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pjarbas

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  1. 21º Dia – Berlim 24/03/2015. Começamos o dia por volta das 09:00 pelas redondezas, passando pela Igreja Gedächtniskirche, que foi seriamente danificada por bombardeios da Segunda Guerra, não foi restaurada, servindo como símbolo para lembrar a destruição causada pela guerra, foi construída entre os anos 1891 e 1895 pelo Imperador Wilhelm II. Entramos na estação Wittenbergplatz com destino a Postdamer Platz. Postdamer Platz, é um famoso centro comercial com prédios modernos, oferece varias opções de lazer. Encontramos um enorme centro chamado Sony Center, um complexo com lojas, restaurantes, escritórios, e um cinema chamado IMAX. Seguimos na Rua Ebertstraße em minutos chegamos ao Memorial aos Judeus mortos na Segunda Guerra conhecido como Memorial do Holocausto, onde estão 2.711 blocos de concreto de aproximadamente 2,38 metros de comprimento por 0,95 de largura variando entre 0,2 e 4,8 metros de altura. Após uma quadra, de novo estávamos em Bradenburger Tor para mais algumas fotos. Aproveitamos que estávamos perto fomos até Filarmônica de Berlim, todas as terças feiras, as 13:00, há concertos de graça ao publico no hall do prédio da Filarmônica, concertos ministrados por aprendizes, outras vezes pelos músicos principais, não é permitido tirar fotos. Segue o link de acesso ao calendário da Filarmônica: http://www.berliner-philharmoniker.de/en/concerts/lunch-concerts/ Saímos antes de encerrar a apresentação . Na mesma região fizemos uma visita interessantíssima ao prédio onde abriga o Memorial da Resistência Alemã (Bendlerblock), criado em 20 de Julho de 1968 pelo senado Alemão. Entre 42 atentados contra que Hitler sofreu 15 foram militares, o movimento anti-nazista ficou conhecido como Resistência Alemã. Umas das tentativas bem conhecidas aconteceu em 20 de Julho de 1944, liderado pelo Coronel Von Stauffenberg, qual organizou junto com outros oficiais um atentado a bomba no quartel-general conhecido como Toca do Lobo, entre 11 feridos e 4 mortos, Hitler teve apenas ferimentos leves, esse episodio foi retratado no filme Operação Valquíria lançado em 2008 e estrelado por Tom Cruise, e neste Memorial podemos observar o pátio onde estes oficiais foram executados, bem como cartas e fotografias deixadas. Seguindo o roteiro pegamos o metro rumo a Checkpoint Charlie. Voltamos ao hotel, sem dúvida estávamos cansados sem ânimo para uma volta a noite, compramos algumas coisas no mercado para uma ceia no hotel, por lá ficamos!
  2. 20º Dia – Praga – Berlim 23/03/2015. Nesse dia madrugamos um pouco para aproveitar o café da manha do hotel, rapidamente após o café fizemos o check-out, juntamos nossas malas, e saímos rumo a estação Praga Hlavni, o trem partiria as 08:30, ao chegar na estação ficamos meio perdidos, não encontramos no painel as informações sobre nosso trem, tal como plataforma e número do trem, aproveitando nosso momento perdidos, outra vez um senhor muito solicito nos ofereceu ajuda, pensamos em se tratar de um funcionário da estação, aceitamos, então eles nos guiou até a plataforma certa, no fim do trajeto nos pediu algum dinheiro pela ajuda e tal.. Ficamos indignados e não pagamos nada, ele saiu xingando algo em tcheco.. que cena!! A viagem não foi lá confortável, ficamos em uma cabine com seis lugares, três assentos de frente para o outro, o compartimento estava cheio. Chegamos em Berlim Hbf 13:30, pegamos o metro U9 rumo a estação Kurfürstendamm, 15 minutos de caminhada até o Hotel Art'otel Berlin em kudamm onde ficamos. Ao chegar à estação de Berlim notamos imediatamente a diferença na recepção do povo alemão em relação ao Tcheco, educados, simpáticos e solícitos, voltamos a nos sentir a vontade nessa parte da viagem, Que maravilha! O Art'otel Berlim esta a uma quadra da Kurfürstendamm principal avenida da Berlim Ocidental, varias lojas de marcas famosas, restaurante, cafés, mercados, o quarto e banheiro são espaçosos, pinturas e retratos do artista Andy Warhol estão por toda parte neste hotel, Warhol foi um empresário, pintor e cineasta norte-americano. Iniciamos o check-in, guardamos as malas, em seguida voltamos à estação Kurfürstendamm, onde compramos o Tagerskarte Berlim zona AB, bilhete valido por três dias por €20,5 cada, as zonas são A,B e C, imagine as zonas como um circulo dentro do outro, A é o centro de Berlim, em seguida B e obviamente C é a última. Da estação Kurfürstendamm descemos em AlexanderPlatz, percorremos a Avenida Unter den Linden beirando o Rio Spree, começando na Alexanderplatz caminhamos aproximadamente 2 km, passamos pela torre de radiodifusão de Berlim que possui 368 metro de altura, existe um restaurante no topo da torre que gira em 360 graus a cada 20 minutos. Passamos pela Catedral de Berlim localizada na Ilhas dos Museus. Neue Wache, (Nova casa de Guarda), um prédio que funciona como Memorial da Republica da Alemanha para as Vitimas de Guerra e Tirania, algo bem intrigante é a escultura de uma mãe com seu filho morto no colo, no chão próximo a mulher esta escrito “As vitimas da guerra e da tirania”, construído entre 1816 e 1818, serviu também como memorial aos soldados que morreram durante a guerra contra Napoleão. Por fim Portão de Bradenburger. Depois hotel e revisão de roteiro.
  3. Obrigado Fernando, Março 2016 completa 1 ano, estou me esforçando para terminar o relato de toda viagem... Vamos que vamos!
  4. 19º Dia – Praga – 22/03/2015 Ao abrir a janela do quarto o dia prometia garoa, frio e céu nublado infelizmente. Terminamos o café da manha 9:30 e partimos para o Parque Colina de Petrin, este parque é o principal da cidade, para chegar até lá, é necessário usar o fulicular, outra maneira é encarar algumas centenas de degraus. Subimos usando o funicular, encaramos um vento bem gelado, nem as luvas estavam adiantando, mas valeu a pena, apesar da época em que estivemos o parque é muito bonito, acho que ainda mais na primavera, no topo do morro existe uma torre parecida com a torre Eiffel de Paris construída para exposição de Praga de 1891, outra coisa interessante é um muro que corta o parque conhecido como muro da fome, datado por volta de 1360, encomendado pelo imperador Carlos IV, construído pelos pobres da cidade a troco de comida. Trajeto de volta, não aguentamos o vento frio. Encontramos esta curiosa escultura saindo do funicular, Memorial as Vitimas do Comunismo localizado na base da Colina de Petri, simboliza a perda da identidade das pessoas diante da alienação comunista em que viveram, repare que o individuo da estatua esta se desfazendo, ou deixando de existir aos poucos. Que vento terrível!! Não ficamos muito tempo no parque, próximo a hora do almoço fomos a um restaurante que havíamos pesquisado a noite anterior chamado u tri zlatych lvu, quer dizer Os Três Leões Dourados, pessoas diziam no Tripadvisor que o prédio onde hoje funciona o restaurante, no passado foi habitado por Mozart, que viveu em Praga entre 1783 e 1787. Acertamos no restaurante, a cerveja estava ótima, a comida uma delicia, pedi o Schnitzel, prato que vinha me conquistando desde Viena, a Carla pediu o Goulash, muito bom também. Para beber pedimos uma Pilsner Urquell, considerada a primeira cerveja pilsner do mundo, com origem da cidade de Plzen, República Checa. Tivemos um ótimo almoço neste restaurante, por aproximadamente €20. Continuando o roteiro, pegamos um metrô até a estação de Vyšehrad. Vyšehrad é uma espécie de forte, localizado no alto de uma montanha, é cercado por muralhas, seu interior é composto por um cemitério, o Castelo de Vyšehrad construído no século X, a Basílica de São Pedro e São Paulo e um gigantesco jardim. Adoramos Vyšehrad, pena que estava ventando muito, 17:00 já estávamos voltando a estação de Vyšehrad rumo ao hotel. A noite fomos a uma cervejaria que também é um restaurante chamado Pivovarsky Dum, algo como Casa da Cerveja, bem recomendado no tripadvisor segundo alguns viajantes a cervejaria esta entre as 10 melhores da Europa eleito pelo The Guardian, a casa possui 8 tipo de cerveja, que são: pimenta,trigo ,banana, aveia, café, cereja, Stout escura e urtiga, pedimos um Kit degustação, são 8 copos de 150Ml cada, por €5.5, junto com uma porção de linguiça de porco apimentada, muito boa. O atendimento foi bom, o preço também. Voltamos ao hotel para arrumarmos as malas, dia seguinte partiríamos para Berlim, a passagem até Berlim compramos em Praga diretamente do site da Deutsche Bahn.
  5. 18º Dia – Praga – 21/03/2015 O dia estava bonito, após o café seguimos até a Praça Venceslau, curtimos um pouco e continuamos até a ponte Carlos. Ficamos observando aquele movimento todo, artistas, músicos, turistas, caminhamos até a entrada do Castelo de Praga onde de hora em hora acontece a troca de guarda do palácio. Troca de guarda em frente a sede presidencial. Ao fim da troca compramos bilhetes para conhecer o castelo. Segundo algumas pesquisas que fiz o castelo foi fundado em 880 pelo príncipe Borijov I e de acordo com o Guinnes Book o Castelo de Praga é um dos maiores do mundo com 70 mil metros quadrados de área, cerca de dez campos de futebol, hoje parte do castelo abriga a Presidência da Republica Tcheca. O Castelo fica no alto da colina Hradcany, a margem do rio Vltava, parece uma pequena cidade, foi reconstruída inúmeras vezes ao longo dos séculos, devido a constantes ataques, é a principal atração de Praga, une uma serie de palácios, museus, igrejas, grandes salões e jardins. Após duas horas nas dependências do castelo, o passeio terminou em uma estreita passagem chamada Caminho do Ouro que tem esse nome por ter sido moradia de diversos ourives da época, é uma amaranhado de lojinhas e galerias de artes que ocupam antigas moradias de mais de 400 anos. No caminho do ouro há também um museu com diversas armaduras, escudos, espadas. Retornamos a Praça da Cidade Velha, observamos o Relógio Astronômico. No centro da praça, em uma pequena barraca pedimos um pedaço de porco e um copo de cerveja. Já eram 16:30, voltamos ao hotel e lá ficamos planejando o ultimo dia em Praga.
  6. Valeu Dirce, que bom que esta gostando a intenção é ajudar a todos, muito em breve continuo a escrever. Abraço Paulo
  7. Olá Nayara, A viagem foi ótima, tivemos neve em Munique pela manha por algumas horas, em Viena garoou todos os dias, isso trazia muito frio e em Amsterdam alem da garoa ainda ventava bastante, digo que em Amsterdam foi o lugar que sentimos mais frio. Agora em Salzburgo, Fussen, Cracóvia, Cesk Krunlov, Praga e Berlin aproveitamos a maioria dos dias com céu claro, apesar do frio o sol nos aquecia. Infelizmente os dias podem alternar em março, acompanhe o http://www.weather.com/ para estar preparada. Uma ótima viagem!
  8. 17º Dia – Praga - Český Krumlov- Praga – 20/03/2015 Český Krumlov Saímos do hotel 5:20 rumo a estação Na Knížecí, e 6:00 em ponto o ônibus já estava encostando, fomos recebidos por uma simpática moça, nossos assentos eram os primeiros próximo ao motorista, o ônibus estava cheio, por sorte conseguimos reservar os últimos assentos. A viagem era longa, resolvi descer o encosto da poltrona, foi quando uma Tcheca enlouquecida começou a reclamar horrores falando alto e em tcheco claro, não entendemos nada, a agente do ônibus que antes simpática fechou o tempo também nos dizendo que a mulher estava reclamando porque eu deitei a poltrona e que eu não poderia fazer aquilo. Depois desse episódio até o cappuccino oferecido pela agente não adoçou a viagem ate Český. Quase três horas depois chegamos em Cesk Budejovice, onde esperamos aproximadamente 40 minutos o ônibus para Krunlov, aproveitamos para comprar alguns itens no mercado dentro da estação. Na cidade de Cesk Budjovice existe uma cervejaria chamada Budejovcky Budvar, famosa pela produção da Budweiser da qual os Tchecos dizem ser a original em relação à Budweiser americana. Aqui você pode ler sobre essa historia: http://www.cervejasdomundo.com/Bud_Bud.htm Dez da manha chegamos á Cesk Krunlov. Descemos em pequena parada chamada Spicak, cruzamos uma ponte e alguns passos chegamos ao centro da cidade. A cidade é pequena, da para aproveitar em meio período. Entre diversos restaurantes que há na cidade, escolhemos um que servia massas, comida muito bem feita, pedi ao dono da cantina alguma cerveja típica Tcheca para experimentar, então ele todo orgulhoso nos trouxe a Budweiser Budvar, dizendo ser aquela a original, diferente Bud americana, que o sabor era melhor, textura, etc. Após o almoço, voltamos andar pela cidade. Exploramos bem a cidade, ás 15:30 estávamos tomando nosso cafezinho nos despedindo da cidade, caminhamos rumo a estação central de Cesk Krunlov. Chegamos a Praga por volta das 20:00, o dia foi cansativo mas valeu a pena, Cesk Krunlov realmente é uma cidade que vale colocar no roteiro quando você passar pela Republica Tcheca. O resto da noite ficamos revisando as tarefas do dia seguinte.
  9. Olá Bárbara, O ônibus para Bad Ischl parte da praça em frente a estação central de Salzburgo, pergunte por Südtiroler Platz, há vários pontos para vários destinos, cada ponto há uma placa indicando o número do ônibus, compramos nossas passagens ida e volta no escritório da OBB dentro da estação, combinado Salzburg HBF- Bad Ischl -HBF - Hallstatt .. Abraço!
  10. 16º Dia – Praga – 19/03/2015 A viagem entre Cracóvia e Praga foi tranquila, conseguimos dormir um pouco, fiquei um pouco apreensivo quando o agente da empresa ferroviária nos alertou para não esquecermos em momento algum de trancar bem a cabine, porque alguém poderia entrar e mexer em nossas coisas, e na sequencia perguntou se eu não queria o café da manha oferecido pela companhia, eu disse que não, pois tomaríamos o café em Praga, ele não gostou muito e fez caras e bocas. Chegamos a estação de Praga Hlavni por volta das 05:30, arrastando nossas malas até ao Hotel Tivolli, que estava a alguns minutos da estação. Deixamos nossas malas trancadas em uma pequena sala, caminhamos até o centro cidade procurando algum lugar para trocar alguns Euros por Coroas Tchecas, descemos a rua que dava acesso a Praça de São Venceslau onde encontramos uma casa de cambio. Nem todas as casas de cambio em Praga usam o mesmo método, algumas são menos honestas que as outras, as taxas de câmbios mostradas nas vitrines não são verdadeiras, pois ao trocar o dinheiro eles cobram varias outras pequenas taxas, uma espécie de cilada. E por falar em cilada, encontramos uma pequena loja de cambio chamada CHANGE, trocamos apenas €20, em março €1 estava valendo 27,43 Coroas, não me lembro, mas a taxa nessa casa de cambio era de €1 x 25 coroas ou até menos. Continuamos a caminhada ao longo da Praça Venceslau, e entre uma curva e outra chegamos a Galeria Palladium, uma das maiores da cidade, as lojas estavam abrindo, fomos direto ao Mac Donald tomar um café. Saímos da Galeria rumo à praça da cidade velha, quando estávamos entrando em mais uma loja de cambio, um senhor aparentando 75 anos muito simpático e bem vestido, nos perguntou se gostaríamos de trocar alguns Euros por Coroas Tchecas, disse também que as casas de cambio daquele país cobravam taxas abusivas e que ele não concordava com aquilo, então nos propôs que trocássemos com ele, que ele poderia nos ajudar e tal. Ele com uma calculadora fez a conta, dizendo que poderia fazer €1 x 28 Coroas, com esse blá blá todo resolvemos trocar apenas €50. Com as Coroas Tchecas do senhorzinho no bolso, na praça da cidade velha, entramos na Igreja de Nossa Senhora de Týn, um dos monumentos que mais se destacam na Praça, rodeada por casas baixas, de longe podemos avistar suas torres pretas, um dos edifícios góticos mais importantes de Praga. A igreja de Týn foi financiada pela elite comercial na metade do século XIV. Após Týn, voltamos à praça, e a cidade já estava lotada de turistas, jovens guias ofereciam gratuitamente um tour explicativo pelos principais pontos de Praga, pediam apenas uma pequena gorjeta. Aglomeração para o free tour em praça da cidade velha. Fizemos o tour com uma menina bem simpática, ela nos explicou diversos fatos interessantes sobre a cidade e os principais monumentos, o tour se concentrou em torno da cidade velha, em aproximadamente 1:30 já havíamos terminado. Estátua de Franz Kafka, importante escritor Tcheco que viveu entre 1883 e 1924 Já se aproximava da hora do almoço, perguntamos a guia sobre um bom lugar para almoçar, ela nos sugeriu o restaurante próximo à praça da cidade velha. O almoço e a cerveja estavam ótimos, pena que ao pagar a conta em torno de 550 Coras Tchecas, próximo dos €20, dei o dinheiro do senhorzinho simpático ao garçom ele disse que aquele dinheiro não era Tcheco! Rsrsrsrsrs. Ok fomos enganados, pagamos a conta em Euros e o garçom nos devolveu o troco em Coroas, seguindo uma tabela de conversão do próprio restaurante. Saímos com aquele dinheiro do restaurante, ao lado havia uma casa de cambio onde perguntei para o atendente de onde era aquele dinheiro, ele grosseiramente disse “This is shit Money, rubbish”, só perguntei de onde era mais nada! Mas eita povo grosso, estávamos acostumados com a cordialidade alemã e austríaca. No final das contas o cara disse que as notas eram da Bielorússia, depois pesquisando valia aproximadamente 0,3 centavos de euros. Azar o nosso, pois em todo canto, e em relatos de viajantes, todos diziam para fazer troca de moeda somente em casas autorizadas pelo banco Tcheco. Éh deixamos o “shit money” para lá! Como dizia Rui Barbosa “Não deixem enganar pelos cabelos brancos, pois os canalhas também envelhecem”. Voltamos ao hotel para fazer o check-in e descansar um pouco. Compramos as passagens para Český Krumlov no site da Student Agency em http://www.studentagency.cz , passagens ida e volta por €30,80, conexão wifi, cafezinho ou cappuccino. Ao anoitecer fomos à estação Praha Na Knížecí para não errarmos o caminho, porque o ônibus sairia 06:00 para Cesky, foi o único horário que conseguimos, eram as últimas poltronas, 30 minutos de caminhada e já estávamos lá. Voltamos pelo centro da cidade. Hora de descansar e planejar o dia da visita a Cesky Krumlov.
  11. 15º Dia – Cracóvia – 18/03/2015 Wieliczka Fizemos nosso ritual do lanche bem rápido, encerramos o hotel e caminhamos rumo à estação de Cracóvia com nossas malas, procuramos os Lockers, deixamos as malas, trocamos alguns Euros por Zlotz e saímos à procura da rua lateral a estação de onde saem os ônibus para Wieliczka. Logo que subimos ao ônibus fomos direto a máquina que vende passagem, inserimos algumas moedas, 3 Zlotz para duas passagens, como tínhamos poucas moedas não compramos as passagens de volta, a máquina aceita somente moedas. A viagem foi rápida, 40 minutos e já estávamos em Wieliczka, com GPS do celular em mãos encontramos a mina de sal. Pagamos 55 Zlotz por cada bilhete de entrada, aproximadamente €13, acompanhados de um guia descemos por uma estreita escadaria em madeira cerca de 50 metros de profundidade 378 degraus nos levando ao primeiro nível da mina, mas não para por aí, após as escadas, a caminhada compreende 3 quilometro de caminhada (menos de 1% de todo território da mina), cerca de 1 hora até chegar ao ultimo nível da mina que é aproximadamente 135 metros abaixo do solo. A mina de Wieliczka é uma das mais antigas do mundo 700 anos de historia e cercada de lendas, como a da filha de um rei húngaro chamado Cunegunda, foi prometida ao príncipe Boleslau da Polônia, o rei húngaro feliz com o casamento de sua filha ofereceu uma grande fortuna formada por ouro e pedras preciosas como dote ao rei da Polônia. Cunegunda não concordou com o dote, opôs-se ao seu pai e disse-lhe: - Pai, por que queres dar ouro e prata aos poloneses se eles têm fartura dessas riquezas? Dê para eles uma coisa que eles carecem, assim vão lembrar para sempre a sua generosidade. -O que estás pensando minha filha? – perguntou o rei. -Pai, respondeu Cunegunda, dê para eles o sal, que eles não têm e vêm comprar no nosso país. Dê-me como dote uma das nossas minas de sal e eu levo-a para a Polônia. O rei achou graça, mas concordou achando aquilo impossível, e disse que poderia levar qualquer mina de sal para a Polônia, ela então foi a mina de sal da Transilvânia e jogou seu anel no fundo da mina. Após seu casamento com Boleslau, ela pediu ao noivo que ajudasse a procurar seu anel, então escolheu onde é hoje a mina de Wieliczka, levando mineiros para escavarem o solo e consequentemente encontrando não só seu anel que ela havia jogado na Transilvânia, mas também sal. Assim Cunegunda foi considerada santa pelos poloneses ao trazer sal para o povo. Existem várias esculturas feitas em sal pelos mineiros, inclusive a de Canegunda e de sua bela historia. Há também várias estátuas de ícones religiosos, a santa ceia também está esculpida em sal, algumas alegres como a branca de neve e os sete anões. Canegunda recebe o anel de um súdito. Das três capelas que existem dentro da mina, todas feitas de sal, desde os assentos até os lustres, a mais bonita a Catedral de Santa Cunegunda. Após a Catedral de Cunegunda, caminhamos por mais 1 hora até chegarmos a um ponto onde vendiam vários tipos de souvenirs, compramos algumas lembranças e seguimos caminho passando por um restaurante onde não consumimos nada, lá foi o ponto final da visita, esperamos o elevador que nos levaria de volta a superfície. Essa visita valeu muito a pena, impressionante ara a estrutura da mina e a profundidade, e como estão preservadas aquelas esculturas, todos os detalhes nos impressionaram muito. A visita durou 3 horas aproximadamente, voltamos ao ponto que estava ao lado oposto da rua que descemos quando chegamos, ficamos esperando ônibus. Passamos um pequeno apuro dentro ônibus, como esquecemos as moedas tivemos que sair perguntando se alguém trocava 10 Zlotz por algumas moedas, felizmente um casal de senhores rapidamente se prontificaram a nos ajudar. Chegamos em Cracóvia por volta das 15:00, descemos próximo ao castelo de Wawel. Depois de dezenas de vezes passando em frente ao um simpático dragão feito de ferro próximo ao castelo, resolvemos tirar algumas fotos. Cracóvia é uma das cidades mais antigas da Polônia há indícios de movimentação humana desde 20.000 A.C. Segunda uma lenda local a cidade foi construída em cima de uma caverna onde habitava um dragão, após ser visto por um morador da região próximo a caverna o dragão passou a ser caçado pelo príncipe Krak e seus melhores guerreiros (Krak originou o nome Cracóvia). Todas as tentativas contra o Dragão foram inúteis, foi então que o príncipe Krak prometeu ceder a mao de sua filha Wanda e metade do reino a aquele que libertar a vila do dragão seja ele cavaleiro ou não. Várias pessoas surgiram sem nenhum sucesso, foi quando apareceu um humilde sapateiro de nome Skuba, dizendo que para ele conseguir matar o dragão ele precisaria de um carneiro. Skuba então matou o carneiro abriu e encheu seu interior com uma mistura de alcatrão e enxofre, deixando o carneiro em frente à gruta do dragão. O dragão guloso havia comido o carneiro despertando uma forte sede, foi quando o dragão bebeu enorme quantidade do rio Wisla até explodir, assim libertando o reino de Cracóvia. Por isso há um dragão em frente ao castelo, que minuto a minuto solta fogo atraindo dezenas de turistas. Depois de ver o dragão, voltamos aos mesmos pontos que já havíamos passado, ficamos por algumas horas na praça principal Stare Miastro apreciando artistas de rua, o vai e vem de turistas, a barracas vendendo flores. Já passavam das 16:30 fomos até a Galeria Krakoswska que estava grudada a estação de trem, procuramos algo para comer na praça de alimentação, depois andamos por algumas lojas, a Carla queria comprar uma bota que tinha visto, e assim ficamos até a chegada do trem para Praga. Praça de alimentaçao em Galeria Krakoswka O padrão de trem e cabine na viagem para Praga foi o mesmo que entre Viena e Cracóvia, com a diferença de que a tripulação já não era mais polonesa e sim tcheca. Valeu Cracóvia.. Hora de partir!!!
  12. 14º Dia – Cracóvia – 17/03/2015 Auschwitz- Birkenau Mais um dia de céu azul e sol, após o lanche da manha, fomos ao ponto de encontro da Krakow City Tours, de onde partiria ás 09:00 o ônibus para Auschwitz. Chegamos 11:30 e rapidamente fomos guiados a fila da bilheteria, em seguida pegamos um aparelho de áudio. Os aparelhos estavam conectados usando a mesma frequência que o aparelho da guia que nos conduziu através das dependências do Memorial, conforme avançávamos em cada parte, tínhamos explicações dos fatos ocorridos. O Memorial estava cheio, grupos e mais grupos de turistas e estudantes, apesar das ótimas explicações, a guia apressava os passos, a todo o momento eu ficava para trás, pois parava para registrar algumas fotos onde era permitido. "Arbeit macht frei ", algo como "O trabalho liberta" , escrito pelos nazista para confortar os prisioneiros. Lembro-me quando era adolescente, meu pai tinha um livro chamado Holocausto – O Massacre de 6 Milhões, escrito por Bem Abrahan, polonês naturalizado brasileiro. O livro narra às atrocidades cometidas pelo regime nazista vivida pelo autor em Auschwitz. Li este livro, consequentemente fiquei interessado por historias relacionadas à primeira e segunda guerra mundial, na verdade nos dois estávamos bastante curiosos em conhecer Auschwitz e Birkenau. Em Auschwitz nem preciso dizer que a visita foi tensa, certos lugares me causavam arrepios, em cada bloco do complexo havia uma historia terrível, salas com milhares de pertences dos prisioneiros, malas com nomes escritos, roupas, calçados, óculos entre outros tipos, um dos mais intrigantes é onde há uma sala com milhares de latas de Zyklon B, pesticida a base de ácido cianídrico usados nas câmaras de gás. Após uma 1:30 de visita tivemos 15 minutos de intervalo, voltamos ao ônibus para continuarmos até Birkenau. Birkenau esta a 3 quilômetros de Auschwitz, o objetivo do campo era o extermínio, existia 4 crematórios, dos quais podiam receber aproximadamente 2.500 pessoas de uma só vez, no final da guerra os nazistas destruíram as câmaras de gás e os crematórios com a intenção de esconder o que acontecia. O terrível caminho a Birkenau. Segundo a guia, este vagão minúsculo poderia transportar 80 prisioneiros, todos de pé por vários e vários quilômetros, muitos não suportavam, chegando em Birkenau já adoecidos ou mortos. Alojamento preservado, um dos poucos que restaram em Birkenau. Dentro do alojamento, onde os prisioneiros dormiam, todos amontoados. O que sobrou do crematório destruído pelos Nazistas antes da retirada. Esperança para uma nova geração !! Encerramos ás 14:00. Chegando em Cracóvia, a missão era procurar o restaurante Beer House para trocar os brindes fornecidos pela empresa por almoço. Como estávamos no décimo quarto dia de viagem, já era hora de procurar uma lavanderia, então voltamos ao hotel, juntamos algumas roupas e fomos a uma lavanderia próxima chamada pepepralnia samoobsługowa, o mistério eram as instruções em polonês, a lavanderia era estilo “faça você mesmo”, nossa sorte foi aparecer um rapaz bem simpático para nos ajudar com o processo. Tudo pronto, 22:30, já no hotel começamos a programar a lista de tarefas para o dia seguinte, seria nosso último dia na Polônia e tínhamos o dia inteiro para aproveitar, programamos um bate e volta até a cidade de Wieliczka para conhecer a mina de sal.
  13. 13º Dia – Cracóvia – 16/03/2015 Mais um dia de sol e céu azul, ao acordar fui até a um mercado que havia ao lado e comprei alguns pães, manteiga queijos e frutas, no quarto tinha uma chaleira elétrica onde esquentamos água para o café. Aproveitamos e fomos até o correio para retirar os bilhetes trem noturno entre Cracóvia e Praga, compramos através do site da Polrail em:https://booking.polrail.com/index.php?main_page=page_5 Confesso que tive um pouco de medo em comprar, mas deu tudo certo, o agente Jeffrey Dobek respondeu todos os emails que enviei. O procedimento foi o seguinte, compramos através do site, em seguida nos enviaram um arquivo contendo a confirmação e os dados da compra, em seguida outro email anexo informações referente ao ponto de retirada do bilhete, complicado é que pesquisando em diversos outros roteiros, muitos reclamaram que boa parte das pessoas não falava inglês na Polônia, para este caso o agente da Polrail nos enviou não só o mapa do ponto de retirada, mas uma frase no rodapé da página que dizia “Nazywam się Paulo Pereira z Brazylii. Mam odebrać list wysłany z Bydgoszczy Pocztex'em na Poste Restante" algo como “”Meu nome é Paulo do Brasil, eu tenho que pegar a carta enviada a partir de Bydgoszcz, e o numero do meu pedido”, onde Bydgoszcz é a cidade onde fica a matriz da Polrail. Apesar desse processo todo não ser tão prático quanto o da empresa OBB Austríaca, foi bem tranquilo, apenas ficamos na fila, em seguida entregamos a folha contendo os dizeres a funcionaria do correio. Após a experiência nos correios, caminhamos lentamente por 40 minutos até a Fábrica de Schindler. Alguns metros antes da Fábrica, avistamos algumas dezenas de cadeiras de ferro na praça chamada Plac Bohaterów Getta que quer dizer Praça dos Heróis do Gueto. Durante a segunda guerra os Judeus rumavam para a praça dos heróis, que naquele tempo se chamava Plac Zgody ou Praça da Concórdia, levavam parte de seus pertences e aguardavam as ordens dos nazistas, neste caso o destino certamente era para os campos de extermínio próximo as cidades de Plaszow e Auschwitz. Continuando o trajeto, neste túnel criativo, a luz do sol atravessavam as letras que estavam no teto formando as palavras na parede lateral. Enfim chegamos. Esta foi uma antiga fabrica de panelas qual pertenceu a Oskar Schindler, serviu também para a filmagem de A Schindler produzida em 1993. As instalações da fábrica foram recentemente transformadas em museu. Logo no começo uma exposição permanente mostra como era a vida e o cotidiano na cidade de Cracóvia naquele tempo, em algumas partes do museu nas paredes pode-se ver nomes dos funcionários de Schindler, bem como seus pertences. Através de fotos, documentos originais, cartas, efeitos de áudio e vídeo, fomos transportados para aquela difícil época. Escritório de Oskar Schindler Encerramos as 14:00, saímos a procura de algum lugar para almoçar, próximo a fábrica atravessando o rio Wisla encontramos a Galeria Kazimierz, fomos direto a praça de alimentação onde servimos por kilo. Após o almoço a caminho do hotel na rua Florianska encontramos a empresa Krakow City Tours que oferece visitas em atrações as cidades vizinhas a Cracóvia, foi lá que reservamos a visita para o memorial do campo de concentração de Auschwitz e Birkenau, a visita é possível somente com guia, e nos custaram € 49 casal, com direito a um almoço em um pequeno pub restaurante chamado Beer House Restaurant, próximo ao escritório Krakow City Tours. Reservamos o tour e continuamos até o hotel. A noite resolvemos conhecer um bar chamado Alchemia localizado no bairro Judeu, com uma decoração muito singular, nos lembra uma casa antiga, com mesas de madeira, armários velhos e luz de velas, o lugar é bem aconchegante e acolhedor. Rua Florianska Bar Alchemia Fazia muito frio aquela noite, andamos pela região por alguns instantes e resolvemos voltar ao hotel, no caminho na Rua Florianska tivemos a sorte de encontrar um Jazz Club chamado u Muniaka. Através um corredor estreito o bar se encontra em uma espécie de caverna, somente uma plaquinha o anunciava. Porta de entrada Como adoramos Jazz, decidimos entrar e pedir uma cerveja até que a apresentação da banda do Sr Muniaka, dono e músico do estabelecimento se preparavam para entrar em cena. U Muniaka, um senhorzinho saxofonista, mandou ver, até a pausa para um cálice de vinho e um charuto, o restante da banda continuou. A casa não era tão grande, e não havia tantas pessoas, mas o som estava ótimo, adoramos. Bebemos alguns copos de cerveja e continuamos rumo ao hotel. O dia seguinte, o plano era visitar o campo de concentração de Auschwitz.
  14. Bom dia Vitor!! Estamos bem obrigado, quanto tempo mesmo hein .. Seu relato sobre Amsterdam ajudou muito. Sobre Munique infelizmente não conseguimos visitar tudo aquilo que planejamos, a cidade é realmente muito bonita, em compensação aproveitamos bem o dia em Fussen, e olha!! como valeu a pena, estava aquele contraste lindo entre o céu azul e a neve. Já Já retomo o relato Vitor, vou separar umas fotos legais !! Grande abraço !!
  15. 12º Dia – Cracóvia – 15/03/2015 A viagem foi tranquila! Bom, pelo menos para mim! Para Carla não foi o mesmo infelizmente, passou mal a noite toda por causa da comida. O trem parou por uma hora em uma pequena cidade Tcheca na fronteira com a Áustria chamada Breclav. A cabine é aconchegante, em cima da cama havia um Kit contendo sabonete e toalha de rosto, uma garrafa de água mineral e um croissant doce. Chegamos em Cracóvia 06h30min, estava frio e prometia céu claro e sol , uffa!!! Dentro da estação de trem trocamos alguns Euros por Zloty, cotação €1 / zł 4, em seguida caminhamos até ao hotel. Ficamos no Apart. Hotel Pergamin, estava a 10 minutos de caminhada da estação, infelizmente não foi possível fazer o check-in com antecedência, a recepcionista foi simpática e nos cedeu uma sala para guardarmos as malas, assim poderíamos conhecer a cidade. Como ainda era cedo quase não havia nada aberto para um café, caminhando na rua principal da cidade, Florianska, encontramos um McDonald’s onde tomamos o café da manhã, e lá ficamos até o despertar da cidade. Estávamos próximo ao monumento chamado Barbican na parte velha da cidade “Stare Miastro”`, era do alto do Barbican que soldados poloneses protegiam a cidade de invasores na idade média. Entrada para cidade velha. Em frente ao Barbican há uma estátua de Jan Matejko, pintor polonês que viveu entre 1838 á 1893. Aos poucos as pessoas foram aparecendo. Descemos a Florianska até a praça conhecida como Praça do Mercado “Rynek Glowny” , ponto de encontro da cidade, considerada a maior praça da Europa, encontramos uma legião de turistas, muitas lojas de souvenires, carruagem para passeio e vários restaurantes. Passamos alguns minutos sentados tirando fotos, levantamos e seguimos caminho, quando estávamos um pouco distante da praça um garoto nos alcançou e me devolveu a bolsa da máquina que eu havia deixado no banco da praça, engraçado que ele estava gritando em polonês algo como “a bolsa! a bolsa!” disse mais algumas palavras, e nós o agradecemos bastante pela gentileza. Da Praça do Mercado seguimos até a região onde fica o Castelo de Wawel. Voltamos ao Hotel para fazer o tão esperado check-in. À noite estávamos esgotados, apenas saímos nas proximidades do hotel procurando algum mercado. O dia seguinte planejamos ir a Fábrica de Schildler.
  16. 11º Dia – Viena – 14/03/2015 Logo pela manha arrumamos as malas, fizemos o check-out e fomos à estação Westbahnhof guardar as malas em “locker”, pois ficaríamos o dia todo até ás 22h15 esperando a chegada do trem para Cracóvia, e as malas poderiam ficar por 24 horas guardadas no “”locker”, pagamos €3.50 pelo maior, coube duas malas grandes e duas mochilas médias. Compramos as passagens Viena – Cracóvia diretamente do site da OBB, em seguida recebi um e-mail com as instruções para retirada da passagem, e o código de coleta. Usamos este código para retirar os bilhetes em uma das várias máquinas da OBB espalhadas pela estação. Foi muito fácil e sem complicação. Sem roteiro definido voltamos ao centro, caminhando olhando as lojas, procurando algumas lembranças de Viena. Na Stephansplatz (Praça de Santo Estêvão), um grupo de brasileiros protestavam contra o governo brasileiro. Conhecemos o memorial da guerra soviética em Schwarzenbergplatz, construído em homenagem aos soldados do exército russo mortos em combate contra as tropas nazistas durante a Batalha de Viena. Este memorial é também conhecido como Heróis do Exército Vermelho (Heldendenkmal) construído em 1945 ao todo 17.000 soldados russos morreram em combate e pouco mais de duas semanas. Há uma escritura feita pelo poeta Sergei Michalkow que diz o seguinte: “Monumento aos soldados do Exército Soviético, que, para libertar a Áustria do fascismo perderam suas vias.”. Voltamos ao Jardim de Belvedere. Esta foto foi em Judenplatz onde esta o Memorial do Holocausto, um cubo de concreto de 10 metros comprimento e 7 de largura, 3,8 de altura, este cubo representa uma biblioteca com os títulos dos livros voltados para dentro, os judeus eram conhecidos como povo dos livros. O dia estava acabando, era 17:30, paramos em um pequeno restaurante de comida asiática. Aproveitamos a grande variedade gastronômica que Viena oferece, restaurantes para todos os gostos e bolsos. Após o rango entramos em um bonde para andar sem destino por Viena, cruzamos a cidade saindo da zona turística, descemos próximo a uma estação bem distante do centro, e lá esperamos o metro de volta a estação Westbahnhof, pois já se aproximava das 21:00. Aguardamos um pouco a chegada do trem. Hora de partir e seguir viagem! Entregamos os bilhetes ao assistente, que nos guiou até nosso compartimento.
  17. 10º Dia – Viena – 13/03/2015 Saímos por volta das 10:00 em direção ao Palácio de Liechtenstein. Este palácio foi construído a partir de 1700 para o príncipe Johann Adam Andreas de Liechtenstein, abriga atualmente quadros de Rafael, Peter Paul Rubens, Giulio Romano entre outros. A visita é guiada e com hora marcada. Andamos em volta do Palácio por alguns minutos. Depois caminhamos até a estação Friedensbrucke, descemos na estação Stadtpark para conhecer o parque. Monumento a Johann Strauss Kursalon em stadtpark O Kursalon foi construído na metade do século 19, o prédio pode ser alugado para casamentos, eventos empresariais e conferências. Em seguida passamos em frente à Igreja de São Carlos (Karlskirche) esta próxima a Ringstrasse, construída sob ordens do imperador Carlos VI, as duas colunas em frente foram inspiradas pelo Fórum de Trajano em Roma. Continuamos na região Museunsquartier, um quarteirão com diversos museus. Artista de rua. Incentivo Cultural! Teatro do povo (Volkstheater). Biblioteca Nacional (Österreichische Nationalbibliothek ). Neste momento garoava bastante. Por volta das 15:00 voltamos ao hotel. A noite voltamos ao Bermuda Bräu, porém o cheiro e a fumaça dos cigarros nos fizeram desistir infelizmente. Então fomos ao Hard Rock Café. Lá encerramos o dia. Não aproveitamos como planejado, devido a chuva e a ventania. Voltamos ao aconchego do hotel, dia seguinte seria o ultimo em Viena, e o próximo destino Cracóvia – Polônia em trem noturno.
  18. 9º Dia – Viena – 12/03/2015 Chegamos à estação de Schönbrunn 09h30min, caminhamos até os portões de entrada do castelo, e logo procuramos a bilheteria. Compramos o bilhete Grand Tour junto com áudio guia por €15.9 cada, com este bilhete poderíamos visitar 40 salas, aproximadamente 50 minutos de visita. O tour acontece atravessando os quartos, salões e salas do Palácio, a historia é contada na medida em que caminhamos por cada cômodo, a maior parte sobre a família Habsburgo que durante 6 séculos foram proprietários do Palácio. Muita coisa aconteceu ao longo dos séculos, os pertences dos imperadores e membros da família imperial de diferentes épocas estão expostos, o enfoque se da á Imperatriz Elizabeth conhecida como Sissi e seu marido Francisco José I, muito querido pelos austríacos. Em 1762 aos 6 anos Mozart foi convidado com sua família a tocar em Schönbrunn causando uma enorme impressão na família imperial, o áudio guia conta que o seu pai orgulhoso, escreveu que quando Mozart terminou a apresentação, correu abraçou e beijou o Imperador Francisco José I impulsivamente. O quarto e a cama onde o imperador Francisco José I faleceu também são apresentados, seu sucessor Carlos I, assinou o fim do governo imperial em uma das salas do Palácio. A visita acabou, caminhamos rumo ao Gloriete. Voltamos a Catedral de Santo Estevão. Depois seguimos até a Michaelerplatz, onde encontramos ruínas romanas recentemente escavadas, arqueólogos encontraram vestígios da presença militar romana, na rua Hoher Markt há um museu romano com diversos itens descobertos. Continuando, passamos em frente ao parlamento austríaco, aproveitamos para sentar um pouco e descansar as pernas. Da estação Volkstheater tomamos o metrô de volta ao hotel. Nas minhas pesquisas achei no site Tripadvisor um bar bem recomendado chamado Bermuda Bräu fica próximo à estação de metro Schwedenplatz, os atendentes são muito simpáticos, e a cerveja estava ótima, pedimos a Otakringer. Um Dj bem descolado que entre um gole e outro de cerveja colocava para tocar um som muito bom, desde rock anos 80 a músicas como “Major Tom” de Pierre Schilling também anos 80. Descendo as escadarias que dava acesso aos banheiros, descobrimos uma danceteria também animada. Ficamos no bar até ás 23:30, Infelizmente o cheiro de cigarro estava insuportável, tomamos a saideira e voltamos a estação Schwedenplatz com destino ao Hotel. Como a previsão era de chuva para o dia seguinte, não planejamos nada.
  19. 8º Dia – Viena – 11/03/2015 O dia estava frio, chuvoso e nublado, ótimo para estar embaixo das cobertas. Mas não em Viena! Fiquei algumas semanas planejando o roteiro por essa cidade, criei expectativas, infelizmente não conseguimos realizar 80% do planejado, a garoa, o frio e o vento não deram tréguas em todos os dias que estivemos lá. Nada disso fez com que perdêssemos a graça. Tínhamos que nos mexer e aproveitar, começamos pelo Palácio Belvedere. Nossa intenção era apenas conhecer os jardins do Palácio, garoa e muito vento não nos deram tréguas fazendo com que apressássemos para o almoço. Na noite anterior havia pesquisado um lugar bom para comer alguma comida típica da cidade, um lugar bem recomendado no Tripadvisor chamado Goulashmuseum. Pedi um prato chamado Wiener Schnitzel, que em alemão significa escalope a moda de Viena sendo o prato mais famoso da culinária austríaca, preparado com uma fatia fina de carne de vitela e envolvida em farinha de trigo ovo e farinha de rosca, frito em banha de porco. Seguindo a tradição é servido com batatas assadas e rodelas de limão. A minha esposa Carla preferiu o Goulash, de origem húngara, muito popular na Áustria e toda a extensão do antigo império austro-húngaro. O nome vem do idioma húngaro “comida para vaqueiro” preparado pelos antigos pastores húngaros, leva em sua receita carne de vaca cozida, cebola, banha de porco, páprica, cominho, sal e água. A comida estava ótima. Após o almoço resolvemos voltar ao hotel e descansar um pouco, pois estava garoando muito. Por volta das 19:00 a garoa já tinha parado, foi quando saímos para o centro da cidade, visitamos a praça Stephansplatz onde esta a Catedral de Santo Estevão. Dentro da Catedral havia enormes caixas contento milhares de papéis com pedidos de orações em diversos idiomas, provavelmente a maioria escrita por turistas. Depois fomos até a Ópera de Viena. Como já passavam das 20:00, não conseguimos entrar para assistir a ópera que estava acontecendo e nem alguma visita guiada para ao menos conhecermos o interior do prédio. As poucas esperanças que tínhamos de entrar no prédio se foram quando um monte de adolescentes italianos guiados por duas professores chegaram fazendo a maior baderna na entrada do prédio. As recepcionistas da ópera enlouqueceram com aquilo tudo e pediram para que todos ficassem calmos e quietos, pois estava acontecendo uma apresentação. Ficamos até sem graça de perguntar algo. Seguindo a estação Karlsplatz paramos para usar o banheiro da opera de Viena localizado dentro da estação. Banheiro todo decorado e rolando Mozart. Chegamos ao hotel por volta das 22:30. Infelizmente não aproveitamos quase nada neste dia devido ao tempo. Na manhã seguinte nosso plano era visitar o palácio de Schömbrumm.
  20. 7º Dia – Salzburg – Viena – 10/03/2015 Aproveitamos a parte da manha para andar sem rumo por Salzburg. Voltamos a rua Getreidegasse para comprar algumas lembranças, ocupamos boa parte da manha fazendo isso. Notamos vários ciganos nas cidades em que passamos, ficavam nas esquinas pedindo. São pessoas vindas do Leste Europeu, Bulgária e Romênia levam a fama. Um fato curioso foi quando estávamos voltando ao hotel cruzando uma ponte, escutamos uma senhora reclamando para dois policiais, foi quando passaram por nós e foram até a outra esquina tomar alguma satisfação com o cigano. Deixamos o hotel rumo à estação. O trem partiria 12:00. Não reservamos assentos, também não prestamos atenção na indicação de reserva em cima das poltronas, então sentamos nas primeiras que vimos, logo apareceu à dona. Encontramos duas poltronas sem reservas e lá ficamos. Pena que não conseguimos descansar ao longo da viagem, pois havia um grupo formado por 5 jovens mães cada uma com um ou dois filhos bem pequenos fazendo aquela algazarra no vagão, bem próximo a nós. Viena Chegamos a Viena 15:30 estação Westbahnhof. Nossa reserva era no hotel Kunsthof em Leopoldstadt, compramos os bilhetes de metro e seguimos até a estação Praterstern, onde descemos. O hotel estava a 10 minutos de caminhada, após o check-in deixamos as malas e seguimos até ao edifício Hundertwasser. Este edifício foi construído pelo arquiteto Friedensreich Hundertwasser (1928-2000), destaca-se pelas cores vivas em meio às construções antigas de Viena. Em frente ao edifício esta o Hundertwasser Village onde há varia lojas, ficamos por lá procurando algumas lembrancinhas. Estava anoitecendo aproveitamos para ir ao parque Praterstern andar na roda-gigante e conseguir uma vista legal da cidade. Não estava no roteiro à visita ao parque e a roda-gigante neste dia, infelizmente a previsão era céu nublado ou chuva nos próximos cinco dias. Viena Prater é um grande parque publico, reunindo em uma mesma região um parque de diversões conhecido como Wurstelprater, estádio Praterstatdium, uma avenida para caminhada de 4,4 km Hauptalle, um planetário, e uma locomotiva. Documentos de 1162 mencionavam sua existência, pertencendo ao imperador Friedich I, era usado como território de caça imperial. Posteriormente em 1766 o imperador Josef II doou à área a população de Viena. Desde então era acessível a qualquer um. Segundo o jornal inglês The Huffington Post o parque de Prater é o segundo mais antigo do mundo com 249 anos, perde somente para o parque Bakken da Dinamarca com mais de 400 anos. Fonte: http://vidaeestilo.terra.com.br/turismo/internacional/parque-de-diversoes-mais-antigo-tem-429-anos-veja-outros-10,6a0b9fff71fe9310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html Roda-gigante operando desde 1897. É possível ver a roda-gigante bem antes de chegar ao parque, ela tem 60 metros de altura. Após uma volta completa na roda-gigante, aproximadamente 30 minutos, procuramos o museu de cera Madame Tussauds, mas estava fechado. Ficamos andando pelo parque até as 19:00, infelizmente a maioria das atrações estavam fechadas.
  21. 6º Dia – Salzburg – Hallstatt – Salzburg - 09/03/2015 O dia já não estava como os dois últimos, o céu estava carregado de nuvens. Mesmo assim não desistimos de conhecer Hallstatt, pois pesquisando em diversos blogs e mesmo aqui no mochileiros.com, através de fotos e relatos sentimos que seria imperdível a visita a esta cidade. É necessário pegar vários tipos de transportes, ônibus, trem e até barco, pois ao chegar a Hallstatt o trem para em uma minúscula estação onde é preciso cruzar um rio para chegar até a cidade. Este link me ajudou na estratégia: http://traveltimo.blogspot.com.br/2014/02/how-to-get-to-hallstatt-from-salzburg.html Por volta das 07:40 fomos até a estação de Salzburg no escritório da OBB empresa responsável pela linha férrea Austríaca, onde compramos nossas passagens de ônibus até a cidade de Bad Ischl e trem Bad Ischl até Hallstatt, o bilhete para cruzar o rio compramos com o próprio condutor do barco, ida e volta . Chegamos a Bad Ischl 09:30. Aproveitei para tirar algumas fotos enquanto nosso trem para Hallstatt não chegava, o trem partiria ás 10:30. Estacão central de Bad Ischl Chegamos a estação de Hallstat 11:00, ficamos aguardando o barco para a travessia até a cidade. Patrimônio mundial da UNESCO rodeada pelos Alpes, Hallstatt está localizada na região conhecida como Alta Áustria. Atividade humana neste local começou em épocas pré-históricas, como depósito de sal foi explorado no segundo milênio antes de Cristo. O nome da cidade deriva do alemão ocidental Hal (Sal) e Stat (Estabelecimento). Registros em uma escritura de 1305 atestam atividades voltadas ao sal. As típicas casas da cidade são altas e estreitas aproveitando o máximo de espaço, pois foram construídas sobre uma colina íngreme. Fonte: http://whc.unesco.org/en/list/806 Encontramos um pequeno cemitério. A cidade possui a mina de sal mais antiga do mundo, mas não fizemos o tour. Decidimos só passear pela cidade. Ficamos 4 horas na cidade e foi o suficiente para explora-la. Hora de voltar a Salzburg, as 15:00 já estávamos esperando o trem de volta. Trem chegando, hora de voltar. Chegamos a Salzburg as 19:00 passamos em um mercado dentro da estação de trem, e depois seguimos ao hotel onde não saímos mais. Ajeitamos as malas e revisamos o roteiro do dia seguinte. Nossa próxima cidade seria Viena, como planejamos sair 12:00, decidimos acordar cedo e curtir mais um pouco Salzburg.
  22. 5º Dia – Salzburg – Áustria - 08/03/2015 Bom dia terra de Mozart! O tempo no dia anterior estava ótimo, nesse dia não foi diferente para nossa sorte, domingo de sol e céu azul. Acordamos cedo e fomos direto a estação central de Munique aguardar o trem para Salzburg. Compramos o Bayern Ticket no dia anterior, então era só aguardar. Para saber a abrangência do Bayern ticket e vantagens acesse: http://www.bahn.com/i/view/GBR/en/prices/germany-regional/bavariaticket.shtml O trem partiu ás 08:00 chegando em Salzburg ás 10:00. Caminhamos até Hotel Jahreszeiten para deixar nossas malas e aproveitar a cidade, para minha surpresa não precisamos deixa-las em nenhuma salinha reservada a hospedes que chegam antes do check-in que normalmente acontece as 14:00, pois a recepcionista muito prestativa e simpática bem diferente da recepcionista do hotel Dolomit em Munique, gentilmente nos cedeu as chaves do quarto. Infelizmente o hotel Dolomit foi o único hotel do qual ficamos decepcionados em nossa viagem, o quarto cheirava a cigarro e a recepcionista foi um pouco rude, uma exceção em Munique e Berlin, pois todas as pessoas foram muito simpáticas. Com as malas organizadas, descemos até a moça da recepção que forneceu um mapa de Salzburg e uma breve explicação dos principais pontos da cidade bem como a localização do hotel no mapa. Por ser uma cidade pequena não foi preciso transporte público, somente uma mochila, máquina fotográfica, água, mapa e um celular com GPS, e claro! Pernas para bater, saímos rumo a nossa primeira atração em Salzburg Jardins do Palácio de Mirabel. Enquanto caminhando rumo ao palácio, consultando o mapa e o celular para se localizar, apareceu uma senhora com uma bengalinha oferecendo ajuda, apontando com a bengala qual era o caminho para o Palácio, foi bem engraçado e muito gentil. Descemos a Rua Franz-Josef-Strasse, depois atravessamos a Bernard-Paumgartner-weg até acharmos a entrada do jardim. O Palácio Mirabel foi construído em 1606 pelo príncipe Wolf Dietrich Von Raitenau em nome de seu amor por Salome Alt, recebendo o nome de Palácio Rautenau, após a morte do arcebispo o palácio foi renomeado Mirabel. Por longos 200 anos serviu como residência de sacerdotes. Atualmente o palácio abriga o escritório da prefeitura de Salzburg. Fonte : http://www.salzburg.info/en/sights/fortress_palaces/mirabell_palace_gardens Saímos da parte nova da cidade onde estava o Palácio Mirabel, seguimos atravessando o rio Salzach rumo à parte velha da cidade conhecida como cidade velha, paramos no Starbucks para um café. Após o café chegamos à famosa rua comercial Getreidegasse lá fica a casa onde o compositor Mozart nasceu. Estava em nosso roteiro naquele dia visitar a Fortaleza de Hohensalzburg. Acredito que em qualquer parte da cidade que você estiver talvez possa ver essa fortaleza, pois esta no alto de uma colina cercada por montanhas. A Fortaleza de Hohensalzburg é um monumento de mais de 900 anos de idade e é uma das maiores fortalezas existentes desde o século 11 na Europa. Em 1077 o arcebispo Gebhard I de Helffenstain ordenou a construção com a intenção de proteger a cidade de Salzburg de ataques, segundo o site da própria fortaleza essa fortificação nunca sofreu um cerco real ao longo dos anos. Sua posição privilegiada sobre uma colina facilitava o reconhecimento de uma possível ameaça de invasão. Fonte: http://www.salzburg-burgen.at/en/hohensalzburg/hohensalzburg/geschichte.htm Com muita disposição subimos até a fortaleza a pé em 15 minutos de caminhada, outra opção menos cansativa seria de funicular. O investimento valeu a pena, em seu interior rico em objetos da época bem preservados, acompanhando a evolução ao longo dos séculos, armamentos como: canhões, espadas, instrumentos de tortura, mesas e cadeiras usadas em reuniões pelos arcebispos e militares. Vista da cidade do alto da Fortaleza. Ficamos até ás 14:30 na fortaleza, depois seguimos a um pequeno cemitério que havia ao lado da Abadia de São Pedro. Este cemitério é um dos mais antigos do mundo, lá estão sepultadas personalidades famosas, artistas acadêmicos e empresários. Fonte: http://www.salzburg.info/en/sights/churches_cemeteries/erzabtei_st_peter_friedhof Foi na Abadia de São Pedro que Mozart aos 13 anos de idade apresentou sua primeira missa em Dó Menor em 1769. Fonte: http://www.salzburg.info/en/sights/churches_cemeteries/erzabtei_st_peter_friedhof Continuando o passeio encontramos a catedral de Salzburg, totalmente restaurada após a ocupação nazista, foi lá que Mozart foi batizado. Ao lado da catedral fica a Mozartplatz, onde esta uma estatua de Mozart, li em alguns fóruns onde alguns dizem que a estátua não se parece nada com ele. Já eram 16:30, voltamos pela rua Getreidegasse, no caminho vimos diversos artistas de rua bem criativos e talentosos. Detalhe interessante são as placas padronizadas em Getreidegasse. O sol estava indo embora então dando continuidade a nossa rota da boa cerveja que começou em Munique, tive a brilhante ideia de conhecer a tradicional cervejaria Augustinier Braü – Kloster Mülln, qual estava a 20 minutos de caminhada. Essa cervejaria fica nas instalações de um antigo convento de frades Agostinhos, assim adotando este nome. A cerveja é produzida desde 1621 tendo uma receita secreta, o que torna uma das mais famosas da Europa. Sem muitas cerimônias fomos logo entrando e perguntando qual era o procedimento para compra de cerveja e petiscos. Lá funciona como uma espécie de self-service, na entrada há varias canecas feitas em porcelana de 500ml e 1Lt. Primeiro é pagar pela caneca, pega-la na estante ir até uma pequena fonte para lavar. Muito prático. Depois apresentar a ficha para o atendente do balcão, que na minha primeira experiência abriu um barril enorme de madeira fazendo um furo no fundo e colocando uma torneira para sair à cerveja. Fiquem atentos a um importante detalhe, eles tem uma quantidade de barris para serem abertos ao longo do dia, quando acabam os barris previstos para o dia eles não abrem outro, apenas será aberto na tarde do dia seguinte. Isso pode acontecer caso você chegue próximo à hora de fechar. Andando pela cervejaria podemos ver diversas salas com muitas mesas e cadeiras todas lotadas, havia um corredor com diversos locais para comprar comida típica austríaca. Encontramos uma mesa bem ao canto, compramos algumas salsichas com pão e mostarda para acompanhar a cerveja. O lugar é muito interessante, grandes salões, musica típica ao vivo, comida boa e cerveja excelente. Ao fundo através das janelas vimos os Alpes cobertos de neve. Tivemos uma ótima experiência. Saímos da Augustinier Braü passando das 20:00, caminhando lentamente de volta ao hotel beirando o rio Salzach, podemos observar a fortaleza de Hohensalzburg toda iluminada. Chegando ao hotel liguei o computador para recapitular a rota do dia seguinte, que envolvia um bate e volta a Hallstatt.
  23. Sim, aceito. Afinal de contas já estou em meu segundo relato...
  24. 4º Dia –Munique- Füssen - Munique 07/03/2015 Trem rumo a Füssen. O dia prometia ser bonito de céu azul e sol, realmente foi assim, chegamos à estação central de Füssen 10:00, e ao lado da estação já estava um ônibus que nos levaria até o complexo dos castelos. A fila para comprar os bilhetes estava enorme, compramos as entradas para 12:40, decidimos visitar a parte interna do castelo de Neuschwanstein , e o Hohenschwangau em seu exterior, a região é muita bonita, e o dia estava ótimo, montanhas, neve e céu claro um lindo contraste. Aproveitamos os 40 minutos que nos restava para subir até o castelo de Hohenschwangau. Desde o século 12 há registros de existência de Hohenschwangau, foi severamente danificado ao longo de diversas guerras. Durante as guerras Napoleônicas se transformou em ruínas. Mais tarde em 1832 o rei Maximillian II, pai do rei Ludwig II reconstruiu completamente o castelo, utilizando para passar os verões e temporadas de caça. Fonte: https://www.hohenschwangau.de/999.0.html Castelo de Neuschwanstein visto do Hohenschwangau. Saímos de Hohenscgwangau e fomos ao Neuschwanstein, subimos caminhando aproximadamente 25 minutos, há outras opções, charrete e ônibus, mas todos estavam cheios. A construção do castelo de Neuschwanstein iniciou-se em 1869, foi considerada uma das maiores extravagâncias feitas pelo rei Ludwig II e foi inspirado na obra “Cavaleiros dos Cisnes” de Richard Wagner, Ludwig era seu amigo e admirava suas obras. Este castelo também serviu de inspiração a Walt Dysney na construção do Castelo da Cinderela. Bilhetes no jeito!! Usamos áudio-guia em português, conforme caminhamos através dos cômodos do castelo ouvíamos as explicações dos acontecimentos. A visita durou aproximadamente 40 minutos, já que não era permitido tirar fotos dentro do castelo, nossa intenção era tirar algumas sobre a Marienbrucke quer dizer Ponte de Maria, li em alguns blogs que a vista de lá era excelente, porém o acesso estava bloqueado por conta da neve que tomou toda a estrada até a ponte, a placa de aviso de nada adiantou todos inclusive nós passamos por uma brecha que havia entre o portão. Durante a caminhada muita gente escorregando, caminhamos feitos duas tartarugas, segurando onde dava. Foi divertido , a todo momento dávamos uma pausa para apreciar a vista e tirar fotos. Castelo de Hohenschwangau visto do caminho à ponte Marienbrucke. Entrada para ponte, que muvuca!! A caminhada que poderia durar 20 minutos, acho que levamos o dobro, mas valeu muito a pena, porque a vista sobre Marienbrucke valeu o risco. Entre um empurrão e outro, desviando de dezenas de chineses enlouquecidos com suas câmeras e selfies, conseguimos um lugar para fotografar Neuschwanstein. Após algumas fotos voltamos pelo mesmo caminho, só que agora descida. Voltamos a Munique por volta das 16:00, chegando ao hotel 19:00. Ficamos no hotel arrumando as malas e checando o roteiro para o dia seguinte, pois nosso próximo destino seria Salzburg-Áustria.
  25. Olá Cris, Infelizmente não aproveitamos Munique tanto quanto queríamos, mas adoramos a cidade. Gostaria de ter aproveitado o Chinesischer Turm ('Torre Chinesa') que fica em Englischer Garten e o Viktualienmarkt são ótimos jardins das cervejas, beber algumas e experimentar as comidas, mas ventava muito e fazia frio. Como você viaja em agosto, pode pegar um clima bem agradável para curtir esses Jardins, acho que a cerveja custa em torno de 4,00 €. Com relação ao preço da cerveja, no lugar turistão, acredito que seja o mais caro no Hofbräuhaus a cerveja Hofbräu Original de 1 litro custa 8,00 €, e a Münchner Weisse 0,5 ml está por 4,20 €. Olha o link para você conferir os preços no menu: http://www.hofbraeuhaus.de/de/00/speisekarte_standard_en.pdf Já o menos turistão Augustiner-Bräu a caneca com 0,5 ml da AUGUSTINER-Weißbier custa 3,95 €. Segue o menu da Augustiner-Bräu : http://www.augustiner-restaurant.com/aktuell/augustiner-restaurant-getraenkekarte.pdf Ao lado do nosso hotel havia um restaurante Kebab, adoramos !!!!!!! A Paulaner, ótima cerveja e famosa em Munique, neste Kebab estava custando 3,50 €, e a escura Paulaner Dunkel 3,00€.. Das quatro noites que ficamos em Munique três noites passamos no Kebab e uma noite na Augustiner-Bräu para não deixar de comer carne de porco com batatas. Compramos algumas boas cervejas em supermercados também, aí o preço é bem melhor!! Entre 0, 50€ e 2,00€. Boa viagem !! E não deixe de visitar Füssen, vale a pena. Até logo!!
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