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fabionalo

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1 Neutra
  1. @adrianne.furtado custa em média 40 reais por pessoa a travessia de barco. Tem que encontrar algum dos vários barqueiros que ficam na orla de Cananeia.
  2. Bacana, visitei o Cajon em maio do ano passado, vale muito a pena. Eu não me arriscaria a dirigir sem o auxílio de alguem que conheça a região, pois a estrada tem trechos perigosos, ainda mais quando chove. Há agências que fazem o passeio, e não custa tão caro, coisa de R$160 por pessoa.
  3. Como são os passeios ao delta do Okavango? chegando à cidade de Maun tem várias agências que fazem os passeios? Qual o preço e quantos dias duram esses passeios? É seguro ou tem algum risco de ser atacado por animais selvagens?
  4. Olá. Também pretendo fazer uma viagem ao sul da África e não tenho datas. Pelo que eu pesquisei, as coisas mais interessantes de se conhecer são o seguinte: Joanesburgo: entrando na África do Sul dá pra conhecer o bairro de Soweto e o museu do Nelson Mandela, além do estádio Soccer City, no meu caso que gosto de futebol e sempre visito os estádios importantes das cidades em que vou. Cape Town: Visita à Table Mountain, ao cabo da boa esperança, mergulho com os tubarões brancos, comer carnes exóticas nos restaurantes, visitar Robben island, fazer a Garden Route e o bungee jump mais alto do mundo na Bloukrans bridge. Kruger park: alugar um carro em Joanesburgo e ir ao parque nacional do Kruger por alguns dias para avistar os animais selvagens. Zambia/Zimbabue: visitar Victoria Falls, dar um mergulho na Devil's Pool, bungee jump na ponte local e se tiver culhões fazer o rafting no Rio Zambeze. Botswana: Visitar o parque Chobe e o Delta do Okavango.
  5. Parabéns pela viagem Tem como você relatar os custos? Eu gostaria muito de viajar para o sul da África e o que me dá mais medo é o preço. Dizem que turismo na África não é muito barato.
  6. Cara, parabéns pela viagem. Eu também sonho em fazer um roteiro parecido no futuro. Quanto aos gastos, os países da região são baratos? Com U$4 mil é possível fazer uma viagem dessas?
  7. A rua onde estão os melhores restaurantes é a 20 de Octubre. Gostei de um restaurante chamado Chocolate Caliente. Atendimento e comida muito boa por apenas B$20. Tem outras opções na mesma rua, incluido churrascaria com carne de lhama.
  8. Tirei essa foto com os preços no terminal de Santa Cruz de la Sierra. São os preços em Dezembro de 2012. No geral é fácil pegar ônibus na Bolívia. É só chegar no terminal, observar sua cidade de destino em algum guichê de qualquer empresa, perguntar os horários e preços e comprar. É preferível comprar Cama ou Semicama pois as viagens são longas. As estradas bolivianas que eu peguei foram ótimas, sem nenhum buraco. O serviço muito satisfatório também, tudo sempre no horário certo. A única desvantagem mesmo é a questão de alimentação. O ônibus só para em lugares onde a comida não parece muito agradável ou que tenha como opção salgadinhos e biscoitos.
  9. Em lugar nenhum me pediram também, nem mesmo na polícia da fronteira. Mas a vacina é importante para não pegar uma febre amarela por aí.
  10. Entrei em uma loja de roupas e calçados esportivos e quase não acreditei nos preços. Vi um Nike Shox pela bagatela de B$170. Não sei porque estava tão mais barato esse modelo. Os Nike Air Max estavam a partir de B$400. Um Mizuno Prophecy custava B$1200, quase 3 vezes menos que no Brasil. Camisetas e casacos de seleções e times muito baratos também.
  11. Fiz o passeio no dia 26 de Dezembro pela agência El Solario. Paguei B$300 pela bike mais barata. Sinceramente, é tudo a mesma coisa. A única diferença para o pessoal da Gravity é que nas bicicletas da Gravity tem uns para-lamas que te deixam limpo no final do passeio, mas o preço da Gravity é a partir de B$700. Entre se sujar um pouquinho e economizar B$400, eu prefiro me sujar, além de que vai sujar as roupas fornecidas pela agência e não as suas roupas. Recomendo o pessoal do Solário. O café da manhã é às 07:00, onde são fornecidos os equipamentos (capacete, luvas, calça, camisa, jaqueta, joelheira e cotoveleira). Às 08:00 a van parte rumo a La Cumbre, onde são dadas as instruções iniciais. O primeiro trecho é de asfalto e tem cerca de 27 Km. O maior perigo desse trecho é a velocidade que a bicicleta ganha, pois é só descida num asfalto novinho. Tem bastante curva mas é só não moscar que não cai. Quando acaba o primeiro trecho o pessoal dá uma parada, faz um lanche e dá novas instruções para a segunda parte que é efetivamente a estrada da morte. É a parte mais radical, passando por alguns trechos realmente estreitos e altos. Tem que tomar cuidado com as pedras, com piso escorregadio e com as curvas. Algumas curvas são perigosas se você não der uma diminuída na velocidade. Eu mesmo quase caí numa valeta de meio metro de profundidade cheia de pedras, que fica depois de uma curva fechada para a esquerda. Finalizado o passeio, o pessoal almoça num restaurante que fica em Coroico. A van volta pela estrada nova até La Paz, em cerca de 3h30. Normalmente os motoristas bolivianos fazem com que esse trecho seja hardcore. Voltando para La Paz, o motorista da nossa van ultrapassava caminhões nas curvas, de noite, chovendo e com uma neblina super densa. O passeio em si vale muito a pena. Foi o que eu mais gostei. No final ganha um CD com fotos e vídeos e uma camiseta bacana.
  12. Eu fui para La Paz no final de Dezembro. Fiquei em 3 hosteis diferentes: Lion, Torino e Solario. Recomendo o Lion. Boa localização, bom café da manhã, ótima estrutura e bom atendimento. Paguei 70 bolivianos por uma diária. O Torino e Solário foram mais baratos: B$45 e B$35, sem café da manhã. São boas opções também se você não quiser gastar muito e não for muito exigente.
  13. Olha, na verdade eu recomendo nem ficar em Santa Cruz de la Sierra. Eu fui pra lá e particularmente não gostei da cidade. Se for o caso é melhor comprar uma passagem de ônibus e dormir no ônibus mesmo.
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