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angelone

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0 Neutra
  1. O Rino realmente é uma combinaçao bem interessante de rádio transmissor e gps, mas creio que deva ter um uso limitado em certas situaçoes devido a duraçao da bateria, por isso teria sempre um gps de backup em mãos. Em relaçao a "precisão" mostrada na tela, como comentei acima, realmente nao é confiável, apenas uma ordem de grandeza. Em condiçoes ideais a precisão dos nossos gps pode, devido as suas limitaçoes e os erros induzidos no sinal captado, girar em torno de 10,4m. Já o fato do gps perder a sintonia é revelador de problemas ou limitações, principalmente se outros gps nao apresentarem o sintoma estando lado a lado. Poderia também nao estar com um firmware estável, alguns lançados foram péssimos e logo substituidos. Tenho um Etrex30 há mais de 2 anos e pelos registros de tracklog, nao me recordo de ter notado perda de sinal em momento algum. Existe a possibilidade que da unidade que voce testou estar com problemas, pois também nunca li relatos que esta seria uma fraqueza desse modelo. Mas os Etrex também tiveram alguns problemas quando lançados, muitos deles demoraram bastante tempo para serem resolvidos. O que mais incomodava era que a bussola descalibrava direto, mas felizmente a Garmin resolveu com uma atualizaçao de firmware, nao faz muito tempo. A versão atual do firmware (v3.90) é bem estável, apesar de lerdo para manipular mapas, o unico pecado desse modelo. Uso como backup o Oregon, simplesmente porque sua bateria nao dura muito. Se nao fosse pelo tamanho avantajado e peso, certamente consideraria o 62, mas vai do gosto de cada um.. p.s: ia esquecendo, agora temos os Oregons 600 e 650, excelentes alternativas, recursos novos, mas custam caro..
  2. Para quem ainda tem dúvidas em relaçao a esses e outros modelos recentes citados, vale conhecer algumas diferenças importantes antes de decidir. A série 64 é interessante, mais moderna e também sintoniza a rede russa de satélites Glonass, o que pode ajudar a manter a sintonia em locais de dificil recepçao pelo simples fato de ter muito mais satélites passíveis de serem sintonizados. Além disso ajuda também na precisão: recentemente foi instalado uma estação terrestre no Brasil (a primeira fora da Russía) para correçao de distorçoes de sinais de satélite dessa rede (erros induzidos pelo ionosfera, relógios dos satélites, etc..). Os modelos da série Gmap 64 tem uma desvantagem que pode ser decisiva para alguns: tem um bloqueio que impede a utilizaçao de mapas da Garmin mais recentes que nao tenham o devido código Garmin de desbloqueio associado ao aparelho, ou seja, nao suportam mapas Garmin "desbloqueados"(piratas), apesar de suportarem os não oficiais normalmente (mas a Garmin tem excelentes mapas rodoviários, naúticos, etc..). Todos os outros handhelds da Garmin nao tem esse bloqueio no firmware, ainda.. Além disso tem também a desvantagem do preço, tipicamente mais alto por serem "lançamentos".. Etrex 30: tem todos os recursos dos modelos mencionados, é de longe o mais compacto e leve (140 gr c/ pilhas), sintoniza a rede russa glonass, a bateria tem a maior duraçao, 25 horas, em torno de 3 dias de utilizaçao (8 hs por dia). Essa caracteristica mais o fato de poder acomoda-lo em um case minimo preso na alça da mochila são fatores fundamentais para minha escolha. A desvantagem desse modelo é o processador lento, por isso é inviável para utilizar mapas customizados (imagens raster georefenciadas). Já para imagens de satélites (Birdseye oficial ou jnx patcheado) funciona bem, além dos tradicionais mapas vetoriais. Nesse aspecto os da série 62 nao tem tais limitaçoes. Nao mencionaram os touchscreen, excelentes alternativas. Já tive vários, hoje tenho também, além do Etrex 30, um Oregon 450 que aprecio bastante: também tem sintonia perfeita de satélites nas condiçoes mais adversas, mata fechada, vales profundos, etc.. nem me lembro de perda de sintonia de satélites com eles.. A visibilidade da tela contra sol forte é boa (nas versoes mais recentes), mas abaixo do Etrex e 62/64, o processamento é rápido com mapas raster e vetorias, inicializaçao idem... e preço muito competitivo lá fora. É bem mais compacto do que os da série 62/64. Esses tem uma enorme quantidade de componentes, contatos, botoes, conexoes, etc.., e esta muito mais sujeito a quebra ou falhas, entre elas a vedaçao, basta abrir um para ver o quão vulnerável é. Um amigo já perdeu um 60scx (mesmo case do 62/64) por infiltraçao de agua, e era original, pouquissimo usado e comprado em loja no Brasil. Tenho um 60csx desmontado aqui (o dele, rss..) e digo que a probabilidade de infiltraçao ou falhas é bem maior do que os touchscreen (se quiserem posto fotos). Em relaçao a antena quadri helix, fisicamente imaginamos que antena seja uma parruda e robusta, mas na realidade trata-se de um tubo de folha de acetato de 4 X 1 cm, com 4 filetes metalicos impressos, flexivel e frágil, rs.. O que dá impressao de robustez é o plastico rigido do case mais a borracha externa q o envolve. Mas em termos de ganho de sinal em relaçao as antenas patch (como as dos Etrex) a vantagem é bastante discutível, esta longe de unanimidade. Mas e os "testes" práticos que alguns companheiros fizeram, com gps lado-a-lado, "provando" que os quadrifilar helix são mais precisos? A alegada precisao vista pela informaçao na tela do gps é apenas ordem de grandeza, e nao valor a ser considerado. Todos os gps recebem os sinais de satélites com erros devido a interferencia da ionosfera (4m), erros no relógio dos satélites, efemérides, troposfera, etc.. que totalizam em média 10,4 metros de imprecisao. Além disso tem o erro do relógio do gps, alterado pela temperatura interna, que é levado muito em conta nos calculos de correçao pelos algoritimos próprios de cada chipset, caracteristico de modelos especificos. Tudo tem que ser processado on line pelo gps tentando corrigir tais distorçoes com os recursos de hardware e softwares peculiares a cada um (cada fabricante de chipset tem seus algoritimos). Mesmo gps profissionais de navegaçao e geodésicos, civis e militares, necessitam de pesado (ou Pós) processamento de dados para corrigir distorçoes dos sinais recebidos dos satélites, imaginem os frageis gps de mão.. Portanto, fica fácil perceber q a precisão mostrada na tela esta longe da realidade e também do tipo de antena. Um comparativo realmente confiável teria que ser feito com gps geodésico (precisao de centimetros ou menos) mais bases de referencia em terra, para ai sim compararmos precisão de fato. Alternativa para comparativo um pouco mais confiável, pode se conseguir com registros de trajeto entre várias unidades, desde que em condiçoes de igualdade, incluindo mesmas configuraçoes de registro, preferencialmente por tempo (por ex., intervalo de 1 seg.), etc. Com esses dados em mãos podemos ter mais segurança de qual modelo é mais ou menos preciso em relaçao ao terreno e entre si. Com tantos fatores envolvidos fica claro que a precisão real nesses gps é relativa e que o tipo de antena é que menos deve ser levado em conta. Por tudo isso, e pelo fato dos gps com quadri helix serem trambolhos, particularmente descartei da minha lista de opçoes..
  3. angelone

    Huaraz

    Pessoal, esta em cima, mas pode ter algum retardatário sem planos definidos ainda: estarei em Huaraz a partir do dia 9 de julho. Vou fazer trilhas de 3 a 5 dias de forma independente, sem agencias, guias, etc..Permaneço na região até o dia 18. Se alguém tiver interesse em participar de trips mande uma MP. Abs
  4. Peter, estive na patagonia (região de El Chalten) agora em fevereiro/março fazendo algumas travessias (gelo continental e as tradicionais) e assino em baixo todas as suas recomendaçoes, todos deveriam observa-las antes de ir pra região. Apenas acrescento mais uma sugestão: apesar de março já ser fim de temporada, é uma boa alternativa para quem quer trombar com menos gente nas trilhas e economizar em hospedagens, bem mais em conta nesse periodo.. Também pelas infos q tive de habitantes locais, o tempo é sempre instável, mesmo no verão. Essa temporada de 2012 é que foi atipicamente boa, com muito calor e pouco vento, uma raridade por lá... Por sinal, houve grande recuo nos glaciares.. Abs
  5. Relogios robustos e completos para atividades outdoors, por preços aceitáveis, recomendo Casio Protrek. Os com triple sensor (barometro/altimetro, bussola, termometro) sao os mais indicados. O 110 citado anteriormente é o mais fino e leve da linha. Tive um e recomendo. Os PRG130 além dos recursos acima tem tabela de marés e fases da lua..
  6. Resposta meio atrasada, mas vá lá: a rigor nenhum dos modelos acima. Todos os Etrex listados estão fora de linha. Os novos, com muito mais recursos e vantagens, sao o Etrex 20 (em torno de 190 dolares) - sem magnetometro (bussola digital) e barometro, e o Etrex 30, completo, q custa em torno de 290 dolares. Dos listados somente o da série 78 é atual, serve, mas é meio grande, além de caro. Os nuvi sao rodoviários.
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