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a_vida_do_viajante

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  1. Eu costumo fazer o seguinte : PASSO 1 : COMPRA DAS PASSAGENS AÉREAS ou CIDADES DE INÍCIO E FIM DO ROTEIRO PASSO 2 : DEFINIÇÃO DE CIDADES DE PERNOITE RESERVAS DE HOTEIS E MEIOS DE DESLOCAMENTO PASSO 3 : ROTEIROS DE VIAGEM DETALHADOS PASSO 4 : PLANEJAMENTO E ACOMPANHAMENTO DE VIAGEM Para organizar e estimar custos fixos faço uma planilha do ROTEIRO GERAL contendo os passos 1 e 2. Depois vou construindo outras planilhas com os ROTEIROS DETALHADOS de cada cidades, mapas, atrações, etc estimando sempre os custos variáveis com entradas , refeições, transporte, etc sempre refinando ao longo do planejamento até o dia da viagem.
  2. Já fiz uma viagem de três semanas assim (e foi corrido), imagina ainda incluir França e Alemanha, sem chance! 4 dias em Lisboa, 4 dias em Madrid, 2 dias em Veneza, 5 dias na Toscana e 4 dias em Roma
  3. Uma ideia seria Chegar Sexta 9h30m em Zurique , comprar o swiss pass de 3 dias e tomar o trem direto do aeroporto para Lucerna. Deixaria as malas no guarda volume do hotel e neste mesmo dia já tentaria fazer o Rigi ou Pilatus se o tempo estivesse bom (ou pelo menos passeio de barco se o tempo estivesse muito nublado) Sábado sairia cedo para Interlaken e iria pelo menos até Lauterbrunnen, Wengen ou Murren. Se o tempo estivesse bom, pagaria para subir até Schilthorn. Dá para voltar a tempo de curtir um por do sol do alto da muralha de Lucerna. Domingo daria uma volta rápida pelo centro de Lucerna, as pontes, centro histórico e a estátua do Leão e de tarde iria para Zurique pegar o voo para Paris. Seria um fim de semana cansativo mas bem aproveitado.
  4. Cuidado com o aluguel de carro em Lisboa, Porto e Madrid, são cidades grandes com trânsito caótico, dificilmente compensará a dor de cabeça do engarrafamento. As cidades que você citou são todas facilmente acessíveis por transporte público, exceto o trecho Portugal->Madrid
  5. Não, Novembro não é a época mais indicada. Já estará frio suficiente para atrapalhar alguns passeios ao ar livre, como os parques. Se quiser aproveitar tudo na sua plenitude, tente Primavera ou Outono.
  6. Castelo Liebenstein Nosso objetivo neste dia seria explorar a região entre Bacharach e o Castelo Marksburg. E não tardamos a encontrar as atrações, logo no começo da estrada avistamos o Castelo Pfalzgrafenstein. Burg Pfalzgrafenstein Construído em 1326, fica situado em uma ilha, e possui um curioso formato que fez Victor Hugo retratá-lo como um barco de pedra. Apesar do aspecto romântico das suas torres e localização, o verdadeiro propósito da construção era bem mais prático : sua atribuição principal era cobrar impostos dos navios que seguiam em direção a cidade de Colônia. Continuando de carro pela margem esquerda logo chegamos em St Goar, onde fica o Castelo de Rheinfels. Da outrora maior e mais importante fortificação de toda a região, hoje restam apenas as ruínas, resultado de um bombardeio feito pela França em 1797. As imensas muralhas se avistam de vários pontos diferentes da região. Ruínas do Reno Era chegada a hora de finalmente visitar as atrações da margem direita , e para isso é preciso pegar uma balsa, já que são raras as pontes nessa região. Durante a travessia do Rio Reno avista-se as ruínas de Rheinfels e os Burg Katz e Maus. Balsa de travessia Burg Katz No caminho, fizemos mais uma parada , desta vez em um dos castelos conhecidos pela lenda dos irmãos hostis. Conta-se que dois irmãos se tornaram inimigos por conta da disputa da herança de um conde muito rico. Um deles tomou posse do Burg Liebenstein, e o outro do vizinho Burg Sterrenberg. Mas a hostilidade entre os irmãos era tamanha, que foi necessário construir uma potente muralha separando as duas fortificações. Uma vertiginosa subida leva até o restaurante aberto para o público do Burg Liebenstein, onde curtimos um café acompanhado pela bela vista. Hotel-Restaurante Liebenstein Vista para o Burg Burg Sterrenberg O lugar também oferece hospedagem e o site adverte que eles tem até seu próprio fantasma : a "Baronesa de Liebenstein" que de vez em quando aparece a noite para assustar os turistas na escada que leva aos quartos de hospede. Bem, embora a curiosidade fosse grande, decidimos passar essa experiência e seguir viagem antes de anoitecer. Nada como um café para se reestabelecer Castelo Marksburg Ainda pela margem esquerda pegamos a estrada até chegar a Braubach, a cidade que abriga ao castelo melhor preservado de todo o Vale do Rio Reno : o Marksburg. Já da estrada a vista é de tirar o fôlego. É o único da região que nunca foi invadido por inimigos, graças a sua privilegiada posição. Construído em 1117 e em 1231 , ainda hoje é um importante ponto de referência e sinônimo da grandeza militar medieval. A vista da região é algo espetacular. Vista do Marksburg para a cidade de Braubach A visita guiada é outro forte motivo para você visitar esse Castelo. Primeiro, porque há guias que falam Inglês, uma raridade na região e, segundo, porque você estará praticamente em uma grande museu a céu aberto. São mais de 700 anos de história que ficarão muito mais vivas com a visita guiada. As mobílias são bem representativas de época, a sala de armas é um show a parte, mas as torres, vistas e a rústica escadaria dos cavaleiros foram os pontos altos da nossa visita. Mobílias de época dão um toque especial Fantástico castelo com vistas pitorescas Sala de armas Gostou da nossa visita? Aqui estão alguns sites para você procurar mais informações. http://www.castle-liebenstein.com/germany/index.html http://www.marksburg.de/en/circuit/
  7. Bacharach Depois de visitar três castelos durante um dia era hora de encontrar um lugar para dormir. Já havíamos pesquisado algumas cidades, entre elas Bacharach, Boppard e St Goar, e acabamos optamos pela primeira. Mas vou logo avisando que não foi uma escolha fácil, pois há opções de hospedagem bacanas em qualquer uma delas. Nossa principal justificativa para escolher Bacharach era ser a cidade mais próxima da nossa rota naquele momento. Sorte nossa, porque dificilmente poderíamos fazer melhor escolha. Apesar de ser pequena, a cidade possui uma boa infra estrutura, atrações de peso, bons restaurantes, mas tudo isso sem perder o charme de um vilarejo de interior... justamente o que estávamos procurando naquele momento. Para quem não está de carro, não há motivo para preocupação, Bacharach possui uma estação de trem e é uma das paradas dos barcos turísticos que navegam pelo Reno. O que mais chama atenção nessa cidade de muros medievais é o seu próprio castelo, o Burg Stahleck, que hoje surpreendentemente abriga um conhecido hostel. Hotel Infelizmente, não conseguimos vaga para se hospedar no castelo-albergue, mas ficamos em um lindo hotel histórico bem no centrinho da cidade : o Altkölnischer Hof. O próprio prédio do hotel é uma atração em si, antigo, em estilo enxaimel, mas bastante confortável, possuindo até um elevador interno. Uma mão na roda para quem viaja com criança pequena. O estacionamento não fica no prédio, mas é bastante próximo e o café da manhã é excelente. Aliás , o hotel também possui um restaurante bastante conhecido na região e o salão em que são servidas as refeições é um show a parte. Não é a toa que o hotel número 1 da cidade no Tripadvisor. Fachada do Hotel O que fazer? A cidade é pequena e não demora muito para conhecê-la quase que por completo. Chegamos de tardinha e logo saímos para dar uma volta, começando por um dos marcos da cidade - a Igreja de St Pedro, com seus inconfundíveis tijolos vermelhos e curiosa ausência de janelas. Continuamos pela Oberstrasse, admirando os vários prédios de estilo enxaimel. As referência ao vinho estão em todos os lugares da cidade, especialmente nas curiosas videiras repletas de cachos de uva que se espalham nas fachadas, dando um clima ainda mais romântico e inspirador para essa pequena e bela cidade. Prefeitura Fachadas com videiras Uvas Atravessamos então as muralhas medievais para passear pela margem do Reno, onde também fica localizado o maior estacionamento público para carros. De volta ao centro pelo MarkTurm, uma das maiores e mais antigas torres medievais sobreviventes (datada de 1322), continuamos a admirar mais prédios históricos, como a KranenTurm, hoje transformado em hotel e restaurante. MarkTurm KranenTurm Caminhando para outro lado, na direção do Steeger Tor, outro dos portões medievais da cidade, surgem lindos jardins das casas que pareciam saídas de um conto de fadas. Ali também está o início do caminho que sobe a colina até o Burg Stahleck, que passa pelas ruínas da WernerKapelle, uma antiga capela construída em homenagem a uma criança que foi encontrada sem vida por moradores. Na época, o assassinato foi atribuído aos judeus e houve um verdadeiro massacre na região. Ainda hoje, há uma placa nas ruínas em memória aos mortos daquele episódio. Como já chegamos de tardinha na cidade, infelizmente, já estava anoitecendo e resolvemos não subir a trilha, contemplando os dois monumentos somente a distância. Paisagem bucólica Burg Stahleck ao fundo Ao anoitecer, jantamos na mais antiga taberna da cidade (o prédio enxaimel data de 1368) , a Casa Velha ou Altes Haus, um dos poucos restaurantes abertos naquela fria noite de Segunda-Feira de Outubro. Tem um clima bem pitoresco, decoração rústica, campestre, bem estilosa, A comida era boa e seleção de vinhos a preços bem razoáveis. Atendimento simpático, fomos muito bem tratados e foi ótimo para nos recuperar para as emoções do próximo dia. Altes Haus WernerKapelle Mágica cidade
  8. Burg Reichenstein Na Idade Média, o Rio Reno desempenhava um importante papel no comércio mundial , servindo como uma via natural para o transporte de mercadorias. Na sociedade de costumes feudais eram bastante comum que o senhor outorgasse a terceiros o direito de recolher impostos e taxas sobre as embarcações que navegassem em águas pertencentes aos seus domínios. Assim, era muito comum construir fortificações que tivessem como objetivo garantir que os comerciantes pagassem o tributo cobrado, utilizando a força se necessário. O Burg Rheinenstein foi construído nesta época. por volta do século XII. É um castelos mais conhecidos da região, graças a uma peculiaridade bem interessante da sua história. Entre seus primeiros proprietários no século seguinte, estavam um conhecido grupo de barões, liderados por Dietrich von Hohenfels, que se aproveitaram da sua condição de vassalos da Igreja para extorquir a população e comerciantes, cometendo diversos crimes por toda a região durante várias décadas. Foi somente com a restauração da monarquia alemã, em 1282. que o Rei Rudolph destruiu o castelo e mandou decapitar os ladrões em um local próximo a Capela de St Clemente. O Rei ainda deixou a ordem de que o castelo não deveria ser jamais ser reconstruído. Apesar disso, em 1344, o Rei Ludwig II concedeu a possa das ruínas para o Arcebispo de Mainz que reconstruiu parte do castelo que prosperou novamente por um longo período, após o qual foi sendo progressivamente abandonado e até novamente em ruínas no século XVI. Seguindo o movimento de revalorização romântica do passado no século XIX, o Burg foi restaurado em estilo gótico inicialmente por Franz Wilhelm von Barfuss, quando então a propriedade foi adquirida pela família Kirsch-Puricelli que residiu no local entre 1902-1936 e ainda mantém a posse do complexo até os dias atuais. A Visita O primeiro diferencial que se percebe entre o Reichenstein e os demais castelos dessa Região é a facilidade de acesso. De carro, é possível subir com o carro até a porta de entrada do complexo, que inclusive possui um bom estacionamento. As visitas são do tipo não-guiadas, mas está incluso no ticket de entrada um folder com algumas explicações em inglês sobre a história e localização dos principais atrativos do castelo. A visita começa pelo terraço, com belíssima vistas do Reno incluindo um espetacular vinhedo abaixo do castelo da época medieval, além de dois canhões da época antiga. Adentrando a parte do castelo transformada em Museu, logo salta os olhos a imensa coleção de chifres e cornos de cervos, assim como outros animais de chifre, bem compatível com com o gosto pela caça dos nobres da Região. A decoração, aliás, é toda baseada em móveis de época, pretendendo recriar a atmosfera de uma família nobre do início do século passado, desde as luxosas mobílias , salas de leitura, jantar até as fotos de família e roupas utilizadas pelos antigos habitantes, o que dá um ar todo especial à visita. No local funciona ainda um hotel e o espaço pode ser reservado para eventos privados. Quando lá estivemos, parecia que uma festa de Halloween estava sendo esperada para os próximos dias. Os fantasminhas locais deveriam estar ansiosos por este evento... Burg Sooneck Sem ainda precisar cruzar para a outra margem do Reno, chegamos ao último castelo do dia que havíamos programado visitar : o Burg Sooneck. A história desse castelo é quase que idêntica a do anterior. Foram construídos na mesma época e também passou um longo tempo sob domínio de barões ladrões, sendo inclusive destruído pelo mesmo Rei Rudolph.. Anos depois, no século XIV, chegou a ser reconstruído, mas foi completamente arruinado em 1636 pelas tropas francesas na Guerra dos Trinta Anos. Vista do acesso ao Burg Sooneck Sua reconstrução no modelo atual iniciou-se em 1834 pelo então príncipe e futuro Rei Frederick William IV. O monarca parecia realmente gostar de Castelos, pois foi responsável por reconstruir ainda um outro castelo da região : o Burg Stolzenfels e o magnífico Burg Hohenzollern, que já mostramos por aqui. Após a 2ª Grande Guerra, no entanto, o Burg Sooneck foi nacionalizado e sua propriedade foi repassada para o Governo da Alemanha. A visita Esse foi o castelo que menos conseguimos encontrar informações online nas pesquisas antes da viagem, portanto não sabia bem como faríamos para chegar nele. Aliás, olhando o site oficial da atração agora, continua sem muitas informações a respeito de meios de acesso. Coincidência ou não, foi o castelo mais difícil de se chegar nesse dia. Apesar da estrada que dá acesso estar em excelente condições, fica em uma região montanhosa um pouco escondida, com muita vegetação e estradas secundárias, o GPS às vezes se confundia e a sinalização não ajudava muito. Se de carro não estava tão fácil, imagino para quem esteja utilizando o trem ou barco. Melhor pular para o próximo se não estiver afim de uma boa caminhada montanha acima. Depois de nos perder por essas estradinhas, encontramos uma placa que indicava a entrada do castelo. Estacionamos o carro praticamente na beira da estrada mesmo e seguimos uma curta trilha até darmos de cara com uma charmosa ponte elevada, torres pontiagudas e bandeirinhas tremulando no alto dos telhados. Uau!!! Mal podíamos esperar para visitar esse pedacinho da Idade Média. A entrada O Castelo Porém, como em um castigo dos Deuses por não ter feito o dever de casa direito, um dos piores pesadelos de qualquer viajante nos aguardava naquela ponte. Sim, ela mesmo, a famigerada porta fechada, aquela terrível sensação de tentar girar a maçaneta e perceber que ela não se move. Ponte elevadiça com o portão fechado Já reparou que não acreditamos quando isso acontece? Procuramos um guichê aberto, uma placa com uma seta, um sinal de fumaça qualquer para nos mostrar o que fazer. Nada, apenas um papel com um aviso escrito em alemão. Nada animador para quem não sacava nada de alemão (e ainda hoje sei bem pouco). A sorte foi que logo outros dois desavisados turistas que apareceram por lá, bateram na porta, leram o aviso, falaram algo em alemão que não entendi, deram as costas e foram embora. Ficou bastante óbvio que não ia ter jeito. Era Segunda-Feira e o castelo estava fechado, mas a lição foi aprendida, hoje em dia sempre coloco no meu roteiro detalhado o horário de abertura das atrações. Felizmente, podíamos pelo menos tomar a estrada mais cedo e aproveitar um pouco da cidade seguinte , a pequenina Bacharach. Até o próximo post!!!
  9. Eu particularmente acho válido o stopover em Dresden. Ficar um dia a mais em Berlin não resolverá seu "problema," pois provavelmente ficará com vontade de voltar lá novamente e talvez com outro roteiro que deixe dresden mais fora de rota.
  10. O tempo é realmente imprevisível e não tem como ter certeza do que vocês irão encontrar quando chegarem por lá. Sendo otimista e contando que encontrem apenas frio, vai ser uma viagem espetacular. Eu mesmo passei uma semana pela Austria e Alemanha no fim de Dezembro e, apesar do frio, não tive maiores problemas. Passei por muitas cidades pequenas da rota dos castelos. Aluguei carro, andei a pé, frequentei feira de Natal e fui até no Neuschwanstein e a vista estava perfeita. Posso ter dado sorte, mas porque vocês tambem não podem ? Agora vamos aos pontos negativos. Sim, faz muito frio, roupas adequadas são importantíssimo. Sim, chove às vezes, mas nada de chuvas torrenciais, tempestades tropicais comuns no Brasil, na maioria das vezes parecem mais com o que conhecemos como garoa. Além disso, o tempo tem que ser bem aproveitado, amanhece tarde e escurece cedo, a maioria das atrações fecham ou tem horário reduzido. Nem pense em sair para jantar 10 horas da noite, essa hora não terá ninguem na rua, especialmente em cidades pequenas. No seu caso, eu não tentaria nem encarar a floresta negra, muitas pistas lá ficam fechadas no inverno. A rota de conto de fadas tem um trecho bem para o Norte que também não será fácil de lidar. A Rota Romântica eu dei uma passada por Fussen e Rothenburg, esta última visivelmente tinha bem menos turistas que o normal, não que isso seja um problema. De uma maneira geral, todas as cidades estavam quase desertas, a gente tem quase sempre a sensação de quem ninguem mora nelas =) A Suíca provavelmente deve ser mais bem preparada para o inverno, o problema por lá será o custo, pois subir nas montanhas é caro e no inverno ainda terá menos probabilidade de ter uma vista legal. Lucerna está bem próximo dos Alpes e ali o que não faltam são vilarejos que parecem saídos de conto de fadas, como Murren, Grindelwald, deve ser bem legal ficar lá com neve.
  11. Primeiro, seria uma boa você abrir um tópico só para sua viagem. Agora quanto a sua pergunta, quantos dias é essa viagem de vocês? Pela quantidade de bases diferentes, vocês tem pelo mais de 30 dias disponíveis?
  12. No Zugspitze, segundo o site oficial http://zugspitze.de/en/winter/prices/zugspitze/skifahrer , o passe de dia inteiro custa 50 euros. Some a isso o aluguel de roupas.
  13. Não sei se são as mais baratas , mas umas populares que conheço são a Trilhas & Rumos e as da Nord (Centauro). Tenho uma Nord 65L há mais ou menos 6 anos e tá nova.
  14. Lisboa em dois dias eu não me daria o trabalho de fazer nenhum bate e volta. Faria um passeio de manhã em belem e na volta combinaria com o por do sol na alfama ( castelo ). O outro dia visitaria a baixa de manhã e bairro alto a tarde. Tem muito restaurante bom e barato no Centro, aproveite para comer bacalhau , tem uma infinidade de receitas. Se gostar de vinho também é um ótimo legal para degustar alguns rótulos vendidos na Brasil bem caros (Vinhos Verdes, Porto , Douro, etc). Paris a dica realmente é aproveitar os parques e flanar pela cidade. Além dos pontos óbvios, vale uma passeada pelo Quartier Latin e por Saint Germain. Em Bruxelas, a dica são os barzinhos. Delirium é imperdível, fica aberto de madrugada. Tem muitos outros legais tambem. Para comer barato tem o Monk, que serve espaguetti muito bem servido a preços aceitáveis e claro, muita batata fria na rua e chocolate nos supermercados. Visite Brugges, óbvia mas imperdível. Amsterda um lugar menos óbvio e legal que achei foi o beginhof, meio escondido e muito bonito. Museu da Anne Frank vale a pena as filas. Bate e volta não tão conhecido de brasileiros é Harleem, cidade histórica belíssima a poucos minutos de AMS. Em Berlin, o museu de ciências e tecnologia é meio longinho, mas é excelente, assim como o museu Judaico. Gostei mais da parte do muro que fica no norte , perto do mauerpark que aliás tem uma feirinha bem interessante. Postdam também é uma cidade fantástica e vale o bate e volta. Praga tem uns parques (ou jardins) meio desconhecidos na descida do castelo e próximo aos rios que eu achei muito interessante. O teatro negro também achei imperdível.
  15. @Raquel Minuzzi Wild Essas montanhas perto de Madri não são parte dos Alpes, mas acumulam neve suficiente para esquiar , sendo a mais próxima de Madrid a de Puerto de Navacerrada. Os preços estão aqui : http://www.puertonavacerrada.com/comun.php?seccion=productos
  16. Você compra o Oyster em guichês nas estações de trem, custa 5 libras e você carrega ele com o valor que for usar, não é obrigatório carregar o travelpass nele e, na maioria da vezes nem compensa mais. Atualmente, a tarifa para viagens ilimitadas nas zonas 1-2 está custando 6,80 libras por dia. No final do uso você pode devolver o cartão no guichê e eles te reembolsam as 5 libras. Ou seja, com 25 libras você compra o cartão e fica com crédito suficiente para 2 dias de viagens ilimitadas no metrô e ônibus. É válido para quase tudo, porém alguns trens (como para Windsor e Gatiwick) são tarifados a parte.
  17. Quanto a neve é tudo muito imprevisível. Suas maiores chances são as estações de eski, garantidamente nos Alpes (Suíca, França e Áustria principalmente). O problema é que os meios de elevação utilizados para subir a montanha são bastante caros, e essa é alta temporada nessas cidades que inflaciona o preço de tudo. Uma alternativa pode ser a Espanha , pertinho de Madrid há algumas estações de eski e os preços são menores que nas estações dos Alpes. Outra opção para vocês pode ser a Polônia. É um país tambem com custos um pouco mais baixos e em Zakopane é quase certeza encontrar neve esta época.
  18. @Raquel Minuzzi Wild É bem complicado conciliar o frio com poucos gastos.. mas vamos pensar nas possibilidades. Na minha experiência, o problema não é nem a hospedagem. Essa época foi até a que consegui diárias de hotel pelo melhor preço. Talvez justamente pela baixa procura de turistas no inverno. O que encarece mesmo é alimentação, transporte (porque não dá pra ficar andando muito a pé no frio) e tickets de atrações (museu é sempre uma boa pedida pra dias frios). Um destino que poderia combinar hospedagem com alimentação mais barata seria Portugal. Lisboa e arredores tem restaurantes que dá pra fazer boas refeições por 8 a 10 euros. Transporte público é bom e não tão caro. E tem muita atrações fechadas tambem, algumas até gratuitas, como shoppings e algumas Igrejas. Perto de Lisboa, pode-se fazer tambem bate e voltas com preço em conta para Sintra, Evora e outras cidades. Só não é recomendável ir a Cascais e outros balneários nesta época. Outra vantagem é que Lisboa não tem nenhum parque que seja imperdível, então você acaba perdendo "menos" indo no frio em relação a outras cidades.
  19. Ola 1) Quando você fala "dias" são dias inteiros? Não é boa prática contar os dias de deslocamento como dias úteis na cidade. Normalmente em Paris você precisa de 4 dias inteiros, Londres idem. Roma em 3 dias inteiros dá pra fazer, mas tambem acho apertado. Milão em 1 dia inteiro você conhece praticamente quase tudo de interesse turístico. A Grécia eu não conheço para opinar. 2) Costuma funcionar desde que você entenda que o modelo de hospedagem é diferente. Detalhes como combinar horários de entrega de chaves é algo que particularmente não curto, além disso problemas como falta de aquecimento ou um entupimento, p.ex., podem demorar pra ser resolvidos, etc. Além do que existe a questão de gentrificação das áreas nobres, porque esse modelo de negócio acaba afastando moradores locais em detrimento do turismo. 3) A questão de custos é muito pessoal e varia bastante de acordo com gosto e atividades que vocês pretendem fazer. Mas em geral sim, 60 euros costuma ser suficiente para minhas viagens (eu calculo 100 euros por casal )
  20. Por que você vai para Amsterda dia 13 se vai voltar de lá dia 31? Teria sido mais proveitoso se tivesse comprado a volta por outra cidade, mas enfim... Do dia 13 ao dia 31 você tem duas semanas de viagem que dá pra fazer bastante coisa. Uma sugestão seria do Schipol tentar já pegar o trem para a Belgica com possível stopover em Roterdam, que tem uma oferta muito boa de trens partindo do aeroporto. De lá pode seguir para uma base de três ou quatro dias na Antuépia ou Bruxelas, fazendo os bate e voltas a Ghent e Bruges. O próximo destino seria pegar o eurostar de bruxelas a Londres, onde pode passar mais ou menos uma semana por lá. De Londres pode pegar o eurostar, que vai passar a ter trens diretos Londres-Amsterda a partir de 4 de Abril, ou se a passagem estiver muito cara volte de avião para Amsterda , que preenche o restante dos seus dias.
  21. 10 dias no inverno não vale a pena ir para Hamburgo, que fica meio adormecida nesta época. Eu me concentraria em Berlin e Munique e arredores, 4 noites para cada pelo menos. Berlin mesmo com frio, dá pra curtir os museus e Munique tem os Alpes ali próximo que estão bombando nesta época, além de claro muitas bierhalls espalhadas pela cidade.
  22. @Raquel Minuzzi Wild Berlin é uma cidade mais barata que Paris, apesar de não ser fácil , creio que lá você consiga sobreviver com 60 euros por dia, dormindo e preparando comida em hostel/apto. O passe de museu garante 3 dias de vistas a museus geniais e é um bom refúgio para quando o frio apertar (e vai apertar!). O problema é que alguns passeios como o imperdível Potsdam, tiergarten e o zoológico, charlotenburg, passeio de barco no rio tem muitas partes com céu aberto e são muito mais agradáveis com sol. Alguns nem funcionam no inverno como o passeio de barco. Eu fui no fim de Fevereiro e nevou bastante, mesmo eu adorando frio, tinha momentos que incomodava e me deixou a sensação que voltando na primavera eu teria aproveitado mais. Já Paris é uma cidade mais cara. Sem possibilidade de fazer picknicks então complica mais ainda e a meta de gastar pouco realmente vai ser desafiadora, mas não diria impossível.
  23. A Decatlhon é uma loja européia que vende roupas de frio e entrega no Brasil a preços acessíveis, embora bem mais caro ainda do que comprado em Portugal por exemplo. Fim de Abril costuma começar a esquentar, mas depende muito da sorte, o mais provável é que pegue mais dias de frio do que calor , especialmente em países do Norte.
  24. Em 10 dias com ida e volta por Frankfurt para mim não vale a pena gastar muito se deslocando para fora da Alemanha, isso é mal o tempo de conhecer Berlin, Munique e a Rota Romântica. Esse "pulo" na Suíca pode ser substituído por uma passada pela Rota Alpina nos Alpes alemães. Frankfurt -> avião (ou trem) -> Berlin -> avião (ou trem) -> Munique -> alugar carro -> Garmirsh (subir a montanha mais alta da Alemanha Zugzpitze) -> Fussen (castelo Neushwanstein) -> Rothenburg (Rota romântica) -> Frankfurt (deixar o carro)
  25. Eu não fico confiante tambem em fazer uma conexão com voos comprados em bilhetes diferentes desta forma. Basta um pequeno problema com a bagagem ou atraso no voo do Brasil que você perde o vôo seguinte e arranja uma baita dor de cabeça para si. Pode sair mais barato, mas mesmo assim não creio que compense.
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