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gasparello

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Tudo que gasparello postou

  1. gasparello

    Barracas AZTEQ

    Para que vocês possam conhecer melhor a Katmandu.
  2. Para quem não conhece a Falcon:
  3. Meu review da Guepardo Zeus, em texto e vídeo: http://blog.tocandira.com.br/avaliacoes-de-produtos/barraca-guepardo-zeus/
  4. Tenho uma dessas mas ainda não usei com chuva. O acabamento é muito bom, material utilizado passa a impressão de ser muito bom, só estou é muito curioso para saber sobre a impermeabilização. Quando pegar uma chuva, falo aqui.
  5. Com esta barraca ainda não conheço, mas ela é exatamente a mesma barraca que a Guepardo Vênus, que aguenta bem chuva e vento, se montada corretamente. Então a Brava deve ser muito boa.
  6. Eu gosto muito das barracas Azteq. Iria de Katmandu com os olhos fechados.
  7. gasparello

    Barracas GUEPARDO

    Tive a oportunidade de filmar a barraca Vênus durante muita chuva e vento. Gostei da barraca. Se alguém se interessar em conhecer melhor: http://blog.tocandira.com.br/avaliacoes-de-produtos/barraca-venus-da-guepardo-teste-com-vento-e-chuva/ É praticamente a mesma barraca que o modelo Jungle. Acho que, em março, consigo testar a Vênus.
  8. Tive a oportunidade de filmar a barraca Vênus durante muita chuva e vento. Gostei da barraca. Se alguém se interessar em conhecer melhor: http://blog.tocandira.com.br/avaliacoes-de-produtos/barraca-venus-da-guepardo-teste-com-vento-e-chuva/
  9. Não tenho acesso a este fórum, infelizmente. Abraço
  10. Não me pareceu imposição, não se preocupe, e obrigado por indicar o caminho das pedras. Vou procurar o trabalho no FCA. Agora fiquei com preguiça de refazer os testes, mas quando ler o material que você comentou, é provável que a vontade apareça de novo, aí te aviso! Abraço Gasparello
  11. Caro Cabraljr, Hoje fiz mais testes com calma. Removi novamente o fio da minha Amazonas e afiei na pedra cerâmica, com muita calma. Testei o fio no papel por várias vezes, só então usei a chaira estriada. Depois de mais alguns cortes no mesmo tipo de papel, não senti diferença alguma, seja para melhor ou pior. Realizei cortes rápidos para tirar pequenas bordas do papel e também cortes em todo o comprimento de uma folha de papel A4. Depois removi novamente o fio e usei o afiador diamantado. Refiz o teste no papel, cortando várias vezes, só então usei a chaira estriada. Novamente, não percebi diferenças dignas de nota. Ontem estava empolgado e com pressa para fazer os testes, devo ter usado a chaira de forma meio agressiva para perceber uma diferença no fio ou até mesmo não devo ter polido muito bem com os próprios afiadores. A questão é: com testes realizados com muita paciência, não houve diferença no uso da chaira, então seria, do meu ponto de vista, dispensável com o uso destes equipamentos. Mas, pelo menos em meus testes, não foi possível afirmar que o fio piorou. Cheguei ao cúmulo de passar cada lado do fio umas 10 vezes na chaira estriada para tentar perceber diferença, mas não percebi nada. Realmente pode existir alguma diferença, mas talvez não seja perceptível ao tato e olhos humanos. Poderia discorrer mais sobre o assunto? Também gostaria de saber mais sobre o trabalho científico citado, de Verhoeven. Não testei a durabilidade do fio, mas, como o Mestre Cuca aqui de casa, afirmo que tenho utilizado a chaira estriada com sucesso nas facas de cozinha, sem precisar realinhar o fio com frequência. Apimentemos, então, a discussão! Abraço
  12. Não resisti e fui testar! Acabei de remover o fio de uma faca Tramontina Amazonas com a parte mais grossa de uma carborundum. Aproveiter para afiar na pedra diamantada com pressão mínima. Realmente, a chaira estriada piorou o fio. Da primeira vez não foi muito perceptível, mas acabei por refazer o processo e conferi que a chaira não era necessária após o uso do afiador diamantado. Novamente pergunto: se eu fizesse uso de uma chaira lisa, o resultado seria melhor ou também seria disponsável! Agora vou sair para levar a patroa passear e depois jantar! Ela já tá com raios nos olhos!!!! Abraço
  13. Novamente, complementando. Usando a pedra carborundum, sem o acabamento com a chaira estriada, a afiação não fica tão boa. E só uso a estriada porque é o que tenho em casa. Só não vou testar agora a diferença com as pedras da Tramontina porque a patroa chegou em casa e vamos sair para jantar! Abraço
  14. Eu sequer testei o fio sem a chaira para ver de que modo era melhor. Seguramente vou fazer o teste! Mas o problema estaria relacionado ao uso da chaira estriada ou a outra falha? Quero dizer, uma chaira lisa traria resultados melhores? Obrigado pelas dicas! Gasparello
  15. Na verdade, eu aprendi com meu pai este método de assentar o fio e me habituei a utilizá-lo. Mas é um método popular, eu nunca havia me aprofundado no assunto na época do vídeo. Eu tentei aplicar pouca pressão, mas hoje, depois de conhecer métodos variados e praticar bastante, vejo que a pressão ainda era excessiva. Em campo continuo utilizando o mesmo método após o uso de uma pedra carborundum dupla face. Tem funcionado bem. Da próxima vez vou tentar assentar o fio pelo lado contrário, do modo sugerido "passando manteiga" e, claro, suavemente! Chegou a ver a dúvida sobre a chaira diamantada? Abraço
  16. Em tempo, Alguém tem algo a me dizer sobre o uso de uma chaira diamantada? Ela deve remover um pouco de aço, afiando ao invés de apenas alinhar o fio. Tenho dúvidas se este tipo de chaira não realiza o mesmo trabalho que um afiador diamantado. Gasparello
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