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Andrea e Fabio

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Tudo que Andrea e Fabio postou

  1. Prezados companheiros mochileiros, Vou passar uns dias no Sul em Janeiro próximo, e gostaria de saber as opiniões de vocês sobre trilhas legais de 1 a 3 dias para fazer em SC e no RS, e as condições das mesmas no mês de janeiro, quando deverá estar chovendo bantante... Abraços Fabio
  2. Prezados, Estamos viajando no mês que vem para o Peru, com outros colegas aqui do forum. Estamos procurando informações sobre uso de radiocomunicação nos arredores de Cuzco. Especificamente? Alguém que esteve por lá recentemente sabe dizer se o uso de radinhos "walkie talkie" tipo o Talkabout da Motorola é comum por lá? E sobre comunicação VHF, muito comum em áreas de montanha? Alguém sabe dizer quais frequencias VHF são utilizadas por lá, como repetidoras de radioamador,serviços públicos, resgate etc? Qualquer informação será de muita ajuda! OBS: somos radioamadores e estaremos operando no Peru com uma licença IARP (international radioamateur permit) Atenciosamente, Andrea e Fabio
  3. Oi Peter, Já estamos de volta. Por Londres a gente não passou não, mas rolou de fazer uns "Hikes" na Itália (Apeninos) e na Austria (Seefeld in Tirol). Abraço, Fabio PS: Não estamos achando nossas notas da Huayhuash. O Renato me disse que vocês vão na semana que vem. É isso?
  4. Em geral, dá para chegar ao Macaquinho com carro comum. Tem um subidão na volta, logo depois de sair do Fausto que pode ficar complicado se tiver muita poeira ou lama. Minha sugestão para este trecho da travessia é conversar com o Fausto (proprietário do camping do Macaquinhos) e combinar o transporte de retorno para Alto Paraiso. A trilha tem dois pontos mais complicados neste trecho que você quer fazer (Sertão Zen - Macaquinhos): encontrar a trilha de subida do chapadão a partir do vale do Macacão ( a trilha fica na crista que começa atrás da ruina das ocas do Vitor) e a descida do chapadão para os macaquinhos (Começa mais ou menos em frente a uma plantação de eucaliptos). A gente começou a descida bem, mas se perdeu um pouco em um capinzal no final. Abraço, Fabio
  5. É um mapinha que fiz há uns 10 anos, com algumas trilhas da região, quando ainda tinha paciência para isso. Se quiser o arquivo, me mande uma mensagem em pvt. abraço, Fabio
  6. Oi Renato, Sentimos sua falta na trilha! De qualquer forma, taí uma caminhada que vale a pena repetir, ainda mais agora que está chovendo bastante, e vai ter água à vontade. Lembrando que agora que começaram as chuvas e o calor e a secura deram trégua, tá na hora de caminhar no cerrado! Bora caminhar? abcs, Andrea e Fabio
  7. A Serra geral do Paranã se extende por aproximamente 200 km no sentido Norte-Sul, entre os municípios goianos de Alto Paraiso e Formosa. No entanto, no seu limite norte, a serra possui um trecho com orientação leste-oeste, limitado ao norte pelo vale do Moinho, e ao sul pelo vale do Rio Macacão. Foi este trecho leste-Oeste que percorremos no feriado de 2 a 4 de novembro deste ano de 2012. Na sexta, dia 2 , chegamos (Andrea, Fabio e Orlando) sem pressa em Alto Paraiso. Lá chegando fomos encontrar os outros participantes da caminhada, o Gunnar e o Arthur. Acabou que o Gunnar desistiu de caminhar, mas se ofereceu a nos deixar no início da caminhada, próximo ao ponto onde o Vale do Moinho se junta ao Vale do Paranã, e onde a topografia da serra do paranã permite um acesso à sua parte alta. O início da caminhada foi um trecho íngreme, com muitas pedras soltas e vegetação de Cerrado. Começamos à caminhar por volta das 15 horas, e gastamos o resto da tarde para vencer os cerca de 600m de desnível até a parte alta da serra. A progressão horizontal foi mínima, uns 4 km no máximo. No início ficamos preocupados com o Arthur, pois esta seria sua primeira caminhada de travessia, levando a casa na mochila. Mas ele se mostrou à altura de desafio, e enfrentou a pirambeira com disposição! Nossa grande preocupação era a água, escassa no topo de serras, ainda mais no final da estação seca no Planalto Central. Começamos a caminhada com cerca de 4 litros por pessoa, mas tivemos a sorte de encontrar um leito de riacho que embora sem água corrente, tinha algumas poças que permitiram completar os cantis. No dia seguinte, no topo da serra, tivemos a surpresa de encontrar já uma trilha de crista, que seguimos. A temperatura agradável devido ao dia nublado e a existencia de trilha nos permitiram caminhar sem dificuldade. O percurso da caminhada, no topo da serra, oferecia vistas tanto do vale do Macacão quanto do vale do Moinho, além das serras do Pouso Alto mais além à noroeste. No percurso, trechos de cerrados e campos se sucediam, um mais belo que o outro. Mas água que é bom... nada! Finalmente achamos mais um riacho com algumas poças de água de cor acinzentada.... Filtramos como foi possivel, mas não ajudou muito. Enchemos as garrafas mesmo assim, e Aproveitamos para comer alguma coisa por alí mesmo. Já era por volta de meio dia, e já contávamos com umas 4 horas de caminhada até ali. Continuamos seguindo a trilha e cerca de uma hora depois tivemos a felicidade de econtrar um córrego permanente, com água corrente e transparente! Paramos novamente para beber muita água, renovar o estoque do líquido nas mochilas e descansar mais um pouco. O mapa indicava que estávamos muito próximos da trilha cavaleira que dá acesso ao vale do rio Macacão, uma velha conhecida de incontáveis caminhadas. De fato, uns trezentos metros mais para frente encontramos esta trilha, e decidimos passar a noite em uma área de camping na trilha para a cachoeira do Sertão Zen. Chegamos por volta das 17 horas à área de acampmento, com tempo de sobra para um bom banho no rio do Sertão Zen, bater papo, e até tirar um cochilo quando começaram a cair alguns pingos. Por sinal, o tempo foi extremamente camarada com a gente: as nuvens sempre escondendo o sol, o vendo ajudando a amenizar o calor e só um pinguinho ou outro de vez em quando. Só choveu mesmo na noite de sábado para domingo, quando já estávamos confortavelmente instalados nas barracas. No domingo, acordamos em estilo "relax" já que estar no Sertão Zen era como estar em casa. Arrumamos tudo e por volta das 9 descemos até a cachoeira, que o Arthur ainda não conhecia. Garoava um pouco, mas não chegou a atrapalhar. Por volta das 10 começamos a caminhada final para Alto Paraiso, onde chegamos por volta das 13:00, para um almoço no restaurante Avalon antes de pegar a estrada de volta para Brasília. A caminhada, no total, teve uma extensão de uns 35 km, percorridos com tranquilidade durante os três dias, com muito tempo para contemplar a paisagem, curtir o vento da montanha e confraternizar com os companheiros de trilha. Em resumo, um feriado bem aproveitado! Mais fotos em: http://excursionismoplanaltocentral.blogspot.com.br/
  8. Para aqueles que ainda não conhecem a região, ou não se localizaram ainda, o Morro do Buracão, com cerca de 1550 metros de altitude, fica à esquerda da estrada entre Alto Paraiso e São Jorge, de frente ao parque nacional, na Chapada dos Veadeiros. Relato: Partimos (Fabio, Roberto Hochin, Teofilo) de Brasilia por volta das 09:00 de sábado, saindo em direção a Alto Paraiso de Goiás. O asfalto da GO-118 está bem melhor do que estava no começo do ano, então a viagem até a chapada foi tranquila e sem incidentes. De Alto Paraiso pegamos a estrada para São Jorge, parando no rancho do Seu Waldomiro por volta de meio dia. Estando lá, não resistimos: caimos matando na "Matula", um prato típico que é a especialidade da casa. Depois de almoçados, saimos sem cerimônia para pegar no pesado: Encaramos 4 km de asfalto, com sol de rachar, até o ponto de acesso à crista oeste do Morro do Buracão. Saimos da estrada no rumo da encosta, e logo já estávamos subindo em terreno bastante inclinado. O calor e a inclinação logo cobraram o "pedágio" aos três: precisamos dar uma parada de alguns minutos em uma sombra providencial para recuperar as forças. Mas é assim mesmo: como diz o ditado, "é com sol e ladeira que se forja um bom caminhante". O terreno continuou inclinado, inclusive com alguns trechos de "escalaminhada" nos quais o Roberto precisou de uma mãozinha por não estar acostumado a esse tipo de terreno. Finalmente chegamos na crista, que apesar de acidentada e com muitas pedras, seguia com inclinação mais suave em direção ao cume do buracão. Mais um pouco de suor e já chegamos no platô, um dos dois únicos locais planos o suficiente para acampar comfortavelmente na parte alta do morro. Como já eram 16:00, resolvemos parar por ali mesmo. O calor ainda estava grande, e a dúvida era beber muita água logo e passar sede no dia seguinte, ou segurar as pontas para sobrar água para o resto da caminhada... Passamos o resto da tarde arrumando as barracas, treinando nós e contemplando a paisagem, que se extendia até o lago de Serra da Mesa. Várias nuvens de chuva dançavam no céu ao redor, mas durante toda a caminhada nenhuma resolveu nos presentear com uma ducha refrescante. No por do sol, nos alojamos em uma pedra que era o ponto mais alto do platô onde estávamos acampados. Logo após escurecer o Teófilo já se recolheu para dormir. Eu e o Roberto ficamos até tarde proseando, sobre caminhadas, sobre a vida, sobre as estrelas. No dia seguinte acordamos bem cedo e logo arrumamos tudo, para aproveitar o frescor da manhã e caminhar com um pouquinho mais de conforto. Mas claro que não foi rápido a ponto de esquecer do espetáculo do nascer do sol no Buracão... Recolhido o acampamento partimos decididos. Para o alto e avante! Subindo a crista, passando por um primeiro cucuruto onde existe um marco da Comissão Nacional de Cartografia, e logo chegando ao ponto mais alto do Buracão. Dalí em diante, só descida. Seguimos descendo, e depois de um trecho bastante inclinado e acidentado, chegamos na outra área de acampamento, que nos brindou com uma pequena nascente. Aproveitamos para nos refrescar e matar a sede acumulada desde o dia anterior. Para aqueles que desejarem repetir a travessia, é importante lembrar que esta nascente pode estar seca entre os meses de maio a outubro, portanto não é água para se contar como certa. Depois do platô a descida vai se tornando cada vez mais fácil, com apenas alguns trechos mais acidentados se interpondo entre cristas e platôs mais planos, seguindo um alinhamento de totens que algum excursionista se deu ao trabalho de montar para marcar o caminho. Um pouco mais para baixo, já começam a aparecer sinais de trilha, que vai se tornando mais e mais bem marcada até a ponta da crista leste do Buracão, já tocando a estrada de asfalto que vem de Alto Paraiso. Meio dia em ponto chegamos de volta ao carro, exatas 23 horas após o início da caminhada. Quase um dia completo, mas que durou e valeu como nenhum outro. E pensar que foram só 8,5 km de trilha..... Mais fotos em: http://excursionismoplanaltocentral.blogspot.com.br/2012/03/travessia-oeste-leste-do-morro-do.html PS: Renato, você perdeu essa, cara. Sentimos sua falta!
  9. Estou entrando aqui para defender o Pobrezinho do Precip... Em primeiro lugar, preciso confessar que sou viciado em anoraks e abrigos contra chuva em geral. Considero a peça mais importante do meu equipo. Tenho vários. O que aprendi com isso é que não existe um Anorak perfeito. Para cada situação, tem um que se destaca. Para alta montanha, já tive um Alpine flash da Lowe em triple point. Já "morei" meses dentro desse anorak. Considero o Anorak com melhor design que ja tive. Quando me roubaram este anorak na rodô de BsAs, dei a sorte de encontrar um Ansilta em Goretex XCR com um desenho quase tão bom quanto o do Alpine Flash. Para essa situação, assino em baixo na escolha do Ansilta. Só que o Ansilta é volumoso e pesado. Percebi que não valia a pena carrega-lo qualquer viagem. Aí comprei um Marmot Precip. Por ser leve e compacto, acabou me acompanhando em um monte de viagens, seja a trabalho ou passeio. Em Nairobi, vesti o Precip por cima do terno para ir a uma reunião. Fui invejado por representantes de vários países quando fui um dos únicos a chegar seco no predio da ONU sob uma chuva torrencial. No final de semana seguinte, estava lá com ele no Parque nacional Amboseli, tirando fotos de bichos. Já peguei neve com ele na costa leste dos EUA, Chuva na Coreia do Sul, Garoa e Neblina na Petro-Terê. É frágil, eu sei, tem que usar com muiiito cuidado. Mas segura bem água e vento e respira rasoavelmente bem. cabe em quaquer cantinho da mochila, até em uma pochete grande. E o preço não é um absurdo não. Sai uns 100 dólares nos USA e uns 400 reais aqui em Brasília. Resultado: o Marmot Precip coleciona carimbos no passaporte, enquanto o Ansilta fica tomando poeira em casa. Se você não pretende se rasgar mato ou se ralar escalando, acho que o Precip é uma boa escolha. abraços, Fabio
  10. A serra é essa mesmo, a mais alta entre PB e Dois irmãos. Quente prá burro, e nem uma aguinha depois do Maranhão. O livro de cume está lá esperando.... Mas a essa altura já deve ter virado pó... Para atravessar o maranhão, levei um bote inflável. Plotou as coordenadas no google earth? Me manda um e-mail para eu te passar uns arquivos.
  11. Vamos combinar algo sim. Que tal subirmos juntos a serra da Bocaina para deixar o livro lá? Pretendo fazer algo nesse final de semana, mas vai depender da Andrea ter alta da fisioterapia que está fazendo no Joelho. Se Ela puder caminhar, é provavel que a gente vá acampar no Sertâo Zen, lá perto de Alto Paraiso. Caso contrário, vou fazer algo rápido aqui perto de BSB mesmo, só para treinar. Mas só vou poder confirmar o que vai ser mais pro fim da semana. Abraço, Fabio
  12. Muito legal cara! Se é a mesma serra que eu estou pensando, ela já está na nossa "wishlist" faz tempo! Deixou um livro de cume? abraço, Fabio
  13. Beleza, Vamos combinar então uma saída por estas bandas. Não conheço as serras na margem direita do Maranhão, mas estive em uma "montanha" bem bonita na margem direita. Chamamos de P1130, de Pico 1130, que é a altitude marcada na carta do IBGE. O pessoal local não sabia se tinha outro nome. Não sei como mandar arquivos pelo forum, mas a coordenada do ponto é: lat - 15089211 lon -48.603839. Deixamos um livro de cume! Tá precisando alguém voltar lá para assinar! abraço, Fabio
  14. Pessoal, Tenho uma bota da Asolo (acho que é uma Fugitive) que comprei em 2006 em Puerto Natales (após uma Cadion da Timberland ter desmanchado no circuito de TDP...). Ela ainda está super confortável, com costuras e cola integras, apesar de ja ter perdido a impermeabilidade. Só que o solado tá ficando liso que nem sandálias havaianas... Alguma dica sobre como resolar uma bota Asolo? Outra coisa: Tenho outro par da Asolo que comprei em Lima em 2008, para quando a atual acabasse. Mas fiquei com uma dúvida: O tempo afeta a durabilidade da cola, mesmo estando a bota guardada sem usar? grato, Fabio
  15. Oi Jéssica, Nós vamos à Chapada pelo menos uma vez por mês, e nosso "point" é Cavalcante, uma cidade uns 100km depois de Alto Paraiso. Mas para uma primeira visita, fique em São Jorge mesmo. Se você gostar de caminhadas um pouco mais duras, nossa sugestão é o circuito do "Mirante da Janela de Pedra". veja o relato e algumas fotos em: http://excursionismoplanaltocentral.blogspot.com/2010/12/janela-de-pedra.html
  16. Oi galera, Fizemos a travessia leste da Chapada dos Veadeiros (Alto Paraiso - Macaquinhos) no carnaval de 2010. Tinha um relato no ning, mas saiu do ar quando o ning começou a cobrar hospedagem. Vou ver se arranjo um tempinho para escrever de novo. abcs, Fabio
  17. Oi Renato, Que bela travessia! Apesar de estarmos em Brasilia, estamos sempre caminhando no cerrado goiano. Estivemos recentemente avaliando a região do Acaba-vida, a norte de Padre Bernardo. Já caminhamos nas serras próximas a Barro Alto, na margem esquerda do rio Maranhão. Dê uma olhada em nossos blogs: www.excursionismoplanaltocentral.blogspot.com www.montanhasdoplanaltocentral.blogpspot.com Tem também o blog do Grupo de Caminhadas de Brasília, do qual a gente participa: www.caminhadadf.blogspot.com Vamos trocar figurinhas e combinar algo juntos! Abraço, Andrea e Fabio
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