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Ronaldo Paixão

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Tudo que Ronaldo Paixão postou

  1. Pode ficar sossegado. Você fez uma boa compra. Tenho essa mochila e comprei na Ventureshop. Loja muito confiável. Outra coisa, a Mochilinha de 10 litros me é muito útil. Inclusive no uso do dia a dia. Essa mochila não é muito leve, mas é bem resistente e cabe coisa prá caramba. Bom passeio.
  2. Amigo, Não sei se posso te ajudar, mas se você tiver a chance de conhecer o Distrito de Tabuleiro (Conceição do mato Dentro) e o Distrito de Lapinha da Serra (Santana do Riacho), vá que não vai se arrepender. Visite a cachoeira do Tabuleiro por cima e por baixo, não esquecerá jamais. Viste a Cachoeira do Bicame e se possível suba até o alto do Morro da Lapinha e do Morro do Breu. Vale a pena. Se tiver de Carro, você faz isso em dois dias. Abraço.
  3. Domingo passado fiz uma caminhada boa. Quase 42 Km. Deu quase 8 horas de caminhada. Deu para ouvir muita música. De tudo, pagode, MPB, rock (mais antigo), heavy metal, música andina.
  4. Talvez muitos de vocês já o conheçam. Esse cara faz um tipo deiferente de "montanhismo" Aliás, nem tenho certeza se esse cara é realmente do planeta Terra. No youtube tem alguns vídeos dele. Já assiti alguns várias vezes. O nome do cara é: Alex Honnold Quem não conhecer e tiver um tempo assista. É de perder o fôlego.
  5. Parabéns parceiro. Minha Filha mais nova também é companheira, embora não tenha tanta certeza se ela encararia essa montanha. Realmente é muito legal sair para uma montanha com um filho, ou filha. Eu só tenho filhas, então tem que ser filha mesmo. Valeu pela aventura. Parabéns para você e para a nova montanhista. Já começou em grande estilo.
  6. Cada um cada um. Cada pé é um pé. Eu posso falar sobre duas que tenho. Salomon Fastpacker 3D Mid GTX e Nomade Finisterre ( quando comprei ainda era Nomade) Duas botas boas, mas se tivesse que comprar de novo e tivesse que escolher uma, iria de Nomade. Mais barata, mais confortável (pelo menos para mim), mais "forte", mais impermeável, melhor aderência. Também parece que a pisada fica mais "natural" com a nômade. É claro que nem todo mundo vai achar o mesmo. Essa é uma opinião pessoal.
  7. Boas as dicas do Marcelo RC. Eu, mais velho, gosto muito de ouvir nos meus trekkings e viagens: Bob Marley Raul Seixas 14 Bis Pearl Jam Bob Dylan Metallica AC-DC Mercedes Sosa Geraldo Vandré U2 The Cure The Smiths Legião Urbana Martinho da Vila Zeca Pagodinho Almir Sater Pena Branca e Xavantinho Osvaldo Montenegro Belchior Chico Buarque The Cramberries Nazareth Black Sabath E outras mais. Só não gosto de jeito nehum desses sertanojos modernos, de Axé, de Funk e outras porcarias que tais.
  8. Sopa Vono com farinha de mandioca. Levar uns 3 ou 4 "sabores" diferentes, para não enjoar. Ela fica pronta super rapidamente e depois é só colocar a farinha de mandioca para dar "sustança". Cem gramas de farinha de mandioca dão para passar uma semana inteira. Carne seca desfiada também é uma boa "mistura". Aquelas doces tipo "bananinha" açucarada também são boas fontes energéticas. Para a parte da manhã, levar uma mistura de leite em pó com toddy. É só colocar água e agitar. Eu não sou de comer muito e isso para mim já é suficiente.
  9. Muito boas observações. É claro que quanto mais leve você conseguir tornar a sua mochila melhor. Nas esse "limite de 10% é impossível. Um cara igual a mim, 60 Kg, carregando mochila, saco de dormir, isolante e barraca, teria de andar pelado. Qualquer coisa extra já passaria dos 6 Kg. Mas quem carrega mochila em travessias ou longas caminhadas sempre procura um jeito de tornar a bagagem mais leve. Menos peso sempre é bom.
  10. Sandro, Otávio Luiz e Francisco Cardoso. Obrigado pelas palavras e por lerem o relato. Quanto à bota, até agora não sei se foi culpa dela. Talvez tenha sido o conjunto descida íngreme + meia grossa e molhada + bico da bota duro, não sei ao certo. Sei que quando passei a usar a meia fina as bolhas, envoltas em esparadrapo, não incomodavam tanto. E realmente o lugar é lindo e as pessoas são muito boas. Eu não conhecia essa música, mas ela sintetiza tudo. Abraços.
  11. Falando um pouco sobre o equipamento utilizado: - Barraca Nautika Falcon 2: comprei porque era a mais leve, dentre as barracas baratas que minha verba dava. Cerca de 2 Kg. Tamanho bom para uma pessoa e mochila. Como eu já desconfiava, algum problema poderia acintecer. Tive duas varetas, uma de cada jogo de varetas, que simplesmente racharam, abrirama ao meio, como uma vara de bambu sob uma faca, já na segunda vez que a barraca era montada. Também apareceu um pequeno rasgo, cerca de 5 a 8 mm, no sobreteto, no dia que eu viria embora. Era a quarta vez que a barraca era montada. Está certo
  12. A vontade de conhecer essa região era muito grande. Uma grande dúvida sobre se eu conseguiria fazer essa travessia, ou não, estava relacionada a uma cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado do joelho direito, da qual ainda não me recuperei completamente e que me traz dores e falta de firmeza no joelho. E para um cara de 46 anos, 1,60 m de baixura e 60 Kg de magreza, carregar uma mochila de quase 20 Kg durante todo o trajeto, sempre fica a dúvida se o peão agüenta ou não. Mas fé em Deus e pé na tábua. O projeto inicial seria de um percurso tipo circuito, iniciando e terminando na Lapin
  13. Uma atualização. Fiz a Lapinha-Tabuleiro em fins de abril. Decidi que iria com a Salomon Fastpacker e não com a Finisterre. Subi os picos do Breu e da Lapinha, andei longos trechos sem trilha nenhuma, em meio ao capim e pedras, escalando morrotes e atravessando pequenos riachos. Fui às partes alta e baixa da cachoeira do Tabuleiro. Percorri um total de 76 Km em 5 dias. Concluí que ela não é tão boa quanto a Finisterre. Apesar de considerá-la leve e até confortável, ela apresentou alguns pontos que não foram tão bons. A aderência nas pedras e lugares molhados, ou com limo, é bem pio
  14. Amigos, de volta após muitos posts interessantes. A ideia principal é que o que importa é ser feliz. Quer seja em uma casa, com esposa e filhos, vendo televisão. Quer seja dormindo sozinho em uma barraca no Nepal. Eu já provei dos dois (não no Nepal, em outras paragens). Minha esposa antes me acompanhava. Depois começou a ficar preguiçosa e eu, de reboque, também dei um tempo. Hoje tenho carro que não uso quase nada. Moto, que uso menos do que queria. Uso mesmo é minha bike e minhas botas e tênis. Quase só ando a pé. Só sinto falta é das viagens e das trilhas. Hoje tenho u
  15. Olha, Já tive Bota Nômade. Ou melhor, ainda tenho. Uma London, que uso no dia a dia, mas já usei em muita trilha de 15 a 20 Km no mato. Desci até o Itupava com ela Uma Finisterre, que também uso no dia a dia e em trilhas e caminhadas fora do asfalto. Não tenho o que reclamar dessa botas Nômade. Acho muito confortáveis e duráveis (resistentes). Tenho uma Salomon, que foi comprada na Inglaterra e que custou menos que a London da Nômade. É uma Fast Packer. Não é nem uma top da Salomon. Está com um ano e está novinha. Se bem que não uso ela muito. Logo que eu peguei ela, já fiz uma tr
  16. Ronaldo Paixão

    Ilha do Mel

    Olha, já estive na ilha do mel várias vezes. De barraca algumas vezes. Uma vez em pousada, numa pousada barata, perto da pousadinha, bem em frente ao camping Sonho Dourado, onde também já fiquei acampado. Quanto a chuva nessa época do ano, acho que chove em qualquer canto do país. Mas isso não quer dizer que você não vá se divertir. A chuva não dura prá sempre. Em Brasília tem o bar Barranco. Lá sempre tem alguma coisa rolando. Procure saber onde o nego blue vai tocar e cantar. O cara é fera. Sempre rolam luaus na praia de fora e na praia grande. Também tem os forrós. Antes tinha mais
  17. Amigo, Você postou umas fotos de um casal com um bebê em um carrinho.. Você não encontrou mais com eles? Lembra-se por acaso se eram australianos? Porque eu vi a foto e a moça parece muito um australiana que morou um ano com a gente. Outra coisa, será que eu poderia te fazer algumas perguntas relativas ao caminho?
  18. Rapaz, isso depende muito. Penso que nunca é tarde! Meu tio sempre foi um cara sosegado. Trabalhava muito. Sempre guardava. Comprava imóveis. Dois anos atrás teve um princípio de infarte. Tinha 59 anos. Se aposentou e de lá prá cá já foi viajar prá meio mundo. Escócia, patagônia, Inglaterra, Canadá, Alaska, Peru. Sem contar um monte de lugares aqui no Brasil. Acho que ele tá com medo de morrer e não ter visto e feito o que queria. E a tia vai junto. Então, véio. Sinceramente acho que a idade pode brecar um pouco, mas nunca impedir.
  19. Boa essa, Eu também tenho um "faro" meio aguçado. E também já não estou enxergando muito. Valeu pelas explicações.
  20. A verdade é uma só: - Não existe verdade absoluta. Existem verdades relativas. O amigo disse muito bem. Cada caso é um caso. O que é muito bom em uma determinada situação pode não ser em outra. Só prá simplificar a questão: - Se eu não posso casar com a Luana Piovani, não quer dizer que eu vou morrer solteiro. Abraços.
  21. Amigo. Desculpa se a pergunta parecer besta. A gente passa esse veda-calha diluído por "fora" ou por "dentro do sobre-teto? E no piso? Ele não deixa cheiro? Esses produtos, na bisnaga, tem cheiro forte. Grato.
  22. Disse tudo. O mais importante não é como se vai. O mais importante é ir!
  23. Cada um é cada um . Quem pensa muito em grana e estabilidade certamente não ia se dar bem. Prá quem a inquietude e a vontade de arriscar está no sangue, não tem outro jeito. Uma hora acaba indo. E outra coisa. Prá viver um sonho não existe idade. "Tudo vale a pena quando a alma não é pequena". "Pior que morrer, é perder a vida" E como já disseram, ou melhor cantaram, as grandes Beth Carvalho e a rainha suprema Mercedes Soza: "Eu só peço a Deus, que o futuro não me seja indiferente. Que a morte não me encontre um dia, solitário, sem ter feito o que eu queria."
  24. Parabéns pelo passeio. Em Curitiba tem uns restaurantes e cantinas pequenos que servem massas e vinhos deliciosos. Vida noturna muito agitada. Também tem alguns barzinhos com Rock de qualidade. A Ilha do Mel vale muito a pena. Se bem que no tempo dos campings era mais divertido. A onda agora são as pousadas. Bem menos gente na ilha. Menos agito, menos diversão noturna. Em compensação menos sujeira, mais tranquilidade. Mas a beleza da Ilha continua intacta. Eu passaria o resto de meus dias na Ilha facilmente.
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