc. 5) Das cidades que citou acho que Amsterda , Londres e Berlin são as que tem mais baladas de noite. Londres sempre tem os pubs com ótimas bandas de rock, alguns até gratuitos. Amsterda e Berlin acho que se encontra de tudo.
  23. Olá, Dispondo de tanto tempo, eu não ficaria menos de 3 dias livres em Roma, ainda mais se quiser incluir no seu roteiro o museu do vaticano que leva horas para ser visitado. Em Veneza, não senti realmente que seja necessário um passeio as ilhas proximas que são basicamente miniaturas de Veneza em si. Se usar esse tempo para visitar a Basilica de Sao Marcos+Campanario+Palagio dos Doges eu acho mais proveitoso. Em Florença eu fiz quase o mesmo que você, dois dias livres para a cidade mais um dia de bate e volta para Pisa+Lucca e outro dia para Siena+Sam Gimignano. A diferença é que fui em Maio e os dias já estavam mais longos. Indo ainda em Março eu tenho minhas dúvidas se realmente dar tempo de fazer tudo isso. Um detalhe é que os horários de trem são bastante irregulares pela Toscana. Esse passeio pelas vinícolas ainda em Março também pode ser prejudicado, pensa em agência ou carro alugado?
  24. Uma pena Londres perder as opções de tunehotels. Também já fiquei em apart hotel e gostei bastante da praticidade de fazer comida na cozinha, tem muita opção de comida semi pronta no supermercado a preços razoáveis.
  25. Vale a pena procurar por hoteis low cost, falei já deles um pouco aqui : Dicas de economia em londres "Uma outra boa opção pode ser uma das redes de hotéis low-cost. Destaco a TuneHotels e a EasyHotels, ambas tem um conceito minimalista bem interessante, baseado nas companhias aéreas low-cost : mobiliário moderno, uma excelente cama e banheiro e excelentes localizações, geralmente ao lado de uma estação de metrô. O quarto ainda costuma ter os demais serviços de um hotel, mas cobra por tudo o mais que você queira usar (internet, aquecedor, tv e até toalhas). É uma opção para quem está a fim somente de um lugar bem localizado para dormir sem luxo."
×
×
  • Criar Novo...