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ana.l.curi

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ana.l.curi venceu a última vez em Junho 22

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12 Boa

Sobre ana.l.curi

  • Data de Nascimento Novembro 24

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Paris, Versalhes, Giverny, Monte Saint-Michel, Amsterdam, Haarlem, Bloemendaal, Barcelona, Santa Catarina, Ilha do Mel, Israel, Croácia, Itália, Praga, Cesky Krumlov, Budapeste, Cracóvia, Auschwitz, Zakopane, Grécia (Creta, Santorini e Atenas).
  • Próximo Destino
    Tailândia? Laos? Cambodja? Alemanha?Londres? Noruega?
  • Ocupação
    Psicóloga
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  1. Oi, Eu fiz uma parte do Leste Europeu de onibus no ano passado. Cracovia - Budapeste e Budapeste - Praga fiz com Eurolines, comprado pela internet com antecedencia. Especifique por onde vc quer passar, como o Adriano falou. Tem trechos que saem so alguns dias por semana. Tem alguns trajetos que so existem em uma direcao... Em Praga e Budapeste eu percebi que as estacoes de onibus estavam bem conectadas com o metro, entao nao tive dificuldades...
  2. Depois da hospedagem, foi a vez de somar a locomoção. Aqui entram os gastos de ida e volta Brasil-Europa-Israel, todas as passagens aéreas, as passagens que envolveram ida de um país ao outro ou entre cidades de um mesmo país, inclusive day trips e excursões. Importante considerar que no caso das excursões, os valores pagavam um pouco mais do que apenas as passagens (alimentação, entrada em atrações, etc) mas resolvi contabilizar aqui. Não entraram nesta conta os valores de transfer de aeroporto e a locomoção dentro de cada cidade, que entrarão em outra postagem. No total foram R$ 6505,52 gastos com a locomoção entre 11 países. Fiz todas as compras sozinhas pela internet ou direto no porto, estação rodoviária ou ferroviária do país. Usei a cotação média do euro a R$ 2,67 para converter, porém para as compras feitas pelo PayPal ou Ryanair a conversão foi feita na hora da aquisição. orçamento pdf locomoção 2012.pdf Sites: Decolar - http://www.decolar.com (trecho Praga-Split) El Al - http://www.elal.co.il/ELAL/English/States/Brazil/ KLM - http://www.klm.com/travel/br_br/index.htm TAM - http://www.tam.com.br Ryanair - http://www.ryanair.com/pt Ferries na Grécia - http://www.paleologos.gr/ e http://www.superfast.com/site/splash.asp e http://www.bluestarferries.com/site/content.asp?loc=2. Ferries na Croácia - http://www.viamare.com/jadrolinija-index.html e http://www.jadrolinija.hr/default.aspx?lang=2 (só usei para pesquisa pois comprei tudo por lá) Trenitalia - http://www.trenitalia.com TGV-Europe - http://www.tgv-europe.com/en/?rfrr=Homepage_footer_United%20Kingdom
  3. Aos poucos vou incluindo aqui o orçamento destes três meses de viagem. Usei como base de cálculo para conversão o euro em 2,67 reais, embora tenha usado o VISA Travel Money que me permitiu ir economizando durante um bom período de tempo e conseguindo algumas cotações bem mais camaradas. Foram cerca de R$ 5396,53 gastos com 85 pernoites, com variação de 13 euros a 42 euros por noite por pessoa. Preferi manter os gastos em Israel na moeda local e não converter para o euro pois usei outro cartão VISA Travel com dinheiro economizado em dólar. Além do VTM em euro e dólar (levei 3200 euros no cartão + 1050 dólares), usei cartão de crédito e débito. Geralmente, nos meus relatos incluo minhas impressões sobre a hospedagem. Segue em formato imagem e em pdf A maior parte das reservas foram feitas pelos sites: Booking.com - http://www.booking.com Venere - http://www.venere.com Hostelworld - http://www.hostelworld.com Hostelbookers - http://www.hostelbookers.com Para maiores informações: Shelter Jordan - http://www.shelter.nl/ MPS Noorderzon - http://www.mps-noorderzon.com/ MIJE - http://www.mije.com/ Mama's Main Market Square - http://www.mamashostel.com.pl/ Traveller's Inn Krakow - http://travellersinn.pl/ Willa Oberza Sasiadow - http://www.willa.oberza.pl/ Maverick - http://www.maverickhostel.com/eng/index.php Miss Sophie's - http://www.miss-sophies.com/pt/ Little Town - http://www.littletownhotel.cz/en/ Residence Bene - http://residencebene.praguehotels.it/ Krumlov House - http://www.krumlovhostel.com/ Tchaikovsky - http://tchaikovskyhostel.com/ Villa Skansi - https://www.facebook.com/pages/Villa-Skansi-Hvar/84757273240 Forum Boutique - http://en.hostelforumzadar.com/ Dubrovnik Backpackers Club - http://www.dubackpackers.com/ Sunset Dubrovnik - http://www.hostelworld.com/hosteldetails.php/Hostel-Dubrovnik-Sunset/Dubrovnik/59204?dateFrom=31+Mar+2013&dateTo=03+Apr+2013 Hotel Victor - http://www.hotelvictorbari.it/ Serene Globerunners - http://www.bariserenegloberunners.hostel.com/ Alessandro Palace - http://www.hostelsalessandro.com/pt/palace Orsa Maggiore - http://www.foresteriaorsa.altervista.org/ Panoramic - http://www.hotelpanoramic.com/ Plus Florence - http://www.plushostels.com/plusflorence Villa Camerata - http://www.ostellofirenze.it/ Ostello Santa Fosca - http://www.ostellosantafosca.it/ostellosantafosca.it/Home_Page.html Hotel Luna - http://www.hotelunasirmione.it/ Hotel Kennedy - http://www.kennedyhotel.it/eng/index.html Enetikon Rooms - http://www.enetikon-crete.gr/ Life Hotel - https://lifeheraklion.reserve-online.net/hotel.cfm Athens Backpackers - http://www.backpackers.gr/ Abraham's - http://www.abraham-hostel-jerusalem.com/ Eilat Youth Hostel - http://www.iyha.org.il/eng/Index.asp?CategoryID=81&ArticleID=67 Florentine's - http://florentinehostel.com/ orçamento em pdf hospedagem.pdf
  4. Dia 5 depois do almoço - De volta à Praga - Saíndo de Cesky Krumlov, cheguei à Praga próximo do meio dia e fui fazer check in no quarto lugar diferente em 5 dias! Esse albergue foi escolhido de propósito pois eu havia achado a localização dele absurda pelo mapa. No final das contas, o Little Town se mostrou ainda mais bem localizado do que eu imaginava. Muito perto da Ponte Carlos (acho tão estranho chamá-la assim, Karluv Most, com um acento no "u" que não consigo colocar), na região chamada Mala Strana e praticamente ao lado da Igreja de São Nicolau. Limpíssimo, com quartos amplos e equipados com cozinha, muitas opções de alimentação ali perto. Recomendo muito, apesar de não ser tão estiloso (muita gente nem liga pra isso) ou confortável quanto o Miss Sophie's. - Deixando o albergue, fui caminhar pelas ruas que sobem para o Castelo. Há construções muito interessantes. Não exagerei muito, pois teria um concerto na Sinagoga Espanhola, "The Best of Gershwin" e tinha deixado o dia seguinte como referência para explorar a região do Castelo. - Atravessei a Ponte novamente e fui em busca da galeria Mucha. Quando eu era pequena, várias reporduções deste artista tcheco decoravam a casa da minha tia. Provavelmente, a maioria das pessoas conhece essas imagens porém não tem familiaridade com o nome do artista que produziu inúmeros cartazes para teatro, inclusive para peças da espetacular Sarah Bernhardt! A galeria é bem pequena, mas eu curti ver as obras. Para quem não quiser encarar a galeria, vale a pena visitar outros edifícios da cidade que tem vitrais desenhados por Mucha, como a Catedral de São Vito (lindaaaaa!) e a Obecni Dum ou Casa Municipal. - Decidi almoçar ali perto, na Obecni Dum (Casa Municipal) que oferece visitas guiadas de acordo com agendamentos e tem um restaurante bem digno além de maravilhoso! Não gosto de almoçar em lugares muito turísticos, mas não me arrependi nem um pouquinho. O prédio é lindo, o serviço era bom e um grupo de turistas só chegou quando eu já havia terminado o almoço... deixa para a saída estratégica! - Como tinha algum tempo, sai procurando a Sinagoga de Jerusalém, fui ao mercado e voltei a pé para o albergue. - Para finalizar fui ao concerto "The Best of Gershwin" na Sinagoga Espanhola. Ela é muito bonita por dentro (sim! sou repetitiva! rsrs) e rivaliza com a Grande Sinagoga de Budapeste pelo título da mais bela entre as que eu já visitei. Os músicos tocaram lindamente e com emoção e prazer. Foi inesquecível! Sai de lá flutuando e fui dar uma volta na Staroméstské námestí, me perdi infinitas vezes pelas ruas escuras até chegar na Ponte Carlos e ainda dei uma espiada na mais famosa balada: a Karlovy Lazne é muito famosa, muito turística e tem cinco ambientes. Dia 6 - Último dia inteiro no roteiro Tcheco - Último dia inteiro nesta cidade que eu AMEI! Acho que cabe falar aqui nesse trecho da viagem sobre uma sensação bem reconfortante que me deu de ter certeza sobre a construção do meu roteiro. Foi exatamente em Praga, no último dia, que eu constatei que estava em um crescente de experiências, expectativas e maravilhamento! Lembro de ter conversado com uma amiga pela internet e ter comentado que começar por Holanda e França, lugares que já conhecia de alguma maneira, foi uma maneira ótima de me estruturar para encarar uma viagem de três meses por lugares desconhecidos estando a maior parte do tempo absolutamente sozinha. Ainda dentro disso, fiquei muito feliz com a sequência: não teria deixado a Holanda se não tivesse meus amigos queridos me aguardando em Paris, assim como a expectativa de conhecer Monte Saint-Michel. Da mesma forma, ir para uma Europa desconhecida me arrancou de Paris, consegui deixar Cracóvia com Budapeste como consolo (triste!! rsrsrs) e de lá o mesmo aconteceu em relação à Praga. Honestamente, se não houvesse um país chamado Croácia na minha lista de espera, acho que estaria até hoje assistindo concertos e descobrindo Praga! - Mas enfim, dia de ficar na região do Castelo e arredores. Subi a pé pelas ruas que me recuso a descrever em palavras, preferindo deixar algumas fotos. Subi, entrei na Catedral, circundei ela, fui para a Ruela de Ouro, passei pelo Museu dos Brinquedos e por mais um ou dois museus e fui passear nos jardins. Adorei! A região é maravilhosa, especial mesmo! Tem tanta coisa para ver que acho que dá para gastar um dia inteiro nesta parte da cidade. Não entrei em tudo, mas aproveitei bastante. Saindo de lá, desci e fui almoçar nos arredores do albergue. - Depois me dirigi à Galeria Reon, indicação de um amigo. Fica na Colina Petrin, ao lado da região do Castelo, perto da torre pequenina que é réplica da Eiffel. Você pode subir de funicular, mas como eu adoro uma caminhada, fui andando por dentro do parque. Ah! A Galeria fica em uma casa e expõem e vende trabalhos do artista Reon Argondian que vão para um lado meio místico, meio mágico. Algumas das telas e das esculturas são impressionantes e o ambiente da Galeria é totalmente curioso. Parque acima, parque abaixo! Ao sair do parque, fui margeando o rio por esse lado, até atravessar por uma ponte (Most Legií) que oferece uma vista deslumbrante do Castelo e do rio. Do outro lado, passei por várias construções em que eu destaco os teatros Národní Divadlo e Nová Scéna e a Casa Dançante, projetada por Frank Gehry. Voltei e ainda dei mais uma voltinha na Národní, uma das principais ruas da cidade. Dia 7 - Bye-bye República Tcheca! A Croácia vem aí... - Um dos poucos luxos em relação a transfer de toda a viagem aconteceu aqui. Meu voo para Split, na Croácia, não saia muito cedo (11:10 da manhã) mas resolvi que merecia não esquentar muito a cabeça para aprender como chegar no aeroporto da maneira mais barata e deixei reservado no albergue o transporte para o aeroporto. Gostei muito do serviço! Paguei cerca de 23 euros (que poderia ser dividido em até 4 passageiros) e descobri que meu transporte para o aeroporto era uma limousine (!!!) dirigida por um tcheco super simpático e falante! - Hora de fechar mais uma etapa de viagem junto com as malas, e experimentar um jeito novo de viajar. A Croácia me aguardava... e me recebeu de braços abertos! site do museu Mucha: http://www.mucha.cz/ indicações de shuttle pelo albergue Little town: http://www.littletownhotel.cz/shuttle-service/ site do hostel Little town: http://www.littletownhotel.cz/en/
  5. - Não sei porque cismei com essa cidade uma vez que o que mais me chamou atenção foi o Castelo e eu nem gosto tanto assim de Castelos. Eu até amei conhecer Versalhes, mas acho isso meio óbvio pois não conheço ninguém que não tenha curtido conhecer Versalhes. Minha política de viagens na hora de conhecer palácios é "quem viu um, viu todos" então veja o melhor ou maior. Tenho um pouco mais de interesse por castelos rústicos e cidades muradas, mas não chega a ser nenhuma fixação. Mas por alguma razão achava que o Castelo de Ceský fosse especial, sei lá, me parecia misterioso e lindíssimo. Dessa forma, lá fui eu de manhã cedo fazer check out do Miss Sophie's e ir pra estação de ônibus com as passagens de ida e volta já compradas pelo site da Student Agency (que não vende apenas tickets para estudantes e tem ônibus com serviço de bordo até a cidade). O problema começou quando descobri, na noite anterior depois de chegar do bar, que a estação de ônibus não era a mesma na qual tinha chegado. Não que essa outra estação seja inacessível, pelo contrário cheguei facilmente de metrô. Porém é mais como um terminal de ônibus, que estava bem vazio e de manhã cedo e, para minha frustração intensa, não conta com nenhum lugar para deixar a bagagem. Eu tive que abandonar meus planos de deixar minha mala de rodinhas e viajar só com a mochila (tinha funcionado tão bem na Polônia!). Chegando em Ceský, após umas 2h de viagem, encontrei mais uma estação vazia. Consegui chegar no albergue, o fofíssimo Krumlov House, arrastando a mala por ruas tranquilas! Pensei que fosse ser expulsa do lugar dado ao barulho e claro que uma das rodinhas não sobreviveu àquelas ruas! - Recomendo muito o Krumlov House para quem quiser se hospedar na cidade (13 euros!). Mas na realidade acho que pernoitar vale a pena apenas para casais ou para quem quiser fazer canoagem no rio. No mais, um bate-volta dá conta perfeitamente de conhecer o Castelo, que não é nada fascinante e nem sequer extraordinariamente bonito ou interessante, mas é fotogênico pra caramba! Hoje olho qualquer foto que tirei naquele dia e penso que dá realmente vontade de conhecer aquele lugar. O que há para fazer? A cidade é mínima e cortada por um rio, o que a deixa fotogênica como poucas! A comida é deliciosa! O Castelo é qualquer nota, mesmo iluminado de noite. Os moradores são bem humorados e hospitaleiros. É tudo muito tranquilo. O Castelo pode ser visitado por fora e pelas muralhas de graça, a torre é paga e há visitas guiadas que contam a história dos vários donos que ele já teve. Confesso que não achei nada muito emocionante, exceto a sala do teatro (ok, essa é FANTÁSTICA!). No final das contas, trata-se de uma cidade pitoresca e agradável... para se andar de mãos dadas! site da Student Agency: http://www.studentagency.cz/ site do hostel Krumlov House: http://www.krumlovhostel.com/
  6. Dia 1 - Praga - Quando montei o esboço do roteiro desse mochilão eu já sabia que Praga seria um ponto alto. Cheguei na cidade as 13h45, após 7 horas e 15 minutos de viagem de ônibus. Comprei as passagens com antecedência pelo site da Eurolines húngara por 6500 HUF, equivalente a 21,16 euros. Não é uma viagem desconfortável e além do horário das 06h30 que eu escolhi, você pode sair de Budapeste as 15h00 e chegar em Praga 22h15. Por motivos que nem lembro direito, acabei indo a pé até o hotel que reservei no Josefov. Alterei tantas vezes a quantidade de dias em que ficaria em Praga que acabei me hospedando em três lugares diferentes. Encontrei esse hotel no booking.com e pareceu uma boa opção. O Residence Bene revelou-se um hotel bem localizado em uma rua calma, nem tão simples de encontrar em uma primeira visita, limpo, com bom atendimento. Paguei 42 euros em um quarto duplo, com café da manhã. O quarto ficava no último andar, mas o prédio tinha elevador. O único problema que vi no quarto foi o banheiro, mais precisamente o chuveiro ou praticamente ausência de um chuveiro propriamente dito com box. O café da manhã era bom, servido em um ambiente ótimo! - Após o check in, fui explorar a cidade. Me perdi umas 400 vezes ali na região entre o Josefov e a Old Town. ao invés de fazer um caminho bem simples (que descobri depois), dei uma volta gigantesca e consegui chegar Staromestské námesti pelo outro lado! Mas valeu a caminhada pois a cidade é deslumbrante! Realmente, não há nada igual. Cada prédio é cheio de detalhes, pinturas... impressiona muito! Para completar estava um lindíssimo dia, sem o calor excessivo que passei em Budapeste. Neste primeiro dia inaugurei uma tendência nessa cidade maravilhosa: demorava pelo menos meia hora para percorrer duas ou três quadras pequenas de tanto que parava para fotografar e admirar. - Bem, aproveitei para ver o famoso Relógio Astronômico e subir na Torre da Prefeitura ali mesmo. Ambos valem a pena: o espetáculo gratuito dos turistas aglomerados para ver o desfile dos apóstolos no mecanismo do relógio que acontece de hora em hora é muito legal (de repente tem tanta gente que você não consegue imaginar de onde vieram!) e a vista absurda lá de cima da torre. Há indicações de quais prédios e construções históricas estão na direção em que você está olhando. Aliás, a primeira foto deste post foi tirada de lá de cima neste dia. Depois de descer, comi alguma coisa ali pelas banquinhas que havia na praça (várias comidinhas vendidas, inclusive batatas fritas no palito!). - Na sequência, havia muito o que ver nesses metros quadrados ao redor: prédios lindíssimos como o Palácio Kinský, a Igreja Nossa Senhora de Týn (que aparece em destaque na foto lá de cima), os prédios na praça Malé námesti pertinho da Prefeitura e as ruas ao redor. Acho que as fotos dão uma ideia do que estou falando. - Para terminar, me perdi feliz para voltar pro hotel e jantei no Café Milano uma massa e completei com sorvete (alguém tinha indicado como o melhor sorvete da cidade!). Dia 2 - Praga mas em nova hospedagem - Com a confusão que eu fiz em relação a minha hospedagem, meu segundo dia era dia de mudar de lugar. Explico: pelos meus cálculos eu deveria chegar em Praga só neste dia e já havia modificado a hospedagem no Miss Sophie's para essa data, porém agenda Ópera daqui, compra passagem de ônibus dali, e meu roteiro ganhou mais um dia. Como não consegui reservar mais um dia no mesmo albergue, optei por um hotel barato. Ok, não recomendo para ninguém ficar mudando de hospedagem como doida! Bem, tomei café da manhã no hotel, fiz check out e cruzei a cidade para deixar as malas no Miss Sophie's. Gostei de fazer esse trecho a pé, pois serviu para me situar melhor em Praga. A cidade é compacta. Quanto a nova "morada": trata-se do albergue mais lindinho em que já fiquei! A localização é boa também. Mas confesso que as minhas duas outras opções na cidade durante essa viagem contavam com melhor localização. No entanto, as outras características do albergue derrubam qualquer concorrência: os quartos são lindos, a cama é muito confortável, a cozinha que havia para dividir com os outros quartos desse andar era muito bem equipada e o banheiro era show de bola. Tudo muito limpo também! Segurança também nota 10! Ah! O locker para a mala embaixo da cama também merece menção. Café da manhã não estava incluído mas havia uma opção espetacular servida em um ambiente delicioso! Acho que a única coisa que os mochileiros mais festeiros vão reclamar é de que não há muita interação com os outros hóspedes por aqui. Para quem não curte muito albergue, o Miss Sophie's é a escolha perfeita pois se parece muito com um hotel. - Deixei as malas no albergue e voltei para explorar um pouco melhor as atrações do Bairro Judaico melhor. O Bairro Judaico de Praga ou Josefov é diferente dos outros pelo Leste Europeu. Está muitíssimo bem preservado e conta com várias Sinagogas, uma sala cerimonial e um famoso cemitério. Cada uma com exposições que vão da história dos judeus da região, ao Holocausto, passando pelas tradições e ritos judaicos. A grande razão para o bom estado de preservação do bairro e suas construções (há também a antiga prefeitura judaica) se deve ao fato do próprio Hitler ter ordenado que nada fosse destruído, acumulando uma grande quantidade de objetos e relíquias judaicas, pois queria tornar esse bairro um museu sobre uma "raça extinta". Hitler tinha planos especiais para Praga, evitando inclusive que a cidade fosse bombardeada (teria sofrido apenas um pequeno bombardeio durante a Segunda Guerra "por engano"). Culturalmente é uma região muito rica! Comprei um bilhete integrado que me dava o direito de entrar em todas as atrações (uma vez em cada), dentro de um período de 7 dias. Ao contrário do cemitério judaico de Cracóvia, o de Praga foi extremamente agradável de visitar, sendo um lugar muito tranquilo... e antigo! Ao redor das Sinagogas, há vários excelentes restaurantes! - Voltei cedo para o Miss Sophie's e fiz o check in no meio da tarde pois tinha um dos principais compromissos da minha viagem me aguardando: assistir a uma Ópera de Mozart no teatro onde ele estreou Dom Giovani! Comprei os ingressos para a Ópera e também para uma apresentação de Gershwin na Sinagoga Espanhola com antecedência pelo site: Prague Opera Tickets (que tem ingressos para espetáculos diversos de música, teatro, fantoche e dança). Descobri que dava para ter deixado para comprar na hora, mas tudo bem pois foi muito legal ter recebido em casa os ingressos. Era para ser uma apresentação de Dom Giovanni mas alguém crucial do elenco ficou doente e eles mudaram a programação para A Flauta Mágica, também de Mozart. Chegaram a me oferecer para devolver o dinheiro, mas eu queria muito assistir qualquer Mozart possível em Praga. E lá fui eu, de pretinho básico, muita maquiagem e tênis (dourado, mas tênis!) para o Ópera. Realmente, dá para viajar sem carregar salto alto na mala! A experiência foi maravilhosa! Recomendo muito para todos que gostam de música e ou teatro. E para quem pensa que Ópera é chata, acredite: está na hora de rever seus conceitos! Acho até que A Flauta Mágica pode ser uma ótima introdução à música clássica pois é bastante acessível como história e como música. Chovia após a saída do teatro e esperei um pouquinho antes de sair na direção da Wenceslaw Square (não exatamente uma praça!), onde comi um falafel e apreciei o movimento antes de voltar para o albergue. De alma lavada! Dia 3 - Ainda em Praga e sem querer deixá-la Já havia deixado meu nome para o Walking Tour que sairia do albergue no momento em que fiz o check in, além de ter "comprado" o café da manhã gourmet do albergue. Tomei um delioso café bem tranquilamente e fui aguardar o Walking Tour no hall. Realmente, o pessoal hospedado no Miss sophie's não interage muito mesmo entre si. A guia que nos conduziu era ótima, uma sueca descendente de iranianos com um namorado eslováquio muito divertida. Passamos em outro albergue ali perto - o Mosaic (que me pareceu ótima solução de hospedagem em Praga, um Miss Sophie's maior e com bar e muitaaaaa interação) - e saímos em um grupo relativamente grande pela cidade. Praga parece uma cidade em camadas de tanta história que tem! Foi um passeio impressionante e me integrei com um grupo tão legal que ao final todos fomos almoçar juntos. O Walking tour se concentra na região central da cidade, com uma passada no Josefov. Não deu pra sentir o tempo passar. - Depois do almoço, me separei do grupo e fui para o outro lado do rio, atravessando a famosa Ponte Carlos. Estava em busca de um terço do também famoso (estou ficando redundante!) Menino Jesus de Praga para minha tia mega católica! Igreja encontrada, fotos tiradas, terço comprado e benzido, ainda perambulei pela região um pouquinho. - Voltei para o albergue, descansei um pouquinho já que ninguém é de ferro e fui encontrar o pessoal do Walking Tour em um Bierhof em um bairro cheio de mansões lá para além da estação de trem. Foi ótimo, embora eu não beba cerveja (já tinha tomado minha "cota" na hora do almoço). De lá ainda fomos para o bar do albergue Mosaic. Teve gente que ainda esticou a noite... E no dia seguinte eu ainda iria para Cesky Krumlov (um pouco a contragosto pois fiquei morrendo de vontade de ficar em Praga). Miss Sophie's Hostel: http://www.miss-sophies.com/pt/ Residence Bene: http://residencebene.praguehotels.it/ Student Agency: http://bustickets.studentagency.eu/ Prague Opera Ticket: http://www.ticketsonline.cz/
  7. Continuando relato sobre os 4 dias em Budapeste: Dia 03 Montei o roteiro desse dia ao redor do Jewish Free Walking Tour, que começaria só as 14h30. Como não acontece todo dia e eu iria embora muito cedo na quinta-feira, não queria perder. O pessoal é o mesmo do outro tour que eu fiz no primeiro dia em Budapeste. (site: http://www.triptobudapest.hu/) Aproveitei o período da manhã para visitar a Grande Sinagoga (conhecida como Sinagoga da Dohány Utcai ou Sinagoga da Rua Dohány) com calma, pois imaginava que o tour não contemplaria uma visita mais completa. Trata-se de uma das mais lindas que eu já vi! As explicações sobre a história do edifício são muito boas também. Ela é realmente diferente da maior parte das Sinagogas e a guia explicou os motivos históricos e estéticos para isso. Neste mesmo "complexo" há ainda um museu, um cemitério e muita história. Um dos destaques é a escultura de uma árvore na qual cada folha representa uma vítima do Holocausto. Nesta mesma parte, no "jardim", ficam outros memoriais e tanto a guia da Sinagoga quanto o guia do Walking Tour posterior destacaram algumas belas histórias de resistência e dos denominados "Justos entre as Nações", pessoas que auxiliaram e salvaram judeus e outras vítimas das perseguições. Site: http://www.dohanystreetsynagogue.hu/. Saindo de lá fui até a Andrassy e visitei o Terror Haza. Impactante demais! Um dos melhores museus em que já fui! Trata-se de um museu histórico sobre as ocupações nazista e comunista em um prédio que serviu aos dois regimes. Não é para os fracos de estômago, mas eu recomendo muito! Site: http://www.terrorhaza.hu/index_1.html. Até horário do tour, caminhei pela região central ao redor da Vörösmarty Square e almocei ali na praça mesmo (uma casa de sucos e saladas). Aliás, em Budapeste só usei o transporte público para chegar da estação no albergue e sair de lá (metrô). Gosto muito de andar e as construções da cidade pedem esse olhar próximo e calmo de quem caminha. Tem um bonde muito legal que circula pelas margens do Danúbio e vai de uma ponta a outra da cidade praticamente (fica a dica!) Quanto ao Jewish Walking Tour: outra boa aula de história! Foi interessante passar novamente pelo complexo da Sinagoga (com esse tour você não a visita por dentro, mas não paga para entrar nos jardins e cemitério), e achei que o guia teve bastante sensibilidade na condução pelo bairro judaico. No tour estão incluídos alguns monumentos, mais duas Sinagogas, o antigo gueto judaico (com pessoas morando, se assemelha muito em alguns trechos a um cortiço e tem alguns prédios renovados ao lado de estruturas bastante precárias) e finalmente termina mostrando a renovação cultural e da vida noturna da região, com vários pubs muito originais. Quem quiser, como eu, pode aproveitar o comecinho da noite e ficar por ali. São os "Ruin Pubs". Entre em pelo menos um, mesmo que não beba. Os ambientes são incríveis! É importante saber que as ruas nessa região são mais estreitas e soturnas. Cheguei a ver um ou outro morador de rua (a verdade é que para quem mora no Brasil, isso até pode passar despercebido), em uma das praças havia cheiro forte de urina, mas não passei por qualquer situação constrangedora ou de ameaça (aliás, nem aqui nem em lugar nenhum do Leste Europeu!). Ah! Neste dia, próximo ao muro do antigo Gueto, parei em uma banquinha e tomei o MELHOR SORVETE DA VIAGEM: Chianti!!! A oitava maravilha do mundo! Voltei no dia seguinte para repetir... Site do Free Walking Tour: http://www.triptobudapest.hu/. Depois me recolhi, exausta, no albergue e até recusei ir com o pessoal pro pub crawl! Dia 04 Seria meu último dia, já que o ônibus para Praga sairia muito cedo no dia seguinte. Fui super cedo tentar conseguir os ingressos para a visita ao Parlamento. Cheguei e já havia uma fila com mais de 30 pessoas! Procure pelo portão 10! Eles não são muito bem sinalizados, mas dá para encontrar. Ah! É do lado da Praça e não adianta procurar na fachada às margens do Danúbio. Eles permitem que as pessoas entrem aos poucos na bilheteria. Sai de lá com meu ingresso para o tour em inglês (tem em várias línguas!) das 10h. Aproveitei o tempo livre para ir ver outro Memorial às Vítimas do Nazismo. São vários sapatos às margens do Danúbio que representam aqueles que foram arrancados de suas casas, mortos e jogados em um dos mais famosos rios da Europa. É bem difícil de chegar até as esculturas, pois o melhor trecho para atravessar a rua fica próximo à Ponte das Correntes, enquanto o Memorial fica um pouco depois do Parlamento. Horários, dias, portões e línguas para o tour guiado: http://www.budapest-parliament.com/visits.php. A visita ao Parlamento em si é bem curta, demora exatos 30 minutos. O prédio por dentro é fantástico, bonito, luxuoso e repete algo que vocês nota por toda a cidade: as estátuas! Destaque para o salão da Coroa, as estátuas dos diversos reis da história da Hungria e a sala do Parlamento em si. Saindo de lá, fui caminhando até o Mercado Municipal (um prédio muito legal!). Chegando lá, peguei a ponte e fui na direção da Gellert Hill. minha intenção era subir até o topo, mas estava fazendo 40º e eu resolvi entrar em uma das termas para me abrigar do sol e me refrescar. Como tinha sacado dinheiro a mais e não haveria nenhuma vantagem em fazer câmbio de novo e trocar por euros, escolhi a Gellert (mais cara!). Tem a maior cara de clube, assim como a Szechenyi. Piscinas para todos os gostos, com várias temperaturas de água, piscinas ao ar livre, piscinas separadas para homens e mulheres (em áreas exclusivas em que dá para ficar beeeeem à vontade!) e piscinas mistas. Enfim, dá para gastar um bom tempo ali, mesmo que você opte por não fazer nenhuma modalidade de massagem ou qualquer outro dos diversos serviços estéticos e terapêuticos. Só atenção: enquanto na Szechenyi os preços são mais amigáveis e dentro da realidade, aqui o aluguel de uma simples toalha custa mais do que a entrada... Leve a sua toalha! hehe.. Site: http://www.gellertbath.com/. Depois de muito relaxar, resolvi encarar a subida da colina. São caminhos e escadarias dentro de um parque bem agradável e nada sinistro. Mas se prepare para a subida! É cômico! Você sobe e tem a impressão de que está descendo ou chegando sem nunca chegar... Muito estranho! A vista da cidade é fantástica! Depois de descer tudo e voltar pro albergue, ainda fiz as malas, deixei o check out em ordem e fui jantar com o pessoal que conheci no albergue. Depois do jantar ainda esticamos em um bar na Vörösmarty. Madruguei para pegar o metrô até a estação de ônibus e não preciso dizer que dormi a maior parte do trajeto até Praga! COMENTÁRIOS: Budapeste é uma cidade muito bonita e essencial no Leste Europeu, mas não me deixou com nenhuma vontade desesperadora de voltar logo para lá. Talvez por ter ficado bastante e tempo e não sentir que deixei alguma grande atração para trás. Conheci muita gente legal no albergue, que é muito bem localizado e uma boa opção de hospedagem. Acredito que Budapeste possa ser conhecida sem correria em 3 dias inteiros e conheci gente que fez em apenas dois sendo bastante seletivo quanto ao tipo de atração que gosta de ver (dedicando um dia a Buda e outro a Peste). Era verão, o que permitia um excelente aproveitamento do dia. Tirando o museu que eu já destaquei, achei a cidade mais interessante do que seus museus. É uma cidade segura de uma maneira geral (pelo que percebi), mas que passa a impressão de conter muitos segredos. Interessante que muitos moradores parecem mal encarados (sensação não apenas minha, mas de outros turistas que conheci). A impressão que eu fiquei é que eles são legais, mas conhecem o "lado negro da força". Entendem de sofrimento, de dominação e de guerra. Me parece um lugar profundo, que está muito além das aparências e da superfície. NOVAMENTE: não passei por nenhum apuro, mesmo sendo mulher, de porte físico mignon e tendo passado muito tempo sozinha perambulando pela cidade! As opções de comida são muitas; gostosas e achei bem diversificadas. O mochileiro que quiser, encontra muita opção nos mercados. Não tive graves problemas de comunicação e aqui é um lugar onde nem adiantou muito tentar decorar as palavrinhas básicas (obrigada, bom dia, por favor e - por escrito - saída). A língua não se parece com absolutamente nada que eu conheça! Não é uma cidade cara, mas é bem difícil lidar com o dinheiro deles (cheio de zeros) e em alguns lugares dá para perceber que eles se aproveitam disso. A guia do primeiro Walking Tour chamou atenção várias vezes para a questão do troco e do câmbio (inclusive em lugares oficiais!). Por outro lado, alguns comerciantes são de uma honestidade tocante e contam o troco junto com você nota por nota. A maioria das atrações oficiais é paga. Ah! Tem que incluir um banho termal pelo menos! Site da Szechenyi Bath, que não inclui no relato anterior: http://www.szechenyibath.com/.
  8. Hospedagem: O hostel em Budapeste já estava reservado e foi escolhido entre várias opções que me pareciam interessantes por ser o mais próximo do rio Danúbio pelo que pude ver nos mapas. O Maverick (http://www.maverickhostel.com/eng/index.php) se mostrou uma excelente opção: limpo, seguro, bonito, bem localizado com metrô na porta e mercado embaixo! Oferecia apenas café e chá para os hóspedes mas tinha cozinha equipada para você preparar não apenas o café da manhã, mas também outras refeições se tivesse interesse. Primeira noite Eu vim da Polônia de ônibus, que foi comprado com antecedência pelo site da Eurolines polonesa. Saindo depois das 3 da tarde de Cracóvia (não lembro se 15:20 ou 15:40!) e chegando a Budapeste as 10 da noite, passei por paisagens encantadoras especialmente na fronteira com a Eslováquia e nesse país que deixei de fora. Ainda quero muito voltar para conhecer aquelas montanhas e vales. A viagem foi em micro ônibus e bastante confortável. Além de pontualíssima! Chegando na estação, saquei algum dinheiro na moeda local (pra mim, o maior desafio para os visitantes é ficar brincando de converter aquele dinheiro... caramba!) sem ter a mínima noção de quanto pegar. Saquei 7.000 florints e fiquei chocada ao desembolsar mais de 350 por um único bilhete de metrô! Nem discuti e fui tentar me achar na estação pra ir pro albergue. Não foi muito difícil, mas não achei os húngaros muito simpáticos nessa hora. E a língua é incompreensível! No albergue fiz o check in de qualquer jeito já que o rapaz da recepção não estava com a maior disposição do mundo... Uma coisa que descobri logo foi que as pessoas hospedadas no Maverick, de uma maneira geral, são muito legais. Outra coisa que já deu pra notar foi a "taxa de ocupação de brasileiros" no meu quarto: durante todo o tempo em que lá fiquei hospedada havia sempre dois brasileiros no quarto misto com cinco camas! E quando um estava para sair, entrava outro! rsrs. ah! Diferente da Polônia onde peguei tempo nublado e chuvoso e 13º em pleno agosto, essa noite já anunciava o calor de Budapeste (no meu último dia peguei 40º!!). Dia 01 - Acordei, terminei o check in, e fui pra rua fazer reconhecimento de área antes de pegar o Free Walking Tour das 10:30 na Vörösmarty Square. O dia estava radiante já cedo, mas sem tumultos. A primeira impressão de Budapeste foi de estar em uma cidade grandiosa, com ruas limpas e uma estatuária decorando as ruas e fachadas impressionantes. Optar pelo Walking Tour (aqueles que funcionam na base do meeting point, sem necessidade de se inscrever antes e na base da gorjeta pro guia ao final) foi uma ótima maneira de começar a relação com a cidade. A guia era excelente! A melhor que eu encontrei em toda a viagem (seguida de perto pelo guia do Holy City tour de Jerusalém). Consegui ter uma boa ideia da cidade, das questões históricas e políticas bastante complexas da região e ainda um apanhado de dicas sobre o dinheiro e lugares para comer. O passeio começa na região central da parte plana da cidade (Peste) e atravessa o Danúbio para terminar na região alta de Buda. Um lado dominado pela figura do Parlamento e o outro pelo Castelo (ambos iluminados de noite são inesquecíveis!). Apesar de haver um bom movimento do lado de Pest, a circulação era fácil naquele dia de agosto. Já em Buda... Multidão de pessoas, entre turistas e locais disputavam espaço! Era véspera do maior feriado nacional deles, com feiras na região do Castelo antes e após a subida do funicular. Estavam fechando a famosa Ponte das Correntes para colocação dos fogos para a festa do dia seguinte. Ao final do tour, fiquei ali naquela parte de Buda. Visitei a Igreja de S. Mathias e o Bastião dos Pescadores. As duas atrações são pagas. A Igreja, muito bonita por fora, estava em obras na parte interna. Achei muito bonita por dentro também, mas o clima de obras com a quantidade de turistas visitando não davam a impressão de se estar numa igreja mas em um ponto turístico qualquer. Aliás, como isso acontece mundo afora! Eu não sou católica, mas confesso que me choca um pouco o povo fotografando tudo e mais um pouco dentro de Igrejas e templos (e olha que adoro uma fotinho!). Já vi uma menina uma vez tirando foto "pulando" em frente ao altar da Sagrada Família em Barcelona!!! Até já até consigo tirar fotos em algumas, mas não sem uma dose de desconforto! Ah! Outra coisa importante: a vista do outro lado, a partir do Bastião é linda de morrer! E ainda: caminhe na outra direção do Castelo, descendo a rua da Igreja. São belíssimas construções! - Depois de andar, me abastecendo de suco e sorvetes, voltei para Pest. Passei no albergue e fui para o lado contrário. Peguei uma das ruas principais da cidade, uma espécie de Champs Elisees local, chamada Andrassy Avenue e segui até o final. Por esse caminho você passa por diversas atrações (além de tudo que é tipo de loja chique ou descolada!) como a Terror House, a Ópera, Oktgon Square, vários cafés... E vai parar na Heroes Square, que dá entrada para dois museus lindos (por fora, pois não entrei..) as suas laterais, e aos fundos você encontra mais um complexo de Castelo, o zoo, o circo e uma das mais famosas termas: Széchenyi. Foi lá que terminei meu dia nas piscinas. Comi fast food mesmo por medo de não identificar no menu os alimentos e me comunicar pacientemente dado o grau de exaustão em que estava (em todo o Leste Europeu busquei ter muito cuidado pois sou muito alérgica à carne de porco e passar mal e ter que procurar ajuda em magyar por exemplo - a língua local - não estava nos meus planos! rsrs). ãã2::'> Dia 02 - Meu segundo dia em Budapeste era feriado nacional (dia 20 de agosto): Dia de São Estevão. Santo e o primeiro rei da Hungria! Mas não pense você que era um feriadinho qualquer... Tratava-se somente do MAIOR feriado nacional com direito a festa nas ruas, museus de graça, feiras especiais e uma queima de fogos arrasadora programada para o final do dia. - Como estava todo mundo divulgando a tal queima de fogos, a programação para o final do dia ficou garantida. Saímos do albergue, com a intenção de descolar um café e visitar a principal Igreja de Pest (São Estevão! rsrs). Depois eu iria na direção do Parlamento e finalmente de Buda para explorar o Castelo e a Michele (brasileira residente em Londres que mochilava pela Europa antes de voltar a morar no Brasil, gente finíssima!) iria ver as principais atrações de Pest. A basílica de São Estevão é muito bonita... e estava cheia de gente já cedo! Fui de lá até as marges do Danúbio pois me situava melhor para chegar ao Parlamento. O clima da cidade estava ótimo: solar, pessoas indo para a rua e desfile de aviões sobre o rio! Foi interessante ver como a população estava curtindo sua própria festa. Chegando no Parlamento, não consegui encontrar a entrada para visitar o Parlamento (procurei por fila, informações e nada... era tanta gente, que tudo parecia fila! rs). Desisti e fui conhecer melhor o tal Castelo, onde acontecia uma feira de artesanato e comida. Entrei nos museus (Museu de História de Budapeste e Galeria Nacional Húngara) e circulei pela feira e pelo complexo. Achei a cidade e as obras espalhadas por ela muito mais interessantes do que o acervo. - Voltei para o albergue e fomos ver os fogos. Foi inesquecível! A maior e mais linda queima de fogos da minha vida! E olha que sou carioca com experiência em reveillon de Copacabana... Mas tenho que confessar: foi muito lindo e diferente! Não sei se é assim todo ano, mas se estiver pelo Leste Europeu esta época, reserve o 20 de agosto para Budapeste. Ao final dos fogos, muita gente na rua e nos bares se divertindo!
  9. Oi, A Ryanair tem voo saindo de Paris pra Cracovia. Eu fiz esse trajeto e nao me arrependi, mesmo tendo que ir ate o aeroporto mais distante de Paris. Fiz tudo de transporte publico ate chegar no aeroporto e nao me arrependi. Quatro dias em Cracovia, incluindo o bate e volta ate Auschwitz eh suficiente. Na Polonia eu conheci tambem Zakopane, na fronteira com a Eslovaquia. A maioria das pessoas inclui a mina de sal, Varsovia e as vezes Gdansk. Pela Polonia eh facil de se locomover de onibus.
  10. Oi, Me parecem muitas cidades para poucos dias! Fica extremamente cansativo pois dentro dessa programacao eh importante vc levar em conta os deslocamentos, uma boa parte do dia fica perdido com deslocamento e check in... Sendo inverno, os dias sao mais curtos e muitas atracoes tem horarios de visitacao reduzidos. Achei o tempo destinado para Roma e Paris insuficientes. Barcelona ficaria melhor tendo um dia a mais tb. Eu tentaria selecionar as cidades de acordo com a proximidade e levando em conta suas preferencias em viagem (museu, natureza, compras... Etc). Abracos
  11. Oi, O nome da praia e Bloemendaal. Fui e voltei no mesmo dia, ficando na praia o final da tarde. Fui de trem ate Haarlem e de la peguei onibus em frente a estacao central. Vc pode alugar bike e fazer o trajeto de Haarlem ate a praia. Ha outra praia acessivel em Haia, mas essa eu so ouvi falar. www.curiousabou-cwb.blogspot.com (na etiqueta, abaixo da foto e do nome do blog, "Curiosa na Holanda" vc encontra o relato) Abracos
  12. Respectivamente: Auschwitz I, Ayschwitz II, feira gastronômica em Cracóvia, antigo cemitério judaico na mesma cidade e duas fotos da região do Castelo - Wawel.
  13. O dia e meio pretendido na Polônia no começo do meu planejamento de viagem (seria apenas para visitar Auschwitz e dar no pé) facilmente se transformaram em 4 dias e meio, num combinação de fatores que envolveu a foto de um lago na fronteira com a Eslováquia, os horários do ônibus que liga Cracóvia à Budapeste e outra foto do complexo do Castelo em Cracóvia. Hospedagem: Em Cracóvia me hospedei em dois albergues diferentes conforme as duas fases da viagem. Gostei muito do Mama's Main Market Square, no qual fiquei em dormitório misto compartilhado. Limpo, apesar de estar em um prédio bastante antigo (e por aqui, qual não é? rs), com excelente atendimento, café da manhã interessante, um pessoal muito legal e a melhor localização ever! Os inconvenientes, para alguns: os banheiros são compartilhados e não há elevadores (eu não ligo, mas tem quem se incomode). Em Zakopane, escolhi o Willa Oberza Sasiadów em uma promoção do site booking.com. Simplesmente MARAVILHOSO! O café da manhã era extraordinário, o quarto lindo e aconchegante. No retorno à Cracóvia, já havia deixado reservado um quarto privado no Traveller's Inn. Também bem localizado, mas não tanto quanto o Mama's, quarto amplo e arejado, banheiro compartilhado. Na verdade, trata-se de um grande apartamento que eles alugam os quartos. Cozinha disponível para os viajantes, assim como no Mama's. A hospedagem na Polônia me pareceu bem econômica. Sites: Willa Oberza - http://willa.oberza.pl/index.php/en Mama's Hostel - http://www.mamashostel.com.pl/ (há quartos duplos e privados em um outro prédio) Traveler's Inn - http://travellersinn.pl/ Dia a dia Dia 01 - Cheguei em Cracóvia, após um voo muito tranquilo da Ryanair (sem atrasos, confusão ou excesso de bagagem da minha parte!) e apesar de ser agosto, fazia apenas 13º e estava bem nublado. Ali no aeroporto mesmo, peguei um mapa no balcão de informações e a orientação para pegar um trem para o centro de Cracóvia. A estação de trem é bem tosquinha, alguns metros depois do aeroporto, sem ninguém para vender bilhetes e apenas uns cartazes com os horários e valores como informação. Chegando lá um taxista ofereceu seus serviços para me levar e mais algumas pessoas pelo mesmo preço do trem. Bem inconsequente e fora do meu estado mental normal (eu morro de medo de taxistas, mesmo na cidade onde moro!!), aceitei seguir junto com uma mulher com bebê. Fiquei tensa toda a viagem (uma meia hora, 40 minutos), esperando algum golpe... que não veio! hehe. - Foi muito fácil chegar a pé da Estação Central de trens até a praça principal. Minha hospedagem ficava em uma micro rua que saia dessa praça. Localização é tudo!! De uma maneira geral, Cracóvia é uma cidade pequena. É também diferente de todas as cidades que eu conhecia e acho bem difícil encontrar um padrão de comparação. Muito antiga, cheia de prédios com resquícios da Era Comunista, boas calçadas (Sempre presto atenção nisso!), a cidade é tranquila e tem uma boa vida noturna (sim, nem fica contraditório quando você está por lá). - Neste primeiro dia, fiz o check in, corri para comer um kebab ali próximo à Main Market Square e aproveitei o Jewish Free Walking Tour. Já havia me programado mas não tinha certeza se daria tempo. Esse foi meu primeiro free walking tour, uma modalidade bem em alta na Europa. Gostei do trabalho dos rapazes que guiaram, cruzando a pé o Centro de Cracóvia até chegar no Kazimiers, o bairro judaico. Ali, próximo a uma das Sinagogas, realmente se iniciou o passeio que ofereceu um panorama sobre a Segunda Guerra Mundial e também uma breve ideia da vida no final do regime comunista e após este. No Leste Europeu de uma maneira geral (passei por Polônia, República Tcheca e Hungria), é possível encontrar muitas referências aos judeus e à situação durante a Segunda Guerra Mundial por motivos históricos óbvios. Você acha muitos passeios e visitas temáticas como esse free walking tour, Sinagogas históricas que podem ser visitadas e pode-se perceber que a reconstrução dos antigos bairros judaicos muitas vezes passa pela transformação dessas regiões em referências de boa vida noturna e cultural. - Depois voltei para a região central e explorei um pouco aquela parte e o Mercado. Ainda passei em um mercado e fiquei fazendo um social no albergue. Dia 2 - Dia reservado à visita a Auschwitz. O mais famoso campo de concentração e extermínio do regime nazista encontra-se aberto à visitação na forma de museu (Auschwitz I) e memorial (Auschwitz - Birkenau), estando na cidade de Oswiecim próxima à Cracóvia. Já havia feito a reserva de um tour com transporte e guia pois não queria ir sozinha. Essa empresa, recomendada no blog de uma brasileira, pega na porta do hotel. Mas como não havia o meu albergue na lista disponível, escolhi sair do outro prédio do Mama's que dispõem de quartos privados. Vi no mapa e fui andando até o lugar, o que foi muito bom pois vi uma outra parte da cidade. O serviço da empresa foi impecável e recomendo a utilização. É possível visitar os dois campos e você entra em vários barracões, vê objetos e documentos e inclusive visita as celas e uma das câmaras de gás. Tudo muito maior e mais aterrorizante do que sua imaginação é capaz de alcançar. - Voltei exausta e entrei no primeiro lugar de orações que vi aberto (uma igreja católica próxima à praça central). Era aproximadamente seis e meia da tarde quando voltei para o albergue, tomei banho, bati um papo com um rapaz francês que dividia o quarto comigo, liguei pra família e capotei! Dia 3 - Quando estava pesquisando as excursões até Auschwitz, vi a foto de um lago nas montanhas que me impressionou. Tratava-se de Morskie Oko, nas montanhas Tatra, na região entre a Polônia e a Eslováquia. Uma das agências sugeria uma day trip até o lugar. Me achando o máximo resolvi pernoitar na cidade de Zakopane e usar como base para conhecer o lugar, retornando no dia seguinte para Cracóvia. Aprendi a não julgar o tempo necessário em um local a partir da oferta de bate-volta de agências. Infelizmente, calculei muito mal o tempo necessário, julguei que a cidade fosse mais compacta do que é e ainda por cima escolhi uma hospedagem do lado oposto da direção do lago. Não me arrependo de ter ido, pois as paisagens entre Cracóvia e Zakopane são lindas. Aproveitei para descansar, andar de teleférico e fazer algumas caminhadas. Mas ainda devo uma visita para esse lago. Basicamente, Zakopane é uma estação de esqui muito procurada por poloneses e alemãs devido aos preços mais baratos do que as tradicionais estações suíças, francesas etc. No verão a região é tomada por turistas que gostam de fazer trekking nas montanhas. O lugar é maravilhoso e minha sensação era de estar muito longe de casa e da minha realidade. As pessoas são bem simpáticas, mas a maioria não fala inglês. A estação de ônibus onde eu desci era mínima e seguindo a grande avenida à direita era possível chegar a pé na parte central da cidade. Uma graça! - Ah! Deixei a minha mala no depósito de bagagens da Estação de Trens de Cracóvia e parti da estação de ônibus, que fica atrás dela e tem acesso por uma passagem subterrânea, direto para Zakopane com uma mochilinha. Dia 4 - Dia de voltar para Cracóvia, também de ônibus. Essa viagem de retorno me pareceu um pouquinho mais demorada e tumultuada, pois o ônibus fez diversas paradas e em alguns momentos havia passageiros viajando em pé. Nada demais se o universo ao meu redor não estivesse rodando em polonês. Chegando em Cracóvia, resgatei a bagagem e fui fazer check in no outro hotel onde tinha reservado por uma micharia um quarto privado. Aproveitei para explorar a região do complexo do Castelo (Wawel). Lindo! - Depois fui novamente ao bairro judeu e entrei na Sinagoga e no Cemitério Judaico mais antigos, além de fazer a caminhada pelas Sinagogas da região e entrar no museu judaico (tem uma livraria linda!). Visitar o Cemitério Judaico de Cracóvia é muito triste pois na entrada estão várias placas em homenagem às pessoas mortas durante a Guerra feita pelos familiares sobreviventes. De uma população de 68.000 judeus, Cracóvia conta atualmente com menos de 300! - De noite ainda andei pelas ruas da cidade, fui a uma feira na Praça Central e ainda em um dos bares ali perto. Dia 5 ou 1/2 dia - O ônibus só partia para Budapeste no período da tarde, então aproveitei a manhã para conhecer um pouquinho melhor as duas Igrejas ali da Old Town, entrar em algumas lojinhas e ir comer pieroggi (comida típica) no Festival em uma das praças.
  14. O primeiro contato que eu tive com Monte St Michel foi através do relato em um blog da viagem que amigos muito próximos fizeram até lá enquanto moravam em Paris. Quando pesquisei o destino em todos os detalhes, a duvida entre pernoitar ou fazer um bate-volta permaneceu até o final. Não me arrependo de ter feito como decidi, mas indico a todos que pernoitem se puderem. Monte Saint-Michel, em resumo, trata-se de uma pequena baia com uma abadia em seu topo e um santuário em homenagem a São Miguel, que é acometida pelas mais altas marés da Europa. Bem, após uma longa viagem, quase 4 horas entre trem e ônibus eu parecia criança visitando a casa do Papai Noel ao chegar. As paisagens no caminho são lindíssimas! Eu cheguei a escrever o nome de duas estações de trem pelas quais passamos no caminho a té Rennes (a primeira parada) devido à beleza dos lugares: Limoine e Laval. O mesmo se repete no trajeto de ônibus de Rennes até Mont Saint Michel: são várias pequenas cidades com construções de pedra que te deixam babando. Na chegada, a abadia encarapitada no topo do monte, murada e circundada por uma mistura de mar e areia em um horizonte infinito tem um impacto verdadeiramente hipnótico. Some-se a isso uma multidão de turistas brotando por todos os lados e você vai entender quando falo que se puder, escolha pernoitar. O que acho interessante e que mesmo com todo esse povo e as lojinhas e tudo o mais, a sacralidade do lugar permanece. A sensação de paz inabalável que eu tive me faz querer voltar. Eu não sou o tipo de pessoa que sente presença do Sagrado em qualquer templo, igreja ou lugar assim denominado. Mas em Monte St-Michel o Sagrado é presença e descer até a praia, após ter subido até a Abadia e descido pelo seu interior, só reforçou a sensação. Um dos melhores momentos da minha vida foi caminhar naquele infinito cheio de um silêncio diferente e inexplicável! Não perca! Organizando a visita como day trip: Compre as passagens de trem pelo site da ferrovia francesa (http://www.tgv-europe.com/en/?rfrr=Homepage_footer_United%20Kingdom) , saiu € 40 ida e volta até a Estação de Rennes. De lá saem ônibus coordenados por €12. Para achar os ônibus, saia da Estação e siga para o lado direito. Sendo possível, acho interessante alugar um carro e pernoitar no próprio Monte para aproveitar o clima quando os turistas vão embora. Saiba que o lugar é bem pequeno e recebe muita gente especialmente no verão e em feriados. Enquanto estávamos lá deu para ver algumas obras sendo realizadas. Soube pelo fórum que essas obras introduziram algumas mudanças. Aparentemente, essas mudanças tratam de manter a área do Monte como uma ilha permanente através de barragens, tornando-a acessível por uma estrada que passará pela água. Pelo menos quando eu visitei, não estando a maré cheia, era possível caminhar ao redor do monte pois a área não estava muito inundada. Sugiro a consulta aos sites, que tem também sugestões de hospedagem, para construir seu roteiro e verificar questões como transfers e estacionamentos. É possível também verificar as condições das marés e shows noturnos. Sites de Monte Saint Michel: http://www.le-mont-saint-michel.com/en/home http://www.ot-montsaintmichel.com/en/accueil.htm
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