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Fábio Bravim

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    Professor de Educação Física - apaixonado pela natureza, pela música e pelas Coisas Bellas da vida! Às vezes demasiadamente urbano, às vezes vejo o céu e bebo ar!

Outras informações

  1. (...Trilha da Pedra do Cume - Extrema/MG...) Trilha: Trilha da Pedra do Cume - Data: 07/04/2012 Trilha de Nível: Médio Serra do Lopo - Minas Gerais Localização: Município de Extrema/MG Distância: 108 Km de São Paulo Extensão: 9,7 km (ida e volta) Perfil Altitudinal: 973/1.780 metros Percurso: +ou- 4 horas Piso da Trilha: Terra, grama e pedras. Características Ambientais:? Atrativos desta Trilha: Flores e plantas, pássaros, Rio Jaguari, Rampa de Vôo Livre, Pedra do Marino, o "Sofá" na Pedra das Flores, Pedra do Cume com altitude de 1.780m e vista 360º graus da Pedra Grande (Atibaia/SP), Pico do Selado-lado mineiro (Monte Verde/MG), Pedra de São Domingos (Córrego do Bom Jesus/MG) e Cachoeira dos Pretos em Joanópolis/SP. Também as cidades de Extrema/MG, Atibaia/SP, Bragança Paulista/SP, Joanópolis/SP, Pedra Bela/SP, Vargem/SP e em noites limpas pode-se avistar as luzes do Vale do Paraíba. ANÁLISE DA TRILHA: Estávamos precisando fazer uma trilha por montanhas e decidimos que seria na Serra do Lopo em Extrema/MG, uma ramificação da Serra da Mantiqueira. Fomos pra lá num Sábado de Aleluia, feriado de Páscoa. Saímos de Itatiba/SP, pegamos a Rodovia Alkindar Monteiro Junqueira que liga Itatiba/SP-Bragança Paulista/SP, passamos pelo centro de Bragança e fomos em direção à cidade de Vargem/SP por uma estrada que passa pelo bairro de Guaripocaba e desemboca na Rodovia Fernão Dias sentido Belo Horizonte/MG. (...Portal de entrada para a cidade de Extrema/MG...) Chegando na cidade de Extrema, passamos pelo centro e pegamos a Estrada da Embratel, rumo às montanhas. (Obs.: Para você não se perder siga as placas marrom sentido Rampa de Vôo Livre). Subindo a estrada, numa placa indicativa decidimos que iríamos pegar a estrada que liga até a trilha da Pedra do Cume. (...Estrada da Embratel...) (...estrada conservada, bem estreita e de paralelepípedos...) Logo depois das duas pedras que avistamos na estrada chegamos à Rampa de Vôo Livre, onde tivemos a primeira impressão do que seria nossa caminhada. (...Rampa do Vôo Livre: Um dia ainda vou saltar de Asa!...) Depois de algumas fotos e informações colhidas com um grupo de mochileiros que acamparam na Pedra das Flores decidimos iniciar nossa aventura também. Pegamos o carro e andamos mais alguns metros e estacionamos nosso veículo bem próximo deste portal que é de área particular e aonde existem algumas pousadas caso queiram pernoitar. (...portalzinho de entrada para as pousadas...) O lugar não tem indicação de início de trilhas, portanto foi preciso pesquisar na Internet um pouco antes de chegarmos ao local certo. Depois deste portalzinho, resolvemos fazer uma trilha diferente do que a moçada tem feito. Resolvemos iniciar de uma trilha pouco conhecida que passa dentro de uma propriedade particular, e que dá acesso a Pedra do Marino. Essa trilha se inicia depois das duas pousadas ao lado esquerdo da estradinha. (...início da trilha dentro da propriedade particular...) A trilha é bem gostosa e de fácil acesso. A presença de flores e pássaros chega a ser exuberante. Flores violetas, amarelas, brancas, vermelhas, etc. enfeitam nosso caminho. O som da natureza ali se faz presente pelo cantar de pássaros de diversas espécies. Um lugar ideal para a prática da Observação dos Pássaros ou Birdwatching como é conhecida. (...quaresmeiras pela trilha que também é repleta de pássaros - ideal para Birdwatching...) (...flores amarelas das quais não sei o nome...) Logo à direita da trilha afastando-se uns 20 metros, chegamos na Pedra do Marino. Dali têm-se uma visão parcial da cidade de Extrema e vista privilegiada da Pedra dos Cinco Dedos, Cabritos, Flores e Cume. (...foto tirada na Pedra do Marino e ao fundo nosso destino...) (...rumando trekking pelo Marino...) Partindo da Pedra do Marino, a trilha desce em meio a vegetação da Mata Atlântica, fica mais fechada. Logo após alguns metros de trilha podemos encontrar água numa pequena bica que passa entre a mata; ali o ambiente é mais fresco. Este é o último ponto de água da trilha, dali até o Cume não existem mais fontes. A caminhada se torna mais "punk" porque existe uma grande elevação de altitude naquela parte da trilha. A subida se torna íngreme e cansativa, tendo que dar pequenas paradas para se hidratar. As pausas são também para tirar fotos e contemplar as belezas naturais da região. No caminho passamos ainda por dois clarões que servem de acampamento para os mais aventureiros. (...a caminho da Pedra das Flores, logo à frente...) Assim que passamos pela área de camping, chegamos a tão esperada Pedra das Flores. Ali é uma plataforma de rocha em tom róseo com uma área de 1Km² e uma visão de 360º. Pode-se avistar desde a cidade de São Paulo até a Pedra de São Domingos no Sul de Minas; neste dia observamos dali com a ajuda de um guia local (Flávio) que se predispôs a nos orientar; a Pedra do Selado ou Pico do Selado como os mineiros chamam em Monte Verde/MG e a Cachoeira dos Pretos em Joanópolis/SP. Devida a sua forma, é considerada pelos esotéricos como um ponto de pouso para naves extraterrestres. Possui em suas fendas e ondulações, diferentes espécies de flores, entre elas: orquídeas, chuvas de ouro, bromélias e lírios rubis (Amaryllis). (...vista 180º graus do "Sofá" na Pedra das Flores...) (...nas entrelinhas do horizonte, avista-se a Pedra do Selado...) (...uma incrível vista para a Cachoeira Dos Pretos em Joanópolis/SP...) (...olhando pela janela(?)até onde a vista alcançar...) Um ponto bastante legal da Pedra das Flores bem conhecido pelos locais, que nosso colega Flávio "guia de montanhas" nos levou foi o "Sofá". Tem esse nome porque lembra uma poltrona, um sofá, onde podemos encostar as costas e relaxar observando as montanhas. (...sentado no "Sofá" das Flores...) Ficamos ali alguns minutos, fizemos um pequeno lanche, tiramos diversas fotos panorâmicas, reabastecemos nossas cargas de adrenalina e rumamos em direção ao Gigante Adormecido como chamam a Pedra do Lopo (Pico do Lopo), no lado paulista - principalmente na cidade de Joanópolis/SP. Nosso destino estava logo ali à frente e não podíamos parar. (...casal Trekking e o Gigante Adormecido...) (...vem comigo, no caminho eu explico!...) Ao retornarmos a trilha, tivemos que tomar cuidado para não pegar a trilha errada, porque neste ponto tem bifurcações e a trilha correta que vai pro Cume é a que sai da direita bem encostada as flores (detalhe que existe duas trilhas, saindo pelo lado direito das Flores, o correto é pegar a trilha da esquerda. No caminho também existem pequenas bifurcações, mas é fácil de se orientar seguindo a direção das pedras. (Uma dica, é que no caminho vai ter uma pequena descida e logo em seguida uma subida mais íngreme; pra ajudar a se orientar, quando estiver subindo e ficar em cima da pedra olhe para trás e veja se está na mesma direção da Pedra das Flores que acabou de passar) Dali a visão é linda também; é muito legal ver a Pedra das Flores de longe e por outro ângulo. Dá pra ver direitinho aonde se localiza o "Sofá", um atrativo daquela pedra. A visão do Rio Jaguari e toda sua extensão pinta o cenário de azul tanto em cima quanto embaixo. Indo em direção ao Cume passamos também por uma fissura na base da pedra, que pelo que me pareceu serve de banheiro para a galera que passa por ali. (Aliás!!! Aqui vem a nota triste...infelizmente por boa parte da trilha, encontramos papel higiênico usado e não recolhido...Gente! Traga seu lixo de volta e respeite o meio ambiente. Se você quer um contato com a natureza, saiba respeitá-la, caso contrário lá não é seu lugar. [email protected]#$%&*) (...do outro lado da Pedra Flores, repare bem na pontinha; estávamos lá!...) (...a bela represa do Rio Jaguari; aqui em Sampa tomamos dessa água...) Enfim chegamos na última parte da nossa trilha. Um paredão vertical que se assemelha a uma escalaminhada. Não chega a ser vertiginoso, mas um escorregão ali causaria alguns problemas. Com um pouco de paciência e cuidado, conseguimos subir sem muitas escoriações na canela...rs! A adrenalina aumenta a medida que estamos chegando. Ali é comum encontrarmos abelhas por quase todas as árvores, mas felizmente elas não atacam. Pelo menos naquele dia, não! (...última etapa, uma adrenalizante escalaminhada...) (...se fosse fácil achar o caminho das pedras, tantas pedras no caminho não seria ruim...) A primeira coisa que fizemos chegando ao topo da Pedra do Cume (Pico do Lopo), foi hastear a bandeira paulista. Num lugar onde a Rodovia Fernão Dias cruza a estrada, desbravamos como bandeirantes as rotas de Extrema/MG. Lá de cima o Gigante Adormecido foi acordado ao som das nossas botas. O lugar é belo e tranquilo, oferecendo uma vista abrangente. Ali é o ponto mais alto da Serra do Lopo com 1.780m de altitude, diferencia-se de outros cumes pela facilidade como se chega ao local, têm-se visão de 360º graus, podendo se avistar vários pontos como: Pedra Grande (Atibaia/SP), Pico do Selado - lado mineiro (Monte Verde/MG), Pedra de São Domingos (Córrego do Bom Jesus/MG). Também as cidades de Atibaia/SP, Bragança Paulista/SP, Joanópolis/SP, Pedra Bela/SP, Vargem/SP e em noites limpas pode-se avistar as luzes do Vale do Paraíba. Ali em cima fizemos um pequeno piquenique, ouvimos um pouco de música, descansamos e recarregamos nossas forças. Depois de uma tarde maravilhosa de sol e paz, era hora de voltar. (...no alto dos seus 1.780m, tremulando nossa bandeira nas Gerais...) (...acordando o Gigante na Pedra do Cume - 1.780m de altitude...) (...lugar mais alto de Extrema/MG...) Nos preparamos para o retorno e redobramos nossa atenção como toda volta de trilhas. Naturalmente o corpo relaxa e precisamos estar alertas para pequenos imprevistos não acontecerem. Consideramos esta trilha como de nível médio, onde é necessário um bom preparo físico e uma boa vontade de se exercitar. O retorno foi pelo mesmo caminho por onde viemos. Uma aventura e tanto, com a sensação de dever cumprido, ou melhor; com a sensação de paz e equilíbrio! Recomendadíssimo para trilheiros e trekkers. Abçs! Fábio e Ni! - equipe Rolando: PedraeAsfalto! - Até breve! (...Amaryllis...) Caso queira conhecer outras aventuras da equipe Rolando: Pedra e Asfalto! só clicar no link: http://rolandopedraeasfalto.blogspot.com.br/ Obs.: Se puderem deixem comentários para melhorarmos nossa página! Gratos Fábio e Ivani!
  2. (Trilha da Pedra do Baú - Complexo Pedra do Baú) Trilha - Trilha da Pedra do Baú - Data: 08/03/2011 Trilha de Nível: Alto Complexo Pedra do Baú Localização: São Bento do Sapucaí/SP Extensão: 10 Km (Ida e Volta) - paredes de aproximadamente 400 metros - +ou- 600 degraus Perfil Altitudinal: 1.628/1.950 metros Percurso: +ou- 5 horas Piso da Trilha: Escarpas e escadas metálicas Características Ambientais: Florestas de Araucárias, Bosques de Pinheiros e Campos de Altitude Atrativos desta Trilha: Escalada em Via Ferrata com equipamento de segurança, grande variedade de flores, frutos e pássaros, caracterizando um bonito e florido ambiente serrano, bem como uma adrenalina inigualável. (Checando o equipamento...) (...Escalando com segurança...sempre!!!...) (...O céu é o limite...Acredite!!!...) (...Não confiei muito no português...Medrozo com "z"...) (...A famosa "via ferrada"; ops! Via Ferrata...) ANÁLISE DA TRILHA: A aventura inicia-se quando assinamos um termo de conhecimento de riscos com a equipe Altus Turismo Ecológico; daí por diante nos responsabilizamos por nós mesmos. Saímos de Campos do Jordão com destino à São Bento do Sapucaí, por mais ou menos 1h00 de carro, com estrada molhada e um dia bastante chuvoso. Ao chegarmos no Paiol Grande, deixamos o carro e encontramos com uma equipe da Fundação Florestal que colocavam placas indicativas pela trilha e nos avisaram que no feriado de Carnaval, por ter chovido dias seguidos a escalada poderia ser perigosa por conta das pedras lisas, mas como estávamos com equipamento de segurança apropriado eles até indicaram a subida, pois já haviam feito nesta mesma data. Ficamos sabendo que nós éramos a segunda equipe à subir até o cume no feriado desse ano, justamente por ser mais arriscado com o tempo de neblina e chuvoso. Bom! Preparamos os equipamentos a serem utilizados, colocamos as capas de chuva, a mochila nas costas e partimos pro trekking exatamente às 12:30 hs. No caminho muita plantação de bananas, a trilha faz um zig-zag pra poupar um pouco a subida íngreme. Como é uma caminhada de subida, a trilha se torna muito cansativa, e é necessário parar diversas vezes para se hidratar. No caminho existe uma fonte para se refrescar. Nesse dia bastante chuvoso, a lama estava por toda parte. Depois de mais ou menos 1h30 minutos de caminhada extenuante, chegamos ao limite vertical. A subida é feita pela face norte (lado de São Bento), por escadas metálicas, com paredes de 90º com aproximadamente 400 metros de altitude. Antes de iniciarmos nossa primeira escalada, colocamos os equipamentos de segurança para a aventura. A subida foi feita com bastante rapidez, apesar de não termos tanta experiência, pois não estava chovendo, e com as nuvens de neblina bem próximas, a altitude não incomodou tanto...rs! Depois de vencermos os mais de 600 degraus da escalada, enfim chegamos ao cume da Pedra do Baú às 14:36 hs. Do topo avista-se o belo vale do Paiol e a maravilhosa serra de Sampa e Minas Gerais. A sensação de chegar até lá...é impossível descrever...é um misto de Satisfação, Emoção, Alegria, Paz e Liberdade...enfim é uma zona de Excitação e Calmaria. Depois de tirar fotos, comer um lanche e se hidratar, foi a hora de preparar a 2ª etapa da escalada, ou seja, a mais difícil, pois o retorno é onde ocorrem a maior parte dos acidentes. Ás 15:25 hs, iniciamos a descida, já com uma garoa intensa, as pedras se tornaram escorregadias, a via ferrata estava encharcada e as pernas demasiadamente pesadas. Demoramos um pouco mais na descida da escalada, por conta desses fatos, paramos diversas vezes, para descansar e se reidratar e concluímos a descida esgotados. Após retirarmos os equipamentos de escalada, foi a hora do "Escoreggae". Tivemos um pequeno contratempo na volta, pois nos perdemos por alguns metros, mas retornamos ao início da trilha e conseguimos pegar o caminho correto. Nada que não seja normal quando estamos neste esporte de aventuras. Depois de diversos tombos e barrancos, chegamos ao fim da nossa aventura às 17: 14 hs. Nos limpamos nas "baias" do Paiol, tiramos nossa roupa ensopada, guardamos os equipamentos e partimos rumo à Campos novamente ao som do mais puro e velho Rock and Roll. Quero deixar um abraço especial, ao meu camarada MARCELINO da equipe Altus...velhão!? Que aventura sensacional! Abçs! e até nossa próxima expedição! Fábio V. Bravim (...Do alto da Pedra do Baú, 1.950 metros de altitude...) (...Escalada com a Ni...) (...Eu, Ni e Marcelino da Equipe Altus...) (...O importante não foi o fim da caminhada e sim a nossa jornada até ali...E nesse fim...encontramos este Lírio; que representa o nascimento de tudo novamente...Adrenalina Pura!!!) Se quiser conhecer mais nossas aventuras entre no Blog Rolando: Pedra e Asfalto! http://rolandopedraeasfalto.blogspot.com.br/
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