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Rita Brasil

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Sobre Rita Brasil

  • Data de Nascimento 19-11-1980

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    Professora de História
  1. Olá!! Estive duas semanas em Cusco mês passado e deixarei duas impressões sobre hospedagem. Se você sempre sonhou em acordar dentro do filme American Pie vá se hospedar no Loki. Bom, este não era meu sonho, fiquei dois dias lá compartilhando quarto com as 3 alemães mais Sem Noção da Alemanha!! Então segui para o Pariwana, neste hostel tive certeza que estava num país de lingua hispanica, além de ser um excelente hostel, com boa limpeza, staff super atencioso, com festas que não abalam o sono de quem não quer festa, com uma galera legal, pertinho da Plaza de Armas.
  2. João Alexandre a minha má impressão me fez lembrar aquela música "festa estranha com gente esquisita", além disso nas duas cidades, PM e AB, infelizmente encontrei pessoas que não estavam dispostas a responder uma simples pergunta ou um pedido de ajuda. Mas reitero que foi algo bem pessoal, voltando pra casa, com saudades do Brasil e em duas cidades que não vivem para o turismo. As vezes ficamos muito bem acostumados com a boa vontade e prestatividade das pessoas quando estamos em cidades turísticas. Mas a escolha é pessoal, para mim nessa situação pinga pinga nunca maisss.
  3. Mais uma coisinha, cheguei no aeroporto 1 e meia, fiquei esperando até as 5 para ir até a rodoviária, é bem tranquilo mesmo como disse a Cristiane Neres, havia dois brasileiros fazendo o mesmo também. Esperamos no aeroporto até as 5 horas pegamos o busão até o terminal e do terminal mais um bus até a Rodoviária, como era sábado compramos o ônibus da Movil tours das 10 e meia.
  4. Acabo de voltar de Cusco, ida e volta Via Acre. Fui sozinha e foi super tranquilo. Vou dar duas dicas - sobre o câmbio em Iñapari consegui trocar 1 real por 1,20 soles, no entanto só uma das lojinhas tinha cambio e eles não estava cambiando mais de 200 reais por pessoa. Não sei se levei azar por que tinham outros brasileiros cambiando, mas a real foi essa. Em Cusco, ao redor da Praça de Armas ainda consegui trocar por 1,16 soles num único lugar, todos os outros ofereciam 1,14. A pior notícia é que não cambiei tudo e fui fazer Salkantay, após cinco dias estavam cambiando por 1,11 e 1,12, pra quem ainda tiver a chance de levar dólar, Levem Dólar!! Levem nem que seja um pouco para pagar os tours. A segunda dica é algo bem pessoal, sobretudo para as meninas que vão só, tentem viajar nos dias em que a Movil Tours faz o trajeto direto Rio Branco a Pto Maldonado e desde aí até Cusco. As idas são quarta e sábado e as voltas segundas e quintas. Se não der existem outras opções, eu fiz a ida direto e a volta pinga pinga, esta é a única coisa que eu mudaria, não tive boa experiência passando por Assis Brasil e nem por Porto Maldonado, não gostei, foi a minha impressão e é a dica que eu deixo. E no final a diferença de dinheiro para mim não compensou a diferença de praticidade. E eu não sou fresca pra nada, mas foi uma comodidade que eu senti falta na volta. No mais, divirtam-se muito nas ruas de Cusco!! Beijos, espero ter ajudado...
  5. Teu relato é muito bom, cheio de detalhes e dicas preciosas. Fiquei louca de vontade de fazer o tour por Uros e as Ilhas Flutuantes, agora estou aqui fundindo os miolos e repensando o roteiro. Detalhe - viajo essa semana. É preciso mais que uma viagem a este país mesmo!! Valeu pela colaboração.
  6. Oi Cris, tu sabe me dizer os dias e o horário que a Movil Tour opera no trecho de volta, Cuzco a Rio Branco? Será que é arriscado deixar para comprar a ida no sábado, chegaria por volta de 7 horas na rodoviária para comprar passagem para as 10 horas. Abç
  7. Também gostaria de resposta para esta pergunta. Como conciliar os ingressos comprados aqui com a trilha salkantay combinada pessoalmente em Cusco?? Estou indecisa agora pois já tinha lido os tópicos sobre Salkantay de trás pra frente e de frente pra diante, contando com a possibilidade de madrugar para subir HP e eis que agora não rola mais madrugar pra subir. Help me!! Estou com passagens compradas para sair daqui 5 de julho.
  8. Parabéns menina!! Seu relato é direto e muito lindo e sensível. Gostei da maneira como você interage com todas as pessoas ao seu redor, emocionante. Sua experiência me deu uma luz imensa pois também vou fazer a viagem pelo Acre. Valeu pelas dicas de hospedagem e os toques sobre Rio Branco também, iria passar meio correndo por lá, mas suas palavras me animaram, também temos muito que descobrir no nosso país. Agora você acabou comigo quando relatou a passagem do senhorzinho que foi contigo ao Mac. Porém, a história das lesminhas me fizeram rir e repensar essa aventura de trilha e acampamento, hehehehe. Espero que em breve você embarque na sua próxima aventura. Abs
  9. Quero deixar registrada aqui a experiência desagradável que tive no Hostel UNPLUGGED CENTRO em Montevideo, com o intuito de que outros não passem pelo mesmo que eu passei. Estive neste hostel nos dias 9, 10 e 11 de janeiro, precisei deixar uma mala no depósito do hostel quando fui a Buenos Aires, porém a mala desapareceu, detalhe que desapareceu dentro do depósito do Hostel. A única coisa que eles fizeram foi pedir desculpas.O mais grave é que a mala estava sob os cuidados deles e eles nem se importaram em averiguar o que aconteceu, apenas disseram que ela desapareceu e que sentiam muito. Espero previni-los sobre o perigo deste hostel e o descuido de seu pessoal.
  10. Rita Brasil

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    Valew Leo, vc deu a resposta que eu precisava escutar. Agora já posso ficar tranquila, pois sei que vai ter pessoas no mesmo horário e eu vou poder segui-las, hehehehe. Abs
  11. Rita Brasil

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    Isabela ou Leo, dou minha palavra que já li bastante no fórum a respeito de Pucon, porém me resta uma dúvida e gostaria que me ajudassem para que eu me sinta mais motivada e segura na minha decisão. A respeito da trilha do Parque Nacional Huerquehue - é tranquilo/possível eu fazê-la sozinha, sem guias, sem companhia, somente eu, seguindo a sinalização? Chegarei em Santiago dia 10 de novembro e irei para Pucon dia 12. Obrigada desde já por todas as dicas de vocês que já li por aqui.
  12. Eu não vou me recordar de todos os detalhes dessa incursão de 14 dias, mas tem algumas impressões muito boas que me marcaram, senti um quê de nacionalidade nos portenhos, um senso crítico que me deu uma pontinha de inveja, presenciei protestos em frente a casa rosada, ao redor do Obelisco e senti uma vivacidade política empolgante. Um passeio marcante que fiz foi o passeio pelo rio Tigre, nesse dia o Acaso que é um grande aliado reuniu 12 pessoas de diversos lugares - França, Colombia, Venezuela, Curitiba, São Paulo; É um passeio encantador, saindo com o trem comum da estação Retiro e depois fazendo a passagem pelo charmoso Tren de la Costa que parte da estação Mitre estamos em contato com o Rio e a cidade muito aconchegante. Pra quem aprecia é possível passear de barco pelos canais do delta. A galera comemorou esse encontro brindando com Quilmes!! [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120730185553.jpg 500 333.333333333 Brinde ao encontro realizado pelo Acaso]Brindamos ao Acaso que nos reuniu![/picturethis]
  13. Olá mochileiros, recentemente iniciei essa maratona de mochileiro e tenho a impressão de que será difícil abandonar essa vida. Minhas primeiras viagens foram pelo litoral paulista e em julho resolvi expandir para a América do Sul, o primeiro país foi a Argentina, tracei uma meta de conhecer os países da América Latina antes de fazer qualquer outra viagem fora do continente. Essa decisão surgiu quando conheci a Bolívia em 2011 com alguns amigos e acabei fascinada e encantada pelo nosso continente, nossa história e cultura tão ricos e apaixonantes. Decidi que meus próximos destinos seriam Argentina e Chile. No final de maio deste ano comprei as passagens parceladas e decidi que minhas férias de julho estavam garantidas. Depois de muita pesquisa aqui no site decidi reservar a estadia no Hostel Suítes Florida, porém eu não tinha cartão internacional para fazer a reserva e agradeço muito a espera de 10 dias para a emissão do cartão, pois foi isso que me fez optar pelo Suites Obelisco, que se tornou minha segunda opção quando se esgotaram as vagas em quarto coletivo feminino no Suítes Florida. Meados de junho e o inicio de julho foi o momento de empolgação total, trocava e-mails com uma lista de pessoas que fui conhecendo aqui no mochileiros, às vésperas de minha viagem a turma era tão grande que lotava a caixa de entrada do meu e-mail, mas como boa escorpiana que eu sou, não me empolguei ou criei grandes expectativas nessa galera. Depois de muitas combinações e programações, muitos foram chegando a BAs e mandando notícias, porém dois dias antes do meu embarque que era dia 10 de julho, nenhuma dessas pessoas se manifestou ou respondeu meus e-mails, mais uma vez agradeço a esse desencontro. Utilizei o serviço que faz o tranporte entre a estação Tatuapé do metro e o aeroporto de Guarulhos ( Airport Bus Service) o de 4 reais e não o executivo de 30 reais, não houve atrasos na saída do vôo e cheguei em BAs no horário previsto, por volta de 18 e 30, como já havia lido aqui nas dicas e conforme consta no site da rede Suites eu contratei o serviço da empresa Manuel Tienda Leon, que me deixou no hostel. No aeroporto Ezeiza apenas cambiei 100 reais que se transformaram em 200 pesos, suficiente para pagar os 60 pesos do transporte e me alimentar na primeira noite, claro que sobrou uma grana né gente!! Outra dica preciosa que segui foi não trocar todo o dinheiro por peso, muitos estabelecimentos aceitam o real, enquanto no Banco de la Nacion o real era trocado por 2,04 pesos em muitos estabelecimentos chegava-se a aceitar o real a 2,70 pesos. Portanto, não se desesperem, troquem apenas o suficiente para pagar o transporte até o local onde ficarão hospedados e reserve uma graninha pra Quilmes que é caraaaa demais e para as empanadas do primeiro dia. Continuando o relato, logo no transporte já conheci um brasileiro que ficaria no mesmo hostel que eu e que estava sozinho, é muito engraçado, porque dá muito brasileiro em BAs, e as vezes estão todos falando um portunhol muito do sem vergonha e demoram pra perceber que são brasileiros, depois fica fácil reconhecer os brasileiros, mesmo antes de abrirem a boca. Esse brasileiro,Wiliam, foi meu companheiro até o meio da viagem, ele e tantos outros brasileiros, venezuelanos, columbianos, estadunidenses, mexicanos que fui conhecendo e que foram engrossando a tchurma. Assim que chegamos ao Hostel, meio desconfiados, meio indecisos e um pouco desambientados, logo tivemos a recepção de Humberto, um staff super gente boa que todos que passam pelo Suites Obelisco vão se lembrar, na sua super tranquilidade foi nos ambientando e nos deixando em casa. Na confusão que fiz para acertar os valores que faltavam deixei cair umas moedas no chão, uma guria muito simpática pegou minha moedinha de real e disse logo "Ah, uma brasileira" daí em diante já passou o Fábio que estava com ela e que se tornou meu melhor amigo de todos os tempos nos dois dias que ainda ficou por lá. Fiz o check in, fui conhecer o quarto, desci e reencontrei o William que veio no mesmo transporte que eu ficamos sentados com essa galera brasileira que conheci na entrada, mineiros muito receptivos de BH. Era hora de experimentar a famosa Quilmes, adorei, especialmente porque a outra opção era Stella Artois e nem curto muito. Ficamos por lá essa noite e tantas outras dessa estadia inesquecível em BAs. Na manhã seguinte combinei com essa galera a ida ao Zoo Lujan que era uma das minhas prioridades nessa viagem, como acho que impressão é uma coisa que cada um tem que" ter a sua, determinada pela sua história e experiencia de vida, não falarei sobre o zoo. Darei apenas dicas sobre o trajeto de ida e volta ao Lujan, compre a passagem de volta, eu li muito sobre BAs, li coisas e anotei dicas que depois falharam, quando chegamos a Plaza Itália para comprar o bilhete de onibus que leva a Lujan, só havia ida e não havia volta, por isso foi dificil retornar para a cidade, pois o valor do onibus comum e 10 pesos e não se esqueça que os onibus são pagos com moedas. Em Lujan comi o lanche choripan, indicação de meus amigos de BH, só tenha moderação no molho ou salsa que pode acompanhar o choripan!! Com o ingresso de 115 pesos ou 65 reais, porque também pode-se pagar em reais você ganha direito a uma volta no dromedário, pode ser com acompanhante, fui com meu novo amigo Fábio, passeio estranho e divertido; Depois de uma corrida e um perrengue pra voltar de Lujan, sem moedas e sem bilhete, o motorista "gente fina" contabilizou 5 passagens de 10 pesos e no final rolou uma cortesia (hospitalidade portenha, jejejejeje)fomos a Havanna tomar um cafézinho pra esquentar. Eu que não tomo café viciei no Submarino, que é um achocolatado bem diferente, eles servem um leite quente acompanhado com uma barra de chocolate meio amargo que você mistura ao leite, delíciaaaa!! Nesse mesmo dia meus amigos recentes de BH se preparavam para sua última noite em BAs, é claro que os convidei a ir ao Boliche, que é como os portenhos chamam as baladas, a boate da vez era a Kika. Já tinha ouvido falar bem dela e foi a balada que mais gostei em BAs, entre as cinco baladas que fui, sendo que fui duas vezes em três delas (kika, Terrazas e Severino{festa estranha com gente esquisita, eu não tô legal e só aguento ficar tomando mais 5 biritas}, e ao retornar a cada uma só na kika confirmei seu sucesso. Minha primeira noite de fato na capital argentina foi gloriosa, os argentinos gostam das estrangeiras e o sucesso é garantido. Sem falar da música eletronica muito boa pra quem curte, do meio pro fim da noite rola o reggaeton, febre portenha. Ritmo gostoso, mas por prazo limitado de execução, hehehe. Nessa noite me envolvi com um argentino Muy guapo, me perdi da galera e arquei com 70 pesos no táxi. Alias deixo registrado que de todos os pontos negativos sobre a cidade esse É O ÚNICO QUE SE CONFIRMOU NA MINHA VIAGEM - TÁXISTAS PILANTRAS - a galera pagou 40 pesos no mesmo trajeto, além disso dos 3 táxis que peguei sozinha, fui descaradamente cantada em 2, por uns velhos ridículos, paguei caro, cheguei sã e salva!! É o que importa quando está num lugar desconhecido. Se estivesse no Brasil, vinha aandando, mas não pagava, ser turista é foda. Depois continuo galera. Só mais uma colocação, alguns amigos meus esnobaram minha ida à Buenos Aires e disseram - "O que?? VoCê vai ficar 7 dias naquele lugar? Em quatro dias voCê conhece tudo e começa a se entediar. Você vai em julho? Se prepara para o frio, vou te emprestar uns casacos!!" Final das contas = Fiquei 7 dias e não queria vir embora. Paguei a taxa para remarcar a passagem, paguei a diferença do valor atual da passagem e fiquei mais 7 dias em Buenos Aires. Ao final dos 14 dias quase renovei de novo, kkkk. Moral da História: Tirem suas prórias conclusões, como eu disse sobre o Lujan, não me manifesto. Cada um que tenha sua impressão pessoal; Há quem ame, há quem odeie BAs. Pertenço ao primeiro grupo e volto em breve pra reiterar ou não esta minha impressão.
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