Ir para conteúdo

Ronaldo Paixão

Membros
  • Total de itens

    142
  • Registro em

  • Última visita

Tudo que Ronaldo Paixão postou

  1. Terceiro dia em Torres del Paine. 14-03-016. Segunda-feira. Depois do café da manhã, de desmontar a barraca, arrumar a mochila, trocar uma idéia com o Wess, eu parti às 10 da manhã rumo ao campamento Los Perros, onde depois de 13 Km eu chegaria às 14:45 horas. Esse foi um dia bem legal. Caminhada em grande parte por dentro de bosques de lengas, que não são bosques muito fechados. Alguns trechos com lama. Grande parte do percurso ouvindo o barulho do Rio Los Perros e sua corredeira. Cruzando esse rio de um lado para outro algumas vezes. A chegada no Glaciar Los Perros é estonteante
  2. O caminho até o Parque. Torres del Paine estava nos planos há alguns anos. Abriu-se uma possibilidade para esse início de ano e pensei "é agora". Primeiramente pensei em ir em fevereiro, mas não deu certo. Ficou então para março. Acompanhei a previsão do tempo pelo accuweather e vi uma janela de tempo bom entre 10 e 25 de março. Com pouca previsão de chuva. Comprei as passagens, ajeitei o material de trekking e fiquei esperando o dia. A princípio a idéia era fazer o circuito completo, começando pela Laguna Amarga, Serón, Dickson, etc. Deixando as Torres para o último dia. Mas como t
  3. Cara, eu fiz isso. Deixei a mochila dentro da barraca, no Camping Las Torres, e Subi até as Torres só com câmera fotográfica, água, etc. e um pouco do dinheiro. O resto, deixei na barraca, bem escondido. Não só lá, como também no camping Francês. Não tive problemas.
  4. Belo relato. Pico Paraná é mesmo muito bonito. Fiz esse mesmo trajeto ano passado. Quase o mesmo. Cheguei na fazenda às 7 e meia e comecei a subida. Tinha viajado de carro a noite inteira. Subi primeiro ao Itapiroca e depois fui até o A2, onde montei a barraca e subi para ver o por do sol no PP. Retornei para o A2, dormi e no dia seguinte acordei de madrugada para ver o sol nascer, de novo no PP. Depois na descida subi, só de ataque, até o Caratuva. Cheguei de volta na fazenda quase com o sol se pondo e depois de um banho, umas cervas e um papo com o Dilson e outro cara, peguei o carro
  5. Vou falar sobre a garantia da Osprey: -Tenho uma Osprey Kestrel 48, que foi comprada na Inglaterra, por um parente. Foi comprada em 2013. Já foi usada em algumas travessias, praia, etc. Agora em março fui com ela para Torres del Paine, 7 dias no parque, mais 3 dias em Natales e Punta Arenas e mais 3 dias de ida e volta. Tudo que eu precisava levei dentro dela. E na volta ainda veio umas lembrancinhas. No último dia, quando estava fechando a mochila para vir embora, uma das fivelas que prendem o chapéu da mochila estourou. Ela tem duas presiilhas de pressão e um dos lados estourou. Apesar di
  6. Juliana, vc por acaso sabe sobre o tempo que estará na travessia?Risco de chuvas, frio...Tem alguma previsão que você tenha olhado?Estou receoso por causa disso hahaha. Bom, quanto à previsão do tempo, um site que eu utilizo e confio é o accuweather. Já planejei 4 viagens com ele, comprando passagem 1 mês antes e até agora não me decepcionou. Inclusive na última Petro-Tere e agora por último em Torres del Paine. Juliana, se você chegarem com fôlego, em Teresópolis, no outro dia dá para fazer a Cobiçado-Ventania em Petrópolis. Eu fiz isso em 2014. Quinta0Sexta e Sábado a Petro0Tere e d
  7. Otávio, Muito obrigado pelo retorno. Já tinha visto algumas postagens suas em relação a utilização do Orbit +5 com o Liner. E fico feliz em saber que já tinha pensado em usar a combinação que mencionei ali. Vamos ver se mais álguem comenta algo sobre, ou se alguém se opõe... Abs Eu tenho um Deuter Orbit 0 e um Micron da Nautika. Também tenho um Liner STS, o intermediário. Antes levava os dois, o Micron e o Liner. Petro-Tere, Pico Paraná. Já passei frio. Agora para TDP eu comprei o Orbit e foi só ele que levei. Teve noites que tive que dormir com duas camadas de roupa.
  8. É como disse o Otávio. Talvez o problema sejam as varetas de fibra. As barracas que tem para alugar por lá são, sem dúvida, mais pesadas que as duas citadas. Estive lá em março e conheci um americano acampando com tarp e bastões de trekking, de boas, sem problemas com o vento. Aliás, o único camping que o vento pegou mesmo, no meu caso, foi o Serón, que no caso do Rafael foi de boa. Não sei se a Everest tem como adicionar mais pontos de amarra para "firmar" mais ela no solo, se tiver vai de boa. O lugar que passei mais frio foi no campamento Las Torres (não é o base Torres). Dormi dois di
  9. Juliana, concordo plenamente com tudo o que você disse antes um pouco. Cada um na sua, trilhando do jeito que gosta. Eu, particularmente, gosto muito de andar sozinho, no meu rítmo, sem conversar. Até porque acho que em grupos grandes a gente acaba conversando demais e acaba não aproveitando tanto o contato com a natureza. Mas sempre é bom encontrar com alguém de vez em quando. O esquema do Parnaso é meio copiado de Torres del Paine. E é bom que seja assim. Você pode caminhar o dia inteiro sozinho e à noite, nos locais definidos para acampamento, encontrar outras pessoas, trocar idéias,
  10. Bom, já que você vai refazer a travessia.... Do Hostel 48 não precisa ir até o terminal Correias. É só subir um pouquinho a ladeira e pegar o 616 (acho que é esse) Pinheiral, que te deixa na cara do gol. Devia ter ido aos Portais de Hércules, vai na próxima. É o visual mais bonito da travessia. Não precisa ser para ver o sol nascer. É bonito a qualquer hora. Quanto ao fogareiro, eu fui duas vezes e levei espiriteira a álcool. Ninguém falou nada prá mim. Inclusive cozinhei ao lado do abrigo do Açu. Não sei se mudou alguma coisa...
  11. Ronaldo Paixão

    Anorak

    Vou falar sobre a Venture. Tenho um desses com pouco uso. Usei no Pico Paraná e mais recentemente no circuito completo de TDP. Como corta vento é excelente. Somente um fleece fino por baixo e mais uma camisa dry fit e peguei frio e vento, de boa. A impermeabilidade também é muito boa. Não peguei nehum temporal, mas peguei um bom trecho de chuva fina e foi tranquilo. Também seca rápido. Já quanto à respirabilidade, não espere muita coisa. Subindo montanha, com mochila pesada, o bicho encharcava por dentro. Chegava escorrer o suor. Só que tem um forro que não deixa molhar as suas outras ro
  12. Corda, corda mesmo não precisa. Leva um cordelete, ou cordinha de varal. 8 a 10 metros são suficientes. Eu desci o mergulho coma mochila, um tanto com a bunda encostada na pedra. Já o cavalinho dá prá subir com a mochila também, só que sem ela fica mais fácil. Eu concordo com o Otávio. Pelo lado da pedra fica menos exposto, só que pelo "lado do abismo" é mais fácil. Precisa de menos esforço. É só ir para a esquerda até onde der e depois jogar a perna direita sobre a pedra deitadae "montar a cavalo" nela. Se levar o cordelete é só amarrá-lo na mochila, no mergulho desce primeiro a mochil
  13. Para selar as costuras dá para passar vela sobre as costuras e depois "derreter" a parafina com secador de cabelos.
  14. Esperando pela sequência do relato... Muito bacana até agora. A propósito, eu sou de Maringá, onde você estudou. Abraços.
  15. Parabéns pela aventura! Fotos muito bonitas. Eu, quando vou para lugares diferentes, gosto muito também de conhecer o povo local. Sempre se aprende muito com eles. Principalmente com os mais humildes, que são os mais receptivos. Abraços.
  16. Chegando em Petrópolis, no terminal Bingen, tome o ônibus número 100, que vai te deixar no terminal Central, que é a antiga rodoviária de Petrópolis. Tem vários passeios que dá para fazer a pé, a partir do Hostel. Casa de Santos Dumont, Museu Imperial, Fábrica da Bohemia, etc. Os caras te informam no Hostel. No centro, perto do museu imperial tem um restaurante por quilo muito bom e barato, chamado Soberano, caso deseje ir. Para pegar o busão para o parque, pegue o ônibus número 611 (Pinheiral). O 616 também ia até lá, informe-se no Hostel. Esse ônibus vai te deixar próximo da entrada do
  17. Amigo, encostado da portaria do Parque tem duas pousadas. A Paraíso do Açu e a Vila Açu. Da primeira vez que fui lá, em 2013, uma delas tinha alojamento também. Aliás, as duas tinham, só que em uma não estava funcionando mais, porque era fim de temporada. Sai bem mais barato que o quarto. Só que é prá mais gente, tipo quarto coletivo. Só que quando estive lá eu fiquei sozinho. Tinha café da manhã e tudo. Não foi caro e a mulher que cuidava de lá era muito bacana. De manhã cedo você sai por um caminho nos fundos da pousada e já sai próximo da entrada do Parque. A que eu fiquei foi
  18. Dá uma olhada nessa aqui: http://www.vango.co.uk/gb/duke-of-edinburgh-recommended/63-banshee-300.html Eu tenho uma Force Ten, que é uma linha da Vango um pouco mais leve que essas. Eu vi essa Banshee em Torres del Paine, com um casal de Ingleses. É uma casa para duas pessoas. Não ocupa muito espaço fora da mochila, é fácil de montar, pesa 2,7 Kg, varetas de alumínio bem ventilada, uma porta de entrada de cada lado e deve estar custando mais ou menos 140 libras.
  19. Na verdade no W você vai encarar os dois trechos de maior desnível de todo o circuito, quais sejam a subida até as Torres e a subida até o mirandor britânico. Só que esses dois trechos podem ser feitos com mochila de ataque, o que facilita bastante as coisas. Se você se animar, após o Glaciar Grey, com mais umas 5 horas de ida e volta, dá para subir até o Paso John Gardner. Será mais uma subidinha puxada, mas o visual vale muito a pena
  20. O Chileno já está fechado desde março. Estive lá esses dias. Comecei a subida desde o acampamento las Torres às 09 horas e às 15: horas estava de volta. Subi só com mochila de ataque. O resto ficou na barraca.
  21. Acabei de chegar de Torres del Paine, 7 dias, mais 3 dias em Natales e Punta Arenas. Usei uma Osprey Kestrel 48 litros. Roupas, fogão, barraca, saco de dormir. Tranquilo. Mochila muito grande é um convite para levar muito peso.
  22. Cara, Eu tenho uma Force Ten Helium 200, que é uma linha da Vango. Estive há pouco na Patagônia, Torres del Paine. Peguei uns ventos bravos com ela, sem problema. Ela é bem leve e fácil de montar. Para uma pessoa é de um bom tamanho. Acampei dois dias ao lado de uma casal com uma Vango Banshee 300. É uma casa. Muito espaçosa e também resistente. Achei uma barraca muito boa. Não sei de cabeça qual é o peso. A Banshee 200 pesa um pouco mais que a minha Force Ten, acho que é 2,1 Kg. No dia que eu vinha embora do parque, chegaram uns cicloturistas. Um time composto por Pai, mãe e filho, a
  23. Com relação à questão levantada sobre o prazo de validade das botas. Fui recentemente para Torres del Paine. Circuito completo. Era hora de comprar um novo par de botas. As minhas já estavam bem surradas. Estava decidido pela Finisterre Nanox. Tenho uma de couro e é minha preferida. Só que a Vento estava com a fabricação paralisada. Problemas com matéria prima demorando para ser liberada no porto, segundo me informaram. E minha numeração (39) estava difícil de encontrar. Minhas outras opções eram uma Snake Zodiac, que tinha experimentado e gostado e uma La Sportiva Garnet GTX, a ser c
  24. Isso aí Val. Parabéns pelo passeio e pelo seu primeiro relato aqui no mochileiros. Muito bom que tenha gostado do passeio.
×
×
  • Criar Novo...