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cariocasemroma

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  1. Não me lembro exatamente de todos os gastos, mas vou postar alguns (todos os valores são para duas pessoas): Passagens aéreas: Brasília-Lisboa-Roma e Lisboa-Brasília => R$ 4800,00 com taxas, pela TAP e Roma-Londres, pela British => 211 euros, com taxas Eurostar: 97 euros Trenitalia: Roma-Napoles-Roma => 38 euros e Roma-Florença-Veneza-Roma => 98 euros Hospedagem (valores em quarto casal sem café da manhã) Mercure Roma Piazza Bologna (5 noites) => 634 euros Ibis London Blackfriars (5 noites) => 455 GBP (libras esterlinas) Ibis Paris Opera La Fayette (8 noites) => 712 euros Ibis Lisboa Liberdade (3 noites) => 207 euros
  2. Olá. Jéssica, obrigado pelas observações. A descrição está lenta por falta de tempo mesmo. Vamos ver se no final de semana dou uma adiantada. Os dez mil reais que levei foram para despesas com transporte, compras e alimentação em 23 dias pela Europa, para duas pessoas. A hospedagem paguei em cartão de crédito, em alguns casos antes de viajar, em outros no check-in ou check-out. Levei parte desse dinheiro em espécie e parte em travel money. Os 25 mil englobam todos os custos da viagem (passagens aéreas, de trem, hoteis, passeios, ingressos). Já saí do Brasil com muita coisa paga, por isso sobrou dinheiro. Por exemplo, comprei pela internet os ingressos para ver o Rei Leão em Londres, Paris Pass, London Pass, ingressos para atrações, como a Torre Eifel, e por aí vai.
  3. Dia 7 – quarta-feira – 05/06/2013 Dia de deixar Roma e seguir para Londres. Fomos de avião, em voo da British Airways. Tomamos café da manhã, nas proximidades do hotel, já que este não estava incluído na diária. Como já havia informado, ficamos no Mercure Piazza Bologna. Um hotel muito bom, bem localizado, limpo, organizado, perto do metrô, porém longe das atrações turísticas para quem quisesse ir a pé. Achei até bom, já que ficávamos longe do burburinho. A diária média ficou na casa dos 130 euros. Digo média porque variava dependendo do dia da semana. Não tínhamos café da manhã incluído, como é o padrão da rede Accor. Nos hotéis Ibis, o café é mais barato, até vale a pena, mas no Mercure costuma custar o dobro. Digo a todos os que me perguntam: a Itália é linda. As pessoas (homens e mulheres) muito bonitas também. Fiquei com vontade de fazer uma viagem só pela Itália, com pelo menos um mês de duração. Das cidades que visitei, a que menos me interessou foi Florença. Se voltasse outra vez à Itália, iria lá, sim, pra ver se essa primeira impressão passaria, mas, sinceramente, acho que fazem muita propaganda por pouca coisa. Já Veneza dispensa comentários. Pegamos o metrô para Termini e lá compramos na hora o bilhete de trem Leonardo Express. É muito fácil comprar o bilhete. Faz-se isso na própria máquina da estação e paga-se com cartão de crédito. No começo, estava com dificuldade, aí pedi ajuda para uma pessoa que também estava na fila. Ele me ajudou e ao final eu agradeci, em italiano. Ele respondeu "um euro". Fiquei meio assustado, mas fazer o que? O trem demorou meia hora até o aeroporto. Não tivemos problema no guichê. Falamos nosso inglês de colégio e conseguimos nos fazer entender. A fila da imigração era imensa, já que a Inglaterra não integra a zona de livre trânsito da Comunidade Europeia, embora seja membro dessa comunidade. O voo foi super tranquilo e muito confortável. Chegamos a Londres e, quando fomos retirar nossas bagagens, surpresa: mala danificada. E agora, como explicar isso em meu inglês capenga? Fui ao guichê da empresa de aviação, apontei pra mala e disse pro funcionário: my mala is broken. Eu não sabia como se diz mala em inglês, então meti o português no meio e o cara entendeu. Eles me ofereceram uma mala nova. Eu tive que abrir minha mala em pleno aeroporto e tirar minhas roupas e passar para a mala nova. Depois disso, o que fazer com a antiga, quebrada? Pensei: se deixo essa mala vazia largada aqui podem achar que é terrorismo e eu me "¨%$¨%&*¨%&*". Então voltei ao guichê e, por meio de gestos, expliquei para o funcionário que não sabia o que fazer com a mala quebrada. Ele entendeu (ou não) e pegou a mala quebrada. Escapei da prisão por pouco. Em Londres, tivemos que passar pela entrevista com a imigração. Levei uma pasta com vários documentos, incluindo reserva em hotel, passagens de volta, bilhetes de Eurostar, etc. O funcionário foi bem criterioso. Ele me perguntou quantos dias eu ficaria em Londres, o que visitaria lá, para onde iria depois e de onde estava vindo. Além disso, queria saber em que eu trabalhava no Brasil. Tudo em inglês, claro, mas ele falou tão claro e devagar que deu para entender com meu inglês capenga. Confesso que fiquei com medo de não ser aprovado, mas no final deu tudo certo. Ele me pediu para ver as reservas de hotel e a passagem de volta ao Brasil. Também me questionou como eu iria de Londres para Paris. Falei que usaria o Eurostar. Ele me perguntou se a passagem estava comprada. Disse que sim. Ele me pediu os comprovantes.Como fizemos escala em Lisboa, estava com o carimbo da imigração portuguesa no passaporte, mas omiti isso quando ele me perguntou de onde eu vim antes de chegar à Itália. Respondi Brasil. Ele me mostrou o carimbo português e eu tive que explicar que se tratava de uma conexão. Foram os minutos mais tensos da viagem, mas, no final, deu tudo certo. Chegando a Londres, pegamos um metrô direto do aeroporto de Heathrow para o centro e depois trocamos de linha e fomos direto para o hotel. Ficamos no Ibis London Blackfriars. Recomendo muito esse hotel. Super bem localizado, na porta do metrô, perto da estação Waterloo de trem/metrô, dá para ir a pé para a London Eye, com vários mercadinhos próximos, farmácia, etc. A diária média foi de 90 libras. Acredito que hoje esteja mais caro, pois o hotel tinha acabado de ser inaugurado, com tudo novinho. O melhor hotel da rede Ibis em que já me hospedei. Fomos até a estação Waterloo a pé, compramos um Travelcard para uma semana (tínhamos visto na internet que, para permanência maior que 4 dias valia a pena comprar o de 7 dias), fizemos um lanche no Mc Donalds, na volta passamos em um mercadinho e compramos água e mais algumas coisas para o café da manhã. A princípio pretendíamos sair para jantar no Covent Garden, mas a viagem foi tão cansativa que fomos dormir. Daqui a pouco vai começar a descrição do roteiro por Londres.
  4. Marcos, também senti falta de uma visita guiada. Havia vários grupos lá com guia, mas os que eu encontrei eram em línguas que eu não domino (alemão, russo, coreano, japonês, etc). Até mesmo em inglês, eu entendo muito pouco e ainda teve a questão da grana que estava direcionada ao guia ser usada para pagar táxi por causa da greve. Porém, não sei como eles conseguem fazer a visita em apenas duas horas. Eu fiquei cinco horas andando, sem parar para nada, sequer para comer, já que existe um restaurante lá dentro das ruínas. E nessas cinco horas acredito que tenha visto 70% do que gostaria de ver, ou seja, tudo. Usei o audioguia, daqueles modelos em que você digita o número que está no monumento e ouve a explicação. achei bem válido. Deu pra quebrar o galho. Daqui a pouco vou começar os relatos de Londres e Paris. Até agora a viagem foi só empolgação, gostei de tudo, etc. Agora vão começar as decepções. Não com as cidades, claro, mas sim com algumas atrações que acabei visitando no clima "quero ver tudo o que for possível" e nas quais não achei a menor graça. Quanto aos portugueses, a primeira impressão foi de que eram grossos mesmo. Depois vou contar um episódio com um taxista em Lisboa na chegada ao aeroporto.
  5. O que ocorreu foi exatamente o que o Marcos disse. Existe um email de confirmação sem o código de barras e existe o bilhete com o código que pode ser impresso pela internet. O turista argentino levou o primeiro. Foi exatamente a explicação que o funcionário da empresa de trem deu a ele. Quanto às fotos, não sei como inseri-las aqui. Agradeço se puderem me ajudar na empreitada.
  6. Dia 6 – terça-feira – 04/06/2013 Finalmente chegamos ao nosso último dia em Roma. Saímos do hotel por volta das 9h, pegamos o metrô para Termini (MEB – sentido Laurentina), com conexão para Otaviano (MEA-sentido Battistini) e fomos para a visita guiada da Necrópole do Vaticano. Essa visita foi uma das coisas mais interessantes que fizemos em nossa viagem à Europa. Trata-se de um roteiro que mistura fé e história. Pra começar, é preciso reservar com bastante antecedência. Eu fiz a reserva cerca de três meses antes.Você precisa mandar um email em inglês para o endereço indicado no site: mailto: [email protected] No email, é preciso explicar o motivo da visita, ou seja, qual o seu interesse em visitar a Necrópole, a língua da visita e a data desejada. Eu disse que era muito religioso, bláblábla, que seria muito importante visitar o túmulo de Pedro, etc. Não sou católico. Na verdade, não tenho religião alguma, mas queria visitar o local por curiosidade histórica, porém fui orientado por pessoas aqui mesmo no mochileiros.com a dizer que era por questões religiosas. E deu certo. Você envia o email e depois eles te mandam a resposta, dizendo se a solicitação foi aceita ou não. No m,eu caso, consegui, mas é difícil. Há a possibilidade de fazer a visita em português, embora haja menos horários disponíveis. Fiz em espanhol e não tive problemas. Éramos os únicos brasileiros no grupo, mas entendemos o guia tão bem quanto os hispanofalantes que nos acompanharam (pelo menos eu acho, rsrsrs). Vale a pena a visita à Necrópole? Vale muito a pena. A visita dura quase duas horas. Antes, o guia faz uma explicação da necrópole. Vou reproduzir aqui em texto que encontrei sobre a visita: "A Necrópole do Vaticano é a base de fundação da Basílica de São Pedro, e de certo modo a base de fundação da Igreja Católica. Há cerca de de 2 mil anos toda a área do Vaticano era um morro que era utilizado como cemitério público onde o apóstolo Pedro foi enterrado. E na era do império de Constantino o morro foi planificado para dar espaço à primeira basílica do Vaticano. Por fim, em 1600 a igreja deu espaço à Basílica de São Pedro e a Necrópole permaneceu lá embaixo. O passeio, que dura cerca de 2 horas, mostra toda essa história de mais de 2 mil anos de escavações caminhando por baixo de toda a Basílica. Para quem tem problemas com lugares fechados, fique tranquilo, pois todo o espaço das escavações está diretamente ligado ao chão da Basílica. De dentro da Necrópole podemos ver e ouvir as pessoas dentro da Basílica sem elas saberem que existe uma cidade inteira debaixo deles." Achei essa descrição tão perfeita que não poderia resumir a experiência de forma melhor. O passeio custa 13 euros e termina dentro da Basílica de São Pedro, o que já nos poupa também de uma fila imensa. Outra coisa importante: você deve responder o email de confirmação deles. Se não responder, eles cancelam a reserva. O pagamento deve ser feito em dinheiro antes da visita. Não aceitam cartões de crédito e não se pode pagar pela internet também. Depois da Necrópole, visitamos a Basílica de São Pedro, a mais bonita das igrejas romanas. E olha que Santa Maria Maggiore e San Giovanni in Lateranu são esplêndidas. Tiramos fotos na basílica e depois fomos almoçar para, à tarde, visitar o Museu do Vaticano. Almoçamos uma massa nas proximidades do Vaticano. Não me lembro ao certo o quanto pagamos, mas acredito que tenha ficado em torno de 15 euros, já com a bebida. Depois do almoço, fomos para o museu. O ingresso foi reservado com antecedência pela internet. Digo reservado porque o Vaticano está (ou pelo menos estava) com problemas com os bancos e administradoras de cartão. Chegando na entrada do museu, tem um guichê especial pra quem fez reserva pela internet. No dia e no horário em que eu fui, não havia filas para comprar, mas fiz a reserva pela internet por causa dos comentários lidos aqui no mochileiros.com de que elas eram intermináveis. Pelo sim, pelo não, acho que valeu a pena. Visitamos o Museu do Vaticano, ao menos o principal dele. É um museu fascinante, que não pode ficar de fora de sua viagem a Roma. Uma dica: da Basílica para o museu é uma distância considerável. Portanto, se você marcar o horário pela internet e pretender visitar a basílica primeiro, dê um intervalo bem grande entre as visitas. Você vai precisar. Depois do Museu do Vaticano, fomos visitar o castelo de Sant'Angelo e a seguir fomos jantar no Trastevere. Depois, hotel e cama, porque no dia seguinte iríamos para Londres.
  7. Desculpem a ausência, mas vamos lá à continuidade do relato. Dia 5 – segunda-feira – 03/06/2013 Chegou o dia de realizar um sonho de infância: o de conhecer as ruínas de Pompeia. Nesse passeio deu tudo errado, mas, ao final do dia, deu tudo certo, rsrsrs. Vou explicar. Às 6h saímos do hotel em direção ao metrô. Fomos para a estação Termini. O trem saiu de Roma às 7h35 e chegou a Nápoles às 8h45. A passagem foi comprada com antecedência pela internet e custou 19 euros por pessoa.metrô para Termini (MEB – sentido Laurentina) Quando chegamos à estação de Nápoles, seguimos as setas para a ferrovia regional Circumvesuviana. Foi quando deu a primeira coisa errada. A empresa que faz o trajeto entre Nápoles e Pompeia estava em greve. Na hora, pensamos em desistir. A atendente do guichê apenas nos disse que TALVEZ os trens voltassem a circular à tarde. O primeiro impulso foi o de desistir de visitar Pompeia e passar o dia em Nápoles, já que a passagem de volta já estava comprada, mas o sonho de infância falou mais alto. Foi então que apareceu um italiano oferecendo-se para fazer o traslado por 40 euros. Fomos com outro casal, que ficaria em Sorrento. Deles, o cara cobrou 50 euros. Seguimos o cara até a parte externa da estação de trem e lá estava o carro dele. Tratava-se de um carro particular, não era táxi, ou seja, estávamos usando um transporte clandestino. O cara falou conosco em um inglês estilo Fisk primeiro semestre, mas deu pra entender o que ele estava querendo. Chegamos a Pompeia em cerca de 30 minutos. Ao descer do carro, paguei com uma nota de 50 euros e ele não me devolveu o troco, disse que era para o café. Dez euros por um café? Fiquei puto, pois sempre achei que gorjeta fosse algo voluntário, mas, enfim, nada poderia estragar o meu dia. Nós havíamos agendado uma visita guiada em espanhol às ruínas, mas tivemos de desistir dela. Explico. Contratei o guia pela internet, que me cobrou 100 euros por uma visita guiada de duas horas exclusiva. Achei caro, mas como o meu interesse por Pompeia era MUITO grande, acabei topando. A questão é que, como já estava com as passagens pagas e tinha a intenção de pagar o almoço com cartão de crédito, levei pouco dinheiro para Nápoles, quase a conta de pagar o guia. Por isso, tive de abrir mão do passeio. No site, foi-nos informado que deveríamos ligar pra agência assim que chegássemos a Pompeia e o guia iria ao nosso encontro. Não ligamos. Não foi falta de caráter não, foi falta de dinheiro mesmo. E ainda tínhamos de reservar o dinheiro pra pagar o táxi da volta, caso os trens não voltassem a funcionar. Começamos a visita às ruínas por volta das 10h e ficamos por lá até o meio da tarde, por volta das 15h. O lugar é imenso, é um mergulho no passado. Você fica imaginando como era a vida das pessoas ali, como elas se divertiam, como viviam, como sofreram com a erupção do Vesúvio. Dá pra ver prédios bem conservados, construções, ruas, prédios públicos e, inclusive, corpos. Isso mesmo, corpos de pessoas que foram mortas na erupção. É chocante. Dá pra perceber a expressão de pânico na posição do cadáver. Há muitas visitas guiadas em Pompeia. Algumas privadas, como a que eu havia contratado, outras em grupo, como várias excursões que vimos no sítio arqueológico, mas, acreditem, é impossível ver sequer a metade em apenas duas horas (tempo médio dessas visitações). Ficamos lá cinco horas e não vimos tudo. Não continuamos porque estávamos muito cansados e com fome. Posso dizer que vi 70% das ruínas. E olha que nem vimos Herculano, nem subimos ao Vesúvio. Aliás, esse vai ficar para a minha próxima visita a Pompeia. Estava muito animado para ver o Vesúvio. Procurei informações sobre o ônibus (ele realmente sai da porta do sítio arqueológico), preços, horários, etc. Isso você encontra tudo na internet. Mas a questão é que quando mergulhei no mundo de Pompeia, só saí de lá quando o cansaço me expulsou. Não me arrependo de não ter visitado o Vesúvio. Conhecer Pompeia era uma das minhas prioridades na viagem e se fosse para o Vesúvio, acredito, não teria conhecido o local direito. Talvez uma visita superficial, mas não era isso que eu queria. Saímos das ruínas e fomos almoçar já pelas 15h. A comida em Nápoles é bem mais barata que em Roma. Com 15 euros, come-se muito bem: entrada. prato principal, bebida e sobremesa. Compramos umas quinquilharias e fomos para a estação, para pegar o trem de volta a Nápoles. Por sorte, a greve havia sido suspensa. No trem, conhecemos um casal de brasileiros, do tipo "somos os fodões" e eles me contaram que eu não precisava ter pagado 50 euros (40 da corrida mais 10 do "café") por um táxi, pois há um trem rápido, igual ao que faz o trajeto entre Nápoles e Roma, que vai de Nápoles a Sorrento e custa menos de 5 euros por pessoa. Fiquei indignado, mas fazer o que, faz parte. Chegamos a Nápoles e aproveitamos o final do dia para visitar o Museu Arqueológico Nacional de Nápoles. Ele fica bem perto da estação central. Uns poucos minutos a pé. Como não tínhamos muito tempo, fizemos uma visita vapt-vupt. Como já estávamos MUITO cansados, foi o que deu pra fazer no momento, mas acredito que esse museu peça, certamente, pelo menos umas três horas para uma visita. Destaque para as inúmeras esculturas e pinturas do período romano. É muito interessante e chega até a ser divertido. É lá que estão muitos dos achados arqueológicos de Pompeia e Herculano, inclusive os pênis que ficavam decorando as casas, ruas e prédios públicos. Às 19h30 pegamos o trem para Roma, com chegada às 20h40 Jantar nas proximidades do hotel.
  8. Pessoal, este foi o roteiro que montei antes da viagem. Ele foi seguido em mais de 90%. Em relação aos gastos, já tem muita coisa que esqueci, mas vou procurar colocar aqui os gastos principais, como passagens, hotéis e passeios. Levei o equivalente a 10 mil reais, para duas pessoas, em 23 dias pela Europa. Deu e sobrou. Isso sem incluir os gastos com hotel, passagens aéreas e de trem de longa distância, que foram pagos com cartão de crédito. No total, essa viagem me custou uns 25 mil, mas eu fiz muitos passeios e comprei várias lembranças. Dia 1 – Embarque Brasília-Roma – Quinta-feira - 30/05/2013 - 16h45 Dia 2 – sexta-feira – 31/05/2013 Manhã: Chegada a Roma – 10h45. Pegar trem Leonardo Express para Roma Termini. Lembrar de validar bilhetes nas máquinas amarelas. Em Roma Termini, comprar bilhete múltiplo uma semana ou vinte individuais. Pegar metrô para Bologna (linha MEB – direção Conca D’oro). Almoço proximidades do hotel. Tarde: metrô Bologna até Termini (MEB-sentido Laurentina), conexão até Flaminio (MEA-sentido Battistini) 15h-21h – Piazza del Popolo Piazza di Spagna Fontana di Trevi Pantheon Piazza Navona Campidoglio Il Vittoriano Colosseo (exterior) Noite: 21h-21h30 – metrô Colosseo com destino a Bologna (MEB-sentido Rebibbia) Dia 3 – sábado – 1º/06/2013 Manhã: 8h – saída do hotel – café da manhã nas proximidades 9h – metrô para Colosseo (MEB-sentido Laurentina) 10h-13h – Visita guiada em espanhol: Coliseu, Foro Romano, Palatine, Circo Massimo Tarde: 14h-21h – Termas de Caracalla Basílica di San Giovanni in Laterano Basílica di Santa Maria Maggiore 21h-21h30 - caminhe até a estação Cavour e de lá pegue o metrô para Bologna (MEB – sentido Rebibbia) Dia 4 – domingo – 02/06/2013 - Bate e volta a Florença e Veneza 5h30 – saída hotel – metrô para Termini (MEB – sentido Laurentina) 6h55 – saída de Roma – trem para Florença – chegada às 8h22 8h30-11h30 – Caminhada pelo centro de Florença 12h30 – saída do trem para Veneza – chegada às 14h35 15h-15h45 – vaporetto até a Piazza San Marco 16h-17h30 – Passeio pela Piazza San Marco 17h45-18h30 – vaporetto até a estação Venezia Santa Lucia 19h25- trem para Roma Termini – chegada às 23h05 23h30 – Táxi até o hotel Dia 5 – segunda-feira – 03/06/2013 6h – saída hotel – metrô para Termini (MEB – sentido Laurentina) 7h35 – saída de Roma – trem para Nápoles – chegada às 8h45 8h45 – 9h45 – Na estação de Nápoles, seguir as setas para ferrovia regional Circumvesuviana – comprar biglietto giornaliero U3 de ida e volta e descer em Pompei Scavi – Villa dei Misteri 10h-12h – visita guiada em espanhol pelas ruínas de Pompéia 12h-13h – almoço nas ruínas 13h-16h- visita ao Monte Vesúvio 17h-18h – retorno a Nápoles de trem pela ferrovia regional Circumvesuviana 19h30 – trem para Roma – chegada às 20h40 21h – Chegada de Nápoles – metrô para Bologna (MEB-sentido Rebibbia). Jantar nas proximidades do hotel. Dia 6 – terça-feira – 04/06/2013 Manhã: 8h – saída do hotel – café da manhã nas proximidades 9h – metrô para Termini (MEB – sentido Laurentina), conexão para Otaviano (MEA-sentido Battistini) 10h15-12h – Visita guiada em espanhol: Necrópole do Vaticano 12h-13h – Basílica de São Pedro Tarde: 14h30-18h – Museu Vaticano 18h30-19h30 – Castel Sant’Angelo (visita externa) 19h30-20h - Caminhada até Santa Maria in Trastevere Noite: 20h-22h30 – Caminhada e Jantar em Trastevere Táxi até o hotel Dia 7 – quarta-feira – 05/06/2013 Manhã: Descansar – tomar café da manhã nas proximidades do hotel. Tarde: saída do hotel às 12h. Pegar metrô para Termini (MEB – sentido Laurentina) e Leonardo Express para aeroporto. Embarque para Londres às 15h. Chegada a Londres às 17h. Heathrow Express para Paddington. Metrô de Paddington para Waterloob(Bakerloo Line – sentido Elephant & Castle) Táxi de Waterloo para o hotel ou metrô Piccadilly Line até Green Park (sentido Oakwood) conexão Jubilee Line para Southwark (sentido Stratford) Noite: 20h-22h: ida a pé até Covent Garden - Jantar em Covent Garden - metrô Covent Garden até Green Park (Picadilly Line - direção Heatrow), conexão Green Park em direção a Southwark (Jubilee Line – sentido Stratford) Dia 8 – quinta-feira – 06/06/2013 Manhã: 8h- saída do hotel – caminhada até a Torre de Londres 9h-12h – Torre de Londres – visita interna Tarde: 12h30-14h – Tower Bridge – visita interna 14h30-16h – London Bridge Experience 17h-17h30 – Cruzeiro pelo Tâmisa até Westminster (London Pass) 18h-18h30 – Caminhada pelo Embankment Garden até Lyceum Theatre Noite: 19h30 – 22h – Assistir ao Musical “O Rei Leão” 22h-22h30 – Táxi ou caminhada para o hotel. Dia 9 – sexta-feira – 07/06/2013 Manhã: 8h- saída do hotel – caminhada até a estação Waterloo – trem até Windsor and Eton Riverside 10h-13h – Castelo de Windsor Tarde: 13h-15h – Trem de Windsor para Waterloo e de Waterloo para Hampton Court. 15h-18h – Castelo de Hampton Court 18h30-19h30 – Trem com destino a Waterloo, descer em Wimbledon, pegar metrô para South Kensington (District Line – sentido Monument) Noite: 19h30-22h – Victoria and Albert Museum – lanche no café do museu 22h-22h30 – metrô em South Kensington até Westminster (Circle Line - sentido Hammersmith), conexão em Westminster até Southwark (Jubilee Line – sentido Stratford) Dia 10 – sábado – 08/06/2013 Manhã: 8h – saída do hotel – caminhada até a Catedral de Saint Paul 8h30-10h – Catedral de Saint Paul 10h30-12h – Shakespeare Globe 12h15 – 13h15 – Caminhada pela beira do Tâmisa até Westminster Tarde: 13h30-14h45 – visita interna e externa da Abadia de Westminster 15h15-16h30 – visita interna guiada e externa do Parlamento 17h-18h – Churchill Museum 18h-19h30 – Caminhada pelo St. James Park até Buckingham Noite: 19h30-20h – Fotos em frente ao Palácio de Buckingham 20h-21h30 - Caminhada pelo Green Park até a estação Green Park 21h30-22h – Metrô em Green Park para Southwark (Jubilee Line – sentido North Greenwich) Dia 11 – domingo – 09/06/2013 Manhã: 8h – saída do hotel – metrô de Southwark para Baker Street (Jubille Line – sentido Stanmore) 9h-12h – Madame Tussauds Tarde: 12h-12h30 – metrô Baker Street para Piccadilly Circus (Bakerloo Line – sentido Elephant & Castle), conexão para South Kensington (Piccadilly Line – sentido Uxbridge) 12h30-14h30 – Museu de História Natural (seções dinossauros, mamíferos e visions of earth) 14h30-15h- metrô de South Kensington até Holborn (Piccadilly Line – sentido Oakwood) 15h-17h30 – British Museum (ver seção egípcia e pedra roseta) 17h30-18h – Caminhada até a Trafalgar Square 18h-19h – National Gallery (visita externa) e Trafalgar Square 19h-19h30 – Caminhada até a London Eye Noite: 21h-21h30 – London Eye (anoitecer) 21h30-22h – Caminhada ou táxi até o hotel Dia 12 – segunda-feira – 10/06/2013 Manhã: 9h – Caminhada até a London Eye 10h-10h30 – London Eye (dia claro) 10h30-11h – Caminhada até o hotel 12h – check-out e saída para a Estação de trem 12h-12h30 – metrô de Southwark para Green Park (Jubilee Line – sentido Stanmore), conexão para King Cross St. Pancras (Victoria Line – sentido Walthamstow Central) 13h-15h – almoço na estação de trem Tarde: 16h - trem para Paris Chegada a Paris às 19h. Chegada ao hotel de táxi. Jantar nas proximidades do hotel. Dia 13 – 11/06 – Terça-feira Manhã : (8h) Saída hotel metrô Richelieu-Drout para Trocadero (M9 - sentido Pont de Sévres) (8h30-10h) caminhada: Jardins du Trocadero / Torre Eiffel (10h30-11h30) cruzeiro pelo Sena / caminhada entorno Torre Eiffel (12h-12h30) Lanche ou almoço proximidades Torre Eiffel Tarde: (13h-15h) - subir na torre (ingresso comprado com antecedência para as 13h30) (15h-16h) caminhada pelo Champ de Mars até Ecole Militaire e Invalides (16h-18h) - Invalides (visita interna) (18h30-20h) Caminhada Pont Alexandre III / Grand Palais / Petit Palais Noite: - (20h-22h) metrô de Champs Elysées Clemenceau para Hotel de Ville (M1 – sentido Chateau de Vincennes)– caminhada até Centre Pompidou – jantar ou lanche na praça - metrô de Rambuteau para Chatelet (M11-sentido Chatelet)com conexão para Cadet (M7-sentido La Courvene) Dia 14: 12/06 – Quarta-feira Manhã : (8h) Saída hotel metrô Notre-Dame-de-Lorette (M12) para Pigalle (sentido Front Populaire), conexão (M2) para Monceau (sentido Porte Dauphine) (8h30-9h30) caminhada: Parc Monceau (9h30-10h) metrô (M2) de Monceau para Charles de Gaulle – Etoille (sentido Porte Dauphine) (10h-12h) Arc de Triomphe (visita interna com subida) Tarde: (13h-18h) – caminhada: Avenue Champs Élysées (com almoço) / Place de la Concorde / Jardin des Tuileries / Palais Royal – almoço na Champs Élysées Noite: - (18h30-21h30) – Louvre (21h30-22h) – metrô Palais Royal-Musée du Louvre para Le Peletier (M7 – sentido La Courneve) Dia 15: 13/06 – Quinta-feira Manhã : (8h) Saída hotel metrô Notre-Dame-de-Lorette (M12) para Notre Dame dês Champs(sentido Mairie d’Issy) (8h30-10h30) - Jardin du Luxembourg (11h-12h) - Pantheón (12h30-13h30) – Musée National de Moyen Age (13h30-15h30) Caminhada pelo Boulevard Saint German com visita à Igreja de Saint German-des-Pres. Almoço no Boulevard Saint German. Tarde: (15h30-16h) metrô Saint-German-des-Pres para Chatelet (M4-sentido Chatelet), conexão para Madeleine (M14-sentido Saint Lazare) (16h-17h) – Madeleine (17h30 – 18h30) – Place Vendome Noite: (19h-21h) – Musée d’Orsay (21h-21h30) – Caminhada pela beira do Sena até Chatelet – lanche pelo caminho (21h30-22h) – metrô em Chatelet para Le Peletier (M7 - sentido La Courneve) Dia 16: 14/06 – Sexta-feira Manhã : (8h) Saída hotel metrô Richelieu-Drout (M8) para Bastille(sentido Créteil-Pointe du Lac) (8h30 – 10h) Place de la Bastille / Place des Voges (10h30-16h)Saint Chapele / Conciergerie / Nôtre-Dame – lanche ou almoço na Ilê de la Citè Tarde: (16h-20h) metrô Citè até Marcadet (M4-sentido Porte de Clignancourt) e conexão em Marcadet-Poissoniers para Abbesses (M12 – sentido Mairie d’Issy) – pegar funiculaire - Montmarte e Sacre Cour Noite: (20h-21h30) caminhada até a estação de Anvers, metrô até Blanche (M2-sentido Porte Dauphine) – fotos noturnas e jantar ou lanche próximo ao Moulin Rouge (21h30-22h) caminhar até a estação Pigalle, metrô até Notre-Dame-de-Lorette (M12-sentido Mairie d’Issy) Dia 17: 15/06 – Sábado Manhã : (8h) Saída hotel metrô Richelieu-Drout (M8) para Ballard(sentido Ballard) 9h-10h: Passeio de balão no Parc Andre Citroen 10h-10h30: metrô de Balard a La Tour-Maubourg (M8 – sentido Créteil – Pointe du Lac) 10h30-12h30 – Musée Rodin (lanche ou almoço no café do museu) 12h30-13h – Metrô de Varenne até Saint Lazare (M13-direção Saint Denis) conexão para Gare de Lyon (M14-sentido Olympiades) 13h-14h: RER na Gare de Lyon para Fontainebleau Avon. Tarde: 14h-19h: Château de Fontaineblau Noite: 19h-20h – RER para Gare de Lyon. Em Gare de Lyon, metrô para Bercy (M14 - sentido Olympiades), conexão em Bercy para Montparnasse (M6 - sentido Charles de Gaulle) 20h-21h30: Tour Montparnasse 21h30-22h: metrô de Montparnasse até Notre-Dame-de-Lorette (M12- sentido Front Populaire) Dia 18: 16/06 – Domingo - Château de Versailles Manhã : (8h) Caminhada até a Gare Saint Lazare. Trem até Versailles – Rive Droite Tarde: (18h) Caminhada até Versailles – Rive Droite. Trem até a Gare Saint Lazare. Noite: (19h-21h30) – Retorno a algum ponto turístico predileto com jantar Dia 19: 17/06 – Segunda-feira - Eurodisney Manhã : (8h) Caminhada até a Ópera. Ônibus para Eurodisney às 8h40 (chegar às 8h20) Tarde: (20h) Retorno a Paris no ônibus da Eurodisney Noite: (21h-22h) – Jantar nas proximidades do hotel Dia 20: 18/06 – Terça-feira Manhã: 9h-11h – Opera Garnier Tarde: Embarque para Lisboa às 16h. Saída do hotel às 12h, em transfer para Orly. Chegada a Lisboa às 17h30, com ida para o hotel de táxi. Dia 21: 19/06 – Quarta-feira 9h – saída do hotel para passeio de dia inteiro: city-tour em Lisboa. Noite: (18h-22h) Parque das nações (ida e volta de táxi), passeio de teleférico e jantar no Shopping Vasco da Gama. Dia 22: 20/06 – Quinta-feira 9h – saída do hotel para passeio de dia inteiro: tour Sintra e Cascais Noite: (19h-22h) Passeio a pé do hotel até a Praça do Comércio. Jantar nas proximidades da praça. Dia 23: 21/06 – Sexta-feira Ida ao aeroporto de táxi. Embarque para Brasília às 9h. - Chegada a Brasília às 15h.
  9. Dia 4 - domingo - 02/06 Saímos do hotel antes das 6h, pegamos um metrô e duas estações depois estávamos em Termini. Nosso trem para Florença sairia às 6h55. Na verdade, minha intenção inicial era mesmo fazer só Florença, ficar o dia todo lá, visitar a Galeria Uffizzi, etc, mas, quando fui comprar a passagem de trem, o preço para Veneza estava tão convidativo que o diabo soprou o meu ouvido e eu fiz essa loucura. Não tive a coragem de colocar isso aqui no Mochileiros, pois seria execrado, mas digo de peito aberto: VALEU MUITO A PENA. Tomamos café na própria estação, ficamos com medo de uns adolescentes bêbados que estavam arrumando confusão por lá, mas sobrevivemos. Ficamos olhando o telão pra ver quando apareceria o aviso da plataforma que iríamos embarcar. As passagens já haviam sido compradas com bastante antecedência pela internet. Bilhetes impressos, fomos direto para o embarque. Ficamos procurando pelo fiscal ou funcionário que nos cobraria os bilhetes, mas não havia ninguém. Achamos estranho, mas entramos no trem, que chegou e saiu pontualmente. No meio da viagem, aparece um funcionário da empresa de trem com uma maquininha que lê o código de barras dos bilhetes. Quem não tem é multado. Foi o que aconteceu com um turista argentino que estava na minha frente. Ele levou um email de confirmação no lugar do bilhete. Chegamos a Florença às 8h20 e começamos nossa caminhada. A cidade estava bem vazia. A maioria das pessoas estava dormindo e os turistas não haviam chegado ainda. Passeamos pela praça onde fica a igreja Santa Maria Novella, fomos ao Duomo (visita externa) e ao Batistério. Não foi possível entrar na catedral pois, por ser domingo, somente haveria visitas à tarde. Seguimos para a beira do rio Arno, passamos pela Piazza della Signoria, pelo Palácio Vecchio e pelo mercado onde existe a estátua do javali, de cujo nome já não me lembro mais. Comprei umas lembranças ali e depois morri de raiva porque encontrei produtos idênticos em Roma por 1/4 do preço. Fomos para a Ponte Vecchio e fizemos uma caminhada pela beira do Rio Arno no sentido de volta para a estação. A Galeria Uffizzi estava com uma fila imensa. Mesmo se fosse ficar o dia todo na cidade, sinceramente, não sei se teria paciência. Após uns duas horas e meia de caminhada, retornamos à Piazza de Santa Maria Novella, perto da estação. Havia um restaurante anunciando uma tal de bisteca alla fiorentina. Fiquei com vontade de comer, mas ainda tinha gente tomando café da manhã. Eram 11h, mas já estávamos querendo almoçar, pois acordamos muito cedo. Perguntei se já estavam servido almoço e a resposta foi positiva. Então, fomos pra nossa experiência gastronômica em Florença. A bisteca alla fiorentina nada mais é do que uma espécie de carne bovina com osso, bem grossa, e crua no meio. Mesmo sendo um admirador de carnes mal passadas, não consegui comer tudo. Estava muito, mas muito crua. O acompanhamento eram batatas, que até estavam boas. Os turistas alemães ao nosso lado também acharam a carne muito crua. Terminado o almoço, tomamos um gelatto (o melhor que já tomei em toda a minha vida) e fomos para estação. Nosso trem para Veneza sairia às 12h30. Sairia, pois teve uma hora de atraso. Saiu às 13h30. Chegamos a Veneza às 15h30. O atraso no trem nos tirou uma hora de Veneza. Em vez de cinco, teríamos quatro horas para conhecer a cidades, mas vamos lá. Saímos da estaão, compramos o bilhete do vaporetto ida e volta e fomos para a piazza de San Marco. O trajeto demora cerca de 40 minutos. No caminho, fomos em pé na parte de trás do vaporetto, aproveitando para tirar fotos. Eu não sabia se tirava foto ou se ficava só admirando a paisagem. Acho que foram os 40 minutos mais surpreendentes da viagem até então. Veneza é linda, linda, linda, linda. Chegamos à Piazza de San Marco, ficamos ali por mais ou menos uma hora e meia, andamos por algumas ruelas em volta e pegamos o vaporetto de volta para a estação. Nosso trem de volta para Roma sairia às 19h30. Dessa vez, a empresa foi pontual. Chegamos a Roma às 23h, mortos de cansaço. Sei que muitos podem achar esse relato loucura. Respeito a opinião de vocês, mas eu acho que valeu muito a pena, muito mesmo, a ponto de eu colocar Veneza do top de linha da minha viagem, junto com Versailles. Não tive tempo de visitar muita coisa. Em Florença, não visitei internamente o Duomo nem a Uffizzi. Não vi o Davi original. Em Veneza, não andei de gôndola, não entrei na basílica de San Marco (estava fechada), nem no Palácio Ducale, mas foi possível ter uma boa noção da cidade. Deu pra sentir o espírito do local e sim, ficar com vontade de voltar. Quando a gente gosta do lugar, tanto faz uma semana ou uma hora, sempre vale a pena. Quando não gosta, atém cinco minutos são demais. Fiquei 8 noites em Paris e acho que não vi a cidade toda, acho que fiquei muito tempo dentro de museu, acho que faltou tempo pra caminhar mais pelas ruas, parar sem pressa num café, sem ter de bater ponto em mil igrejas-castelos-museus. E olha que fiquei oito noites. Mas nem por isso acho que minha viagem a Paris não foi válida, foi muito. Porém, numa segunda visita, por já ter conhecido esses lugares, fazer uma visita mais descompromissada, mais tranquila. Em relação a Veneza e Florença, a mesma coisa: sei que não posso dizer que conheci a fundo ambas as cidades (será que alguém conhece?), mas não me arrependo nem um pouco da visita que lhes fiz. Embora cansativo, o passeio foi MUITÍSSIMO PRAZEROSO.
  10. Seguindo o conselho de colegas, tirei Bruxelas do segundo e aumentei um dia em Berlim. Pra ficar mais tempo, só tirando uma das cidades. Vou ver o que há de interessante em cada cidade e ver se é factível. Caso não seja, tiro Amsterdam e deixo a cidade para uma outra viagem. Caso exclua Amsterdam, teria mais três dias. Vocês sugerem aumentar mais um dia em Praga, Viena e Budapeste, igualando-as a Berlim, ou acham que Berlim merece mais que 3 dias? Incluindo Amsterdam, o roteiro seria o seguinte: Dia 1 - Embarque em Brasília para Berlim com conexão em Paris (Air France) Dia 2 - Paris - Berlim Dia 3 - Berlim Dia 4 - Berlim Dia 5 - Berlim Dia 6 - Berlim-Budapeste (avião) Dia 7 - Budapeste Dia 8 - Budapeste Dia 9 - Budapeste - Viena (trem) Dia 10 - Viena Dia 11 - Viena Dia 12 - Viena - Praga (trem) Dia 13 - Praga Dia 14 - Praga Dia 15 - Praga - Amsterdam (avião) Dia 16 - Amsterdam Dia 17 - Amsterdam Dia 18 - Amsterdam-Brasília
  11. Obrigado pelas respostas. Fiquei assustado com o frio. Peguei 15 graus em Londres em junho e quase congelei por causa do vento. Sou carioca, não estou acostumado a isso, mas acho que é algo em que se pode dar um jeito. E em relação aos dias, está ok?
  12. Em junho deste ano, fui à Europa pela primeira vez. Inclusive, estou compartilhando aqui com vocês os relatos da viagem. Já estou no terceiro dia, de um total de 23, mas é só aguardar que um dia eu termino. Bem, estamos planejando voltar em abril de 2014, mas dessa vez teremos uma semana a menos. Exatamente 18 dias para aproveitar alguns dos lugares que não foram vistos na primeira viagem, na qual conhecemos Roma, Florença, Veneza, Nápoles, Pompeia, Londres, Paris e Lisboa. Estamos na dúvida, na verdade, entre dois roteiros. Gostaria da opinião dos colegas aqui. Roteiro 1: Dia 1 - Embarque em Brasília para Berlim com conexão em Paris (Air France) Dia 2 - Paris - Berlim Dia 3 - Berlim Dia 4 - Berlim Dia 5 - Berlim Dia 6 - Berlim-Budapeste (avião) Dia 7 - Budapeste Dia 8 - Budapeste Dia 9 - Budapeste Dia 10 - Budapeste - Viena (trem) Dia 11 - Viena Dia 12 - Viena Dia 13 - Bratislava (bate e volta) Dia 14 - Viena - Praga (trem) Dia 15 - Praga Dia 16 - Praga Dia 17 - Praga Dia 18 - Praga-Brasília Roteiro 2: Dia 1 - Embarque em Brasília para Berlim com conexão em Paris (Air France) Dia 2 - Paris - Berlim Dia 3 - Berlim Dia 4 - Berlim Dia 5 - Berlim-Budapeste (avião) Dia 6 - Budapeste Dia 7 - Budapeste Dia 8 - Budapeste - Viena (trem) Dia 9 - Viena Dia 10 - Viena Dia 11 - Viena - Praga (trem) Dia 12 - Praga Dia 13 - Praga Dia 14 - Praga-Amsterdam (avião) Dia 15 - Amsterdam Dia 16 - Amsterdam Dia 17 - Bruxelas (bate e volta) Dia 18 - Amsterdam-Brasília Minha preferência é pelo segundo roteiro, pois gostaria MUITO de conhecer Amsterdam, mas, ao mesmo tempo, tenho insegurança em relação ao tempo ideal em cada cidade. Na última viagem, foi corrido, mas valeu a pena cada visita, não sei se isso se aplica ao Leste Europeu. Sei que a sequência ficou meio estranha, mas a distribuição dessa forma ficou mais econômica do que aquela que seria a mais lógica, ou seja, começando por Budapeste e terminando por Amsterdam, ou vice-versa, além de horários de voos e conexões. Tenho algumas dúvidas e gostaria da ajuda dos colegas aqui: 1 - Meu inglês é bem fraco, tanto que tive grandes dificuldades em Londres no ano passado. Por isso, resolvi estudar a língua de fato agora. Por isso, um amigo me aconselhou a ir para a Espanha e deixar o Leste Europeu de lado por enquanto. Ele me disse que no Leste Europeu tem de estar afiado no inglês para entender a viagem, porque quase não existem passeios em português ou espanhol, como os que fiz em Londres, Paris e Roma, e quase ninguém fala outra língua, exceto o pessoal do turismo, que fala, além da língua materna, o inglês. 2 - Tenho dez dias de férias que vou emendar com os feriados da Semana Santa e Tiradentes, perfazendo 17 dias, desconsiderando-se o dia do embarque. Por isso, só posso ir em abril (de 4 a 21/04). Sei que é início da primavera, então, minha pergunta é: seria essa uma época muito fria para conhecer o Leste europeu? 3 - É verdade que o leste europeu é complicado para viajar sozinho, sendo aconselhável viajar em excursão, ou é tranquilo de qualquer maneira?
  13. Dia 3 – sábado – 1º/06/2013 Ficamos hospedados no Mercure Piazza Bologna. O hotel fica mais afastado do centro de Roma, mas é muito bem servido de comércio e, sinceramente, achei a localização ótima. Ficamos bem longe da muvuca dos turistas, mas, ao mesmo tempo, ao lado de uma estação do metrô, que, em poucos minutos, deixava-nos na porta do Coliseu ou em Termini. Eu sempre me hospedo em hotéis da rede Accor. Quando a grana tá mais folgada, fico num Mercure. Quando tá curta, fico no Ibis. Prefiro não ter surpresas. A rede é padronizada em praticamente todo o mundo. O único incoveniente do Ibis é a ausência de frigobar. Pra quem gosta de fazer um lanchinho à noite, faz falta ter um refrigerador pra guardar o queijo, o patê ou mesmo pra gelar um refrigerante. Saímos do hotel por volta das 8h, tomamos café nas proximidades (o do hotel era muito caro) e fomos para o Coliseu. Havíamos comprado pela internet uma visita guiada com duração de 3 horas, em espanhol, que começaria às 10h, pelo Coliseu, Foro Romano e Palatino. A visita foi ótima e, como já estavam inclusos os ingressos, não precisamos ficar na fila do Coliseu, que era considerável. Choveu forte e a guia parou o tour. Assim que a água parou de cair recomeçamos. Achei muito importante a visita guiada, principalmente por causa do Foro. Sem guia, é impossível saber o que existia ali. Você olha e só vê um monte de escombros. Almoçamos em um restaurante com vista para o Coliseu, também na faixa de 20 euros por pessoa com entrada, massa, carne e bebida. À tarde fomos visitar as Termas de Caracalla, a Basílica di San Giovanni in Laterano e a Basílica di Santa Maria Maggiore. Fizemos todo o percurso a pé a partir do Coliseu. Nas termas, paga-se para entrar. Já nas igrejas a entrada é gratuita. Pra mim, os três locais valeram muito a pena, mas, na falta de tempo, esqueça as termas. As ruínas têm um estado de conservação melhor que o Foro Romano, por exemplo, mas não consegui "viajar" tanto na história. É possível observar os locais onde os romanos tomavam seus banhos e discutiam política, as fotos ficam lindas, mas não foi o meu local preferido em Roma, embora, repito, tenha valido MUITO a pena visitar. As igrejas são um espetáculo à parte. Alguns consideram a Basílica di San Giovani in Lateranu ou São João de Latrão, em bom português, mas bonita que a Basílica de São Pedro, no Vaticano. Acho que não é pra tanto, mas é realmente lindíssima. Quando você olha por fora, não tem noção suntuosidade. Aliás, nem parece uma igreja, mas quando se entra nela é que se percebe o luxo e a riqueza da Igreja Católica. Pegamos uma rua em frente à igreja e fomos direto para Santa Maria Maggiore. Foi a primeira igreja do mundo dedicada à Virgem Maria. Não tem toda a suntuosidade de San Giovani in Lateranu, mas é encantadora. Uma dica: olhem para o teto dessa igreja. Os detalhes deixam qualquer um de boca aberta. Depois de visitar as igrejas, revisitamos as praças e fomos ao interior do Panteão, que estava fechado na visita do dia anterior. Não é um prédio suntuoso, mas vale a visita, principalmente quando se pensa que tem cerca de dois mil anos. É impressionante como possa estar de pé. Há muitos turistas, pra variar, e eles fazem uma visita em círculo, em que você entra por um lado, circunda o interior do Panteão, e sai por outro. Hoje o Panteão é uma igreja, além de guardar os restos mortais de várias personalidades da Itália. Antes de terminar o dia, um sorvete. Os sorvetes italianos são inigualáveis. Jantamos um espaguete à carbonara, pegamos o metrô e voltamos para o hotel, pois no dia seguinte precisaríamos acordar cedo para fazer a maior loucura da nossa viagem: visitar Florença e Veneza no mesmo dia.
  14. No mês de junho, fizemos uma viagem à Europa, nossa primeira viagem, e conhecemos os principais lugares que gostaríamos de ver. Foi muito cansativo e, alguns podem dizer, meio corrido, mas posso dizer que valeu muito a pena. Como foi uma viagem bem longa, vou fazer o relato aos poucos, mostrando o que fizemos dia a dia, procurando dar dicas e ajudar os colegas daqui, afinal, também fomos muito ajudados. Dia 1 - Embarque em Brasília Somos cariocas, mas moramos em Brasília e, por isso, nosso ponto de partida foi a Capital Federal. Embarcamos em um voo da TAP com destino a Roma e escala em Lisboa. Saída às 16h. Atrasou um pouco. Achei o serviço da TAP muito ruim. Nunca tinha feito uma viagem longa assim, mas esperava mais de um voo intercontinental. As poltronas eram apertadas. A comida não foi das piores. Como estava empolgado com a viagem, nada poderia tirar o meu bom humor, mas, de qualquer forma, fica a dica. Dia 2 - Lisboa - Roma Chegamos a Lisboa por volta das 6h, no horário marcado. O problema é que nossa conexão para Roma sairia às 6h50. Corremos muito, mas a fila na imigração estava imensa. Os funcionários do aeroporto começaram a chamar, na fila, as pessoas de voos marcados para horários parecidos com o nosso. Chamaram passageiros que iam pra Milão, Barcelona e nada de chamar o pessoal de Roma. Chamaram pessoas que embarcariam às 7h, mas nada de me chamarem, sendo que meu voo era às 6h50. Até que tomei coragem e fui perguntar ao funcionário sobre o meu voo. Ele me respondeu grosseiramente que eu deveria voltar para a fila e aguardar. Por volta de 6h30 chamaram o pessoal que ia pra Roma. Fomos correndo. Na nossa frente, uma mulher com uma criança estava tendo problemas. O agente de imigração cismou que a foto no passaporte não era a dela. Ela ficou, não foi liberada. Fiquei com medo. Na nossa vez, o policial nem olhou na nossa cara, só carimbou o passaporte. Corremos, mas não adiantou: conexão perdida. Fomos ao balcão da TAP e fomos muito bem atendidos. Teria um outro voo saindo às 10h e nos puseram nele. Chegamos a Roma por volta das 14h (não me lembro exatamente dos horários, mas foi mais ou menos isso). Pegamos uma van que ia para o Centro. O motorista cobrou 25 euros por pessoa. Havia um outro casal. Chegamos ao hotel já tarde, com fome e exaustos. Dormimos um pouco, não conseguíamos ficar em pé. Acordamos no final da tarde (leia-se, por volta das 18h, que ainda está beeeem claro) e fomos procurar alguma coisa pra comer. Aproveitamos e fizemos uma caminhada pelas praças de Roma. Visitamos a Fontana di Trevi, a Piazza di Spagna e a Piazza Navona. Jantamos/almoçamos em um restaurante maravilhoso e super barato perto da Piazza di Spagna. Comemos uma entrada (bruschetta) com um prato de massa, uma carne e um refrigerante. Pagamos, se não me falha a memória, 18 euros por pessoa. Tá bom, não é barato, mas na época o euro não custava 3 reais, tava um pouco mais barato e não dá pra comparar os preços da Europa com os do Brasil. Como escurecia por volta das 22h, fomos dormir bem tarde, quase meia-noite, animados para o que viria no dia seguinte.
  15. E pelo que eu vi no vídeo, nesse passeio mais radical, eles fazem um trecho com velocidade menor, entre a London Eye e a Torre de Londres, para os passageiros terem uma visualização melhor das atrações que circundam o rio. Eles vendem o ingresso pela internet e, pelo que vi, algumas datas e horários esgotam cedo. Achei~um bom passeio, com o inconveniente de ter o azar de pegar uma chuva na hora marcada.
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