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pjarbas

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  • Data de Nascimento 11-08-1980

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  1. 21º Dia – Berlim 24/03/2015. Começamos o dia por volta das 09:00 pelas redondezas, passando pela Igreja Gedächtniskirche, que foi seriamente danificada por bombardeios da Segunda Guerra, não foi restaurada, servindo como símbolo para lembrar a destruição causada pela guerra, foi construída entre os anos 1891 e 1895 pelo Imperador Wilhelm II. Entramos na estação Wittenbergplatz com destino a Postdamer Platz. Postdamer Platz, é um famoso centro comercial com prédios modernos, oferece varias opções de lazer. Encontramos um enorme centro chamado Sony Center, um complexo com lojas, restaurantes, escritórios, e um cinema chamado IMAX. Seguimos na Rua Ebertstraße em minutos chegamos ao Memorial aos Judeus mortos na Segunda Guerra conhecido como Memorial do Holocausto, onde estão 2.711 blocos de concreto de aproximadamente 2,38 metros de comprimento por 0,95 de largura variando entre 0,2 e 4,8 metros de altura. Após uma quadra, de novo estávamos em Bradenburger Tor para mais algumas fotos. Aproveitamos que estávamos perto fomos até Filarmônica de Berlim, todas as terças feiras, as 13:00, há concertos de graça ao publico no hall do prédio da Filarmônica, concertos ministrados por aprendizes, outras vezes pelos músicos principais, não é permitido tirar fotos. Segue o link de acesso ao calendário da Filarmônica: http://www.berliner-philharmoniker.de/en/concerts/lunch-concerts/ Saímos antes de encerrar a apresentação . Na mesma região fizemos uma visita interessantíssima ao prédio onde abriga o Memorial da Resistência Alemã (Bendlerblock), criado em 20 de Julho de 1968 pelo senado Alemão. Entre 42 atentados contra que Hitler sofreu 15 foram militares, o movimento anti-nazista ficou conhecido como Resistência Alemã. Umas das tentativas bem conhecidas aconteceu em 20 de Julho de 1944, liderado pelo Coronel Von Stauffenberg, qual organizou junto com outros oficiais um atentado a bomba no quartel-general conhecido como Toca do Lobo, entre 11 feridos e 4 mortos, Hitler teve apenas ferimentos leves, esse episodio foi retratado no filme Operação Valquíria lançado em 2008 e estrelado por Tom Cruise, e neste Memorial podemos observar o pátio onde estes oficiais foram executados, bem como cartas e fotografias deixadas. Seguindo o roteiro pegamos o metro rumo a Checkpoint Charlie. Voltamos ao hotel, sem dúvida estávamos cansados sem ânimo para uma volta a noite, compramos algumas coisas no mercado para uma ceia no hotel, por lá ficamos!
  2. 20º Dia – Praga – Berlim 23/03/2015. Nesse dia madrugamos um pouco para aproveitar o café da manha do hotel, rapidamente após o café fizemos o check-out, juntamos nossas malas, e saímos rumo a estação Praga Hlavni, o trem partiria as 08:30, ao chegar na estação ficamos meio perdidos, não encontramos no painel as informações sobre nosso trem, tal como plataforma e número do trem, aproveitando nosso momento perdidos, outra vez um senhor muito solicito nos ofereceu ajuda, pensamos em se tratar de um funcionário da estação, aceitamos, então eles nos guiou até a plataforma certa, no fim do trajeto nos pediu algum dinheiro pela ajuda e tal.. Ficamos indignados e não pagamos nada, ele saiu xingando algo em tcheco.. que cena!! A viagem não foi lá confortável, ficamos em uma cabine com seis lugares, três assentos de frente para o outro, o compartimento estava cheio. Chegamos em Berlim Hbf 13:30, pegamos o metro U9 rumo a estação Kurfürstendamm, 15 minutos de caminhada até o Hotel Art'otel Berlin em kudamm onde ficamos. Ao chegar à estação de Berlim notamos imediatamente a diferença na recepção do povo alemão em relação ao Tcheco, educados, simpáticos e solícitos, voltamos a nos sentir a vontade nessa parte da viagem, Que maravilha! O Art'otel Berlim esta a uma quadra da Kurfürstendamm principal avenida da Berlim Ocidental, varias lojas de marcas famosas, restaurante, cafés, mercados, o quarto e banheiro são espaçosos, pinturas e retratos do artista Andy Warhol estão por toda parte neste hotel, Warhol foi um empresário, pintor e cineasta norte-americano. Iniciamos o check-in, guardamos as malas, em seguida voltamos à estação Kurfürstendamm, onde compramos o Tagerskarte Berlim zona AB, bilhete valido por três dias por €20,5 cada, as zonas são A,B e C, imagine as zonas como um circulo dentro do outro, A é o centro de Berlim, em seguida B e obviamente C é a última. Da estação Kurfürstendamm descemos em AlexanderPlatz, percorremos a Avenida Unter den Linden beirando o Rio Spree, começando na Alexanderplatz caminhamos aproximadamente 2 km, passamos pela torre de radiodifusão de Berlim que possui 368 metro de altura, existe um restaurante no topo da torre que gira em 360 graus a cada 20 minutos. Passamos pela Catedral de Berlim localizada na Ilhas dos Museus. Neue Wache, (Nova casa de Guarda), um prédio que funciona como Memorial da Republica da Alemanha para as Vitimas de Guerra e Tirania, algo bem intrigante é a escultura de uma mãe com seu filho morto no colo, no chão próximo a mulher esta escrito “As vitimas da guerra e da tirania”, construído entre 1816 e 1818, serviu também como memorial aos soldados que morreram durante a guerra contra Napoleão. Por fim Portão de Bradenburger. Depois hotel e revisão de roteiro.
  3. Obrigado Fernando, Março 2016 completa 1 ano, estou me esforçando para terminar o relato de toda viagem... Vamos que vamos!
  4. 19º Dia – Praga – 22/03/2015 Ao abrir a janela do quarto o dia prometia garoa, frio e céu nublado infelizmente. Terminamos o café da manha 9:30 e partimos para o Parque Colina de Petrin, este parque é o principal da cidade, para chegar até lá, é necessário usar o fulicular, outra maneira é encarar algumas centenas de degraus. Subimos usando o funicular, encaramos um vento bem gelado, nem as luvas estavam adiantando, mas valeu a pena, apesar da época em que estivemos o parque é muito bonito, acho que ainda mais na primavera, no topo do morro existe uma torre parecida com a torre Eiffel de Paris construída para exposição de Praga de 1891, outra coisa interessante é um muro que corta o parque conhecido como muro da fome, datado por volta de 1360, encomendado pelo imperador Carlos IV, construído pelos pobres da cidade a troco de comida. Trajeto de volta, não aguentamos o vento frio. Encontramos esta curiosa escultura saindo do funicular, Memorial as Vitimas do Comunismo localizado na base da Colina de Petri, simboliza a perda da identidade das pessoas diante da alienação comunista em que viveram, repare que o individuo da estatua esta se desfazendo, ou deixando de existir aos poucos. Que vento terrível!! Não ficamos muito tempo no parque, próximo a hora do almoço fomos a um restaurante que havíamos pesquisado a noite anterior chamado u tri zlatych lvu, quer dizer Os Três Leões Dourados, pessoas diziam no Tripadvisor que o prédio onde hoje funciona o restaurante, no passado foi habitado por Mozart, que viveu em Praga entre 1783 e 1787. Acertamos no restaurante, a cerveja estava ótima, a comida uma delicia, pedi o Schnitzel, prato que vinha me conquistando desde Viena, a Carla pediu o Goulash, muito bom também. Para beber pedimos uma Pilsner Urquell, considerada a primeira cerveja pilsner do mundo, com origem da cidade de Plzen, República Checa. Tivemos um ótimo almoço neste restaurante, por aproximadamente €20. Continuando o roteiro, pegamos um metrô até a estação de Vyšehrad. Vyšehrad é uma espécie de forte, localizado no alto de uma montanha, é cercado por muralhas, seu interior é composto por um cemitério, o Castelo de Vyšehrad construído no século X, a Basílica de São Pedro e São Paulo e um gigantesco jardim. Adoramos Vyšehrad, pena que estava ventando muito, 17:00 já estávamos voltando a estação de Vyšehrad rumo ao hotel. A noite fomos a uma cervejaria que também é um restaurante chamado Pivovarsky Dum, algo como Casa da Cerveja, bem recomendado no tripadvisor segundo alguns viajantes a cervejaria esta entre as 10 melhores da Europa eleito pelo The Guardian, a casa possui 8 tipo de cerveja, que são: pimenta,trigo ,banana, aveia, café, cereja, Stout escura e urtiga, pedimos um Kit degustação, são 8 copos de 150Ml cada, por €5.5, junto com uma porção de linguiça de porco apimentada, muito boa. O atendimento foi bom, o preço também. Voltamos ao hotel para arrumarmos as malas, dia seguinte partiríamos para Berlim, a passagem até Berlim compramos em Praga diretamente do site da Deutsche Bahn.
  5. 18º Dia – Praga – 21/03/2015 O dia estava bonito, após o café seguimos até a Praça Venceslau, curtimos um pouco e continuamos até a ponte Carlos. Ficamos observando aquele movimento todo, artistas, músicos, turistas, caminhamos até a entrada do Castelo de Praga onde de hora em hora acontece a troca de guarda do palácio. Troca de guarda em frente a sede presidencial. Ao fim da troca compramos bilhetes para conhecer o castelo. Segundo algumas pesquisas que fiz o castelo foi fundado em 880 pelo príncipe Borijov I e de acordo com o Guinnes Book o Castelo de Praga é um dos maiores do mundo com 70 mil metros quadrados de área, cerca de dez campos de futebol, hoje parte do castelo abriga a Presidência da Republica Tcheca. O Castelo fica no alto da colina Hradcany, a margem do rio Vltava, parece uma pequena cidade, foi reconstruída inúmeras vezes ao longo dos séculos, devido a constantes ataques, é a principal atração de Praga, une uma serie de palácios, museus, igrejas, grandes salões e jardins. Após duas horas nas dependências do castelo, o passeio terminou em uma estreita passagem chamada Caminho do Ouro que tem esse nome por ter sido moradia de diversos ourives da época, é uma amaranhado de lojinhas e galerias de artes que ocupam antigas moradias de mais de 400 anos. No caminho do ouro há também um museu com diversas armaduras, escudos, espadas. Retornamos a Praça da Cidade Velha, observamos o Relógio Astronômico. No centro da praça, em uma pequena barraca pedimos um pedaço de porco e um copo de cerveja. Já eram 16:30, voltamos ao hotel e lá ficamos planejando o ultimo dia em Praga.
  6. Valeu Dirce, que bom que esta gostando a intenção é ajudar a todos, muito em breve continuo a escrever. Abraço Paulo
  7. Olá Nayara, A viagem foi ótima, tivemos neve em Munique pela manha por algumas horas, em Viena garoou todos os dias, isso trazia muito frio e em Amsterdam alem da garoa ainda ventava bastante, digo que em Amsterdam foi o lugar que sentimos mais frio. Agora em Salzburgo, Fussen, Cracóvia, Cesk Krunlov, Praga e Berlin aproveitamos a maioria dos dias com céu claro, apesar do frio o sol nos aquecia. Infelizmente os dias podem alternar em março, acompanhe o http://www.weather.com/ para estar preparada. Uma ótima viagem!
  8. 17º Dia – Praga - Český Krumlov- Praga – 20/03/2015 Český Krumlov Saímos do hotel 5:20 rumo a estação Na Knížecí, e 6:00 em ponto o ônibus já estava encostando, fomos recebidos por uma simpática moça, nossos assentos eram os primeiros próximo ao motorista, o ônibus estava cheio, por sorte conseguimos reservar os últimos assentos. A viagem era longa, resolvi descer o encosto da poltrona, foi quando uma Tcheca enlouquecida começou a reclamar horrores falando alto e em tcheco claro, não entendemos nada, a agente do ônibus que antes simpática fechou o tempo também nos dizendo que a mulher estava reclamando porque eu deitei a poltrona e que eu não poderia fazer aquilo. Depois desse episódio até o cappuccino oferecido pela agente não adoçou a viagem ate Český. Quase três horas depois chegamos em Cesk Budejovice, onde esperamos aproximadamente 40 minutos o ônibus para Krunlov, aproveitamos para comprar alguns itens no mercado dentro da estação. Na cidade de Cesk Budjovice existe uma cervejaria chamada Budejovcky Budvar, famosa pela produção da Budweiser da qual os Tchecos dizem ser a original em relação à Budweiser americana. Aqui você pode ler sobre essa historia: http://www.cervejasdomundo.com/Bud_Bud.htm Dez da manha chegamos á Cesk Krunlov. Descemos em pequena parada chamada Spicak, cruzamos uma ponte e alguns passos chegamos ao centro da cidade. A cidade é pequena, da para aproveitar em meio período. Entre diversos restaurantes que há na cidade, escolhemos um que servia massas, comida muito bem feita, pedi ao dono da cantina alguma cerveja típica Tcheca para experimentar, então ele todo orgulhoso nos trouxe a Budweiser Budvar, dizendo ser aquela a original, diferente Bud americana, que o sabor era melhor, textura, etc. Após o almoço, voltamos andar pela cidade. Exploramos bem a cidade, ás 15:30 estávamos tomando nosso cafezinho nos despedindo da cidade, caminhamos rumo a estação central de Cesk Krunlov. Chegamos a Praga por volta das 20:00, o dia foi cansativo mas valeu a pena, Cesk Krunlov realmente é uma cidade que vale colocar no roteiro quando você passar pela Republica Tcheca. O resto da noite ficamos revisando as tarefas do dia seguinte.
  9. Olá Bárbara, O ônibus para Bad Ischl parte da praça em frente a estação central de Salzburgo, pergunte por Südtiroler Platz, há vários pontos para vários destinos, cada ponto há uma placa indicando o número do ônibus, compramos nossas passagens ida e volta no escritório da OBB dentro da estação, combinado Salzburg HBF- Bad Ischl -HBF - Hallstatt .. Abraço!
  10. 16º Dia – Praga – 19/03/2015 A viagem entre Cracóvia e Praga foi tranquila, conseguimos dormir um pouco, fiquei um pouco apreensivo quando o agente da empresa ferroviária nos alertou para não esquecermos em momento algum de trancar bem a cabine, porque alguém poderia entrar e mexer em nossas coisas, e na sequencia perguntou se eu não queria o café da manha oferecido pela companhia, eu disse que não, pois tomaríamos o café em Praga, ele não gostou muito e fez caras e bocas. Chegamos a estação de Praga Hlavni por volta das 05:30, arrastando nossas malas até ao Hotel Tivolli, que estava a alguns minutos da estação. Deixamos nossas malas trancadas em uma pequena sala, caminhamos até o centro cidade procurando algum lugar para trocar alguns Euros por Coroas Tchecas, descemos a rua que dava acesso a Praça de São Venceslau onde encontramos uma casa de cambio. Nem todas as casas de cambio em Praga usam o mesmo método, algumas são menos honestas que as outras, as taxas de câmbios mostradas nas vitrines não são verdadeiras, pois ao trocar o dinheiro eles cobram varias outras pequenas taxas, uma espécie de cilada. E por falar em cilada, encontramos uma pequena loja de cambio chamada CHANGE, trocamos apenas €20, em março €1 estava valendo 27,43 Coroas, não me lembro, mas a taxa nessa casa de cambio era de €1 x 25 coroas ou até menos. Continuamos a caminhada ao longo da Praça Venceslau, e entre uma curva e outra chegamos a Galeria Palladium, uma das maiores da cidade, as lojas estavam abrindo, fomos direto ao Mac Donald tomar um café. Saímos da Galeria rumo à praça da cidade velha, quando estávamos entrando em mais uma loja de cambio, um senhor aparentando 75 anos muito simpático e bem vestido, nos perguntou se gostaríamos de trocar alguns Euros por Coroas Tchecas, disse também que as casas de cambio daquele país cobravam taxas abusivas e que ele não concordava com aquilo, então nos propôs que trocássemos com ele, que ele poderia nos ajudar e tal. Ele com uma calculadora fez a conta, dizendo que poderia fazer €1 x 28 Coroas, com esse blá blá todo resolvemos trocar apenas €50. Com as Coroas Tchecas do senhorzinho no bolso, na praça da cidade velha, entramos na Igreja de Nossa Senhora de Týn, um dos monumentos que mais se destacam na Praça, rodeada por casas baixas, de longe podemos avistar suas torres pretas, um dos edifícios góticos mais importantes de Praga. A igreja de Týn foi financiada pela elite comercial na metade do século XIV. Após Týn, voltamos à praça, e a cidade já estava lotada de turistas, jovens guias ofereciam gratuitamente um tour explicativo pelos principais pontos de Praga, pediam apenas uma pequena gorjeta. Aglomeração para o free tour em praça da cidade velha. Fizemos o tour com uma menina bem simpática, ela nos explicou diversos fatos interessantes sobre a cidade e os principais monumentos, o tour se concentrou em torno da cidade velha, em aproximadamente 1:30 já havíamos terminado. Estátua de Franz Kafka, importante escritor Tcheco que viveu entre 1883 e 1924 Já se aproximava da hora do almoço, perguntamos a guia sobre um bom lugar para almoçar, ela nos sugeriu o restaurante próximo à praça da cidade velha. O almoço e a cerveja estavam ótimos, pena que ao pagar a conta em torno de 550 Coras Tchecas, próximo dos €20, dei o dinheiro do senhorzinho simpático ao garçom ele disse que aquele dinheiro não era Tcheco! Rsrsrsrsrs. Ok fomos enganados, pagamos a conta em Euros e o garçom nos devolveu o troco em Coroas, seguindo uma tabela de conversão do próprio restaurante. Saímos com aquele dinheiro do restaurante, ao lado havia uma casa de cambio onde perguntei para o atendente de onde era aquele dinheiro, ele grosseiramente disse “This is shit Money, rubbish”, só perguntei de onde era mais nada! Mas eita povo grosso, estávamos acostumados com a cordialidade alemã e austríaca. No final das contas o cara disse que as notas eram da Bielorússia, depois pesquisando valia aproximadamente 0,3 centavos de euros. Azar o nosso, pois em todo canto, e em relatos de viajantes, todos diziam para fazer troca de moeda somente em casas autorizadas pelo banco Tcheco. Éh deixamos o “shit money” para lá! Como dizia Rui Barbosa “Não deixem enganar pelos cabelos brancos, pois os canalhas também envelhecem”. Voltamos ao hotel para fazer o check-in e descansar um pouco. Compramos as passagens para Český Krumlov no site da Student Agency em http://www.studentagency.cz , passagens ida e volta por €30,80, conexão wifi, cafezinho ou cappuccino. Ao anoitecer fomos à estação Praha Na Knížecí para não errarmos o caminho, porque o ônibus sairia 06:00 para Cesky, foi o único horário que conseguimos, eram as últimas poltronas, 30 minutos de caminhada e já estávamos lá. Voltamos pelo centro da cidade. Hora de descansar e planejar o dia da visita a Cesky Krumlov.
  11. 15º Dia – Cracóvia – 18/03/2015 Wieliczka Fizemos nosso ritual do lanche bem rápido, encerramos o hotel e caminhamos rumo à estação de Cracóvia com nossas malas, procuramos os Lockers, deixamos as malas, trocamos alguns Euros por Zlotz e saímos à procura da rua lateral a estação de onde saem os ônibus para Wieliczka. Logo que subimos ao ônibus fomos direto a máquina que vende passagem, inserimos algumas moedas, 3 Zlotz para duas passagens, como tínhamos poucas moedas não compramos as passagens de volta, a máquina aceita somente moedas. A viagem foi rápida, 40 minutos e já estávamos em Wieliczka, com GPS do celular em mãos encontramos a mina de sal. Pagamos 55 Zlotz por cada bilhete de entrada, aproximadamente €13, acompanhados de um guia descemos por uma estreita escadaria em madeira cerca de 50 metros de profundidade 378 degraus nos levando ao primeiro nível da mina, mas não para por aí, após as escadas, a caminhada compreende 3 quilometro de caminhada (menos de 1% de todo território da mina), cerca de 1 hora até chegar ao ultimo nível da mina que é aproximadamente 135 metros abaixo do solo. A mina de Wieliczka é uma das mais antigas do mundo 700 anos de historia e cercada de lendas, como a da filha de um rei húngaro chamado Cunegunda, foi prometida ao príncipe Boleslau da Polônia, o rei húngaro feliz com o casamento de sua filha ofereceu uma grande fortuna formada por ouro e pedras preciosas como dote ao rei da Polônia. Cunegunda não concordou com o dote, opôs-se ao seu pai e disse-lhe: - Pai, por que queres dar ouro e prata aos poloneses se eles têm fartura dessas riquezas? Dê para eles uma coisa que eles carecem, assim vão lembrar para sempre a sua generosidade. -O que estás pensando minha filha? – perguntou o rei. -Pai, respondeu Cunegunda, dê para eles o sal, que eles não têm e vêm comprar no nosso país. Dê-me como dote uma das nossas minas de sal e eu levo-a para a Polônia. O rei achou graça, mas concordou achando aquilo impossível, e disse que poderia levar qualquer mina de sal para a Polônia, ela então foi a mina de sal da Transilvânia e jogou seu anel no fundo da mina. Após seu casamento com Boleslau, ela pediu ao noivo que ajudasse a procurar seu anel, então escolheu onde é hoje a mina de Wieliczka, levando mineiros para escavarem o solo e consequentemente encontrando não só seu anel que ela havia jogado na Transilvânia, mas também sal. Assim Cunegunda foi considerada santa pelos poloneses ao trazer sal para o povo. Existem várias esculturas feitas em sal pelos mineiros, inclusive a de Canegunda e de sua bela historia. Há também várias estátuas de ícones religiosos, a santa ceia também está esculpida em sal, algumas alegres como a branca de neve e os sete anões. Canegunda recebe o anel de um súdito. Das três capelas que existem dentro da mina, todas feitas de sal, desde os assentos até os lustres, a mais bonita a Catedral de Santa Cunegunda. Após a Catedral de Cunegunda, caminhamos por mais 1 hora até chegarmos a um ponto onde vendiam vários tipos de souvenirs, compramos algumas lembranças e seguimos caminho passando por um restaurante onde não consumimos nada, lá foi o ponto final da visita, esperamos o elevador que nos levaria de volta a superfície. Essa visita valeu muito a pena, impressionante ara a estrutura da mina e a profundidade, e como estão preservadas aquelas esculturas, todos os detalhes nos impressionaram muito. A visita durou 3 horas aproximadamente, voltamos ao ponto que estava ao lado oposto da rua que descemos quando chegamos, ficamos esperando ônibus. Passamos um pequeno apuro dentro ônibus, como esquecemos as moedas tivemos que sair perguntando se alguém trocava 10 Zlotz por algumas moedas, felizmente um casal de senhores rapidamente se prontificaram a nos ajudar. Chegamos em Cracóvia por volta das 15:00, descemos próximo ao castelo de Wawel. Depois de dezenas de vezes passando em frente ao um simpático dragão feito de ferro próximo ao castelo, resolvemos tirar algumas fotos. Cracóvia é uma das cidades mais antigas da Polônia há indícios de movimentação humana desde 20.000 A.C. Segunda uma lenda local a cidade foi construída em cima de uma caverna onde habitava um dragão, após ser visto por um morador da região próximo a caverna o dragão passou a ser caçado pelo príncipe Krak e seus melhores guerreiros (Krak originou o nome Cracóvia). Todas as tentativas contra o Dragão foram inúteis, foi então que o príncipe Krak prometeu ceder a mao de sua filha Wanda e metade do reino a aquele que libertar a vila do dragão seja ele cavaleiro ou não. Várias pessoas surgiram sem nenhum sucesso, foi quando apareceu um humilde sapateiro de nome Skuba, dizendo que para ele conseguir matar o dragão ele precisaria de um carneiro. Skuba então matou o carneiro abriu e encheu seu interior com uma mistura de alcatrão e enxofre, deixando o carneiro em frente à gruta do dragão. O dragão guloso havia comido o carneiro despertando uma forte sede, foi quando o dragão bebeu enorme quantidade do rio Wisla até explodir, assim libertando o reino de Cracóvia. Por isso há um dragão em frente ao castelo, que minuto a minuto solta fogo atraindo dezenas de turistas. Depois de ver o dragão, voltamos aos mesmos pontos que já havíamos passado, ficamos por algumas horas na praça principal Stare Miastro apreciando artistas de rua, o vai e vem de turistas, a barracas vendendo flores. Já passavam das 16:30 fomos até a Galeria Krakoswska que estava grudada a estação de trem, procuramos algo para comer na praça de alimentação, depois andamos por algumas lojas, a Carla queria comprar uma bota que tinha visto, e assim ficamos até a chegada do trem para Praga. Praça de alimentaçao em Galeria Krakoswka O padrão de trem e cabine na viagem para Praga foi o mesmo que entre Viena e Cracóvia, com a diferença de que a tripulação já não era mais polonesa e sim tcheca. Valeu Cracóvia.. Hora de partir!!!
  12. 14º Dia – Cracóvia – 17/03/2015 Auschwitz- Birkenau Mais um dia de céu azul e sol, após o lanche da manha, fomos ao ponto de encontro da Krakow City Tours, de onde partiria ás 09:00 o ônibus para Auschwitz. Chegamos 11:30 e rapidamente fomos guiados a fila da bilheteria, em seguida pegamos um aparelho de áudio. Os aparelhos estavam conectados usando a mesma frequência que o aparelho da guia que nos conduziu através das dependências do Memorial, conforme avançávamos em cada parte, tínhamos explicações dos fatos ocorridos. O Memorial estava cheio, grupos e mais grupos de turistas e estudantes, apesar das ótimas explicações, a guia apressava os passos, a todo o momento eu ficava para trás, pois parava para registrar algumas fotos onde era permitido. "Arbeit macht frei ", algo como "O trabalho liberta" , escrito pelos nazista para confortar os prisioneiros. Lembro-me quando era adolescente, meu pai tinha um livro chamado Holocausto – O Massacre de 6 Milhões, escrito por Bem Abrahan, polonês naturalizado brasileiro. O livro narra às atrocidades cometidas pelo regime nazista vivida pelo autor em Auschwitz. Li este livro, consequentemente fiquei interessado por historias relacionadas à primeira e segunda guerra mundial, na verdade nos dois estávamos bastante curiosos em conhecer Auschwitz e Birkenau. Em Auschwitz nem preciso dizer que a visita foi tensa, certos lugares me causavam arrepios, em cada bloco do complexo havia uma historia terrível, salas com milhares de pertences dos prisioneiros, malas com nomes escritos, roupas, calçados, óculos entre outros tipos, um dos mais intrigantes é onde há uma sala com milhares de latas de Zyklon B, pesticida a base de ácido cianídrico usados nas câmaras de gás. Após uma 1:30 de visita tivemos 15 minutos de intervalo, voltamos ao ônibus para continuarmos até Birkenau. Birkenau esta a 3 quilômetros de Auschwitz, o objetivo do campo era o extermínio, existia 4 crematórios, dos quais podiam receber aproximadamente 2.500 pessoas de uma só vez, no final da guerra os nazistas destruíram as câmaras de gás e os crematórios com a intenção de esconder o que acontecia. O terrível caminho a Birkenau. Segundo a guia, este vagão minúsculo poderia transportar 80 prisioneiros, todos de pé por vários e vários quilômetros, muitos não suportavam, chegando em Birkenau já adoecidos ou mortos. Alojamento preservado, um dos poucos que restaram em Birkenau. Dentro do alojamento, onde os prisioneiros dormiam, todos amontoados. O que sobrou do crematório destruído pelos Nazistas antes da retirada. Esperança para uma nova geração !! Encerramos ás 14:00. Chegando em Cracóvia, a missão era procurar o restaurante Beer House para trocar os brindes fornecidos pela empresa por almoço. Como estávamos no décimo quarto dia de viagem, já era hora de procurar uma lavanderia, então voltamos ao hotel, juntamos algumas roupas e fomos a uma lavanderia próxima chamada pepepralnia samoobsługowa, o mistério eram as instruções em polonês, a lavanderia era estilo “faça você mesmo”, nossa sorte foi aparecer um rapaz bem simpático para nos ajudar com o processo. Tudo pronto, 22:30, já no hotel começamos a programar a lista de tarefas para o dia seguinte, seria nosso último dia na Polônia e tínhamos o dia inteiro para aproveitar, programamos um bate e volta até a cidade de Wieliczka para conhecer a mina de sal.
  13. 13º Dia – Cracóvia – 16/03/2015 Mais um dia de sol e céu azul, ao acordar fui até a um mercado que havia ao lado e comprei alguns pães, manteiga queijos e frutas, no quarto tinha uma chaleira elétrica onde esquentamos água para o café. Aproveitamos e fomos até o correio para retirar os bilhetes trem noturno entre Cracóvia e Praga, compramos através do site da Polrail em:https://booking.polrail.com/index.php?main_page=page_5 Confesso que tive um pouco de medo em comprar, mas deu tudo certo, o agente Jeffrey Dobek respondeu todos os emails que enviei. O procedimento foi o seguinte, compramos através do site, em seguida nos enviaram um arquivo contendo a confirmação e os dados da compra, em seguida outro email anexo informações referente ao ponto de retirada do bilhete, complicado é que pesquisando em diversos outros roteiros, muitos reclamaram que boa parte das pessoas não falava inglês na Polônia, para este caso o agente da Polrail nos enviou não só o mapa do ponto de retirada, mas uma frase no rodapé da página que dizia “Nazywam się Paulo Pereira z Brazylii. Mam odebrać list wysłany z Bydgoszczy Pocztex'em na Poste Restante" algo como “”Meu nome é Paulo do Brasil, eu tenho que pegar a carta enviada a partir de Bydgoszcz, e o numero do meu pedido”, onde Bydgoszcz é a cidade onde fica a matriz da Polrail. Apesar desse processo todo não ser tão prático quanto o da empresa OBB Austríaca, foi bem tranquilo, apenas ficamos na fila, em seguida entregamos a folha contendo os dizeres a funcionaria do correio. Após a experiência nos correios, caminhamos lentamente por 40 minutos até a Fábrica de Schindler. Alguns metros antes da Fábrica, avistamos algumas dezenas de cadeiras de ferro na praça chamada Plac Bohaterów Getta que quer dizer Praça dos Heróis do Gueto. Durante a segunda guerra os Judeus rumavam para a praça dos heróis, que naquele tempo se chamava Plac Zgody ou Praça da Concórdia, levavam parte de seus pertences e aguardavam as ordens dos nazistas, neste caso o destino certamente era para os campos de extermínio próximo as cidades de Plaszow e Auschwitz. Continuando o trajeto, neste túnel criativo, a luz do sol atravessavam as letras que estavam no teto formando as palavras na parede lateral. Enfim chegamos. Esta foi uma antiga fabrica de panelas qual pertenceu a Oskar Schindler, serviu também para a filmagem de A Schindler produzida em 1993. As instalações da fábrica foram recentemente transformadas em museu. Logo no começo uma exposição permanente mostra como era a vida e o cotidiano na cidade de Cracóvia naquele tempo, em algumas partes do museu nas paredes pode-se ver nomes dos funcionários de Schindler, bem como seus pertences. Através de fotos, documentos originais, cartas, efeitos de áudio e vídeo, fomos transportados para aquela difícil época. Escritório de Oskar Schindler Encerramos as 14:00, saímos a procura de algum lugar para almoçar, próximo a fábrica atravessando o rio Wisla encontramos a Galeria Kazimierz, fomos direto a praça de alimentação onde servimos por kilo. Após o almoço a caminho do hotel na rua Florianska encontramos a empresa Krakow City Tours que oferece visitas em atrações as cidades vizinhas a Cracóvia, foi lá que reservamos a visita para o memorial do campo de concentração de Auschwitz e Birkenau, a visita é possível somente com guia, e nos custaram € 49 casal, com direito a um almoço em um pequeno pub restaurante chamado Beer House Restaurant, próximo ao escritório Krakow City Tours. Reservamos o tour e continuamos até o hotel. A noite resolvemos conhecer um bar chamado Alchemia localizado no bairro Judeu, com uma decoração muito singular, nos lembra uma casa antiga, com mesas de madeira, armários velhos e luz de velas, o lugar é bem aconchegante e acolhedor. Rua Florianska Bar Alchemia Fazia muito frio aquela noite, andamos pela região por alguns instantes e resolvemos voltar ao hotel, no caminho na Rua Florianska tivemos a sorte de encontrar um Jazz Club chamado u Muniaka. Através um corredor estreito o bar se encontra em uma espécie de caverna, somente uma plaquinha o anunciava. Porta de entrada Como adoramos Jazz, decidimos entrar e pedir uma cerveja até que a apresentação da banda do Sr Muniaka, dono e músico do estabelecimento se preparavam para entrar em cena. U Muniaka, um senhorzinho saxofonista, mandou ver, até a pausa para um cálice de vinho e um charuto, o restante da banda continuou. A casa não era tão grande, e não havia tantas pessoas, mas o som estava ótimo, adoramos. Bebemos alguns copos de cerveja e continuamos rumo ao hotel. O dia seguinte, o plano era visitar o campo de concentração de Auschwitz.
  14. Bom dia Vitor!! Estamos bem obrigado, quanto tempo mesmo hein .. Seu relato sobre Amsterdam ajudou muito. Sobre Munique infelizmente não conseguimos visitar tudo aquilo que planejamos, a cidade é realmente muito bonita, em compensação aproveitamos bem o dia em Fussen, e olha!! como valeu a pena, estava aquele contraste lindo entre o céu azul e a neve. Já Já retomo o relato Vitor, vou separar umas fotos legais !! Grande abraço !!
  15. 12º Dia – Cracóvia – 15/03/2015 A viagem foi tranquila! Bom, pelo menos para mim! Para Carla não foi o mesmo infelizmente, passou mal a noite toda por causa da comida. O trem parou por uma hora em uma pequena cidade Tcheca na fronteira com a Áustria chamada Breclav. A cabine é aconchegante, em cima da cama havia um Kit contendo sabonete e toalha de rosto, uma garrafa de água mineral e um croissant doce. Chegamos em Cracóvia 06h30min, estava frio e prometia céu claro e sol , uffa!!! Dentro da estação de trem trocamos alguns Euros por Zloty, cotação €1 / zł 4, em seguida caminhamos até ao hotel. Ficamos no Apart. Hotel Pergamin, estava a 10 minutos de caminhada da estação, infelizmente não foi possível fazer o check-in com antecedência, a recepcionista foi simpática e nos cedeu uma sala para guardarmos as malas, assim poderíamos conhecer a cidade. Como ainda era cedo quase não havia nada aberto para um café, caminhando na rua principal da cidade, Florianska, encontramos um McDonald’s onde tomamos o café da manhã, e lá ficamos até o despertar da cidade. Estávamos próximo ao monumento chamado Barbican na parte velha da cidade “Stare Miastro”`, era do alto do Barbican que soldados poloneses protegiam a cidade de invasores na idade média. Entrada para cidade velha. Em frente ao Barbican há uma estátua de Jan Matejko, pintor polonês que viveu entre 1838 á 1893. Aos poucos as pessoas foram aparecendo. Descemos a Florianska até a praça conhecida como Praça do Mercado “Rynek Glowny” , ponto de encontro da cidade, considerada a maior praça da Europa, encontramos uma legião de turistas, muitas lojas de souvenires, carruagem para passeio e vários restaurantes. Passamos alguns minutos sentados tirando fotos, levantamos e seguimos caminho, quando estávamos um pouco distante da praça um garoto nos alcançou e me devolveu a bolsa da máquina que eu havia deixado no banco da praça, engraçado que ele estava gritando em polonês algo como “a bolsa! a bolsa!” disse mais algumas palavras, e nós o agradecemos bastante pela gentileza. Da Praça do Mercado seguimos até a região onde fica o Castelo de Wawel. Voltamos ao Hotel para fazer o tão esperado check-in. À noite estávamos esgotados, apenas saímos nas proximidades do hotel procurando algum mercado. O dia seguinte planejamos ir a Fábrica de Schildler.
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