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  1. Sentimos muita falta de informações sobre os Açores quando programamos nossa ida para lá (eu e minha namorada). Então fizemos esse breve relato para dar algumas dicas sobre essas magníficas ilhas. Viagem AÇORES (Terceira, Faial e São Miguel) Os Açores são 9 ilhas que estão localizadas no meio do oceano Atlântico entre o encontro de 3 placas tectônicas. São elas: A Ilha de São Miguel, Ilha de Faial, Ilha do Pico, Ilha Graciosa, Ilha do Corvo, Ilha Terceira, Ilha de Santa Maria, Ilha das Flores e Ilha de São Jorge. Estas ilhas são formadas por atividade vulcânicas. Embora a origem (e a distância entre elas) seja muito próxima, são ilhas completamente diferentes entre si, cada uma com uma personalidade e identidade (diferentes climas, culturas, agricultura, paisagens, cores, população, entre tantos outros elementos). A atividade vulcânica é extremamente recente e faz parte da rotina da população. Assustador como eles convivem com todos os riscos com a maior naturalidade e ainda transformam tudo em atrativo turístico. Isso ocorre pois as ilhas dos Açores estão no encontro das placas tectônicas norte-americana, euro-asiática e Africana, que estão em constante movimentação, gerando tremores de terra diários. Desta forma, o turismo nos Açores é baseado na natureza e no vulcanismo com seus consequentes terremotos (sismos). Onde você for verá vulcões adormecidos, fumarolas, zonas de desgaseificação, águas termais, ouvirá história de vulcões, história de sismos e assim por diante. Conforme um guia do Algar do Carvão, são 3 a 4 sismos por dia. A maioria é imperceptível, porém pelo menos 1 por semana é sentido pelos habitantes das ilhas. Em alguns momentos parecia que estávamos em Florianópolis. Algumas vilas são muito parecidas. Estilos de casas, touradas, formas de falar... encontramos até uma senhora que disse “ vai toda vida reto”... não dava para acreditar. Existe uma grande dificuldade de transitar entre uma ilha para outra, por isso é importante planejar bem a estadia em cada uma delas. Você fica sujeito as condições climáticas, que são bem diversificadas... o tempo pode mudar radicalmente ao longo do dia... sentimos as 4 estações num espaço de tempo de 24 horas... venta o tempo inteiro, o céu é nublado e fica bastante fresquinho, principalmente se for nas áreas mais elevadas. Nos Açores é fundamental alugar um carro para aproveitar bem o passeio. Há pouco, quando tiver, transporte público para os pontos turísticos e dependerá muito de taxis e agências de turismo. Todos os pontos turísticos são muito bem sinalizados e com estradas asfaltadas excelentes. Um GPS ajuda bastante (meu Nokia_N8 estava com os mapas bem atualizados e foi suficiente e fundamental para toda a viagem). Na ilha de São Miguel há uma rede ampla de hotéis e hospedarias. Nas demais ilhas não há tanta fartura assim... Melhor fazer reservas com muita antecedência. Existem vôos regulares paras as ilhas operadas pela TAP e SATA. Os vôos são extremamente caros comparados com as demais rotas e devem ser reservadas com muita antecedência para se conseguir um preço razoável (o trajeto Lisboa-Terceira, Terceira-Horta, Horta-Ponta Delgada e Ponta Delgada-Porto custou 400 euros por pessoa com 4 meses de antecedência pela SATA). Chegando em cada Ilha é fundamental passar por um posto de informação turística. Lá eles são super prestativos e dão várias dicas importantes e fornecem mapas e guias de cada ilha. AÇORES – ILHA TERCEIRA (2 dias em julho/12) Após aproximadamente 2 horas de viagem a partir de Lisboa, chegamos na Ilha Terceira. Alugamos um Seat Ibiza com a Micauto/Angrauto no próprio aeroporto. Aluguel sem burocracia, sem cartão de crédito, sem estresse. Reservei pela internet por 55 Euros a diária (com seguro de terceiros e CDW) e quando chegamos no aeroporto apenas assinei o contrato e paguei. O carro era novo e bem conservado. Recomendo, vi muitos carros com adesivo desta empresa durante os passeios. Seu preço era muito inferior as demais. A entrega foi programada antes do horário de abertura da loja e o atendente chegou com a antecedência combinada. Ficamos no Hotel Espírito Santo (45 Euros a diária para casal). Está localizado na Praia da Vitória e é uma hospedaria baixo custo familiar. Quarto limpo, com boa cama, bom chuveiro e ar condicionado split. Não tem garagem e não tem frigobar (deixamos o carro na rua). Café da manhã simples (pão, frios, cereais, café, frutas e sucos). Tudo bem aconchegante e tranquilo. Achar o hotel foi bem fácil. As ruas estavam bem sinalizadas. A ilha Terceira só perde em atrativos pra ilha de São Miguel, sendo imperdível. Pegamos o carro e resolvemos seguir pela principal avenida conhecendo todo o litoral. Aqui a primeira surpresa. O litoral é extremamente escarpado. Quase não dá acesso ao mar. Tem que prestar muita atenção para não entrar nas vilas e se perder pelos caminhos das casas. Os balneários são revestidos de cimento porque na grande maioria são formados por pedras basálticas. Passamos pelo Mirante da praia da vitória, de onde temos uma vista muito bonita da Vila, Aeroporto, Lajes, Vila Nova, Quatro Ribeiras, Biscoitos e Altares. Almoçamos ai. Tomar cuidado, pois algumas vilas não tem restaurantes. Nosso passeio começa pelo Algar do Carvão, onde entramos na chaminé de um vulcão adormecido, a primeira vista parece uma caverna. Lugar belo com vegetação e pássaros típicos e uma vista deslumbrante. Nunca tinhamos entrado em um vulcão adormecido. Dá para observar nas paredes toda a regressão do material magmático. O lugar é bastante úmido, goteja o tempo todo, então é providencial uma capa de chuva qualquer. No final das escadas você encontra uma grande lagoa. Nesse local há um guia permanente que explica a formação do Algar, formação das ilhas e dos sismos. Toda a estrada tem hortênsias plantadas em ambos os lados, simplesmente incrível. Próximo dali está a Gruta do Natal, que são grutas formadas pela passagem de lava vulcânica... outro lugar fantástico (onde missas de Natal são celebradas). Aqui é um conjunto de caminhos por onde o material magmático percorreu. Visitamos todos os cantinhos. Tem estalactites e flores de aragonita. Impressionante. As Furnas de Enxofre são fissuras nas montanhas onde há saída de vapores de enxofre e onde também são monitoradas possíveis atividades vulcânicas. Tudo muito impressionante. O chão parece respirar. A vegetação adquire cores totalmente diferenciadas. O cheiro é um pouquinho desagradável. A trilha é totalmente sinalizada e bem preparada para os visitantes. Os painéis explicativos auxiliam no entendimento daquilo tudo. Devido a época de férias e festas, estavam ocorrendo várias “toradas”, o touro é solto por ruas delimitadas por tábuas para que todos possam assistir sem se machucarem, ficando a critério de quem quiser entrar na arena. Muitos se dispõem a enfrentar o touro segurando panos ou guarda-chuvas (possivelmente quem enfrenta o touro pega as gatinhas da ilha...). O touro é preso por uma corda bem longa, caso alguém se dê mal ao enfrenta-lo, vários toureiros seguram a corda. É um espetáculo para a população. É uma grande festa. Na volta visitamos Serrata e formos até um Farol. Segundo dia, hora de dar a volta a ilha no outro sentido. Da praia da Vitória seguimos em direção ao Porto Martins, São Sebastião, Porto Judeu, e chegamos a Angra do Heroísmo. Uma das vilas mais importantes da ilha. A vila parece muito com o Ribeirão da Ilha em Florianópolis. Ruas estreitas, casas coladinhas uma nas outras. Aqui sim encontramos uma praia, mesmo assim com uma areia bastante escura. Saímos de lá e subimos a serrinha, vamos tentar ver a Caldeira de Guilherme Moniz. A neblina era muita e não conseguimos ver nada... a serra é linda as hortênsias dominam a paisagem ao longo das estradas. Quase todas as cores são encontradas e em praticamente todas as estradas. Próxima parada Biscoitos... vamos visitar o museu do vinho e a fábrica de queijos. Voltamos para casa pelo caminho não realizado, Altares, Raminho, Serreta, Cinco Ribeiras, São Mateus da Calheta... assim completamos a volta a ilha. Já fica a saudade... amanha seguiremos para a próxima ilha. AÇORES – ILHA FAIAL (2 dias em jullho/12) Alugamos um Nissan Micra com a Ilha Verde. Recebemos um carro mal conservado (com a suspensão toda solta). Tivemos que assinar uma guia do cartão de crédito em branco como “garantia” pelo veículo. Reservei pela internet por 75 Euros a diária (com seguro de terceiros e CDW). Ao devolver o carro, alegaram que o mesmo estava muito sujo e que não poderiam vistoria-lo e que devíamos deixar com eles a guia em branco que assinei do cartão de crédito, caso tivesse algum dano constatado após a lavagem (disseram que não poderiam lavar na hora, pois o lavador não estava). Após alguma briga com a atendente, preenchi a guia no valor da franquia (1.000,00 Euros) e fomos para a fila do check in, pois estávamos quase perdendo o vôo. Enquanto estava na fila, a atendente nos procurou e disse que estava tudo bem e nos deu a guia do cartão de crédito (não entendi ... pois nem dava tempo de lavar o carro... mas tudo bem... estávamos muito putos com a situação). Dessa forma, NÃO RECOMENDAMOS A ILHA VERDE, pois não concordamos com essa história de fazer vistoria sem nossa presença deixando garantia assinada em branco. Se tivessem avisado que o carro deveria retornar limpo, o teríamos feito. Vi muitos carros com adesivo da Auto Turística Faialense. Essa tem preços melhores, vale a pena pesquisar. Ficamos no Hotel A Casa do Lado (60 Euros a diária para casal). Está localizado em Horta e é uma hospedaria baixo custo. Quarto limpo, com boa cama e bom chuveiro. Não tem garagem e não tem frigobar. Café da manhã simples (pão, frios, cereais, café, frutas e sucos). Hotel bem limpinho e com uma estrutura bem familiar. Horta é uma vila bem bonitinha. Parece mais moderna do que a Ilha Terceira, depois entendemos os porquês... ela sofreu um grande terremoto na década de 50, o mesmo que deu origem a erupção vulcânica dos Capelinhos. Praticamente 7 de cada 10 casas foram abaladas e/ou caíram. A cidade foi reconstruída. Estávamos bem ansiosos para visitar o vulcão dos Capelinhos. Antes passamos pela orla visitando algumas localidades. Porto da Feteira, Castelo Branco, Varadouro e subimos pelo Capelo. Primeiros tentamos visitar a caldeira dos capelinhos... subimos todo o morro e não conseguimos ver nada. A neblina fechava toda a paisagem. Então resolvemos ir para Capelinhos pelo litoral. Fantástico o que vimos. Primeiro começaram a aparecer várias casas abandonadas, rachadas pelos sismos. E ao chegar pertinho, começamos a ver um grande deserto de areia preta, pedrinhas... toda área que foi acrescida após a erupção do vulcão. Na erupção, a ilha ganhou um pedaço de terra e agora o mar está levando embora. Na área que existia parte da vila e que o vulcão soterrou, criaram um museu do vulcão. Fantástico e imperdível. Depois visitamos todo o farol que foi soterrado. Aqui existe um balneário também. No segundo dia, já que estava um pouco frio, passeamos de carro. Tentamos novamente visitar a caldeira, sem sucesso. Então rodamos a Ilha. Praia do Norte, Areia da Quinta, Cedros, Ribeirinha, praia do Almoxarife. Visitamos os balneários e cruzamos por várias estradas bem coloridas com hortênsias. Visitamos um farol que caiu com o tremor de terra e só tem uma parte da estrutura em pé. Não pudemos chegar perto pelo risco de desmoronamento. No ultimo momento na praia de Horta, visualizamos a paisagem mais bonita da ilha, no litoral. Duas crateras de vulcão no litoral tomados pela água do mar, vistas partir do Monte da Guia. AÇORES – ILHA DE SÃO MIGUEL (3 dia em julho/12) Simplesmente a ilha mais bonita e diversificada que visitamos. Impressionante, varias cores, paisagens que vão da praia a Serra. Esta ilha é imperdível. Dotada de uma grande infraestrutura, desde de hotéis, rede de restaurantes, lojas, entre outros. Chegamos na ilha e toda a burocracia. Alugamos um Hyundai i20 novinho na Micauto/Angrauto. O processo de aluguel foi super simples, bem atenciosos e prestativos. Esta locadora está totalmente recomendada. Pena que somente opera na Ilha Terceira e de São Miguel. Ficamos em Ponta Delgada, no hotel Comfort Inn. Um hotel bem moderno no centro da cidade. Com estacionamento (apertadinho, correndo o risco de não ter vaga). Café da manha simples, mas bem gostoso. Quarto limpinho, organizado e espaçoso. Custou em torno de 52 euros a diária para o casal. Primeiro dia: Uma voltinha rápida em Ponta Delgada e pegamos a estrada. Passamos pela Ponta de Rosto do Cão, São Roque, Lagoa e subimos em direção a Lagoa do Fogo. Esta Lagoa formou-se numa antiga caldeira de um vulcão da Serra de água de pau. Que paisagem fantástica. Não dá para acessá-la de carro. Resolvemos trocar as roupas e encarar a trilha (30 minutos pra descer mais uns 40 minutos para subir). Descer foi fácil. Caminhamos pela margem da Lagoa, as cores dela são impressionantes. Após esta vista deslumbrante resolvemos visitar o monumento natural da Caldeira Velha. Chegando lá a primeira imagem chama a atenção. A água no chão borbulhando, fervendo. O cheiro de enxofre era grande. Caminhamos mais um pouquinho e uma cachoeira, não seria nada de espetacular se não fosse a cor dela e a temperatura. Uma cachoeira de água quente! Fantástico. Algo que jamais imaginamos. Não tivemos coragem de tomar banho, mas a vontade ficou forte. Segundo dia na ilha. Nosso destino era Furnas. Novamente percorrendo o litoral para aproveitar o máximo a paisagem. Subimos a Serra. A neblina era constante. Resolvemos fazer uma paradinha estratégica na Lagoa do Congo. Pena que estávamos com pressa por conta do almoço que agendamos em furnas. No topo da montanha uma paisagem fantástica da Lagoa de Furnas. Uma rápida passagem e nos dirigimos para o local onde estavam fazendo nosso almoço. Furnas é um parque onde os restaurante utilizam os gases quentes de enxofre provenientes da terra para fazer os cozidos (o popular "cozido" dos descedentes açorianos). A água ferve no chão. O enxofre e outros gases sobem em uma paisagem espetacular. O carro do nosso restaurante chegou, Tony´s. Resolvemos acompanhar a retirada da nossa comida, tirou-se a terra, e puxou o panelão. Ajudamos ou atrapalhamos tirando várias fotos. São buracos com menos de 1 metro onde forma fornos, e o cozido fica ali por 7 horas, totalmente cozido no vapor. Este é o famoso cozido das furnas, preparados nas caldeiras vulcâneas. Após este momento único fomos almoçar. Após nosso almoço resolvemos ir num balneário Terra Nostra, ou melhor em uma área de piscinas com águas das cachoeiras quentes que passam neste local. A água é amarela, puxando para vermelha. A sensação é estranha mais ao mesmo tempo relaxante. Vale a pena, um banho inesquecível. A nascente deste local é de águas férreas que alimenta o tanque, a uma temperatura aproximada de 35 a 40 graus Celsius. Voltamos pelo caminho mais longo, logicamente pelo litoral passando por povoação, Faial da Terra, Nordeste, Achada, Ribeira Grande e outras pequenas vilas. No terceiro dia nosso caminho era o outro lado da ilha. Saímos rumo a Relva, também pelo litoral para garantir paisagens maravilhosas. Visitamos Sete Cidades. Neste local encontra-se uma lagoa que possui duas cores... a Lagoa Azul e Verde. Na verdade é a mesma lagoa, mas com tonalidades diferentes. A neblina atrapalhou um pouquinho, mas o que conseguimos visualizar foi fantástico. Seguimos para Ponta da Ferraria. Paisagens fantásticas, parecia que a ilha queria mostrar-se um pouco mais e de certa forma dizer adeus já que era nosso ultimo dia nela. O sol abriu e descobrimos uma área de mar com água quente. Fantástico e não dava para deixar de tomar um banho. O mar entra em contato com os vapores do vulcão e a água retorna quente. Tomamos um banho fantástico. Um almoço com direito ao doce do vulcão e seguimos viagem. Vários vulcões apareceram, com cones bem definidos, grandes, pequenos. Essa ilha é formada por vários vulcões e parece que a qualquer momento vai entrar em erupção, seus gases levam a sensação de que ela respira. As cores, flores, águas, não dá para acreditar em tanta diversidade. Imperdível. Vale a pena ficar vários dias nela. No outro dia, rumo a Porto comprar uns vinhos para trazer para o Brasil.
  2. Dica de Hotel em Porto: Estive em Porto em julho/12 e fiquei hospedado no EasyHotel (easyhotel.com). Fica na Rua Alexandre Herculano, 296. É no centro, próximo da Estação de São Bento. Fiz todos os pontos turísticos a pé a partir do hotel, sem problemas. É um hotel novo, nem sequer aparece no Google Street. Pagamos 35 euros a diária num quarto para casal. Esse valor paga unica e exclusivamente o quarto. Se quiser TV paga 2 euros, internet 5 euros a diária. Café não tem no hotel, mas essa rua tem cafeterias que abrem as 6 horas da manha. O quarto tem um ótimo chuveiro e uma ótima cama, além de um silencioso split. Se reservar com antecedencia, o valor da diária fica próximo a 20 euros. É um hotel semelhante aos Formule 1 do Brasil ou aos ETAPs da Europa.
  3. adrober

    Maceió

    Estive em Maceio no feriadão da Páscoa e gostaria de compartilhar algumas informações: HOSPEDAGEM Nos hospedamos no Maceio Hostel, Unidade Pajuçara ("http://www.maceiohostel.com.br"). O quarto reservado era de CASAL e foi uma frustração. O colchão mais parecia um colchonete de tão fino, parecia que você estava dormindo sobre as tábuas da cama. O banheiro estava com o ralo entupido e a cada banho ficavamos com os pés mergulhados no esgoto. As toalhas, embora cheirosas, não eram mais brancas, estavam amarelas, totalmente encardidas. E o cheiro do quarto... insuportável. Ponto positivo para o ar condicionado, novo e silencioso. O café da manha é simples: café, pão, suco, fruta, cuscuz de milho e omelete. Existem 4 mesas que acomodam 4 pessoas cada uma. Se chegar no horário do movimento, corre o risco de ter que comer no sofá. LOCOMOÇÃO Eu e minha namorada chegamos em dias diferentes e solicitamos transfers do Hostel Maceio ao custo de R$ 50 cada transfer (cobrado independentemente da quantidade de pessoas). Minha namorada esperou 30 minutos e eu esperei 1 hora na madrugada até a chegada do transfer (me arrependi de não ter cancelado e pego um taxi). Os taxis da cooperativa do aeroporto cobram R$ 60 até Pajuçara (tabela própria). Na volta para o aeroporto, ligamos para uma central de taxis (fone 082 3375 5050) e nos informaram que o taxi da Pajuçara até o Aeroporto é tabelado e custa R$ 39. Ligamos e cinco minutos antes do combinado, havia um taxi nos esperando. Vale a dica da central de taxis. Devido a proximidade do Hostel com a orla, não tivemos necessidade de pegar ônibus. Fizemos também um tour de taxi pela cidade. Combinamos com o motorista o preço fixo de R$ 40 para nos levar aos pontos de interesse (mercado público, porto, bairro farol, catedral, artesanato do pontal da barra, monumento dos estados e pontos altos da cidade para fotografias). Todos os passeios fizemos com a Jaraguá Turismo. Foram pontuais e com transporte adequado. Custa um pouco mais que outras empresas que vimos, porém achamos que valia a pena pagar um pouquinho mais. PISCINAS NATURAIS DE PAJUÇARA Chegamos lá de jangada, pois as piscinas são distantes da orla e alguns trechos do caminho parecem muito fundos (diferententemente de Porto de Galinha que dá pra ir andando até as piscinas). Normalmente custa entre R$ 20 a 30 por pessoa e vc fica umas duas horas por lá (depende do Jangadeiro). Não tem nenhum tipo de fiscalização que restrinja o tempo de permanência e/ou cuidados com os recifes... uma pena... percebemos a degradação que está ocorrendo. Fomos com o jangadeiro Cícero (fone 082 8854 7865). Ele tem uma caixa azul atrás do Imperador dos Camarões (o melhor restaurante da orla ... vale a pena comer um chiclete de camarão ou uma carne seca na abobora, comida boa e barata...). Gostamos tanto das piscinas que voltamos... alugamos a jangada por R$ 60 para ficarmos quanto tempo quiséssemos (ficamos das 8 até as 13 hrs, enquanto o jangadeiro pescava próximo da gente). Vale a pena levar as mascaras de mergulho e comida para peixes... alugar a jangada nos permitiu ir a outros lugares nos recifes, fugindo das piscinas visitadas e do shopping no mar... que ficam lotados de pessoas e a agua começa ficar suja ... Outro ponto bem legal é o farol... da para ver colônias de ouriços e as armadilhas de pescadores... FOZ DO RIO SÃO FRANCISCO Passeio muito interessante ao custo de R$ 75 por pessoa. Fomos com a Jaraguá. Saímos 8 hrs e retornamos 17 hrs para o Hostel. O passeio é maravilhoso. O “Velho Chico” é fantástico. A paisagem é linda. Iniciamos o passeio pegando um barco, que tem guias que vão contanto a história do lugar e uma música regional nos acompanha durante a viagem. A paisagem muda... saímos da mata atlântica, com coqueiros e chegamos nos manguezais... na foz, uma mistura de manguezais, restingas (dunas), lagoas... ao chegar o barco vai se aproximando cada vez mais da foz e podemos ver um farol que mostra que ali existia uma cidade que foi tomada pelo mar... depois, caminhadas pelas areias e um mergulho na lagoa que se forma deste encontro (mar e rio)... no comercio na beira do rio vale a pena comer as delicias de coco vendidas por lá. A agua é quentinha ... o mergulho no rio também vale a pena. Um passeio inesquecível conhecer a história do Chico ... ao retornar, um almoço simples, mas bem gostoso incluído no preço do passeio. Vale realmente a pena. PRAIA DO GUNGA, BARRA DE SÃO MIGUEL E PRAIA DO FRANCES. Passeio imperdível ao custo de 35 o deslocamento. A empresa pega as pessoas no hotel por volta das 8h e o retorno se dá por volta das 17 horas. Imperdível. A começar pela orla sul de Maceió. O primeiro ponto de parada é a praia do Frances. Linda. Recifes, agua verdinha, passeios de jangadas, entre outros atrativos... o tempo é pequeno para ficar lá... não dá nem tempo de tomar um banho... fica a vontade de voltar e ficar mais tempo... seguimos a viagem até a Barra de São Miguel. De onde partem as jangadas para a praia do Gunga. Você pode ir de jangada ou de carro. Optamos pela jangada... passamos pelos recifes, depois o encontro da laguna com o mar e chegamos na praia... maravilhoso o passeio (custo de 25 reais por pessoa). Na praia você fica numa barraca e curtindo a praia de agua quentinha... ficamos na barraca do Wilson. Comidinha muito boa. Após o almoço existem vários passeios... optei pelo quadriciclo. Ao custo de 35 reais podemos chegar até chegar até as falésias... um espetáculo a parte... as cores das rochas, as falésias, a agua doce, as dunas... não dá para descrever a emoção. Vale muito a pena. A única coisa que fica a desejar é o mal humor e o tratamento dado aos turistas pelo guia que nos levou até elas... um estresse total... nem dá para acreditar que alguém fica estressado neste paraíso. Você pode ir guiando a moto ou de carona... mas em todos você tem que ir com os guias. Outra opção para chegar ate lá são os bugres. 1 hora de passeio ate lá... tem que ir com a maré baixa. Depois, quando a maré sobe vale a pena se banhar na lagoa... saímos de lá com a alma lavada... Adorei Maceió e os passeios, com certeza voltarei, mas o hostel não voltarei e nao recomendo pra ninguém ...
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